quarta-feira, novembro 22, 2017

Tuna 120 anos; Associação Filarmónica, 15 meses...

O Agrupamento Musical Tuna de Óis da Ribeira, a 30 de Agosto de 2016,
foi rebaptizado(a) como Associação Filarmónica de Óis da Ribeira
A Bandeira da Tuna de Óis da Ribeira foi
oferecida pelo Conde Sucena e entregue a
 30 de Abril de 1905 (ver AQUI)

A Tuna Musical de Óis da Ribeira vai comemorar 120 anos a 25 e 26 de No-
vembro de 2017. A Asso-
ciação Filarmónica feste-
jará 15 meses!
O programa começará na tarde de sábado, diz 25, com a tradicional arruada na freguesia, antiga vila e sede de concelho agora parte da União de Fregue-
sias de Travassô e Óis da Ribeira. Cumprimentará a população ao som da mú-
sica. Em festa, pois!
Domingo, dia 26, será a vez da celebração de missa na igreja pa-
roquial e da romagem ao cemitério (10,30 horas) e do almoço co-
memorativo e festivo, no salão cultural da Arcor (12,30).
A Tuna, para os ribeirenses e verdadeiros tunantes, será sempre a Tuna, mas foi rebaptizada na assembleia geral extraordinária de 30 de Agosto de 2016. Por maioria, não se sabendo quantos votos contra (se os houve), a favor ou nulos e/ou em branco (se também os houve). Não foram divulgados. Era o Agrupamento Musical Tuna de Óis da Ribeira, passou a ser Associação Filarmónica de Óis da Ribeira. Amanhã, será o quê?!

terça-feira, novembro 21, 2017

Águas residuais de Óis da Ribeira, 12 anos depois...

Obras na rede de Óis da Ribeira, em 2005.
Já lá vão 12 anos de espera!

A AdRA abriu concurso pu-
blico para a construção de 3 bacias de dre-
nagem da rede de águas resi-
duais de Óis da Ribeira. 
O preço-base foi estabelecido em 789 200 euros.
O concurso foi 
enviado para Diário da República a 7 de Junho de 2017 e o anúncio de procedimento (o 7276/2017, com o preço-base de 22 800 euros) para a fiscalização, gestão da qualidade, coordenação de segurança em obra e coordenação da gestão ambiental da empreitada, está datado de 26 de Agosto seguinte.
As 3 bacias de drenagem incluirão sistemas gravíticos, consti-
tuídos por 7,1 kms. de colectores, ao longo dos arruamentos e que receberão os efluentes domésticos provenientes das habi-
tações, através da construção de 245 ramais domiciliários. 
As bacias de drenagem prevêem ainda um sistema elevatório, in-
cluindo as respectivas condutas elevatórias em PEAD da classe 1,0 MPa, numa extensão de 700 metros.
Será desta que se fazem as obras porque se espera há 12 anos?!

segunda-feira, novembro 20, 2017

Assembleia de Freguesia para eventual eleição da Junta

A sede, em Óis da Ribeira, da União de Fregue-
sias de Travassô e Óis da Ribeira (UFTOR)


O presidente da Junta de Freguesia de Travassô e Óis da Ribeira, Sérgio Neves,  convocou para 22 de Novembro, às 21 horas, nova Assembleia de Freguesia, para nova tentativa de eleição dos vogais da Junta de Freguesia.
O edital refere que é a primeira sessão o que, salvo melhor entendi-
Delegação, em Travassô, da
União de Freguesias
mento, não estará certo: esta, será a 5ª. sessão da primeira reunião, já que, nas quatro anteriores, não se passou do ponto da agenda de trabalhos, justa-
mente o da eleição dos vogais do executivo - o secretário e o tesoureiro.
Seja como for, e quem manda é porque pode, estão convocados os 9 eleitos efectivos e os suplentes que, eventual-
mente, venham a ter de substituir os putativos futuros membros do executivo, assumindo os respectivos cargos na Assembleia de Freguesia.
Por falar nesta, ainda está por eleger a respectiva Mesa: presi-dente e os dois secretários. Será desta?
O que irá acontecer? Será finalmente formado o executivo?
Logo se verá e se saberá o juízo que poderá fazer-se da actual classe política travassÓisense. Que é o que é!
Os 4 exemplos de até agora, porém e valha-nos nossa Senhora, não são de todo recomendáveis e estimáveis.
Os trabalhos da Assembleia de Freguesia vão decorrer no salão nobre da sede da União de Freguesias, em Óis da Ribeira.

Ana Paula Rada passou às Galas do The Voice Portugal

Ana Paula Rada no «The Voice Portugal» na noite de ontem, interpretando
«Copacul», canção romena quer a leva às galas finais do concurso da RTP1
A mãe de Ana Paula Rada, ladeada por Ar-
lindo Reis, à esquerda, e Rui Reis, no final 

da interpretação de ontem

A jovem cantora Ana Paula Rada «passou à fase a arrepiar todos os que a ouvem», refere o site oficial da concurso «The Voice Portugal».
Ontem à noite (19 de Novembro de 2017), na fase «Tira-Teimas», a concorrente foi fiel às suas origens e interpretou “Copacul”, uma canção romena, que lhe deu o passaporte para as galas finais, na equipa da mentora Áurea.
Ana Paula Pantea Rada tem apenas 15 anos e impressionou logo no primeiro programa da nova edição do “The Voice” - a Prova Cega - com uma magistral interpretação de “O mio babbino caro”, celebrizado por Maria Callas. 
Virou as 4 cadeiras dos jurados e, num emocionante momento, foi surpreendida pela avó materna, que propositadamente viajou da Roménia e ela não via há um ano.
A fase seguinte, a «Batalha», teve Ana Paula a «concorrer» com Juliana Ignácio e a interpretar «Beauty and the Beast», voltando a arrebatar o público e a mentora Áurea, que a escolheu para a fase seguinte (a de ontem).
Ana Paula tem relações afectivas com Óis da Ribeira, onde passou várias férias. É enteada de Rui Reis (filho de Arlindo Reis).
Ver AQUI (interpretação de ontem) e AQUI (entrevista na RTP)

domingo, novembro 19, 2017

Os valores heráldicos da Vila de Óis da Ribeira

A bandeira oficial de Óis da Ribeira é esquartelada de verde e branco, cordões
e borlas de prata e verde, com haste e lança de ouro. 
O estandarte (em baixo)
é para cerimónias e cortejos


A ordenação heráldica do brasão e bandeira de Óis da Ribeira foi publicada no Diário da República, III Série, da 11 de Abril de 1997.
Há mais de 20 anos! 
Numa altura em que alguns chicos-espertos, meios la-
pardanas e totalmente baco-
cos, querem, abusiva-
mente, usurpar a identidade da Vila e antiga sede de concelho, vem a propósito lembrar que os 4 castelos significam precisamente o estatuto de vila que nin-
guém minimamente sério  
Brasão de Óis da Ribeira
questiona, muito menos o Instituto Português de Heráldica (que analisa e aprova os símbolos da localidades.

O que significa a ordenação 
heráldica de Óis da Ribeira?

Vejamos:

- ARMAS: Escudo de vermelho e duas espigas de milho de verde, folhadas de ouro e dispostas em faixa.
Em chefe, a cruz solta da Ordem de Malta, realçada de prata e vogante sobre um rio de prata ondeado de azul.
Listel branco com a legenda a negro: ÓIS DA RIBEIRA.


Quanto aos símbolos:
- Cruz de Malta: Representa o facto de Óis da Ribeira ter
pertencido à Ordem de Malta.
- As espigas de milho: Representam a agricultura da freguesia.
- O barco e o rio de prata e azul: Representam a lagoa da
 Pateira, que constitui um importante atractivo turístico 
para a freguesia.
- Bandeira: Esquartelada de verde e branco, cordões e 
borlas de prata e verde. Haste e lança de ouro. É para 
hastear em edifícios e deverá ter 2x3 metros. 

sábado, novembro 18, 2017

Os Resendes na vida política de Óis da Ribeira

Armando Resende e, em baixo, 
a que foi sua casa (já demolida)


A «família» política ribeirense raramente teve representantes nos executivos da Câmara Municipal de Águeda. Não teve nenhum no período pós-25 de Abril.
Há 83 anos, em 1934, porém, teve um: Armando Resende.
«Acaba de ser nomeado vogal substituto da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Águeda o nosso conterrâneo sr. Armando dos Santos Ala de Resende. Desejamos que saiba cumprir o dever do seu cargo e pugnar pelo engrandecimento da sua terra, para no futuro lhe darmos os parabéns», recorda o site «Óis da Ribeira - Noticias, Curiosidades e Histórias», de Luís Neves.
Armando Resende foi, depois, presidente da Junta de Freguesia de Ois da Ribeira, em 1941, 1955 (suspendendo o mandato em 1957, por se ausentar para Angola), 1960, 1962 (a 4 de Abril, substituindo Manuel Tavares), 1964 e
Alexandre Pires
1968. Era o proprietário do terreno onde se cons-
truiu o Centro Social da Arcor e da casa da Rua Benjamim Soares de Freitas entretanto demolida (frente à do irmão José, agora do sobrinho-neto João Paulo Resende Gomes). Os actuais bancos da igreja paroquial foram oferecidos por ele.
Curiosidade da vida política actual tem a ver com Alexandre Resende dos Reis Pires, que este ano foi segundo da lista do PS em Travassô e Óis da Ribeira (à Assembleia de Freguesia) e também foi integrante da lista socialista da Assembleia Muni-
cipal de Águeda, que é sobrinho-bisneto, pelo la-
do materno, de Armando dos Santos Ala de Resende - que foi ir-
mão do bisavô Manuel (Neca), tio da avó Maria da Ascensão Re-
sende (Mariazinha) e tio-avô de sua mãe, Maria da Luz (Milú).
A história não se repete, mas tem destas coincidências.

sexta-feira, novembro 17, 2017

Percurso na pateira para pedestrianistas de Portugal

A pateira e o pescador, os passadiços, em imagem colhida em Óis da Ribeira
Grupo de pedestrianistas em
percurso das margens da pateira


A pateira vai ser cenário de um percurso pedestre de nível nacional, organizado pela Green Trekker e marcado para 19 de Novembro de 2017 - domingo próximo.
A concentração será às 10 ho-ras, no parque de estaciona-mento em frente ao restaurante Pôr do Sol, e o percurso, refere a organização, «percorre-rá caminhos florestais junto às margens da lagoa, até ao Parque de Espinhel», conti-nuando em direcção ao rio Cértima «por entre salgueiros, loureiros, choupos e caniços». 
«Passaremos ainda pela várzea do Rio Águeda, com os seus bosques de castanheiros e carvalhos e prosseguiremos até ao parque de lazer de Óis da Ribeira, onde se podem observar múltiplas espécies de aves», refere a Green Trekker, apontando as 15 horas como as previstas para a chegada.
A pateira, lembra a Green Trekker, «é a maior lagoa natural de água doce da Península Ibérica» e zona onde «ocorrem habitats, ecossistemas e espécies com estatutos de protecção nacional e internacional, venha daí e parta à descoberta».
As inscrições podem ser feitas pelo email reservas@greentrek-
ker.pt e pelos telemóveis 967357858 e 918738770.

quinta-feira, novembro 16, 2017

Eleitos convocados para a quinta parte da Assembleia de Freguesia

O que mais irá acontecer à
democracia TravassÓisense?


Os eleitos da democracia travassÓisense estão receber cartas registadas com aviso de recepção, da parte do poder instituído, local e manco. Também os putativamente eleitos, substitutos dos previsivelmente eleitos para o executivo da (des)União de Freguesias.
O que vai acontecer, ninguém sabe. Aliás, poucos sabem e estes não dizem. Para não quebrar a surpresa.
Alguém anda a engolir sapos
neste jogo político de TravassÓis
O que está em causa, isso todos sabem: o vazio do poder autárquico local.
Curiosamente e não surpreendente-mente, um poder que todos os candi-
datos não querem (dizem...) mas do qual não abdicam, seja a troco de quantas mirambolâncias sejam. 
Então, é assim: a nova Junta de Fregue-
sia da União Freguesias de Travassô e Óis a Ribeira (TravassÓis), eleita a 1 de Outubro de 2017, há precisamente mês e meio, tem um presidente mas ainda não tem vogais - o secretário e o tesoureiro.
Aliás, tem: o tesoureiro e a secretária do anterior regime. O regime mariano: Horácio Santos e Marta Morais.
Assim diz a lei.
A Assembleia de Freguesia da mesma União de Freguesias de Travassô e Óis a Ribeira (TravassÓis) tem um presidente em trânsito: o social-democrata Sérgio Neves. Que é, também, o presidente da Junta de Freguesia.
Confuso?
Não. 
Era o anterior presidente e, por coincidência, sendo o mais vota-
do a 1 de Outubro, é o presidente da Assembleia de Freguesia até ser substituído. Até ser eleito o novo presidente e os secretários da respectiva mesa.
Acontece que não foi, quatro sessões da Assembleia de Fregue-sia passadas - embora seja a mesma e única, ainda, em regime de suspensão. E o homem, vejam lá, se já mal pode com uma presidência (sozinho), como poderá com duas?
São estas algumas das inusitadas e divertidas originalidades da democracia travassÓisense, nos tempos que correm.
É fixe, pá!
Vamos ter mais espectáculo!

quarta-feira, novembro 15, 2017

Junta nova, hábitos velhos...

A rima de lenha de eucalipto depositado em terreno da Junta. A 30/40 metros há
 casas. Entre estas e a meda, há mato - que é bom combustível para incêndios 


A Junta da (des)União de Freguesias de TravassÓis é nova, mas os hábitos são velhos. E nem as tragédias dos incêndios que este ano ver-
gastaram e en-
lutaram  Portu-
gal sensibili-
z(ar)am os se-
nhores autarcas.
Há largos meses que, no logradouro da Junta de Freguesia junto ao polidesportivo da Arcor, está um montão de ramada de eucalipto que é um verda-
deiro perigo. A uns 30/40 metros, há casas. E há pinhais. Há mate-
rial combustível que, de um momento para outro, pode despoletar uma verdadeira tragédia.
A (desunida) Junta de Freguesia do veterano Mário Ramos Martins, socialista que já foi democrata-cristão e agora se apresentou como independente, fez alguma coisa para retirar este perigo de terreno que é seu?
Não! Nada se viu!
E não foi por falta de alertas.
O novo e inexistente executivo, liderado pelo social-democrata e debutante Sérgio Neves, a ver Portugal a arder e a morrer, no dia 15 de Outubro e seguintes, fez algum coisa?
Não! Nada se vê!
E o nº. 4 da sua lista, a do PSD, mora a 200/300 metros.
Não servindo as Juntas de Freguesia e os outros eleitos para, ao menos, não serem elas mesmas responsáveis pela segurança do que guardam no seu território (e naquilo que é seu, como é o caso), servem para quê?
Só para dar os tristes espectáculos que tem vindo a dar? 

terça-feira, novembro 14, 2017

Música no magusto da Tuna/Filarmónica de Óis da Ribeira

Música no magusto 2017 da Tuna Musical de Óis da Ribeira

O magusto da Tuna Musical de Óis da Ribeira, chamada agora de Associação Filarmónica, incluiu alguns trechos musicais, na tarde de 12 de Novembro de 2017, como ainda ontem aqui recordámos. 
Hoje, tirando as imagens e o som da página oficial da instituição, é-nos possível levar bocadinhos dessa tarde de tradição e de cultura locais a todos os cantos do mundo onde esteja a diáspora ribeirense.
Há ribeirenses, a propósito, por todos os continentes e quase todos recorrem às redes sociais para se irem actualizando da vida de Óis da Ribeira, em países de emigração, nomeadamente como o Canadá, os Estados Unidos, a Venezuela e o Brasil, a Espanha, a França, a Suíça, a Alemanha e a Holanda, a Finlândia e a Noruega, a Arábia Saudita, Angola e outros.
Ribeirenses que se lembram sempre da sua Tuna, dela falam e por ela se saúdam. Não da Associação Filarmónica que meia dúzia de pessoas «fundaram» numa noite de inverno.
Ver AQUI

segunda-feira, novembro 13, 2017

Magustos da Tuna / Filarmónica e da Arcor de Óis da Ribeira...

Populares de Óis da Ribeira associaram-se ao magusto da Tuna / Filarmónica

Os presidentes da Junta de Freguesia (de verde) e da 
Arcor (de frente) associaram-se ao magusto da Tuna

A Tuna Musical de Óis da Ribeira, que em novo e recente baptismo agora se chama Associação Filarmónica de Óis da Ribeira, realizou ontem o seu tradicional magusto de S. Martinho.
A actividade atraiu algumas dezenas de populares ribeirenses e alguns amigos da instituição, tendo decorrido no logradouro da sua sede - à Rua da Ponte, também recentemente rebaptizada. É agora a Rua Jacinto Bernardo Henriques.
Sérgio Neves, o presidente da (des)União de Freguesias - que continua sem secretário e tesoureiro, continuando ele também como presidente da Assembleia de Freguesia - também se associou ao evento, que teve uma exibição musical de instrumentistas da Tuna. Actualizando-nos: da Associação Filarmónica de Óis da Ribeira.
Quem também participou foi o presidente da direcção da Arcor, Mário Marques, associação que na véspera, soubemos agora, também realizou o magusto de S. Martinho.
Lá vão os tempos em que as duas associações de Óis da Ribeira davam mãos e organizavam, juntas, a dita festa. Era mais festa, dizemos nós!
Fotos DAQUI

domingo, novembro 12, 2017

O (com)prometido Posto Médico, ou Extensão/Unidade de Saúde...

Junta de Freguesia de Travassô, em Janeiro de 2002: o tesou-
reiro Horácio Santos, o presidente Mário Ramos Martins e a 
secretária Maria de Fátima Laranjeira 

A questão da Extensão de Saúde, ou Posto Médico de Tra-
vassô,  que vai sendo procla-
mada como perdida se até Dezembro (aqui por 20 dias) não acontecer isto e aquilo, é uma ve-
lha promessa do ex-presidente Mário Martins.
O manifesto eleitoral de Mário Martins, então
do PS, sobre a Unidade de Saúde, em 2009.
Clicar na imagem, para a ampliar
Compromisso/promessa de política eleitoral já de barbas: pelo menos des-
de o plano de actividades e orçamento de 2002. 
Há 16 anos, nada tarda!

Promessas 
eleitorais

O d´Óis Por Três, antes de mais e em nota prévia, quer que fique bem claro que deseja ardentemente que TravassÓis tenha uma nova Unidade/Extensão de Saúde - o «velho» Posto Médico, como todos conhecemos este serviço público. 
As actuais instalações, e que Deus nos perdõe, ao cimo de íngre-me escada e no 1º. piso da delegação da União de Freguesias de TravassÓis, em Travassô, deixam muito, mesmo muito a desejar.
O compromisso mariano viajou no tempo e nos sucessivos pla-nos de actividades e orçamento da Junta de Travassô. Já no tem-
po da (des)União e na campanha eleitoral de 2009, foi reafirmado:  «Construção da nova Unidade de Saúde, em espaço já adquirido em Travassô para esse efeito», lê-se no manifesto do PS de MM.
O compromisso foi reforçado nas eleições de 2017, agora já com MM no Juntos: ««O nosso ponto de honra e preocupação conti-nua a ser a construção da nova Extensão de Saúde, uma carência identificada e na qual temos vindo a trabalhar, ultrapassando bu-
rocracias própria destes processos morosos e complexos, con-quistando vontades e apoios, sem nunca ter desanimado».
Realmente, trata-se de um processo moroso - já lá vão 16 anos!... - e MM, no manifesto eleitoral deste ano, garante que «fomos su-
bindo degrau a degrau»... hoje podemos garantir que é uma obra a iniciar brevemente».
Não se sabe (alguém sabe?) é quando!

O valor das
promessas!

Dito isto e claro ficando também que nada nos move contra o ex-presi-
dente MM - que fez o que pôde e soube e a mais não foi obriga-do... -, queríamos sublinhar o valor das promessas dos políticos, em geral e não só os que desde há 18 anos andam a prometer o que nunca esteve nas suas mãos.
Dito isto, valem pouco, ou valem mesmo nada..., todas essas promessas, como se viu e consoante a classificação que queiramos dar à demagogia, ao populismo, ao prometer fácil e insustentado com que, muitas vezes, muitos políticos parecem querem fazer parvos os seus fregueses.
Dito isto, não nos acusem de algum momentâneo surto de mau feitio…, ou, vá lá, de mal-dizer. Pedimos é, senhoras e senhores da política, que não continuem a fazer pouco dos eleitores. A prometer o que não podem!

sábado, novembro 11, 2017

A «acta» mariana das Assembleias e o rigor dos mandatos...

A direcção da Tuna, do mandato de 2011/13: António Reis 
(actual presidente), Aurélio Reis, Luís Neves, António 
Horácio Tavares (presidente) e Gil Branco


O sr. ex-presi-
dente da Junta de Freguesia da (des)União de Freguesias de TravassÓis - e tanto, mas mes-
mo tanto ele contribuiu para essa real e la-
mentável (des)união... - escreveu no jornal SP, de Águeda, um longo arrazoado,
O artigo de Mário Martins no jornal Soberania do Povo
(clicar, para ampliar)
a que, bondosa-
mente, chamaría-
mos a sua (dele, Mário Martins) acta das sessões falhadas e sus-
pensas, e a última abandonada, das Assembleias de Freguesia.
O jornal SP cha-
mou-lhe Tribuna do Povo.
O d´Óis Por Três leu com atenção e, do que MM es-
creveu, não tem e não faz contradi-
tório: não assistiu às AF´s, logo não pode aprovar nem desaprovar (chum-
bar) as «actas» do sr. eleito. Nem teria que o fazer. O rigor do que relatou (ou a falta dele...) que o contestem quem deve (os eleitos), se for o caso. 
Um pormenor, ou um pormaior, porém, chamou a atenção do d´Óis Por Três: o número de mandatos de António Horá-
cio Pires Tavares como presidente da direcção da Tuna de Óis da Ribeira. Diz Mário Martins que foram dois, mas não foram: foi um mandato, o de 2011/2013.
É apenas um pormenor, é verdade, e em nada diminuiu a impor-
tância e relevância do mandato do aqui e agora político (enquanto dirigente associativo), mas convém que haja rigor quando se faz história e/ou fazem alegações - ainda que políticas. Para mais, quando falamos de acontecimentos contemporâneos e bem fresquinhos na memória - que, aliás, todos conhecemos.
Por outro lado e pegando neste caso de falta de rigor, com algu-ma malícia se poderá perguntar a MM se este erro é filho único? Se foi intencional, se é um caso de ilusão, ou de farsa, ou mero lapso de memória do venerando ex-presidente da Junta.
Isto é,  se todos os pormenores da tal «acta» das AF´s publicada em jornal, são eles tão rigorosos com o número de mandatos do ex-presidente da direcção da Tuna de Óis da Ribeira? 
Convém que sejam, para que se dê crédito a quem escreve e fala. 
Sobre os presidentes da Tuna, bastava ir à net, e ver que António Horácio Pires Tavares foi presidente em apenas um mandato.
Entrevista de AHTavares, AQUI

Óis da Ribeira. A sede da Tuna Musical, ou
Associação Filarmónica de Óis da Ribeira

Século XXI
Os presidentes 
da Tuna

A Tuna Musical chama-se agora Associação Filar-mónica de Óis da Ribeira (vá lá saber-se porquê...) e, no século XXI, teve 7 presidentes de direcção. 
Uma simples e rápida consulta ao site oficial da instituição facilmente indicaria e confirmaria que foram os seguintes, nos respectivos mandatos, todos de 3 anos:
- 1999/2001: Jorge Élio da Conceição Framegas.
- 2002/2004: Porfírio Tavares Pires
- 2005/2007: Hostilino Cardoso Matos.
- 2008/2010: Manuel Soares dos Reis e Santos.
- 2011/2013: António Horácio Pires Tavares.
- 2014/2016: António Manuel Azevedo de Melo.
- 2017/2018: António Manuel de Almeida Reis.


sexta-feira, novembro 10, 2017

Parecer da CD considera nula a (não) eleição dos vogais da Junta...

A Assembleia de Freguesia e Junta de Freguesia de TravassÓis, no primeiro e até
agora último mandato. Em baixo, a n
otícia do jornal Região de Águeda




A imprensa de Águeda noticia esta semana que um parecer da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Centro (CCDRC) emitiu um parecer segundo o qual «de acordo com a lei, é sempre o presidente da Junta de Freguesia que apresenta a proposta para
A justiça é...cega. E
cegos são alguns eleitos
a eleição dos vogais, não dando a lei qualquer outra alternativa».
A ser assim e segundo o jornal Região de Águeda, que cita o parecer, «não tendo sido, todavia, ainda eleitos os vogais da Junta de Freguesia, deverão os vogais da anterior Junta de Freguesia, por força do princípio da continuidade, manter-se em funções até serem legalmente substituídos».
O parecer precisa que «não há limite para o número de convocatórias, com  vista à realização de sessões de Assembleia de Freguesia para eleição de vogais».
Seria este o parecer vinculativo sugerido e exigido pela socialista Júlia Melo, a quarta sessão da Assembleia de Freguesia?

A ser assim, o que poderá acontecer?

1 - O presidente da Junta de Freguesia eleito e empossado (Sérgio Neves) vai continuar, indefinidamente, a convocar assembleias, a propor vogais para o executivo (secretário e tesoureiro) e estes a serem chumbados pela oposição?
2 - Sérgio Neves vai governar a União de Freguesias durante 4 anos em gestão corrente? E, neste caso, com os dois vogais do anterior executivo, que são Horácio Santos e Marta Morais - que eram do PS e agora são dos Juntos, são seus opositores?
3 - E como ficamos em termos de Assembleia de Freguesia, sem Mesa eleita e sem presidente?
4 - E como se processam as substituições? Quem é o substituo de Sérgio Neves, que é, já efectivo, o presidente da Junta e deixou lugar vago na Assembleia de Freguesia?
Quem (não) vai aceitar
o douto parecer da CCDRC?

A figura
desta gente!

A ser assim (e que seja assado...), quando é que esta malta politiqueira ganha juízo?
Se é ilegal a eleição dos dois vogais propostos por Mário Martins, que figura anda toda esta gente a fazer? 
O comunicado da CCDRC, citado pelo Região de Águeda, diz é que tal eleição deve ser anulada, por ser ilegal. Do que estão à espera as senhoras e os senhores eleitos?

Arcor vai votar plano e orçamento para 2018

Arcor: a sede e centro social de Óis da Ribeira. Em baixo, os presidentes
Mário Marques (direcção) e Manuel Soares (assembleia geral)

A assembleia geral ordinária da Arcor - Assciação Rcreativa e Cultural de Óis da Ribeira está marcada para 24 de Novembro de 2017, às 19,30 horas, para apreciar e votar o plano de actividades e orçamento para 2017, assim como o parecer do conselho fiscal.
A ordem de trabalhos inclui o habitual período de 30 minutos para tratar de assuntos de interesse da associação e a reunião magna arcoriana vai decorrer na sede social, havendo alguma,. legítima de natural expectativa por se conhecer o primeiro programa de acção da nova direcção, presidida por Mário Marques, que foi tesoureiro nos dois últimos mandatos. Expectativa tendo em conta, nomeadamente, os resultados negativos do exercício do último ano (2016), da presidência da direcção de Manuel Soares (o actual presidente da assembleia geral) - com um défice mensal superior a 1000 euros.











quinta-feira, novembro 09, 2017

Uma luta de galos pelo... poleiro do poder!

O que mais conta, para alguns politicotecos, é o que
 e quanto se dispara sobre o adversário político. 
Para o «abater»..., pelo poder efémero da política
Certa política, tal como a conhecemos,
não passa de uma luta de galos, de uma
luta pelo poleiro dos pequenos poderes...

A bizarra situação política da (des)União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira é, mais que qualquer outra coisa, um mal-entendido perma-
nente entre duas famílias políticas de Travassô. Uma luta de galos pelo poleiro do poder. A que a vila de Óis da Ribeira é alheia.
Há dúvidas? Basta ir às memórias eleitorais da terra de Judas.
Óis da Ribeira, a antiga vila e sede de concelho, pequenina mas altaneira e briosa, cavalheiresca e honrada, é terra de gente de bem e de paz, gentil e nobre. Não se afugenta nem se melindra por uma qualquer coisa e assiste, de balcão, a esta bizarria, esta tolice dos que que se fizeram candidatos a alguma coisa, mas que vão sendo coisa pouca e pequena.
Bizarria e tolice que já entraram no anedotário regional. Sabe-se lá se no... nacional.
O que se passa, efectivamente, é uma luta de galos. 
Pelo poleiro! 
Pelo poder!
Há outra leitura para esta excentricidade, esta politiqueirice de quem o que mais devia ter era juízo e não andar a protagonizar certas figuras?
Pode concluir-se coisa outra desta briga de galos ambiciosos, destas bravatas, destes apegos ao poder, destes abandonos, destas figuras, destes empavonamentos, destas falácias, desta ostentação de vaidades?
O que mais conta, para alguns, é o que e quanto se «dispara» sobre o adversário político. Para o abater, pelo poder efémero que a política dará.

Preocupa-os menos o interesse das duas freguesias e das suas gentes.

quarta-feira, novembro 08, 2017

Todos juntos e unidos a desconstruir a União...

Óis da Ribeira, sede da União de Freguesias, 1º. piso do edifício do centro social.
Há pouco tempo, em tempo de campanha eleitoral, havia quem estivesse em campo
«pela união e pela cooperação». Outros, «juntos». Aqueloutros, a «unir para cons-

truir». Tempo perdido: por ora, nem união, junção, nem cooperação!




A última sessão pública do actual (des)man-
dato da (des)União de Freguesias foi já há uma semana (ontem feita) e não desnudaram novas sobre o estado da nação travassÓisense.Que se andará a urdir? 
O d´Óis Por Três, 
reconhece a sua falta de informação adequada e, por isso mesmo, não
tenciona acrescentar nada à análise das “relações” entre os 9 eleitos de Outubro - os 4+4+1 da airada vida política local.
Limita-se a notar que todos vêem: as mulheres e os homens da Assembleia de Freguesia de Travassô e Óis da Ribeira (AFTOR) não se entendem e não se respeitam - odeiam-se, até!
Transfiguram-se, travestem-se, quando vestem o fato de políticos. Se é que o são. Uns, prometendo «unir para construir». Outros, garantindo ir «pela união e cooperação». Aqueloutros, afirmando-se «juntos» e com o passado como certidão. 
Todos eles, porém, ao desprezarem, por mera estratégia ou qualquer mínima convicção, seja pelo que for, a sua afirmação como mulheres e homens de Estado (ou de União de Freguesias), fazem resvalar o interesse público para a inutilidade, para valeta, para o charco. O que é pena, muita pena. É triste, muito triste.
Falta ver e ler o futuro da União,
com olhos de ver e dela gostar...
É inútil, por isso mesmo, totalmente inútil e até algo triste, (pre)ver qualquer futuro e qualquer estabilidade institucional para a sociedade política local. Vai ser o que calhar.
Interessante e utílimo seria, entretanto, ver (e ver com olhos de ver bem...) e compreender o passado social que alimenta esta instabilidade política, saber de onde vem certa gente e para onde quer ir - com ela arrastando interesses que, pelo menos aparentemente, não são os do colectivo. Saber se, afinal, os trocadilhos e sofismas da(s) suas) vontade(s) merece(m) a atenção que lhes é dada.
O tempo trará notícias.
Aguardemos que sejam melhores. Sem a traulitada que se tem visto. E não devíamos ver, em nome do interesse plural da União de Freguesias.