segunda-feira, abril 20, 2026

Ricardo Simões venceu os 200 metros de KS1 da Taça de Portugal!

Os arcorianos Wilson Oliveira (2º.) e Ricardo Silva Simões (1º.) no pódio 
da Taça de Portugal de Regatas em Linha. Ontem, dia 19/04/2026

José Barbosa Rodrigues no pódio de ontem


O canoísta Ricardo da Silva Simões, da ARCOR, venceu a prova de 200 metros de KS1 da Taça de Portugal de Regatas em Linha, que este fim de semana se realizou no CAR de Montemor-o-Velho.
Wilson Oliveira, também do clube náutico de Óis da Ribeira, foi o segundo classificado da mesma prova - como se vê na imagem do pódio.
Ontem, já demos conta - rever AQUI
Hugo Costa no segundo lugar do pódio
das vitórias de José Barbosa Rodrigues e dos segundos lugares de Hugo Filipe Costa. Assim como do 18º. lugar colectivo da ARCOR Canoagem.
Os resultados individuais dos atletas arcorianos foram os seguintes:

1000 METROS
- K1 seniores: 7º.-Leandro Marques Melo (eliminatória); 7º.- na semi-final (?).
- C1 seniores: 6º.-Leandro Santos de Melo (eliminatória); 7º. na semi-final (?).
- C1 cadetes: 3º.-Rodrigo Henrique Neves (eliminatória), 5º. na Final A.
A ARCOR em 18º. lugar
entre 38 equipas

500 METROS

-  K1 seniores: 8º.-Leandro Marques de Melo (eliminatória); 7º. nas meias finais.
- C1 seniores: 6º.-Leandro Santos de Melo (eliminatória).
- C1 seniores femininos: 6ª.-Marta Bizarro (eliminatória); 6ª. nas meias finais.
- K1 juniores femininos: 6ª.-Luana Lau (eliminatória); 7ª. nas meias finais.
- K1 cadetes: 64º.-Francisco Sousa Cardoso (eliminatória).
- K1 cadetes femininos: 13ª.-Lara Duarte Lopes, 11ª. na Final B e 5ª. na semi-final;15ª.-Matilde Coelho de Morais, não acabou a semi-final; 35ª.-Samantha Teixeira (eliminatórias).
- C1 cadetes: 3º.-Henrique Rodrigo Neves (eliminatória) e 5º. na Final A.
- SUPC cadetes: 5º.-Filipe Valente Tavares (eliminatórias) e 4º. na semi-final.
- KL2: 2º.-Hugo Filipe Costa, Final A.
- VL3: 1º.-José Rodrigues Barbosa, Final A.
- SUPC juniores: 6º. Simão Lopes, na Final A
Filipe V. Tavares

200 METROS
- K1 juniores femininos: 6ª.-Luana Lau (eliminatória)m 6ª. na semi-final e 18ª. na Final B.
- K1 cadetes: 33º.-Francisco Sousa Cardoso (eliminatória).
- K1 cadetes femininos: 15ª.-Lara Duarte Lopes (eliminatória), 4ª. na semi-final; 14ª. na Final B: 22ª.- Matilde Coelho de Morais (eliminatória) e 7ª. na semi-final; 35ª.-Samantha Teixeira (eliminatória).
- SUPC cadetes: 5º.-Filipe Valente Tavares (eliminatória) e  4º. nas semi-finais.
- C1 seniores femininos: 6ª.-Marta Bizarro, eliminatória e nas semi-finais.
- KL2: 2º.-Hugo Filipe Costa, Final A.
- KS1: 1º.-Ricardo da Silva Simões; 2º.-Wilson Oliveira, ambos na Final A.
- VL3: 1º.-José Barbosa Rodrigues, Final A.
se&o

- Ano de 2002, há 24 anos: Peditório da ARCOR para a construção do Centro Social !


O «Jornal da ARCOR»



A ARCOR iniciou a 20 de Abril de 2002, um sábado de há 24 anos, um peditório porta-a-porta e a favor das obras de construção do centro social.
Os trabalhos iam já no sexto mês da segunda e definitiva fase e a facturação da empresa construtora medrava. No final do mês seguinte já ia nos 78 069 419$00 - o que, valores de hoje e segundo o conversor da PORDATA seria qualquer coisa como 606 000
 euros.
Um bocadinho mais! 
«As obras cresceram, o interior já todo dividido, valência por valência,já se sabe onde irão funcionar todos os serviços: creche, jardim de infância e ATL, centro de dia para idosos e apoio domiciliário, o salão cultural e os serviços administrativos», reportava o «Jornal da ARCOR» desse trimestre, como se pode ver a imagem.
- NOTA: O Centro Social inclui, como se sabe, a sede da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira. Agora, sede da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira (UFTOR). Por isso e a esse tempo, se denominava Centro Cívico de Óis da Ribeira.

- ANO 1911, há 115 anos: A lei de separação do Estado da Igreja!

 

Igreja há (+/-)115 anos


A Lei de Separação do Estado da Igreja foi publicada no «Diário do Governo» de 20 de Abril de 1911 e teve, obviamente, implicações na vida pública religiosa e política de Óis da Ribeira.
Há 115 anos!
O presidente da então denominada Junta Paroquial Republicana era o padre Ricardo Pires Soares, com o secretário João Bernardino dos Reis e os vogais Albano Joaquim de Almeida, Jacinto Matos dos Reis e José Maria Morais.
Os bens imobiliários e mobiliários foram todos arrolados em favor do Estado - nada mais nada menos que 94 e numa reunião que decorreu a 1 de Agosto desse mesmo ano de 1911.
O padre José Bernardino dos Santos Silva era o pároco local e não quis participar no arrolamento dos 94 bens (móveis) e ainda a residência, com sobrado e quintal (o então denominado passal, que fica(va) imediatamente a norte do templo), o cemitério e a capela de Santo António, 15 terrenos e baldios - que tinham áreas entre os 2150 metros quadrados (o adro) e os 4 230 (a pedreira das Quintas).
- NOTA: A 12 de Abril de 1912 todos estes bens passaram para a Comissão Cultual e, desta, voltaram à posse da Igreja a 11 de Março de 1915 - alfaias, móveis e objectos religiosos, com falta de alguns, nomeadamente 10 peças de prata do resplendor e um mocho.

- ANO 1905, há 121 anos: Prémio nacional para o professor Camilo Ferrão!




O professor Camilo Gomes Ferrão dos Santos foi galardoado, há 121 anos, com o primeiro prémio de um concurso nacional sobre História, no caso especialmente sobre a Batalha de Alcácer Quibir.
O concurso foi organizado pela (extinta) revista «A Nossa Pátria» e os concorrentes de todo o país tinham de descrever a batalha num máximo de 25 linhas, de forma sintéctica e expressiva, «de modo a que nenhuma palavra pudesse ser considerada supérflua, desnecessária ou incorrecta».
Natural de Arazede, em Montemor-o-Velho, e ao tempo a leccionar na escola primária de Travassô, o professor Camilo Gomes Ferrão dos Santos casou em Óis da Ribeira com Maria Rosa Almeida e o casal teve, já falecidos, os filhos Luís (também professor) e José (Branco). Netos e filhos de José, são Luís e (já falecidos), António e Benjamim Soares de Almeida Santos. De Luís, Henrique, Hélder, António (Toninho Cruzeiro) e Estela, já todos falecidos.
- NOTA: O prémio foi um volume dos «Estudos Históricos e Económicos», de Basílio Telles e em prosa, e, em verso, o «A Duqueza de Bragança». de J. Carlos de Gouveia, para além da publicação da sua foto na revista

- ANO 1905, há 121 anos: A bandeira da Tuna mostrada pelo Conde de Sucena!

 

A bandeira da Tuna há 121 anos oferecida
pelo Conde de Sucena


O Conde de Sucena ofereceu à Tuna de Óis da Ribeira a sua primeira bandeira, ainda hoje existente - exposta na sede social - , expressamente mandada fazer em Paris e mostrando-a no seu palacete residencial há precisamente 121 anos e a alguns amigos próximos.
O risco da bandeira, toda ela confeccionada em finíssima seda encarnada e guarnecida de de galões e franjas de ouro, foi desenhado pelo próprio Conde de Sucena, José Ferreira de Sucena de nome próprio, e que revelou «génio de um verdadeiro artista».
A bandeira, a esse tempo, foi considerada «uma dádiva rica e digna de quem a oferece» e foi entregue à Tuna de Óis da Ribeira no dia de Páscoa desse ano de há 121 anos. A 23 de Abril desse ano de 1905.
Conde de Sucena
 
Viagem de barco 
para dizer «obrigado»
ao Conde Sucena !

A bandeira foi considerada «uma dádiva rica e digna de quem a oferece» e a Tuna de Óis da Ribeira foi agradecer ao Conde Sucena no di
a 24 de Maio de 1905. 
O dia, uma quarta-feira de há 121 anos, foi de festa e emoção para a colectividade tunante óisdaribeirense, cuja direção era, ao tempo, presidida por Manuel Maria Tavares da Silva.
A comitiva foi de barco até Águeda, rio acima e acompanhada por muitos conterrâneos, que se quiseram associar ao momento e depois seguiram em marcha para o palacete do Conde de Sucena, na Borralha - onde, em honra do benemérito, tocaram várias peças do seu repertório e agradeceram a gentileza da fidalga oferta do também deputado de Águeda.
- NOTA: O Tuna, na primeira apresentação seguinte, em Oiã, apresentou-se como Tuna Conde de Sucena. E outros nomes veio a ter, durante a sua existência e até ao dos dias de hoje: Associação Filarmónica de Óis da Ribeira.

domingo, abril 19, 2026

Barbosa foi duplo vencedor das Ragatas em Linha. ARCOR em 17º.lugar!

Hugo Costa e José Barbosa Rodrigues (2022

 
O paracanoísta José Barbosa Rodrigues, da ARCOR, venceu as provas de 200 e 500 metros de VL3 da Taça Nacional de Regatas em Linha que este fim de semana se disputaram no CAR de Montemor-o-Velho. 
Hugo Filipe Costa foi segundo nas mesmas distâncias mas em KL2.
O clube de Óis da Ribeira foi 18º. classificado por equipas, com 284 pontos: 56 do K1 1000 metros, 140 dos 500 e 88 dos 200.
O Clube Náutico de Ponte de Lima foi o vencedor, com 2056 pontos, seguido do Clube Náutico do Prado (1908) e do Clube Náutico de Fão (1704).
Quanto as clubes de Aveiro, tiveram as seguintes classificações: 17º.-Saavedra Guedes, de Pardilhó-Estarreja, 392; 22º.-Clube de Canoagem de Ovar, 212; 31º.-Associação Náutica da Torreira, 40; 33º.-Clube de Canoagem de Cacia, 20.
Os últimos classificados, com zero pontos e em 35º. lugar, foram o Clube Scabalitano, de Santarém, o Náutico de Arnelas, o DKC de Viana do Castelo, e o  Náutico de Merelim, de Braga.
 

As tabuletas turísticas da margem da pateira de Óis da Ribeira!

As tabuletas turísticas da margem da pateira de Óis da Ribeira. Abandonadas!

Os 11 compromissos da Junta 
de Freguesia para a pateira

«A pateira é um dos maiores tesouros naturais do nosso território. Um espelho de água que une comunidades, que conta a nossa história e que pode, se for devidamente cuidado, ser um motor de desenvolvimento ambiental, social e económico para toda a região», disse a candidatura da actual Junta de Freguesia nas eleições autárquicas de 2025.
O que pode ser relembrado, de viva voz e AQUI.
Acrescentava a propositura autárquica travasssÓisense que, e citamos, que «para isso, é necessário agir com visão, coragem e responsabilidade». Isto porque, e continuamos a citar, «a pateira não pode ser apenas um cartão-postal - tem de ser um projeto de futuro».
«Não podemos descurar as margens da Pateira e devemos, Juntos, lutar para libertar esse potencial. Contem connosco para continuar a lutar pela nossa pateira»
, concluía o manifetso eleitoral juntista, acrescentando-se aos 11 anúncios para o parque, como se pode ver na segunda imagem de hoje.
Será no desevolvimento dessas ideias, mais a iluminação do parque - ver AQUI - que achámos, junto à fonte, as placas turísticas da imagem principal de hoje.
Será? Será isto
 que «para isso, é necessário agir com visão, coragem e responsabilidade»? Será isso o proclamado propósito de ser «devidamente cuidado», para, assim sendo, «ser um motor de desenvolvimento ambiental, social e económico para toda a região»? Já nem falamos de jacintos e outras coisas mais...

- ANO 1992, há 34 anos: «A Menina Feia» da ARCOR em última representação!


O elenco de «A Menina Feia»

O Grupo de Teatro da ARCOR apresentou, a 19 de Abril de 1992 e pela última vez, a peça «A Menina Feia», comédia de Manuel Frederico Pressler, com encenação de Arlindo Reis.
Há 34 anos!
O grupo era formado por Ondina Gomes (Soares), Carlos Reis, Nazaré Pinheiro, Dália Reis, Madalena Reis, Jorge Brandão, Hernâni Pires, Elizabete Fernandes, Hélder Prazeres e Carlos Gomes (de pé, na foto), Paulo Gomes (de bigode), Rui Teixeira, Susana Pinheiro, Arlindo Reis (ensaiador), Susete Melo (de Travassô) e Paulo Rogério Framegas. Falta João Viegas, que foi o produtor da peça.
- NOTA: O grupo tinha-se estreado a 22 de Fevereiro de 1992 e, pelo menos, actuou em Eirol (14 de Março), em Requeixo e Alquerubim, Mourisca do Vouga e Branca, nestes casos em datas que não conseguimos apurar.

- ANO 1980, há 46 anos: Óis da Ribeira com José Cid no Festival da Eurovisão!


O dia 19 de Abril de 1980, há 46 anos, foi o do Festival da Canção da Eurovisão e o da primeira televisão a cores em Óis da Ribeira, na antiga sede da ARCOR.
Onde actualmenrte funciona a comissão de festas de Nossa Senhora de Fátima.
Óis da Ribeira que, nessa altura, se viu em toda a rede europeia de televisão, pois parte do vídeo promocional de José Cid foi gravado nas margens da pateira.
José Cid vencera o festival da canção da RTP desse ano e, a 17 de Março, montou o seu cavalo pelo então muito enlameado caminho da margem de Óis da Ribeira, para imagens que todo o mundo eurovisivo viu neste dia 19 de Abril de há 46 anos.
José Cid na gravação da pateira
Até as crianças da escola primária lá foram ver o cantor, relata(va) o «Jornal da ARCOR».
Nunca a vila de Óis da Ribeira foi vista por tanta gente, ao mesmo tempo. Centenas de milhões pessoas!
- NOTA: José Cid interpretou a canção «Um grande, grande amor» e recebeu 93 pontos no Festival da Eurovisão, ficando em honroso 7º. lugar entre 19 concorrentes, a até aí melhor classificação de cantores portugueses - com a de Carlos Mendes em 1972 (também 7º. lugar mas com 70 pontos).

- ANO 1911, há 115 anos: Venâncio, Angelino e José emigraram para o Brasil!


O registo de passaporte de Angelino Marques

Os óisdaribeirenses Vênancio, Angelino e José emigraram para o Brasil há 115 anos, fixando-se os dois primeiros em Pelotas, cidade do Estado do Rio Grande do Sul, e o terceiro no Rio de Janeiro.
Os passaportes foram emitidos pelo Governo Civil de Aveiro a 19 de Abril de 1911, pouco depois da implantação da República, e dos três emigrantes podemos recordar as seguintes particularidades e dados biográficos:
1 - ANGELINO Marques tinha 21 anos, nascido a 29 de Junho de 1889, era solteiro e trabalhador agrícola, filho de José Maria Marques Saldanha e de Maria José Gomes, todos de Óis da Ribeira.
Regressou em data desconhecida, casando-se a 10 de Novembro de 1919, com Vitória da Conceição Reis, de Cabanões. Descendentes e moradores em Óis da Ribeira, são os netos Assilénio e Maria José dos Reis Carvalho e Santos, irmãos de Horácio (já falecido, em Fujacos), Adérito (morador em Eirol) e Maria Alba (em Requeixo) - filhos de Maria Gomes dos Reis (a Maria do Emílio, já falecida).
Angelino Marques (Saldanha) faleceu em Cabanões, onde morava, a 18 de Agosto de 1964, aos 79 anos.
O registo de José Rodrigues

2 -  JOSÉ Rodrigues, de 26 anos e trabalhador rural, era solteiro e natural de Lourizela, freguesia do Préstimo, onde nasceu a 21 de Novembro de 1883. 
Sabia escrever, residia em Óis da Ribeira e era filho de Maria de Jesus, provavelmente criada de servir de alguma família local. 
Emigrou para o Rio de Janeiro em 1911 e regressou a Portugal em data indeterminada, casando-se a 12 de Janeiro de 1920, com Maria Gaspar de Jesus, de Requeixo. Enviuvou a 4 de Outubro de 1961 e faleceu a 3 de Março de 1962. Não sabemos se deixou descendentes.
Registo de Venâncio Santos
3 - VENÂNCIO Soares dos Santos, de 31 anos, nascido a 3 de Março de 1880, solteiro e carpinteiro, era filho de Joaquim António Soares de Freitas e de Maria José dos Santos, ambos de Óis da Ribeira. 
Irmão, pelo menos, de Benjamim (futuro presidente da Junta e benemérito da freguesia) e de Isaac, que também emigraram para Pelotas, em outras datas. 
Venâncio media 1,70 metros de altura, cabelo, olhos e sobrolhos castanhos e sabia escrever. Sobrinhos-netos residentes em Óis da Ribeira, netos do irmão Manuel, são os irmãos Margarida e Manuel Soares (filhos de David), Zulmiro, Estela, Lurdes e António Carlos (de Deolinda), São, João, Isaura e Albertino (de Isaura), Zulmira e Fatima (de Zulmiro) e Júlia (de Lurdes). Neta de Aires, é Maria Ascensão (filha de João).

sábado, abril 18, 2026

- ANO 2025, há um ano: A Tuna / AFOR na União de Bandas de Águeda (UBA)!


A Orquestra Municipal de Águeda (OMA) da União de Bandas de Águeda

Cartaz oficial da OMA
Luís Neves


A Tuna / Associação Filarmónica de Óis da Ribeira (AFOR) foi há um ano formalmente convidada a integrar a União de Bandas de Águeda (UBA), no decorrer do concerto de encerramento do Estágio de Orquestra.
O d´Óis Por Três já a 28 de Março de 2025, ver AQUI, tinha dado notícia e considerou não ser  excessivo voltar a dar conta deste dia histórico para a instituição musical da vila óisdaribeirense - que é presidida por Luís Neves (também instrumentista).
Acresce, como já AQUI demos conta, que a Orquestra Municipal de Águeda (OMA), na versão de 2025, integrou 8 jovens músicos da Tuna/AFOR: Inês Reis, Tiago Morgado, Mara Brites, Matilde Marques, Eduardo Pereira, Martim Almeida, Yara Branco e Gabriel Lima.
Todos eles frequentaram o Estágio de Orquestra durante 4 dias organizado pela mesma UBA, que decorreu até 19 de Abril de 2025 e foi dirigido pelo maestro Pedro Amaral, envolvendo jovens instrumentistas de todas as filarmónicas do concelho e alunos do Conservatório de Música de Águeda. E que ontem já participaram no ensaio geral (no CAA).
- NOTA: Há um ano, o d´Óis Por Três considerou também que «não era excessivo, muito menos redundante, antes pelo contrário e muito justo, renovar os parabéns à Tuma/AFOR». «Parabéns, pois!», repetimos hoje.

Festival de Sopas de Nossa Senhora de Fátima!

O cartaz oficial do evento
NS Fátima 2026


A comissão de festas de Nossa Senhora da Fátima de 2026 e da Paróquia de Santo Adrião de Óis da Ribeira vai organizar um Festival de Sopas.
Será de hoje a uma semana, no dia 25 de Abril e no salão da sede da UFTOR - a sede da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira - a partir das 19,30 horas.
A variedade de sopas será grande e de qualidade e as entradas serão gratuitas para crianças até aos 11 anos. Os adultos pagarão 7 euros - não se contando bebidas, pequenos petiscos e sobremesas, em ambos os casos.
Os interessados poderão contactar a organização através das comissárias Joana Rocha, a juíza (pelo telemóvel 910913536) e Gabroela Reis (918762109).

3 - ANO 1919, há 107 anos: José Maria com alta hospitalar na 1ª. Grande Guerra Mundial!

Registo militar de José Maria
Soares dos Santos
Manuel Soares dos
Santos (Lopes)
 nto




O óisdaribeirense José Maria Soares dos Santos foi combatente da 1ª. Grande Guerra Mundial e teve alta hospitalar a 18 de Abril, depois da baixa de 10 dias antes - a 8 de Abril de 1919.
Há 107 anos!
Esteve internado no Hospital Militar nº. 6, em França, e tinha a placa de identificação nº. 4284. Nasceu a 6 de Junho de 1895 e era filho de Bernardino Soares dos Santos e de Maria Rosa Ferreira dos Santos, ambos de Óis da Ribeira. 
Embarcou para França a 20 de Janeiro de 1917, onde esteve integrado no 1º. Corpo Expedicionário Português (CEP) como soldado condutor nº. 418 (e promovido a 1º. cabo a 17 de Outubro de 1917). Regressou a Portugal no dia 19 de Maio de 1919, desembarcando em Lisboa (de onde partira a 20 de Junho de 1917).
- NOTA: José Maria era irmão de Aires Soares dos Santos e de Manuel Soares dos Santos (Lope, na foto). Solteiro e trabalhador rural, emigrou para o Brasil, com passaporte emitido pelo Governador Civil de Aveiro a 23 de Dezembro de 1919. Dele nada mais sabemos.

- ANO 1896, há 130 anos: Padre Andrade com influenza e médico Carvalho no «combate»!

Pe. M. Andrade
                                        O médico Joaquim
                                         Carvalho da Silva


O padre Manuel Gomes de Andrade, ao tempo pároco de Óis da Ribeira, sofreu de influenza e estava acamado há precisamente 130 anos. 
O óisdaribeirense Joaquim Carvalho da Silva era um dos dois médicos de Águeda que combatia a epidemia.
A influenza era uma infecção respiratória que causava febre, tosse, cefaleia e mal-estar, provocando mortalidade em caso de epidemias. Mal comparado, assemelhava-se ao recente COVID-19, atacando principalmente as pessoas mais idosas e com insuficiências cárdio-pulmonares - embora também «atacasse» jovens e crianças
Ao tempo, sofriam de influenza mais padres de Águeda: José Dias de Carvalho Saldanha (pároco de Espinhel), António Tomás da Cruz (de Belazaima do Chão e cuja mãe faleceu nessa altura, com 101 anos) e José Dias Ferreira (de Paradela).
- NOTA: A epidemia estava espalhada pelo concelho de Águeda e quase não havia quem tratasse dos doentes. Especialmente determinantes no combate à doença foram os médicos Joaquim Carvalho da Silva (que era de Óis da Ribeira) e Mateus Pereira Pinto.

sexta-feira, abril 17, 2026

A festa da pateira de Óis da Ribeira e o Dia das Mentiras...

O cartaz oficial do «invento»...
A sugestão de ARCPOR.
Não falta imaginação!
 

O dia 1 de Abril é o Dia as Mentiras e foi a data escolhida, em 2026, para as redes sociais anunciarem a Grande Festa da Pateira de Óis da Ribeira 2026 - para os dias 7, 8, 9 e 10 de Agosto!
Data nada melhor e mais  apropriada para divulgar o «invento», cujo «regresso está marcado».
E com programa de arromba, comose pode «ver» ao lado.
«Preparem os corações (e a garganta para cantar!), porque a Grande Festa da Pateira de Óis da Ribeira está de volta em 2026!. De 7 a 10 de Agosto, «o parque da Pateira transforma-se no centro de todas as emoções. Quatro dias de música, tradição, convívio e aquele cenário único que só a nossa Pateira nos oferece», proclamou a intitulada Associação Recreativa e Cultural da Pateira e Óis da Ribeira - a ARCPOR.
Imaginação farta, louvada seja.
A 2 de Abril, a «facookada» foi esclarecida:
«Como muitos suspeitaram, tratou-se de uma brincadeira de 1 de Abril... por agora. Mas, depois de vermos a vossa reação, o vosso entusiasmo e as centenas de partilhas, ficou uma pergunta no ar: e  se fosse mesmo verdade?», epistolou a equipa de criadores da ARCPOR, acrescentando que «dizem que as ideias mais improváveis são as que acabam por se tornar realidade» e ainda que «a nossa terra merece o melh
or e os sonhos, quando partilhados por todos, ganham força».
«Fica atento(a), porque o que começou como uma partida pode muito bem ser o início de algo memorável. Às vezes, o destino escreve-se assim: entre um sorriso e uma vontade enorme de fazer acontecer», lê-se na página oficial da «instituição», perguntando, a finalizar: «Gostavas que este fosse o caminho? Alinhavas como Ribeirense entrar nesta viagem connosco?».
A festa de 2019

Irreverência e a
brincar a brincar...

O d´Ois Por Três saúda a irrreverência criativa dos autores da «brincadeira de 1 de Abril» e destaca as esperanças lançadas nas redes sociais.
A brincar a brincar..., c,o diz o ditado!!!
Lembramos, entretanto, que a nossa Festa da Pateira «morreu» em 1990 (julgamos nós). A comissão que a organizou apresentou contas no final desse ano, com receitas de 1 208 540$00 e despesas de 1 012 142$50, logo um saldo positivo de 196 397$50.
O programa de Agosto desse ano foi o seguinte:
- Dia 4, sábado: Apanha de moliço (8 horas), provas de atletismo (15) e de ciclismo (12), baile com o conjunto «Subjeção» (22).
- DIA 5, domingo: Concurso de pesca (7 horas) e baile com o conjunto «MX» (15).
- DIA 6, segunda-feira: Conjunto Típico «Estrelas Incomparáveis» (22 horas) e grupo de antigos músicos da então antiga Tuna de Óis da Ribeira (às 23).
A festa já não se tinha realizado em 1989. A comissão nomeada em 1989 (para o ano seguinte) não assumiu o compromisso.
O prometido Fateira Fest
As mais 11 promessas
para a pateira de ÓdR
- NOTA 1: Sobre a (não) festa da pateira, e sem ser de 1 de Abril, falámos dela já várias vezes. 
A última, no dia 16 de Março de 2026, como se pode ver em https://doisportres.blogspot.com/2026/03/a-nao-recriacao-da-festa-da-pateira-de.html?m=1.
Na altura, lembrámos que a Junta de Freguesia da UFTOR organizou o evento em 2019 (a 3 e 4 de Agosto), evento que passou quase despercebido e que, apesar das promessas então feitas, não se voltou a repetir. 

A autarquia travassÓisense optou por concentrar as suas energias na Feira do Mundo Rural, em Travassô. Esquecendo Óis da Ribeira e a pateira, não se conhecendo qualquer posição dos eleitos de Óis da Ribeira sobre esta matéria. E outras.
- NOTA 2: A Junta de Freguesia da UFTOR, no seu manifesto eleitoral de 2025 e quanto à pateira, promete, e citamos, entre 11 pontos, o Pateira Fest, com, e voltamos a citar, «fins de semana temáticos (no período de verão), mostra de artesanato, vendas ambulantes, música, insufláveis e demonstrações, etc., criação de dinâmicas de fim de semana para visitas ao parque».
Prometido, está. Vamos aguardar, expectantes...

- Ano 2004, há 22 anos: Teatro Amador do «GAOR» estreou «Um erro judicial»!

O elenco do GAOR em 2004



O Grupo de Amigos de Óis da Ribeira (GAOR) estreou, a 17 de Abril de 2004, a peça «Um Erro Judicial», num programa que incluía a comédia «Ressonar sem Dormir».
Há 22 anos!
O GAOR era ensaiado por Leonildo Costa e Óis da Ribeira, a esse tempo, imaginem só..., tinha dois grupos de teatro: o GAOR e o Grupo de Teatro Amador (GTA) da ARCOR, que no dia 11 imediatamente anterior tinha estreado a peça «A Prima Eugénia», de Manuel Fragoso e dirigida por Arlindo Reis. 
Hoje, infelizmente e desde 2012 (quando a ARCOR subiu ao palco pela última vez), não há teatro para ninguém nos palcos de Óis da Ribeira.
O GAOR apresentou-se ainda em Travasssô e Alquerubim e rapidamente saiu de cena. 
Actores, foram Jorge Brandão, Cristina Soares, Luís Gonçalo, Soraia Gonçalo, João Ferreira, António Fernando Framegas, Bruno Brandão, José Melo, António Manuel Reis, Victor Fernandes e Rui Fernandes.
O programa incluía a comédia «Ressonar sem dormir», com Luís Gonçalo, Cristina Soares, Jorge Brandão e Vitor Fernandes. Nuno Almeida foi o responsável pela iluminação e música.

- ANO 2012, há 14 anos: Assembleia de Freguesia aprovou as contas da Junta!

A Junta de Freguesia em 2012: Manuel Almeida
(Capitão), Fernando Pires e Rui Fernandes
 



A Assembleia de Freguesia de Óis da Ribeira aprovou, por maioria e a 17 de Abril de 2012, as contas de 2011, com 24 231,89 euros de saldo positivo.
Há 14 anos!
As receitas apuradas foram de 123 212,73 euros, resultantes do saldo transitado de 2010 ( 28 242,99), das receitas correntes (40 641,22), das de capital (5 800) e das de tesouraria (47527,96).
As despesas, no total contabilizado de 98 980,28 euros, decorreram das correntes (39 540,87), das de capital (11 911,62) e das de tesouraria (47 527,96).
A eleita socialista Carla Eliana Tavares absteve-se (assim como no inventário da Junta), votando a favor Manuel Soares, José Martinho (falecido a 23 de Julho de 2024, aos 83 anos e de doença), José António Pires e Germano Venade (do PSD), Luís Neves e Carlos Pereira (do PS).
- NOTA: A Junta de Freguesia (na foto) era presidida por Fernando Tavares Pires, com o secretário Manuel Duarte Marques de Almeida (Capitão) e Rui Jorge dos Reis Fernandes (tesoureiro).

- ANO 2010, há 16 anos: Teatro da ARCOR na Carregosa de Oliveira de Azeméis !


O elenco de «O Gato» da ARCOR (em 2010)


O Grupo de Teatro Amador (GTA) da ARCOR actuou na Carregosa, vila de Oliveira de Azeméis, no dia 17 de Abril de 2010.
Há 15 anos e lá então representando a peça «O Gato», na sede da Junta de Freguesia.
A peça era de Henrique Santana, em dois actos, e o elenco era formado por Paulo Gomes (O Gato Pirilau e Carlos), Catarina Aidos (Tia Carlota), Vitor Fernandes (Professor Novais), Isaltina Pires (Maria do Castro), António Prazeres (António de Castro), Liliana Alves (Teresinha), Julieta Fernandes (Joaninha), José Manuel Gomes (Toni), Gil Branco (Ambrósio), António Reis (Romualdo) e Salomé Fernandes (Laura Barradas).
A encenação foi de Leonildo Soares da Costa e Catarina Aidos, Maria de Lurdes Fernandes e Carla Costa Foram os pontos e Rui Fernandes o responsável pelo som e luzes.
- NOTA: O grupo teve 15 actuações, três delas em Óis da Ribeira (também a 28 de Março, para utentes, familiares e funcionários da ARCOR, e 11 de Dezembro, a encerrar a época), Mamodeiro (28 de Fevereiro, Eirol (20 de Março), Mourisca do Vouga (10 de Abril), Carregosa (17), S. Martinho (25), Barrô (1 de Maio), Santa Catarina (Vagos, a 23 de Outubro), em Pó (freguesia do Bombarral, 6 de Novembro), Belazaima do Chão (4 de Dezembro) e nos Festivais Nacional de Oliveira de Azeméis (FESTAZ, a 30 de Outubro), Festival «10 anos, 10 Peças» (em Eixo, a 13 de Novembro) e Festival Ritus (em Milheirós de Poiares, a 20 de Novembro).

- ANO 1920, há 106 anos: O Centro Republicano de Óis da Ribeira

 

A primeira acta do Centro
Republicano de Óis da Ribeira

José Pinheiro de 
Almeida (CR)


O Centro Republicano de Óis da Ribeira (CROR) teve a sua última reunião a 17 de Abril de 1920. 
Um sábado de há precisamente 106 anos e dessa data a sua última acta!
O clube foi inaugurado a 30 de Julho de 1911 e o seu primeiro presidente foi Silvério Marcos dos Reis, eleito por aclamação e «quem mais trabalhou para a fundação deste Centro».
A acta fundadora foi assinada por Silvério Marcos dos Reis, Diamantino Francisco da Silva (vice-presidente), Joaquim António Pires Soares (tesoureiro e presidente da Junta de Freguesia), Anacleto Pires Soares (secretário) e os vogais António José da Costa, Alexandre Pires Soares e Dinis Pires da Silva.
O acto foi testemunhado e assinado por outros fundadores: José Pinheiro de Almeida (na foto), padre Ricardo Pires Soares, João Bernardino dos Reis (secretário da JF), Albano Joaquim de Almeida (vogal da Junta), Manuel Joaquim dos Reis (regedor), José Maria Santos, Jacinto Pereira de Matos, Eduardo Costa, César Pires da Silva, António Henriques de Carvalho, Joaquim Augusto Tavares da Silva e Cunha (professor) e Salvador Sucena Estima.
- NOTA: O Centro Republicano deÓis da Ribeira funcionava numa sala da casa de Joaquim António Pires Soares, que ficava no espaço agora ocupado pela ARCOR e sede da Junta de Freguesia da UFTOR.

- Ano 1906, há 120 anos: A criação da escola primária feminina de Óis da Ribeira!


O DL de criação da escola
feminina de Óis da Ribeira



O Diário do Governo nº. 86, de 17 de Abril de 1906, publicou o decreto de lei que, oficialmente, criou a escola primária feminina de Óis da Ribeira.
Ha 120 anos!
O documento de 1ª. Repartição da Direcção Geral da Instrução Pública indicava que, e citamos, «o seu provimento fica(va) dependente da realização de obras na sala de aulas a que se refere o sub-inspector», para além da «aquisição de o competente mobiliário».
O conselheiro director geral da Secretaria de Estado dos Negócios do Reino que assinou o despacho foi Abel Andrade.
- NOTA: O Diário do Governo nº. 219, de 28 de Setembro de 1906, meio ano depois, publicou a abertura do concurso para o lugar de professora da escola do sexo feminino de Óis da Ribeira.
O lugar viria a ser ocupado por Alzira Tavares da Silva, que era natural de Travassô e transitou da escola do sexo masculino de Eixo.