terça-feira, julho 31, 2018

O Resende das Barbas, o alargamento do Caminho das Areias...

O casal Manuel Maria Ala de Resende e Maria 
Bernardina Tavares dos Santos Silva

O comerciante Manuel Maria Ala de Resende nasceu a 31 de Julho de 1875. Faria hoje 143 anos, mas fa-
leceu a 22 de Abril de 1948.
Oriundo de fa-
mílias abastadas da média bur-
guesia de Águe-
da, era filho de Manuel Dias Cura Resende e de Maria Augus-
ta de Lemos. Casou em Óis da Ribeira com Maria Bernardina Tavares dos San-
tos Silva, a 30 de Junho de 1904, ele com 29 e ela com 33 anos (nascida a 1 de Maio de 1871 e e falecida a 17 de Novembro de 1933). Irmã do padre José Bernardino dos Santos Silva.
O casal teve três filhos: José, Manuel e Armando dos Santos Ala de Resende. José casou com Ana Tavares Estima Resende e teve os filhos Laura e Paulo, já falecidos. Manuel (Neca Resende) ca-
sou com Maria da Luz Pires Ferreira dos Reis e teve os filhos Jo-
sé Bernardino (já falecido), Maria, Manuel, Armando, Albano, An-
tónio, Rui e Laura. Armando não casou e não teve filhos.
Manuel Maria Ala de Resende - o Resende das Barbas - foi impor-
tante comerciante de Óis da Ribeira, fundando um estabeleci-
mento comercial de mercearia, adega e café, adubos, ferragens, materiais de construção e muitos outros, no espaço que é hoje o Café Central. Um centro comercial à medida do tempo!
Aires Carvalho
deu o exemplo

Caminho das Areias
alargado em 1956

O Caminho das Areias começou a ser alargado a 31 de Julho de 1956, no tempo da Junta de Freguesia presidida por Armando dos Santos Ala de Resende, com os vogais Aires Carvalho e Santos (tesoureiro) e David Soares dos Santos (secretário).
Alguns proprietários cederam o terreno necessá-
rio para a obra, na condição de que se alargasse o caminho para ambos os lados. Foram os casos, pelo menos, do próprio Aires Carvalho e Santos (da Junta) e de Ger-
mano Marcos dos Reis e Albano Joaquim de Almeida. 
A Câmara Municipal de Águeda deu algum apoio e vários lavra-
dores da freguesia auxiliaram nos trabalhos do alargamento.
Era o tempo em que os autarcas nada ganhavam e até davam do que era seu, em benefício da comunidade. O tempo em que o povo ajudava e não cobrava. Outros tempos!

segunda-feira, julho 30, 2018

Um domingo em Óis da Ribeira, ervados gigantes e lixos...

A erva cresce no ajardinado da placa de estacionamento da Igreja de Óis da Ribeira
O jardim selvagem do parque de estacionamento

A habitual visita dominical aos cemitérios de Óis da Ribeira está a fazer-se um pesa-
delo, pois conti-
nua o seu desma-
zelado abandono, transformados em campo de ervas.
As que os fami-
liares «ceifam» junto às suas campas, pois
Outro ângulo do «jardim» selvagem...
muito bem; as outras, continuam a crescer e ninguém com obrigação de manter os campos sagrados se dá ao cuidado, e à vergonha, de os limpar. 

Votos no bolso,
povo a perder...

Falar destas coisas, é tempo perdido. Já nem vale, na verdade, a pena disto falar; é tempo desperdiçado. 
Os eleitos da terra, com os votos no bolso e ludibrian-
do o povo, estão a marimbar-se para este caso e para todos os outros casos que tanto prejudicam a comunidade.
Ontem, reparámos no ervado gigante que cresce na placa do parque de estacionamento da Igreja. Do qual, de resto, já aqui falámos. Pois continua por ceifar, apresentado o ar de abandono que bem (e para o mal) se nota nas três imagens de cima.
Uma volta pela freguesia, sem sequer sair do carro, dá para ver o abandono a está entregue, só de ervados falando: as ruas Nossa Senhora de Fátima, a António Bernardino, a Benjamim Soares de Freitas, a Adolfo Pires dos Reis (Viveiro), a Manuel Tavares (Ca-
bo), a da Pateira, a do Santo António... santos deuses!
Seria vergonhoso para os eleitos que tempos - os (não) executi-
vos e os outros... -  mas eles, ao que mostram, não têm vergonha nenhuma.
O contentor do lixo no parque da Igreja


O contentor 
da Igreja !

Ontem, reparámos também, chama-
ram-nos a aten-
ção..., para o con-
tentor colocado na praceta que «nasceu» da de-
molição da casa da sra. Eugénia. Cheio, como sempre, e a botar fora, como sempre! E como não tem escolha de lixos (é só um contentor), disseram-nos que é lá despejado tudo e mais alguma coisa. Lixo de todas marcas e feitios, de todas as co-
res, do verde ao azul, ao castanho e à cor do burro quando foge.
Faz tempo, ainda na autocrática governação do presidente Mário Martins, que o d´Óis Por Três questionou a localização deste contentor. Na verdade, parece-nos mal que esteja onde está, na principal praça ribeirense, a transbordar lixo e mais cheiros. Melhor ficaria em local que não incomodasse vizinhos, estivesse arrumado do trânsito, não provocasse alterações urbanísticas e ambientais, não limitasse a zona de estacionamento local.
E há local próximo para o efeito?
Há, sim senhor, e ali bem perto: no parque abandonado do cemitério novo; num canto do estacionamento (onde já esteve); no canto do ajardinado a nascente da casa mortuária.
Onde não estorvasse, onde não incomodasse.
O autoritarismo autárquico, todavia, faz o que quer e tem as orelhas moucas à voz do povo!

domingo, julho 29, 2018

A Missa Nova do Padre Carlos; a morte do barqueiro Zebedeu!

Missa Nova do Padre Carlos Reis, a 28 de Julho
de 1996, frente à Igreja Paroquial de Óis da Ribeira
O padre Carlos Reis celebrou Missa Nova em Óis da Ribeira, a 28 de Julho de 1996. Há preci-
samente 22 anos! Foi o segundo e últi-
mo ribeirense a ordenar-se sa-
cerdote católi-
 no século XX.
Carlos Reis
Até aos dias de hoje, 29 de Julho de 2018.
Carlos Manuel de Almeida Reis nasceu em Caracas, na Venezuela, filho de emigrantes ribeirenses: Rosa Maria dos Reis Santos e Manuel Fernando Almeida Marques. A família regressou a Portugal e ingressou ele no se-
minário, cumprindo o sonho do sacerdócio.
Ordenado a 14 de Julho de 1996, na Sé Catedral de Aveiro, celebrou Missa Nova a 21 de Julho e em Ílhavo, onde «estagiava» na Paróquia de S. Salvador. E a 28, na Igreja Paroquial de Óis da Ribeira, a sua terra de família e residência, onde o povo o recebeu em festa.
Exerceu o magistério sacerdotal nos Arciprestados de Ílhavo (S. Salvador) e de Albergaria-a-Velha (Vale Maior e Ribeira de Fráguas), até 2000, quando abdicou do magistério sacerdotal e constituiu família. 
Profissionalmente, foi técnico superior da Câmara Municipal de Águeda e, actualmente, é técnico de comunicação da Câmara Municipal de Vagos. É mestrado em Ciências da Comunicação Multimédia, pela Universidade de Aveiro.
A placa do Largo Zebedeu Alves
da Costa. À esquerda, o neto
Dinis Alves de Oliveira Costa

Barqueiro Zebedeu
nasceu há 138 anos!
- Faleceu a 24 de Maio de 1954

O barqueiro Zebedeu foi uma figura mítica da vida ribeirense da primeira metade do Século XX. Nasceu a 29 de Julho de 1880, há 138 anos.
Zebedeu Alves da Costa era filho de Joaquim Alves da Costa e de Maria Bárbara, neto paterno de Manuel Alves da Costa e de Ana Maria de Carvalho, neto materno de António Lopes dos Santos e de Rosa Emília Soares. 
Casou e teve vários filhos, já todos falecidos: Maria Augusta, António (Travassô), Maria Cesaltina (Pestanas), Maria (Lá) e Maria Leónida (Leonídia) - talvez outros.
Foi figura mítica da primeira metade do século XX, por assegurar, em barcas apropriadas, a passagem das margens do rio Águeda, entre Óis da Ribeira e Cabanões, com alvará que adjudicava em concurso público. Faleceu a 24 de Maio de 1954.
A Junta de Freguesia de Óis da Ribeira homenageou-o a 6 de Outubro de 2000, atribuindo o seu nome ao largo do rio, ime-
diatamente a juzante da ponte - local onde aportava a barca que assegurava o transporte de pessoas e bens.

sábado, julho 28, 2018

O povo de OdR abandonou a sala, contra a União de Freguesias...

O salão cultural da Arcor encheu-se, a 28 de Julho de 2012, para analisar a agregação 
de freguesias e o povo de Óis da Ribeira, em protesto, abandonou os trabalhos da 
Assembleia, deixando os políticos locais a falar para as paredes...
O povo de Óis da Ribeira não queria a União
de Freguesias. Já tinha razão, há 6 anos!


O povo de Óis da Ribeira, con-
vocado pela Assembleia de Freguesia, para uma reunião no salão cultural da Arcor, manifes-
tou-se claramen-
te contra a União de Freguesias, e/ou agregação com qualquer uma delas (fosse Travassô ou fosse Espinhel), e abandonou os trabalhos dirigidos pelo presidente Manuel Soares (PSD). 
Foi há 6 anos!!!
Foi há 6 anos e, já com razão que hoje se confirma, nem se adivinhavam estas poucas vergonhas a que estamos a assistir.
A sessão nem chegou ao fim, abandonada pela esmagadora maioria dos populares ali chamados para «darem opinião quanto à freguesia com que gostariam de se agregar». E manifestou-e contra a agregação, fosse com que freguesia fosse.
«A termos de aceitar a imposição da lei, mostraremos a nossa indignação por, em Lisboa, uns senhores decidirem por nós, o que nós não queremos». Poderia resumir-se nesta frase o tom geral das várias a e algumas surpreendentes intervenções, que hoje, 67 anos depois, repescamos do blogue «Óis da Ribeira», que então se publicava.
Intervieram, e continuamos a citá-lo, nomeadamente José Maria Gomes, Rosário Cadinha, Manuel Tavares, António Horácio Tavares, Celestino Viegas, Manuel Joaquim Carvalho, António Melo, Hercílio Almeida, Agostinho Tavares, Albertino Soares, Angelino Gomes, Lurdes Cadinha, Hemínia Viegas e Diamantino Correia,  Rui Cardoso e talvez outros.
O tesoureiro Rui Fernandes, o presidente Fernando
Pires e o secretário Manuel Almeida, o Capitão (se-
cretário): a última Junta de Freguesia de OdR, com
Manuel Soares, último presidente da AFOR

Ribeirenses
abandonaram 
a sala

O presidente da última  Assembleia de Freguesia de Óis da Ribeira era Ma-
nuel Soares e Fernando Pires o da Junta de Fre-
guesia, ambos eleitos do PSD, que não quiseram dar opinião, aparente-
mente para não influen-
ciarem o voto popular, disseram eles. Assim como os elementos da Mesa da AFOR.
A sessão foi algo confusa, de tal maneira que, quando Manuel Soares quis apresentar uma proposta, já ninguém o ouviu ou en-
tendeu e, entre braços no ar e alguns berros e assobios, a esma-
gadora maioria dos mais de 70 ribeirenses presentes abandonou a sala da reunião, deixando a Mesa e os eleitos da terra a ver navios e de boca aberta, a falar para as paredes e sem se verificar qualquer votação. O povo não lhes deu ouvidos.
- Ver AQUI

sexta-feira, julho 27, 2018

António José morreu há 27 anos, envenenado pelo irmão!

António José Almeida Gomes
foi envenenado pelo irmão e
faleceu há 27 anos

A comunidade ribeirense foi surpreendida, a 27 de Julho de 1991, pela morte de António José de Almeida Gomes, de 27 anos, vítima de um criminoso acto do próprio irmão. Por envenenamento.
A tragédia foi uma das mais marcantes da história ribeirense da segunda metade do Século XX. Outras houve, mas desta podemos lembrar (falando de memória), que os dois irmãos tinham uma relação delicada, fruto da atenção que o mais velho dava a alguns desvios sociais do mais novo - que regularmente o ameaçaria de morte.
Terão sido confidências de António José aos colegas de trabalho, na fábrica Confersil, sobre essas alegadas ameaças, que levaram à intervenção da GNR de Águeda, inicialmente, e, depois, da Polícia Judiciária, a ouvi-los.
A morte de António José, embora sendo inesperada, não levantou quaisquer suspeitas, nos primeiros momentos, até porque, pouco tempo antes, outro familiar tinha falecido subitamente. Mas as conversas dos seus companheiros de trabalho chegaram aos ouvidos e levaram a PJ a ouvir e deter o irmão, João Carvalho (ao tempo com 17 anos) - o que aconteceu na tarde de 1 de Agosto. 
O funeral foi até adiado, só se realizou a 2 de Agosto (depois da autópsia), e o João acabou por ser condenado a 16 anos de cadeia (julgamos que 16, citamos a sentença de memória), que parcialmente cumpriu numa penitenciária da área de Lisboa.
O Tribunal Judicial de Anadia concluiu que introduziu remédio do escaravelho na comida cozinhada pela mãe e que o António José levava para a fábrica (a Confersil) numa lancheira. Não a chegou a comer na totalidade, na hora do almoço, sentiu-se mal e foi levado para o Hospital de Águeda, onde acabou por falecer.
O João foi detido pela PJ a poucas horas do funeral do irmão, em casa da mãe (que partilhava com o irmão), na Rua Adolfo Pires dos Reis (Viveiro) e quando estava a dormir.

quinta-feira, julho 26, 2018

Projecto «Liga-te a Pateira», por onde é que andas?

João Paulo Rebelo (Secretário de Estado da Juventude e Desporto), Inês Castro, Rui Unas (apresentador da cerimónia), Tiago Brandão Rodrigues (Ministro da Educação), Alexan-
dre Resende Pires (com o diploma de vencedor), Jorge Almeida (presidente da Câmara Municipal de Águeda) e Hélder Arede. A 8 de Janeiro de 2018, já lá vai meio ano!
O presidente da Câmara na foto de vaidades dos prémios
OPJ nacional de Águeda que não se sabe onde páram

O projecto «Li-
ga-te à Pateira» foi o mais vota-
do do primeiro Orçamento Parti-
cipativo Jovem 2017 (OPJ 2017) Nacional e, com pompa e cir-
cunstância, o ministro da Edu-
cação, Tiago Brandão Rodri-
gues, presidiu, a 8 de Janeiro de 2018 e em Lis-
boa, à cerimónia oficial das naturalmente envaidecidas propostas vencedoras. Mais de meio ano depois, todavia, não mais se ouviu falar de tal «Liga-te à Pateira».
O projecto foi apresentado por Inês Tavares de Castro, Hélder da Silva Arede e pelo ribeirense Alexandre Resende Reis Pires e, como o mais votado, a nível nacional, teve pomposo anúncio ministerial de uma comparticipação 75 000 euros.
Águeda, já agora e recordemos, teve 3 projectos finalistas (dos 7 de todo o país) e comparticipados: o «Liga-te à Pateira», o «Arri-beirar» (de sustentabilidade ambiental) e o «Grande Livro do Parque», ambos em Vale Domingos. 
Ao tempo, o acontecimento encheu páginas de jornais regionais e nacionais, rádios e tv´s, e o presidente da Câmara Municipal de Águeda, o enfermeiro Jorge Almeida, lá foi a Lisboa, a correr e to-
do ufano, para fotografia oficial e as congratulações da praxe. 
Alexandre Pires, nesse já distante dia 8 de Janeiro de há mais de meio ano e emplumado de natural vaidade, considerou «muito desafiante» a elaboração e apresentação da candidatura do pro-
jecto «Liga-te à Pateira».
O trio do projecto «Liga-te à Pateira»: Ale-
xandre Pires, Inês Castro e Helder Arede

Onde param os
75 000 euros?

Alexandre Pires é gerontólogo e ribeirense, antigo atleta e treinador de canoagem da Arcor, e, no final da cerimónia presidida pelo ministro Tiago Brandão Rodrigues, declarou-se «amigo de sempre da pateira» e que a ideia de apresentar o projecto «vinha já há longo tempo».
«Inicialmente, foi feito um bocadinho à pressa, já muito em cima do prazo de candidatura, mas as ideias já vinham de há longo tempo, já somos amantes da pateira há muito tempo», disse Alexandre Resende dos Reis Pires, que quis agradecer ao Orçamento Participativo Jovem esta oportunidade de «implementar esta ideia de melhoramento desta zona da natureza que é comum a todas as pessoas deste planeta».

As questões, actualmente, cerca de 200 dias depois de tal jornada de vaidades, são estas: 
1 - Por onde andam os 75 000 euros?
2 - Quando se começa a concretizar o projecto?
4 - Como está (?) a ligação do projecto à pateira?
3 - Onde estão as culpas, eventuais, deste cartório de vaidades e putativos «faz-de-conta» com que a politiqueirada local e nacional vai enganando o zé povinho?
4 - Como ficam os três proponentes nesta fotografia? A Inês e o Hélder (que nem são d´Óis) e o conterrâneo Alexandre Pires?
5 - O que, sobre esta falha, dirá a Câmara Municipal de Águeda e o seu presenteiro presidente?
- «Projecto Liga-te à Pateira» foi o mais votado do OPJ nacional, ver AQUI
Projecto «Liga-te à Pateira» aprovado pelo Orçamento Participativo Jovem, ver AQUI

quarta-feira, julho 25, 2018

Travassô na lista das 500 escutas telefónicas com indícios de crimes!

As duas páginas da revista «Sábado» que mostram a Junta de Freguesia Travassô na
lista de escutas telefónicas indiciárias de crimes
A Junta de Freguesia de Travassô na lista
das 500 escutas telefónicas com indícios
de crimes publicada pela «Sábado»


A revista «Sábado», na sua edição de 19 de Julho de 2018, a última, publica, em duas páginas, um trabalho sobre as «500 escutas telefónicas com indícios de crimes» e, com surpresa, apresenta a Junta de Freguesia de Travassô.
A revista observa (ver imagem de cima) que «é uma teia de relações perigosas entre so-
ciais-democratas e socialis-
tas», envolvendo, e conti-
nuamos a citar, «16 Câmaras, 12 Juntas de Freguesia e duas Assembleias Municipais».
Uma das Juntas de Freguesia elencadas é a de Travassô. 
O estranho, para o d´Óis Por Três, e certamente para quem leu a notícia, é que aparecen-
do a Junta de Freguesia de Travassô na dita lista, nada dela fala o texto - citando este «além de suspeita de prática de crimes de corrupção passiva, tráfico de influência, participação económica em negócio e falsificação», supostamente para «o financiamento proibido de partidos políticos».
Sobram algumas perguntas:
1 - A Junta de Freguesia de Travassô em causa é só a Junta de Freguesia de Travassô, referentemente a actos praticados até 2013, antes da forçada União) ou é a Junta de Freguesia de Travasssô e Óis da Ribeira?
2 - O presidente em causa será qual? 
Mário Martins, que foi socialista e é agora juntista (presidente até 2017), ou Sérgio Neves, que é social-democrata e eleito em 2017?
3 - Que partidos políticos, afinal, foram eventualmente beneficiados, se foram, com os alegados crimes?
Alguém pode
explicar?

O d´Óis Por Três, no que está ao seu alcance, tentou perceber o que exactamente se passa, mas foram debalde as suas diligências. 
Obviamente, o d´Óis Por Três nem tem meios para, por exemplo, consultar a Unidade Nacional de Combate à Corrupção que, ainda segundo a revista «Sábado», que citamos, «tem estado a usar escutas para ajudar a construir uma espécie de diagrama de conexões entre (ex)políticos do PSD e PS e diversos casos de favores - por exemplo, contratos de avença, a adjudicações de negócios pagos com dinheiros públicos».
O que terá acontecido, então, para a Junta de Freguesia de Travassô aparecer na lista da «Sábado», uma lista de «suspeitas de prática de crimes de corrupção passiva, tráfico de influência, participação económica em negócio e falsificação», suposta-
mente para «o financiamento proibido de partidos políticos»?
Não fazemos a menor ideia e assusta pensar em tal coisa.
E que Junta de Freguesia e de que presidência?
Aguardamos que alguém possa explicar.

terça-feira, julho 24, 2018

Água do cemitério já tem tubo reparado...

O tubo da água foi finalmente reparado e já não se perde... água!
O «mar» de água que, 24 sobre 24 horas, se
desperdiçou no Cemitério Velho

O tubo do Cemitério Velho que desde há semanas fez perder milhares de litros de água (nunca se saberá quantos...) foi finalmente reparado.
O d´Óis Por Três nada entende de águas e menos ainda de águas que se perdem em canalizações mal feitas ou deterioradas pelos anos que por elas
Ervas na entrada, à direita, do Cemitério
Velho de Óis da Ribeira

passam.
Sabe, isso sim, que, muitas vezes, interven-
ções muito simples resolvem questões que, não prevenidas, causam prejuízos enormes. Como, Deus e os nossos ante-
passados nos perdõem, estava a acontecer no sa-
grado campo do Cemité-
rio Velho de Óis da Ribeira.
A reparação, aparente-
mente simples, foi feita há já alguns dias mas só dela agora ti-
vemos conhecimento. E aqui a trazemos em notícia e comentário com o (que julgamos) mesmo sentido de oportunidade e justiça com que criticámos a ineficiência e desmazelo do poder local insuficientemente instituído. 
Entretanto, continuadamente sem intervenção da Junta de Fre-
guesia - que é a proprietária dos dois cemitérios... - as ervas me-
dram, medram, medram..., como se vê na imagem de baixo, aqui no lado direito/poente do Cemitério Velho.
Perdoai-lhes, Senhor..., a tamanha desvirtude dos autarcas locais. E que deles seja o Reino da Vergonha!


segunda-feira, julho 23, 2018

O dia de ontem na vida turística de Óis da Ribeira...

Concerto da Tuna / AFOR no encerramento da Festa do Peixe 2018
A Festa do Peixe em flores decorativas

A Festa do Pei-
xe, na sua edi-
ção 13, terminou ontem com larga participação po-
pular e o concer-
to musical da Tuna / Associa-
ção Filarmónica de Óis da Ribei-
ra - a organiza-
dora do evento, que muita gente atraiu ao parque norte da pateira.
O dia dominical ribeirense de ontem, de resto, foi imensamente visitado, com várias excursões a literalmente encherem a margem da pateira da antiga vila e sede de concelho - por sorte ocasionalmente limpas, e bem!..., pela Câmara Municipal de Águeda já que a Junta de Freguesia da União de Freguesias de TravassÓis continua manca e inactiva, por obra e graça dos 9 eleitos da democracia autárquica local.
Até nisto estes politiqueiros travassÓisenses metem a pata na poça e desrespeitam o mais sagrado do mandato para que se candidataram e foram eleitos.
O grupo do Jefftours passou o dia em Óis da Ribeira
Grupos de excursões
em Óis da Ribeira

Um dois grupos mais visíveis foi o da Jetttours, da Senhora da Hora, que para OdR levou gente do Grande Porto (de Matosinhos, da Maia, Trofa, 
O JeffTours no percurso pedestre
da Póvoa de Varzim...) e Vila Nova de Famalicão, pelo menos - todos vestidos de t-shirt verde e com larga cami-
nhada pelo percurso pedestre, ao longo dos seus 10 quilómetros.
«Um dia fantástico, mais uma caminhada..., mais um domingo passado em boa companhia. Obrigada a todos», considerou uma das participantes, referindo-ao ao passeio turístico por terras de Óis da Ribeira e Espinhel, ao longo do percurso pedestre.
Outros grupos passaram o dia em Óis da Ribeira, entusiasmados com a paisagem, jogando, conversando, brincando e gozando a vida. Por exemplo, Sertã, Coimbra, S. Pedro do Sul e Aguiar da Bandeira.
Pena foi que, como o d´Óis Por Três ouviu de um excursionista, «não soubéssemos da festa do peixe», pois, como disse o excursionista, «tínhamos almoçado lá».

domingo, julho 22, 2018

Incêndio no mato das Quintas de Óis da Ribeira

O espaço do incêndio de ontem: o rescaldo ainda fumegava às 12,30 horas de hoje.
Imagem do Caminho das Quintas para o do polidesportivo até ao Caminho Fundo
O fogo de ontem visto do caminho do polidesportivo
da Arcor para o Caminho Fundo

Óis da Ribeira teve ontem um fogo flo-restal de dimensões que implicaram a intervenção de dois helicópte-
ros e Bombeiros Voluntários de Águeda, Oliveira do Bairro e Anadia.
Outro ângulo do incêndio de ontem, no espa-
ço equivalente a um campo de futebol. Vêem-
-se pontos de fumo..., às 12,45 horas de hoje
O d´Ois Por Três apenas hoje soube e procu-
rou saber dados concretos sobre o acontecimento, que foi descrito como tendo ido de perto do polidesportivo da Arcor até à zona das Quintas, quase em Espi-
nhel. Foi ao local até por-
que por aquelas bandas tem interesses territoriais e, felizmente, a área ardida é muito menor: a corres-
pondente, mais ou menos (mais para menos), a um campo de futebol. Entre o caminho que vai do polidesportivo até ao Caminho Fundo e o caminho que no final desde, quando se corta para os Adouros, segue para as Quintas, ao longo do baldio da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira. 
Felizmente, não nos afectou mas prejudicou os proprietários dos pinhais que se podem ver nas imagens. Como se vê, felizmente coisa pouca. E ainda bem que foi tão pequena área.
A intervenção dos 2 helicópteros e das três corporações de Bombeiros, podendo parecer exagerada, teremos de a levar em conta como boa medida preventiva, embora já em condições de combate ao fogo. E mais vale prevenir que remediar.
Manuel Campos, presidente da Junta de Recar- 
dães e Espinhel, à esquerda, representou
a Protecção Civil de Águeda

Protecção Civil sem
JF de TravassÓis !

As nossas buscas na net não foram muito profí-
quas, não encontrámos nada, quer nos espaços das redes sociais dos Bombeiros, quer da Pro-
tecção Civil, mas a coin-
cidente passagem local de um grupo de ciclotu-
ristas alertou-nos para a página pessoal de Antó-
nio Melo, que é o proprie-
tário da casa mais próxi-
ma. Lá recolhemos, agora mesmo, opinião e foto.
«Agradeço Os Bombeiros de Águeda, Anadia e Oliveira do Bairro, pela eficácia no ataque ao incêndio que deflagrou esta tarde em Óis da Ribeira», escreveu António Melo ontem, no que chamou «rescaldo» do incêndio.
Acrescentou, e citamos, «uma nota de apreço à vizinha Junta de Freguesia de Recardães e Espinhel, que representou a Protecção Civil». A de Águeda, presumimos.
Será isto uma crítica ao presidente da Junta de Freguesia da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira, o unipessoal Sérgio Neves, que tanto gosta de aparecer em tudo o que é evento público e não apareceu neste princípio de tragédia? Pode explicar, sr. António Melo?

Missa e concerto na Festa do Peixe da Tuna/AFOR

A missa campal da Festa do Peixe 2018 está neste momento a decorrer,
celebrada pelo padre Júlio Grangeia, o pároco de Óis da Ribeira


A Festa do Peixe, na sua 13ª. edição, está a decorrer no parque norte da pateira, em Óis da Ribeira, junto ao Coreto das Codiceiras e do hangar de canoagem da Arcor.
A iniciativa é da Tuna /Associação Filarmónica de Óis da Ribeira (AFOR) e, ao que por agora sabemos, estão a repetir-se os êxitos de edições anteriores, que muita gente atraiu a Óis da Ribeira e ao evento, como já aconteceu ontem, durante o qual, à  noite, actuou o grupo musical «Altamente», de Paradela.
O programa continua hoje, domingo, dia 22 de Julho de 2018, com a celebração da missa campal, que está a decorrer neste momento e é presidida pelo padre Júlio Grangeia, e a partir das 12 horas começarão os almoços, com peixe frito até... acabar. Pelo meio e às 15,30 horas, haverá animação musical e também decorrerá o concerto da Tuna / AFOR, dirigida pelo maestro António Bastos.

sábado, julho 21, 2018

Os 9 eleitos da Junta da (des)União adiada...

A sede da União de Freguesias, em Óis da Ribeira

O 10º. acto da Assembleia de posse da nova Junta de Freguesia da (des)União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira deu no mesmo: em nada.
Desta vez, 9 pro-postas apresen-
Manuel Capitão e Sérgio Neves
Sérgio Almeida
tadas e 9 chum-
bos. Nem mais! Tal qual!
Cada uma delas, com 4 votos da favor, supõe-se que os do derrotado quarteto do PSD!
Cada uma delas com 5 votos contra, supõe-se que os dos vencedores do
quarteto do Juntos, dito 
Ilda M.
Pinheiro
Movimento Independente, e  da solitária eleita do PS.
E assim vai a política local, surrealista e farisaica, incapaz de revolver essa coisa vulgar da democracia que é auto-eleger-se, fingindo votar e repetindo-se sempre, comprometendo os interesses públicos.
Isto porque estas senhoras e estes senhores eleitos medem mais a soleira dos seus interesses (e dos seus partidos/movimentos) que a fronteira maior do território colectivo que simulam defender.
Estes, não defendem: isso provou-se nos 10 actos desse seu hipócrito exercício da democracia.
Juntos: José Garcia, Marta Morais, Má-
rio Martins e António Horácio Tavares

Quem é quem,
entre os 9?

O povo vai-se habituando a ouvir e exclamar que «eles nunca mais se entendem» e com tal se vai conformando, generosamente aceitando que esta vergonha medre pelo 10º. mês consecutivo e, coinci-
Júlia Maria
Melo (PS)
dentemente, depois de 10 patéticos actos de simulação da democracia.
Esta gente tem nomes. Vamos lembrá-los:
1 - Sérgio Edgar da Costa Neves, candidato do PSD, de 29 anos, comercial, presidente eleito da Junta de Freguesia e (provisório) da Assembleia de Freguesia. Fez carreira na JSD (foi presidente da Concelhia de Águeda) e foi presidente da Assembleia de Freguesia de Travassô e Óis da Ribeira em 2013/17 (quando se candidatou a presidente da Junta). 
2 - Manuel Duarte Marques de Almeida (Capitão), do PSD, 57 anos, técnico de tratamentos térmicos, eleito da Assembleia de Freguesia. Foi secretário da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira entre 1994 e 2013, em 5 mandatos do presidente Fernando Pires, e secretário da primeira Assembleia de Freguesia de Travassô e Óis da Ribeira, a de 2013/17. Acumula 25 anos de política local.
3 - Ilda Maria de Almeida Pinheiro, do PSD, 46 anos. Foi candidata à presidência da Junta de Freguesia de Travassô nas eleições de 2009, perdendo para Mário Martins, então no PS,e segunda, da lista de José Correia de Lima, em 2005, que também perdeu para Mário Martins.
4 - Sérgio Miguel Ferreira de Almeida, do PSD, 36 anos. Estreante nas eleições travassÓisenses, foi candidato do PSD na lista de Renato Salgado (PSD), em Espinhel, nas autárquicas de 2005 (em 4º. lugar).
5 - Mário Ramos Martins, do Juntos - Movimento Independente, aposentado e empresário agrícola, 73 anos. Presidente da Junta de Freguesia de Travassô eleito pelo CDS (em 2001), depois de, no mandato anterior (1998/2001, era terceiro) substituir Aníbal Pires. Em 2001, com 631 votos (63,1%9. O PSD de Jorge Élio Framegas teve 321 (ou 32,1%). Reelegeu-se pelo PS em 2005, com 660 961 votos (68,68%) e derrotou o PSD de José Correia Lima (225, ou 22,5%). Voltou a ganhar em 2009, então com 641 votos (63,91%) , contra dos 292 (29,11%) de Ilda Pinheiro (PSD) e de 39 (3,89) de Alberto Maia (BE).  Em 2013, já concorreu à presidência da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira, ganhando (com 698 votos) a Sérgio Neves, do PSD (570). 
Há mais de 20 anos na política local, é recordista de candidaturas por listas diferentes(3): CDS, PS e Juntos
6 - António Horácio Pires Tavares, do Juntos - Movimento Independente, serralheiro e aposentado, 61 anos. Foi candidato do PS, em Óis da Ribeira, em 1989 (8º. lugar da lista de Armando Tavares dos Reis) e em 2013 com Mário Martins - mandato em que, em regime de substituição, de Marta Morais, chegou a integrar o executivo, 
7 -  Marta Lúcia Castro Morais, do Juntos, professora, 37 anos. Foi candidata do PS em 2005 e 2013 e secretária do primeiro executivo da Junta da (des)União de Freguesias (2013/2017).
8 - José Filipe Gonçalves Garcia, do Juntos, técnico de qualidade, 35 anos. Estreante na actividade política local.
9 - Júlia Maria Pinheiro de Melo, 51 anos, gestora em IPSS. Estreante na actividade política local.


sexta-feira, julho 20, 2018

O 10º. acto da Assembleia não foi de vez...

A sede da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira, no centro social desta vila 
que culpa não tem desta embrulhada fabricada e levianamente mantida pela farisaica 
politiqueirice local... Aqui decorreram os 10 vergonhosos actos de não eleição...
A delegação da União de
Freguesias de TravassÓis,
em Travassô

A «patética» Assembleia de Freguesia de Travassô e Óis da Ribeira voltou a reunir na noite de ontem para eleger, mas não elegeu ninguém. 
Nem o executivo - o(a) secretário(a) e tesoureiro(a) -, da Junta de Freguesia e muito menos a Mesa e presidência da dita Assembleia. 
Nem à 10ª. vez foi de vez!
Nem com 9 listas do totobolar «concur-
so» (do 5x4x0) apresentado pelo cada vez mais isolado presidente da Junta de Freguesia da cada vez maior (des)União de Fre-
guesias que o povo de Óis da Ribeira rejeitou (em assembleia popular) e malfadadamente tem de engolir.
O 10º. acto desta multiplicada e lastimável sem-vergonhice não atou nem desatou! Confirmou a laia dos actores.
Já não há, na verdade, não há palavras para descrever a tão levedada irresponsabilidade, ou leviandade, de quem - de um lado e de outro... -, há 10 meses se propôs servir as duas freguesias e não as serve, castrando sucessivamente (já por 10 vezes...) o funcionamento normal de uma autarquia que está amarrada, paralisada, não existe, está absolutamente ingovernável.
O d´Óis Por Três já várias vezes sugeriu a demissão de todos os eleitos - seria uma questão de honra... - e a realização de novas eleições. Acrescentamos hoje que, se tal acontecesse, nenhum dos actuais eleitos se deveria candidatar. Dizemos nós.
Esta gente, estes eleitos, estes politiqueiros de trazer por casa, não se dão respeito e não têm o respeito que devem ao povo eleitor das duas freguesias. A quem farisaicamente pediu votos.
O Tribunal Administrativo e Fiscal de Aveiro ordenou a realização de tantas assembleias quantas as necessárias para eleger os dois órgãos, mas nem assim. A dizer se pode que já nem os tribunais se respeitam. Uma e outra partes.

9 listas a zero,
por 5 a 4!

O presidente da inexistente Junta de Freguesia de TravassÓis apresentou 9 listas e todas, uma a uma, todas tiveram 5 rotundos não e 4 insuficientes sins!
Para memória futura, damos conta dos elementos que Sérgio Neves apresentou para, com ele, formarem o executivo travassÓisense, por esta ordem:
1 - Sérgio Almeida (PSD) e Marta Morais (Juntos),
2 - Sérgio Almeida (PSD) e José Garcia (Juntos).
3 - Sérgio Almeida (PSD) e Mário Martins (Juntos).
4 - Sérgio Almeida e Ilda Pinheiro (ambos do PSD).
5 - Manuel Almeida (Capitão, do PSD) e Mário Martins (Juntos).
6 - Ilda Pinheiro (PSD) e Marta Morais (Juntos).
7 - Ilda Pinheiro (PSD) e José Garcia (Juntos).
8 - Ilda Pinheiro (PSD) e Mário Martins (Juntos).
9 - Ilda Pinheiro (PSD) e António Horácio Tavares (Juntos).
A esta onda de inconsequentes propostas do cada vez mais  limitado presidente Sérgio Neves apenas «escapou» Júlia Melo (PS), que não foi listada para nenhuma delas.
O que se vai seguir?
Provavelmente, continuar o «julgamento» que a Juíza interrompeu no Tribunal Administrativo e Fiscal de Aveiro para dar, aos vários actores da politiqueirada travassÓisense, a oportunidade de serem gente pública a sério!
A ver vamos!

quinta-feira, julho 19, 2018

Assembleia de Freguesia em 10ª. sessão da primeira, a da (não) posse


A Assembleia de Freguesia de Travassô e Óis da Ribeira está convocada para a noite de hoje, dia 19 de Julho de 2018, em décima sessão da sua primei-
ra... sessão, a da eleição do órgão executivo e da Mesa e nova
A convocatória para a 
AFTOR de 19/07/2018
Assembleia de Freguesia.
Em 10ª. sessão, o leitor leu bem!
Não é engano! Não é, não senhor!
Engano é ao que tem estado sujeitos os eleitores travassÓisenses, pois, ao fim de 10 jornadas eleitorais da primeira sessão da AFTOR, os seus eleitos não conseguiram eleger os seus órgãos executivos e legisla-
tivos/fiscalizadores, divorciados dos seus deveres e apalhaçando a coisa muito séria que é o poder local. 
Se, por capricho da vida, ou do destino...,  alguma dignidade institucional existisse entre a claque eleita, já há muito que tudo estaria resolvido. Mas... não!
Os tribunais já andam metidos na trapalhada em que os 9 eleitos do poder local envolveram a política local e todos eles, salvo o devido respeito, deviam «dar o fora» e, por algum tempo de meditação e responsabilidade, ficarem sossegadinhos no seu canto, assumindo o que (não) valem e ficarem quietinhos, no seu sítio, deixando de prejudicar, por actos e omissões, os interesses dos povos de Travassô e Óis da Ribeira.
O «espectáculo» de logo à noite (21 horas) vai valer o quê?
Provavelmente, mais do mesmo e oxalá nos enganemos!