domingo, maio 17, 2026

A festa de Nossa Senhora de Fátima encerra com Augusto Canário!

 

A procissão: Santo António, o padroeiro Santo Adrião e Nossa Senhora de Fátima

O andor de Nossa Senhora de Fátima

As cerimónias religiosas da Festa de Nossa Senhora de Fátima foram esta tarde, presididas pelo padre Júlio Grangeia, o titular da Paróquia.
A celebração eucarística foi na Igreja de Santo Adrião, abrilhantada pelo coro e pelo  instrumental da Tuna / Associação Filarmónica de Óis da Ribeira (AFOR) - dirigidos pelo maestro António Bastos -, AFOR que também partilhou a procissão, acompanhada pelo Agrupamento de Escuteiros 853, de Travassô.
O desfile religioso incluiu, como se pode ver na primeira imagem, os andores do Padroeiro Santo Adrião e o de Santo António, o orago do templo junto ao campo - no entroncamento da rua do mesmo mome com a do Caminho da Calçada e o asfaltado para a pateira.
O evento vai continuar na noite de hoje, com as actuações do grupo musical «Ondas» (às 22 horas) e encerrando com popular concertinista e compositor Augusto Canário.


O último dia das festas de Nossa Senhora de Fátima!

 

A procissão de Nossa Senhora de Fátima de 2025
Augusto Canário


As festividades de Nossa Senhora de Fátima terminam hoje, dia 27 de Maio de 2026 e na Paróquia de Santo Adrião de Óis da Ribeira.
O programa começa com a arruada da Tuna /Associação Filarmónica de Óis da Ribeira (AFOR), às 14 horas, e continua com a celebração de missa solene na Igreja de Santo Adrião, seguida de procissão - presididas pelo padre Júlio Granjeia e acompanhadas pela Tuna / Associação Filamónica de Óis da Ribeira (AFOR) e pelo Agrupamento de Escuteiros 853, de Travassô.
O evento continuará à noite, a partir das 22 horas e com actuações do grupo «Ondas» e, a encerrar, do artista popular Augusto Canário.
O evento, recordemos, começou no dia 13 de Maio, com a missa e Procissão das Velas, continuando com o concerto da Banda Alvarense e da Tuna / AFOR (no dia 14), actuação do grupo musical «Fax»e do DJ «Vox» (dia 15), e da banda «Top Som» e do DJ «Tilhas» (dia 16).
 

- ANO 2004, há 22 anos: Teatro do «GAOR» estreou «Um erro judicial»!

O elenco do GAOR em 2004


O Grupo de Amigos de Óis da Ribeira (GAOR) estreou, a 17 de Abril de 2004, a pça «Um  Erro Judicial», num programa que incluía a comédia «Ressonar sem Dormir».
Há 22 anos!
O GAOR era ensaiado por Leonildo Costa e Óis da Ribeira, a esse tempo, imaginem só..., tinha dois grupos de teatro: o GAOR e o Grupo de Teatro Amador (GTA) da ARCOR, que no dia 11 imediatamente anterior tinha estreado a peça «A Prima Eugénia», de Manuel Fragoso e dirigida por Arlindo Reis. 
Aos dias de hoje, e desde 2012 (quando a ARCOR subiu ao palco pela última vez), não há teatro para ninguém.
O GAOR apresentou-se ainda em Travasssô e Alquerubim e rapidamente saiu de cena. Actores, foram Jorge Brandão, Cristina Soares, Luís Gonçalo, Soraia Gonçalo, João Ferreira, António Fernando Framegas, Bruno Brandão, José Melo, António Manuel Reis, Victor Fernandes e Rui Fernandes.
Nuno Almeida foi o responsável pela iluminação e música.
- NOTA: O programa incluía a comédia «Ressonar sem dormir», com interpretações de Luís Gonçalo, Cristina Soares, Jorge Brandão e Vitor Fernandes. 

- ANO 2002, há 24 anos: Cavalo de António Resende foi campeão nacional !


 António Resende, Miguel Trindade (seu colaborador e
considerado o melhor apresentador da feira) e a poldra
campeã nacional de 2002. Há 24 anos!
 



O criador de cavalos António Ferreira dos Santos Resende, óisdaribeirense da Rua Nossa Senhora de Fátima, no Bairro Alto, ganhou duas medalhas de ouro no concurso hípico da Feira da Golegã, realizado a 17 de Maio de 2002 e com a sua poldra «Ratina II».
Já lá vão 22 anos!
As provas decorreram também no dia 18 imediatamente seguinte e a «Ratina II», com três anos, foi apresentada por Manuel Trindade e, por acumulação, foi anunciada como o melhor cavalo da feira.
A «Unic», poldra de um ano apenas e também do criador António Ferreira dos Santos Resende, não se quis ficar atrás e ganhou a medalha de ouro do se escalão.
Um ano antes e na Feira Nacional de Agricultura, em Santarém, a «Ratina III» já tinha sido campeã nacional da raça «Português de Desporto», e por isso medalha de ouro, no decorrer das provas que prestou na 38ª: edição daquele prestigiado certame.

- ANO 1986, há 40 anos: A morte de Joaquim Tavares da Silva!

Joaquim T. Tavares


O tesoureiro da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira no dia 25 de Abril de 1974 era Joaquim Tavares da Silva, que faleceu a 17 de Maio de 1986, há precisamente 40.
Aos 79 anos e vítima de um atropelamento, a cidade de Aveiro
Filho do benemérito Manuel Maria Tavares da Silva e de Maria Laura Ferreira Sucena, nasceu a 24 de Agosto de 1907, sendo neto paterno de João Tavares da Silva e Maria Angélica dos Santos, materno de Manuel Sucena Estima e e Maria Luísa Ferreira.
Casou a 13 de Agosto de 1930 com Maria Benedita Pires dos Reis, também de Óis da Ribeira, e o casal teve os filhos Maria Manuela, Maria Luísa (que tem farmácia em Vagos) e, já falecida, Maria Oriana dos Santos Tavares.
Joaquim Tavares da Silva trabalhou muitos anos em Angola e, em Óis da Ribeira e depois do regresso, exerceu funções políticas: era tesoureiro da Junta de Freguesia no altura do 25 de Abril de 1974, no executivo presidido por Aires Carvalho e Santos e com o secretário Fernando Reis Duarte de Almeida, os três exonerados pela revolução.
- NOTA: A Junta de Freguesia de Óis da Ribeira, a 25 de Abril de 1974, era presidida por Aires Carvalho e Santos e, além do tesoureiro Joaquim Tavares da Silva, incluía o secretário Fernando Reis Darte de Almeida. 

- ANO 2003, há 2 anos: A RTP na ARCOR e na canoagem!


Eládio Clímaco frente ao hangar da ARCOR
 


A RTP exibiu, a 17 de Maio de 2003, um programa sobre a Secção de Canoagem da ARCOR e a pateira.
Há 23 anos!
A produção estava enquadrada no programa «Conhecer Portugal» que então se exibia na televisão pública e a gravação tinha sido no dia 28 de Abril de 2003.
O programa foi apresentado por Eládio Clímaco, como se vê na imagem, e mostrando a pateira e algumas embarcações da ARCOR em fundo, incluindo as de vela, modalidade que na altura e na direção de Celestino Viegas se praticava no clube, em protocolo com o Instituto Duarte Lemos (IDL), da Troa.
- NOTA: As imagens televisivas mostraram também alguns atletas de canoagem da ARCOR em treinos... para tver.

sábado, maio 16, 2026

Concerto com homenagem aos 79 anos José Maria Gomes!!

José Maria Gomes

A capa da Marcha
José Maria Gomes


A noite do concerto de anteontem - 14 de Maio de 2026 -, na festa de Nossa Senhora de Fátima, foi tempo para homenagear José Maria de Almeida Gomes, músico e dirigente tunante, que no dia fez 79 anos.
Foi tocado o «parabéns a você», pelas duas bandas - bandas que representou em tempos diferentes! A Banda Alvarense e a Tuna/AFOR.
José Maria Gomes foi um dos responsáveis pela reactivação da Tuna de Óis da Ribeira, em 1993, e já há 5 anos foi homenageado pela Tuna/AFFOR, quando fez 74 e lhe foi atribuída marcha com o seu nome.
Marchacomposta pelo capitão Amílcar Morais e editada por Rodolfo Campos. Na altura, foi considerado «sem dúvida, um exemplo a seguir pelas gerações futuras».
Natural de Óis da Ribeira, onde nasceu a 14 de Maio de 1947, iniciou os seus estudos musicais na Banda Alvarense, de Casal de Álvaro - de que veio a ser instrumentista.
Trabalhou na lavoura e na indústria ferrageira e cumpriu serviço militar em Angola, na guerra colonial, servindo com enfermeiro e... músico, de sopro e acordeonista. 
Regressado a Portugal, emigrou para França e casou com Zita Dias de Oliveira, também de Óis da Ribeira. O casal teve os filhos Susana, Luís Miguel (também músico da Tuna / AFOR e da Orquestra Típica de Águeda) e José Manuel de Oliveira Gomes (mais dado ao teatro). 
As netas Mara e Lara Gomes Brites, filhas de Susana, também são músicas da Tuna/AFOR.
«É um saxofonista dedicado e exemplo de amizade, paixão e entrega à música», considerou o presidente Luís Neves, acrescentando que «continua a ser uma referência para toda a família da Filarmónica de Óis da Ribeira».
José Maria Gomes foi, durante muitos anos, o responsável pelas contratações da Tuna / Associação Filarmónica de Óis da Ribeira. - Ver AQUI

A ARCOR na XVI Feira de saberes e Sabores de Águeda

 

A ARCOR na XVI Feira de Saberes e Sabores de Águeda


A ARCOR está a participar na XVI Feira de Saberes e Sabores que decorre no Parque Municipal de Alta Vila, em Águeda, e é evento de forte cariz solidário, envolvento instituições do concelho.
A iniciativa reúne várias instituições que, além de darem a conhecer o seu trabalho social, aproveitam o espaço para angariar fundos essenciais à sua actividade.
A feira tem como objectivo «promover os artesãos locais, partilhar sabores através de uma mostra gastronómica e fortalecer os laços entre associações, parceiros e toda a comunidade», para além de, quando às associações, «darem a conhecer o seu trabalho e angariarem fundos essenciais à sua actividade».





* ANO 1979, há 47 anos: O primeiro emblema da ARCOR !

ARCOR 1979
O segundo emblema

O primeiro emblema oficial da ARCOR - Associação Recreativa e Cultural de Óis da Ribeira foi apresentado a 16 de Maio de 1979.
Há 47 anos!
Apresentado e aprovado pelos associados que, ao tempo, se reuniram na sede da Rua da Ponte - a cave da agora Sede 1 da Tuna de Óis da Ribeira. Onde funciona o bar da comissão de festas de Nossa Senhora de Fátima.
A comissão instaladora da associação era liderada por Celestino Viegas, que esboçou a ideia do emblema, depois executada, em desenho final, por João Carlos Breda, artista amador de Águeda. A CI incluía o secretário António Framegas Fernandes da Silva e o tesoureiro Custódio Alves Ferreira.
O (novo) emblema
O emblema, segundo a explicação da época, procurava simbolizar várias das actividades que os estatutos de então previam: o sol (elemento de luz), o papiro (simbolizando a cultura), o atleta (significando o desporto), a água (elemento determinante na freguesia de Óis da Ribeira, no rio e na pateira e os elos (dando a imagem da união e da força).
O emblema foi oficialmente substituído em 2003, de novo por proposta de Celestino Viegas e modernizada e estilizado, aprovado na assembleia geral de 14 de Dezembro de 2003.
- NOTA: A ARCOR apresenta-se actualmente - e desde data desconhecida, mas já na direcção de Dinis Alves - com um (novo) emblema, que, tanto quanto sabemos, nunca foi publicamente apresentado e muito menos sufragado pelos associados. É o que é a vida associativa!

- ANO 1999, há 27 anos: Sérgio Soares foi campeão nacional de canoagem!

Sérgio Soares


O canoísta Sérgio Soares foi atleta internacional da ARCOR, clube de Óis da Ribeira, e sagrou-se campeão nacional de Maratonas, em C1 e do escalão de seniores, a 16 de Maio de 1999.
Há precisamente 27 anos!
O atleta arcoriano, natural de Óis da Ribeira e depois de outros títulos nacionais e regionais, esteve muitos anos emigrado nos Estados Unidos - tendo recentemente regressado a Portugal.
A prova decorreu nas águas da Ria de Aveiro, com a participação de 32 clubes de todo o país, e a ARCOR foi décima classificada por equipas.
- NOTA: Pedro Carvalho, também atleta da ARCOR (agora na classe de veteranos e campeão nacional), foi, no mesmo dia, quarto classificado em K1 seniores.

- ANO 1964, há 62 anos: Áureo de Almeida foi alfaiate e teatrólogo!

Áureo Almeida



O óisdaribeirense Áureo Alves de Almeida faleceu a 16 de Maio de 1964, há 62 anos, depois de uma vida de intensa actividade na área teatral, como ensaiador.
Nascido a 6 de Setembro de 1911, era filho de Luís Henriques de Almeida e de Rosa Framegas Alves, ambos lavradores de Óis da Ribeira. E neto paterno de Jacinto Bernardo Henriques e de Joaquina Rosa de Almeida, materno de José Framegas Alves e de Teresa Ferreira Estima.
A sua deficiência física, limitou-o em trabalhos físicos mas aproximou-o de uma primeira arte: a alfaiataria. E apaixonou-se pelo teatro. Ensaiou o Grupo Modestos e Independentes que, em 1941, apresentou a peça «Um Homem de Honra» e a opereta «Mariquinhas Leiteira». Em 1950 e à frente do Grupo «União Faz a Força» apresentou  o drama «A República». No ano seguinte, reapareceu com o «Modestos e Independentes» e levou à cena a peça «Titular Assassino».
Outras peças tiveram a sua colaboração, nomeadamente a reescrever os papéis dos personagens.
- NOTA: Sobrinhos-netos de Áureo Almeida são os irmãos Vital e Clara (filhos de Isauro, netos da irmã Delmira) e os filhos e netos dos seus outros irmãos: Alberto, Arménia, Jesuína, Cristialina e Ernesto Alves de Almeida. Teve outra irmã, Alice, falecida da 26 de Abril de 1903.

sexta-feira, maio 15, 2026

O concerto da Tuna / AFOR e Banda Alvarense nas festas de NS de Fátima!


A Tuna/AFOR e a Banda Alvarense no despique da noite de ontem (dia 14/05/2026)

A Tuna / AFOR no concerto de ontem e em Óis da Ribeira


O despique musical da noite de ontem decorreu no espaço do logradouro da Sede 1 da Tuna e exibiram-se a Tuna / Associação Filarmónica de Óis da Ribeira (AFOR) e a Banda Alvarense, de Casal de Álvaro.
Uma noite inesquecível!
Não será demais lembrar que há muitos, mas há mesmo muitos anos que um evento deste nível e natureza - duas bandas filarmónicas em palco - não se realizava em Óis da Ribeira.
Aconteceu ontem, com muito público e em concerto integrado nas festas de Nossa Senhora de Fátima, que hoje vão continuar.
O programa é o seguinte:

- DIA 15, sexta-feira, às 22 horas: Actuação do grupo musical «Fax» (às 22 horas) e do DJ «Vox» (às 01,30 do dia 16).
- DIA 16, sábado: Actuação das bandas «Top Som» (às 22 horas) e do DJ «Tilhas» (às 01,30 horas de domingo).
- DIA 17 de Maio, domingo e último dia das festividades: Arruada da Tuna /Associação Filarmónica de Óis da Ribeira (AFOR), às 14 horas; celebração de missa solene na Igreja de Santo Adrião e procissão - ambas presididas pelo padre Júlio Granjeia e acompanhadas pela Tuna / AFOR e pelo Agrupamento de Escuteiros 853, de Travassô.
O evento continuará à noite, às 22 horas e com as actuações do grupo «Ondas» e do artista popular Augusto Canário.
- NOTA: Homenagem a José Maria de Almeida Gomes (ver amanhã).


Lara Lopes apurada para o nacional escolar de canoagem!

Lara Lopes


A atleta Lara Lopes, da ARCOR mas em representação do Agrupamento de Escolas Águeda Sul (AEAS), apurou-se para o campeonato nacional escolar que, de 28 a 30 de Maio de 2026, se vai realizar em Águeda.
O apuramento foi alcançado da 8 de Maio e no decorrer do Campeonato Regional de Canoagem, realizado no Centro de Alto Rendimento (CAR) de Montemor-o-Velho, com a participação de 6 alunos do AEAS.
A prova integrou as especialidades de velocidade, slalom e fundo, nos escalões de iniciados e juvenis masculinos e femininos. O AEAS teve 6 atletas em competição, todos eles com excelentes participações e comportamento exemplar.
Destacam-se os seguintes resultados, de atletas da ARCOR:
- Lara Lopes, iniciadas: 1º. lugar na prova de fundo e segundo em velocidade, campeã regional.
- Filipe Tavares, iniciados: 2.º lugar em slalom.
- Matilde Coelho de Morais, juvenis: 2º. lugar em fundo e terceiro em velocidade.
- Rodrigo Neves, juvenis: 2º. lugar em salalon e terceiro em velocidade.
Com estes excelentes resultados, Lara Lopes garantiu o apuramento para o Campeonato Nacional de Canoagem, que decorrerá em Águeda, entre os dias 28 e 30 de Maio.

- ANO 2012, há 5 anos: Um novo paradigma para salvar a ARCOR!


«Um novo paradigma para salvar a ARCOR», titulou o jornal «Região de Águeda»,
reportando a cerimónia de tomada de posse dos novos órgãos sociais

Estima Reis no uso da palavra
(foto do RdA)
ARCOR 2021

A direcção da ARCOR presidida pelo dr. José Bernardimo Estima Reis (Zeca) tomou posse a 15 de Maio de 2021 e o jornal «Região de Águeda» (ver imagem) titulava «Um novo paradigma para «salvar a ARCOR».
Há 5 anos!
Infelizmente, o presidente viria a falecer a 29 de Dezembro do mesmo ano.
O novo paradigma era entendido como tendo «novas valências, mais receitas e menos despesas», como assumiu Estima Reis (Zeca). acrescantando que «a ARCOR deve ser a âncora do desenvolvimento da nossa aldeia», disse o novo presidente, acrescentando que «é um sinal distintivo de qualidade, capaz de aglutinar vontades dos locais e trazer gente de fora».
Nesse sentido, comentou que, e citamo-lo do
«RdA», «temos de requalificar a aldeia, que está entre dois rios e envolvida numa beleza natural», com o objectivo da atrair novos residentes» e, assim e por inerência, «ter mais gente aqui e na ARCOR também».
Estima Reis fez mesmo «uma comparação arrojada» e de novo citamos o RdA: «Águeda está rodeada pelo tecido industrial e Óis pode ser para Águeda o que Cascais e Estoril são para Lisboa».
«Temos é de reestruturar e requalificar (...) aproveitando os serviços sociais mas também a canoagem e outros deportos de água (...). Vamos exigir que nos ajudem»
, disse Estima Reis.

ARCOR, 2021: 6000 euros
de prejuízo mensal!!!

Um novo paradigma contra os
6000 euros mensais de prejuízo!

Estima Reis, na sua intervenção da tomada de posse, falou da actualidade arcoriana: 320 000 euros de encargos anuais com o pessoal, 6 000 euros de prejuízos mensais, 30 utentes crianças e 70 seniores, 200 refeições diárias.
Prejuízo mensal de 6000 euros? Uma média de 200 euros por dia? Até parece mentira.
«É preciso urgentemente trazer novas valências, aumentando receitas e diminuindo despesas, mas garantindo qualidade nos serviços prestados», disse Estima Reis, falando também em  aumentar o número de sócios (são 150) e de «os cidadãos participarem mais».
«O desafio é grande, não vem ninguém milagrosamente resolver problemas, o problema tem de ser resolvido por todas as pessoas», disse Estima Reis, desafiando os autarcas presentes a participaram no «processo de requalificação da aldeia».
Estima Reis e mesa da AG: Vital Santos (1º 
secretário), Diamantino Correia (presidente)
e Ricardo Tavares (2º. secretário)

A maior instituição
criada no último século

Os trabalhos da assembleia, após a tomada de posse, foram conduzidos por Diamantino Correia, o novo presidente da assembleia geral.
O PAG cessante, Manuel Soares, disse, na oportunidade,  que «saio após 8 anos, com a convicção de que a instituição fica bem entregue».
Outras afirmações:
- Diamantino Correia, novo presidente da assembleia geral: «Não vai ser fácil, vai ser duro e trabalhoso, mas a equipa é boa e com gente de trabalho».
- Celestino Viegas, um dos fundadores e antigo presidente da ARCOR, referindo-se a Estima Reis: «Não há em Óis da Ribeira quem possa assumir com competência, determinação e garra, o enorme desafio de manter a ARCOR viva, estável e prestigiada».
- Sérgio Neves, presidente da Junta de Freguesia, citando a importância da ARCOR: «Há ideias e projectos, que os associados deem as mãos».
- Edson Santos, vice-presidente da Câmara: «É cada vez mas difícil encontrar pessoas para trabalhar pelos outros. Quem já tem pouco tempo para dar, encontra sempre mais algum para assumir estas responsabilidades, quem mais tempo tem disponível, prefere criticar sentado no sofá».
- Milton Santos, antigo presidente da assembleia geral: «A ARCOR é a instituição mais significativa criada na freguesia no último século». Exortou os mais novos a «manter viva a sua identidade». 
- NOTA 1: «O valor das palavras na posse dos novos órgas sociais da ARCOR». - Ver AQUI
- NOTA 2: ARCOR emposssou novos órgãos sociais. Presidente Zeca Estima Reis». - Ver AQUI 

- ANO 2010, há 16 anos: Grupo de Teatro da ARCOR em Pó do Bombarral!

O elenco de «O Gato» do GTA da ARCOR (em 2010)



O Grupo de Teatro Amador (GTA da ARCOR actuou a 15 de Maio de 2010, há 16 anos, na sede da Junta de Freguesia de Pó, no Bombarral.
O grupo de Óis da Ribeira apresentava-se pela segundo ano consecutivo naquela localidade, agora com a comédia «O Gato», de Henrique Santana, em dois actos.
O elenco era formado por Paulo Gomes (nos personagens Gato Pirilau e Carlos), Catarina Aidos (Tia Carlota), Vitor Fernandes (Professor Novais), Isaltina Pires (Maria do Castro), António Prazeres (António de Castro), Liliana Alves (Teresinha), Julieta Fernandes (Joaninha), José Manuel Gomes (Toni), Gil Branco (Ambrósio), António Reis (Romualdo) e Salomé Fernandes (Laura Barradas).
A encenação foi de Leonildo Costa e Catarina Aidos, Lurdes Fernandes e Carla Costa foram os pontos e Rui Fernandes o responsável pelo som e luzes.
O GTA de há 16 anos, com a mesma comédia, já tinha actuado em Óis da Ribeira (por duas vezes), Eirol, Mamodeiro, Mourisca do Vouga, Carregosa (de Oliveira de Azeméis), S. Martinho (de Aguada de Cima) e Barrô, projectando ainda actuar em Águeda (a 22). Não sabemos se actuou.
- NOTA: Hoje e agora, 16 anos passados, por onde anda, desde 2012, o GTA da ARCOR? Não anda, abandonou os palcos.





- ANO 2004, há 22 anos : Grupo de Teatro da ARCOR em Crastovães!

O elenco de «A Prima Eugénia» (2003/2004): Fátima Reis, Carlos Pereira, Ana Rosa Almeida, António Prazeres, Arlindo Reis (ensaiador), Paulo Rogério, Paulo Gomes, Pedro Soares, Porfírio Pires
(dirigente) e Hernâni Pires (de pé),  Lurdes Fernandes (ponto), Clara Santos, Isaltina
Pires e José Manuel Gomes

O mesmo grupo antes da estreia




O Grupo de Teatro Amador (GTA) da ARCOR actuou em Crastovães no dia 15 de Maio de 2004.
Há precisamente 22 anos.
O GTA era dirigido por Arlindo Reis e representou a peça «A Prima Eugénia», com Clara Santos (Prima Eugénia), Eliana Alves (Maria Guiomar), Maria de Fátima Reis (Clara), Ana Rosa Almeida (Amélia), Paulo Rogério Framegas (Alberto), Paulo Jorge Gomes (Izidoro), Isaltina Pires (Inês), Pedro Soares (Luís), José Manuel Gomes (Carlos), Hernâni Pires (António) e António Prazeres (Tavares). Carlos Pereira e Lurdes Fernandes foram os pontos e a encenação foi do próprio grupo.
O GTA, depois da estreia no dia de Páscoa desse ano e de actuações em Eirol (1 de Maio), Loure (8), Valongo do Vouga (22) e Mamodeiro (6 de Junho), actuou de novo em Óis da Ribeira (12 de Junho). 
Não sabemos se em mais localidades.
- NOTA: O GTA da ARCOR não actua desde 2012. Há 14 anos, o que é uma pena.

- ANO 1986, há 40 anos: Os dragados da pateira sem... indemnizações !

A pateira a desassorear (ano de 1986)

A população de Óis da Ribeira reuniu a 15 de Maio de 1986 para discutir a questão dos dragados da pateira.
Há 40 anos!
Iriam ser depositados onde?
E que indemnizações haveriam para compensar os prejuízos?
A representação da Hidráulica do Mondego não foi muito concreta neste aspecto, nem garantias deixou quanto a, por exemplo, a construção de canais de escoamento das águas no inverno e preparação das terras de cultivo dos campos de Óis da Ribeira - que, por quanto tempo não se sabia, iriam ficar incultiváveis.
Outra questão se colocou: a das indemnizações.
Sabia-se já que a área a desassorear seria a compreendida entre as margens dos restaurantes de Fermentelos e Óis da Ribeira. E que os dragados iriam ser despejados nos campos de Óis da Ribeira.
Como iriam (e iriam) ser compensados os proprietários dos terrenos?
A Hidráulica do Mondego, na reunião de há 40 anos, nada adiantou sobre isso. 
- NOTA: O que depois se soube, soube a pouco: as chamadas indemnizações foram uma bagatelazeca que deveria envergonhar qualquer Estado a sério e respeitoso dos seus contribuintes. Mas não envergonhou!

- ANO 1776, há 220 anos: Os efeito do terramoto de 1 755 em Óis da Ribeira!

A vila e concelho de Óis da Ribeira em 1758 (Arquivo do Distrito de Aveiro)
O primeiro falecimento de ÓdR após o terramoto
de 1755, o do médico Manuel Soares, no dia 29 
de Novembro e então registado pelo padre 
Francisco Almeida


O relatório dos efeito do terramoto de 1755, em Óis da Ribeira, foi elaborado e assinado pelo padre Francisco de Almeida, o então titular da Paróquia de Santo Adrião.
Os tempos de então não eram os de hoje, eram muito mais lentos - muito menos meios de cominicação havia... -, e o relatório só foi oficialmente apresentado a 15 de Maio de 1776.
Há 250 anos.
O sacerdote respondia a um inquérito ordenado pelo Marquês de Pomba e dava conta que se sentiu entre as 9,06 e as 9,10 horas, durante quanto minutos mas, para usar a sua expressão, «sem muita bulha».
Relatou também que, passados 40 dias e por volta da meia noite, se sentiu novo abalo, mas «com maior estrondo», embora sem que se verificasse qualquer alteração nas fontes e rios, nem a este chegou qualquer maré.
O sacerdote referiu também que «tão pouco rebentou fonte alguma» e que o povo fez, durante três dias consecutivos «muitas confissões e muitas penitências». Reportou também que o clero e o povo foram à Capela de Santo António, durante três dias consecutivos, «cantando a ladainha e chorando muitos amargamente», com o pormenor de irem descalços.
- NOTA: Óis da Ribeira, ao tempo, tinha «125 homens e rapazes da comunhão e 146 mulheres». Cabanões, que ao tempo era povoação meeira com Travassô, tinha «39 homens e 83 mulheres».

quinta-feira, maio 14, 2026

O despique de bandas: a Alvarense e a Tuna/ AFOR!

 



A noite de hoje é de festa a dobrar, nas terras de Óis da Ribeira e junto ao rio Águeda: vai acontecer o despique entre a Banda Alvarense, de Casal de Álvaro, e a Tuna / Associação Filarmónica de Óis da Ribeira (AFOR).
A partir das 21,30 horas.
O evento já várias vezes foi noticiado pelo d´Ois Por Três - AQUI, por exemplo e também AQUI - e está integrado na programação das festas de Nossa Senhora de Fátima deste ano de 2026.
E como também já dissemos, não nos lembramos de alguma vez, pelo menos na história mais recente da vila óisdaribeirense, tal ter acontecido: um despique entre bandas de música.
Terá acontecido, certamente, mas muito para trás no tempo e ben fora das memórias contemporâneas. Fizemos a pergunta a vários conterrâneos e nenhum de tal se lembra.
A acontecimento tão invulgar, só uma coisa poderá acontecer: é ir assistir, desfrutar do invulgar evento e aplaudir as bandas!
Será, seguramente, um espectáculo para a história da cultura regional.


A Procissão das Velas de Nossa Senhora de Fátima!

A Procissão das Velas de Nossa Senhora de Fátima a 13 de Maio de 2026

A iluminação da Igreja de Santo Adrião


As festas de Nossa Senhora de Fátima, em Óis da Ribeira, começaram ontem com a celebração da Eucaristia na Igreja de Santo Adrião e a Procissão das Velas, até ao Largo do Cruzeiro do Cabo e volta ao templo.
As cerimónias foram presididas pelo padre Júlio Grangeia e a festividade continua hoje com música ambiente. E o programa continua:
- DIA 14, quinta-feira, hoje e às 21,30 horas: Concerto, em despique, com participação da Banda Alvarense, de Casal de Álvaro, e da Tuna / Associação Filarmónica de Óis da Ribeira (AFOR).
Vale a pena lembrar que há muitos, muitos anos que um evento deste nível e natureza - duas bandas filarmónicas em palco - não se realiza em Óis da Ribeira.
- DIA 15, sexta-feira, às 22 horas: Actuação dos grupos musicais «Fax» (22 horas) e do DJ «Vox» (às 01,30 do dia 16).
- DIA 16, sábado: Actuação das bandas «Top Som» (às 22 horas) e do DJ «Tilhas» (às 01,30 horas de domingo).
- DIA 17 de Maio, domingo e último dia das festividades: Arruada da Tuna /Associação Filarmónica de Óis da Ribeira (AFOR), às 14 horas; celebração de missa solene na Igreja de Santo Adrião e a procissão - ambas presididas pelo padre Júlio Granjeia e acompanhadas pela Tuna / AFOR e pelo Agrupamento de Escuteiros 853, de Travassô.
O evento continuará à noite, às 22 horas e com as actuações do grupo «Ondas» e do artista popular Augusto Canário.

Valery Perekhodov e Valery Shuftakin, da ARCOR, ganharam na Taça de Portugal!

-
Valery e Volodymir ganharam na Taça de Portugal



Os ucranianos Volodymir Perekhodov e Valery Shuftakin, da ARCOR, venceram a prova de K2 Veteranos C da Taça de Portugal de Maratonas.
A prova disputou-se a 13 de Maio de Maio de 2012, na pista da Tapada Grande da Mina de S. Domingos, em Mértola, e a ARCOR foi 21ª. classificada, entre 32 equipas, com 37 pontos. Colectivamente, venceu o CN de Ponte de Lima (243), seguido do Marecos (169 e Crestuma (37).
O GICA. de Águeda, não participou e os resultados dos atletas da ARCOR foram os seguintes:
- K1 seniores: 16º.-André Santos (3 pontos).
- K1 juniores: 10º-Alexandre Pires (9).
- K1 juniores: 8ª.-Andreia Fernandes (11).
- C1 juniores: 5º.-Amílcar Pina (14).
- K1 veteranos C: 1º.-Voldymir Perekhodov e Valery Shuftakin.

- ANO 1972, há 54 anos: Presidência Aberta da Câmara de Águeda em Óis da Ribeira !


O restaurante «Pôr do Sol» em imagem de 1972


Aires Carvalho e Santos
Horácio Marçal


A Câmara Municipal de Águeda realizou uma Presidência Aberta em Óis da Ribeira a 14 de Maio de 1972. Um domingo de há precisamente 52 anos.
O presidente da Câmara era o médico Horácio Alves Marçal e a comitiva, em dia de festa óisdaribeirense de Nossa Senhora de Fátima, foi recebida no Bairro Alto, junto ao cruzeiro e pela Junta de Freguesia liderada por Aires Carvalho e Santos, com o secretário Fernando Reis Duarte de Almeida e o tesoureiro Joaquim Tavares da Silva - já todos falecidos.
A autarquia local foi modesta e humilde a pedir apoios: o alcatroamento das Ruas de Santo António e do Viveiro (agora Adolfo Pires dos Reis) e obras na sede da Junta de Freguesia (a agora, e ainda, Sede 1 da Tuna / Associação Filarmónica de Óis da Ribeira).
Ao tempo, estava em fase final de construção o restaurante «Pôr do Sol», empreendimento de Dinis Tavares dos Reis (já falecido) e que foi visitado pela comitiva camarária, que, logo na altura, prometeu luz pública para o local.
Sonhos do tempo eram a abertura de uma estrada marginal da pateira, até à Piedade e uma rua que ligaria a do Cabo (agora Manuel Tavares) aos Lâmaros - obras que, como se sabe, nunca se concretizaram. E já lá vão 52 anos, passando por uma comissão administrativa e 13 Juntas de Freguesia - 4 das quais já no âmbito da UFTOR.