sábado, junho 06, 2026

Lara Lopes é campeã e vice-campeã nacional de canoagem escolar!

Lara Lopes
Prémio Revelação
do Ano 2025


A arcoriana Lara Lopes sagrou-se campeã nacional de fundo de desporto escolar, do escalão de iniciados, nas provas disputadas em Águeda entre 28 e 30 de Maio de 2026. E vice-campeã nacional de velocidade.
Os Campeonatos Nacionais do Desporto Escolar decorreram nos concelhos de Estarreja, Albergaria-a-Velha e Águeda, envolvendo várias modalidades. Em Águeda, no lençol do rio frente à baixa da cidade, teve lugar a canoagem, com organização do Centro de Formação Desportiva do Agrupamento de Escolas de Águeda Sul, com o apoio da Câmara Municipal de Águeda, da ARCOR, do Hotel WOT Pateira, da Federação 
Portuguesa de Canoagem e dos alunos dos Cursos Profissionais de Desporto.
Samantha
Teixeira
Lara Duarte Lopes é atleta do escalão de cadetes da ARCOR e nasceu a 5 de Maio de 2001 (15 anos). Tem currículo desportivo com 27 medalhas federativas: 12 de ouro, 10 de prata e 5 de bronze.
A 14.ª Gala do Desporto do Jornal da Bairrada, de Oliveira do Bairro, distinguiu-a, a 11 de Novembro de 2025, com o Prémio Atleta Revelação do Ano - premiando e reconhecendo o excelente trabalho que desenvolveu ao longo da época, assim como evidenciando a sua dedicação, evolução e espírito desportivo. Convocada pela Federação Portuguesa de Canoagem, participou no Encontro Nacional de Infantis, que se realizou de 3 e 5 de outubro de 2025, no Centro de Alto Rendimento (CAR) de Montemor-o-Velho.
A também atleta Samantha Ayala Teixeira, da ARCOR Canoagem, integrou a competição escolar como juíza-árbitra. É cadete do clube de Óis da Ribeira e tem 15 anos (nasceu a 1 de Dezembro de 2010).

- ANO 2017, há 9 anos: A morte de Milton Reis em acidente de viação!

 

Milton Reis
O acidente no
«Jornal de Notícias»

O óisdaribeirense Milton Jorge Conceição dos Reis faleceu na madrugada de 25 de Junho de 2017, um domingo e na sequência de um acidente de viação.
Há 9 anos!
A tragédia aconteceu na estrada municipal entre Barrô e Paradela - na Rua Direita - quando seguia sozinho e o carro se despistou e embateu em duas árvores.
Funcionário da Câmara Municipal de Águeda, ainda foi assistido e estabilizado pelos bombeiros e por uma equipa de Suporte Imediato de Vida (SIV) mas morreu na ambulância do INEM, a caminho do hospital. 
Tinha sido distinguido com a Medalha Municipal de Distinção na reunião camarária anterior - tendo em conta, entre outras razões, o seu «contributo para a afirmação de Águeda, como um Município de Excelência».
A distinção foi atribuída a 52 funcionários da CMA, que «no cumprimento das suas funções, se tenham revelado e distinguido exemplarmente pelo zelo, rigor, competência e espírito de serviço e de iniciativa».
Milton Jorge nasceu a 30 de Agosto de 1977 e era filho de Maria de Fátima dos Reis Santos Alves e de José Manuel da Conceição Alves, irmão mais velho de Johhny Daniel e Bibiana Reis. Era casado, sem filhos, com Cátia Susana Gomes Pereira - também funcionária camarária, do Gabinete de Apoio ao Presidente (GAP). RIP!!!

- ANO 2004, há 22 anos: Carina e Julieta foram campeãs regionais de canoagem!



Julieta Fernandes e
Carina Pereira (2004)

As canoístas Julieta Fernandes e Carina Pereira, ambas atletas da ARCOR, sagraram-se campeãs distritais de velocidade a 6 de Junho de 2004.
Há precisamente 22 anos.
A prova era de K2 infantis, na distância de 100 metros, e decorreu em Coimbra, no rio Mondego, tendo as duas atletas, a nível individual e na mesma distância, sido, no mesmo dia e respectivamente, segunda e terceira classificadas.
A 5 de Maio anterior, vale a pena recordar, as duas atletas arcorianas tinham sido campeãs distritais de K2 Promessas, na prova comemorativa dos 25 anos da ARCOR e disputada nas águas da pateira de Óis da Ribeira, com organização da própria ARCOR, no âmbito do campeonato regional de cadetes e infantis da Associação de Canoagem de Aveiro. O que será feito delas?

ANO 1936, há 90 anos: Teatro de «Os Modestos Independentes» em Valongo do Vouga!


Notícia de 1936

Óscar P. Matos


O grupo teatral «Os Modestos Independentes», de Óis da Ribeira, actuou em Valongo do Vouga a 6 de Junho de 1936 e  representou «um bom drama» e uma «excelente opereta», para além de «um mimo musical religioso, a três vozes».
Há 90 anos!
O drama denominava-se «O espectro do passado», considerado «muito moralizador e educativo, com lances arrebatadores» e acontecimento que, e isto reportamos do extinto blogue «Óis da Ribeira» (ver AQUI), «nada tinha a ver com aquilo que vulgarmente se observa nas revistas que se exibem nas cidades, onde o nudismo e a fina ironia de palavras maliciosas andam em moda».
Óscar Pereira de Matos (na foto), que tinha sido regente da Tuna Valonguense, interpretou «uma canção patriótica» e, dentro do programa, «três simpáticas meninas foram aplaudidas com delírio nas suas canções».
- NOTA: Óscar Pereira de Matos nasceu a 11/11/1909 e era filho de Jacinto Pereira de Matos, ferreiro, e de Ana Rosa dos Santos, governanta de casa. Músico e regente da Tuna de Óis da Ribeira, faleceu a 08/03/1984
, aos 74 anos. Pai de Hostilino, Carlos, Armando, Glorentina e Idília (já falecidos), Lucília e Madail de Almeida Matos.

- ANO 1935, há 91 anos: O início da construção do paredão de Óis da Ribeira!


A notícia do paredão
O paredão (2024)


O d´Óis Por Três já por várias vezes falou do início das obras de construção do paredão do rio Águeda e, já há algum tempo, mão amiga mandou-nos o link do extinto blogue «Óis da Ribeira», com mais dados sobre as obras.
Assim, e citando-o, recordamos que se tratava, ao ano de 1935, de «uma das mais importantes obras públicas do século XX, se exceptuarmos a ponte» e particularizava dados sobre os autarcas óisdaribeirenses desse tempo.
Os seguintes:
José M. Estima
- ESTIMA. José Maria Estima, presidente da Junta e Freguesia e pai de Erminda, Olívia, Maria, Dinis, António e José. Avô do dr. José Bernardino (que foi presidente da ARCOR e faleceu a 30 de Dezembro de 2021) e irmã Erminda, as irmãs Maria Eugénia, Maria do Carmo e José Augusto (este, emigrado no Brasil), entre outros.
- VIEGAS. Joaquim Maria Viegas, vogal da Junta de Freguesia e sem filhos. Tio-avô das irmãs Benilde e Amália, dos irmãos Celestino e Fernando (já falecidos), Maria Cesaltina, José Augusto, Angelina e Aldírio (moradores em Travassô), Leontina (Aveiro) e Armando (Luxemburgo) e Ana Maria (em Viana do Castelo), Maria Dulce e Celestino Viegas, entre outros.
- REIS. José Simões dos Reis (Taipeiro). Vogal e pai de Odete, Magna, José e Neca (já falecidos), Sara e Fausto. Avô de José Melo Ferreira (engº.), Luísa e Fausto (filhos de José), Maria da Luz, Manuela e Fausto Albano (filhos de Fausto), Armando (filho de Sara e já falecido) e Maria Ascenção (filha de Magna), entre outros.
- REIS. Manuel Maria dos Reis. Seria o antigo regedor, tio de Élio, Cármina e Walter (já falecidos) e Graciete, entre outros.

- ANO 2003, há 23 anos: Futsal da ARCOR/Óis da Ribeira perdeu com Aguada de Cima!


A equipa ARCOR/ÓdR de 2003


A equipa de futsal da ARCOR/Junta de Freguesia de Óis da Ribeira jogou e perdeu (1-3) com a de Aguada de Cima, em jogo da sexta edição do Torneio Inter-Freguesias de Águeda.
Há exactamente anos!
A partida de 7 de Junho de 2002 decorreu no pavilhão desportivo de Aguada de Cima e a formação óisdaribeirense apresentou-se com Carlos Samuel; Sérgio Soares, André Ferreira, Milton Rino e Luís Carlos; Luís Ferreira, Ricardo Ferreira, Miguel Souto e Óscar Almeida (gr).
Os aguadenses estiveram a vencer por 3-0 e Milton Rino reduziu (1-3). O jogo era da segunda jornada da prova desse ano, depois da urpreendente e saborosa vitória (2-0) sobre a formação de Recardães.

- ANO 1895, há 131 anos: José Maria Santos na 1ª. Grande Guerra Mundial!


O registo militar de José Maria
na 1ª. Grande Guerra Mundial
Registo do passaporte


O óisdaribeirense José Maria Soares dos Santos foi combatente da 1ª. Grande Guerra Mundial e nasceu às 4 horas da manhã de 6 de Junho de 1895.
Há 131 anos.
Era filho de Bernardino Soares dos Santos e de Maria Rosa Ferreira Estima, ambos lavradores, e neto paterno de António Lopes dos Santos e de Rosa Emília Soares e materno de José Francisco da Silva e de Josefa Ferreira Estima. Todos de Óis da Ribeira.
Mobilizado pelo Regimento de Artilharia nº. 2, como soldado condutor (nº. 318), partiu para França a 20 de Janeiro de 1917, integrado na 2ª. Bateria do 1º. GBA. Foi promovido a 1º. cabo (ao tempo, denominado miliciano) a 7 de Outubro de 1917.
Era irmão de Manuel Soares dos Santos (Lopes) e, por via disso, tio-avô dos irmãos Milton, Margarida e Manuel Soares dos Reis e Santos (filhos de David Soares dos Santos). E também irmão, entre outros, de Aires Soares dos Santos, por esta via também tio-avô de João Alfredo, já falecido, e de Maria Ascensão Ferreira Tavares (ambos filhos de João Tavares dos Santos, já falecido e conhecido por João da Magna).
- NOTA: José Maria Soares dos Santos emigrou para o Brasil em finais de 2017, princípios de 2018, como se vê no registo de passaporte, e dele mais nada sabemos.

- ANO 1890, há 136 anos: 4 emigrantes de Óis da Ribeira no Brasil!



Mausoléu de Manuel Filipe
Soares no Cemitério Velho
A casa construída por
Manuel F. Soares


O Governo Civil de Aveiro emitiu, a 6 de Junho de 1890, passaportes para 4 cidadãos de Óis da Ribeira que pretendiam e emigraram para o Brasil, à descoberta da «árvore das patacas».
Há 136 anos!
Uns mais afortunados que outros e foram os seguintes:

1 - MANUEL FILIPE 
SOARES
Casado e carpinteiro, de 29 anos, era filho de Manuel Pereira da Conceição e de Teresa Maria Soares de Freitas, todos de Óis da Ribeira. 
Media 1,66 metros e tinha marcas de bexigas no rosto, comprido, cabelos e sobrolhos pretos e olhos castanhos.
Emigrou para o Rio de Janeiro, no Brasil, e de tal forma lá fez fortuna que, em 1905 e regressado a Óis da Ribeira, construiu a casa apalaçada (foto) da Rua Benjamim Soares de Freitas, que há muitos anos foi foi comprada pela família José Resende/Ana Tavares e agora é do neto João Paulo Resende Gomes.
Era casado, desde 1 de Março de 1889, com Guilhermina Estima de Carvalho, de 23 anos, governanta de casa, natural de Espinhel e filha de Germano de Sousa, de Eixo, e de Josefa Maria Estima, de Oronhe (Espinhel).
Manuel M. Maurício e esposa

2 - MANUEL MARQUES
MAURÍCIO

Era filho de Delfina Marques, que era de Travassô. Tinha 35 anos e era carpinteiro.
Casou com Maria Glória Martins Marques, que nasceu no Rio de Janeiro - o que terá motivado a sua emigração. 
Quando regressou, construiu uma casa apalaçada em Cabanões, depois vendida e demolida, e onde agora é a casa do industrial Manuel Rodrigues. 
Homem de posses, construiu capela de família no cemitério de Óis da Ribeira (ver foto).
Familiares contemporâneos foram, entre outros, as netas Auta Pires Marques, filha de Alberto Marques, que morou em Cabanões e casou com João Lopes Martins (ambos já falecidos) e, entre outros, Zulmira (já falecida e mãe de Óscar e Necon Miranda), que casou em Barrô e também, já faleceu. E o engº. Armando Roque, morador em Águeda, entre outros.
Passaportes de António Pires dos
Santos, Manuel  Marques Maurício 
e  Manuel Tavares Pinheiro

3 - ANTÓNIO PIRES
DOS SANTOS

Solteiro e estudante, de 17 anos, era filho de Augusto Pires Soares da Maia e de Maria Luísa Marques dos Santos, todos de Óis da Ribeira.
Estudante, de rosto comprido e cabelo e sobrolhos pretos, tinha nariz regular, olhos castanhos e defeitos nas unhas de ambas as mãos. 
A 6 de Agosto do mesmo ano, o Governo Civil de Aveiro emitiu novo passaporte em seu nome, por razões que não apurámos. Apenas que emigrou para a cidade de Porto Alegre, capital do Estado de Rio Grande do Sul, no Brasil, e dele nada mais sabemos.

4 - MANUEL TAVARES
PINHEIRO

Alfaiate e de 23 anos, era filho de José Ferreira Baeta e de Ana Maria Pinheiro dos Santos, todos de Óis da Ribeira.
Casou aos 19 anos com Maria Teresa Soares, de 23, tecedeira e filha de Manuel Pereira da Conceição, de Cabanões, e de Teresa Soares de Freitas. Media 1,68 e tinha olhos, sobrolhos e cabelo castanhos, nariz regular e um pequeno sinal escuro no lado direito do queixo, para além de varizes na perna direita
Emigrou para o Rio de Janeiro, no Brasil, e era irmão de José Tavares Pinheiro, que foi casado com Eulália Soares e avô paterno de Isaura (moradora na França), José (já falecido), Maria Esmeralda, João Manuel (em Travassô) e Zulmiro Pinheiro. Outros descendentes familiares e contemporâneos, foram os sobrinhos-bisnetos e irmãos Maria Dulce, Carmen, José Valentim e Arménio (já falecidos, este em Viana do Castelo) e, também já falecidos, os irmãos Eugénio e Elísio (em Viana do Castelo) e Alexandre Pinheiro de Almeida (deÓdR).
- NOTA: O d´Óis Por Três sugere (e pede) que, quem tal souber., nos envie elementos complemeatres sobre estes cidadãos de Óis da Ribeira.

sexta-feira, junho 05, 2026

Os esgotos para as águas da pateira...

O esgoto está ali...,  aos olhos de toda a gente...

Esgotar para a pateira...

A 29 de Maio de 2026, d´Óis Por Três deu conta de uma pergunta enviada por um leitor: «Para onde são descarregados os resíduos sólidos e líquidos dos sanitários da pateira?».
A pergunta teria água no bico, logo de partida e como então dissemos, e, de nossa parte, não tinhamos resposta, como AQUI se pode ir rever.
O mesmo leitor insistiu na questão da poluição das águas da pateira e mandou-nos mais fotografias, perguntando se sabíamos onde ficava esta descarga e quem era o agente poluidor.
A imagem deixa a probabilidade de o local ser identificado e está à vista de toda a gente. Toda a gente que lá vá ver...
Não é necessário ir à universidade...
Fomos ver o manifesto eleitoral do actual executivo da Junta de Freguesia que, no que ao ambiente diz respeito, em muita coisa fala menos nas descargas de resíduos nas águas da lagoa.
E, falando do parque da pateira, também é omisso.
Portanto, nada temos a acrescentar sobre o assunto. A não ser lamentar estas omissões no compromisso público assumido pelos então candidatos e agora autarcas eleitos.
Mas, quanto a isso, também já estamos habituados...

- ANO 2011, há 15 anos: Carros japoneses em Óis da Ribeira!



Concentração de carros japoneses
 
O dia 5 de Junho de 2011 foi tempo da realização de uma concentração de carros japoneses antigos em Óis da Ribeira!
Um domingo de há 15 anos!
O d´Óis Por Três, na altura e em tom exclamativo, dava conta das «coisas que acontecem por Óis..., vejam lá!». 
Coisas que, acrescentava o blogue, «nem nos passam pela cabeça mas que, ao fim e ao cabo, revitalizam e prestigiam a freguesia».
- NOTA: A japonesa concentração automóvel decorreu na margem da pateira óisdaribeirense, na praça em frente ao restaurante «Pôr do Sol» e zona do parque sul, organizada pela associação Amigos dos Japoneses Antigos (AJA), de Vila Nova de Gaia. 
Bons tempos!

- ANO 2001, há 25 anos: A SIMRIA apoiou a canoagem da ARCOR!

 

Noticia do protocolo de há 25
anos no «Jornal da ARCOR»
ARCOR 2001


A ARCOR assinou a 5 de Junho de 2001 um protocolo de cooperação com a SIMRIA, através do qual recebeu 500 contos de apoio financeiro para a Secção de Canoagem.
Há exactamente 25 anos!
A verba era para esse ano e, em valores actuais, o equivalente a 4 500  euros, segundo o conversor da PORDATA,
O objectivo era, segundo o «Jornal da ARCOR» de 30 desse mês e ano, «apoiar a prática de desportos náuticos não poluentes».  

Ao mesmo tempo, a ARCOR, cuja direção era presidida por Celestino Viegas - representado na cerimónia de assinatura do procotolo com a SIMRIA pelo vice-presidente Manuel Soares, como se vê na foto ao lado - concluía as obras do hangar, com custos na ordem dos 1500 contos - agora seriam cerca de 12 500 euros.
A SIMRIA era o Sistema Multimunicipal de Saneamento da Ria de Aveiro, na altura envolvendo os municípios de Águeda, Albergaria -a- Velha, Aveiro, Estarreja, Espinho, Ílhavo, Mira, Murtosa, Oliveira do Bairro, Ovar, Santa Maria da Feira e Vagos e a Unidade Industrial Portucel, de Cacia. De algum modo, podemos dizer que é a actual AdRA - Águas da Região de Aveiro.
- NOTA: O tempo de há 25 anos era um tempo em que a direcção da ARCOR, para além de envolvida nos elevadíssimos custos de construção do Cntro Social, trabalhava e conseguia apoios de muitas e variadas instituições para as suas vlência. No caso, para a canoagem.

- ANO 1756, há 270 anos: A posse da vila de Óis da Ribeira!


O livro de Laudelino de Miranda Melo

Rei D. José I


O auto de posse da vila de Óis da Ribeira e da sua jurisdição e regalias foi assinado a 5 de Junho de 1756, por João Pedro de Sousa Cerqueira
Há precisamente 270 anos!
O subscritor era «desembargador de Sua Magestade», o Rei D. José I, o Magnânimo, e o
documento foi redigido pelo secretário Simão António Ribeiro Guia da Conceição e também assinado pelo juiz Manuel Francisco Claro (de Óis da Ribeira), pelo vereador 
Laudelino M. Melo
Manuel João e também por Luís Simão Saldanha, pelo meirinho João Diogo de Faria Rego e pelo oficial de justiça José de Miranda.
Os dados são recolhidos do livro «Travassô e Alquerubim e outras localidades da Região do Vouga», de Laudelino de Miranda Melo (ver imagem) e a posse foi dada em nome da «Sereníssima Senhora D. Maria, Princesa do Brasil e Duquesa da Sereníssima Casa de Bragança».
Tempos de há 270 anos e que são história e memória de Óisa da Ribeira.
- NOTA: Laudelino de Miranda Melo era natural de Travassô, onde nasceu a 8 de Novembro de 1882, filho de Domingos da Silva Mello, de 40 anos e de Travassô, e de Maria Miranda de Lima, de 21.  Um de 12 irmãos. Foi emigrante no Brasil (no Rio de Janeiro) e comerciante en Aveiro onde, solteiro, faleceu em 12 de Julho de 1978 - Na Vera Cruz e aos 85 anos. Publicou vários livros sobre a região. Um deles, este «Travassô e Alquerubim e outras localidades da Região do Vouga», editado em 1942, pela Gráfica Aveirense. O seu nome está históricamente gravado no principal arruamento de Almear, lugar da freguesia de Travassô.

quinta-feira, junho 04, 2026

A ARCOR Canoagem no Campeonato Nacional de Esperanças 2026!

O cartaz oficial do Campeonato
Nacional de Esperanças 2026



A ARCOR Canoagem vai participar no Campeonato Nacional de Esperanças que, no dia 7 de Junho de 2026 (o próximo domingo), se vai disputar no Centro Náutico de Gemeses, en Esposende.
A organização é da Federação Portuguesa de Canoagem, do Grupo Cultural, Desportivo e Recreativo de Gemeses e do Conselho de Arbitragem.
O clube de Óis da Ribeira apresentar-se-á (se&o) com os seguintes atletas:
- K1 Mínimos: Rodrigo Lemos Pinho.
- K1 Menores: Martim Carvalho e José Morais Gomes.
- K2 Menores Mistos: Carlota Morais / Beatriz Valente Tavares.
- K1 Iniciados B: Diego Ribeiro e Vasco Carvalho.
- K1 Iniciados A: Diego Ribeiro e Vasco Carvalho.
- K1 Infantis A: Guilherme Cunha e Afonso Morgado Duarte.
- K1 Infantis A Femininos: Joana Ferreira Monteiro.
- K1 Infantis B: Santiago Ribeiro de Sousa, Marcelo Santos e Duarte Martins de Carvalho.
- K1 Infantis B Femininos: Constança Bizarro.
- K1 Cadetes Femininos: Samantha Teixeira.
- C1 Cadetes: Rodrigo Henrique Neves.
- K2 Cadetes Femininos: Matilde Coelho Morais / Lara Duarte Lopes.
- SUPC Cadetes: Filipe Valente Tavares.
- K1 Cadetes: Francisco Sousa Cardoso.
O óisdaribeirense Victor Melo integra a equipa de arbitragem da prova.

- ANO 2004, há 22 anos: Motos antigas na pateira!

Motos antigas na  margem da pateira (em 2004)


A Secção Cultural da Liga de Amigos de Aguada de Cima (a LAAC), organizou, a 5 de Junho de 2004, um passeio de motos antigas e teve a margem da pateira de Óis da Ribeira como cenário principal.
Foi isto há 22 anos!
O evento teve colaboração da Tuna Musical de Óis da Ribeira - a actual Associação Filarmónica -, que executou algumas peças do seu vasto e relevante reportório (dirigida pelo maestro Carlos Matos, o Bigodes) e foram cerca de duas centenas os veículos de duas e três rodas, alguns deles verdadeiras raridades, que chegaram à pateira.
O programa local, para além dos acordes musicais da Tuna, incluiu um «pequeno almoço» avantajado, que deliciou os homens e mulheres da caravana da LAAC - num alargado e animado grupo de amigos! Muitas e muitas dezenas de pessoas!
Eram, foram..., tempos muitos sociais da vila de Óis da Ribeira!

- ANO 1995, há 31 anos: Carrinha da ARCOR com apoio do Estado!

 


António José Tavares

 

A ARCOR de há 31 anos adquiriu uma carrinha para transporte das crianças das suas valências sociais e dos atletas da secção de canoagem.
Julgamos saber que foi a primeira viatura (nova) adquirida pela associação óisdaribeirense e a compra foi comparticipada pelo Ministério do Emprego e da Segurança Social, ao tempo tutelado por José Falcão e Cunha, do PSD, com 3000 contos - qualquer coisa como, a valores de hoje e segundo o conversor da Pordata, a 28 100 euros. de acordo com a Pordata.
A direção da ARCOR era presidida por António José dos Reis Tavares, eleito a 18 de Dezembro de 1994, com o vice-presidente António Soares de Almeida e Santos, o secretário Salvador Soares de Almeida, o tesoureiro Paulo Rogério dos Santos Framegas e o vogal Hélder Ernesto Tavares Pires. 
- NOTA: António José Tavares já tinha sido vogal a direcção de José Maria Gomes (em 1987), secretário da de Sesnando Reis (em 1993), presidente em 1995, presidente do conselho fiscal em 1997, suplente da direcção em 2003 e vogal em 2005, na direcção de Agostinho Tavarers e da qual se demitiu. Era o tesoureiro da actual direcção, presidida por Dinis Alves, da qual também se demitiu.

- ANO 1960, há 66 anos: A morte, por afogamento, de Silvério dos Reis Framegas!


Silvério dos Reis
Framegas (8 anos!)
Élio R. Framegas


A comunidade óisdaribeirense foi tragicamente abalada, a 4 de Junho de 1960, de Silvério dos Reis Framegas, com apenas 8 anos de idade e afogado no rio Águeda.
Há 66 anos!
Nascido em 1952, era filho de Élio dos Reis Framegas e de Maria Celeste dos Reis, ambos já falecidos e então moradores na Rua Manuel Tavares, ao tempo Rua do Cabo, junto ao Cruzeiro e Café O Nelson.
Naquele trágico final da manhã de sábado, princípio da tarde, foi tomar banho ao rio Águeda, imediatamente a juzante da ponte de Óis da Ribeira e em frente ao chamado Jardim, campo paralelo à Rua Adolfo Pires dos Reis, ao tempo chamada Rua do Viveiro.
Teria comido cerejas, que a mãe nesse dia tinha trazido da praça de Águeda, e terá sido vítima de uma congestão.
O funeral realizou-se no dia seguinte, exactamente uma semana depois de ter celebrado a sua primeira comunhão, a 29 de Maio de 1960 e na Igreja de Santo Adrião de Óis da Ribeira.

- NOTA: Silvério era irmão de Zélia (que mora em Carcavelos, na freguesia de Eirol, em Aveiro) e Maria Clarinda dos Reis Framegas, da Rua da Pateira, em Óis da Ribeira.

quarta-feira, junho 03, 2026

Vale a pena lembrar: A construção do Centro Social da ARCOR!

A ARCOR e Óis da Rbeira na Revigrés (em 2000)

A ARCOR em 2003

Um leitor do d´Óis Por Três, devidamente identificado, questionou-nos sobre as memórias que por aqui vamos fazendo sobre factos, personalidades e eventos que, de uma maneira ou outra, terão significado para a nossa vida colectiva.
«Então não lembraram que a direcção da ARCOR esteve na Revigrés e que o comendador Adolfo Roque ofereceu materiais para o centro social? Foi de propósito?», perguntou este cidadão óisdaribeirense.
O d´Óis Por Tres não tem a pretensão de recordar tudo e mais alguma coisa de Óis da Ribeira, até porque mais alguma coisa e tudo não sabe. Soubesse e diria.
Assim «provocados», fizemos as nossas diligências e achámos em «A minha história da ARCOR», do ex-presidente Celestino Viegas, a referida informação: a 17 de Maio de 2020, o comendador Adolfo Roque, administrador da Revigrés, recebeu uma delegação óisdaribeirense e, então, «anunciou oferecer materiais de revestimento e pavimento para o centro social e balneários do polidesportivo».
A delegação é a que se vê na foto, da esquerda para a direita: António Jorge Tavares (vice-presidente da ARCOR), Manuel Joaquim Carvalho (trabalhador da Revigrés), Fernando Pires (presidente da Junta de Freguesia), comendador Adolfo Roque e Hercílio de Almeida, Fernando Reis e Afonso Carvalho - respectivamente secretário, presidente e tesoureiro da ARCOR.
- NOTA: O comendador Almeida Roque faleceu a 22/09/2008, aos 73 anos, e era sócio honorário da ARCOR, por deliberação unânime da assembleia geral de 14 de Dezembro de 2003; Fernando Reis faleceu a 06/11/2019, aos 85 anos; Hercílio de Almeida a 09/11/2009, os 78 anos, todos de doença. RIP! RIP!! RIP!!!

- Ano 2025, há um ano: A medalha de prata europeia do canoísta João Alberto Ferreira!


João A. Ferreira e Victor Silva no pódio, à
esquerda, com Ramon Cerra e Jose Roman
 (de ouro) e Xose Outeiro e Francisco
Vasquez (de bronze) 
João Alberto Ferreira e
Victor Silva (K2) foram
medalhas de prata


O internacional João Alberto Ferreira recebeu a medalha de prata da prova de K2 do Campeonato da Europa Masters de Maratona de canoagem que há um ano decorreu em Ponte de Lima.
O prova disputou-se ao final da manhã do dia 3 de Junho de 2025 e o canoísta da ARCOR fez equipa com Victor Silva, do CRP de Arnelas (de Vila Nova de Gaia),.
Disputaram o escalão de 55/64 anos, completando a prova com o tempo de 01h.27m.12s.67cs., apenas mais 06s.67cs. que os vencedores - a equipa espanhola formada por Ramon Cerra e Jose Roman. 
O terceiro lugar foi para outra equipa espanhola, formada por Xose Outeiro e Francisco Vasquez. O 4º. lugar foi também espanhol: Carlos Ortega e Jose Vascaino.
- NOTA: João Alberto de Jesus Ferreira já na véspera e como AQUI em tempo noticiámos tinha disputado a prova individual (de 19 quilómetros e em K1), ficando em 4º. lugar.

- Ano 1935, há 91 anos: A construção do paredão do campo de Óis da Ribeira!

A notícia de há 91 anos
O paredão (limites)


O ano de 1935, há 91 anos, foi tempo de em Óis da Ribeira começar uma das mais importantes obras públicas do século XX, se exceptuarmos a ponte: a construção do paredão do rio.
O caso teve forma de notícia em jornal, no tempo, com data de 4 de Junho de 1935: começaram as obras do futuro paredão do rio Águeda, para proteger o campo de Óis da Ribeira.
O paredão, de todo o modo, ainda hoje é o único ao longo de todo o rio Águeda. O que, pela importância que tem - e ao tempo muita mais teria!!! - significa a influência da geração óisdaribeirense desse tempo.
A Junta de Freguesia era presidida por João de Oliveira Matos (com os vogais Manuel Simões dos Reis e Sebastião Pires dos Reis), empossada a 14 de Abril desse ano (1935). Não custa, portanto, adivinhar que a magistratura de influência foi exercida principalmente nos mandatos anteriores - os dois mais próximos (ambos) presididos por José Maria Estima, com os vogais Joaquim Maria Viegas e José Simões dos Reis (o de 28 de Novembro de 1928 a 11 de Março de 1934) e Joaquim Maria Viegas e Manuel Maria dos Reis (de 11 de Março de 1934 a 14 de Abril de 1935).
A notícia avançava que o paredão iria dos Portalvares ao Remoínho, mas ficou-se pelo juzante da ponte e, quanto aos Portalvares, foi já obra dos anos 50/60 - 20 e tal anos depois e até ao limite com Requeixo
- ESTIMA. José Maria Estima, pai de Erminda, Olívia, Maria, Dinis, António e José. Avô de José Bernardino (dr. Zeca, já falecido), Mindita, Maria Eugénia, José Augusto e Maria do Carmo Reis, entre outros.
- VIEGAS. Joaquim Maria Viegas, sem filhos, tio-avô de Ana Maria, Maria Dulce e Celestino Viegas, entre outros.
- REIS. José Simões dos Reis (Taipeiro), pai de José, Neca, Sara e Magna, já falecidos, Odete e Fausto. Avô de José Melo Ferreira (engº.), Luísa e Fausto (filhos de José), Maria Ascenção (de Magna), Maria da Luz, Manuela e Fausto Albano (de Fausto), entre outros.
- REIS. Manuel Maria dos Reis, antigo regedor, tio de Élio, Walter Reis, Carmen e Graciete, entre outros.

- ANO 2001, há 25 anos: Adesão da ARCOR ao Centro de Formação de Professores!

 

Notícia de formação
no «Jornal da ARCOR»
ARCOR 2001


A ARCOR aderiu ao Centro de Formação de Professores de Águeda (CFPA) a 3 de Junho de 2001.
Há precisamente 25 anos!
O protocolo então estabelecido permitiu que os quadros directivos e as funcionárias da associação óisdaribeirense pudessem frequentar (e frequentaram) os diversos cursos de formação profissional organizados pelo Centro de Formação, todos validados pelo respectivo conselho pedagógico - que antecipadamente aprovara a adesão.
O primeiro foi logo a 18 de Junho seguinte, quando Maria Judite Tavares, a ainda hoje funcionária da ARCOR, frequentou a acção «O computador e o(a) auxiliar de acção educativa». Logo depois e a 25 de Junho, o tesoureiro Arlindo Reis Duarte de Almeida frequentou um curso de formação sobre o euro. E muitos outros se seguiram, nos anos seguintes
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- NOTA: A direcção da ARCOR era presidida por Celestino Viegas, com o vice-presidente Manuel Soares dos Reis e Santos, a secretária Maria Madalena Saraiva de Carvalho Neves, o tesoureiro Arlindo Reis Duarte de Almeida e o vogal Milton Juan Matos  Gomez.