domingo, março 01, 2026

Os postes da iluminação pública do parque da pateira!



Um dos postes sem a campânula da iluminação pública
O caso mais próximo do parque infantil



Há pelo menos dois postes de iluminação pública do parque da pateira de Óis da Ribeira que estão sem campânula e, obviamente, sem lâmpada.

Num dos casos - o da imagem maior - a campânula está caída no chão. E por lá esquecida.
O mesmo acontece com o poste mais próximo do parque infantil - e que se pode ver na segunda imagem.
Campânula no chão.
Esquecida. Não tera ido nas cheias por um qualquer acaso.
O manifesto eleitoral do actual executivo da Junta de Freguesia da UFTOR anunciou no ítem «Ambiente e sustentabilidade», entre outros magnânimos propósitos para o parque da pateira de Óis da Ribeira, a «substituição do sistema de iluminação pública».
Vamos esperar que tal aconteça e a promessa vá além dela mesma.
Preferencialmente, antes da época de verão. O de 2026

* Há 135 e 137 anos: A família de Manuel Filipe Soares!

A casa construída por Manuel Filipe Soares e
que agora é de João Paulo Resende Gomes


O cidadão óisdaribeirense Manuel Filipe Soares consorciou-se a 1 de Março de 1889 com Guilhermina Estima de Carvalho, de Espinhel.
Há exactamente 137 anos!
Dois anos depois e precisamente no mesmo dia, nasceu Amadeu, o filho primogénito do casal.
Manuel Filipe nasceu a 27 de Abril de 1861, filho de Manuel Pereira da Conceição e de Teresa Maria de Freitas, ambos trabalhadores rurais. Neto paterno 
de Caetano Pereira e de Maria da Conceição, neto materno de Manuel Soares de Freitas  de Maria Felicidade, todos de Óis da Ribeira.
O registo de passaporte de Manuel Filipe
Guilhermina, de 23 anos e governanta de casa, era filha de Germano de Sousa, natural de Eixo, e de Josefa Maria Estima, de Espinhel. Os padrinhos foram o padre Joaquim Tavares da Silva e o lavrador Manuel Pereira da Conceição, ambos de Óis da Ribeira.
Manuel Filipe emigrou no Brasil em 1890, trabalhou na cidade e Estado do Rio de Janeiro e de lá regressou com abastados meios de fortuna. De tal monta que lhe ermitou, em 1908, construir a casa apalaçada da Rua Benjamim Soares de Freitas (ver data na foto abaixo), agora propriedade de João Paulo Resende Gomes, neto de José Resende - que a tinha comprado aos herdeiros.
Casa de Manuel F. Soares

Amadeu Soares
casou com espanhola!

Amadeu, filho de Manuel Filipe e Guilhermina, nasceu a 1 de Março de 1891, às 15 horas de há 135 anos, um domingo e precisamente dois anos depois do casamento de seus pais.
Casou com Petronila Natália Rodrigues, cidadã espanhola então com apenas 17 anos e natural de Albuquerque, em Badajoz (Espanha), filha de pai incógnito e de Joana Villa Rodrigues, a 16 de Novembro de 1912. E que faleceu a 2 de Abril de 1961.
- NOTA: Amadeu foi, durante muitos anos, comerciante na cidade de Setúbal e enviuvou em Óis da Ribeira, a 2 de Abril de 1961. Faleceu a 15 de Fevereiro de 1962, na sua casa da Viela do Canto, que agora é propriedade de Mário Pires Vieira.

- Há 13 anos: O telhado da churrasqueira norte do parque da pateira!

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O telhado de há 13 anos

 


«O telhado da churrasqueira norte do parque da pateira está “feito” num campo de plantas», noticiou o d´Óis Por Três de há 13 anos. 
O texto era de Luís Neves e acrescentava:
«O tamanho deixa a entender que não será limpo faz algum tempo, quiçá por falta deste, da parte de quem é responsável pela limpeza do espaço.
Passar por lá e dar um jeito no local, não ficaria nada mal - antes, até, que o peso das plantas ponha abaixo o telhado da churrasqueira. Ou a imagem entre em algum concurso fotográfico que a “popularize” pelo mundo fora - deixando a pairar, injustamente, a ideia de algum desmazelo». - LN

- Há 12 anos: Arménio José venceu 2 provas do Nelo Winter Challenge!

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Arménio José (ARCOR)



O canoísta Arménio José, da ARCOR (foto), venceu as provas de 200 e 2000 metros de C1 do Nelo Winter Challenge 2014. E foi convocado para o estágio da selecção nacional de velocidade de juniores e cadetes. Tiago Tavares para a de seniores.
As provas decorreram a 1 de Março, na barragem da Aguieira, e as classificações dos atletas da ARCOR foram as seguintes, respectivamente nos 2000 e nos 200 metros:
- K1 cadetes: Mariana Fernandes, 30º. e 20º. lugares.
- C1 juniores: Arménio José, primeiro lugar nas duas distâncias. - Mariana Pires, 20ª. e 10ª.
- K1 seniores: André Santos, 65º. e 19º.; Alexandre Pires, 80º. e 17º.; Lorenzo Soares, 79º. e 21º.; -Andreia Fernandes, 32º. e 17º. lugares.
- C1 seniores: Fábio Lopes, 16º (4º. melhor português) e 8º. (2º.  melhor português).
- K1 júniores: Adriano Coelho, 45º. nos 200. Leandro Melo, 73º.- nos 2000. - Mariana Pires,  20ª. nos 2000 e 10ª. nos 200.
- SELECÇÕES: Os estágios de Arménio José e Tiago Tavares decorrem  no CAR de Montemor, entre 3 e 22 de Março.

sábado, fevereiro 28, 2026

- ANO 2020, há 6 anos: Sérgio acusou Câmara e Jorge disse que é «um presidente da Junta trauliteiro e perigoso!»

A Assembleia Municipal de Águeda reuniu no salão da ARCOR a 28/02/2020
O presidente Jorge Almeida, ladeado pelos vereadores
João Clemente, à esquerda, e Elsa Corga


A sessão da Assembleia Municipal de Águeda realizada a 28 de Fevereiro de 2020 e em Óis da Ribeira, caracterizou-se por guerra de palavras e troca de agrestes «mimos» entre duas presidenciais figuras: Sérgio Neves, da Junta de Freguesia de Travassô e Óis da Ribeira (do PSD), e Jorge Almeida, da Câmara Municipal de Águeda (do Movimento Juntos).
Há 6 anos!
Sérgio Neves, o anfitrião, começou por explicar a razão de não ter sido oferecido o tradicional jantar que antecede estas reuniões da AM: para poupar, pelas dificuldades financeiras com que se debate a Junta de Freguesia. E por um segundo motivo, disse: «Por não termos vontade de confraternizar à volta de uma mesa, depois da forma como esta União de Freguesias foi tratada pela Câmara Municipal desde as eleições da 2017 e depois das intercalares de 2019».
E não poupou palavras, considerando que a UFTOR foi «ostracizada, boicotada e discriminada relativamente a outras freguesias». 
Auto-considerou-se «defensor tenaz» da UFTOR e disse que a culpa desta ostracização, boicote e discriminação é de quem «não aceitou os resultados» das eleições, ora as de 2017 ora as de 2019, e de «quem os apoia» - numa clara indirecta a Jorge Almeida e ao Movimento Juntos. Por causa deles, sugeriu Sérgio Neves que «a freguesia viu-se privada» de apoios camarários e considerou esse tempo como «um período triste», um período em que «todos me abandonaram».
Brito Salvador, à direita, presidente
da Assembleia Municipal de Águeda

Crescer com homem
e como político...

Os trabalhos foram presididos por Brito Salvador (Juntos) e Sérgio Neves, na sua intervenção, recordou «uma Assembleia Municipal desse período, na qual o sr. presidente da Câmara disse que eu tinha de crescer como homem e como político. Registei essas palavras e hoje devolvo-lhe as palavras», disse Sérgio Neves.
O autarca travassÓisense falou de «80 000 euros que ficaram por dar à Junta» e considerou inúteis as reuniões com o presidente da Câmara, Jorge Almeida, que não cumpriu a deliberação da Assembleia Municipal realizada na Trofa, no sentido das verbas camarárias (do período de Outubro de 2017 a Março de 2019) serem enviadas para a UFTOR, o que não aconteceu.
Sérgio Neves, sem papas na língua e em tom acusatório, interrogou-se sobre o que valerem as reuniões com o presidente da Câmara Municipal e considerou não ter ilusões sobre o abandono a que a autarquia municipal votou a UFTOR.
O autarca travassÓisense, falando das (não) transferências camarárias para a UFTOR, disse a que as freguesias deveriam «ser tratadas da mesma maneira» e, dirigindo-se a Jorge Almeida, afirmou que «o seu comportamento já não me ofende».
«Ofende o povo. Se não inflectir, o povo dar-lhe-á a sua resposta», disse Sérgio Neves, acrescentando, sobre as (não) transferências, que «tem hoje a oportunidade de se reconciliar com o povo».
Jorge Almeida, quando interveio, chegou a perguntar-lhe se queria «acertar as contas» na sessão de ontem.
Sérgio Neves

O que fez a Câmara em
Travassô e Óis da Ribeira

O presidente da UFTOR referiu-se, também, a um panfleto eleitoral das intercalares, no qual o Movimento Juntos, o de Jorge Almeida, lembrava ao povo travassÓisense que «Câmara e a Assembleia Municipal são geridas pelo Juntos». 
E proclamava, o panfleto: «Não tenham ilusões. Se quiserem recuperar o tempo perdido, votem neste projecto, pois ele tem o apoio total do executivo municipal, mais. Não se deixem iludir, pois todas as verbas destinadas à União passarão pelo executivo municipal e só com o seu aval seguirão o percurso para o qual se destinam».
«Não me recordo de qualquer desmentido da Câmara», precisou Sérgio Neves, considerando que «quem cala, consente» e, entretanto, enunciando a colaboração da Câmara Municipal de Águeda à UFTOR nos «últimos 3 anos». E disse:
1 - Apoio à construção do armazém da Junta em 40%, faltando pagar a segunda tranche, já aprovada,
2 - Comparticipação de 40% na aquisição do tractor.
3 - Transferência de verbas para limpeza de Fevereiro a Dezembro de 2019.
4 - Caixilharias da escola primária.
As acusações de Sérgio Neves ao presidente e à Câmara Municipal de Águeda repetiram-se, com uma confissão final: «Eu não consigo gerir a freguesia quando não se sabe o que se vai receber».
O rol de acusações de Sérgio Neves foi grande, envolvendo, por exemplo e no que diz respeito a Óis da Ribeira, a pateira, o alargamento e asfaltamento de ruas, a ligação a Requeixo.
A Mesa da Assembleia de Freguesia, em cima,
e o executivo da Câmara Municipal de Águeda

Acusação
Um presidente da 
Junta trauliteiro e 
perigoso !

O presidente Jorge Almeida, «acossado» pela dureza das palavras de Sérgio Neves, confessou a sua «perplexidade» relativamente ao que ouviu e foi curto, começando por registar «a forma inusitada e única como fomos recebidos pelo presidente da Junta de Freguesia».
O presidente da Câmara lembrou que os travassÓisenses «também nos elegeram» e sublinhou «a forma trauliteira, inusitada e perigosa» como Sérgio Neves interveio no areópago municipal, para mais, dizemos nós, sendo o anfitrião.
Sobre as as obras, referiu-se ao saneamento de Óis da Ribeira, precisando que o concurso é de Junho de 2017, antes da eleição de Sérgio Neves - «ainda o senhor não era influente...», satirizou. Como quem diz que ele (Sérgio) nada tem a ver com isso. E quanto ao alcatroamento das ruas intervencionadas pelas redes da água e saneamento, afirmou que «o concurso lançado pela AdRA resulta de um protocolo com a Câmara».
«Gostaria de afirmar que Óis da Ribeira vai ter obras e obras, vão ver...», disse Jorge Almeida, sublinhando também que «Águeda é a Câmara que mais transfere para as freguesias» e ainda que «Travassô e  Óis da Ribeira não vão ficar a perder»
- NOTA 1: Solicitámos ao presidente Sérgio Neves, há 6 anos, o envio da sua intervenção, para melhor a pormenorizar, mas uma vez mais não quis colaborar com o d´Óis Por Três.
- NOTA 2: Os dois presidentes, entretanto e como todos sabemos, fizeram as pazes e, em 2021, até ambos foram candidatos do Movimento Independente Juntos. Votaram um no outro. O que repetiram em 2025

- ANO 2009, há 167anos: A Tuna de Óis da Ribeira aderiu à CULTURAG!


A assembleia geral da Tuna de Óis da Ribeira, reunida a 28 de Fevereiro de 2009, aprovou a sua adesão a CULTURAG - Federação das Associações Culturais de Águeda.
Há 17 anos!
Os trabalhos decorreram na sede da Rua da Ponte - actualmente, a Rua Jacinto Bernardes Henriques -, demoraram menos de meia hora e a aprovação foi por unanimidade. 
António Manuel Azevedo de Melo, Manuel Soares dos Reis e Santos e António Manuel Dias Soares eram, respetivamente, os presidentes da assembleia geral, da direção e do conselho fiscal.
- NOTA: A Tuna é a actual Associação Fiarmónica de Óis da Ribeira (a Tuna/AFOR).

- ANO 2009, há 17 anos: ARCOR homenageou os subscritores da escritura de fundação!

Os subscritores da escritura de fundação da ARCOR: Agostinho Tavares, António Framegas,
Armando Reis, Celestino Viegas, Armando Morais, Custódio Ferreira, Fausto Manuel Ferreira, 
 José Melo Ferreira, João Neves (a representar José Pires Tavares) e Danilo Costa

A placa dos fundadores


A ARCOR homenageou, a 28 de Fevereiro de 2009, os sócios que a 17 de Novembro de 1980 assinaram a escritura da sua constituição oficial.
A cerimónia de há 17 anos decorreu durante um dos espectáculos que comemoraram os 25 anos da associação e que, neste caso, teve actuação da Associação Etnográfica Os Serranos - de Belazaima do Chão.
A oportunidade foi tempo para ser descerrada uma placa de memória arcoriana, afixada na entrada da sede e centro social da associação. 
A placa que se vê ao lado.
Os subscritores da escritura foram Celestino Viegas, Custódio Ferreira e António Framegas (os iniciadores e membros da comissão instaladora e da primeira direcção da ARCOR, respectivamente como presidente, tesoureiro e secretário), Agostinho Tavares (falecido a 2 de Agosto de 2018), Armando Morais, Armando Reis (f. a 28 de Outuvro de 2022), Fausto Ferreira, José Melo Ferreira e José Tavares Pires, com as testemunhas Filipe Silva e Danilo Costa.

- ANO 2004, há 22 anos: A Orquestra Típica e a formação profissional da ARCOR!


Formação profissional na ARCOR de 2004
 

A Orquestra Típica e Coral de Águeda actuou no salão da ARCOR, há 22 anos e no âmbito das comemorações do 25º. aniversário da associação de Óis da Ribeira.
O salão ficou literalmente cheio nessa noite de 28 de Fevereiro de 2004 - com lembranças para o maestro Américo Fernandes e para a OTA, neste caso recebida por José Manuel Gomes, que era (e ainda é) instrumentista óisdaribeirense.
O intervalo do espectáculo foi tempo para a entrega de diplomas de mais dois cursos de formação profissional realizados na ARCOR, com apoio do CEFOSAPE, de Lisboa, do Fundo Social Europeu e Estado Português. Os formandos podem ser vistos na foto.
A ARCOR, ao tempo presidida por Celestino Viegas, tinha já realizado 8 acções de formação, num total de cerca de 6000 horas.

- ANO 1997, há 29 anos: Fernando Reis empossado como presidente da ARCOR!


Fernando  Reis

O diácono Fernando Reis Duarte de Almeida tomou posse como presidente da direcção da ARCOR a 28 de Fevereiro de 1997 e para o seu primeiro de dois mandatos.
Há 29 anos!
O executivo arcoriano então empossado incluía o vice-presidente António Jorge da Costa Tavares, o secretário Hercílio Alves de Almeida, o tesoureiro Afonso Farias de Carvalho e a vogal Oriana Pires Tavares. 
Viria a ser Fernando Reis, no segundo mandato, quem lançou a primeira pedra do centro social da ARCOR, a 27 de Fevereiro de 2020 - onte se passaram 27 anos.
O conselho fiscal e a assembleia geral eram, respectivamente, presididas por António José Tavares e José Bernardino Estima Reis (falecido a 29 de Dezembro de 2021, de doença e no Porto, quando era presidente da direcçºã da ARCOR).
Fernando Reis faleceu a 6 de Novembro de 2019, de doença e aos 81 anos.

- ANO 1912, há 114 anos: A Comissão Cultual de Óis da Ribeira!


O DL que criou a ACOR 
Joaquim António
Pires Soares



O Ministro da Justiça aprovou os estatutos da Associação Cultual de Santo Adrião de Óis da Ribeira - que foram publicados no Diário do Governo nº. 51, de 28 de Fevereiro de 1912.
Há 114 anos!
O ministro era António Macieira e a Comissão Cultual foi formada por Joaquim António Pires Soares, (na foto), Manuel Francisco dos Reis e António José da Costa (efectivos), com os suplentes Albino Rodrigues, Alberto Marques e João Maria dos Reis.
A Comissão Cultual substituía as Juntas de Paróquia do período monárquico e, depois da implantação da República, as denominadas Juntas Paroquiais Republicanas.
A demanda resultava da Lei de Separação do Estado da Igreja, de 10 de Abril de 1911, e que, em Óis da Ribeira, entre outras questões, implicou o arrolamento de todos os bens imobiliários e mobiliários da Igreja a favor do Estado.
- NOTA: É mesmo Comissão Cultual (de Culto). Não é Cultural, como poderá aparentar ser. 
 

- ANO 1897, há 129 anos: Padre Joaquim e um sobrinho iam morrendo afogados na pateira!


Registo de óbito do padre Joaquim
 Tavares da Silva

Padre José
Bernardino

O padre Joaquim Tavares da Silva ia morrendo afogado na pateira, a 28 de Fevereiro de 1897, quando a atravessava e se virou a bateira em que se transportava.
Há 129 anos!
O sacerdote foi a Oiã nesse dia para comprar paus de cerejeira, com um sobrinho, e carregou-os na embarcação por este conduzida. 
Embarcação que se afundou na lagoa, eventualmente por excesso de peso, ficado ambos sobre ela e com água pelo peito.
A salvação de ambos deveu-se à coragem do padre Joaquim, já que cravou a vara da bateira sobre o lodo, a ela se segurando ambos, até que finalmente fossem (e foram) socorridos.
O padre Joaquim Tavares da Silva viria a falecer de morte natural mais de um ano e meio depois, a 16 de Agosto de 1898 e aos 65 anos, na sua casa da Rua do Viveiro, pela 7 horas da tarde. 
Era irmão do também padre Ricardo Tavares da Silva e filho de Maria Clara Duarte, de Casal de Álvaro, e de João Tavares da Silva, proprietário de Óis da Ribeira - avós do padre José Bernardino dos Santos Silva, filho de Maria José Santos Silva e dele sobrinho.
Deixou testamento e o funeral foi presidido pelo padre Manuel Gomes de Almeida.

sexta-feira, fevereiro 27, 2026

A primeira pedra do centro social da ARCOR e sede da Junta foi lançada há 27 anos!

A sede e centro social da ARCOR e sede da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira

 
Fernando Reis lançou a 1ª. pedra
do centro social da ARCOR

O dia 27 de Fevereiro de 2000 é histórico para a vila de Óis da Ribeira: foi o do lançamento da primeira pedra do centro social da ARCOR e da sede da Junta de Freguesia.
Há exactamente 26 anos!
O tempo voou, foi (é) muito rápido mas as esperanças óisdaribeirenses desse tempo foram totalmente concretizadas: a instituição ARCOR fez a obra, equipou-a, pô-la em funcionamento e ficou com superavit de dezenas de milhares de euros.
O que, há 26 anos, seria impensável!
A Junta de Freguesia, por sua vez, viu ser construída a sua nova sede, obra cuja execução foi, formal e contratualmente, da responsabilidade da ARCOR.
A cerimónia de há 26 anos teve presença dos drs. Antero Gaspar (que era o Governador Civil de Aveiro) e José Valente (o então director do Centro Distrital de Segurança Social de Aveiro), o engº. José Elói Correia (vice-presidente da Câmara Municipal de Águeda) e o dr. Horácio Marçal (presidente da Assembleia Municipal de Águeda), entre outras entidades oficiais, nomeadamente o presidente da Junta de Freguesia, Fernando Tavares Pires - cuja sede estava/está integrada no projecto
.
A Tuna Musical (actual Associação Filarmónica de Óis da Ribeira) animou o momento, que teve participação também de um grupo do Instituto Duarte Lemos (IDL) e foi seguido de um almoço, com aquelas autoridades e povo local.
Presidentes Celestino Viegas e Fernando
Reis no dia da inauguração da ARCOR

Obras em duas fases
e duas presidências !

As obras viriam a ser adjudicadas à Construtora da Bairrada, da Oiã, que iniciou os trabalhos a 3 de Maio desse mesmo ano de 2000, concluindo a primeira placa. 
A ARCOR teve, entretanto, de reelaborar o projecto do centro social e sede da Junta de Freguesia, devido a insuficiências entretanto detectadas pelos serviços oficiais, fazendo entrá-lo na Segurança Social de Aveiro a 15 de Outubro desse ano.
As obras só seriam retomadas a 22 de Outubro de 2001, um ano depois e então adjudicadas à empresa Construções Marvoense, de Ventosa (Mealhada), já na direção de Celestino Viegas, eleita na assembleia geral de 13 de Abril desse ano (de há 25). 
A 16 deste mês foi publicado o anúncio do concurso público no «Diário da República», mas teve de se rectificado - devido a uma informação oficial da Segurança Social, a 14 de Maio. 
Todo o processo levou a adiamentos que levaram a que as obras só fossem reiniciadas a 22 de Outubro de 2001. Até à sua conclusão, em 2005, embora apenas fosse inaugurada a 24 de Janeiro e 2009. Mas já em funcionamento efectivo desde 2 de Setembro de 2004.
Os primeiros utentes foram os mais pequenos da creche, que passaram usufruir de um espaço adequado ao seu desenvolvimento. A 22 de Novembro do mesmo ano, abriu portas o Centro de Dia, em instalações de referência e ajustadas às suas necessidades - mcomo hoje se conhece. O dia 1 de Julho de 2005 foi o primeiro dia de atividade do serviço de apoio domiciliário.
- NOTA: As obras viriam a ser inauguradas a 29 de Janeiro de 2009, na presidência de Agostinho Tavares e mais de 6 anos depois de estar ao serviço da comunidade de Óis da Ribeira e freguesias limítrofes.

- ANO 1994, há 32 anos: A morte de Eurico Tavares, músico e cantor que faltou à sua homenagem!


Eurico Tavares
A notícia no JN

O óisdaribeirense Eurico de Almeida Tavares da Silva popularizou-se como violinista e solista/cantor da Tuna Musical de Óis da Ribeira e faleceu a 27 de Fevereiro de 1994.
Há 32 anos!
Natural de Óis da Ribeira, nasceu a 22 de Setembro de 1922, há 104 anos, e era ilho de Gracinda de Almeida Reis e de Joaquim Tavares da Silva, fundador da Foto Tavares, da Mercearia Escondidinho e do Café Império.
Foi militar da Marinha Portuguesa (ver a foto) e trabalhou para as Construções Franki, na construção da ponte de Óis da Ribeira. Emigrou para Venezuela por conta desta empresa e lá se radicou e lá fazendo toda a sua vida profissional, continuando a de artista.
A 24 de Junho de 1990, há quase 36 anos, uma comissão liderada por Milton Soares dos Santos quis homenageá-lo em Óis da Ribeira mas... Eurico Tavares faltou à sua própria homenagem.
A cerimónia incluía-se no programa da visita do Governador Civil de Aveiro, a que se associou a Tuna, nomeadamente executando o Hino da Maria da Fonte - frente à antiga sede da Junta. Curiosamente, agora sede da Tuna - a AFOR.
O antigo tuno estava radicado na Venezuela e no dia de há 33 anos estava em Aveiro, mas não apareceu à homenagem e supomos que nunca deu qualquer explicação da falta. O «Jornal de Notícias», diário do Porto, deu notícia do insólito caso, que aqui reproduzimos.
Foi casado com Olímpia, também de Óis da Ribeira, e o casal teve os filhos Eurico (médico e já falecido) e Carlos Albrto Tavares, residente na Venezuela.
- NOTA: Eurico era irmão de Durval e de Dinis de Almeida Tavares da Silva. Familiar actualmente residente em Óis da Ribeira é Steven dos Reis Tavares Pires, filho de Maria Isabel (sobrinha paterna e filha de Dinis).

- ANO 1955, há 71 anos: A mina de abastecimento de água da Fonte do Cruzeiro!

A mina da fonte ainda existe


 


A Junta de Freguesia de Óis da Ribeira reuniu a 27 de Fevereiro de 1955 e deu como concluída a limpeza e reconstrução da vala de escoamento (agueiro) da mina de abastecimento da Fonte do Cruzeiro.
Há 71 anos!
As águas perdiam-se pelo caminho dos Lâmaros - a seguir à casa de Hermenegildo Viegas - e prejudicavam os proprietários, que, a 30 de Janeiro desse mesmo ano, tinham pedido a intervenção da autarquia.
Alexandre Pinheiro de Almeida, também lá proprietário, tinha vedado a regueira, fazendo uma represa e impedindo a saída pelo Carreiro do Jabouco e pela Rua do Cabo (a actual Manuel Tavares)
- NOTA: O trabalho foi efectuado por Messias dos Santos Framegas, que, por ele e a 27 de Fevereiro de 1955, recebeu 20$00 - agora seriam à volta de 10/12  euros.

- ANO 1908, há 118 anos: Concurso para pároco de Óis da Ribeira!


Diário de Governo de 27/02/1908


A Secretaria de Estado dos Negócios Eclesiásticos, através da Direção dos Negócios Eclesiásticos, abriu, a 27 de Fevereiro de 1908, o concurso para provimento de várias Igrejas Paroquiais, entre elas a de Santo Adrião de Óis da Ribeira.
Há 118 anos!
Os padres (presbíteros) interessados deveriam apresentar requerimentos documentados naquela Direção de Negócios.
O pároco encomendado de Óis da Ribeira do tempo era o padre José Bernardino dos Santos Silva (futuro monsenhor), que substituíra o padre Manuel Gomes de Almeida. 
O primeiro baptizado que celebrou foi o de Aníbal Gomes dos Reis (Ferreiro) a 18 de Agosto de 1907. Pai de, entre outros, Silvério, Adozinda e Eugénio Amaral (já falecidos) e de David (morador em Espinhel), José Maria e Aníbal (Lito).
O primeiro funeral foi o de Augusto Pires Soares, a 25 de Agosto do mesmo ano. Quanto ao primeiro casamento, já a 11 de Fevereiro de 1908, foi o de Albino de Melo e de Maria Cândida Ribeiro da Silva.

quinta-feira, fevereiro 26, 2026

O poste de telefones no meio do passeio..

 

O poste dos CTT no meio do passeio

O poste no meio do passeio

O passeio da Carreira da Igreja, na Rua Benjamim Soares de Freitas, há mais de 5 anos que tem pespegado um poste dos telefones - como se pode ver nas imagens.
Um poste que estorva peões e complica a circulação de cadeiras de rodas e de carros de bebés, criando embaraços vários aos utentes.
A questão do passeio, vejam lá..., já foi levantada na Assembleia de Freguesia de 14 de Maio de 2021, há quase 5 anos, quando o presidente Sérgio Neves, respondendo a uma questão levantada por António Horácio Tavares, precisou que «tinha que haver um compromisso entre a largura da faixa de rodagem e do passeio» mas que este «terá uma cota baixa, para facilitar a sobreposição de cadeiras de rodas e outras viaturas, no geral».
O poste dos CTT já lá estava - e lá continua... - e Sérgio Neves argumentou também, então, que «existem postes da EDP que não podem ser reposicionados».
«Nós acrescentaríamos os dos telefones. E há muita gente a opinar que poderiam ser reposicionados, sim. Bastaria nisso se pensar a sério»
, considerou o d´Óis Por Três de há 5 anos.
A verdade é que, passado este tempo todo, o poste dos CTT ainda lá continua. No meio do passeio. E só o não vê quem não quer.

- ANO 2000, há 26 anos: O Grupo de Teatro da ARCOR encerrou época!

O GTA de 2000 (parte)
 


O Grupo de Teatro (GT) da ARCOR encerrou a sua época artística no dia 26 de Fevereiro de 2000.
Um sábado de há precisamente 26 anos!
Ao tempo, representou a peça «A hora do suplício» e o espectáculo incluía a comédia «Remédio Santo» e várias cançonetas.
O grupo era dirigido por Firmino Santos (falecido a 11 de Outubro de 2024, aos 91 anos) e com participação dos actores amadores Porfírio Pires, Hernâni Pires, Clara Santos, Fernando Dinis (já falecido), Horácio Soares, Luís Gonçalo, José Manuel Gomes, Lurdes Fernandes, Ana Matos de Almeida e António Carlos Santos. 
O acompanhamento musical foi dos primos Carlos Matos (, o Bigodes, falecido a 12 de Novembro de 2002, em Fermentelos) e de Alípio Framegas (f. a 10 de Maio de 2024, em Eirol, Aveiro).
- NOTA: A peça estreara a 11 de Dezembro de 1999 e o GT da ARCOR actuou, pelo menos, em Paradela de Espinhel (a 8 de Janeiro de 2000), em Eirol (a 15), em Espinhel (a 22), em Óis da Ribeira (a 29) e em Crastovães (a 5 de Fevereiro).

- ANO 1981, há 45 anos: Diamantino Correia venceu Torneio de Xadrez da ARCOR!



Diamantino Correia 

O associado Diamantino Alves Correia, com 5 pontos, foi o vencedor do Torneio Interno da Secção de Xadrez da ARCOR que terminou a 26 de Fevereiro de 1981.
Há 45 anos!
O torneio decorreu em 7 sessões e na sede socialarcoriana, onde agora está a comissão de festas de Nossa Senhora de Fátima.
A classificação final foi a seguinte: 1º.-Diamantino Alves Correia (5 pontos-17,5); 2º.-Armando Alves Ferreira (5-15; 3º.-José Pires Tavares (4 pontos, residente em França); 4º.-Jaime Reis (3,5-11,25); 5º.-Armando Estima de Morais (3,5-9,75, emigrado na Luxemburgo); 6º.-Aurélio Matos Reis (3); 7º.-Rui Jorge Fernandes (2,5); 8º.-João Bernardino Viegas (1,5).
- NOTA: Armando Alves Ferreira (5-15, foi presidente da direcção e de vários conselhos fiscais da ARCOR. Faleceu de doença e aos 69 anos a 25 de Outubro de 2019. RIP!!!