sexta-feira, fevereiro 27, 2015

Primeira pedra do Centro Social da Arcor


A primeira pedra do centro social da Arcor foi lançada há 15 anos, hoje se completam. Foi a 27 de Fevereiro de 2000 e teve presença do governador civil dr. Antero Gaspar e do director do Centro Distritala de Segirança Social de Aveiro, dr. José Valente.
A foto de cima mostra ambos, ladeando o então presidente da Arcor, Fernando Reis. Na de baixo, estão algumas autoridades regionais e povo ribeirense a assistir à cerimónia.
Fotos e elementos do site do padre Júlio, 
em http://arcor.com.sapo.pt/fotos/centrocivico/cronologia.htm

quarta-feira, fevereiro 25, 2015

Impacte Ambiental desvaloriza e ameaça os valores naturais da Pateira





Terminou durante este mês de fevereiro, o processo de Consulta Pública do Projeto de Requalificação e Valorização da Pateira de Fermentelos, localizada nos concelhos de Aveiro e Águeda. Após análise detalhada, a Quercus defende que o documento não efetua um correto diagnóstico dos valores naturais presentes e desvaloriza os impactes sobre as populações de peixes migradores.

Não colocando em causa a necessidade de proceder a uma intervenção de requalificação da Pateira de Fermentelos, nomeadamente através da realização de dragagens conducentes a uma manutenção do espelho de água, evitando-se assim a tendência de colmatação e de regressão da área de águas livres, o estudo agora em consulta pública não apresenta fundamentos técnicos que justifiquem qual é a melhor alternativa de projeto apresentada tendo em vista a minimização dos efeitos negativos sobre os valores naturais existentes. Por outro lado, os estudos de caracterização apresentados não são representativos das áreas a intervencionar, são pouco rigorosos e com ausência de informação, impossibilitando avaliar com objetividade as soluções mais favoráveis do ponto de vista ambiental. Ao nível dos sedimentos as analises realizadas não são representativas da área de intervenção dado terem sido realizadas próximo das margens, distante das áreas centrais da pateira onde se concentram as dragagens. No caso dos valores naturais, a caracterização foi feita de forma genérica para a Zona de Protecção Especial para as Aves Ria de Aveiro, área classificada que abrange a Pateira, apresentando falta de rigor ao nível da distribuição de espécies e habitat. Não reflecte também a realidade das áreas de intervenção ao nível dos valores de maior probabilidade de afetação, nomeadamente as aves e seus habitats, e os peixes migradores que utilizam o rio Águeda.

Ao nível das intervenções, e em específico para a construção do açude no rio Águeda, não existe uma análise do custo benefício da instalação de uma estrutura desta natureza num Sítio da Rede Natura 2000.. Acresce que, tendo em conta a perda de habitat provocada pela construção do empreendimento de Ribeiradio-Ermida, a eventual instalação do açude inviabiliza uma futura reconexão das bacias a montante, designadamente dos rios Alfusqueiro e Agadão, como alternativas de migração ao referido constrangimento.

Houve pois uma clara desvalorização dos impactes negativos que a opção de reconstrução do açude no rio Águeda coloca à passagem dos peixes migradores, não só diádromos mas também potamódromos, à qual se juntam os efeitos cumulativos da presença do açude insuflável já existente em Águeda, situação que contraria as orientações de gestão do SIC, que relevam a importância da manutenção da conectividade longitudinal entre o mar e as áreas propícias para a desova das espécies migradoras.

Face ao exposto, a Quercus considera que deverá ser efectuado um correto diagnóstico dos valores naturais objecto de conservação pelas Diretivas Aves e Habitats, nas áreas diretamente afectadas pelas intervenções de desassoreamento propostas, a realizar dentro de período de tempo adequado, isto é, de Fevereiro a Junho, devendo o mesmo ser parte integrante deste ou de um novo EIA, assim como deverá ser abandonada a opção de reconstruir o açude, em virtude dos impactes sobre as populações de peixes migradores protegidos. Em relação a este último aspecto, a Quercus pondera mesmo avançar com uma queixa junto da Comissão Europeia por violação da Diretiva Habitats, caso os alertas não venham a ser considerados.

Aveiro, 25 de Fevereiro de 2015

A Direção do Núcleo Regional de Aveiro da Quercus 

– Associação Nacional de Conservação da Natureza

domingo, fevereiro 22, 2015

A democracia e a ditadura ribeirenses!...

«Sabes tu, velha pessoa ribeirense de Óis da Ribeira, qual é a diferença entre democracia e ditadura?!..."», perguntou o Três.
«Mas é claro que sei... Na primeira, a gente vota primeiro e acata as ordens depois. Ora, na segunda, nem sequer tempos tempo e oportunidade para perder tempo a votar...», disse o d´Ois.
«E isso adapta-se aos tempos de hoje»?, perguntou o Três.
«Nunca como hoje assim esteve...», disse o d´Óis.

quinta-feira, fevereiro 19, 2015

Embaixador da ONU de visita à Arcor

À falta de notícias actuais, o d´Óis Por Três andou a navegar na net e encontrou esta, de há precisamente 10 anos: a visita do Conde de Águeda, antigo embaixador de Portugal na ONU, ao Centro Social da Arcor, então em fase de conclusão.
A notícia e a foto foram retiradas do site oficial da associação, que ao tempo era muito noticioso.
Ver AQUI

quarta-feira, fevereiro 18, 2015

As obras da ponte de Óis da Ribeira

As obras da ponte, para que conste não digam que o d´Óis Por três andamos sempre atrás do que os jornais dizem, estavam assim ao princípio da tarde de hoje. Uma brigada da Câmara andava da pá em punho a tapar buracos da picada que desde maio de 2014 liga Óis a Cabanões. Eram uns 5 ou 6 e pelos menos três viaturas.
Mais à frente, então, não vimos ninguém a trabalhar mas ficámos surpreendidos com o que se vê ali do lado direito, em, baixo, na foto. um acimentado que será (será?) a base de um pegão da ponte. Pessoal é que não vimos nenhum. Vamos esperar para ver o que se vai passar...

segunda-feira, fevereiro 16, 2015

Comentário sobre as obras da ponte que não se faz...

 O antigo aterro da ponte era assim, como se vê na imagem. Agora e desde Maio do ano passado, sabe-se o que é.
O d´Óis Por Três dá publicidade a um comentário que, não sabemos porquê, nos apareceu apenas agora, embora datado de Novembro de 2014:
«É uma realidade: VERGONHA!!!! tudo o que está relacionado com as obras na passagem entre Óis e cabanoes só nos envergonha. Durante quanto mais tempo iremos continuar a ser tratados desta maneira pelas autoridades responsáveis?! em mim, tem se criado um sentimento de tal forma angustiante, que a vontade k tenho é a de cometer um (pequena) loucura. podia ser k dessa forma todo o país soubesse o que nos estão a fazer a nós ribeirenses. para concluir, onde estavam os principais atores da manifestação da passada segunda-feira no santo António, aquando do inicio das obras no aterro de Cabanoes?! ou será k pelo facto de as obras do santo António serem da responsabilidade da junta e as da ponte nova serem da responsabilidade da câmara que esses mesmos atores tiveram comportamentos diferentes?! é k pelos vistos, cá em Óis o presidente da junta não tem muitos amigos, mas, por outro lado, o presidente da câmara já cá os tem. e era sempre chato fazer afronta aos amiguinhos de longa data??!!».

sábado, fevereiro 14, 2015

A ponte de Óis e os políticos de TravassÓis

As obras da ponte estão como estão e ninguém fala disso. Os jornais de Águeda não tocam no assunto e os políticos de TravassÓis estão surdos e mudos que nem portas. Então quieram ser eleitos para quê? Só para a fotografia?!
Anda hoje lá passámos e aquilo está uma vergonha..., que é coisas que estes politicos não têm. Fartaram-se de falar e prometer nas eleições de 2013 e agora estão calados como os ratos. O povo que se lixe.

segunda-feira, fevereiro 09, 2015

As obras da Mafra d´Óis...


«Sempre ouvi dizer de meu pai que antes é que era, que no futuro haveria muito mais tempo para o lazer e que as horas de trabalho diminuiriam!! Achas?...», perguntou o d´Ois.
«Dir-te-ia que essas previsões falharam todas! Diminuíram as horas de trabalho, é verdade, mas é porque aumentou o desemprego», respondeu o Três.
«E não é só!!! O desemprego iria acabar em Óis com as obras da ponte mas estas não há meio de começarem», retorquiu o d´Óis.
«Nem as de Mafra...», disse o Três.

sábado, fevereiro 07, 2015

A ponte de São Nunca À Tarde


As duas fotos estão separados por 9 meses. A de baixo é de Maio de 2014, a de cima é de hoje, dia 7 de Fevereiro de 2015. São ambas do antigo aterro, «compulsivamente» tirado pela Câmara com a promessa de que lá iria construir uma ponte de 140 metros,
A ponte, como todos sabemos, não passa do papel e depois de um comboio de mentiras oficiais, toda a gente continua a espera da dita cuja. 
Os prejuízos do povo de Óis da Ribeira são imensos, porque todos os dias e por mais de uma vez, tem de passar pela picada ou pela lama que lhe serve de caminho, de carro, de motorizada, de bicicleta ou a pé. Ou a ir à volta por Águeda, sempre que há cheia.
É a ponte de São Nunca À Tarde!

quarta-feira, fevereiro 04, 2015

Padre Júlio Granjeia


Quinta-feira, Fevereiro 02, 2006
PADRE JÚLIO, HÁ 22 ANOS!!!


O Padre Júlio Grangeia completou 22 anos de ordenação sacerdotal no passado domingo, 17 deles passados nas paróquias de Ois da Ribeira e Travassô. Esta última, prestou-lhe homenagem na missa das 9 horas.

O Grupo de Acólitos, segundo escreve Helena Nogueira no jornal "Região de Águeda", esteve bem representado, o grupo coral preparou um cântico de Acção de Graças e, em nome da catequese, duas crianças ofereceram flores e outros presentes.
A Comissão da Fábrica da Igreja, em nome de todos os paroquianos, para além das flores, homenageou o sacerdote com uma imagem de Maria.
Apanhado pela surpresa, foi com alguma emoção que o Padre Júlio agradeceu a presença de todos e a singela homenagem que lhe fizeram.
- 2X3: Por nós, parabéns ao padre cibernauta e muitos links por toda a vida fora!
Publicado por 2x3 a 2 de Fevereiro de 2006.
Reeditamos a notícia,  com mas com parabéns a dobrar!
Já lá vão 31 anos de sacerdócio!

terça-feira, fevereiro 03, 2015

O Vouguinha visto pelo PCP...




A comissão de utentes do serviço público do concelho de Águeda, alertou os deputados do PCP para o estado de degradação e falta de segurança da linha do Vale do Vouga, onde diariamente circula o comboio Vouguinha, que liga Espinho a Aveiro.
Os deputados, segundo o jornal Público, viajaram no comboio na manhã de hoje. Pena foi que, tendo passado em Cabanões, não tivessem parado e irem ver a pouca vergonha da picada que a Câmara de Águeda tem ao serviço do povo, depois de ter acabado com o aterro.
Ver AQUI

segunda-feira, fevereiro 02, 2015

Os prejuízos do corte do aterro


«Há malta em Óis com uma inteligência extraordinária, com cérebros maravilhosos!!!... Não achas?...», perguntou o d´Óis.
«Mas é claro... Começam a trabalhar logo que acordam a bem-dizer dos outros...», respondeu o Três.
«A mal-dizer, diria eu... Por exemplo da vergonha é que estarmos quase há um ano com o aterro cortado e termos de passar por aquele desvio calamitoso», disse o d´Óis.
«Ainda este fim de semana, tive de ir dar a volta a Águeda», retorquiu o Três, sublinhando que «foram mais 15 kms. para cada lado».
Quem é que paga estes prejuízos?

domingo, fevereiro 01, 2015

Tuna mostra contas e parecer do Conselho Fiscal




A Tuna de Óis da Ribeira aprovou as contas de 2014 e o orçamento de 2015, numa assembleia geral que teve participação de 10 associados. 
A nota publicada na página oficial da Tuna (no facebook) não fala em verbas - nem das aprovadas nem das orçamentadas - mas não deixa de ser importante afirmar que foram aprovadas por unanimidade.
Tal qual o parecer do Concelho Fiscal. Concelho Fiscal, com um «c»? Seria de aconselhar o pessoal da Tuna a afinar o seu Português, já que de associação cultural de trata. Ou nem por isso?