terça-feira, outubro 31, 2017

A Assembleia política de TravassÓis na noite das bruxas...


Sérgio Neves, eleito presidente da Junta de Freguesia da (des)União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira, é um caso único. Ou 
inúmeros casos. Apenas numa semana, com e sem escutas, aprendemos que: 

1 - Os srs. eleitos do Juntos (4) e do PS (1) não o consideram presidente a sério, sem, porém, lhe poderem tirar a etiqueta vencedora de 1 de Outubro, não tarda há já um mês - fará amanhã. E olham-o com ar de galhofa, como quem diz «cá se fazem, cá se pagam».
Estas posições são a face não oculta de uma luta politicamente tribal que nada tem a ver com a comunidade travassÓisense e muito menos com a ribeirense. Mas a prejudica.
2 - Consegue o  «milagre» de ser, ao mesmo tempo, presidente de Assembleia de Freguesia e presidente da Junta de Freguesia. É, em pessoa, uma espécie «política» rara: tem dois amores, mas nem saberá de qual gostará mais.
3 - É presidente de uma Junta de Freguesia, a da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira, por cujas chaves esperou 28 dias.
4 - É presidente de um executivo autárquico novo que, por ora, terá vogais do velho. E que lhe são hostis. E que não correspondem(rão), nunca, ao seu supostamente humilde apelo, citando de um antigo 1º. Ministro: «Deixem-me trabalhar!...».
5 - É o recordista de Assembleias de Freguesias suspensas. A de instalação dos órgãos autárquicos já foi por três vezes, não se sabe se logo à noite será a quarta. Tudo isto, em menos de um mês. É d´homem!
6 - É presidente de uma Junta de Freguesia que, a continuar assim, nem plano de actividades e orçamento para 2018 poderá elaborar e, consequentemente, sujeitar a votação e muito menos executar. Não tem Assembleia de Freguesia - a mesma que ele ainda preside, na sua dupla qualidade de executor e fiscalizador.
7 - É o presidente de uma Assembleia de Freguesia por instalar e sem actas, aparentemente porque a sessão ainda não acabou. Na verdade, terá esta noite a quarta parte e as actas serão feitas depois de as sessões acabarem.
Mário Martins (J)
Júlia Melo (PS)
8 - É um presidente cujos lapsos políticos e legais os seus apaniguados querem justificar na idade, uma idade alegadamente imberbe: «só» tem 28 anos! Então, porque o candidataram? E porque o candidataram há 4 anos? Então, só tinha 24!
9 - É um presidente de embaraços, ante as repetidas impertinências das oposições - ora da mariana (da hostil liderança do dinossauro Mário Martins), ora da juliana (a da debutante Júlia Melo). Desconcentra-se frequentemente e por vezes confunde as presidências que exerce: ou é da Junta, ou é da Assembleia. Por vezes, parece que não é de nenhuma.
10 - Lê os articulados que entende e deveria saber de cor e salteado, para se explicar bem e todos entenderem. Mas não é ouvido.
11 - É acusado de não ser democrata, até de mentiroso, por não aceitar os vogais que lhe querem impôr.
12 - Baralha-se nas respostas/esclarecimentos, usa argumentos relativamente toscos e uma parafernália dialéctica típica de quem não está seguro do que diz e faz.
13 - É o presidente que temos, para já. Eleito pelo povo, o mais votado, sem maioria, valha isso o que valha.

Assembleia AFTOR
em Noite de Bruxas

A Assembleia de Freguesia de instalação dos órgãos autárquicos de Travassô e Óis da Ribeira, em quarta sessão, continua logo à noite, dia 31 de Outubro de 2017, o da noite das bruxas.
O local é o mesmo: o salão da sede da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira, em Óis da Ribeira, que certa-
mente voltará a ser pequeno para caber o público que acorre ao espectáculo. Não seria pior pedir à Arcor, para ser no seu salão.
A hora é a mesma: às 21, ou 9 horas da noite das bruxas.

Espaço Armando Resende está vedado ao público...

O espaço que foi a casa de Armando Resende foi vedado pelo novo proprietário. A
antiga casa pode ser recordada na imagem de baixo


O último fim de semana deu para reparar na vedação instalada no terreno que foi o da casa do sr. Armando Armando Resende e em tempos vendida a, supõe-se, um empresário da zona de Aveiro. 
O terreno é agora de António Carvalho, o Carteiro, que tem casa mesmo ao lado, na Rua Benjamim Soares de Freitas.
O d´Óis Por Três sabe que o espaço da antiga casa (que se pode recordar na imagem ao lado) e respectivo logradouro (entretanto transformado num enorme silvado) foi recentemente comprado em hasta pública, por venda do fisco.
O novo dono, naturalmente, vedou o terreno, que há anos vinha sendo ocupado para estacionamento público (em terreno privado)

segunda-feira, outubro 30, 2017

Quem são os 9 desentendidos da Assembleia de Freguesia?


Os 9 eleitos pelo povo de Travassô e Óis da Ribeira, os 9 que não se entendem na embrulhada que se atravessa, nem quere-
rão...!, têm nome e, obviamente, têm rosto.
São os actores da novela trágico-política que decorre no salão nobre da sede da União de Fregue-
sias, em Óis da Ribeira.
Quem são eles, então?
1 - SÉRGIO NEVES, de 28 anos, o presidente eleito da Junta de Freguesia. 
Sérgio Neves, à direita, e Ma-
nuel Almeida (Capitão)
Tem carreira de militante nas hostes do PSD, desde as associações de estudantes às organizações de juventude do partido (JSD), em vários graus. Foi candidato do PSD à presidência da Junta de Travassô e Óis da Ribeira em 2009, perdendo para Mário Martins (PS). 
 Em 2013, venceu o mesmo Mário Martins (agora no Juntos). Em 2009, tinha sido o primeiro suplente (10º. lugar) da lista de
Ilda Pinheiro e Sérgio
Almeida (PSD)
Ilda Pinheiro. É de Travassô.
2 - MANUEL ALMEIDA (Capitão), nº. 2 da lista do PSD. Foi secretário da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira em 5 mandatos, de 1994 a 2009. Foi secretário da Mesa da Assembleia de Freguesia de Travassô e Óis da Ribeira no mandato de 2013/2017. Foi dirigente da Arcor e é de Óis da Ribeira.
3 - ILDA PINHEIRO, de 45 anos e nº. 3 da lista do PSD. Foi candidata a presidente da Junta de Freguesia de Travassô em 2009, perdendo para Mário Martins. Tinha sido segunda da lista do mesmo PSD em 2005, liderada por José Correia de Lima. Tem secretariado Sérgio Neves nas sessões da Assembleia de Freguesia do mandato de 2013/2017. 
4 - SÉRGIO MIGUEL ALMEIDA, de 35 anos e nº. 4 do PSD. Em 2005, foi quarto da lista de Renato Salgado (PSD) na freguesia de Espinhel, de onde é natural. Casado e residente em Óis da Ribeira. Foi vice-presidente da direcção da Arcor.
Mário Martins e António
Horácio Tavares (Juntos)
5 - MÁRIO MARTINS, 73 anos e primeiro da lista do Juntos. Foi candidato do CDS em 1997 e substituiu o presidente Aníbal Pires. Ganhou pelo CDS em 2001 e em 2005 trocou o CDS pelo PS e ga-
nhou a presidência da Junta de Fregue-
sia. Ainda pelo PS, venceu as primeiras eleições da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira. Em 2017, trocou o PS pelo Juntos e perdeu para Sérgio Neves (PSD). Foi dirigente do Jardim Social de Travassô.
6 - ANTÓNIO HORÁCIO TAVARES, de 60 anos e nº. 2 da lista do Juntos. Foi candidato do PS em 1989 e 2013, neste mandato ocupando temporariamente o cargo de secretário da Junta de Freguesia, antes e depois de ser membro da Assembleia de Freguesia. Em 2017, transferiu-se para o Juntos e tornou-se popular por se afirmar que «nem sou de Óis», embora, concorra por Óis da Ribeira. Foi presidente da direcção da Tuna.
José Garcia e Marta
Morais (Juntos)
7 - JOSÉ GARCIA, nº. 4 da lista do movimento Juntos. É debutante da política e dirigente da Orquestra Filarmónica 12 de Abril de Travassô.
8 - FILIPE ALMEIDA, de 37 anos, nº. 5 da lista do Juntos. Foi candidato do PS em 2005, 2009 e 2013, neste caso e já na União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira, foi membro da Assembleia de Freguesia. Em 2017, transferiu-se para o Juntos e, neste momento, como substituto de Marta Morais, é membro da Assembleia de Freguesia.
Filipe Almeida
(Juntos)
Júlia Melo
(PS)
9 - JÚLIA MELO, de 50 anos e líder da lista do PS. É debutante na polí-
tica autárquica local (a de Travassô e Óis da Ribeira) mas, em 2013 e na lista de Filipe Neto Brandão, foi 15ª. candidata socialista à Assembleia Municipal de Aveiro.

A eleita juntista
Marta Morais

 Marta Lúcia de Castro Morais, de 36 anos, professora, é a nº. 3 da lista do Juntos - Movimento Independente de Travassô e Óiis da Ribeira.
A autarca foi secretária da primeira Junta de Freguesia da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira (temporariamente substituída por António Horácio Tavares). Não tem participado nestas sessões da Assembleia de Freguesia, por doença, e foi substituída por Filipe Almeida.
São estas senhores e estes senhores os actores desta bem evitável fase da política autárquica local. Têm nome e têm rosto, aqui ficam registados. Para o bem e para o mal, para o que for. Para que a história os registe em futuro.

domingo, outubro 29, 2017

Arcor entregou dádivas para vítimas do incêndio de Oliveira de Frades

A Arcor foi entregar o material recolhido e para apoio aos sinistrados do incêndio no concelho de Oliveira de Frades, de onde são duas das suas colaboradoras.
A entrega ocorreu já na manhã do dia 28 de Outubro, no Cine-Teatro Doutor Morgado, em Oliveira de Frades. «Um bem haja a todas as pessoas que ajudaram nesta causa!», referiu a direcção da Arcor, frisando também que «por enquanto, estão suspensos os pedidos de mais bens».
Mais fotos AQUI

Chave da Junta foi entregue ontem ao presidente eleito e ao quadrado...


Sérgio Neves, o
o presidente da

AFTOR

Sérgio Neves, o
presidente da
UFTOR



As chaves da Junta foram entregues ao presidente eleito, já tardava..., mas nem tudo volta a normalidade: a Junta continua sem executivo, a Assembleia de Freguesia sem presidente e também sem secretários.
O facto empresta a esta novela travassÓisense mais uma originalidade: a de ter um presidente ao quadrado: Sérgio Neves é ao mesmo tempo o presidente da Assembleia de Freguesia e da Junta de Freguesia. Onde é 
Óis da Ribeira: a  sede da União de
Freguesiasde Travassô e Óis da Ribeira
que já se viu disto?
Entretanto, tornou-se quase
impossível ler e entender tanta bestialidade que se espalha pelas redes sociais no que tende a este fenómeno político, a esta judiaria elei-
toral. Todos são eleitos, todos são democratas, mas, para cada um, a melhor democra-
cia é sempre a dele - a de cada um. A do outro, não presta!
Quem os rifasse!
O d´Óis Por Três, por falta de formação adequada e inte-
resse, não tenciona acres-
centar nada à análise
Travassô: a Delegação da União
 de Freguesias de Travassô e
 Óis da Ribeira - TravassÓis

das “relações” entre as posições que se debitam e degladiam nesta outra origina-
lidade da política travassÓisense: a de ir dividindo a Assembleia de instalação dos órgãos da autarquia por várias sessões. Já vamos em quatro, a próxima.
Talvez para essa noite das bruxas (a de 31 de Outubro, a próxima terça-feira...), devesse era ser providenciado um bufetezinho, umas águas frescas (com e sem gás), uns sumos..., faria jeito. Umas bifanas, uns croquetes, uns rissóis, umas moelas, uns chouriços assados, qualquer desse género..., umas minis! 

O importante é...
«malhar» no adversário

O d´Óis Por Três, que nem é (nem quer ser) parte da contenda político-partidária exacerbada e irracional que se desenrola em capítulos, neste trama novelesco de TravassÓis, mas a acompanha com cada vez mais curiosidade e até algum espanto, limita-se a constatar o naturalmente possível e o mais percebível ao cidadão mais comum:
A política, para alguns principiantes e
alguns dinossauros, não é servir o povo.
É malhar, malhar, malhar no adversário
político! Quanto mais, melhor!
1 - A incapacidade dos eleitos em acertarem linhas e caminhos de futuro, pensando, reagindo e agindo no interesse da comunidade que os elegeu;
2 - A inflexibilidade de todas as 3 partes.
3 - A sofisticação quase bacoca com que alguns eleitos, ainda muito aprendizes da arte de politicar, se insinuam e querem fazer passar por estadistas, debitando frases-feitas, leis e legislados que - acredita o d´Óis Por Três, que Deus e eles nos perdõem... - que nem eles mesmos entendem, ou/e até nem se aplicam ao que está em débito, à ordem de trabalhos.
4 - O absoluto desprezo dos 9 eleitos pelos interesses gerais das comunidades que ousaram desmedidamente dizer e querer representar. O que importa, para cada um, é o partido, a lista, a humilhação do outro.
5 - O desprezo, a incúria e a irresponsabilidade criminosa com que, por mera estratégia político-partidária, supomos - não queremos acreditar que seja por convicção.... -, banalizam esta barafunda desnecessária.


sábado, outubro 28, 2017

Nada de eleger Junta, mas o ex-executivo entrega chaves...

Mesa da Assembleia de Freguesia, à esquerda, e Junta de Freguesia de TravassÓis 
do mandato de 2013/2017. Tarda a instalação dos novos órgãos autárquicos

Será preciso ir à bruxa, para TravassÓis ter
eleita e empossada a Junta de Freguesia!


Sérgio Neves
Mário Martins

A ter-
ceira parte da As-
sem-
bleia de Fregue-
sia de instala-
ção dos órgãos eleitos da União de Fregue-
sias de Travasssô e Óis da Ribeira resultou em mais do mesmo: nada de eleger os
A sessão continua a 31 de
Outubro, noite das bruxas!
Será desta?
dois vogais da Junta de Freguesia, muito menos o presidente e os dois secretários da Mesa da Assembleia de Freguesia. Está a Autarquia em vazio! Orfã!
Há uma novidade, porém, todavia, contudo: a de o ex-presidente Mário Ramos Martins ter convidado, por email, o presidente Sérgio Edgar da Costa Neves para lhe entregar as chaves da Junta. Já não era sem tempo.
Ao 28º. dia depois das eleições, vá lá, vá lá..., o isolado e eleito presidente da Junta vai receber o que, por lei, tutela desde 1 de Outubro. O que não é dispiciendo, é até um avanço..., seja lá para o que for! Até, quem sabe?, para o seu precipício... político.
A terceira parte da AFTOR de instalação dos eleitos, voltando atrás, deixou tudo como estava, para não variar. Voltou-se à «vaca fria».
Notas novas foram apenas, para além das gargalhadas e bocas do público - umas pró-Mário, outras pró-Sérgio... -, apenas as declarações de voto para a acta de dois dos senhores eleitos: a senhora dona socialista Júlia Melo e o sr. juntista António Horácio Tavares e uma intervenção, lendo um qualquer legislado inaudível, do também juntista Mário Mário Martins,
A habitual insegurança do presidente eleito (para nada, por enquanto...) não passou despercebida aos adeptos de cada uma das facções, mas foi rápida a sessão, suspensa pelo dito cujo presidente Sérgio Neves. Vai continuar, em parte quarta, na noite do próximo dia 31 de Outubro, 21 horas da próxima terça-feira - a noite das bruxas, quem sabe se não por acaso.
A Delegação da União de
Freguesias de Travassô e Óis
da Ribeira, em Travassô

Chaves da Junta
na Delegação

O email de Mário Martins para Sérgio Neves foi anunciado por este no decorrer da AFTOR de ontem.
A ser como foi dito, sabe-se lá se vai ser?, hoje mesmo e às 15 horas, na Delegação de União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira, em Travassô, o ex-executivo, o mariano, entregará as chaves ao novo presidente da Junta de Freguesia - que, como é sabido, ainda não tem executivo formado. TravassÓis é, na verdade, autarquicamente muito original!
O acto envolverá, presumivelmente, a entrega da documentação da União de Freguesias. Será a passagem de testemunho - ficando por saber para quanto tempo.

sexta-feira, outubro 27, 2017

A terceira parte da Assembleia e a plástica dos 9 eleitos




Os eleitos são 9. Com
 senso, se faz favor!

O d´Óis Por Três está expectante quanto à terceira parte da Assembeia de Freguesia de Travassô e Óis da Ribeira (AFTOR), começada a 13 de Outubro (uma sexta-feira, dia chamado de azar) e continuada a 15, uma  noite de domingo. 
O que irá acontecer na noite de hoje será, provavelmente, mais do mesmo! Só eles sabem - os srs. eleitos do poder local, que se comprometeram a servir o interesse do povo de ambas as freguesia e, afinal, estão a paralisar a Junta de Freguesia e a fazer regredir o eventual desenvolvimento
O d´Óis Por Três, antes de mais, faz um  declaração de intenção: nenhum dos 9 eleitos teve os seus votos.
Ganhar este ou aquele, o diabo 
que escolhesse. 
E escolheu!
Mas tem memória, 
o d´Óis Por Três.
1 - A lista do PS que ganhou há 4 anos era liderada por Mário Martins, que uma vez mais coloriu a sua carreira política, divorciando-se, então, dos socialistas e passando para os Juntistas.
2 - Já antes mudara do azul do CDS para o rosa do PS.
3 - A Junta de Freguesia da União, liderada pelo socialista Mário Ramos Martins (então ex-CDS) teve 2 contas chumbadas em 4 anos de mandato - em 2013 e 2015.
4 - Contas que nunca reapresentou corrigidas, para a legal reapreciação, votação e eventual aprovação.
5 - Estes autarcas - Mário Martins & Companhia, candidatos e eleitos do Juntos - são, portanto autarcas que são de contas erradas e nunca corrigidas.
6 - Contas, recordemos, de dinheiros públicos. 
De todos nós!
7 - O PS de Júlia Melo é, em 2017 e não esqueçamos, o herdeiro natural do PS de 2013.
8 - O PS de 2017, se calhar com dores de sangue político, apoia quem dele se separou.
9 - Está a apoiar quem não presta contas.
A lógica para isto tudo, seria simples se fosse fora do jogo político: eleições antecipadas e exclusão imediata de todos estes candidatos.
O quadro local de soluções políticas está, porém e por efeito da singular plasticidade do sistema de cumplicidades travassonenses, a lançar a Junta de Freguesia da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira para a ingovernabilidade.
União de Freguesias?
Perdão: (des)União abençoada por quem, de
política, deveria ir aprender o seu abc. 
E concluímos: sabendo-se o que vale a lista dos Juntos, a de Mário - sabemos todos nós... -, sobre a de Sérgio como executivo da Junta, diríamos que está como o melão: só depois de abrir. Como presidente da Assembleia, já conhecemos. E não aplaudimos.
É este o dilema.

quinta-feira, outubro 26, 2017

A assembleia dos 9 eleitos de Travassô e Óis da Ribeira


Sérgio Neves
(PSD)

A Assembleia de Freguesia de Tra-
vassô e Óis da Ribeira está con-
vocada para ama-
nhã, dia 27 de Outubro de 2017, em terceira e con-
tinuada sessão e, previsivelmente, será mais do mes-
mo: uma bela noitada de non sense e diversão para o público que certamente virá encher o salão nobre da sede da União de Freguesias e também mais uma sessão de não decisões e algum enxovalho para a classe política eleita. Que por nada se quer entender!
Oxalá o d´Óis Por Três esteja enganado! 
Que Deus nos ouça e os ilumine e prevaleça o bom-senso dos srs. 9 eleitos dos fregueses.
Os 9 eleitos é que não irão, muito provavelmente e uma vez mais, desatar o nó que armaram e fere os interesses de Travassô e Óis da Ribeira. Mais os de Óis da Ribeira, que nada tem a ver com os pleitos de sangue que dividem e espartilham a comunidade política de Travassô. 
Por que não se entende
eles por lá?
Assembleia de Freguesia
de TravassÓis (UFTOR)
com 2 propostas na
agenda de trabalhos
M. Martins
(Juntos)

O edital é assinado por Sérgio Edgar da Costa Neves, o presidente, e está espalhado pelos locais de estilo das duas localidades.
Convoca a Assembleia de Freguesia para a sede da União de Freguesias (em Óis da Ribeira e em  continuação da sessão de 15, iniciada e suspensa, e esta da de 13 de Outubro de 2017 - igualmente começada e intervalada) para as 21 horas de amanhã (dia 27 de Outubro, outra sexta-feira) e com apenas dois pontos da agenda de trabalhos:

1 - Eleição dos vogais da Junta, mediante 
proposta do Presidente da Junta.
1 - Eleição da Mesa da Assembleia de Freguesia 
(presidente, 1º. secretário e 2º. secretário).


Júlia Melo (PS)

O documento alerta para o facto de a substituição dos membro da Assembleia de Freguesia que irão integrar a Junta ser feita logo a seguir, pelo que «convém que os primeiros candidatos não eleitos de cada lista, em número igual dos de vogais da Junta de Freguesia, compareçam para, na hipótese de serem chamados à efectividade, poder ser verificada a legitimidade e participarem de imediato na Assembleia, nomeadamente na eleição da Mesa».
Tudo bem, apenas com esta pequeníssima questão: vão desta vez ser eleitos os vogais da Junta? E o presidente e secretários da Mesa da Assembleia de Freguesia?
Vamos esperar para ver, como S. Tomé!

quarta-feira, outubro 25, 2017

Sérgio Neves na Assembleia Municipal, o voto de Júlia Melo!


Sérgio Neves, à direita, tomou ontem posse como membro da Assembleia Municipal de
Águeda. Por inerência de funções, por ser presidente da Junta de Freguesia de Travassô e
Óis da Ribeira. Até quando?




Júlia Melo e Alexandre Pires,
os dois primeiros socialistas
da lista de TravassÓis







O presidente da Junta de Freguesia de Travassô e Óis da Ribeira, Sérgio Neves, tomou ontem posse como membro, por inerência, da Assembleia Municipal de Águeda.
Não tem, porém e ainda, executivo travassÓisense para governar nos próximos 4 anos autárquicos.
O juramento foi oficial: «Juro por minha honra que cumprirei com lealdade as funções que me são confiadas». Foi aplaudido e entre a assistência do salão nobre dos Paços do Concelho estava quem derrotou nas eleições de TravassÓis.
O que falta saber, agora, é se na próxima sexta-feira, dia 27 de Outubro, terá as mesmas palmas no palco eleitoral da sede da União de Freguesias, em Óis da Ribeira.
Pela frente, por trás e por todos os lados, terá a animosidade político-partidária dos juntistas (4 votos) e a verdura política da debutante Júlia Melo, eleita do PS (um voto).
A propósito desta, que tem andado de posse em posse das Assembleias de Freguesia do município - nas quais, seguramente, não achou tamanha discordância como a que ele mesma avaliza, patrocina e vota em TravassÓis -, seria curioso saber (se alguém quiser dizer...) se o seu voto é comungado pela juvenil companhia ribeirense da sua lista. É?
Ou se o usa pela sua deslumbrada impertinência para com quem (Sérgio Neves) não lhe terá dado prebenda executiva, ou não terá cedido às suas independentistas ambições de voto. Será assim?
Curioso será também saber (se quiserem dizer, por verdade...), se os os jovens socialistas de Óis da Ribeira (os da sua lista) participaram na decisão votante do PS e se concordam com o que a sua líder de lista tem feito.
Nunca iremos saber, claro. 
E assim vai o PS, de eleição em eleição, com cada vez menos votos em Óis da Ribeira!

terça-feira, outubro 24, 2017

Abre o olho, eleitorete, que 6ª. feira é dia 27!


A dita crise que inelege os vogais da Junta de Freguesia de TravassÓis prova, se fosse necessário provar, quando é desunida a União de Freguesias feita à força.
Desunião que começa precisamente pelos eleitos de Travassô: os dois candidatos a presidentes (um já empossado, o outro derrotado nas urnas e pela vontade do povo), sufragados pelo mesmo povo mas separados pela distância dos votos e pelas diferenças de que enfermam.
A primeira parte da história começa aqui: na incapacidade de entendimento entre os eleitos, que tem sido fatal e será mortal se não amadurecerem o seu sentido de serviço público. 
Também na falta de arbitragem política e de senso comum entre a novena de eleitos. Inimaginavelmente, são os infractores quem julga (pelo voto) as suas próprias faltas e insuficiências. Não poderia ser, não deveria ser válida tal arbitragem! Por outro lado, se os eleitos continuarem divididos, jamais a construção de uma alternativa de futuro será possível. É, portanto, fundamental que os traumas que separam os eleitos não contaminem entendimentos futuros. 
O pior que o PSD poderá fazer é acreditar que pode dispensar o Juntos. 
O mais curial seria o entendimento com a eleita do PS, mas esta já provou por que águas quer navegar nesta sua debutância política. E o pior que o Juntos, ou quem neles ordena, poderia fazer seria repetir o erro de não saber perder, de reagir por tacitismo e até provocação, por estratégia afuniladora. E, por consequência, não construtora do futuro da (des)União. Também importa saber perder, nem que seja por poucos.
As moscas podem mudar. Mudarão... Mas, seja quais forem,
todas andam sempre atrás do mesmo mel. O do poder!

A segunda parte da história trági-co-política travassÓisense tem a ver o colapso da própria estratégia política do PSD - que não tem maioria e, necessariamente, tem de negociar.
O partido quis aparentar, até às eleições, que o seu projecto local era a mudança, era ser a alternativa a um poder concentrado, equívoco e lesivo dos interesses de Óis da Ribeira - como efectivamente foi, o de Mário Martins, agora candidato do Juntos... -  numa (des)União de Freguesias que ele mesmo (PSD), através dos seus eleitos, se encarregou de fragilizar. 
Na prática, e tomando à letra o falar popular, tratava-se de uma questão de mudar as moscas do... poder.
Mudou uma mosca, é verdade - a mosca «mestre», o presidente... - mas outras ainda sobrenascem em larva. Algumas, ainda com  a inocência original.
As moscas mudam? Certo,
certo é que continuaremos
na mesma! Mudará a lesma!
Os sociais-democratas não deram aos travassÓisenses sólidos argumentos para a mudança, nem justificaram confiança maior, dando-lhe uma vitoria equívoca e insuficiente. A sua vitória foi um perfeito bambúrrio. É feita dos votos de Óis da Ribeira, cujos eleitores disseram - por A+B e com os seus votos, mais não querer Mário Martins e, neste caso, o seu colorido ajuntamento.
O ciclo político que o PSD prometeu nas eleições autárquicas, por outro lado e afinal, acabou por ser uma espécie de sub-consagração do PS, que com um(a) único(a) eleito(a) se quer fazer árbitro da democracia local.
Assim, ao PSD, resta a opção de aceitar (ou não, como é evidente) o aviso destas eleições: tem de negociar, nem que seja com o diabo, ou recorrer a novas eleições. Dizemos nós!

segunda-feira, outubro 23, 2017

Ois da Ribeira apoia vitimas dos incêndios




O d´Óis Por Três sabe que alguns produtores agrícolas de Óis da Ribeira ofereceram dezenas fardos de palha para alimentar o gado que se salvou dos dantescos incêndios que afectaram o centro do país e, em particular, os das zonas mais próximas: Vouzela, Oliveira de Frades, Tondela e Viseu.
Sabemos também que a Arcor está a dinamizar uma campanha de angariação de bens de primeira necessidade, destinados a famílias que tudo perderam na voragem das chamas. 
Duas das suas colaboradoras são de Oliveira de Frades e felizmente não perderam as suas casas, mas há famílias que precisam de tudo, para as suas necessidades mais básicas.
Quem quiser apoiar, pode entregar as suas dádivas na Arcor, que as registará e enviará para os Bombeiros Voluntários de Oliveira de Frades.


Nomeadamente, 
aceitam-se:

- Produtos de higiene para crianças e adultos: fraldas, toalhetes, gazes, ade-
sivos, cremes hidratantes, papel higiénico, champôs, sabonetes, sabão, anti-alérgicos. Um pouco do que use usa no dia-a-dia.
- Água em garrafas e/ou garrafões.
- Louça de cozinha: pratos, travessas e copos, panelas e tachos, talheres (facas e garfos).
- Roupa de cozinha: toalhas e panos.
- Roupa de banho: toalhas e também papel higiénico.
- Roupa de criança (principalmente de bebés).
- Roupa de adultos. Há vítimas que ficaram apenas com a roupa que tinham vestida. Perderam tudo.
- Roupa de cama (lençóis, cobertores e mantas).
- Produtos de 1.ºs socorros: mercúrio, betadine, soro fisiológico, termómetros, álcool, compressas, halibute, hepanthene, etc., etc.
- Alimentos: conservas, arroz, bolachas, azeite, óleos de cozinha, feijão, abóboras, cebolas, batatas, papas de bebés, leite, alhos, fruta, etc., etc.
- Alimentos para os animais: fardos de palha, milho e/ou outros cereais de consumo rápido, farinhas, rações.


Ajudar é quando 
alguém precisa. 
Hoje, há muitos, mas mesmo muitos alguéns que, muito próximos de nós, precisam da ajuda de todos.
Um pouco do que nos sobra(rá) é uma fortuna para quem precisa.
A Arcor pode ser contactada pelo telefone 234629818 e telemóvel 910509929 e/ou email geral@arcor-ipss.pt. Ou pessoalmente, no Largo do Centro Social, em Óis da Ribeira.

domingo, outubro 22, 2017

Entre um e outro candidatos, nem o diabo escolheu...




O problema que arrasta e debilita a política autárquica local de TravassÓis, atrasando a formação do executivo da Junta de Freguesia, tem muito mais a ver - tem tudo... - com Travasssô que com Óis da Ribeira. Mas ambas as freguesias são penalizadas. Embora OdR nada tenha a ver com a cegueira que obstipa o livre pensamento e a liberdade de opinião e de voto.
A realidade é que a divisão de votos pelas aldeias (4+4+1 eleitos) não resolveu, antes aumentou, as diferenças entre dois homens que menos bom 
O diabo e o anjo. Ninguém é só
 diabo ou exclusivamente anjo 
neste processo político-partidá-
rio de TravassÓis
exemplo deram como autarcas, durante o mandato de 2013/2017. Ambos presi-
dentes, um da Junta outro da Assembleia de Freguesia, ambos de Travassô, ambos não podendo «ver» o outro.  
Esquecendo, por mor deste raciocínio, o que vale o voto do(a) eleito(a) do PS (e sem expôr as suas potencialidades, ou fragilidades...), a conclusão é simples: o problema chama-se Mário e Sérgio. E a horda fanática que cada qual arrasta nos seus chãos, em prejuízo do interesse colectivo travassÓisense.

O azar desta «coisa» que por TravassÓis anda a chafurdar  
na política e a dividir pessoas e a tribalizar famílias
são, afinal, ... dois azares:

1 - Ambos se terem candidatado.
2 - O diabo não ter escolhido um, na eleição, desempatando o outro, ou excluindo os dois!

Um candidatou-se porque... sim!
Ambicioso, impreparado, mal-aconselhado, cego na obstinação (que o levou, até, a afastar gente com currículo no partido). 

Outro, porque... sim!
Ambicioso, sem habitação política fixa, tudo lhe valendo (todas as cores, partidos ou movimentos) para estar no poder.

O que estamos a assistir em TravassÓis é a isso: à tribalização dos votos e à luta pelo poder local, embora pouco valendo este (pouco mais que mandar limpar valetas...), numa União em que os eleitos mais responsáveis tudo tem feito para... desunir, fragilizar e inexistir. 
Nem o diabo, reparem bem..., nem o diabo quis escolher, entre ambos, deixando a «amarga solução» para a vontade de outros demónios (os guerrilheiros do poder local). Mas nem uma parte é só diabo, ou só anjo.
O diabo, passe a expressão, o diacho... é que o povo é o sofredor e sem culpa desta desavença irracional de eleitos errantes e pouco democráticos.

sábado, outubro 21, 2017

A representatividade, a habilidade, o mais natural e lógico..

Acção de propaganda dos Juntos em Óis da Ribeira: nem um ribeirense.
Apenas um residente que, por hábito, diz que, e citamo-lo, «nem sou de Óis!»
Cartaz oficial do Juntos: os 7 primeiros candidatos e
nenhum de OdR. Apenas um residente que faz questão
de dizer que não é de Óis. Pois não, é de Espinhel!

A questão da representatividade resultante dos votos tem o que se lhe diga! Foi, todavia, o argumento usado por Mário Martins (eleito do Juntos) para chumbar a proposta de Sérgio Neves (do PSD). Para ele (MM), no novo executivo, o executivo presidido pelo social-democrata Sérgio Neves, «terá que haver representatividade».
Já aqui há dias exemplificámos como Mário Martins só segue esta regra que agora exige. Isto é: não segue. Segue quando lhe con-
vém. O melhor exemplo foi a sua proposta para que Sérgio Neves, do PSD e o presidente eleito, tivesse de aceitar um executivo com dois eleitos do Juntos.
Proposta que, recordemos, foi aprovada pelo Juntos (4 votos) e pelo PS (um voto).

Voltemos à falada 
representatividade:

1 - Votaram 1404 eleitores em Travassô e Óis da Ribeira.
2 - Travassô, nas suas 2 mesas eleitorais, registou 953 votantes, sensivelmente 2/3 do total. Exactamente 67,87%.
3 - Óis da Ribeira teve 451 votantes, na sua única mesa, o que significa cerca de 1/3 do total (32,13%).

O raciocínio da representatividade 
assenta nos números reais,
com contas facílimas de fazer:

4 - Travassô, com 2/3 dos votantes, terá dois eleitos no executivo.
5 - Óis da Ribeira, com 1/3 dos votantes, terá um eleito no executivo.

Ora, o que fez o sr. Mário Martins no
 executivo eleito em 2013?

6 - Formou um executivo com três candidatos de Travassô: ele próprio (presidente), Horácio Santos e Marta Morais.

O que propôs Mário Martins, de voz viva e na Assembleia de Freguesia de 13 de Outubro e para o mandato de 2017/2020?

7 - Que o trio do executivo presidido por Sérgio Neves (PSD), o vencedor das eleições autárquicas de 1 de Outubro, incluísse 2 eleitos do Juntos.

Então, cadé a representatividade? Fica em maioria quem perdeu e em minoria quem, a merecer ou não, teve a vitória eleitoral? 
* 2x3: Este exercício de lógica nada tem a favor ou contra 
qualquer das listas, ou os seus candidatos. Cada qual usa
os seus argumentos como bem entende e pode.
O d´Óis Por Três apenas, e tão só, regista factos.