sexta-feira, outubro 23, 2026

- ANO 2021, há 5 anos: ARCOR com 2 mundialistas e vários campeões nacionais!


O treinador Tiago Viegas e as mundialistas 
GabrielaResende, à esquerda, e Beatriz Oliveira 
Hangar da ARCOR





A ARCOR Canoagem encerrou a época desportiva de 2021 e, por esta altura de há 5 anos, já preparava a próxima - a do ano de 2022.
O d´Óis Por Três, na altura, comentava que «entretanto, continua a aguardar a licença camarária para iniciar as obras de ampliação do hangar».
Relembremos o que há 5 anos foi escrito:
«Está neste momento na fase final de aprovação na Câmara Municipal de Águeda», disse Sérgio Varela, um dos

António Brinco, Pedro Carvalho, André
Santos e Sérgio Varela foram campeões
nacionais 2021 de K4 Veteranos A
seccionistas e atletas do clube, acrescentando que «contamos até ao fim do ano ter o processo pronto a iniciar a obra».
- d´OpT: A ARCOR Canoagem já encerrou a época? O que nos podem dizer sobre isso?
- Sérgio Varela (V): Não aconteceu ainda o encerramento da época desportiva, pois ainda haverá algumas provas regionais, nas quais vamos participar.
- d´ÓpT: Vão continuar os mesmos treinadores e seccionistas?
- SV: Sim, a equipa diretiva da secção irá manter-se e continuar o seu trabalho.
- d´OpT: Quem são eles e com que escalões?
- SV: Tiago Viegas será o treinador principal da ARCOR, Sandra Almeida, Ana Almeida e Paulo Oliveira estarão com a iniciação e no no polo de Águeda da ARCOR estará o Paulo Brinco como
treinador principal e o Fernando Guimarães e o Hugo Costa a auxiliarem.
Ana Almeida, Sofia Almeida, Eliana Soares 
e Lúcia Moreto: campeãs nacionais de K4 

Campeões nacionais, 2
atletas mundiais e mais
atletas na iniciação !


Os títulos de campeões nacionais de veteranos e a presença de Gabriela Resende e Beatriz Oliveira são, na opinião de Sérgio Varela, os melhores momentos da ARCOR Canoagem na época que está a encerrar.
A do ano 2021.
Além disso, o 7º. lugar por equipas do campeonato nacional de regatas em linha. E o aumento de atletas do escalão de iniciados.
- d´ÓpT: Quais foram os melhores resultados da época desportiva que está a terminar?
André Santos e Pedro Carvalho: campeões
nacionais de K2 1000 metros, em 2021 e
pela 4ª. vez consecutiva
- SV: Os títulos de campeões nacionais da equipa de veteranos, a inclusão de duas atletas na seleção nacional de juniores que participou no campeonato do mundo e, sem dúvida, o aumento de atletas na iniciação.
- d´OpT: E o melhor momento?
- SV: Pensamos que o melhor momento tenha sido o campeonato nacional de regatas em linha (veteranos, seniores e juniores) que se disputou no CAR de Montemor-o-Velho e no qual,, para além dos diversos títulos de campeão nacional que trouxemos para Águeda, conseguimos também um magnífico 7º. lugar por equipas.
- d´ÓpT: Quantos atletas tem actualmente o clube, escalão a esalão
Campeões nacionais de 2021, Veteranos
B: João Ferreira, Paulo Gomes, António
Costa e António Monteiro
- SV: O clube conta neste momento com cerca de 70 atletas, desde o escalão mínimo (1) ao de menores (5), iniciados (6), infantis (8), cadetes (9), juniores (10), seniores (5), veteranos A (8), veteranos B (8) e veteranos C (1).                                       
                                                                    Obras no hangar
e a nova época !


- dÓpt: Como é que está o processo de ampliação do hangar?
- SV: Está neste momento na fase final de aprovação, na Câmara Municipal de Águeda, e contamos ter o processo pronto até ao final do ano, para iniciar a obra.
- d´ÓpT: Quais são as vossas perspectivas para a próxima época desportiva?
- SV: Vai ser uma época bastante importante, pois vamos ter a ampliação do hangar e, com isso, melhorar as condições para os nossos atletas. Por outro lado, vai possibilitar o aumento do número de atletas.
- d´ÓpT: Quando começará?
- SV: A época terá um início expectável em Fevereiro, mas ainda não há calendário para o próximo ano.
- NOTA: Agora e 5 anos depois, aos 23 dias de Outubro de 2926, ainda não começaram as obras do hangar de canoagem. O que, felizmente, deve estar em vésperas e com apoio camarário de 210 000 euros.

- ANO 2013, há 13 anos: A demolição da casa de Maria Eugénia Reis!

A casa de Maria Eugénia E. F. Reis, frente à Igreja, que foi demolida em 2013

O parque de estacionamento no espaço onde foi a casa de
Maria Eugénia Estima F. Reis. Hoje e 13 anos depois,
ainda está por demarcar


A demolição da casa de Maria Eugénia Estima Ferreira dos Reis começou a 23 de Outubro de 2013 e deu lugar à rectificação da curva da Rua Benjamim Soares de Freitas e à construção de passeios, muito especialmente beneficiando o Largo da Igreja de Óis da Ribeira.
Há 13 anos!
O edifício (na primeira foto) ficava mesmo em frente ao templo e o acordo com a proprietária envolveu 55 000 euros, pagos pela Câmara Municipal de Águeda, que, para além essa responsabilidade financeira, também assumiu a construção dos muros de vedação da nova área residencial e quintal da mesma Maria Eugénia.
A Câmara Municipal ficou com um lote de construção entre a nova casa e a do vizinho Hernâni (a sul), com 381 m2 - o que corresponde ao actual parque de estacionamento - ainda hoje por demarcar, passados estes 13 anos. Na frente, a proprietária cedeu cerca de 150 metros, que ficaram para domínio público.
A adjudicação do empedramento do novo espaço, na forma que hoje se conhece, foi a 17 de Dezembro de 2015 e o contrato nº 7/2016/CMA assinado a 19 de Janeiro de 2016, entre a Câmara Municipal de Águeda (a dona da obra) e a construtora A. Malheiros, Lda., de Arouca.A empreitada foi no valor de 14 663 euros, mais IVA, e as obras envolveram a rectificação do alinhamento de curva existente, que foi alargada e com passeio.
- NOTA: Hoje e 13 anos passados, o empedrado serve de estacionamento público, é verdade, mas o espaço continua por ser marcado. O estacionamento é... à balda!

- Ano de 2011, há 15 anos: Feira e magusto popular para a Capela de Santo António!


A feira e magusto da Comissão Fabriqueira (2011)

A Comissão Fabriqueira e as catequistas da Paróquia de Santo Adrião de Óis da Ribeira realizaram, a 23 de Outubro de 2011, uma feira popular e um magusto.
Há 15 anos!
O objectivo foi angariar fundos para as obras da capela de Santo António, mas o tempo da tarde desse domingo de há 15 anos infelizmente não ajudou muito. Todavia, foi mesmo junto ao templo que a feira teve lugar e o leilão aconteceu.
- NOTA: O padre Júlio Grangeia, pároco de Óis da Ribeira, considerou na altura que «foi aqui que a união fez a força, que nem a chuva enfraqueceu, nem tão-pouco apagou o fogo das vontades e das… castanhas».

- ANO 1999, há 27 anos: Canoagem da ARCOR patrocinada pela SIMRIA!

A equipa de canoagem da ARCOR «ganhou», em 1999, há 27 anos, o patrocínio
da SIMRIA - Saneamento Integrado dos Municípios da Ria de Aveiro


ARCOR de 1999
Fernando Reis


A ARCOR apresentou, a 23 de Outubro de 1999, a sua equipa de canoagem para a nova época desportiva, com a novidade de ser patrocinada pela SIMRIA - Saneamento Integrado dos Município da Ria.
Há precisamente 27 anos!
O protocolo foi assinado pelo Fernando Reis Duarte de Almeida, o então presidente da direção da associação, e António Celestino de Almeida, administrador da SIMRIA, que, na oportunidade, considerou que sendo esta defensora e promotora da água, a ARCOR era «um bom utilizador, com a vantagem de ser um promotor com créditos firmados».
A SIMRIA - Sistema Integrado dos Municípios da Ria era a entidade pública que fazia a exploração e gestão do sistema multimunicipal de saneamento da Ria de Aveiro, para recolha, tratamento e rejeição de efluentes dos municípios de Águeda, Albergaria a Velha, Aveiro, Estarreja, Ílhavo, Mira, Murtosa, Oliveira do Bairro, Ovar e Vagos.
- NOTA: A ARCOR Canoagem, na altura de há 27 anos, tinha 17 atletas, que «participam em todas as provas distritais e em quase todas as nacionais». Os treinadores, acumulando com a função de atletas de competição, eram os internacionais Sérgio Soares e Pedro Carvalho.

ANO 1934, há 92 anos: Armando Ala de Resende na Câmara Municipal de Águeda!


Armando Resende
A casa (demolida) que foi
de Armando Resende



A comunidade política óisdaribeirense teve, por Outubro de 1934, um seu representante natal na Câmara Municipal de Águeda, ainda que como vogal substituto.
Há 92 anos!
O cidadão em causa era Armando dos Santos Ala de Resende, nomeado para a comissão administrativa presidida por Joaquim de Melo Pinto Leitão, que tinha sido e continuou a ser o presidente da Câmara.
Armando Resende foi, depois, presidente da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira, em 1941, em 1955 (nste caso, suspendendo o mandato em 1957, por se ausentar para Angola), em 1960, em 1962 (a 4 de Abril, substituindo Manuel Tavares), 1964 e 1968.
Era o proprietário do terreno onde se contruiu o Centro Social da ARCOR e a sede da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira, que vendeu à Câmara Municipal de Águeda para esse fim, e da casa da Rua Benjamim Soares de Freitas, que já foi demolida.
- NOTA: Familiares residentes em Óis da Ribeira são os sobrinhos António e Maria Laura Ferreira dos Santos Resende. Seus irmãos são José Bernardino, Maria (Mariazinha), Manuel Maria e Armando (já falecidos) e Albano (morador em Lisboa) e Rui (em Travassô), todos filhos de Manuel (Neca)  Resende. Também os já falecidos Paulo Augusto e dra. Maria Laura Resende (filhos de José Resende e, esta, mãe do dr. João Gomes, dono da casa apalaçada da Carreira da Igreja (e que foi do seu avô) e ex-presidente da ARCOR.

quinta-feira, outubro 22, 2026

O Pateira Eco Luxury Hotel & Zome Suites é Hotel Rural de 5 estrelas!

Antevisão do Pateira Eco Luxury Hotel & Zome Suites

Sérgio Almeida
 O Pateira Eco Luxury
Hotel & Zome Suites


O Pateira Eco Luxury Hotel & Zome Suites é um projecto do promotor Sérgio Almeida e está previsto para a margem da pateira, ao lado do parque de merendas de Espinhel.
Anunciado como proposta de glamping para um hotel rural de cinco estrelas, o projecto de arquitectura deverá estar pronto até ao ao final deste ano, de modo a que as obras possam começar em 2027.
O conceito inicial foi apresentado como Pateira Glamping & Eco Resort e distinguido com o 2º. lugar do Prémio José Manuel Alves de 2022, o mais antigo concurso de empreendedorismo nacional promovido pela Turismo Centro de Portugal.
O projeto foi entretanto reformulado, com acompanhamento da Câmara Municipal de Águeda e da Comissão de Turismo Centro de Portugal, e evoluiu para um empreendimento mais qualificado e ambicioso - que foi apresentado sob a designação LIANE’s Zome Suite & Eco Lodge.
Já nesta fase, voltou a ter reconhecimento público, sendo 9.º finalista da 10.ª edição do mesmo prémio. O atual PATEIRA Eco Luxury Hotel & Zome Suites representa «o amadurecimento desse percurso e a sua adequação a uma oferta hoteleira de elevada qualidade».
O PATEIRA Eco Luxury Hotel & Zome Suites, a
lém do Reconhecimento de Interesse Turístico pela Turismo do Centro de Portugal teve reconhecimento de interesse público pela  Assembleia Municipal de Águeda em Setembro de 2025. 
O futuro Pateira Eco Luxury Hotel & Zome Suites

Um sonho para
criar valor !

O projeto Pateira Eco Luxury Hotel & Zome Suites prossegue os seguintes objetivos centrais: 
1 - Criar uma oferta de alojamento rural de elevada qualidade. 
2 - Proporcionar uma experiência turística imersiva e diferenciadora. 
3 - Desenvolver uma oferta integrada de alojamento, restauração, lazer e bem-estar.
4 - Assegurar uma integração arquitectónica harmoniosa na paisagem.
5 - Implementar um modelo de exploração ambientalmente sustentável.
6 - Valorizar turística e ambientalmente a Pateira de Fermentelos 7 - Qualificar e diversificar a oferta turística do concelho de Águeda.
8 - Promover a dinamização económica e o emprego local.
9 - Reforçar a inovação e a diferenciação da oferta turística.
O Pateira Eco Luxury Hotel & Zome Suites pretende «transformar um projeto de vida e uma forte ligação afetiva ao lugar num empreendimento turístico economicamente sustentável, ambientalmente responsável e territorialmente diferenciador».
Por outro lado, «procura conciliar a concretização do sonho do promotor com a criação de valor para a região», nomeadamente através da «qualificação da oferta turística, da criação de emprego, da dinamização da economia local e da valorização sustentável da pateira de Fermentelos».
- NOTA: O d´Óis Por Três felicita o empreendedor Sérgio Almeida pelo arrojo desta inciativa. Já foi vice-presidente da ARCOR e é professor universitário. Também colaborador do IPO Francico Gentil, de Coimbra, e Tecnólogo em Medicina Nuclear no Centro de Radiologia dr. Vieira de Carvalho e na DIATON. - Dados do empreendimento recolhidos do instagram, AQUI

- ANO 2017, há 9 anos: Entre um e outro(s) candidatos, nem o diabo escolheu...

O diabo (não) escolheu...
 



O problema que arrastava e debilitava a política autárquica local de TravassÓis, atrasando a formação do executivo da Junta de Freguesia, tinha muito mais a ver - tem tudo... - com Travasssô que com Óis da Ribeira. 
Mas ambas as freguesias são penalizadas. 
Era esta a opinião do d´Óis Por Três de há 9 anos e que hoje recordamos.
Assim e «embora OdR nada tenha a ver com a cegueira que obstipa o livre pensamento e a liberdade de opinião e de voto», opinámos:
A realidade é que a divisão de votos pelas aldeias (4+4+1 eleitos) não resolveu, antes aumentou, as diferenças entre dois homens que menos bom exemplo deram
O diabo e o anjo. Ninguém é só diabo
ou exclusivamente anjo neste processo
 político-partidário de TravassÓis
como autarcas durante o mandato de 2013/2017.
Ambos presidentes, um da Junta, outro da Assembleia, ambos
de Travassô, ambos não podendo «ver» o outro.
Esquecendo, por mor deste raciocínio, o que vale o voto do(a) eleito(a) do PS (e sem expôr as suas potencialidades, ou fragilidades...), a conclusão é simples: o problema chama-se Mário e Sérgio. 
Mário e Sérgio e a horda fanática que cada qual arrasta nos seus chãos político-partidarios, em prejuízo do interesse colectivo travassÓisense.
O azar desta «coisa» que por TravassÓis anda a chafurdar
na política e a dividir pessoas e a tribalizar famílias
são, afinal, ... dois azares:
1 - Ambos se terem candidatado.
2 - O diabo não ter escolhido um, na eleição, desempatando o outro, ou excluindo os dois!
Um candidatou-se porque... sim!
Ambicioso, impreparado, mal-aconselhado, cego na obstinação (que o levou, até, a afastar gente com currículo no partido).
Outro, porque... sim!
Ambicioso, sem habitação política fixa, tudo lhe valendo (todas as cores, partidos ou movimentos) para estar no poder.
O que estamos a assistir em TravassÓis é a isso: à tribalização dos votos e à luta pelo poder local, embora pouco valendo este (pouco mais que mandar limpar valetas...), numa União em que os eleitos mais responsáveis tudo tem feito para... desunir, fragilizar e inexistir.
Nem o diabo, reparem bem..., nem o diabo quis escolher, entre ambos, deixando a «amarga solução» para a vontade de outros demónios (os guerrilheiros do poder local). Mas nem uma parte é só diabo, ou só anjo.
O diabo, passe a expressão, o diacho... é que o povo é o sofredor e sem culpa desta desavença irracional de eleitos errantes e pouco democráticos.».
- NOTA: Lido e relido isto, 9 anos depois..., dá para melhor entender como  anda e desanda a política local. O «problema» é que muita gente esquece... 

- ANO 2015, há 11 anos! Hinos de Óis da Ribeira já são pelo menos... 4!


O hino de Firmino Santos e Luís Cardoso


Óis a Ribeira tem um hino?! Ou tem dois, ou tem três ou tem quantos? Desde criança que ouvíamos um que começava com o verso «Óis da Ribeira em frente está/Com o seu rancho/Encantador...» (e não sabemos mais).
Minha avó sempre falou que tinha sido criado pelo sr. Óscar, para os cortejos a favor do hospital de Águeda, nos anos 40, ou coisa que o valha. 
Não há certezas sobre isso!
Mais recentemente, ouvimos dizer terem aparecido versões de poetas locais, o sr. Alfredo e o sr. Hercílio. O d´Óis Por Três lembra-se de aqui falar do CD do sr. Alfredo. Como AQUI se pode recordar. E também AQUI se falou disto,
Em 2000, apareceu um novo Hino d´Óis, com letra de Firmino Santos e música de Luís Cardoso, de Fermentelos. A pauta que se vê na imagem é a primeira do Hino.
Ora, saudando tanta criatividade e bairrismo dos autores locais, não será que são já Hinos a mais? É que já são pelo menos quatro!| Q-U-A-T-R-O!!!... Ou mais?
- NOTA: Hercílio de Almeida, Alfredo Oliveira e Firmino Santos já faleceram, respectivamente a 9 de Novembro de 2019, a 14 de Dezembro de 2020 e a 11 de Novembro de 2024, os três de doença. RIP!!! RIP!!! RIP!!!

- ANO 2004, há 22 anos: A requalificação da margem da pateira de Óis da Ribeira!

Margem da pateira em 2004
 .



As obras de requalificação da margem da pateira, em Óis da Ribeira, mudaram de sub-empreiteiro, há 22 anos.
Na sequência, ganharam significativo avanço, adjudicadas à empresa Jardimagem, por 484 048,94 euros, na ordem dos 97 mil contos -valores de então. Seriam agora 712405 euros, segundo o conversor da PORDATA.
Tinham começado em princípios de Junho de 2004, mas em Agosto já havia queixas quanto ao atraso. 
«Margem da pateira a passo de caracol», escrevia-se neste portal de Óis da Ribeira, a 13 de Agosto.
A Jardimagem, entretanto, anulou o contrato com o primeiro sub-empreiteiro e entregou as obras a uma empresa do norte do país.
- NOTA: Os custos das obras foram suportados pelo Programa Operacional da Região Centro (PORC), que assume e cargos de 362 036,75 euros (72 581 852$), enquanto a Associação de Municípios da Ria (AMRIA) e a Câmara Municipal suportam por igual os restantes 12 201,22 euros (24 461 248$00). Ou seja 12 230 624$00, cada um, a valores de há 22 anos.

- ANO 2001, há 25 anos: A segunda e decisiva fase das obras da ARCOR e sede da Junta!

A cave da ARCOR em tempo de movimentação de terras. Há 25 anos! 
Alcino Cortesão, o encarregado, um trabalhador 
ucraniano, Dinis Alves e Milton Gomez, os 2 fiscais 
da obra da ARCOR. Há 25 anos!


As obras da segunda e decisiva fase do centro social da ARCOR e sede da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira começaram a 22 de Outubro de 2001.
Há 25 anos!
O movimento de terras das caves envolveu mais de 3 000 metros cúbicos, até ao dia 26 de Outubro de 2001. A dita movimentação de terras da (então) futura cave do centro social, foi na altura considerado «um grande atrevimento», deliberado e avançado pela direcção de Celestino Viegas.
A foto principal mostra a cave e a placa da 1ª. fase. A parede que ali se vê foi parcialmente demolida a 9 de Novembro de 2001, para facilitar o magusto e a festa de S. Martinho que ali ocorreu no dia 10 seguinte. Foi a primeira iniciativa realizada no centro social e, na prática, também a primeira actividade directiva no sentido de angariar fundos para a obra.
Há 25 anos, era Alcino Cortesão (na foto) o encarregado da obra e na altura das fundações, espantado com a sua dimensão, que ele «media» no projecto, perguntou ao presidente da direção:
«Desculpe, ó sr. Celestino, mas vocês acham que vão acabar esta obra?».
«Você acha que não?
», retorquiu-lhe o dirigente arcoriano.
«Você sabe ler o projecto?», perguntou Alcino Cortesão.
O relato deste momento está publicado na revista «A Minha História da ARCOR» e, nele fazendo fé, retorquiu-lhe o presidente arcoriano:
«E preciso? Você é que tem de saber....».
Mais tarde, já no Natal de 2003, Alcindo Cortesão explicou porque fizera a observação: «Vi o tamanho da obra e uma freguesia tão pequenina!...».
Nessa altura, já sabia que Óis da Ribeira e a ARCOR tinham ganho o desafio. «Sempre conto isto nas obras por onde passo. Uma terra tão pequenina...», acrescentou Alcino Cortesão.
- NOTA: A obra foi considerada «maior que a freguesia» por D. António Baltazar Marcelino, o então Bispo de Aveiro e em visita pastoral à Paróquia de Santo Adrião de Óis da Ribeira!

- ANO 1995, há 31 anos: O diaconado de Carlos Manuel de Almeida Reis !

O (já) padre Carlos M.
Almeida Reis
 .



O óisdaribeirense Carlos Manuel de Almeida Reis foi ordenado diácono a 22 de Outubro de 1995 e na Sé Catedral de Aveiro.
Há 31 anos!
Filho de Manuel Fernando de Almeida Marques e de Rosa Maria dos Reis Santos, ao tempo emigrados na Venezuela, ali nasceu a 21 de Janeiro de 1971. 
Estudou nos seminários de Calvão, de Aveiro e de Coimbra e, já com estudos teológicos, colaborou nas Paróquias de Santo António dos Olivais, Angeja e S. João de Loure (Albergaria-a-Velha), Arcos e Tamengos (Anadia) e Oliveira do Bairro.
A ordenação sacerdotal foi a 14 de Julho de 1996, na Sé Catedral de Aveiro, e celebrou Missa Nova uma semana depois, a 21 de Julho e em Ílhavo. E a 28, na Igreja Paroquial de Óis da Ribeira, a terra natal de seus pais e sua residência.
- NOTA: Carlos Manuel Almeida Reis abandonou o sacerdócio e, casado e pai de família, é quadro superior da Câmara Municipal de Vagos, depois de ter passado pela de Águeda.



- NOTA: Carlos Manuel Almeida Reis abandonou o sacerdócio e, casado e pai de família, é quadro superior da Câmara Municipal de Vagos, depois de ter passado pela de Águeda.

 
O óisdaribeirense Carlos Manuel de Almeida Reis foi ordenado diácono a 22 de Outubro de 1995, há 28 anos e na Sé Catedral de Aveiro.
Filho de Manuel Fernando de Almeida Marques e de Rosa Maria dos Reis Santos, ao tempo emigrados na Venezuela, ali nasceu a 21 de Janeiro de 1971. Estudou nos seminários de Calvão, Aveiro e Coimbra e, já com estudos teológicos, colaborou nas Paróquias de Santo António dos Olivais, Angeja e S. João de Loure (Albergaria, Arcos e Tamengos (Anadia) e Oliveira do Bairro.
A ordenação sacerdotal foi a 14 de Julho de 1996, na Sé Catedral de Aveiro, e celebrou Missa Nova uma semana depois, a 21 de Julho e em Ílhavo. E a 28, na Igreja Paroquial de Óis da Ribeira, a terra natal de seus pais e sua residência.
Há precisamente 28 anos!

- NOTA: Carlos Manuel Almeida Reis abandonou o sacerdócio e, casado e pai de família, é quadro superior da Câmara Municipal de Vagos, depois de ter passado pela de Águeda.

quarta-feira, outubro 21, 2026

O «novo» hangar da ARCOR Canoagem vai ter sanitários públicos!

Antevisão do sonhado hangar de canoagem da ARCOR

O vice-presidente Edson Santos e os presidentes Jorge
Almeida (Câmara) e Dinis Alves (ARCOR) na assinatura
do contrato-programa para o hangar

O hangar da ARCOR Canoagem vai ter instalações sanitárias de utilização pública, no âmbito do contrato-programa assinado a 2 de Setembro de 2026.
 A associação náutica de Óis da Ribeira, nos seus termos, «compromete-se a assegurar a abertura das instalações».
Assim,  depois de requalificado e ampliado e segundo o contratualizado, o «novo» hangar «contribuirá para melhorar as condições de acolhimento de visitantes, praticantes desportivos e demais utilizadores daquele espaço».
Recordemos que o actual hangar teve, até aoanos passado (2025) sanitários disponíveis para o público, ainda que a sua gestão fosse do cuidado da Junta de Freguesia. Encerraram quando ficaram disponíveis os pré-fabricados instalados juntoà Fonte dos Amores.
O futuro hangar da ARCOR Canoagem

ARCOR tem feito
trabalho relevante !

O acordo com a Câmara Municipal de Águeda prevê também que a ARCOR Canoagem «reforce a dinamização da formação de crianças e jovens nas modalidades náuticas que desenvolve, promovendo a iniciação desportiva, estilos de vida saudáveis, os valores associados à prática desportiva e o contacto com a naturez».
«Queremos um concelho cada vez mais activo, mais saudável e mais sustentável, onde o desporto seja também uma forma de descobrir e valorizar aquilo que temos de melhor. A pateira é um dos nossos maiores activos naturais e este projeto ajuda-nos a concretizar essa visão», disse Edson Santos, o vce-presidnete da Câmara Mnicipal de Águeda, salientando ainda que «as associações são parceiros fundamentais do Município na concretização desta estratégia» e que a ARCOR tem desenvolvido «um trabalho muito relevante na promoção das modalidades náuticas e na formação de crianças e jovens».
«Este apoio é também uma forma de reconhecer esse percurso e criar condições para que possa continuar a crescer», concluiu Edson Santos.
Ante-projecto do hangar

Custo previsto de
350 000 euros !

A ARCOR, depois de vários anos a elaborar (e alterar) o projecto - que teve de obedecer a exigentes legislações de protecção ambiental - apresentou a candidatura em Maio deste ano, nela identificando «a necessidade de reforçar a capacidade das  instalações, face ao aumento do número de praticantes, atletas, sócios e utilizadores».
Outros objectivos são a melhoria das condições de armazenamento e conservação das embarcações e a criação de melhores condições de apoio às atividades desportivas, formativas e recreativas.
A ARCOR Canoagem, entretanto, prepara formas de angariação de fundos para suportar o encargo financeiro que lhe cabe neste investimento no hangar,
O valor base estimado para a realização total das obras de ampliação e requalificação do hangar da ARCOR a é de 350 000 euros. 
A Câmara Municipal de Águeda assegura 210 000 euros através do contrato-programa de apoio financeiro, cabendo o valor restante ao clube e a outras parcerias de cofinanciamento.
A 18 de Setembro de 2026, António Brinco, vice-presidente da ARCOR e responsável ela ARCOR Canoagem, disse do d´Óis Por Três que estavam garantidos os financiamentosda Camara Municipal de Águeda e do Comité Paraolímpico de Portugal - sem divulgar  o valor deste.
«Continuamos a trabalhar para encontrar novos financiamentos, sendo certo que não haverá verbas da vertente social da ARCOR para construção/remodelação das instalações da canoagem», concluiu António Brinco - ver AQUI


- ANO 2016, há 10 anos!: A abertura ao tráfego da nova ponte d´Óis da Ribeira!

 

O presidente Gil Nadais, os vereadores Elsa Corga e Jorge Almeida (actual presidente). e Mário 
Martins na abertura simbólica  da ponte nova, a 21 de Outubro de 2016. Há precisamente 10 anos!


A ponte nova de Óis da Ribeira foi aberta ao tráfego ás 11,50 horas do dia 21 de Outubro, uma sexta-feira de 2016.
Há 10 anos e após 2,5 de as obras de construção se terem iniciado.
Os trabalhos, na verdade, tinham começado em Abril de 2014 e pararam por falência do construtor (a empresa Ar-Lindo, de Braga) - com enormíssimos prejuízos para a comunidade óisdaribeirense e não só... - e passaram para a Edilages, em segundo concurso público, por 723.277,59 euros + IVA.
A abertura de há 10 anos foi oficialmente testemunhada (ver na foto) pelo presidente Gil Nadais, pelo vice-presidente Jorge Almeida (o actual presidente da Câmara) e pela vereadora Elsa Corga, da Câmara Municipal de Águeda, com Mário Martins, o então presidente da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira.
- NOTA: A ponte/viaduto substituía o aterro (ver foto) que, entre 1951 e 1952, foi construído para dar acesso à ponte de Óis da Ribeira sobre o rio Águeda e que, modernamente, era «acusado» de ser responsável pelas cheias de Águeda.

- ANO 2016, há 10 anos: A ponte nova foi aberta ao tráfego!



«A ponte nova já está aberta ao trânsito. Palmas e foguetes!!!...», noticiou o d´´Ois Por Três de ha 10 anos!
Acrescentámos:
«Já não era sem tempo, é bem verdade, mas desta vez a promessa camarária foi cumprida: o trânsito pela via alternativa iria fechar na segunda-feira (dia 17) e a ponte abriria na sexta-feira (dia 21 de Outubro de 2016, hoje).
O d´Óis Por Três ficou expectante e teve esta tarde o cuidado de ir ver a página de facebook do sr. vice-presidente da Câmara Municipal de Águeda, o sr. enfermeiro Jorge Almeida, que, como se calcula, anda sempre prenhe de boas notícias. E lá está ela: «Ponte Cabanões-Óis da Ribeira ||| Aberta ao trânsito desde as 11,50 horas de hoje». E as fotos.
Amanhã ou mais provavelmente domingo, o d´Óis Por Três irá desfrutar do novo equipamento rodoviário, tão ansiosamente esperado desde há 29 meses!».
- NOTA: Foi a grande e boa notícia do dia de há 10 anos, após um pouco mais de 2 anos de impedimentos que tanto prejudicaram Óis da Ribeira e o seu povo. E o de localidades vizinha. Ver o nº. 1 de hoje.

- ANO 1878, há 148 anos: Padre Jacinto Álvares dos Reis professor vitalício da escola de Óis da Ribeira!

O Diário do Governo nº. 238/1878


O Diário do Governo nº. 238, de 21 de Outubro de 1878, publicou o edital de nomeação vitalícia de Jacinto Álvares dos Reis como professor da escola primária de Óis da Ribeira.
Há 148 anos!
A nomeação foi da 3ª. Repartição da Direcção Geral da Instrução Pública, do Ministério dos Negócios do Reino, por decreto do dia 18 do mesmo mês e assinado 
O registo do falecimento de Jacinto A. Reis
por António Rodrigues Sampaio. Foi visado no dia 19 por Lopo Vaz de Sampaio e Mello, que era o  Secretário de Estado dos Negócios do Reino.
O edital de há 148 anos também indicava que, por razão do crédito de diuturnidades vencidas, Jacinto Álvares dos Reis era (foi) agraciado com o aumento de um terço do seu salário.
- NOTA: Jacinto Álvares dos Reis faleceu a 1 de Fevereiro de 1886, há 140 anos, aos 78 e de doença. Foi casado com Teresa Maria de Jesus, era filho do lavrador Bernardo Alves de Carvalho e de Maria Francisca dos Reis, todos de Óis da Ribeira. O casal não teve filhos.

- ANO 2015, há 11 anos: As contas da Junta de TravassÓis foram chumbadas!


Notícia da imprensa de Águeda


A Assembleia de Freguesia de TravassÓis «chumbou» as contas da Junta, relativas ao período de 29 de Setembro a 31 de Dezembro de 2013.
A primeira depois da (des)união.
Alegou-se então, na Assembleia de Freguesia de 24 de Abril de 2014, que o executivo de Mário Martins tinha usado dinheiro de Óis a Ribeira  (15 993 euros), o saldo da última Junta local, do presidente Fernando Tavares Pires, em obras de Travassô.
Vale a pena ler a notícia, bastando que se clique sobre a imagem para que o recorte do jornal seja legível.
Acontece que mais de ano e meio passado e já com as contas de 2014 aprovadas, não se sabe (pelo menos que tenha sido noticiado) se as contas «chumbadas» já foram aprovadas. Foram ou não foram? E o tal saldo sempre foi investido em Óis, ou nem por isso»?. É que obras em Óis, ou estão muito tapadas ou não existem mesmo.

Estas coisas deveriam ser bem esclarecidas, para não se fazerem maus juízos. Para mais tratando-se de contas e de dinheiros públicos. Pensa o d´Óis Por Três de que...
- NOTA: Ainda hoje e 11 anos passados, não fazemos a menor ideia se as contas foram (ou não) aprovadas ou se continuam chumbadas. Somos o país que somos e ponto final. Poderíamos perguntar à Junta de Freguesia? Poder, lá isso poderíamos! Mas, como se fez norma, a autarquia não nos responderia, pelo que seria pura perda de tempo
.


- ANO 2013, há 13 anos: A vergonha da política que temos! Sede da UFTOR em Óis da Ribeira!


A posse da primeira AFTOR, em 2013!


«A instalação da Assembleia e da Junta de Freguesia da (des)União de Freguesias andou pelas ruas da vergonha», noticiámos há 13 anos.
Acrescentámos:
«Os socialistas desuniram-se e dividiram os seus votos e, no seu um para ti um para mim, Travassô ficou com o executivo todinho da silva e ainda com a presidência da Assembleia de Freguesia. 
E imaginem que este é de Travassô e do PSD. 
Quem diria!!!
Consolam-se os óisdaribeirenses por terem maioria (5) na Assembleia. 
São 5 óisdaribeirenses, contra 4 de Travassô, mas isso é mentira. Quando chegar a hora de votar, seja lá no que for, os senhores eleitos vão votar no que disser o partido e que se lixem os interesses de Óis.
É uma tristeza e uma vergonha.».
- NOTA 1: Comentários para quê? São políticas à moda de TravassÓis! E mal sabíamos, ao tempo de há 13 anos, o que estava pela frente do (des)combate político travassÓisense. nem poderíamos imaginar!
- NOTA 2: Esta maioria de eleitos de Óis da Rbeira levou a que, na AFTOR de 19 de Dezembro de 2013, fosse historicamente deliberado que a sede da UFTOR  seria (e é) em Óis da Ribeira.

- ANO 2010, há 16 anos: Somos pequeninos mesmo a pedir apoios do Estado!

A sede da Junta de Freguesia de Óis da
Ribeira. Actual sede da UFTOR

 


«A Junta de Freguesia de Óis da Ribeira vai receber 24.365 euros do Estado, em função da sua participação nos impostos do Estado», noticiou o d´Ois Por Três de há 16 anos.

Entre as então 20 freguesias do concelho de Águeda, foi a 19ª. a receber menos. Menos, só mesmo Macieira de Alcoba.
«Somos pequeninos em tudo», considerou o d´Óis Por Três de há 16 anos.
O valor das transferências para as então 20 freguesias de Águeda foi de 890.642 euros. 

Uma a uma, receberam os seguintes valores:
- Águeda: 118.458 euros.
- Valongo do Vouga: 77.686.
- Aguada de Cima: 61.010.
- Macinhata do Vouga: 58.443.
- Fermentelos: 49.190.
- Espinhel: 47.793.
- Recardães: 47.767.
- Trofa: 43.098.
- Agadão: 42.386.
- Préstimo: 42.138.
- Castanheira do Vouga: 40.388.
- Borralha: 39.835.
- Barrô: 35.592.
- Travassô: 34.280.
- Aguada de Baixo: 30.456.
- Belazaima do Chão: 30.079.
- Segadães: 25.355.
- Lamas do Vouga: 24.366.
- Óis da Ribeira: 24.365.
- Macieira de Alcoba: 17.958.
- NOTA: Agora e após a (des)União de 2013 nem sabemos bem quanto «calhará» a Óis da Ribeira, em termos de quanto, percentualmente, se recebe do Estado Português para a Junta de Freguesia da UFTOR. Nem, muito provavelmente, alguma vez saberemos. O que também vale o que vale.