«Uma rua da turística antiga vila óisdaribeirense e da formosa pateira é a que vai da casa do sr. Alexandrino até à António Bernardino, no cruzamento para o Caminho Fundo, reportava o d´Óis Por Três de há já 10 anos.
Acrescentávamos:
«Como se vê, não faltam ervas (e algumas bem altas...) onde deveria estar uma valeta (já nem falamos em passeio). Mas falta o alcatrão, como está bem à vista.
Ruas semi-alcatroadas parece estar a ficar moda na foralada (de farol manuelino) terra ribeirinha. Perdeu importância desde esses tempos, está mais que visto. Os poderes públicos marimbam-se na nobre terra.
É a vida, diria um antigo 1º. ministro.
É uma gaita desalcatroada, dizemos nós!!».
- NOTA: A rua é a Rua dos Aidos e, passados 10 anos desta nota, nada mais nada mnos que... 10 anos, continua por alcatroar - como regularmente aqui lembramos. O que já vinha de 2013, há 13 anos e ano da criação da Unioão de Fregueias de Travassô e Ois da Ribeira (UFTOR). Assim é «cuidar do herdado, para deixar em legado». Os eleitos e futuros e actuais eleitos óisdaribeirenses não sabem disto?
É a vida, diria um antigo 1º. ministro.
É uma gaita desalcatroada, dizemos nós!!».
- NOTA: A rua é a Rua dos Aidos e, passados 10 anos desta nota, nada mais nada mnos que... 10 anos, continua por alcatroar - como regularmente aqui lembramos. O que já vinha de 2013, há 13 anos e ano da criação da Unioão de Fregueias de Travassô e Ois da Ribeira (UFTOR). Assim é «cuidar do herdado, para deixar em legado». Os eleitos e futuros e actuais eleitos óisdaribeirenses não sabem disto?


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