sábado, novembro 30, 2019

ARCOR prevê lucro de 3 478 euros no exercício de 2020!

O Centro Social da ARCOR - Associação Recreativa e Cultural de Óis da Ribeira
Actuais presidentes da ARCOR: Mário Marques 
(da direcção) e Manuel Soares (assembleia geral)

A assembleia geral da ARCOR aprovou, na  noite de ontem, o plano de actividades e orçamento para 2020, com a previsão, imagine-se, de um saldo positivo de 3 478,29 euros. Aleluia!
Um plano de actividades e orçamento é sempre um documento previsional, mas enalteça-se e acredite-se no optimismo da direcção presidida por Mário Marques, que 
A ARCOR prevê um saldo positivo 
de 3 478,29 euros em 2020
admite lucros após três anos de prejuízos, num total de 114 368,84 euros.
Na verdade e citando o site oficial e as contas apresentadas pela ARCOR e aprovadas em assembleias gerais, lembramos que foram os seguintes:
- 2016, gestão do presidente Manuel Soares: 12 441,81 euros.
- 2017, gestão de Mário Marques, anterior tesoureiro: 22 509,86.
- 2018, gestão de Mário Marques: 79 417,17 euros.
O d´Óis Por Três, por ora, dispensa-se de comentários específicos sobre a forma como decorreram os trabalhos, mas sublinha as optimistas previsões da direcção mariana, que  admire, em 2020, arrecadar 548 836,31 euros de receitas.
As mais significativas, segundo as previsões, serão as decorrentes da prestação de serviços:
- Área de infância: 39 846,87 euros.
- Área de idosos: 132 536,60 euros.
- Refeições escolares: 271,19 euros.
- Quotas de associados: 2 910 euros.
O que perfaz, 175 564,66 euros.
Acrescentemos as comparticipações do Instituto da Segurança Social:
- Creche: 78 874,56 euros.
- Educação pré-escolar: 39 952,44 euros.
- Centro de Dia: 42 159,60 euros.
- Serviço de Apoio Domiciliário: 145 602 euros.
O que totaliza 306 588,60 euros.
O orçamento para 2020 prevê outras receitas:
- Subsídios da Câmara Municipal de Águeda e Junta de Freguesia da União de Freguesias de Travassô e Óis a Ribeira: 4 300 euros.
- Juros bancários: 275,56 euros.
- Subsídios a investimento: 24 544,24 euros.
- Restituição de impostos: 1 90 euros.
- Receitas de donativos e eventos: 35 000 euros.
- Diversos: 663,25 euros.
O que dá o total de 66 683,05 euros.
Contas feitas, 306 588,60 mais 66 683,05, dão os referidos 548 836,31 euros.

As despesas previstas
para  o ano de 2020 !

As principal despesa da ARCOR tem a ver com o quadro de pessoal (24 funcionárias), mas significativas são, também, as da energia e fornecimento e serviços.
Vejamos:
- Pessoal: 349 820,32 euros
- Géneros alimentares: 52 227,19 euros.
- Fornecimentos e serviços externos: 37 983,57 euros.
- Materiais: 13 772,72 euros.
- Energia e fluídos: 34 984,81 euros.
« O orçamento teve em conta três pilares fundamentais: a sustentabilidade da instituição, procurando sempre a redução de custos e o aumento de receitas próprias; a constante melhoria de serviços e o investimento em novos activos tangíveis e/ou reparação e manutenção dos actuais», considerou a direcção de Mário Marques, sublinhando que «este último requer particular atenção, pelo uso contínuo e efeito da idade».
A assembleia geral teve participação de 18 associados, abstendo-se um e 17 votando favoravelmente o programa de acção e orçamento de 2019. 

O Foral da Vila de Óis da Ribeira

O Foral Manuelino de Óis da Ribeira
Coimbra Martins


O Ministro da Cultura, por despacho de 30 de Novem-
bro de 1983, mandou inventariar o Foral Manuelino de Óis da Ribeira. Já lá vão 36 anos.
O  ministro era Coimbra Martins e o despacho foi feito nos termos do decreto-regulamentar 34/80 e decreto-lei 38906, de 10 de Setembro de 1952, segundo os quais «este documento não pode 
Assinatura do Rei D. Manuel I
ser alienado ou enviado para fora do país, sem a prévia autorização do Ministro da Cultura, nem ser objecto de quaisquer trabalhos de
de restauro».
O despacho ministerial viria a ser publicado no Diário da República de 2 de Agosto de 1984, III Série.

Câmara comprou
o Foral Manuelino

O Foral Manuelino de Óis da Ribeira viria a adquirido pela Câmara Municipal de Águeda a 13 de Dezembro de 1983, já lá vão 36 anos!
O presidente era Deniz Ramos 

Deniz Padeiro
Padeiro e o executivo aprovara a aquisição no leilão dos livreiros Azevedo & Burnay, em Lisboa, por unanimidade e na reunião de 7 de Dezembro desse mesmo ano, delegando a representação na tentativa de aquisição no aguedense Almiro Canelas, arquitecto e especialista na área - estabelecendo o preço máximo de 200 000$00.
«Dado se tratar de um espécime valioso e importantíssimo para a história do nosso Concelho e porque tem sido preocupação constante desta autarquia não só preservar tudo quanto diga respeito ao nosso património local como ainda adquirir, sempre que possível, obras que ilustrem a nossa história passada, construindo-se assim o acervo significativo da nossa sobrevivência histórica, proponho que a Câmara Municipal se faça representar no referido leilão com vista à aquisição do foral manuelino», justificou o presidente Denis Ramos Padeiro, na reunião camarária de 7 de Dezembro de 1983.
O foral acabou por ser adquirido por 155 000$00.

sexta-feira, novembro 29, 2019

REN regulariza actividades económicas em Óis da Ribeira e Espinhel

O ponto 149 é o que se refere à Agro-Pecuária Irmãos Soares. O 147, da Agriespinhelense,
na fronteira com Óis da Ribeira, pelo lado da ladeira do Surpel

Legenda para identificar os pontos REN. Clicar na imagem para a ampliar 


O Diário da República nº. 222/2019, II Série, de 19 de Novembro, publicou o Aviso nº. 18425/2019, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, que envolve alteração da delimitação da Reserva Ecológica Nacional (REN) do município de Águeda e, em particular, em Óis da Ribeira.
A proposta foi da Câmara Municipal de Águeda e insere-se no âmbito dos seguintes pedidos de regularização extraordinária das actividades económicas, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 165/2014, de 5 de Novembro, alterado pela Lei nº. 21/2016, de 19 de Julho (RERAE), que obtiveram deliberação favorável condicionada em sede da Conferência Decisória prevista no artigo 9º. do RERAE: 
Carlos Simões e Deolinda Vidal da Silva Figueiredo (Belazaima, Castanheira e Agadão), Sociedade Agrícola Agriespinhelense (Espinhel) e Agropecuária Irmãos Soares (Óis da Ribeira).

O caso de Óis 
da Ribeira

O processo de regularização da actividade económica da Agropecuária Irmãos Soares, em Óis da Ribeira, obteve decisão favorável condicionada, nos termos do n.º 2 do artigo 13º. do Decreto-Lei n.º 165/2014 de 5 de Novembro, alterado pela Lei nº. 21/2016, de 19 de Junho.
 A conferência decisória obteve deliberação favorável condicionada e corresponde à área estritamente necessária para a regularização das edificações afectas à exploração.
O mesmo aconteceu com a Sociedade Agrícola Agriespinhelense, que curiosamente está ligada à Irmãos Soares e na conferência decisória também obteve deliberação favorável condicionada e com a mesma restrição.
Sucesso que aplaudimos, pois importa não condicionar quem cria riqueza e, por isso, desenvolve a sociedade local.

Obras de reabilitação da ponte de Requeixo para Óis da Ribeira



A Câmara Municipal de Aveiro adjudicou, por 92 212 euros (mais IVA) as obras de reabilitação e reforço das fundações dos pilares do atravessamento da ponte que liga Requeixo a Óis da Ribeira, na foz do Rio Cértima com o Águeda.
A intervenção decorre do trabalho de auditoria às condições de segurança estrutural da ponte e, de acordo com o município aveirense, «servirá também para a realização de uma qualificação geral do tabuleiro».
O projecto foi elaborado pelo ITECONS (Instituto de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico para a Construção, Energia, Ambiente e Sustentabilidade) e o concurso público para a execução da empreitada foi lançado a 27 de Setembro de 2019, estimando um preço base para a obra de 175.000€ (acrescidos de IVA) e um prazo de execução de 180 dias.

ARCOR em assembleia geral e festas de Natal 2019!

Festa de Natal da ARCOR em 2012
Dirigentes actuais da ARCOR: Mário Marques
(presidente da direcção), Joel Gomes (tesoureiro) 
e Manuel Soares (presidente da AG)

A assembleia geral da ARCOR está marcada para a noite de hoje, dia 29 de Novembro de 2019, tendo como principal ponto de agenda a apresentação do programa de acção e o orçamento para 2020.
Os trabalhos foram convocados pelo presidente da assembleia geral, Manuel Soares dos Reis e Santos, anterior presidente da direcção, e estão marcadas para as 19 horas, na sede da associação, havendo natural expectativa em relação a este ponto da agenda, tendo em conta a situação financeira da instituição, que, nos últimos anos, infelizmente tem vindo acumular prejuízos.
Que estratégias desenvolveu ou vai desenvolver a direcção presidida por Mário Marques para reverter a situação?

Outro ponto da agenda é o usual tempo de 30 minutos para «tratar de assuntos de interesse da associação»



Festa e almoço
do Natal de 2019 

A Festa de Natal das crianças da ARCOR vai realizar-se no dia 6 de Dezembro, às 18 horas e no Salão Cultural. 
«Temos todo o gosto em receber, para convosco partilhar esta festa que é não só para as crianças, mas para todos«; considerou a direcção do presidente Mário Marques, acrescentando que «no final, teremos um lanche partilhado».
A ARCOR, entretanto, vai realizar um Almoço de Natal, no dia 13 de Dezembro de 2019, uma sexta-feira e às 12 horas, convidando a participação de sócios, amigos e familiares. 
Os interessados contribuirão com 10 euros e as inscrições poderão ser feitas até ao dia 5 (de Dezembro), pelos telefones 234629818 e 910509929 e email geral@arcor-ipss.pt. 

quinta-feira, novembro 28, 2019

A (não) ampliação do hangar de canoagem da ARCOR

Hangar de Canoagem da ARCOR, na margem da pateira em Óis da Ribeira
O hangar da ARCOR

A ampliação do hangar de canoagem da ARCOR foi anunciada a 18 de Maio de 2017, já lá vão mais de 2,5 anos.
Uma notícia do jornal Região de Águeda de então, e como se vê na imagem, dá conta que a Câmara Municipal de Águeda «aprovou a atribuição de um subsídio, no valor de 4750 euros, à ARCOR - Associação Recreativa e Cultural de Óis da Ribeira, para apoio às obras de ampliação e beneficiação do seu hangar náutico». 
O d´Óis Por Três, passados estes dois anos e meio e por não terem sido realizadas quaisquer obras, perguntou ao vereador do Desporto da Câmara Municipal de Águeda se confirmava a atribuição desse subsídio, a que se destinava (exactamente para efectuar que tipo de obras?), por que razão não foram efectuadas até agora, dois anos e  meio depois?
A notícia do jornal «Região de
Águeda» no facebook da ARCOR

O que fazer com
4 750 euros ?

Edson Santos, então vereador e agora vice-presidente da Câmara Municipal de Águeda, sempre com a tutela do desporto, foi sumário no esclarecimento ao d´Óis Por Três.
«O valor refere-se ao apoio dado pela autarquia para a realização do projecto», respondeu o autarca, acrescentando que «todos as restantes questões devem ser colocadas à ARCOR, uma vez que será ela a dona de obra».
Mas qual obra?
O d´Óis Por Três perguntou à ARCOR e, passados estes mais de dois anos e meio, a resposta foi da Secção de Canoagem: «O projecto de ampliação e beneficiação do hangar está em fase de aprovação e, de momento, não podemos avançar  com mais informação».
Então, é esperar! A ver, vamos, expectando que o próximo Natal traga prenda generosa para a Secção de Canoagem! Sussurra-se por aí...

Tuna, agora Filarmónica, reapareceu há 26 anos!

A Tuna em 1993. De pé, Hortélio Costa, Madail Matos, José Maria Santos, Matos (filho
de Carlos Matos «Bigodes»), José Maria Gomes, Alípio Framegas, Hostilino Matos,
Horácio Soares e António Abrantes (com a bandeira). Em baixo, Paulo Gonçalo, Alfredo
Oliveira, Nuno Almeida, Luís Neves, Nuno Reis e Carlos Matos
Tuna / AFOR
Jacinto Matos

A Tuna de Óis da Ribeira, que agora se chama Associação Filarmónica e outros nomes já teve, reapareceu oficialmente a 28 de Novembro de 1993. Há 26 anos! 
«Após 31 anos de «silêncio», voltaram a ouvir-se os sons da Tuna, desta feita
Óscar Matos
 sob direcção musical de Carlos dos Reis Matos, filho de Óscar de Matos», lê-se no site oficial da instituição, acrescentando que «foi ele que, com alguns amigos, na maior parte irmãos, primos e outros, foi capaz de tomar a Tuna num momento de certo esmorecimento e dispersão, para a reorganizar e a alcandorar ao lugar de que ela hoje desfruta»
A apresentação oficial foi realizada a 28 de Novembro de 1993,hoje se fazem 26 anos, sendo de registar que alguns dos seus executantes já tal tinham  sido no passado. «Trata-se, pois, do remoçar de uma velha ideia que os imponderáveis da vida forçaram a suspender», precisa o site, sublinhando que «estava assim formada a actual associação, pelo nome de Agrupamento Musical de Óis da Ribeira».
O site oficial da associação acrescenta que «no entanto, é de destacar que esta reorganização começou em Fevereiro de 1990, colocando-se na altura à disposição das comissões de festas da freguesia».
Ver AQUI

quarta-feira, novembro 27, 2019

Plano de actividades de 2020 da UFTOR para Óis da Ribeira

A vila de Óis da Ribeira
A iluminação do Cemitério Novo de Óis da Ribeira
Foto da página oficial de facebook da UFTOR

O plano de actividades da Junta de Freguesia da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira confirma o que o d´Óis Por Três oportunamente anunciou: a abertura de uma ligação directa entre os dois cemitérios óisdaribeirenses. Que, vejam lá..., a autarquia presidida por Sérgio Neves não quis confirmar anteriormente, como se guardasse um segredo de Polichinelo.
Sobre cemitérios, o órgão oficial da JF da UFTOR veio dar uma boa notícia: «Está em remodelação a iluminação pública dos cemitérios de Óis da Ribeira», informa na página de facebook, acrescentando que «encontrava-se em muito mau estado de conservação, o que levou a uma demora na sua reposição, ainda não concluída e que se vai alargar a outros locais públicos da freguesia, tal como tem sido feito até aqui, com várias iluminações repostas e remodeladas».
O d´Óis Por Três, a 1 de Novembro, deu conta AQUI da deficiente iluminação do Cemitério Novo, titulando que 4 dos 7 candeeiros estão apagados. O que causou alguns  amuos autárquicos. Afinal, não havia razão para amuos, antes para a reposição da iluminação. E o que remediado foi, remediado está.
Ainda sobre cemitérios, o executivo travassÓisense  anuncia a aplicação de ar condicionado na capela mortuária e novas capelas, sepulturas e passeios, construção de jardins nas zonas de terra no Cemitério Novo, pintura e recuperação dos candeeiros.
Sede da União de Freguesias em Óis da Ribeira

Plano para 20
em Óis da Ribeira

Vamos às anunciadas intervenções planificadas pela Junta de Freguesia de Sérgio Neves, especificamente para Óis da Ribeira e em 2020:
- Festa da Pateira: Continuar a aposta neste evento, para «trazer dinâmica e público ao parque e à freguesia».
- Canoagem: Trabalhar no novo projecto do hangar e material náutico para a pateira, já adquirido pela Câmara Municipal de Águeda e para a Junta de Freguesia protocolar com a Secção de Canoagem da ARCOR.
- Teatro: Reactivação do teatro em Óis da Ribeira. 
- Escola: Criação de um espaço multi-gerações.
- Pateira: Construção de bar e wc´s na zona nascente do parque infantil e geriátrico, parque de caravanas e reforço das mesas e bancos. Estabilização da margem, em frente ao restaurante.
- Rua dos Aidos: Negociação com proprietários para alargamento e beneficiação.
- Rua Nossa Senhora de Fátima: Requalificação da entrada (supomos que do lado de Espinhel, «obra» deixada pelo mandato de Mário Martins, o famoso muro do quintal de Armando Neves). Também a aplicação, na rua, de bandas redutoras de velocidade.
- Calçada: O plano de actividades fala do «empedramento de Óis da Ribeira (Santo António) a Requeixo«. Supomos que se referirá ao Caminho da Calçada, cujas obras foram interrompidas a 5 de Novembro de 2014. Há 5 anos, ver AQUI
- Surpel: Transformar a lixeira em zona verde.
Há outras tarefas gerais, comuns, supomos, às duas freguesias:
- Transporte das crianças para a escola primária.
- Feira do Mundo Rural, com a Cooperativa Agrícola de Águeda.
- Passeio de idosos, caminhadas, cicloturismo e zumba.
- Pavimentação de diversas ruas (apeloS à Câmara).
- Ligação, por passadiço, entre os parques da pateira de Óis da Ribeira e de Espinhel.
- Trilho pedestre entre a pateira e Requeixo.
- Acção social e educação.
- Sinalização e toponímia.
- Recolha de monos e verdes.
- Reforço dos parques e zonas verdes.
s&o

terça-feira, novembro 26, 2019

AdRA não confirma obras anunciadas pela Junta de Freguesia

A notícia da Junta de Freguesia sobre as não
confirmadas obras na rede de águas da Rua
Nossa Senhora de Fátima

A AdRA não confirma a notícia avançada pela Junta de Freguesia de Travassô e Óis da Ribeira, anunciando para breve a renovação da rede de águas da Rua Nossa Senhora de Fátima.
«O arruamento em causa não está, neste momento, incluído em nenhuma empreitada», disse o engº. Fernando Vasconcelos, presidente do conselho de administração da AdRA – Águas da Região de Aveiro, a pergunta do d´Óis Por Três.
A notícia avançada pela Junta de Freguesia é de 24 de Outubro de 2019 e precisava mesmo (como se pode ver na imagem) que tal obra se «inseria na política de investimentos de renovação da rede de águas que tem vindo a acontecer na nossa freguesia».
Afinal, diz a AdRA, não vai haver obra alguma na Rua Nossa Senhora de Fátima, em Óis da Ribeira.
«Como muitos outros pontos da rede de abastecimento da AdRA, a deste local faz parte de uma lista que temos permanentemente sob avaliação quanto ao estado da mesma/urgência de intervenção», disse o engº. Fernando Vasconcelos, acrescentando que «o resultado desta avaliação poderá, a dado momento, despoletar uma intervenção/renovação da rede de abastecimento no local em causa».
«Se tal acontecer, oportunamente, serão informadas todas as partes interessadas - população, Câmara, Junta, órgãos de informação», concluiu o presidente do conselho de administração da AdRA.

IPSS´s em crise e não, não é preciso ir muito longe...

Lino Maia, presidente da Confederação Nacional
de Instituições Sociais (CNIS) 

O padre Lino Maia, presidente da Confederação Nacional de Instituições Sociais (CNIS) disse que «40% das instituições sociais» tem a sua «saúde financeira» no negativo, pelo que a sua sustentabilidade
 tem de, necessariamente, ser revista.
«Há duas dificuldades neste momento, para além da financeira: arranjarmos dirigentes, porque, de facto, pede-se-lhes muito. Nestas instituições, que pugnam pelos direitos sociais das pessoas, que fazem muito e muito bem, não temos meios para pagar convenientemente», afirmou o sacerdote na entrevista a Ângela Roque (Rádio Renascença) e Paulo Rocha (Ecclesia), comentando que já se reuniu com a nova Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, e falou de «muita sensibilidade e vontade de acertar caminhos».

O caso da  ARCOR,
os acordos de cooperação!

O caso da ARCOR, em Óis da Ribeira, com resultados negativos há três anos consecutivos, é um caso evidente e bem dentro de portas. Não é, de verdade, preciso ir muito longe para se conhecer esta dramática realidade.
A assembleia geral da próxima sexta-feira, dia 29 de Novembro de 2019, terá, quem sabe?, algumas novidades, pois está em causa o plano de actividades e orçamento para 2020.
O responsável pela Confederação, que tem 3039 associadas, pede uma «actualização dos acordos de cooperação», que acompanhe a «actualização do salário mínimo» e para que possa acontecer «uma mudança na estabilidade financeira». 
«Quando há um aumento do salário mínimo - de que somos a favor e agora vai para 635 euros - isso significa que mais de 60% dos trabalhadores estão já atingidos pelo salário mínimo. Enquanto a economia, em geral, aumenta o salário aumenta e o preço do material que se comercializa, nós aqui não. As receitas são exíguas para os custos», explicou o padre Lino Maia. 
- Ver AQUI

segunda-feira, novembro 25, 2019

O Centro Social da ARCOR no PIDDAC. Há 21 anos!

O Centro Social da ARCOR (vista aérea)
A placa da 1ª. fase do Centro Social da ARCOR


O terreno antes das obras
A proposta de alteração ao Orçamento Geral do Estado para 1999 que permitiu a entrada das obras do Centro Social de ARCOR em PIDDAC foi apresentada pelo então deputado Castro Almeida (PSD) a 25 de Novembro de 1998. Já lá vão 21 anos!
O projecto não tinha entrado no Orçamento de Estado do Governo de António Guterres (PS) - uma vez mais... - e só por
Castro Almeida, à direita, na ARCOR, com Diaman-
tino Correia (PAG da ARCOR), Celestino Viegas e 
Fernando Pires (vice-presidente da ARCOR
via de uma proposta de decreto-lei com maioria favorável se poderia «dar a volta» à grande desilusão do povo óisdaribeirense e dos dirigentes da ARCOR - era Fernando Reis o presidente, recentemente falecido. 
A proposta de Castro Almeida entrada na Comissão de Economia e Finanças às 9,10 horas de 3 de Dezembro do mesmo ano.e foi aprovada no dia seguinte, 4 de Dezembro, às 11,40 horas, com votos favoráveis dos deputados Manuel Castro Almeida, José Júlio Ribeiro (antigo presidente da Câmara Municipal de Águeda), Manuel Oliveira e Rui Rio (actual presidente do PSD), todos do PSD; Sílvio Cervan (do CDS/PP) e João Amaral (do PCP). Abstiveram-se os deputados socialistas.
José Júlio Ribeiro, Manuel Oliveira e João Amaral já faleceram.
O Centro Social da ARCOR foi incluído no Programa «Equipamentos e Serviços da Apoio à Comunidade - CRSS Centro», designado como «Construção de Equipamento Social em Ois da Ribeira - Águeda», com a dotação de 10 000 contos.
A primeira pedra seria lançada a 27 de Fevereiro de 2000, ainda se realizaram obras neste ano (as correspondentes à primeira cave, ver a foto) e a segunda fase começou a 22 de Outubro de 2001, já na direcção de Celestino Viegas, até 2005.

O dia 25 de Novembro em Óis da Ribeira

Sede da Tuna / AFOR. O terreno foi arrendado., há 65 anos, por 60$00 anuais






José Maria Estima






A data de 25 de Novembro está 
associada a vários acontecimentos de importância para Óis da Ribeira.
Vejamos alguns: 

- 1928, há 89 anos: Posse da Junta de Freguesia presidida por José Maria Estima, comerciante e proprietário local. O  executivo integrava os vogais Joaquim Maria Viegas e José Simões dos Reis. 
- 1954, há 63 anos: Arrendamento, a Amadeu Pereira dos Santos (Peles) o terreno da Junta de Freguesia, junto a ponto e onde viria a ser construída a sua sede - actual sede da Tuna / AFOR. Por 60$00 anuais.
A Junta de Freguesia era presidida por 
Bandeira da Tuna / AFOR
Benjamim Soares de Freitas, com o secretário Arnaldo Rodrigues de Figueiredo e o tesoureiro Manuel Soares dos Santos (Lopes).

- 1995, há 24 anos: Encontro de Tunas de Águeda, promovido pela Tuna Musical de Óis da Ribeira (actual AFOR), comemorando o segundo da sua refundação.
Participaram, também, a Mourisquense (de Mourisca do Vouga) e a Valonguense (de Valongo do Vouga). As únicas de Águeda que, no final, tocaram uma peça em simultânea, sob direcção de Carlos Matos - o maestro da Tuna de Óis da Ribeira.
Centro Social da ARCOR
A direcção da Tuna era presidida por Carlos Matos (Bigodes), com Alípio Framegas (vice-presidente), Madaíl Matos (secretário), Aurélio Matos Reis (tesoureiro) e Horácio Soares (vogal). 

- 1998, há 21 anos: Apresentação, na Assembleia da República e pelo deputado Manuel Castro Almeida (PSD) do projecto-lei que permitiu a entrada em PIDDAC e Orçamento Geral do Estado de 1999 das obras do centro social da ARCOR. 
- Ver AQUI

domingo, novembro 24, 2019

José Estima assassinado no Brasil, há 39 anos!

José Estima e a irmã Erminda, com o cunhado
Jaime Reis e sobrinhos José Bernardino e 
Cândida (a esposa) nos anos 70 do Século XX
José Estima

O óisdari-beirense José Pi-
res Esti-
ma foi brutal-
mente assassinado em Novembro de 1980, em dia que o d´Óis Por Três não conseguiu precisar.
Era empresário de ourivesaria, na Tijuca, cidade do Rio de Janeiro, no Brasil, e o seu estabelecimento foi assaltado, quando lá estava, e foi assassinado pelos ladrões.
Era irmão de Olívia (Zé da Luz) e Erminda (Jaime), que morava em Óis da Ribeira, e Fernando (em Aveiro), já todos falecidos. E também de Maria, António e Dinis Pires Estima, também emigrados no Brasil, no Estado do Rio de Janeiro.
Sobrinhos são Maria do Carmo, Maria Eugénia e José Augusto (emigrado no Brasil, na cidade de Pelotas, Estado do Rio Grande do Sul), filhos de Olívia, e Maria Erminda e José Bernardino dos Reis Estima (empresário que reside no Porto), filhos de Erminda.
RIP!!

Os 122 anos da Tuna / Assoiação Filarmónica de Óis da Ribeira

A Tuna / AFOR e o Orfeão de Barrô no espectáculo do Centro de Artes de Águeda
Ana Paula Rada ladeada pelos maestros  António Brito, à
esquerda, e António Bastos e com o presidente António Reis

A Tuna / Associação Filarmónica de Óis da Ribeira continua hoje as festas do seu 122º. aniversário, com a missa solene e romagem aos cemitérios, seguida de mini-concerto e almoço comemorativo.
Ontem, como já tivemos ocasião 
A arruada de 23 de Novembro de 2019
de relatar, a associação dirigida pela maestro António Bastos fez a arruada pelas ruas da vila, durante a tarde (foto de baixo) e, à noite, participou no concerto «Adolfo Roque», em Barrô - onde actuou com o Orfeão local (dirigido pelo maestro António Brito) e o Coro Polifónico de Ponte do Sor.
Há uma semana, a 16 de Novembro (foto do meio), foi a vez do espectáculo do Centro de Artes de Águeda (CAA), onde também actuou com o Orfeão de Barrô (ver foto) e cantou Ana Paula Rada - que foi finalista o «The Voice Portugal».
O almoço e mini-concerto comemorativo de hoje vão decorrer no salão cultural da ARCOR e contarão com presença de autoridades locais e regionais.

sábado, novembro 23, 2019

Tuna / AFOR em festa dos 122 anos!



A Tuna / Associação Filarmónica de Óis da Ribeira (AFOR) está a festejar 122 anos, hoje com a arruada pelas ruas da vila (durante a tarde) e participação no concerto «Adolfo Roque», em Barrô e às 21,30 horas.
Amanhã, dia 14 de Novembro de 2019, último e principal dias dos festejos, será celebrada missa solene ma Igreja de Santo Adrião (10,15 horas), seguida de romagem aos cemitérios, por volta das 12,30, horas. será o mini-concerto a Tuna /AFOR e, logo depois. o almoço comemorativo, no salão da ARCOR.
Há 8 dias, a 16 de Novembro, recordemos, realizou-se o concerto coral-sinfónico do Centro de Artes de Águeda, que teve participação, para além da Tuna/AFOR, do Orfeão de Barrô e da cantora Ana Paula Rada, que finalista do «The Voice» Portugal.