quarta-feira, abril 29, 2026

- ANO 1998, há 28 anos: Reunião pública sobre o Centro Social da ARCOR!


O Centro Social de ARCOR e a sede da União de Freguesias

O terreno onde foi construído o centro social
da ARCOR e a sede da Junta de Freguesia


A quarta-feira de 29 de Abril de 1998 foi dia (à noite) de uma reunião extraordinária sobre a candidatura da ARCOR para as obras do centro social (ao tempo denominado Centro Cívico) e a sua (não) entrada em PIDDAC - o Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central.
Há 28 anos!
O histórico encontro teve participação da dra. Maria do Carmo Ramos, quadro superior da Segurança Social de Aveiro, e o intuito era esclarecer as dúvidas que existiam (e eram muitas, na verdade...) sobre a (não) existência do projecto e da candidatura - sobre o que muito se especulava em Óis da Ribeira.
Havia projecto e havia candidatura, só que esta, em termos do distrito de Aveiro, tinha 9 outras à frente. Foram desfeitas dúvidas e «absolvido» Fernando Reis Duar7e de Almeida, o então presidente da direcção - acusado do contrário, com o tesoureiro Afonso Farias de Carvalho e o secretário Hercílio Alves de Almeida.


ARCOR em 1998
Reunião foi pública
e muito participada!


A muito participada e histórica reunião teve lugar no salão da então sede da Junta, agora da Tuna, na noite desse dia 29 de Abril de 1998.
Muito participada, teve presença, além destes dirigentes arcorianos, do executivo da Junta de Freguesia (presidente Fernando Pires, tesoureiro Rui Fernandes e secretário Manuel Capitão), Celestino Viegas (antigo e futuro presidente da direcção), António Jorge Tavares e Oriana Tavares (que tempos antes se tinham demitido da direcção da ARCOR).
Além deles, também Isauro Santos e Agostinho Tavares (antigos presidentes da Junta de Freguesia e este futuro da ARCOR), Porfírio Pires, Tobias Reis, José Pinheiro e esposa (Maria Dulce Viegas), Armando Tavares dos Reis, Manuel Horácio Reis e esposa (Maria do Rosário), Aurélio Framegas, Angelino Gomes da Conceição e esposa (Maria do Carmo), Manuel Joaquim (Beatriz), António Simões Pereira, Jorge Marques, Aurélio Reis, Lurdes Cadinha, Rosa Maria Santos, Clélia Costa, Maria Joaquina Lopes, António Carlos Almeida, Jorge Soares, José Melo (Rosália), Rui Melo, Dionísio Prazeres, António José Tavares (anterior presidente da ARCOR), as irmãs Marília e Isaura Gomes Soares, João Marques (Bicho), Leonildo Costa, Manuel Ferreira, Clarinda Reis e filha (Maria José), João Viegas, Clara Santos, José Pires e António Resende.
Já durante o decorrer da reunião, entraram na sala Armando Ferreira, Carlos Marques, Paulo Gonçalo, João T. Santos (Aires), António Manuel Melo e Messias Framegas.
A proposta de lei que deu corpo
ao centro social da ARCOR 

O Centro Social no
PIDDAC de 1999!


O projecto do Centro Social da ARCOR incluía a sede da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira - por isso durante muito tempo de denominado Centro Cívico - e tinha sido aprovado em 1997, pela Segurança Social de Aveiro.
A dra. Maria do Carmo Ramos disse o que se previa, nesta histórica reunião de há 27 anos. Disse que a obra, para andar, tinha de entrar no PIDDAC.
O que veio a acontecer por decisão da Comissão de Economia e Finanças da Assembleia da República, com votos favoráveis dos deputados Castro Almeida, Rui Rio, Manuel Oliveira e José Júlio Ribeiro (eleitos do PSD), Sílvio Cervan (do CDS) e João Amaral (do PCP).
Os eleitos socialistas abstiveram-se, era António Guterres o 1º. Ministro (PS), que não tinha o projecto incluído no PIDDAC para 1999. Reprovando-o, pois.
- NOTA 1: A proposta de alteração ao Orçamento de Estado tinha sido apresentada a 25 de Novembro de 1998, pelo deputado Manuel Castro Almeida (PSD) e assinada pelos eleitos do PSD, CDS e PCP. Deu entrada na Comissão de Economia e Finanças a 3 de Dezembro e foi votada no dia seguinte - com a votação que, manuscrita e sublinhada a vermelho, se pode ver na imagem.
- NOTA 2: Participantes da reunião de há 28 anos, já faleceram Fernando Reis e Hercílio de Almeida, Isauro Santos e Agostinho Tavares, Porfírio T. Pires, Tobias Framegas Reis, José Pinheiro, Armando Tavares dos Reis, Dionísio Prazeres, Marília Gomes Soares, Oriana Tavares e José Tavares Pires, Armando Alves Ferreira, João Tavares dos Santos (Aires) e Messias Framegas. RIP!!!

- ANO 1993, há 33 anos: Assembleia Municipal aprovou cedência do terreno à Junta de Freguesia !

A
O terreno cedido pela Câmara de Águeda

Fernando Pires, Agostinho Tavares e Celestino
Viegas na escritura de 23/06/2004
A Assembleia Municipal de Águeda aprovou, a 29 de Abril de 1993, a cedência do terreno comprado a Armando Resende - onde hoje se situa o centro social da ARCOR e sede da Junta de Freguesia da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira.
Há 33 anos!
A deliberação camarária era de 6 de Abril desse ano e o terreno tinha sido escriturado a 15 de Fevereiro de 1989, pelo valor de 7 500 contos, sendo que o vendedor fez um desconto de 500 contos, por o terreno se destinar a obras de natureza social e desportiva.
A Junta de Freguesia era presidida por Fernando Tavares Pires, que contribuiu com 1 500 contos (dos 7 500) e a escritura de cedência à Junta de Freguesia viria a ser assinada a 22 de Março de 1994, entre os presidentes Denis Ramos Padeiro (da Câmara) e Fernando Pires (da Junta).
- NOTA: A escritura de cedência à ARCOR, pela Junta de Freguesia de Óis da Ribeira, foi, ver a segunda foto, assinada a 23 de Julho de 2004, pelos presidentes Celestino Viegas (e o tesoureiro Agostinho Tavares), pela ARCOR, e Fernando Pires, pela Junta.


- ANO 1982, há 44 anos: Jardim de infância na escola primária!


A casa da Junta de Freguesia na qual se admitiu, há
44  anos, instalar o jardim de infância da ARCOR


A Câmara Municipal de Águeda comprometeu-se, por escrito, «a executar as obras necessárias e apetrechar convenientemente uma sala para funcionamento do jardim de infância de Óis da Ribeira», a solicitação da ARCOR.
Há 44 anos!
O termo de responsabilidade foi assinado pelo vereador José Santos Silva, já falecido, e previa que as obras fossem realizadas até ao início do ano lectivo de 1983/1984. Pensou-se, inicialmente, na Casa da Junta da Rua Adolfo Pires dos Reis (que depois foi sede da Tuna e agora está há vários anos abandonada pela autarquia), mas os custos que acarretava lavaram a que a ideia fosse posta de lado.
O presidente da direcção era Celestino Viegas e passou-se a promessa para a sala mais velha da escola, mas a Câmara Municipal não cumpriu a responsabilidade que assumiu, com assinatura do vereador Santos Silva. 
- NOTA: Curiosamente e por coincidência, já no mandato de Fernando Reis e a 5 de Dezembro de 1997, 15 anos depois, a sala veio a ser utilizada como jardim de infância da ARCOR e até 2004!! Demorou, mas... foi!Actualmemte, é a sala da escola de música da Tuna/ AFOR

- ANO 1962, há 64 anos: Atestados de casamento para Graciete e Porfírio!

Maria Graciete
Porfírio T. Pires
 



A Junta de Freguesia de Óis da Ribeira, ao tempo presidida por Armando Resende, emitiu, com carácter de urgência e na reunião de 29 de Abril de 1962, atestados de casamento para dois óisdaribeirenses: Maria Graciete e Porfírio.
Há 64 anos.
Maria Graciete de Almeida Estima era filha de Casimira Almeida e António Fernandes Estima, de Óis da Ribeira, moradores na agora Rua Jacinto Bernardo Henriques (à entrada da ponte). Casou em Assequins com Aurélio Henriques Ruivo e o casal teve os filhos Aurélio José (já falecido) e Sandra Maria.
Porfírio Tavares Pires é filho de Neófita Alda Pires Tavares e Fernando Pires Soares, ambos já falecidos. Casou em Casal de Álvaro, em 1962 e com Maria Isaltina Gomes de Oliveira Reis e o casal, entretanto separado, teve os filhos Cesaltina (emigrada nos Estados Unidos) e Porfírio de Oliveira Tavares Pires (que faleceu dia 27 de Maio de 2022, vítima de doença, aos 56 anos e no Luxemburgo). Porfírio (pai) viveu em Óis da Ribeira, na sua casa da Rua Manuel Maria Tavares da Silva e casado com 
Cristialina Pires de Almeida Tavares, de Espinhel.
- NOTA: Maria Graciete faleceu, já viúva e de doença, aos 75 anos, em Assequins e a 22 de Dezembro de 2014. Pofírio faleceu a 7 de Abril de 2016, aos 83 anos. RIP!!!

- ANO 1956, há 70 anos: O arrendamento do terreno da Junta!

O terreno da Junta (já com o lavadouro e sede)
 e 2020

A sede da Tuna /AFOR (a antiga Junta)



A Junta de Freguesia de Óis da Ribeira, na sua sessão de 29 de Abril de 1956, aprovou a acta da anterior, que estabeleceu o arrendamento do terreno à ponte.
Há precisamente 70 anos.
O concurso público foi ganho por Amadeu Pereira dos Santos, que morava na Rua do Viveiro, a actual Adolfo Pires dos Reis), que apresentou a melhor oferta: 60$00 anuais e pelo prazo de 3 anos, com pagamento adiantado.
- NOTA: O terreno tinha sido comprado a Mário Duarte de Almeida e é o mesmo onde hoje se localiza a Sede 1 da Tuna / AFOR. Já foi sede da Junta de  Freguesia e, na cave, a da ARCOR, até 2004. Nesta, onde agora funciona a comissão de festa de Nossa Senhora de Fátima.

terça-feira, abril 28, 2026

A degradação e a erva do polidesportivo da ARCOR!

 

A rede que fica atrás da baliza sul do polidesportivo da ARCOR

A erva a crescer no polidesportivo da ARCOR

O polidesportivo da ARCOR é tema recorrente do d´Óis Por Três, por menos boas razões e disso não temos gosto nenhum.
A 25 de Outubro de 2023, por exemplo, dávamos conta do estado de abandono e vandalismo em que se encontrava, já então «vítima» de vários e repetidos esquecimentos diretivos.
A erva do «poli» a 23/01/2004

Já 5 anos antes - ver AQUI -, e mesmo outras vezes antes, falámos de o equipamento desportivo arcoarino «não ter qualquer tipo de manutenção».
«Desde há muito tempo, não existe: piso de jogos deteriorado e cheio de folhas de eucalipto e agulhas de pi
nheiro, ramos e gravetos de árvores, redes esburacadas, balizas estragadas e sem redes, abandono manifestamente visível», escrevemos então.
Por bem, ou pois mal: vamos a 28 de Abril de 2026 e o polidesportivo a ARCOR continua esquecido, abandonado e cada vez mais degradado
.
O que é pena! Muita, muitíssima pena ver este equipamento desportivo da Arcor assim abandonado! Como se não tivesse dono!
- NOTA: O d´Óis Por Três já em Agosto de 2010 (ver AQUI), em Junho de 2015 (ver AQUI) e Novembro de 2018 (AQUI), entre outras vezes, deu conta e alertou que «a ARCOR tem um polidesportivo, mas parece que o parque não tem dono, tal é o seu abandono, certamente de muitos meses, ou anos... A rede está rebentada, o passeio cheio de lixo...». 
Aos dia de hoje e lamentavelmente, sobra a ideia (provavelmente errada, assim seja...) de que as sucessivas direcções da ARCOR não sabem, ou não querem saber, deste equipamento desportivo. Ou que, sabendo, não o assumem, como é sua obrigação, e o deixam degradar dia-a-dia.


- ANO 2010, há 16 anos: Assembleia aprovou as contas da Junta de Freguesia!


A sede da Junta de Freguesia
 



A Assembleia de Freguesia de Óis da Ribeira (AFOR) reuniu-se a 28 de Abril de 2010 e aprovou as contas de 2009 da Junta de Freguesia, com um saldo positivo de 25 689,87 euros.
O executivo óisdaribeirense de há 16 anos era presidido por Fernando Tavares Pires (eleito do PSD), com o tesoureiro Rui Jorge Fernandes e o secretário Manuel Duarte Almeida (Capitão), também ambos do PSD, apresentou receitas de 42 598,36 euros (considerando o saldo anterior de 16 053,64) e 25 689,97 de despesas.
- NOTA: Os 4 eleitos do PSD votaram a favor, assim como o socialista Luís Neves. Também do PS, faltou Carla Tavares e absteve-se Carlos Pereira - o mesmo fazendo em relação ao inventário patrimonial da autarquia, avaliado em 171 200 euros.

- ANO 2003, há 23 anos: A reportagem da RTP na ARCOR e na canoagem!

Eládio Clímaco frente ao hangar da ARCOR

Uma equipa da RTP esteve em Óis da Ribeira no dia 28 de Abril de 2003, fazendo reportagem sobre a Secção de Canoagem da ARCOR e a pateira.
A produção estava enquadrada no programa «Conhecer Portugal» que então se exibia na televisão pública.
O programa gravado há 23 anos foi emitido uns dias depois, apresentado por Eládio Clímaco, como se vê na imagem, e mostrando a pateira e algumas embarcações da ARCOR em fundo, incluindo as de vela, modalidade que, na altura e na direção de Celestino Viegas, se praticava no clube, em protocolo com o Instituto Duarte Lemos (IDL), da Troa.
- NOTA: A imagem de há 23 anos mostra também alguns atletas de canoagem e vela da ARCOR em treinos... para tver.

- ANO 1963, há 63 anos: A campa dos padres do Cemitério Velho!



A tampa da sepultura dos padres do Cemitério Velho de Óis Ribeira foi inutilizada em 1963, no funeral de Monsenhor José Bernardino dos Santos Silva.
Não sabemos as razões, mas a questão era delicada e muito sensível à comunidade católica óisdaribeirense, assim privada de um local próprio para depósito dos caixões na hora da encomendação sacerdotal dos seus mortos.
O problema foi então resolvido com a construção de um pedestal, com uma placa horizontal destinada a esse fim.
Supomos que será, ainda, o mesmo que está no (agora) Cemitério Velho e que, assinalada a amarelo se vê na imagem.
A sepultura dos sacerdotes ficava mesmo à entrada do cemitério, no local em forma de rectângulo, que está assinalado na mesma imagem, ao lado da capela da família de Manuel Maurício Marques.
- NOTA: O pedestal também está assinalado e o mausoléu do padre/monsenhor José Bernardino dos Santos Silva é o que se vê ao fundo, com a placa da Tuna ao lado (esta, entretanto mudada para o espaço de ligação entre os dois cemitérios - o Velho e o Novo).

- ANO 1946, há 80 anos: A terrapanagem dos terrenos da escola primária!

As três salas e o logradouro sul (o da entrada) da antiga escola primária 
de Óis da Ribeira, que é agora a Sede 2 da Tuna/AFOR

Benjamim Freitas


A terraplanagem do terreno à volta da escola primária de Óis da Ribeira estava, há precisamente 80 anos, em fase de conclusão.
Julgamos que relativamente à primeira sala - a chamada sala velha, onde agora a funciona a escola de música da Tuna/AFOR.
A questão foi abordada na sessão da Junta de Freguesia de 28 de Abril de 1946 e os trabalhos foram dirigidos pelo presidente Benjamim Soares de Freitas, neles colaborando muitos populares, que «trabalharam de bom grado e gratuitamente».
A autarquia também contratou alguns homens e carregos (transporte de terras), serviços pelos quais pagou 340$00. Actualmente, seriam qualquer coisa como 300 euros.
A Junta de Freguesia incluía o secretário José Maria Estima e o tesoureiro Manuel Soares dos Santos (Lopes) e na mesma sessão de há 80 anos, analisou-se o facto de o orçamento suplementar apresentado na sessão anterior, a de 24 de Março de 1946, no valor de 1 632$00, não ter tido qualquer reparo.
Tinha estado exposto em edital público, como ao tempo era habitual, para exame e apreciação do povo óisdaribeirense.
- NOTA: Há 80 anos, era assim, nos tempos sem... democracia. Agora e com todos meios tecnológicos de informação que há disponíveis, vai-se ao site oficial da Junta de Freguesia e... nicles. Não há contas publicadas. Nem actas do executivo. 
São os novos tempos demcráticos e de transparência! Os dos novos poderes.

- ANO 1898, há 128 anos: A morte do padre Manuel Joaquim de Almeida!


Óbito do padre Manuel J. Almeida
 



O padre óisdaribeirense Manuel Joaquim de Almeida faleceu a 28 de Abril de 1898, aos quase 64 anos de idade.
Há 128 anos!
O sacerdote era filho do cirurgião José Joaquim de Almeida e de Rosália Maria Ribeiro, governanta de casa de família e todos naturais e moradores na vila de Óis da Ribeira.
Nasceu a 8 de Junho de 1834 e era neto paterno de Benjamim José de Almeida, de S. Martinho (Aguada de Cima), e de Maria Simone da Conceição, de Óis da Ribeira; neto materno de Manuel Francisco Estima de Matos, também de ÓdR, e de Maria Tomás Alves, de Espinhel.
- NOTA: O padre Manuel Joaquim de Almeida foi baptizado no mesmo dia do nascimento, pelo padre Manuel Marques de Almeida, o então titular da Paróquia de Santo Adrião de Óis da Ribeira, e foi apadrinhado por Manuel Pires Alves, que era de Perrães (Oiã), e Ana Francisca Constância, da vizinha freguesia de Requeixo (Aveiro).

segunda-feira, abril 27, 2026

Festival de Sopas de Nossa Senhora de Fátima 2026!

 

O Festival de Sopas de Nossa Senhora de Fátima de 2026

Sopas e bons apetites de NS de Fátima 2026


O Festival de Sopas da comissão de festas de Nossa Senhora de Fátima de 2026, da Paróquia de Santo Adrião de Óis da Ribeira, decorreu anteontem - na noite do dia 25 de Abril.
O evento decorreu nas instalações da sede da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira (UFTOR), nesta vila, e no espaço onde, há alguns anos, provisoriamente funcionou o posto médico.
«Tivemos grande variedade de sopas e uma adesão agradável», considerou fonte da comissão de festas - que em 2025 vão decorrer durante 5 dias, entre a quarta-feira do dia 13 (o Dia de Fátima) e o domingo de 17 (o seguinte).
O programa será oportunamente anunciado.

Passeio de Motas
e Motorizadas !

A comissão, entretanto, vai organizar um passeio de motas e motorizadas no próximo dia 1 de Maio (sexta-feira) - com partida do bar, às 9 horas e para «uma viagem cheia de convívio e boa disposição».
As inscrições podem ser feitas até 29 de Abril de 2026 - a próxima quarta-feira - custando 20 euros (incluindo o passeio, reforço, almoço e t-shirt), ou 15 euros (com passeio reforço e t-shirt) ou/e os mesmos 15 (almoço).
Os interessados poderã contactar o juiz Bruno Soares (pelo telemóvel 913 591 307) e/ou António Ferreira (910866852).

- ANO 2008, há 18 anos: Concentração de Tractores das Jornadas Culturais da Junta de Freguesia!


Cartaz da concentração
de tractores de ÓdR



A primeira actividade das Jornadas Culturais da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira de 2008 estava marcada para o dia 27 de Abril mas foi adiada para o dia 4 de Maio seguinte: uma concentração de tractores.
Há 18 anos!
A actividade agrícola era (e ainda é...) uma das maiores fontes económicas da freguesia, pelo que, na opinião do então presidente Fernando Tavares Pires, «fazia todo o sentido reunir os seus agentes e são muitos os de Ois da Ribeira e freguesias vizinhas».
A concentração acabou por ser no dia 4 de Maio seguinte, na variante do Surpel, de Espinhel para Óis da Ribeira, e o programa incluiu um desfile pelas ruas da freguesia, até ao parque de lazer da pateira - onde se realizou o almoço de confraternização e o convívio da festa dos tractoristas de Óis da Ribeira.
- NOTA: As Jornadas Culturais de  2008previam, ainda, um torneio de futsal (em Junho), dois passeios cicloturísticos, um encontro de orfeões, um festival de folclore, tunas musicais e duas excursões.

- ANO 1999, há 27 anos: O projecto da ARCOR e sede da Junta de Freguesia de Óis!

O comendador Almeida Roque, arquiteto Gil Abrantes e o presidnete
Fernando Reis, já falecidos, e o então futuro presidente Celestino 
Viegas. Há 27 anos!


A elaboração do projecto do então denominado e futuro Centro Cívico de Óis da Ribeira passou do Gabinete de Apoio Técnico (GAT) de Águeda para a CIVILAG a 27 de Abril de 1999.
Há precisamente 27 anos.
O Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social de Aveiro (CDSSA) tinha, a 13 de Abril desse mesmo ano, dado instruções concretas e rigorosas no sentido de incluir o ATL, o centro de dia e o apoio domiciliário no projecto em candidatura a ARCOR, mas a doença da engenheira do GAT, que estava encarregada da sua elaboração, comprometeu o prazo exigido - o que levou a que fosse pedida a intermediação da Câmara Municipal de Águeda.
O presidente Manuel Castro Azevedo, na altura e depois de analisar a situação, em reunião que envolveu os presidentes Fernando Reis (da ARCOR) e Fernando Pires (da Junta), assim como Celestino Viegas (que viria a ser o seguinte presidente da ARCOR) optou por, dias depois, entregar a elaboração do projecto ao Gabinete CIVILAG.
A CIVILAG, empresa do arquitecto Gil Abrantes (já falecido), acabou a parte de arquitectura a 9 de Agosto de 1999 e, depois de várias peripécias, viria a tê-lo concluído a 30 de Março de 2001, quase dois anos passados, tal foi a complexidade da sua elaboração, por exigências legais da Segurança Social.
- NOTA: O edifício foi construído e foi inaugurado a 24 de Janeiro de 2009, por Augusto dos Santos Silva, o então Ministro dos Assuntos Parlamentares.

- ANO 1958, há 68 anos: Abusos nos baldios da Junta de Freguesia!



A Junta de Freguesia de Óis da Ribeira, na sua sessão mensal de há 68 anos - um sábado de 1958 -, observou uma queixa de abusos nos baldios da autarquia.
O presidente era Aires Carvalho e Santos e foi quem levantou a questão na reunião, por lhe terem sido apresentadas várias informações sobre tais abusos (presumimos que roubo de árvores e matos) e resolveu, com o tesoureiro José Pinheiro das Neves e o secretário David Soares dos Santos, proceder a averiguações sobre tal assunto e agir em conformidade.
Era tempo em que os gestores autárquicos conheciam bem o território que administravam e o que era seu (da Junta de Freguesia), agindo consoante a actualidade e oportunidade.
- NOTA: A mesma sessão autárquica  de há 68 anos também analisou a necessidade de mandar proceder à limpeza do cemitério - o hoje chamado Cemitério Velho, que era mais pequeno e o único então existente da freguesia.

- ANO 1957, há 69 anos: O caminho da Calçada até ao paredão do rio!


Populares impediram o calcetamento em 2014
 

O Caminho da Calçada vai da Capela de Santo António ao paredão e foi alargado há 69 anos, para facilitar o tráfego de carros de... vacas, para os serviços agrícolas.
A Junta de Freguesia de Óis da Ribeira era presidida por Armando Resende, com o secretário David Soares dos Santos e Aires Carvalho e Santos o tesoureiro.
O Caminho da Calçada é o mesmo que, a 11 de Novembro de 2014, passados 47 anos (e já lá vão quase 12...), começou a ser empedrado, mas tal foi impedido por populares, que o queriam mais largo e mais baixo.
Os trabalhos tinham começado na semana anterior, num troço de 4,10 metros de largura - o que, segundo disseram, «não dá para cruzarem dois carros e muito menos dois tractores».
Diamantino Correia, um dos manifestantes, considerou que «deve ser mais largo e mais baixo, ao nível das caixas» e Albertino Soares também frisou que «deve ser rebaixado», pois, precisou, «como está, a água (das cheias) leva tudo». - Ver AQUI
- NOTA: O caminho foi empedrado en finais de 2015, desde a capela de Santo António ao limite com Reqeixo (já no paredão). - Ver AQUI

domingo, abril 26, 2026

Óis da Ribeira nas comemorações dos 52 anos do 25 de Abril!

A Tuna / AFOR encerrou as comemorações aguedenses do 25 de Abril de 2026

A Tuna / AFOR na Praça do Município a 25/04/2026

A Tuna / Associação Filarmónica de Óis Ribeira (AFOR) participou no desfile e encerrou as comemorações dos 52 anos do 25 de Abriil de 1974, que ontem decorreram em Águeda.
A instituição musical óisdaribeirense desfilou na alta da cidade, da Praça António Breda, pela Avenida Eugénio Ribeiro e até à Praça do Município, animando o evento e com cravo vermelho no estandarte.
O desfile na Rua da Venda Nova
As associações e instituições do concelho de Águeda também, participaram e fizeram círculo frente aos Paços do Concelho - com guarda de honra tunante e  dos Bombeiros Voluntários.
O executivo deslocou-se, depois, para o memorial dos Combatentes de Águeda, que faleceram na Guerra no Ultramar, prestando-lhes homenagem ao som do Hino Nacional - interpretado pela Tuna / AFOR.
Seguiu-se, 
com guarda de associação de Óis da Ribeira, a inauguração da árvore da Venda Nova, escultura com a imagem de S. Sebastião no interior, e o desfile, sempre com a Tuna / AFOR - como se pode ver na terceira imagem -,  seguiu para a Casa do Adro, onde se realizou a Assembleia Municipal de Águeda, em sessão extraordinária e comemorativa do 25 de Abril e com várias intervenções políticas e culturais.
A Tuna/ AFOR encerrou as comemorações, executando várias peças do seu repertório e o Hino Nacional de Portugal.



- ANO 2016, há 10 anos: A ARU - Área de Reabilitação Urbana de Óis da Ribeira!

 

A ARU de Óis da Ribeira
 


A Área de Reabilitação Urbana (ARU) de Óis da Ribeira foi aprovada pela Assembleia Municipal de Águeda a 26 de Abril de 2016.

Há exactamente 10 anos!
O documento legislativo tinha sido aprovado na sessão da Câmara no dia 7 do mesmo mês e tornada oficial após a publicação, no Diário da República nº. 138/2016, Série II, de 20 de Julho de 2016, do Aviso nº. 9027/2016 - como se pode ver na imagem ao lado.
A ARU óisdaribeirense envolve uma área de cerca de 30 hectares e integra as áreas mais consolidadas do aglomerado, abrangendo as suas zonas mais críticas ao nível do estado de conservação do edificado e qualificação do espaço público, com especial incidência ao longo das ruas Manuel Maria Tavares (dos Largos do Centro Social do do Cruzeiro) e Benjamim Soares Freitas.
Há 14 anos, e de acordo com o recenseamento então efectuado, a vila de Óis da Ribeira tinha 287 edifícios e 716 habitantes, números que não serão muito diferentes dos actuais.
A pergunta de hoje é simples: o que é feito do que (não)foi feito em Óis da Ribeira com base ou fundamento na ARU! Podemos, e devemos fazer outra: o que sobre isto sabem e nos podem dizer os eleitos locais?
- NOTA: O d´Óis Por Três sabe que as vantagens são bem interessantes, desde que obras feitas em área ARU. Há boas deduções de IVA em produtos ligados à construção civil, pois, nomeadamente, o IVA baixa de 23% para 6%. É de aproveitar.

- ANO 2011, há 15 anos: Medalha de Mérito Distrital para a Tuna de Óis da Ribeira!


O Ministro, o Governador e as associações centenárias de Águeda. José Maria
Gomes, da Tuna, é o quarto a contar da direita, ao lado de Rui Pereira
Governador José Mota, Ministro Rui Pereira e
o tunante José Maria Gomes


A Tuna Musical de Óis da Ribeira foi galardoada com Medalha de Mérito Distrital, atribuída pelo Governo Civil de Aveiro, na terça-feira de 26 de Abril de 2011.
Há precisamente 15 anos!
O Governador era José de Almeida Mota e a distinção ocorreu na altura das comemorações dos 175 anos do Governo Civil de Aveiro. 
A cerimónia foi presidida por Rui Pereira, o então ministro da Administração Interna.
A Tuna, agora Associação Filarmónica de Óis da Ribeira, foi uma das 51 instituições do distrito com mais de um século de existência que foram condecoradas. Fez-se representar na cerimónia pelo músico e dirigente José Maria de Almeida Gomes.
- NOTA: Outras cinco instituições de Águeda, também centenárias, foram distinguidas: a Associação Musical e Recreativa Castanheirense (de Castanheira do Vouga), a Banda Marcial (Velha de Fermentelos) e a Sociedade Musical Alvarense (Banda de Casal de Álvaro), o Ginásio Clube de Águeda (GICA) e a Santa Casa da Misericórdia de Águeda.

sábado, abril 25, 2026

Óis da Ribeira a 25 de Abril de 1974...

A sede da Junta de Freguesia (em 1974)




O 25 de Abril de 1974 foi há 52 anos e Óis da Ribeira era uma comunidade tranquila, principalmente rural e de caminhos abertos para o turismo, essencialmente a partir das belezas naturais da pateira.
Menos de um ano antes, a 5 de Agosto de 1973, tinha sido inaugurado o restaurante «Por do Sol», por iniciativa pessoal de Dinis Tavares dos Reis. Restaurante de «linhas modernas, funcional, bem equipado e magnificamente situado», dispondo de cave, salões de baile e de jogos, salas de jantar e de café «com extraordinária panorâmica sobre a pateira».
Lembremos algumas particularidades da vila óisdaribeirense de há 52 anos:

A Junta de
Aires C. Santos

Freguesia


A Junta de Freguesia de Óis da Ribeira era presidida por Aires Carvalho e Santos, com o secretário Fernando Reis Duarte de Almeida e o tesoureiro Joaquim Tavares da Silva.
A sede, que se recorda na primeira imagem, agora da Tuna / AFOR e (na cave) da comissão de festas de Nossa Senhora de Fátima, era (é) à entrada da ponte e tinha sido inaugurada no mandato de 1968/1971, no mandato do presidente Armando Resende e com o secretário Jaime Pinheiro ds Reis e o tesoureiro Custódio Lopes Correia.
Viria, na sequência do 25 de Abril de 1974, a ser substituída pela comissão administrativa liderada por Isauro Santos, com Arlindo Reis e Hercílio de Almeida.
Padre A. Fonseca

A Paróquia de
Santo Adrião


O padre António Nunes da Fonseca era o titular da Paróquia de Santo Adrião de Óis da Ribeira - onde chegou em 1969, substituindo o padre Manuel Simões da Silva. Até 23 de Agosto de 1988, quando foi substituído pelo padre Francisco Júlio Grangeia Pinto, ainda hoje titular das duas paróquias, mais a de Espinhel.
A Irmandade de S. Miguel e das Almas tinha (e tem) estatuto autónomo na Paróquia, que era gerida pela Comissão Fabriqueira, presidida pelo pároco.
As principais festividades paroquiais eram as de S. Sebastião, Nossa Senhora de Fátima, Santo António, Corpo de Deus, Natal e Páscoa.
Civilmente, o grande cartaz era a festa da pateira.
Grupo de Teatro em 1971


Movimento associativo
sem... associações

O movimento associativo era nulo, há 52 anos e depois de a Tuna ter suspendido as suas actividades em 1962. Só as retomaria em 1993. 
Um grupo de jovens, pouco depois do 25 de Abril, encetou uma iniciativa agrária de recuperação de terras semi-abandonadas (no campo) e chegou a dinamizar um cenoural, que não chegou a ser colhidas (por abandono dos trabalhos).
Pontualmente, os jovens formavam equipas de futebol - que disputavam jogos e torneios populares - com equipas de freguesias dos arredores.
Minimamente organizados e com várias denominações, sempre existiram grupos de teatro. Até 2012. Recordamos, na imagem, o grupo de teatro amador que subiu a palco em 1971
A ARCOR só viria a ser fundada a 19 de Janeiro de 1979.



- ANO 1999, há 27 anos: ARCOR com 5 canoístas campeões de Aveiro!



Ivo Rodrigues
e Luís Santos
Pedro Carvalho
Sérgio Soares
Bruno Brandão


O dia 25 de Abril de 1999, um sábado e feriado de há precisamente 27 anos, foi dia glória desportiva para 5 canoístas da ARCOR, clube náutico de Óis da Ribeira: sagraram-se campeões distritais de Aveiro. 
As provas dos escalões de promessas e maratonas decorreram em Ílhavo, organizadas pelo Clube Náutico local (entretanto extinto) e com participação de 60 atletas de clubes de todo o distrito.
Os campeões arcorianos foram os seguintes:
1 - K1 infantis (promessas): Ivo Rodrigues.
2 - C1 cadetes (promessas): Luís Santos.
3 - K1 seniores: Pedro Filipe de Carvalho (maratonas).
4 - C1 seniores: Sérgio Soares (maratonas).
5 - C1 juniores: Bruno Brandão (maratonas).
Outros resultados de caonístas da ARCOR:
Bruno Rodrigues, também da ARCOR (e irmão de Ivo), foi terceiro classificado de K1 juniores (maraonas).
- NOTA: O clube náutico de Óis da Ribeira e o GICA, da cidade de Águeda, foram terceiros classificados por equipas.