terça-feira, abril 23, 2019

CDS/PP de TravassÓis activo no... facebook!

A lista do CDS/PP + Independentes nas eleições intercalares de 2019

A lista do CDS/PP candi-data nas eleições interca-lares da União de Fregue-
sias de Travassô e Ois da Ribeira anunciou que se vai continuar activa no fa-
cebook, para, nomeadamente, «manter a mesma abertura e trans-
parência do trabalho desta equipa, procurando honrar a confiança que nos foi atribuída através do mandato alcançado na Assem-
bleia de Freguesia».
Pensámos nós, no d´Óis Por Três, que iria o CDS/PP e seus diri-
gentes e militantes de TravassÓis, eleito ou não eleitos, fazer mais que isso e que, no exercício do «mandato que lhe foi atri-
buído» - citámos... -, iriam, por exemplo, ser agentes activos de fiscalização crítica construtiva do executivo. Crítica incentivadora do desenvolvimento das duas freguesias. Crítica serena a este executivo eleito, ou fosse qualquer outro.
Ricardo Almeida, o eleito do
CDS/PP em TravassÓis 

Abertura e transparência
para honrar o mandato !

A dita página, «criada com o intuito específico de partilhar informação da lista CDS + Independentes, nas eleições intercalares de 2019», intuito que já passou, foi agora, então, objecto de «reformulação, passando a ter como principal objectivo a divulgação de informação relativa às Assembleias de Freguesia ou outras reuniões nas quais os representantes desta equipa participem (...), a propostas e/ou outras acções apresentadas pelos elementos desta equipa, no cumprimento do mandato que lhe foi atribuído» (...) e, finalmente, a «outras informações que sejam consideradas importantes para o conhecimento público da nossa União de Freguesias».
«A manutenção deste canal de comunicação, na mesma linha e pressupostos que a conduziram até aqui, permitirá manter a mesma abertura e transparência do trabalho desta equipa, procurando honrar a confiança que nos foi atribuída através do mandato alcançado na Assembleia de Freguesia», refere a Equipa CDS + Independentes de Travassô e Óis da Ribeira.
Vamos esperar, para ver!
O CDS/PP manifestou-se assim, fazendo a sua prova de vida! Por onde andarão os eleitos do Juntos?
- Ver AQUI

segunda-feira, abril 22, 2019

Redes de água e de saneamento de Óis da Ribeira

A empresa adjdicatária tem vindo a «remedir» o piso das ruas intervencionadas

Os trabalhos da rede de águas

As obras de re-modelação da rede de abaste-
cimento de água a Óis da Ribeira continuaram na passada semana e deverão conti-
nuar a que, em dias úteis, hoje começa.
Os trabalhos es-
tão a cargo da firma António Jorge de Oliveira (do Fial de Alquerubim) e vão na Rua da Pateira, em frente às casas de Aurélio Framegas, António Tavares, Antó-
nio Martins e Armando Viegas, com a a instalação do canal prin-
cipal. Seguir-se-ão os ramais domiciliários.
A rede de saneamento está em «paragem técnica», julga-se. Pelo menos, a brigada de trabalhos não tem sido vista na vila, embora se enalteça o facto de, de quando em vez, a empresa Carlos Pinho, a adjudicatária da obra, se deslocar a Óis da Ribeira, como se vê na foto de cima, para  arranjar o degradado piso das ruas - consequência das obras. 
Os trabalhos começaram, recordemos, a 3 de Setembro de 2018 por um prazo de 180 dias - que já expirou, não sabendo o d´Óis Por Três se foi renegociado (por uma qualquer certamente boa razão). Foi, certamente.

Páscoa em Óis da Ribeira é, afinal, à 2ª. feira!


A visita Pascal na Paró-
quia de Óis da Ribeira é, afinal, na 2ª-feira, este ano a 22 de Abril de 2019.
O d´Óis Por Três aqui informou, a 18 de Abril passado, que seria em Domingo de Páscoa, não por acaso. Colheu a informação na página oficial da Paróquia. E, obviamente, deu-a como certa. Esta manhã, porém, fomos aler-
tados para o erro e aqui nos apressamos a corrigi-lo.
A Visita Pascal em Óis da Ribeira vai decorrer, pois, na tarde de hoje, dia 22 de Abril de 2019, saindo a comitiva pascal, formada por elementos da Comissão Fabriqueira, às 14,30 horas, da Igreja Paroquial e começando a sua «procissão» a partir da Rua de Nossa Senhora de Fátima
O erro do d´Óis Por Três é involuntário, como se pode ver na imagem anexa (tirada da dita página de facebook da Paróquia), mas dele nos penitenciamos, pedindo desculpa aos nossos leitores do dia-a-dia.
Ver AQUI

domingo, abril 21, 2019

João Pires Claro faleceu há 199 anos!

A placa  no muro do Cemitério Velho

O dia 21 de Abril de 1820 foi o do fale-
cimento de João Pires Claro, «um dos grandes homens da então vila de Óis da Ri-
beira».
A informação está plasma-
da numa pla-
ca colocada na parede do Cemitério Ve-
lho, ainda no adro, e que evoca a reu-
nião familiar que, a 26 de Maio de 1948, juntou  «gran-
de parte dos seus descen-
dentes» fize-
ram por oca-
sião do 192º. aniversário 
Registo de óbito de João Pires Claro
do seu casa-
mento com Silvestra Maria dos Reis, considerada ci-
dã «activa e muito grande esmoler».
A lápide foi inicialmente afi-
xada no interior da Igreja Paroquial, mas foi de lá retirada aquando das obras de azuleja-
mento (em 1959) e depois esquecida nos arrumos do templo. Recentemente, há uma meia dúzia de anos (talvez) foi fixada na parede onde agora está.
João Pires Claro já era viúvo, aquando do seu falecimento, que ocorreu a 21 de Abril de 1820, aos 88  anos de vida. Era filho de Manuel Pires Claro e de Maria Lopes, ambos de Óis da Ribeira.
Silvestra Maria, a esposa, era filha de Mateus Nunes, de Assequins, e de Antónia da Costa, de Óis da Ribeira.
O casamento foi a 27 de Maio de 1756 e o casal, pelo menos, teve os filhos Teresa (nascida a 27 de Setembro de 1766), Maria (1 de Novembro de 1755, antes do casamento), João (14 de Março de 1761) e José. Dos outros, nada sabemos, mas José casou a com Ana Maria Soares, de Aveiro, filha de João Braz Pinheiro, desta cidade, e de Rosa Quitéria, de Eixo, e teve pelo menos um filho: Manuel, nascido a 9 de Setembro de 1802. Mais não sabemos.

sábado, abril 20, 2019

Armazém novo para esquecer casa antiga...

A casa da Rua Adolfo Pires dos Reis (Viveiro), amarela e à direita é da Junta de Freguesia
A casa da Junta de Freguesia da (des)União
na Rua Adolfo Pires dos Reis (Viveiro)

A Câmara Municipal de Águeda vai apoiar a construção de um armazém da União de Freguesias de Travas-
sô e Óis da Ribeira.
A notícia foi divulga-
da pela autarquia, que elencou uma série de apoios para «obras nas freguesias». E faz muito bem. E está-se mesmo a ver que a União de Freguesias precisa de um arma-
zém, para não ter de andar a guardar as coisas nas casas das pessoas, o que sempre suscita más impressões e  desnecessários mal-entendidos e não fica nada bem a ninguém.
Dá-se o caso, porém, de a União de Freguesias dispôr, em Óis da Ribeira, de um edifício abandonado e esquecido pela própria Junta (saberá que existe?) que bem poderia servir para isso. Já serviu, de resto e sem reclamações, no tempo da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira.
O dinheiro (não se sabe o valor atribuído) que iria ser investido em obra nova, aparentemente desnecessária, aplicava-se na requalificação do edifício da Rua Adolfo Pires dos Reis (Viveiro) e matavam-se dois coelhos da mesma cajadada: fazia-se a cada vez mais indispensável manutenção do edifício (que terá de ser inevitavelmente feita) e tinha-se o armazém à mão.
A distância, se for esse o problema, de Travassô a Óis da Ribeira é a mesma de Óis da Ribeira a Travassô.
Mas isto somos nós a dizer, pois manda quem detém o poder e usa o dinheiro público no que bem entende, embora sendode todos nós. Assim diz a democracia!

A desertificação da Rua Manuel Tavares, a do Cabo!

Casas desabitadas, aqui 5 seguidas, da Rua Manuel Tavares, a do Cabo
A Rua Manuel Tavares (do Cabo) tem 22 casas desabitadas

A freguesia de Óis da Ri-
beira deserti-
fica-se, por variado gru-
po de razões, principalmen-
te as profis-
sionais, que afastam os mais jovens em procura do seu fu-
turo.
A vila ribei-
rense não é caso inédito da vida por-
tuguesa. É apenas mais um caso de diminuição populacional, entre os mui-
tos que, sem fugir da re-
gião, se vão repetindo por Portugal fora. As famílias são menores e, porventura, querem melhores casas - abandonando as das fa-
mílias natais, onde foram criadas. O que é legítimo e natural.
O d´Óis Por Três, aleatoriamente, identificou pelo menos 22 casas desabitadas na Rua Manuel Tavares, a antiga Rua do Cabo.
As seguintes, de poente para nascente: 
Mais 3 casa abandonadas da Rua do Cabo
1 - Élio dos Reis Framegas (herdeiros).
2 - Marta e José Carlos dos Santos Pinheiro (herdeiros das irmãs Clarice e Maria).
3 - Manuel Pinheiro Reis (agora de Manuel Capitão).
4 - Mário Duarte de Almeida (herdeiros).
5 - Manuel Baptista Duarte de Almeida (herdeiros).
6 - Messias dos Santos Framegas (herdeiros).
7 - Amílcar Famegas Alves (agora de Aníbal Baptista dos Reis).
8 - Maria Isaura Gomes Soares dos Reis (em renda)
9 - Silvério Gomes dos Reis (herdeiros).
10 - Valter Framegas dos Reis (a das traseiras, dos herdeiros).
11 - António Bernardino Pires dos Santos (herdeiros).
12 - Jaime Pinheiro dos Reis (herdeiros).
13 - Joaquim Augusto Pires dos Santos (herdeiros).
14 - Angelino Saldanha (agora de Benjamim Almeida Santos).
15 - Aníbal Gomes Reis (foi de José P. Neves e está à venda). 
16 - Mercedes Tavares Pinheiro, na Viela do Sapateiro (herdeiros).
17 - Valdemar Pereira dos Reis (herdeiros).
18 - José Maria Estima, agora de Porfírio Tavares Pires.
19 - Acácio Gomes (herdeiros).
20 - Arnaldo Rodrigues de Figueiredo (herdeiros).
21 - José Rodrigues Alves (herdeiros).
22 - Manuel Fernando A. Marques (herdeiro de Manuel Girão).

sexta-feira, abril 19, 2019

Óis da Ribeira não precisa de passeios, valetas e muros?

O faraónico muro da Rua Nossa Senhora de Fátima ainda em construção (arquivo)


A Câmara Municipal de Águeda anunciou a assinatura de contratos inter-administrativos com várias Juntas de Freguesia, na ordem dos 120 000 euros. A União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira não consta da lista. Vá lá saber-se a razão!
O objectivo destes chamados contratos administrativos, segundo a CMA, é para «obras essenciais, como construção de muros, passeios ou valetas, por exemplo». Seguindo a velha técnica da exclusão de partes, aparenta esta contratação (que exclui Travassô e Óis da Ribeira) que a (des)União de Freguesias não precisa de «obras essenciais, como construção de muros, passeios ou valetas, por exemplo».
Será assim?
O d´Óis Por Três acha que não e lembra, no caso de Óis da Ri-
beira, a faraónica construção do muro da Rua Nossa Senhora de Fátima, no limite com Espinhel, que vem do tempo da (in)esque-
cível administração de Mário Martins e começada a fazer sem projecto, sem orçamento e sem aprovação, sequer discussão, da Assembleia de Freguesia ao tempo presidida por Sérgio Neves, o actual presidente da Junta de Freguesia.
Podíamos dar outros exemplos?
Podíamos. 

Por exemplo, o inacabado passeio do lado do faraónico muro, ainda por acabar e já desde 2016.
Por exemplo, os passeios das ruas da Pateira e António Bernar-
dino (Berna), por acabar desde o tempo da administração de Fernando Tavares Pires, há mais de 6 anos!
Poder, podíamos mas estaríamos a perder tempo.

Óis da Ribeira no Festival da Eurovisão da Canção...

José Cid a cantar «Um grande, grande amor» no Festival 1980 da Eurovisão
Imagem do vídeo, vendo-se ao fundo a estalagem

O cantor José Cid venceu o Festival da Can-
ção de 1980 e o vídeo promo-
cional para a Eurovisão foi parcialmente gravado em Óis da Ribeira, na imagem da pateira. 
O festival reali-
zou-se 19 de Abril (há precisamente 39 anos) e José Cid representou Portugal na Holanda, cidade de Haia - por Israel ter desistido da organi-
zação -, depois de vencer o Festival da Canção da RTP desse ano, com a canção «Um grande, grande amor», que teve 92 pontos.
José Cid chegou a ser considerado favorito na Eurovisão, mas ficou em 7º. lugar, com 71 pontos, entre 19 participantes. Em termos classificativos, igualou o 7º. lugar de Carlos Mendes, 8 anos antes.
O festival português assinalou o início das emissões a cores da televisão (então, apenas a RTP) e a final realizou-se a 7 de Março de 1980. O vídeo foi gravado nas semanas seguintes, em data que não conseguimos precisar, mas vale principalmente, para os ri-
eirenses, por Óis da Ribeira ter honras, nesse dia, de transmissão directa e a cores para milhões de espectadores de toda a Europa. 
E a cores, coisa nunca vista até esse dia!
- Vídeo com as imagens de Óis da Ribeira nos tempos 1:38 a 1:42 ; 1:52 a 2:00, site «Óis da Ribeira | Notícias, Curiosidades e Histórias», de Luís Neves, AQUI
Recordar a canção «Um grande, grande amor», AQUI e/ou AQUI

quinta-feira, abril 18, 2019

Ribeirenses emigrantes no Brasil de 1911...

Livro de registo de passaportes
do Governo Civil (1911)
Benjamim Freitas

O Governo Civil de Aveiro emitiu, a 19 de Abril de 1911, há 108 anos!..., passaportes para três ribeirenses que pretendiam emi-
rar para o Brasil: José, Angelino e Venâncio.
Os tempos de Portu-
gal, por esse tempo da segunda década do século XX, não eram os mais fáceis, num país envolvido em fartas lutas políticas - as subsequentes à implantação da República. Emigrar, era uma solução possível, para se angariar melhor sustento e, quem sabe, fazer fortuna na terra da árvore das patacas - o mítico vegetal de tronco lenhoso que, a acreditar na lenda, pelo Brasil daria... patacas, moeda de prata de origem portuguesa e que era a unidade monetária brasileira. Claro que era uma lenda!
Os três ribeirenses foram os seguintes:

1 - JOSÉ RODRIGUES: Trabalhador de 26 anos, solteiro, que era natural de Lourizela, freguesia do Préstimo, onde nasceu a 21 de Novembro de 1883, mas ao tempo residente em Óis da Ribeira.
Era filho de Maria de Je-
sus, supostamente criada de servir de alguma família da fregue-sia, e emigrou para o Rio de Janeiro, dele se sabendo a altura (1,61 metros) e algumas características físicas: cicactriz no sobro-
lho direito, rosto comprido, olhos castanhos e cabelos e sobro-lhos pretos, nariz e boca regulares.
Regressou a Portugal em data indeterminada e casou-se a 12 de Janeiro de 1920, com Maria Gaspar de Jesus, de Requeixo. Enviuvou a 4 de Outubro de 1961 e faleceu a 3 de Março de 1962. Não sabemos se deixou descendentes.

2 - ANGELINO MARQUES: Filho de José Maria Mar-
ques Saldanha e de Maria José Gomes, solteiro, ti-
nha então 21 anos e 1,69 metros de altura. Trabalhador rural, tinha olhos e sobrolhos castanhos, cabelos pretos, nariz e boca regulares, rosto comprido e um sinal cabeludo por baixo do queixo.
Emigrou para Pelotas, no Estado do Rio Grande do Sul - onde está actualmente radicado José Augusto Estima Ferreira dos Reis, irmão de Maria do Carmo e de Maria Eugénia, da Rua Ben-
jamim Soares de Freitas. Regressou anos depois, em data des-
conhecida, casando-se em Travassô a 10 de Novembro de 1919, com Vitória da Conceição Reis, de Cabanões. Descendentes e actualmente moradores em Óis da Ribeira, são os seus netos Assilénio e Maria José dos Reis Carvalho e Santos, irmãos de Horácio (já falecido, em Fujacos), Adérito (morador em Eirol) e Alba (moradora em Requeixo) - filhos de Maria Gomes dos Reis (a Maria do Emílio, já falecida).
Angelino Marques (Saldanha) nasceu a 29 de Junho de 1889 e faleceu em Cabanões, a 18 de Agosto de 1964, aos 79 anos.

3 - VENÂNCIO SOARES DOS SANTOS: Carpinteiro de 31 anos e solteiro, filho de Joaquim António Soa-res de Freitas, lavrador, e de Maria José dos Santos, governanta de casa, am-
bos de Óis da Ribeira.
Nascido a 3 de Março de 1880, tinha 1,70 metros de altura, cabelo, olhos e sobrolhos castanhos, nariz e boca regulares. Também emigrou para Pelotas, no Rio do Grande do Sul brasileiro, e muito provavelmente não terá voltado a Portugal.
Era irmão de Isaac e Benjamim Soares de Freitas, que também para lá emigraram - este regressando a Óis da Ribeira, onde viria a ser presidente da Junta de Freguesia e benemérito, distinguido com nome de rua, por ter oferecido o telefone e o relógio da torre sineira, oficialmente inaugurados a 13 de Março de 1955. O relógio já funcionava desde Agosto de 1954. 

Páscoa de Óis da Ribeira de 2019 é em Domingo de Páscoa!

Visita Pascal de 2015 em Óis da Ribeira

A visita pascal da Paróquia de Óis da Ribeira tem este ano a novidade de ser em Domingo de Páscoa!
A tradição, já imemorial na comunidade católica ribei-rense, era que fosse sempre em segunda-feira da Páscoa e desse dia os paroquianos faziam feriado de farta festa e intimi-
dade familiar, porta a porta, rua a rua, ano atrás de ano.
A notícia está na página de facebook do Padre Júlio Grangeia e dá conta que as cerimónias pascoais dominicais começarão com a celebração da Missa na Igrfeja Parquial de Santo Adrião e em hora mais cedo que o habitual: às 9,30 horas.
Seguir-se-á a visita pascal, pro elementos da Comissão Fabriquei-
ra e a quem abrir a porta à mensagem de fé que celebra a Ressu-
rreição de Cristo e que encerra a que o Padre Júlio Grangeia de-
nomina de Semana Maior, a Semana Santa, durante a qual, subli-
nha o sacerdote, «celebramos os principais acontecimentos da vida de Cristo e dos... Cristãos».
«A Semana em que todos os Cristãos devem fazer tudo o que es-
tiver ao seu alcance para que possam participar nestas cerimónias», acrescenta o pároco de Santo Adrião de Óis da Ribeira e também de Travassô e Espinhel. 
- Visita Pascal é, afinal,
à 2ª.-feira! Ver AQUI

quarta-feira, abril 17, 2019

Limpeza das sedes, tecto por arranjar e edifício esquecido...

Secretaria da sede da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira, em Óis da Ribeira
Tecto a cair já no sexto ano...

A Junta de Fre-guesia de (des)-União anunciou a realização de «algumas me-
lhorias e mudan-
ças nas secreta-
rias e edifícios, procurando reorganizar espaços de trabalho, melhoria do parque informático que se encontrava devoluto e limpezas de fundo».
O que achamos muito bem. Casa organizada, será mais e melhor organizada. É um bom princípio. E limpar o que está por limpar também é boa medida. Profiláctica!
O executivo anunciou também que «aproveitámos para mudar a secretaria de Travassô para o espaço do antigo banco, melhorando significativamente as condições de trabalho e atendimento».

O que também é acertado.
As fotos divulgadas pelo presidente Sérgio Neves e segundo ele, dão para «perceber o antes, durante e resultado final». Podem ser vistas AQUI

«Passo a passo, vamos avançando», proclamou o fogoso autarca, na página oficial de facebook.
O d´Óis Por Três aplaude, mas confessa uma desilusão: esperava ver restaurado o tecto do salão nobre da sede da União de Freguesias, em Óis da Ribeira.
Passou-se o mandato mariano do Martins, 4 anos de desilusões ribeirenses, e vamos já no segundo ano do sergiano executivo e nunca mais se arranja o tecto do salão nobre. Ou não se anuncia.
Casa da Junta na Rua do Viveiro

Casa da Junta na Rua
Adolfo Pires dos Reis

Em maré de arranjos dos edifícios da Junta, não esqueçam a abandonada casa da Rua Adolfo Pires dos Reis, a do Viveiro, em Óis da Ribeira.
É propriedade da Junta de Freguesia, já foi sede da Tuna a que agora chamam Associação Filarmónica e também armazém da pró-
pria autarquia, nos tem-
pos da presidência de Fernando Tavares Pires, por muitos anos e até 2013.
Agora, tanto quanto se sabe, está por lá  esquecida e natural-
mente a deteriorar-se dia após dia, a perder valor. O que é pena, até porque é uma das raras casas ribeirenses (já foi residência...) com fachada de algum valor arquitectónico.
Santa Páscoa para todos!

terça-feira, abril 16, 2019

Cemitérios de Óis da Ribeira continuam abandonados pela Junta...

O talhão norte/nascente do Cemitério Novo de Óis da Ribeira
O talhão vazio norte/nascente é um campo de ervas...

Um blogue já não pode puxar o lustro a uma Junta de Fregue-
sia, dando uma notícia simpática do seu trabalho, que logo nos caem em cima: «Ai limparam o ajardinado par-
que da Igreja? Mas que grande coisa, aquilo corta-se em 20 minutos, meia hora, não é preciso mais... Então vão ver os dois cemitérios!...».
Não fomos e nem foi preciso, porque a nossa simpática corres-
pondente mandou as fotos, ontem à noite, para, como ela diz, «verem para crerem».
E na verdade, vendo as fotos, parece anormal, no mínimo, que,  andando a brigada da Junta de Freguesia por ali ao lado, no parque do monumento à tuna e no do estacionamento, não desse um saltinho aos dois cemitérios, para cortar as ervas que crescem e envergonhariam o menos crente e ofendem a memória dos que lá estão sepultados.
- FOTOS 1 e 2, Cemitério Novo: As ervas, de tanta idade e já bem crescidas, já começam a secar. Basta olhar para elas (foto princi-
pal). Recordemos que o último corte foi feito em Agosto de 2018, logo depois do funeral de Agostinho Tavares, antigo presidente da Junta de Freguesia e da Assembleia de Freguesia. Já lá vão mais de 8 meses, bem contadinhos.
A imagem a seguir, mostra a ala norte/nascente, ainda sem cam-
pas. O ervado vê-se bem, até com malmequeres já floridos. A foto é de anteontem à tarde. Mostra, inequivocamente, o abandono a que o Cemitério Novo está votado.
O canto sul/poente do Cemitério Velho
- FOTOS 3 e 4, Cemitério Velho: As ervas são bem visíveis e não adianta dou-
rar as coisas e aliviar as res-
ponsabilidades. Os dois cemi-
térios são pro-
priedade da Junta de Fre-
guesia, à Junta de Freguesia compete asse-
O talhão sul/nascente do Cemitério Velho
gurar a sua manutenção e lim-pezas per-ma-nen-tes! Quanto mais não fosse, pelo respeito aos mortos neles sepultados.
Não pode, e não deve, alijar-se das suas responsabilidades.
Ora o que se vê é que a Junta de Freguesia da (des)União de Freguesias não faz nada disso. E não pode dizer agora - como disse até 24 de Fevereiro deste ano, até às eleições intercalares - que não pode intervir. 
Pode, sim senhor. 
E já podia antes. E devia.
Mas a verdade é que este execu-
tivo travassÓisense, relativa-
mente a Óis da Ribeira, nada faz melhor que o anterior - que tanto desrespeitou os valores e interesses da vila que exibe os seus valores históricos no brasão de 4 castelos que fazem memória de todos os seus tempos. Também os de hoje, por muito que alguns não queiram, nem aceitem. 
As coisas d´Óis da Ribeira, nos tempos de hoje, ficam para outras mãos, outras núpcias, algumas para o dia de S. Nunca. O que fica muito mal às senhoras e aos senhores autarcas. E mais mal fica aos eleitos de OdR.

segunda-feira, abril 15, 2019

Várias coisas de Óis da Ribeira aos dias 15 de Abril...

As obras de remodelação da rede de águas na Rua da Pateira
Elísio Pinheiro
Eugénio Pinheiro

O dia 15 de Abril de 2019 entra na história de Óis da Ribeira por ser o de continuidade das obras de remodelação da rede de águas.
Outras palavras falarão do assunto: a AdRA adjudicou os trabalhos de substituição da tubaria de fibroci-
mento instalada nos anos 80 por plástico, o que, na prática significa a não contaminação da rede. Obra, de resto, com muitos anos de atraso.
O fim de semana de ontem assinala os trabalhos que actualmente decorrem em frente às casas de Gil Gomes, Joel António da Silva Gomes e António Neves de Melo, na Rua da Pateira e como se pode ver na imagem.
A mina, agora abandonada...
Outras coisas de Óis da Ribeira do dia 
15 de Abril mas de 1945:
- ESCOLA: Os irmãos Eugénio e Elísio Pinheiro e Modesto Pinheiro, primo deles, três ribeirenses que moravam em Viana do Castelo, contribuíram com, respecti-
vamente, 500$00, 100$00 e 40$00 para os trabalhos de terraplanagem do terreno da futura escola primária. A Junta de Freguesia exagerou um voto de louvor aos três Era formada pelo presidente Benjamim Soares de Freitas, o tesoureiro Manuel Soares dos Santos (Lopes) e o secretário Joaquim Augus-
to Tavares da Silva e Cunha, professor primário.
- MULTA AO COVEIRO: O coveiro não tinha aberta, dias antes, a cova para enterrar Joaquim Augusto Ferreira das Neves e a Junta de Freguesia legislou para o futuro: multa 25$00 na primeira falha, 50$00 na segunda. O coveiro cobrava 10$00 por cada abertura de coval e o funeral, no caso, entrou no cemitério sem que estivesse aberta, o que considerado muito censurável.
- CASA DO MOTOR: O dr. Abel Condesso solicitou autorização à Junta de Freguesia, gratuita, para construir um abrigo para o motor de rega, junto à pateira, que ele e o valonguense Corga (de Aldeia) iriam instalar para a rega da lavoura. Foi autorizado. 
Cruzeiro do Cabo
- MINA: A Junta de Freguesia pediu à Câmara Municipal de Águeda para, com a máxima urgência, vistoriar a mina e fazer os trabalhos de rede de abastecimento de água à fonte do Largo Jacinto Bernardo Henriques, actual Largo do Centro Social - que há dois meses não deitava água.
- CRUZEIRO DO CABO: A Junta de Fregue-
sia deu por concluídos os trabalhos de construção do novo Cruzeiro do Cabo - ao fim da agora chamada Rua Manuel Tavares, junto ao Café Nelson e onde começam as ruas da Pateira e de Santo António.
Os trabalhos importaram em 600$00, anga-
riados em poupanças da Junta de Fregue-
sia, muito embora tenham sido gratuitos os carretos e os adobes.
O cruzeiro teve várias remodelações, a mais relevante nos anos 60 e por benemerência de José Valentim Pinheiro Estima - ficando mais ou menos como está na forma actual.

domingo, abril 14, 2019

Ajardinado limpo no parque da Igreja...

Ajardinado limpo no parque da Igreja de Óis da Ribeira
O ajardinado estava assim...

O d´Óis Por Três várias vezes questionou a não limpeza, o continuado abandono do ajardinado do parque de esta-
cionamento da Igreja de Óis da Ribeira. Pois, na tarde de ontem, finalmente  e agradavelmente, fomos surpreendidos com o corte do ervado que lá crescia.
Lá crescia, é bom recordar, desde Setembro de 2018, há 7 meses, então «aparado» por trabalho voluntário feito por Pedro Soares - como o d´Óis Por Três aqui reportou. Curiosamente, Pedro Soares que é marido de Ondina Soares, a entretanto eleita vogal da Junta de Freguesia da (des)União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira, nas intecalares de 24 de Fevereiro de 2019. 
Ele, há coincidências engraçadas.
Paralelamente, e falando de limpezas, «feitas por dois velhotes da Junta», como nos disseram (e sem desabono algum), acrescente-se que também foram limpas as valetas da Rua Benjamim Soares de Freitas, entre os largos da Igreja e do Centro Social (ou Cruzeiro). A chamada Carreira da Igreja. E foi podada, como se vê na imagem, a pimenteira que enfloresce este espaço central da vila ribeirense - ao lado da Igreja Paroquial e da Casa Mortuária.
O d´Óis Por Três questionou a abulia do executivo, hoje dá conta do finalmente bem feito. É justo!

sábado, abril 13, 2019

A Arcor elegeu direcção do Centro Social há 18 anos!

ARCOR, de Óis da Ribeira. Vista aérea do centro social
A notícia do jornal Região de Águeda

A direcção da Arcor responsável pela construção do centro social foi eleita a 13 de Abril de 2001. Há precisamente 18 anos!!! 
O tempo voa, é verdade, tudo isto parece que foi ainda ontem, mas a verdade é que já lá vão 18 anos e muita água passou já por debaixo das pontes até que, menos de quatro anos depois, a obra estava concluída e a ser ocupada pelos utentes da Arcor.
O jornal Região de Águeda desse tempo, na viçosa pena do cor-
respondente Hercílio de Almeida, dava conta de duas assembleia gerais da Arcor: a de aprovação de contas da direcção de Fernan-
do Reis (no dia 12) e a eleitoral do dia 13.
A memória futura ficará mais habilitada se, citando a dita corres-
pondência, aqui lembrarmos os órgãos sociais então eleitos e a sua ligação actual à associação: 
Milton Santos

Assembleia Geral
de Milton Santos 

O presidente era Milton Santos, que concluiu esse mandato e não mais voltou a ocupar funções na Arcor.
- Fernando Reis Duarte de Almeida, 1º. secre-tário da AG: anterior presidente da direcção (nos mandatos de 1997/1998 e 1999/2000) e actualmente sem ligação aos órgãos sociais (OS) da  associação.
- Fernando Tavares Pires, 2º. secretário: foi vice-presidente da direcção nos mandatos de 2013/2014 e 2015/2016, agora sem ligação aos OS da associação.
- Jorge Élio Framegas dos Reis, 1º. suplente: agora sem ligação aos OS da associação.
- Rui Jorge dos Reis Fernandes, 2º. suplente: actual secretário da direcção, em regime de substituição.
Celestino Viegas

A Direcção de
Celestino Viegas

A direcção era presidida por Celestino Vie-
gas, que em 2003 foi reeleito para o mandato seguinte, saindo em 2005.
- Manuel Soares dos Reis e Santos, vice-pre-
sidente: presidente da direcção nos manda-
tos de 2013/2014 e 2015/2016. É o actual pre-
sidente da assembleia geral.
- Maria Madalena Saraiva de Carvalho Neves, secretária. Foi reeeleita secretária no mandato seguinte e eleita vice-presidente da direcção entre 2005 e 2010. Desde então, sem ligação aos OS da associação
- Arlindo Reis Duarte de Almeida, tesoureiro: desde então, sem ligação aos OS da associação.
- Milton Juan Matos Gomez, vogal: reeleito para o mandato se-
guinte. Desde então, sem ligação aos OS da associação.
- Porfírio Tavares Pires, 1º. suplente (Secção de Canoagem): foi tesoureiro da associação entre 2005 e 2010. Desde então, sem ligação aos OS da associação.
- Maria Rosário Carvalho Cadinha, 2ª. suplente (Secção de Ca-
noagem): agora, sem ligação aos OS da associação.
- Milton Hugo Pires Tavares de Figueiredo (Rino, da Secção de Futsal), 3º. suplente: agora, sem ligação aos OS da associação.
- Sérgio Miguel Almeida Gomes Soares, 4º. suplente (Secção de Canoagem): agora, sem ligação aos OS da associação.
- Hernâni José de Almeida Tavares Pires, 5º. suplente (Secção de Teatro): agora, sem ligação aos OS da associação.

O Conselho Fiscal
de Armando Ferreira

O Conselho Fiscal era presidido por Armando Alves Ferreira, que continuou em mandatos se-guintes e até 2010, estando actualmente sem ligação à associação, como dirigente.
- Armando Tavares dos Reis, 1º. vogal: actual-
mente, fora dos órgãos sociais da associação.
- Dinis da Conceição Alves, 2º. vogal: foi vice-presidente da direcção seguinte e, desde então, não voltou a exercer funções nos órgãos sociais.
- Carlos Manuel da Costa Estima, 1º. suplente: actualmente, fora dos OS da associação.
- Fernando Jorge dos Reis Tavares, 2º. suplente: actualmente, fora dos OS da associação.
- João José dos Reis Soares, 3º. suplente: actualmente, é o 2º. secretário da assembleia geral.
Manuel Soares
Rui Fernandes

Os três
«resistentes»
de 18 anos !

Por curiosidade, em 2019 e 18 anos depois, apenas 3 dos 21 eleitos estão ligados aos órgãos sociais da Arcor.
Assim e contas feitas, dúzia e meia deles, por uma razão ou outras quaisquer, deixaram de estar ligados à associação, pelo menos em funções directivas.
Vejamos quem são os três «resistentes», con-
siderando que, em todos estes 18 anos, nem sempre foram dirigentes, como óbvio é:
João Soares
- Rui Jorge dos Reis Fernandes: 2º. suplente da as-sembleia geral dos órgãos sociais de 2001/2002, é agora secretário da direcção, substituindo Eliana Loureiro Alves a 13 de Julho de 2017, que fora empossada 4 meses e se auto-demitira. Era o se-gundo suplente da direcção, mas Paulo Jorge dos Santos Gomes, o primeiro, não assumiu o cargo e avançou Rui Fernandes.
- Manuel Soares dos Reis e Santos: vice-presidente da direcção de 2001/2002, é agora presidente da assembleia geral, com o sobrinho Paulo Alexandre de Medeiros Teixeira e Santos (1º. secretário) e o primo João José dos Reis Soares (2º. secretário).
- João José dos Reis Soares, 2º. secretário da assembleia geral, com os primos Manuel Soares dos Reis e Santos (presidente) e Paulo Alexandre de Medeiros Teixeira e Santos (1º. secretário). Era 3º. suplente do conselho fiscal em 2001.

Arcor na Feira de Saberes & Sabores!

A barraca da Arcor, hoje, na Feira de Saberes e Sabores de Águeda


A Arcor está ho-
je, dia13 de Abril de 2019, presen-
te da Feira dos Saberes & Sa-
bores de Águe-
da, que se reali-
za no parque da antiga Adega Cooperativa, depois o Insti-
tuto da Vinha e do Vinho (IVV), à entrada norte de Águeda, em Paredes.
A ocasião é boa para os amigos da associação a apoiarem, por exemplo indo almoçar à «barraca» (que se vê na imagem) e onde podem apreciar uma boa feijoada, bifanas e sopas de legumes, doçaria variada, broa caseira e bolo da páscoa.
 «Faça um almoço diferente e delicie-se na nossa barraquinha», convida o presidente Mário Marques, naturalmente confiante na participação dos ribeirenses, associados e amigos da Arcor.
O evento vai decorrer entre as 11 e as 19 horas, no Instituto da Vinha e do Vinho (antiga Adega Cooperativa)a, com participação de várias IPSS´s do concelho de Águeda.

sexta-feira, abril 12, 2019

Bens da Paróquia na Comissão Cultual de Óis da Ribeira

Cruz de prata da Paróquia
de OdR é do  Século XVII
A capela de Santo António é do Século XVII
Os bens imobiliários e mobiliários da Junta Paroquial de Óis da Ribeira, extinta com a implantação da República, passaram para Comissão Cultual a 12 de Abril de 1912. Há 107 anos.
A Lei da Separação do Estado da Igreja levou ao arrolamento de todos os 94 bens da Igreja a favor do Estado, no caso 
Imagem de Santo
Adrião é do Séc. XV
de Óis da Ribeira a 1 de Agosto de 1911. Entre elas, a Igreja e Capela de Santo António, a casa da residência e respectivo passal, o cemitério, 15 terrenos e baldios (com áreas entre os 150, o adro, e os 4 230 m2, a pedreira das Quintas) e alfaias, móveis e objectos religiosos.
Joaquim António

A Comissão 
e os bens !

A Comissão Cultual de Óis da Ribeira tinha sido criada a 5 de Abril desse ano de 1912, há 107!, e era formada por Joaquim António Pires Soares, Manuel Francisco dos Reis e António José da Costa (os efectivos), com os suplentes Albino Rodrigues, Alberto Marques e João Maria dos Reis.
Os ditos bens voltaram à posse da Igreja em 11 de Março de 1915, então sendo notada a falta de alguns objectos, nomeadamente 10 peças de prata do resplendor e um mocho.
Entre esses bens, estava a cruz processional em prata branca e Cristo de bronze, do princípio do Século XVII. E a imagem do padroeiro Santo Adrião, de calcário, que o representa vestido de túnica e loba curta, de espada na mão direita e apontada ao solo, e livro na esquerda. A mesma que hoje se pode ver na fachada principal do templo.