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| O aterro da ponte de Óis da Ribeira (em 2014) |
| O corte de árvores de há 12 anos. Ainda se vê o aterro |
O aterro de Óis da Ribeira (em Cabanões) deixou de existir a 22 de Abril de 2014.
Há 12 anos!
Recordamo-lo nas imagens que hoje se (re)publicam.
Ia «desaparecer» por mor das obras de construção da ponte, que nesse dia começaram - obrigando a que a passagem para e de Cabanões ficasse sem efeito.
As primeiras semanas (até 12 de Maio), seriam para a construção do percurso alternativo. A partir do tabuleiro da ponte, foi feito um desvio, em rampa de 30 metros, pelo terreno de Jacinto Pires Viegas (a norte), até ao caminho paralelo ao aterro. A rampa foi alcatroada e o caminho veio mais tarde a ter os paralelipípedos que tinham sido arrancados no Caminho da Calçada.
Jacinto Viegas recebeu 3000 euros pelos choupos e a Câmara Municipal de Águeda limpou-lhe e replantou o terreno.
| Jorge Almeida a 09/04/2014 |
Ilhados e isolados,
mas com soluções!
A 9 de Abril e em Óis da Ribeira, o então vice-presidente e actual presidente da Câmara, anunciou que «os trabalhos deverão estar concluídos em Julho de 2015».
«Vão ficar ilhados, isolados, mas com soluções», disse Jorge Almeida, garantindo que ««as questões de segurança terão prioridade absoluta».
O transporte de peões de Óis da Ribeira a Cabanões (e vice-versa), nos períodos de impedimento, seria assegurado pela Câmara Municipal de Águeda - em plano que iria ser articulado com a ARCOR.
«Certamente, encontraremos soluções para todos os casos. Estaremos atentos ao que for necessário», garantiu Jorge Almeida, prevendo que «o plano, articulado com a ARCOR, será funcional e atenuará as dificuldades que surjam».
O percurso alternativo (para estas primeiras semanas, ou em período de cheias) seria por Casal de Álvaro e ponte de Espinhel, para veículos ligeiros. Ou, para pesados, pela Rotunda do Milénio (na estrada para Águeda), indo por Casal de Álvaro ou por Oronhe. Em caso de cheias, ligeiros ou pesados teriam de, necessariamente, ir por Águeda, Recardães e Piedade.
E para Aveiro? A solução, sem cheias, era pela estrada do campo, via Requeixo. Ou, sem cheias, pela Piedade e Oiã.
- NOTA: A nova ponte tem 140 metros e tabuleiro com duas vias, cada qual com 2,25 metros de largura. Tem passeios e protecções de ambos os lados e o custo final seria de 725 505,08 euros, mais IVA. Valores de há 14 anos. Integra(va)-se no grupo de obras (com o canal e Ponte do Campo, em Águeda) com que se julgava acabar com as cheias da cidade. No total, as três custariam 1 298 097,37 euros, mais IVA.
A 9 de Abril e em Óis da Ribeira, o então vice-presidente e actual presidente da Câmara, anunciou que «os trabalhos deverão estar concluídos em Julho de 2015».
«Vão ficar ilhados, isolados, mas com soluções», disse Jorge Almeida, garantindo que ««as questões de segurança terão prioridade absoluta».
O transporte de peões de Óis da Ribeira a Cabanões (e vice-versa), nos períodos de impedimento, seria assegurado pela Câmara Municipal de Águeda - em plano que iria ser articulado com a ARCOR.
«Certamente, encontraremos soluções para todos os casos. Estaremos atentos ao que for necessário», garantiu Jorge Almeida, prevendo que «o plano, articulado com a ARCOR, será funcional e atenuará as dificuldades que surjam».
O percurso alternativo (para estas primeiras semanas, ou em período de cheias) seria por Casal de Álvaro e ponte de Espinhel, para veículos ligeiros. Ou, para pesados, pela Rotunda do Milénio (na estrada para Águeda), indo por Casal de Álvaro ou por Oronhe. Em caso de cheias, ligeiros ou pesados teriam de, necessariamente, ir por Águeda, Recardães e Piedade.
E para Aveiro? A solução, sem cheias, era pela estrada do campo, via Requeixo. Ou, sem cheias, pela Piedade e Oiã.
- NOTA: A nova ponte tem 140 metros e tabuleiro com duas vias, cada qual com 2,25 metros de largura. Tem passeios e protecções de ambos os lados e o custo final seria de 725 505,08 euros, mais IVA. Valores de há 14 anos. Integra(va)-se no grupo de obras (com o canal e Ponte do Campo, em Águeda) com que se julgava acabar com as cheias da cidade. No total, as três custariam 1 298 097,37 euros, mais IVA.

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