quinta-feira, novembro 30, 2023

1 - ANO 1983, há 40 anos: A compra do Foral Manuelino da vila de Óis da Ribeira! 2 - ANO 1904, há 119 anos: Um cão raivoso foi morto na pateira! 3 - ANO 1980, há 43 anos: Cortejo de oferendas para a Capela de Santo António! 4 - ANO 2005, há 18 anos: A Orquestra Juvenil da Tuna de Óis da Ribeira! 5 - ANO 2007, há 16 anos: Orçamento da ARCOR com 308 000 euros para 2008! 6 - ANO 2013, há 10 anos: O Grupo de Teatro Amador GTA) da ARCOR não anda por aí...7 - ANO 2014, ha 9 anos: A Tuna Musical em festa dos 117 anos! 8 - AN0 2015, há 8 anos: A visita pastoral do Bispo de Aveiro! 8 - ANO 2018, há 5 anos: O tráfego rodoviário em Óis da Ribeira! 9 - ANO 2019, há 4 anos: ARCOR previa lucro de 3 748 euros em 2020, mas «teve» 73 722,08 de prejuízo! 10 - ANO 2020, há 3 anos: O ano dos zero, vírgula qualquer coisa!... 11 - ANO 2021, há 2 anos: O Cruzeiro do Cabo e o «cuidar do herdado para deixar em legado»!


O Foral de Óis da
Ribeira é de 1516

1 - ANO 1983,
há 40 anos!
A compra do Foral 
Manuelino da vila de
Óis da Ribeira!

O Ministro da Cultura de Portugal despachou, a 30 de Novembro de 1983, há 39 anos, o mandato de inventariação do Foral Manuelino de Óis da Ribeira.
O foral foi concedido por D. Manuel I, de cognome «O Venturoso», à vila óisdaribeirense (que nesta data adquiriu esse título), a 2 de Junho de 1516 e 500 anos depois foi oficialmente memoriado.
O ministro de 1983 era António Coimbra Martins e o despacho viria a ser publicado no Diário da República, III Série, de 2 de Agosto de 1984, assegurando que o documento não poderia ser alienado ou enviado para fora do país, sem a prévia autorização do Ministro da Cultura, nem ser objecto de quaisquer trabalhos de restauro.
A Câmara Municipal de Águeda era presidida peLo dr. Denis da Cruz de Ramos Padeiro e viria a adquiri-lo a 13 de Dezembro de 1983, num leilão da firma Azevedo & Burnay, em Lisboa, no qual se fez representar pelo arquitecto Armando Canelhas.
- NOTA: O foral foi arrematado por 150 000$00 - seriam agora qualquer coisa 5000 euros, segundo o conversor da Pordata!

Vista da pateira em meados do século XX



2 - ANO 1904,
há 119 anos!
Um cão raivoso foi
morto na pateira!


O povo de Óis da Ribeira foi sobressaltado a 30 de Novembro de 1904, há 119 anos, com o inesperado aparecimento de um cão hidrófobo (com raiva), bastante corpulento e com uma coleira ao pescoço, sem se saber de onde vinha.
O caso não era caso para menos: o cão estava raivoso e enfurecido e atacava as pessoas. Começou por ser visto na lavoura e fugiu para o campo, perseguido pelo povo, até que foi morto junto à pateira, onde o cercaram e abateram. Não sem que tivesse obrigado a farta canseira a quem o acossou e perseguiu.
- NOTA: O incidente, felizmente, não causou quaisquer danos físicos mas o caso foi notícia jornalística, e com ares de sensacional, na imprensa da época.
A Capela de Santo António


3 - ANO 1980,
há 43 anos!
Cortejo de oferendas para
a Capela de Santo António!
 
A comissão de festas de Santo António, venerado no templo (imagem) do Século XVII, realizou um cortejo de oferendas a 30 de Novembro de 1980. Há precisamente 42 anos.
Um grupo de antigos tunos óisdaribeirenses associou-se ao cortejo paroquial, depois de ensaiar as marchas tradicionais locais e foi recebido com aplausos. O povo correspondeu com entusiasmo e a iniciativa rendeu cerca de 40 000$00 - seriam agora qualquer coisa 2.201,37 euros.
- NOTA: O programa, já á noite e no cruzeiro, o actual Largo do Centro Social, teve um baile abrilhantado pelo conjunto «Renovação», de Fermentelos e dos irmãos Matos (Carlos Bigodes e Madail). Era o anterior e popular conjunto «Estrela Azul», de Oliveira do Bairro, com outro formato.

4 - ANO 2005,
há 18 anos!
A Orquestra Juvenil da
Tuna de Óis da Ribeira!

A Orquestra Juvenil da Tuna de Óis da Ribeira foi apresentada na noite de festa dos 108 anos da Tuna-mamã!!!!
Foi na noite de 26 de Novembro de 2005, já lá vão 18 anos e copiámos a foto do site da ARCOR. Não podíamos deixar de registar este momento histórico!!!
Força, jovens músicos!!!».
- NOTA: A Tuna Juvenil teve duração curta e foi mais tarde «substituída», julgamos, pela Orquestra Ligeira da Tuna de Óis da Ribeira (OLTOR), que também teve actividade efémera, apesar do entusiasmo que então suscitou.


5 - ANO 2007,
há 16 anos!
Orçamento da ARCOR com
308 000 euros para 2008!


A assembleia geral da ARCOR aprovou, por unanimidade, o plano de actividades e orçamento para 2008, no valor de 308 000 euros. O relançamento da canoagem e a compra de um mini-autocarro são alguns dos propósitos para o novo ano.
Os trabalhos foram pouco participados, notando-se alguns pedidos de esclarecimento de Hercílio Almeida, António Gomes, Diamantino Correia e Armando Ferreira.
A manutenção do hangar, funcionamento da equipa e a aquisição de material para a canoagem dominaram boa parte dos trabalhos - assim como a dinamização futura do polidesportivo, com alguns torneios.Relativamente ao autocarro, com uma dotação previsional de 51 000 euros, será essencialmente para assegurar o transporte dos utentes do centro social, em particular os de fora da freguesia - evitando-se, assim, a realização de duas e três viagens de cada vez, como agora acontece.
- LAR E INAUGURAÇÃO: A ARCOR vai insistir na candidatura ao PARES, para o lar. A segunda, este ano, era 841 560 euros - 766 560 para a construção e 75 000 para equipamentos. «Não se vai desistir», disse Agostinho Tavares, actual presidente.
A Semana Cultural, marchas populares e dinamização do teatro (que ainda em 2007 deve apresentar uma peça) são outras propostas para 2008. E a inauguração do centro social. “As obras infelizmente ainda não estão totalmente concluídas, mas o grande acontecimento da inauguração está previsto para 2008”, refere a ARCOR.
- NOTA: A notícia era de Leonildo Costa e o relatório dava também atenção ao protocolo com a Câmara Municipal de Águeda, para fornecimento de refeições a 84 crianças das escolas de Paradela e Espinhel, em 2007/2008.
O último GTA da ARCOR, em 2012 e há 11 anos!

6 - ANO 2013,
há 10 anos!
O Grupo de Teatro Amador
GTA) da ARCOR não
anda por aí...
 
Uma leitura mais atenta sobre a notícia da aprovação do plano de actividades e orçamento da ARCOR para 2014 dá para reparar que a Secção de Teatro «encontra-se inactiva, por falta de projecto», mas o objectivo da direção é «reactivá-la no próximo ano».
Não deixa de ser curioso: então não é a direção que lidera o projecto da associação? E falta-lhe projecto? Se falta, é porque não o tem. E não é a direção que tem de o apresentar e «matar» a inactividade? Vá lá que o objectivo é, a fazer fé na notícia, «reactivá-la no próximo ano».
A última notícia sobre teatro, no blogue da secção, é de 12 de Julho de 2011, já lá vão quase dois anos e meio. Ver AQUI. A última peça foi estreada a 4 de Fevereiro de 2012, não tardam dois anos. Foi quando apresentou «O Avarento», de Molière, que teve três ou quatro apresentações (não mais, que o d´Óis Por Três saiba) e... desapareceu dos palcos.
Recuperámos a foto do grupo, retirada da sua página de facebook. De pé, atrás, João Pedro Carvalho, Gil Branco, Telmo Abrantes, Carlos Pereira, Rui Fernandes e António Prazeres. No meio, Salomé Fernandes, Susana Santos, António Reis, Romeu Fernandes e Lurdes Fernandes. Sentadas: Julieta Fernandes, Liliana Alves, Vitor Fernandes, Paulo Gomes e Isaltina Pires. Então, esta malta não volta aos palcos?!
- NOTA: O GTA da ARCOR, como todos sabemos, não vai a palco desde 2012. Já lá vão 11 anos. O que é uma imensíssima pena.
A Tuna no DN de 1906


7 - ANO 2014,
ha 9 anos!
A Tuna Musical em
festa dos 117 anos!


A Tuna Musical de Ois da Ribeira festejou o seu 117º. aniversário nos dias 29 e 30 de Novembro de 2014. Há precisamente 9 anos!
A Tuna, que agora se chama Associação Filarmónica de Óis da Ribeira, teve várias vidas ao longo da sua história, algumas intervaladas de (dezenas de) anos e, ao acaso da história, vem ao caso recordar uma local, ilustrada com a imagem que aqui se repete, publicada no Diário de Notícias, jornal diário de Lisboa e de 30 de Dezembro de 1906 - há 117 anos.
Foi a Tuna de Óis da Ribeira a Eixo, gratuitamente, e citamos, “por gentil deferência com o grupo dramático”, para abrilhantar a festa do bodo dos pobres. Chegou e «acompanhada por elementos do grupo dramático, percorreu todas as ruas, executando primorosamente bellos trechos de música, dirigindo-se de seguida para o theatro, onde se distribuía o bodo». Executou «alguns dos mais bellos trechos do seu vasto reportório, motivando fartos e justos aplausos». Assim se escrevia.
Foi isto há 117 anos.
- NOTA: A direção de António Manuel Melo, em 2014, dividiu a festa de aniversário por dois dias: a 29, sábado (com arruada na freguesia, a partir das 14 horas). E 30 de Novembro, domingo - com missa (9 horas), seguida de romagem ao cemitério, de mini-concerto, na ARCOR (12,15), e almoço de confraternização e de festa.
D. António F. Santos


8 - AN0 2015,
há 8 anos!
A visita pastoral
do Bispo de Aveiro!

A visita do Bispo de Aveiro (na foto, ao lado) à Paróquia de Óis da Ribeira já tem programa conhecido.
O evento decorreu no dia 4 de Dezembro de 2015, uma sexta-feira, e foi o seguinte:
- 14,0 horas: Visita à Escola Básica, com cumprimentos ao corpo docente.
- 15,00 horas: Visita à ARCOR, incluindo a Celebração da Palavra, com unção dos doentes e/ou idosos.
- 16 horas: Visita à capela de Santo António e ao Parque da Pateira de Óis da Ribeira.
- 17, 00 horas: Apresentação de cumprimentos na Junta de Freguesia.
- 17,30 horas: Confissão de doentes.
- 19,00 horas: Celebração da Eucaristia na Igreja Matriz, seguida de assembleia paroquial.
- NOTA: O programa da visita pastoral encerrou com um jantar com os catequistas das Paróquias de Óis da Ribeira e Espinhel (Centro e Paradela).
O estudo do portal de Dados do Governo sobre o tráfego em Óis da Ribeira
A Rua Nossa Senhora de Fátima


8 - ANO 2018,
há 5 anos!
O tráfego rodoviário
em Óis da Ribeira !

O Portal Dados do Governo publicou uma curiosa estatística sobre o tráfego em Óis da Ribeira e concluiu que a média diária de viaturas a circular é de... 571.
A contagem foi feita entre as 00,00 horas de 15 e as 24 horas de 31 de Maio de 2018, há 5 anos e na Rua Nossa Senhora de Fátima - a que, continuando a Rua Benjamim Soares de Freitas (a da Igreja, desde o Largo do Centro Social), segue da escola primária para Espinhel, pelo Surpel.
Nesses 17 dias, e segundo o referido estudo (ver o quadro acima), circularam 9 708 viaturas em Óis da Ribeira:
- Veículos de 2 rodas...... 351.
- Carros ........................ 6 440.
- Carrinhas ................... 1 924.
- Camiões ........................ 770.
- Camiões TIR .................  223.
Surpreendente, do ponto de vista do d´Óis Por Três, é o número de camiões tipo TIR que circulam em Óis da Ribeira. Nada mais nada menos que 223 - o que, contas feitas, dá uma média diária de 13. Não fazíamos tal ideia.
Quanto a camiões (770!..., o também nos surpreende...), a média é de 45 (mais qualquer coisinha por dia: 0,294).
Relativamente a carrinhas, circularam, em média, 113 por dia (113,176).
Já agora e falando ainda de médias diárias, também é surpreendente a dos veículos de duas rodas (bicicletas e motorizadas): apenas 20, um pouco mais (menos de 21).
Sobre tractores e outras máquinas agrícolas, não fala o estudo e não sabemos se estão contabilizado(a)s em algum dos outros tipos de viatura.

A velocidade
e... as multas!


O estudo publicado pela Dados.Gov indica também que a velocidade máxima permitida na rua Nossa Senhora de Fátima é de 50 quilómetros por hora e que no período indicado se registaram 55,52% de infrações. Será sobre o número de viaturas que transitaram?
Se assim é, houve 534 infracções! O que é muito, muitíssimo!... Se bem que o levantamento não aplicasse multas, que competiriam à GNR, ou outra autoridade policial.
A velocidade máxima detectada foi de... 105 quilómetros/hora.
Excessiva e muito perigosa, dentro de uma localidade como a Vila de Óis da Ribeira! - Ver AQUI
- NOTA: Seria curioso, naturalmente, conheceros números actuais do tráfego em Óis da Ribeira. Não tivemos acesso a eles, nem, mesmo, sabemos se existem. 
O Centro Social da ARCOR - Associação Recreativa e Cultural de Óis da Ribeira
Os presidentes da ARCOR: Mário Marques (da
direcção) e Manuel Soares (assembleia geral)


9 - ANO 2019,
há 4 anos!
ARCOR previa lucro de
3 748 euros em 2020, mas «deu» 73 722,08 de prejuízo!

A assembleia geral da ARCOR aprovou, na  noite de ontem, o plano de actividades e orçamento para 2020, com a previsão, imagine-se, de um saldo positivo de 3 478,29 euros. 
Aleluia!
Um plano de actividades e orçamento é sempre um documento previsional, mas enalteça-se e acredite-se no optimismo da direção presidida por Mário Marques, que  admite lucros após três anos de prejuízos, num total de 114 368,84 euros.
Na verdade e citando o site oficial e as 
A ARCOR previa um saldo
positivo de 3 478,29 euros
em 2020
contas apresentadas pela ARCOR e aprovadas em assembleias gerais, lembramos que foram os seguintes:
- 2016, gestão do presidente Manuel Soares: 12 441,81 euros.
- 2017, gestão de Mário Marques, anterior tesoureiro: 22 509,86.
- 2018, gestão de Mário Marques: 79 417,17 euros.
O d´Óis Por Três, por ora, dispensa-se de comentários específicos sobre a forma como decorreram os trabalhos, mas sublinha as optimistas previsões da direcção mariana, que admire, em 2020, arrecadar 548 836,31 euros de receitas.
As mais significativas, segundo as previsões, serão as decorrentes da prestação de serviços:
- Área de infância: 39 846,87 euros.
- Área de idosos: 132 536,60 euros.
- Refeições escolares: 271,19 euros.
- Quotas de associados: 2 910 euros.
O que perfaz, 175 564,66 euros.
Acrescentemos as comparticipações do Instituto da Segurança Social:
- Creche: 78 874,56 euros.
- Educação pré-escolar: 39 952,44 euros.
- Centro de Dia: 42 159,60 euros.
- Serviço de Apoio Domiciliário: 145 602 euros.
O que totaliza 306 588,60 euros.
O orçamento para 2020 prevê outras receitas:
- Subsídios da Câmara Municipal de Águeda e Junta de Freguesia da União de Freguesias de Travassô e Óis a Ribeira: 4 300 euros.
- Juros bancários: 275,56 euros.
- Subsídios a investimento: 24 544,24 euros.
- Restituição de impostos: 1 90 euros.
- Receitas de donativos e eventos: 35 000 euros.
- Diversos: 663,25 euros.
O que dá o total de 66 683,05 euros.
Contas feitas, 306 588,60 mais 66 683,05, dão os referidos 548 836,31 euros.


As despesas previstas
para o ano de 2020 !

As principal despesa da ARCOR tem a ver com o quadro de pessoal (24 funcionárias), mas significativas são, também, as da energia e fornecimento e serviços.
Vejamos:
- Pessoal: 349 820,32 euros
- Géneros alimentares: 52 227,19 euros.
- Fornecimentos e serviços externos: 37 983,57 euros.
- Materiais: 13 772,72 euros.
- Energia e fluídos: 34 984,81 euros.
« O orçamento teve em conta três pilares fundamentais: a sustentabilidade da instituição, procurando sempre a redução de custos e o aumento de receitas próprias; a constante melhoria de serviços e o investimento em novos activos tangíveis e/ou reparação e manutenção dos actuais», considerou a direcção de Mário Marques, sublinhando que «este último requer particular atenção, pelo uso contínuo e efeito da idade».
A assembleia geral teve participação de 18 associados, abstendo-se um e 17 votando favoravelmente o programa de acção e orçamento de 2019.
- NOTA: A optimista previsão orçamental arcoriana não se veio a confirmar. Na verdade, e aprovado em assembleia geral, teve um défice de 73 722,08 euros. Quase nem daria para acreditar.
A sede da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira (UFTOR) fica
no primeiro andar do bloco sul do edificio do centro social da ARCOR
O executivo da Junta de Freguesia da União de
Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira em 2020


10 - ANO 2020,
há 3 anos!
O ano dos zero, vírgula
qualquer coisa!...

Há um ano e depois de aprovadas em Assembleia de Freguesia, na sessão de 25 de Novembro, o 
d´Óis Por Três anunciou as putativas intervenções (obras) da Junta Freguesia da (des)União de Freguesias em Óis da Ribeira no ano de 2020.Intervenções plasmadas no plano de actividades e orçamento e aprovadas pelos eleitos da Assembleia de Freguesia.
Números, promessas, 
(des)obras, ano de 2020!
Hoje, um ano depois, vamos fazer um breve balanço, o do prometido e do cumprido pelas autoridades executivas locais, sob fiscalização das oposições do Juntos e do CDS:

1 - FESTA DA PATEIRA: Plano autárquico para continuar a aposta neste evento, para «trazer dinâmica e público ao parque e à freguesia».
- Actualização: Não se realizou devido à pandemia e ainda não se sabem os custos da organização de 2019.
2 - CANOAGEM: Trabalhar no novo projecto do hangar e material náutico para a pateira, já adquirido pela Câmara Municipal de Águeda e para a Junta de Freguesia protocolar com a Secção de Canoagem da ARCOR.
- ACTUALIZAÇÃO: O projecto do hangar continua nos gabinetes (e é um projecto da ARCOR Canoagem e não da Junta). O protocolo do material náutico foi assinado a 16 de Julho e funciona sob gestão da ARCOR Canoagem.
3 - TEARO:: Reactivação do teatro em Óis da Ribeira.
- Actualização: Zero.
A escola foi entregue à Junta a 16 de
Janeiro de 2020. Está abandonada!

4 - ESCOLA: Criação de um espaço multi-gerações.
- Actualização: Zero! Ver mais abaixo (Educação, alínea H).
5 - PATEIRA: Construção de bar.
- Actualização: Foi substituído o Bar do Nelson pelo Pa.tei.ra Lagoon Bar, em condições de concessão (ainda) não explicadas. 
5.1 - Parque de caravanas.
- Actualização: Zero.
5.2 - Reforço das mesas e bancos.
- Actualização: Zero.
5.3 - Estabilização da margem, em frente ao restaurante.
- Actualização: Zero!  
5.4 - Wc´s na zona nascente do parque infantil e geriátrico.
- Actualização: Zero! E o que é o parque geriátrico?
5.5 - Parque infantil. 
- Actualização: Foi demolido o anterior e substituído no final princípio do outono. Utilidade zero, zero, zero..., vírgula qualquer coisa em 2020.
6 - RUA DOS AIDOS: Negociação com proprietários para alargamento e beneficiação.
- Actualização: Zero!
7 - RUA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA: Requalificação da entrada (supomos que do lado de Espinhel, «obra» deixada pelo mandato de Mário Martins, o famoso muro do quintal de Armando Neves). Também a aplicação, na rua, de bandas redutoras de velocidade.
- Actualização: Zero! Zero! Zero!
8 - CALÇADA: Empedramento de Óis da Ribeira (Santo António) a Requeixo. Supomos que será o Caminho da Calçada, cujas obras foram interrompidas a 5 de Novembro de 2014. Há 6 anos, ver AQUI
- Actualização: Zero!
9 - TRANSFORMAR A LIXEIRA EM ZONA VERDE:
- Actualização: Zero! 
O baldio do Surpel tem servido de depósito de inertes de construção civil e ramadas. O logradouro do polidesportivo da ARCOR, idem, idem, aspas, aspas. 

Obras prometidas a zero
vírgula qualquer coisa !...

O plano de actividades e orçamento da Junta de Freguesia da UFTOR previa algumas outras tarefas gerais, comuns, supomos, às duas freguesias e para este ano 2020 que está a terminar.
A - Transporte das crianças para a escola primária.
- Actualização: Zero! Que saibamos.
B - Feira do Mundo Rural, com a Cooperativa Agrícola de Águeda.
- Actualização: Zero! Efeito da pandemia, calculamos.
C - Passeio de idosos, caminhadas, cicloturismo e zumba.
- Actualização: Zero! Consequência pandémica?
D - Pavimentação de diversas ruas (apelos à Câmara).
- Actualização: Zero! 
Foram pavimentadas as ruas intervencionadas pelas obras de saneamento e água, obras da AdRA e da Câmara Municipal de Águeda.
E - Ligação, por passadiço, entre os parques da pateira de Óis da Ribeira e de Espinhel.
- Actualização: Zero!
F - Trilho pedestre entre a pateira e Requeixo.
- Actualização: Zero!
G - Acção social e educação.
- Actualização: Acções patrocinadas, de combate à COVID 19. 
Protocolo de cedência da escola, assinado
pelos presidentes Jorge Almeida (da CMA)
e Sérgio Neves (da JF da UFTOR)
H - Educação: A cedência da escola básica de Óis da Ribeira  foi protocolada com a Câmara Municipal de Águeda, a 16 de Janeiro de 2020, para a Junta de Freguesia da UFTOR lá «desenvolver um projecto multigeracional, tendo por objetivo a realização de actividades de caráter social e cultural, projectos com a comunidade que promovam a integração e a inclusão social». Entre as atividades previstas para aquele espaço conta(va)-se também «a criação de um atelier de costura».
- Actualização: Zero!
I - Sinalização e toponímia.
- Actualização: Colocação de alguma sinalização vertical.
J - Recolha de monos e verdes.
- Actualização: Zero, vírgula qualquer coisa.
L - Reforço dos parques e zonas verdes.
- Actualização: Zero, vírgula qualquer coisa.
- NOTA: A inventariação poderá pecar por defeito, como na altura observámos. O d´Óis Por Três, na altura de há 3 anos, aceitava correções pelo email doisportres2@gmail.com. Não recebeu nenhuma.
A imagem do padroeiro Santo
Adrião está como se vê
O Cruzeiro do Cabo


11 - ANO 2021,
há 2 anos!
O Cruzeiro do Cabo e o «cuidar do herdado para deixar em legado»!

O Cruzeiro do Cabo, assim conhecido, é das poucas obras arquitectónicas da vila de Óis da Ribeira.
É um bocado da sua história!
O d´Óis Por Três, apesar das diligências efectuadas, apenas conseguiu saber (com o mínimo segurança) que foi em 1945 que, em reunião da Junta de Freguesia, realizada a 7 de Março esse ano, se deliberou a sua construção.
Já lá vão 78 anos!
A construção de um cruzeiro no final da Rua do Cabo, justamente o que agora se encontra frente ao Café O Nelson. Rua actualmente denominada Rua Manuel Tavares e que termina onde começam as ruas de Santo António e da Pateira.
O presidente da Junta de Freguesia era Benjamim Soares de Freitas, que ficou encarregado das necessárias diligências para a concretização da obra. E o executivo incluía o secretário Joaquim Augusto Tavares da Silva e Cunha (professor) e o tesoureiro Manuel Soares dos Santos (Lopes).
O mesmo cruzeiro foi alvo de requalificação em ano indeterminado dos anos 60 do século XX, há volta de 60 anos e por benemerência pessoal de José Valentim Pinheiro Estima - lavrador e negociante de Óis da Ribeira que ainda é vivo (na casa dos 90 anos) e que também, mais ou menos por essa altura, mandou construir a Fonte dos Amores, na pateira.
Altura em que foram colocadas as imagens em azulejaria que hoje aqui reproduzimos
Os azulejos de Nossa
Senhora dos Navegantes
A imagem de S. José

Os azulejos partidos dos
santos do Cruzeiro do Cabo !

O dito Cruzeiro do Cabo homenageia várias santidades: Nossa Senhora dos Navegantes, Santo António, S. José e Santo Adrião - o Padroeiro da Paróquia de Óis da Ribeira.
Cada qual por sua razão: Santo Adrião por ser padroeiro, Santo António por perto ter devoção em capela de que é orago, Nossa Senhora dos Navegantes por, julgamos, ser Óis da Ribeira cercada de água e de embarcações; S. José por ser o nome do benfeitor.
O espaço já esteve, durante muitos anos, protegido com cadeados entre os 4 pilaretes, mas estes «desapareceram» e, ao longo dos anos, o cruzeiro tem sido gradualmente degradado.
Os painéis de azulejaria com os santos glorificados estão todos deteriorados - como se pode ver nas imagens que aqui publicamos.
O que, objectivamente, é uma prática desrespeitadora dos santos homenageados. É uma ofensa a quem professa a fé e crença dos seus valores litúrgicos e sacramentais.
É uma ofensa grave e um desrespeito evidente pelo benemérito que, voluntariamente e a suas expensas, suportou os custos desta iniciativa e agora a vê, porque ainda é vivo, abandonada e esquecida, degradada e abandalhada. 
Painel de Santo António
com azulejos partidos


«Cuidar do herdado para 
deixar em legado»!

A questão tem o seu significado religioso, para quem tem as suas afinidades mais ou menos religiosas e característica e mais especificamente católicas. 
Que totalmente respeitamos.
A mesma questão, por outro lado, põe em evidência a descuidada e desleixada desatenção com que o poder local, detentor deste património público, deixe que se degrade, se abandone e fique como se vê nas imagens.
Não basta, dizemos nós (e corrijam-nos, por favor, se for o caso...) que, em panfletária acentuação política, o poder instituído diga que tem como lema «cuidar do herdado para deixar em legado». 
O que é, então, o que será, para os eleitos de Óis da Ribeira, «cuidar do herdado para deixar em legado»?
É preciso e é obrigatório, senhores eleitos, que, em verdade verdadeira, cuidem de verdade e efectivamente o património que herdaram.
O património herdado é semente do futuro. Não o deixem degradar e morrer. Cuidem dele!».
- NOTA: Pregámos no deserto. Até ao dia de hoje, e passaram-se mais 2 anos, ainda não foi mexida uma palha para «cuidar deste herdado para deixar em legado». José Valentim Pinheiro Estima, entretanto, faleceu a 17 de Agosto de 2023, aos 94 anos.

Os 126 anos da Tuna/AFOR: «Águeda tem 6 filarmónicas», disse o vice-presidente da Câmara!

Os 126 anos da Tuna / AFOR foram vividos, tocados e cantados no salão cultural da ARCOR

Ana Sofia Framegas (secretária da Junta de Freguesia),
Edson Santos (vice-presidente da Câmara de Águeda) e,
da Tuna/AFOR, António Reis (presidente) e Victor
Fernandes (vice-presidente)

Romagem ao cemitério


O presidente António Reis afirmou, na sua intervenção nos 126 anos da Tuna / Associação Filarmónica de Óis da Ribeira (AFOR), que «a Câmara Municpa de Águeda mostrou confiança em nós» quando lhe cedeu o edifício da escola primária de Óis da Ribeira.
«A Câmara entendeu as nossas necessidades», disse o líder executivo da Tuna/AFOR, sublinhando que a instituição vai passar a ter «condições para o ensino e os ensaios» e, por outro lado, anunciando a sua fé no sentido de o próximo aniversário - os 127 anos de 2024, daqui a 12 meses... - ser festejado nas novas instalações. Na escola escola primária.
«Pedimos o apoio de todos, para que possamos concretizar as obras de adaptação do edifício», disse António Reis, que, na sua intervenção, também quis destacar as actividades do ano artístico de 2023, durante o qual e para além de serviços da agenda, por exemplo, a instituição foi entronizada, a 4 de Março de 2023, entronizada como «Confrade de Honra» pela Confraria Gastronómica Sabores do Botaréu, de Águeda.
Marcha José Maria Gomes


Águeda tem 6
banda filarmónicas!

Edson Santos, vice-presidente da Câmara Municipal de Águeda e, por coincidência, bisneto de um antigo tunante (Abílio Viegas), avalisou a ambição da instituição musical e cultural de Óis da Ribeira.
«Não damos porque damos, porque a AFOR quer fazer, mostrando estratégia que, como objectivo, é ser uma grande banda do nosso concelho», disse o autarca camarário.
«Há uma grande evolução na Associação Filarmónica de Óis da Ribeira», disse Edson Santos, sublinhando também que «para a Câmara, o concelho de Águeda tem 6 bandas filarmónicas», assim deixando entender que pode(rá), dizemos nós, juntar-se às 5 que, há muitos anos, formam a União de Bandas de Águeda - a UBA, união que não aceita a Tuna/AFOR.
«Sejam perseverantes», sugeriu Edson Santos.
Ana Sofia Framegas, trineta paterna de Jacinto Matos, um dos fundadores da Tuna que agora se denomina Associação Filarmónica de Óis da Ribeira, em estreia oficial (pública) como membro do executivo da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira, também interveio e sublinhou «o trabalho e dedicação» da direção de António Reis.
O festivo momento comemorativo da Tuna / AFOR incluiu o mini-concerto do palco do salão cultural da ARCOR, onde decorreu o almoço dos 126 anos, e durante o qual foi interpertada a «Marcha José Maria Gomes», escrita há 3 anos pelo capitão Amílcar Morais e que homenageia «um dos responsáveis pela reativação da Tuna Musical de Óis da Ribeira», em 1993. Agora e 30 anos depois, José Maria Gomes, aos 76 anos, continua a participar activamente em todos os serviços e atividades da associação e, disse o presidente António Reis, «é, em dúvida, um exemplo a seguir pelas gerações futuras».
A marcha foi composta pelo capitão Amílcar Morais e editada por Rodolfo Campos. Agora, e nos 126 anos da Tuna/AFOR, foi dirigida pelo maestro António Bastos.
- AMANHÃ: A Tuna/AFOR vai para a terceira sede aos 126 anos!


quarta-feira, novembro 29, 2023

1 - ANO 2001, há 22 anos: A placa grande do Centro Social da ARCOR e da sede da Junta de Freguesia! 2 - ANO 1906, há 117 anos: A morte de Justino, pai do benemérito Adolfo Pires dos Reis! 3 - ANO 1935, há 88 anos: Uma aposta de... 100$00, sobre a construção da ponte! 4 - ANO 2001, ha 22 anos: Presidente da Câmara no novo ATL da ARCOR! 5 - ANO 2003, há 20 anos: PSD de Águeda visitou obras, polidesportivo e hangar da ARCOR! 6 - ANO 2005, há 18 anos: A «velhinha» Tuna que chegou aos 108 de 2025! 7 - ANO 2008, há 15 anos: Três gerações de músicos da Tuna de Óis da Ribeira! 8 - ANO 2008, há 15 anos: A Tuna comemorou 111 anos de história! 9 - ANO 2011, há 12 anos: Balneários da pateira em plano da Junta! 10 - ANO 2013, há 10 anos: Percurso pedestre pelas terras e águas de Óis da Ribeira! 11 - ANO 2014, há 9 anos: Tuna de Óis da Ribeira numa imagem de 1906! 12 - ANO 2016, há 7 anos: A entrada da cave da Tuna que é Filarmónica! 13 - ANO 2017, há 6 anos: O papel dos 9 eleitos de (des)União de TravassÓis! 14 - ANO 2018, há 5 anos: O polidesportivo da ARCOR está... arrelvado e abandonado, há vários anos! 15 - ANO 2019, há 4 anos: «REN» regulariza actividades económicas de Óis da Ribeira e Espinhel!


A primeira placa grande (vista parcial) do centro social da ARCOR e sede da Junta de Freguesia, há
precisamente 22 anos! Lembram-se? Corresponde aos dois blocos do lado sul: o da entrada (e andar
da Junta de Freguesia) e cozinha e refeitório

A placa da ARCOR (outra imagem). Há exactamente 22 anos!

1 - ANO 2001,
há 22 anos!
A placa grande do Centro Social da ARCOR e da sede da Junta de Freguesia!

As obras do centro social da ARCOR começaram a 22 de Outubro e a 29 de Novembro de 2001, há 22 anos, foi medida e debitada a placa principal, a primeira e correspondente ao segundo auto de medição: nada mais nada menos que 90 913,67 euros, mais IVA (15 455,32).
Contas feitas, um total de 106 368,99 euros, o que, pelas equivalências do conversor da PORDATA, seriam hoje qualquer coisa como perto 150 000 euros. «Muita massa»..., dir-se-ia, mas era o custo da placa e, naturalmente, de todo o processo de construção que a «preparou» durante um pouco mais de um mês de trabalhos da empresa Construções Marvoense!
A direção reuniu no dia seguinte, na pequena secretaria da então sede, na casa da sede da Junta de Freguesia (junto ao lavadouro), e outra resposta não teve que foi... pagar. Foi a mais alta factura (auto de medição) das mais de 3 dezenas que foram pagas durante os 4 anos da direção arcoriana.
- NOTA: A direção de 2001 era formada por Celestino Viegas (presidente), Manuel Soares (vice-presidente), Arlindo Reis (tesoureiro), Maria Madalena Neves (secretária) e Milton Gomez (vogal e que acumulava com as funções de fiscal das obras). Hoje, todos eles estão «afastados» da ARCOR.
Adolfo P. Reis
 
2 - ANO 1906,
há 117 anos!
A morte de Justino, pai
do benemérito Adolfo
Pires dos Reis!

O pai do benemérito Adolfo Pires dos Reis faleceu a 29 de Novembro de 1904. Muito novo, aos 43 anos.
Justino dos Reis, assim se chamava, deixou viúva Maria Rosa Pires Soares, ambos agricultores e moradores na então Rua do Viveiro - a que hoje tem o nome do filho Adolfo. Era filho de Domingos Francisco dos Reis e de Rosa Maria Estima, genro de Joaquim António Pires Soares e de Maria Rosa Soares, todos de Óis da Ribeira.
O casal, para além de Adolfo, teve pelo menos os filhos Porfírio (que teve casa em Cabanões, atrás da capela, e que, como Adolfo, também comerciou em Setúbal), Leolinda e Efigénia, esta mãe de Celeste, Bernardete e Manuel Augusto Pires dos Reis - já todos falecidos.
- NOTA: Sobrinhos-netos actualmente residentes ou com ligações directas a Óis da Ribeira são Júlio (filho de Celeste e que teve os irmãos Delfim e Carlos Alberto, já falecidos), professora Maria José e José Pires Tavares, em França (filhos de Bernardete), Higino e Carlos Manuel (de Manuel Augusto). Entre outros.
Uma nota de 1000$00 de 1935, o valor
de aposta sobre o ano de construção da
ponte. Seriam agora 470 euros!


3 - ANO 1935,
há 88 anos!
Uma aposta de... 100$00,
sobre a construção da ponte!

 O presidente da Comissão da Ponte de Óis da Ribeira sobre o Rio Águeda, apostou 100$00, há 88 anos, em como a ponte estaria construída em 1936.
Nada mais nada menos que o ano seguinte.
O presidente era o padre José Bernardino dos Santos Silva mas o repto não foi aceite por Diamantino Francisco da Silva, pai do professor Dinis Pires da Silva (e outros) e considerado «criatura honesta e homem corajoso, vogal da dita comissão e ambos amigos». Certamente, partindo do princípio que o seguro morreu de velho.
Apostasse Diamantino e teria ganho, pois a ponte só viria a ser inaugurada a 25 de Maio de 1952. A valores de hoje, os 100$00 de 1935 seriam qualquer coisa como 50 euros. 
- NOTA: Ao tempo, existia projecto para a ponte, mas, ao certo ninguém, sabia onde parava: se em Lisboa, nos serviços do ministério, se na Aguieira, na Quinta do Conde de Águeda. E nunca se soube, tanto quanto (não) sabemos.

4 - ANO 2001,
ha 22 anos!
Presidente da Câmara
no novo ATL da ARCOR!

A abertura do novo ATL da ARCOR, na cave da então sede da Junta e da associação - agora sede da Tuna / AFOR -, foi a 29 de Novembro de 2001. 
Há exactamente 22 anos.
A véspera fora tempo de visita inspectiva de técnicos da Segurança Social, que consideram o espaço apto e o aprovaram, depois dos trabalhos efectuados pela empresa Mondego Obras, de que era gerente o conterrâneo Dinis Alves. E que implicaram a remodelação das redes de água, saneamento e electricidade, revestimento de paredes e pavimentação do chão, obras em sanitários e na sala anexa - totalmente remodelada e equipada com... computadores.
- NOTA: A direção era presidida por Celestino Viegas, que, com a secretária Maria Madalena Neves, dias depois (foto) receberam Castro Azevedo, presidente da Câmara Municipal, de Águeda - que também apoiou as obras. Dinis Alves é o actual presidente da ARCOR.
Visita do PSD à ARCOR: Milton Gomez, Luís Costa,
Alberto Marques, Celestino Viegas, Horácio Marçal e
Agostinho Tavares (atrás), Fernando Pires, Ana Santos 
e Paulo Matos


5 - ANO 2003,
há 20 anos!
PSD de Águeda visitou
obras, polidesportivo e 
hangar da ARCOR!

A Comissão Política Concelhia de Águeda do PSD visitou as obras do entro social da ARCOR a 29 de Novembro de 2003.
Um sabado de há precisamente 20 anos.
A delegação era liderada pelo presidente Paulo Matos, com os comissários Alberto Marques, Ana Santos e Luís Costa, para além de Horácio Marçal, presidente da Assembleia Municipal, que se confessaram admirados com a dimensão patrimonial da ARCOR».
«Pouca gente conhecerá toda esta actividade», disse Ana Santos, atendendo ao número de habitantes (721) de Óis da Ribeira e a volumetria do centro social, do hangar de canoagem e do polidesportivo. Que demoradamente visitaram.» 
NOTA: A delegação foi recebida, da parte da ARCOR, pelo presidente Celestino Viegas, pela secretária Maria Madalena Neves e pelo vogal Milton Gomez.
Hostilino Cardoso Matos e Jorge Almeida


6 - ANO 2005,
há 18 anos!
A «velhinha» Tuna de
108 anos que chegou aos
108 de 2025!

O vereador Jorge Almeida, vice-presidente da Câmara Municipal de Águeda, veio a Óis dizer coisas bonitas da nossa Tuna. Chamou-lhe «velhinha de 108 anos, rodeada da tanta gente jovem!!!». 
Foi bonito e um momento emocionante e de grande carinho!!!
Quem dos nossos diz bem, bem merece tudo de nós!!!! Aplausos, obrigados, beijinhos e abraços!!!
Tudo isso para Jorge Almeida!!! E não se esqueça da Tuna de Óis da Ribeira. Nunca!!!»
- NOTA: Mal adivinharia Jorge Almeida que, já como presidente da Câmara, estaria, a 27 de Novembro de 2022, a presidir aos 125 anos da Tuna - que agora é Associação Filarmónica de Óis da Ribeira. Já não esteve em 2023, substituído pelo vice-presidente Edson Santos
Jacinto Matos ladeado pelo filho Óscar,
à esquerda, e o o neto Hostilino 


7 - ANO 2008,
há 15 anos!
Três gerações de músicos
da Tuna de Óis da Ribeira!

Ainda em maré de festa da Tuna, uma fotografia histórica, com três gerações da Família Matos, desde sempre ligada à instituição: Óscar, Jacinto e Hostilino Matos. Respectivamente, filho de Jacinto e pai de Hostilino (esquerda), pai de Óscar e avô de Hostilino (Jacinto, um dos fundadores da Tuna) e Hostilino (filho de Óscar e neto de Jacinto à direita).
- NOTA: Jacinto Pereira de Matos faleceu a 10 de Novembro de 1953, aos 75 anos de idade; o filho Óscar a 8 de Março de 1984, aos 74 anos: o Hostilino Matos dos Reis a 22 de Novembro de 2022, aos 92 anos.


8 - ANO 2008,
há 15 anos!
A Tuna comemorou 
111 anos de história!

A Tuna Musical de Óis da Ribeira, hoje denominada Associação Filarmónica, comemorou o 111º. aniversário nos dias 29 e 30 de Novembro de 2008. 
Há precisamente 15 anos.
A noite de sábado, dia 29, foi tempo de realização do jantar de convívio e festa, no salão do restaurante Pôr-do-Sol e com participação de entidades locais e regionais, músicos, famílias e amigos. Do domingo, dia 30, foi tempo para a missa solene festiva (10 horas) e romagem aos cemitérios. A tarde, depois das 14,30 horas, foi de arruada de saudação à população óisaribeirense.
- NOTA: O presidente da direcção tunante era Manuel Soares dos Reis e Santos e Nuno Almeida o maestro e também músico
Os balneários deverão ser construídos do lado
direito (de quem olha) do restaurante. Ainda... 
.

9 - ANO 2011,
há 12 anos!
Balneários da pateira
em plano da Junta!
 
A Junta de Freguesia de Óis da Ribeira, «sem dinheiro para fazer grandes coisas», tem um orçamento de 66 400 euros e planeia construir os balneários da pateira em 2012. 
O plano de actividades e orçamento vai ser analisado e votado na Assembleia de Freguesia do dia 7 de Dezembro, às 21 horas, e Fernando Pires, presidente do executivo óisdaribeirense, não tem “grande fé” em obras. 
«O asfaltamento da rua das Arroteias anda há anos em plano da Câmara Municipal e, para 2012, terá 22 500 euros, mas não sei se será feito», disse o autarca. A rua das Arroteias a que Fernando Pires se refere é a que vai da casa de Hermenegildo Viegas aos Serrados e não a que é comummente conhecida por esse nome - o troço da António Bernardino aos mesmos Serrados (e que já está asfaltada). Quanto ao milhão de euros inscrito no plano de actividades, da Câmara Municipal, para Óis da Ribeira, diz Fernando Pires que “é lapso”: “São para o aterro de Cabanões, que é de Travassô”.
- NOTA: Hoje e 11 anos passados, e mais duas Juntas de Freguesia (as da União de Freguesias, dos travassonenses presidentes Mário Martins Sérgio Neves), ainda não há balneários para ninguém. É a vida!



10 - ANO 2013,
há 10 anos!
Percurso pedestre pelas
terras e águas de Óis
da Ribeira!


«Dias dos mais frios que se fizeram anunciar para a nossa primeira saída em 2009 não assustou ninguém e marcámos presença num início de manhã a rondar os 0º.C.
Não íamos desiludir quem organizou e nos lançou este repto, os nossos associados Carlos e Maria João, do Porto.
Após a chegada à pateira, ainda deu tempo para um café quentinho no bar que ali estava aberto. Depois das explicações das técnicas da Câmara Municipal de Águeda, iniciou-se o percurso circular PR1, em Parque de Óis frente ao restaurante. Dali até ao parque de Espinhel a lama, neste troço de caminhos florestais, não foi suficiente para nos atrapalhar a observação de algumas aves no caminho até à pedreira.
(...) Dirigimo-nos a Óis da Ribeira onde nos reunimos no Largo do Barqueiro e, dali, pela várzea fora, pisando lajes de pedra avermelhada vindas da pedreira, entre campos de cultivo muito férteis devido às cheias do Águeda é um instante até se atingir o clube de remo. Estávamos de novo quase no local de partida e a receber-nos lá estavam os patos contratados pela secção a justificar o nome do local! Já se comia qualquer coisinha depois destes 13 kms.».
- NOTA: O texto foi retirado DAQUI, um link que já está desactivado. Infelizmente não nos lembramos da autoria, para que agora fizéssemos identificação.



11 - ANO 2014,
há 9 anos!
Tuna de Óis da Ribeira
numa imagem de 1906!

A imprensa de Águeda publicou um imagem da Tuna de há 108 anos (e não 104, como se lê na notícia; ou será a imagem de 1910?). Seja como for, o d´Óis Por Três destaca o pormenor de a Tuna, a esse tempo, já ser notícia dos jornais de Lisboa. Na verdade, pelo que se lê, foi publicada a 30 de Dezembro de 1906 (ou 10?).
Ai estes jornalistas, que não percebem nada de algarismos e de contas.
- NOTA: A imagem aqui reproduzida foi publicada no «Diário de Notícias» de 30 de Dezmbro de 1906. Há quase 117 anos!


12 - ANO 2016,
há 7 anos!
A entrada da cave da Tuna
que é Filarmónica !

Há dias, a 6 de Novembro (de 2016), falámos aqui do estado em que se encontrava a entrada da cave da sede da Tuna Musical que agora é Associação Filarmónica de Óis da Ribeira.
Como então escrevemos, parecia-nos mal, na verdade, aquele ar de abandono e desmazelo que a foto de baixo recorda, nada condizente com o prestígio da agremiação.
Pois bem, alguém fez questão de hoje nos enviar a imagem que reproduzimos acima, para que se veja o que se vê: a entrada da cave foi limpa e cimentada.
- NOTA: «Muito bem», escreveu o d´Óis Por Três de há 7 anos. Acrescentámos: «Assim como foi oportuno dar o alerta, hoje damos a melhor notícia que se podia dar sobre tal assunto. Talvez a festa de aniversário, no último fim de semana, tenha ajudado a apressar o arranjo. E ainda bem! Obrigado pelo envio da foto».

13 - ANO 2017,
há 6 anos!
O papel dos 9 eleitos de
(des)União de TravassÓis!!


A trapalhada em que se transformou a não eleição dos órgãos políticos da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira foi tema do d´Óis Por Três de há 6 anos.
Assim:
«(...) revela, confirmando, o que há de pior na forma de fazer política e a mediocridade dos eleitos da Assembleia de Freguesia.
Como lamentavelmente se repetiu na última sessão, há 
precisamente uma semana, no dia 22 de Novembro de 2017.
Eleitos que, ao vivo e repetidamente, tem vindo a dar um péssimo exemplo do que é fazer política e o é mentir ao povo. Na verdade e depois de eleitos, agem ao arrepio das ilusões que venderam antes e durante a campanha eleitoral. Ilusões que, afinal, muitas vezes não passam de mentiras.
E qual campanha eleitoral?
Qual manifesto para o desenvolvimento das duas freguesias, qual carapuça?
Não há.
Há apenas sede de poder, a todo o custo!
Tachos e... tachos...
Poder pelo poder; planos?
Nem bons nem maus!
As eleições autárquicas de 2017, na verdade, não tiveram quaisquer candidaturas com um plano para os 4 anos do mandato.
Nem bom nem mau.
Os manifestos apresentados ao povo eleitor, todos eles, não passaram de atabalhoadas declarações de intenção, meramente para iludir os fregueses eleitores.
Juntaram umas frases feitas, boa parte delas passadas de eleições anteriores, e assim se (re)apresentaram para se sentarem à mesa do tacho da política.
Passadas as eleições e porque nenhum atingiu os seus objectivos, andam a fossar na lama da política, a envergonhar a comunidade travassÓisense.

Dois meses depois...
Enquanto isso e 2 meses passados, a administração da (des)União está bloqueada e, infelizmente, tragicamente, não se vê - ou sequer se pressente... - que se questionem os eleitos sobre o (mau) caminho para que estão a levar a política local.
Houvesse um mínimo de razoabilidade e vontade políticas e a qualidade da democracia parlamentar local poderia ser muito melhorada.
Mas os 9 eleitos não querem!

- NOTA
«Teriam de se demitir e dizer não aos pequenos poderes que os atafulham de preconceitos», considerou o d´Óis Por Três. «Demitirem-se, todos, e não se voltarem a candidatar», concluímos.
A história deu no que deu e nada há a fazer!

O polidesportivo «arrelvado» da ARCOR. Não, não é fotoshop, é mesmo abandono do equipamento,
que é património porventura esquecido e de certeza ignorado pelos órgãos sociais
O lixo entre os balneários e o campo de jogos,
que parece «arrelvado» como se vê...

14 - ANO 2018,
há 5 anos!
O polidesportivo da ARCOR
está... arrelvado!
 
A assembleia geral da ARCOR está marcada para a noite de amanhã, dia 30 de Novembro de 2018, e há muito natural expectativa quanto ao plano de actividades (ou programa de acção, chamem-lhe o que quiserem...) para o ano de 2019. E, obviamente, também quanto ao orçamento que o suportará.
O lixo junto às placas e depósito de água,
mais o «arrelvado» do campo de jogos


Plano, orçamento
e estratégia !

A direcção de Mário Marques vai já entrar no terceiro ano de mandato, depois de quatro como tesoureiro - já vai, pois, entrar em 7 anos seguidos de exercício directivo e executivo... -, pelo que ninguém melhor que o douto presidente e a sua equipa para bem conhecer os cantos da casa e apontar e definir estratégias para reverter os prejuízos apresentados nos últimos anos.
O órgão directivo arcoriano, de resto já recauchutado por duas vezes, seguramente bem o acompanhará, porque os cantos da casa e o modus vivendi também conhece(rá).
Aliás, seguindo o parecer do Conselho Fiscal no relatório das contas de 2017, que tiveram um prejuízo de 22 509,86 euros: 
«O CF quer alertar para que continue a ser feito o controle cada vez mais eficiente das contas (...) sem perder, de forma alguma, o carácter social da nossa associação, tendo que ser mantida a qualidade dos serviços de atendimento aos nossos utentes».
Não podia melhor ter sido dito!


Polidesportivo
está abandonado,
há vários anos!

A curiosidade quanto ao pro-
grama de acção e orçamento para 2019 é natural mas é «coisa» de futuro.
Real e actual, invulgar e de ho je, e já de ontem e anteontem, é o degradado estado em que se encontra o polidesportivo, equipamento que é património da ARCOR.
O piso do espaço de jogos... esverdeou,
Vidros das janelas e armadura e 
fluorescente dos balneários estão 
partidos.  Vandalizados!
como a foto bem documenta. Nascem ervas nos poros do piso, que assim parece arrelvado.
É um sinal triste de degradação, abandono e evidente desmazelo!
O lixo cresce no espaço envolvente, entre os balneários e o espaço de jogos, entre o balneário e a parede das placas, com o depósito de água pelo meio. Amontoa-se, como mostram as segunda e terceira fotografias - que valem por mais de 1000 palavras.
Os vidros das janelas dos balneários estão partidos, como bem (mal) mostra a imagem de baixo.
A lâmpada de iluminação exterior está partida.
A rede de arame está rebentada em vários pontos da vedação.
A rede das balizas não existe.
Parece que a direcção da Arcor esqueceu o que é seu e que, certamente, muito trabalho deu a quem (e algumas direcções foram) erigiu este equipamento desportivo.
Oxalá o programa de acção e o orçamento para 2019 não esqueçam o polidesportivo. Que é da ARCOR e, degradado e abandonado como está, envergonha a ARCOR.
- NOTA: Hoje e mais de 5 anos passados, a situação do polidesportivo piorou, sem qualquer intervenção requalificadora. Citando alguém da política local, é este o «cuidar do herdado para deixar em legado».

O ponto 149 é o que se refere à Agro-Pecuária Irmãos Soares. O 147, da 
Agriespinhelense, no limite com Espinhel pelo lado do Surpel
Legenda para identificar os pontos REN. 
Clicar na imagem para a ampliar
 

15 - ANO 2019,
há 4 anos!
«REN» regulariza actividades
económicas de Óis da Ribeira
e Espinhel!

O Diário da República nº. 222/2019, II Série, de 19 de Novembro, publicou o Aviso nº. 18425/2019, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, que envolve alteração da delimitação da Reserva Ecológica Nacional (REN) do município de Águeda e, em particular, em Óis da Ribeira.
A proposta foi da Câmara Municipal de Águeda e insere-se no âmbito dos seguintes pedidos de regularização extraordinária das actividades económicas, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 165/2014, de 5 de Novembro, alterado pela Lei nº. 21/2016, de 19 de Julho (RERAE), que obtiveram deliberação favorável condicionada em sede da Conferência Decisória prevista no artigo 9º. do RERAE:
Carlos Simões e Deolinda Vidal da Silva Figueiredo (Belazaima, Castanheira e Agadão), Sociedade Agrícola Agriespinhelense (Espinhel) e Agropecuária Irmãos Soares (Óis da Ribeira).

O caso de Óis
da Ribeira


O processo de regularização da actividade económica da Agropecuária Irmãos Soares, em Óis da Ribeira, obteve decisão favorável condicionada, nos termos do n.º 2 do artigo 13º. do Decreto-Lei n.º 165/2014 de 5 de Novembro, alterado pela Lei nº. 21/2016, de 19 de Junho.
A conferência decisória obteve deliberação favorável condicionada e corresponde à área estritamente necessária para a regularização das edificações afectas à exploração.
O mesmo aconteceu com a Sociedade Agrícola Agriespinhelense, que curiosamente está ligada à Irmãos Soares e na conferência decisória também obteve deliberação favorável condicionada e com a mesma restrição.
- NOTA: «Sucesso que aplaudimos, pois importa não condicionar quem cria riqueza e, por isso, desenvolve a sociedade local», sublinhou o d´Óis Por Três de há 3 anos!

A Comissão Coordenadora Concelhia do Bloco de Esquerda de Águeda
com o casal  óisdaribeirense Diana Moreira e Romeu Fernandes 
Romeu Fernandes e Diana Moreira



15 - ANO 2020,
há 3 anos!
Diana e Romeu são
comissário do Bloco!

 O Bloco de Esquerda (BE) elegeu ontem, a Comissão Coordenadora Concelhia de Águeda (CCCA). Com dois dirigentes de Óis da Ribeira: o casal Diana Moreira e Romeu Fernandes.
O acto eleitoral bloquista decorreu na sede local do partido e apenas uma única lista se apresentou a sufrágio, com a moção «Construir Águeda à Esquerda».
A mandatária foi Maria de Fátima Ferreira de Melo e a lista e a moção foram eleitas com 100% dos votos expressos. É formada por Cláudia Afonso (técnica superior de educação social), Luís Grilo e Rui André Soares (freelancers de comunicação), a bióloga Filipa Veira e, de Óis da Ribeira, o administrativo Romeu Fernandes e a responsável de armazém Diana Moreira.
O projecto dos eleitos locais do BE passa por 4 linhas-base:
1 - Construir Águeda à Esquerda.
2 - Combater a pandemia e rejeitar a austeridade.
3 - Construir alternativas para Águeda. 
4 - O futuro à Esquerda.

Diana e Romeu, ao centro, na sua primeira 
acção pública do BE de Águeda, com 
Cláudia Afonso e Luís Grilo


Diana e Romeu,
do PS ao Bloco

Os comissários Diana Moreira e Romeu Fernandes são de militância recente no Bloco de Esquerda.
O seu primeiro e assumido acto púbico bloquista foi a 13 de Março de 2019, quando, acompanhados de outros militantes, debutaram na distribuição de propaganda partidária junto das escolas secundárias de Águeda.
O casal ribeirense, pouco antes, integrara a lista do PS nas eleições autárquicas travassÓisenses de 2017 e foram dois dos subscritores da carta de abandono do PS, logo no início da «crise» política que «levou» às eleições intercalares de 24 de Fevereiro de 2019.
Em desacordo com as posições políticas do partido assumidas nas várias sessões da primeira Assembleia de Freguesia, demarcaram-se do PS logo em Novembro de 2017 e abandonaram o partido, com mais três jovens socialistas de OdR: Ana Sofia Framegas (quarta candidata da lista), Rosa Lina Almeida (9ª.) e Rúben Santos (11º.). - Ver AQUI
- NOTA: Agora, são comissários do Bloco de Esquerda (BE) em Águeda e foram candidatos na UFTOR nas eleições autárquicas de 2021 (com 39 votos nas duas freguesias).