terça-feira, fevereiro 17, 2026

Polidesportivo da ARCOR esquecido e a degradar-se !

 

As redes do polidesportivo da ARCOR e, atrás e desde 2003, os novos balneários

... as janelas e iluminação
A frente os balneários e...


O polidesportivo da ARCOR continua esquecido, ignorado e cada vez mais degradado. O que é uma imensa pena.
Um abandono que é criticável e uma evidente desvalorização do património arcoriano. Um notório desprezo pela memória  associativa.
Não há outra forma de o dizer. Ou haverá, mas não serão formas simpáticas. As de definir o desmazelo de tantos anos e (ver à frente) de tantas direcções - que deixaram, por ausência formal de iniciativas, deteriorar o equipamento, deixando que s promovesse o seu gradual estrago, a caminho previsível da destruição.
Na verdade, é património associativo que se perde, tendo custado imenso trabalho e esforços a várias direções da instituição óisdaribeirense - desde que começou a sua construção, em Janeiro de 1992 e na direcção de José Melo Ferreira. Outras continuaram a obra.

Os primeiros balneários foram construidos
na direcção de Fernando Reis (em 2000)
Polidesportivo a
degradar-se !

Os novos balneários foram contruídos na
direção de Celestino Viegas (em 2003)

Os trabalhos de construção do polidesportivo da ARCOR, agora e desde há vários anos tristemente abandonado e vandalizado, começaram exactamente a 11 de Janeiro de 1992. Quando se iniciou a terraplanagem, executada por militares e equipamentos do Regimento de Engenharia de Espinho.
Seguiram-se as direções de Sesnando Alves dos  Reis (de 1993/1994), de António José Tavares (de 1995/1996), de Fernando Reis (de 1997/1998 e 1999/2000) e Celestino Viegas (de 2001 a princípios de 2005) - neste caso com os trabalhos de reformulação dos balneários e requalificação da 
área envolvente.
As últimas obras feitas neste equipamento desportivo da ARCOR.
Várias direcções se seguiram, de continuado esquecimento e degradação do polidesportivo: as de Agostinho Tavares (de 2005 a 2010), de João Gomes (de 2011/2012), Manuel Soares (de 2013 a princípios de 2017), de Mário Marques (de 2017/2021), de José Bernardino Reis (Zeca, de Maio a Dezembro de 2021, quando faleceu), o episódico mandato de Eva Santos e o de Dinis Alves (desde Outubro de 2022).
Vá lá saber-se a razão, ou as razões, a verdade é que este património desportivo da ARCOR está degradado, continuadamente abandonado e a caminho do desperdício e da inutilidade.

- ANO 2024, há 2 anos: A ARCOR de Óis da Ribeira no Carnaval Infantil de Águeda!


O convívio final do desfile de Carnaval de Águeda, a 16 de Fevereiro de 2024. Há 2 anos!

A ARCOR no desfile do Carnaval de Águeda


A ARCOR participou no Carnaval Infantil do Concelho de Águeda, que às ruas da cidade capital do município levou mais de 2 200 crianças, na tarde de 16 de Fevereiro de 2024, uma sexta-feira de há 2 anos.
A concentração foi junto à capela de S. Sebastião, mesmo ao 
Garbo no desfile,
em cima e ao lado
lado dos Concelho, e o desfile passou pelas Ruas Adolfo Portela, Bombeiros Voluntários, José Sucena e Comandante Pinho e Freitas, Praça António Breda e Avenida Eugénio Ribeiro, até à Praça do Município, onde decorreu  a animação final - como se pode ver na imagem principal.
Foi um continuado e vivo e bem garrido  espectáculo popular, emotivo e feliz, de muita música, muita cor e muita animação de rua, com palhaços, gigantones, malabaristas e muitas outras atrações - tão do gosto dos mais pequeninos.

A participação da ARCOR!

A participação arcoriana está testemunhada nas imagens que 
publicamos (a segunda, a terceira e a quarta, obtidas quando o grupo passava na Rua dos Bombeiros Voluntários) e o festivo e contagiante desfile incluiu crianças de todos os jardins de infância das redes pública e privada do município de Águeda.
E também muitos alunos dos 1º., do 2º. e do 3º. ciclos do ensino básico (promário).
O desfile, recordemos, tinha sido adiado de uma semana antes, devido ao mau tempo que se então se registou.

- ANO 2005, há 21 anos: ARCOR surpreendeu e encantou Homem de Mello!


Celestino Viegas, Carlos Albano Abrantes, Horácio Marçal, Homem
de Mello e Fernando Pires frente à ARCOR. Há 21 anos!
  

O antigo embaixador de Portugal na ONU, Manuel José Archer Homem de Mello - o Conde de Águeda e também advogado, empresário, escritor e jornalista (director do jornal «Capital») -, foi também deputado nacional e quis conhecer o centro social da ARCOR que vivitou a 17 de Fevereiro de 2005.
Foi há 21 anos e, no final da visita, o reputado político português considerou-se «surpreendido e encantado».
«É pena que o país não conte com mais iniciativas como esta. A ARCOR merece ser conhecida e o seu exemplo espalhado por todo o país», disse Manuel José Archer Homem de Mello, em declarações que respigámos do site ««Óis da Ribeira. Notícias, curiosidades e histórias», de Luís Neves e que pode ser visto AQUI.
«Se no Portugal profundo fosse possível encontrar outros exemplos como este, outro galo cantaria», disse Homem de Mello.
- NOTA: Homem de Mello esteve na ARCOR acompanhado por Horácio Marçal (presidente da Assembleia Municipal de Águeda), Carlos Abrantes (administrador das Águas Serranas) e Fernando Pires (presidente da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira (na foto).

- ANO 2002, há 24 anos: Carlos Carvalhas, secretário geral do PCP, visitou a ARCOR!


O presidente da ARCOR, Celestino Viegas, recebeu Carlos Carvalhas, secretário geral do PCP.
Na imagem, Júlio Balreira (do PCP de Águeda), Celestino Viegas, Manuel Soares, Acácio Gomes, 
Hercílio de Almeida, Fernando Pires e Carlos Carvalhas

Carlos Carvalhas, Manuel Soares
e Celestino na obra da ARCOR


O então secretário geral do PCP, Carlos Carvalhas, visitou as obras de construção do centro social da ARCOR no dia 17 de Fevereiro de 2002.
Há 24 anos!
Carlos Carvalhas estava em actividade política no distrito de Aveiro e a ARCOR quis agradecer pessoalmente o facto de o partido, a 4 de Dezembro de 1998 e na Comissão de Economia e Finanças da Assembleia da República, ter aprovado a proposta que fez entrar as obras em PIDDAC.
O projecto não tinha entrado no Orçamento Geral do Estado para 1999, do Governo de António Guterres (PS),  
e foi uma proposta do então deputado Castro Almeida (PSD, actual Ministro de Estado e da Coesão Territorial), que o levou a entrar, aprovada pelo próprio Castro Almeida e pelos então deputados Rui Rio, Manuel Oliveira e José Júlio Ribeiro (do PSD), Sílvio Cervan (do CDS) e João Amaral (do PCP/CDU), abstendo-se os deputados do PS.
«O seu partido tem apenas 7 votos em Óis da Ribeira, mas queremos dizer-lhe o nosso obrigado por ter votado a entrada da obra em PIDDAC», disse-lhe Celestino Viegas, o então presidente da direção da ARCOR.
«Sois gente boa», respondeu Carlos Carvalhas, que de Óis da Ribeira e da ARCOR levou, como então afirmou, «admiração pela obra» e, como lembranças, uma caneta e uma edição do «Jornal da ARCOR».
- Ver AQUI e Jornal da ARCOR de 31 de Março de 2002.

- ANO 1981, há 45 anos: A reabertura da Biblioteca da ARCOR!

 

Aurélio M. Reis




A ARCOR ia no seu segundo para terceiro ano de vida e, a 17 de Fevereiro de 1981, reestruturou e reabriu ao público a sua a biblioteca.
Há 45 anos!
Passou a funcionar numa sala de cima da então sede da Junta de Freguesia (agora da Tuna / AFOR), a do lado nascente, mesmo em frente a cabine eléctrica e sob coordenação de Aurélio Matos Reis (na foto). 
Até aí, estava instalada na sala e bar de convívio da cave - onde agora está a comissão de festas de Nossa Senhora de Fátima - e, em finais de Dezembro de 1980, tinha sido enriquecida com a oferta de 23 volumes, por Fernando Gomes, que era proprietário da Livraria Rino, de Águeda e que, recentemente, foi utente do centro de dia da ARCOR.
A biblioteca funcionava todas as 5ªs.-feiras, a partir das 21 horas.

segunda-feira, fevereiro 16, 2026

O Dia dos Namorados de 2026 na Tuna / AFOR!

O Dia dos Namorados na Tuna/AFOR de 2026

O quadro de boas-vindas na Tuna/AFO# 2026: 
«A única coisa mais poderosa que o ódio é o amor».

A Tuna /Associação Filarmónica de Óis da Ribeira (AFOR) não deixou despercebido o Dia dos Namorado e, a 14 de Fevereiro de 2026, alindou a Sede 2 (escola) com «pequenos apontamentos simbólicos».
Assim e por exemplo, assinalou a efeméride como «o Dia de São Valentim - um «Amor à Primeira Nota».
«Entre ensaio, sorrisos e partilhas, a nossa casa vestiu-se à nossa maneira
», celebrando o amor e, como diria Bad Bunny, registou no quadro de boas vindas (ver imagem): «A única coisa mais poderosa que o ódio é o amor».
«Obrigado a todos que tornam a Associação Filarmónica de Óis da Ribeira um lugar onde o coração bate no ritmo da música! Embora um bom contra-tempo também faça falta...»
, considerou o presidente Luís Neves.
- Ver AQUI

- ANO 2016, há 10 anos: Ao sétimo dia de (não) passagem de e para Cabanões


 


O d´Óis Por Três de 16 de 
Fevereiro de 2026, há 10 anos: 

Ao sétimo dia de impedimento de passagem de e para Cabanões, a água na alternativa ao aterro tirado em Maio de 2014 (há 21 meses!!!)...) estava como se vê na foto, captada na hora do almoço. Com altura que deixa o tráfego automóvel impossível, quando mais o apeado.
Assim se somam 6 dias aos de 12 de isolamento do mês de Janeiro, havendo noticias de ribeirenses com transporte próprio que, com consultas marcada na Unidade de Saúde de Travassô tiveram de fazer mais de 26 kms, de ida e volta, em vez dos habituais 3,6! E vivó velho!!!
Uma vez mais, os ribeirenses foram ignorados pelas autoridades, muito concentradas na cidade, que é onde aparecem as televisões!
A cheia chegou a cobrir o pegão da futura (não) ponte, segundo nos disseram. A imagem deixa ver os socalcos rasgados no aterro do pegão. Teve de estar bem alta para o seu peso, na vazante, os abrir. É da natureza!!!
- Ver mais texto e imagens AQUI

- ANO 2014, há 12 anos: Homenagem aos canoístas de ARCOR!


 


O pluri-campeão nacional Arménio José, ao centro, foi galardoado na Gala de Canoagem da Federação, que, a 16 de Fevereiro de 2014, se realizou em Aveiro. 
Há 12 anos! 
O evento federativo também homenageou os internacionais Fábio Lopes (à esquerda, na foto) e Tiago Tavares (segundo, da direita). Todos atletas da ARCOR Canoagem.
O treinador João Paulo Brinco é o segundo, da esquerda, e, à direita, está o então vereador Edson Santos, que agora é vice-presidente da Câmara Municipal de Águeda e que é neto materno de um óisdaribeirense já falecido - José Pires Viegas (Zé Mau).

- ANO 2012, há 14 anos: Obras na Capela de Santo António!

Altar de Santo António


A capela de Santo António estava, por esta altura de há 14 anos, a ser requalificada no interior.
O templo é, provavelmente, do século XVII (é do sétimo decénio o ornato do altar) e, após as obras no telhado, foi então oportunidade para o professor António Monteiro (o restaurador) requalificar o altar - de três nichos, divididos por pilastras decoradas com um reata onde se lê «Oh Lingoa Benedita».
«A madeira e o cimento vão desaparecer, dando lugar à pedra e ao pó de pedra, para se aproximar o mais possível do que era em tempos remotos», considerou, então, o padre Júlio Granjeia - acrescentando que «o sacrário também está a ser completamente restaurado» e que, concluídos os trabalhos, «a admiração pelo trabalho feito será unânime».
As obras tinham custos, como é óbvio, e por isso a comissão fabriqueira se multiplicava em iniciativas para angariação de fundos.

- ANO 2008, há 18 anos: Grupo de Teatro da ARCOR em Eirol!



O Grupo de Teatro Amador (GTA) da ARCOR actuou em Eirol na noite de 16 de Fevereiro de 2008, com a peça «Laurinda», de Romeu Correia.
Há 18 anos.
A segunda parte era preenchida com um acto de variedades, com quadros de revista. 
O grupo estreara-se a 2 de Fevereiro e já tinha actuado a 9, em Mourisca do Vouga.
Era dirigido por Leonildo Costa, com apoio de Paulo Rogério e Carlos Pereira, e as interpretações eram de Paulo Gomes (Sr. Gomes), Vitor Fernandes (guarda nocturno), Julieta Fenandes (Laurinda), António Prazeres e Izaltina Pires (pais de Laurinda), José Manuel Gomes (Luís), Eliane Alves, Sandra Prazeres e Cláudia Prazeres, que se desdobram em vários personagens. 
Os pontos foram Carlos Pereira e Lurdes Fernandes e o grupo teve também a colaboração de Cristina Carvalho da Silva, Luís Neves e Gil Branco.

- ANO 2002, há 24 anos: Teatro da ARCOR estreou «A palavra de Deus foi cumprida»!

O elenco do GTA da ARCOR de 2002
 


O Grupo de Teatro Amador (GTA) da ARCOR estreou, a 16 de Fevereiro de 2002, a peça “A Palavra de Deus foi Cumprida” e a comédia “Leis Modernas”.
Há precisamente 24 anos!
A direcção artística (os ensaios) foi de Firmino Santos - que faleceu aos 91 anos, de doença e a 11 de Outubro de 2024.
Os intérpretes foram Porfírio Tavares Pires, António Prazeres, Paulo Jorge Gomes, José Fernando Martins, Hernâni Pires, José Manuel Gomes, Ana Matos de Almeida, Sónia Silva, Isaltina Pires, Eliane Alves, Óscar Almeida e Clara Santos, com os pontos Carlos Pereira e Carla Rodrigues.
O GTA actuou, depoise com esta peça, em Eirol (no dia 23), em Crastovães (dia 2 de Março), em Paradela (a 9), na Taipa (a 16) e em Oiã (a 23), em Fermentelos (a 6 de Abril) e, finalmente, de novo e para encerramento, em Óis da Ribeira (dia 13 de Abril).

- ANO 1986, há 39 anos: Futebol jovem a ARCOR vendeu Travassô!




A ARCOR Futebol venceu (4-1) uma equipa de Travassô, em escalão jovem, numa partida disputada a 16 de Fevereiro de 1986.
Há 40 anos!
A formação arcoriana apresentou-se com Jorge Reis, Vicente, Paulo Jorge, Paulo Rogério (1 golo)  e Afonso (1); Hélder Pires, António Salvador (1) e Rui Jorge (1); Mário Jorge, Paulo e António José. 
Também jogaram Silvério, António Jorge e Jorge Soares.
Bons tempos da associação que, na sua matriz fundadora, sempre teve o futebol como afirmação maior das suas actividades desportivas.

domingo, fevereiro 15, 2026

Carla Tavares confirmou a candidatura à liderança das Mulheres Socialistas!

O cartaz da candidatura

 


A óisdaribeirense Carla Tavares confirmou a sua candidatura à liderança das Mulheres Socialistas sob o lema «Levar a Igualdade a Sério».
«Credibilizar e fortalecer a acção das Mulheres Socialistas é um dos objectivos centrais», referindo Carla Tavares que «isso passa por reforçar a sua capacidade de intervenção política, garantir uma presença mais ativa nos processos de decisão» e, por outro lado, «assegurar que as posições assumidas se traduzem em propostas concretas e em resultados efetivos».
«As Mulheres Socialistas devem afirmar-se através da construção de políticas públicas, alinhadas com os desafios reais e com as preocupações da sociedade portuguesa, capazes de mobilizar, de propor e de liderar uma nova agenda para a igualdade
», afirmou Carla Tavares.
Advogada de formação, Carla Eliana da Costa Tavares é licenciada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, tem 48 anos (nasceu a 16 de Novembro de 1977) e é filha de Agostinho Albino Pires Tavares (já falecido) e de Maria Fernanda Soares da Costa, da Rua da Pateira.
Actualmente e desde 2020, é presidente da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE) e, nesta candidatura, assume o compromisso de construir «uma nova agenda para a igualdade».
- Ver AQUI

- ANO 2013, há 13 anos: A ARCOR nas medalhas e ranking nacional de canoagem!




«A ARCOR foi o quarto clube nacional com mais medalhas ganhas, em 2012: foram 22. 
Nada mais nada menos.
O GICA, de Águeda, ficou em 32º. lugar, com duas - uma de ouro (fundo) e uma de bronze (pista)», noticiava o d´Óis Por Três de há 13 anos.
O clube de Ois da Ribeira teve 9 de ouro: 4 de provas de pista, 3 de maratonas, uma de esperanças e uma de kayak pólo. Mais 8 de prata: 6 de pista, uma de fundo e uma de esperanças. E 5 de bronze: duas de pista, dias de fundo e uma de maratonas.
O CN Ponte de Lima teve 98, seguida do Gemeses (50), do Prado (56), da ARCOR e do Arade (ambos com 22).


ARCOR em 11º. lugar
no ranking de clubes


O Clube Náutico de Ponte de Lima foi o melhor clube de canoagem de 2012, com 602 pontos. A ARCOR foi 11ª. classificada (272), o GICA ficou em 39º. lugar (81) e o Náutico de Requeixo em 41º.  (60), entre 63 clubes.
O cube de Ois da Ribeira, segundo o ranking federativo oficial, conquistou 88 pontos em provas de pista; 38 na Taça de Portugal e 50 no campeonato nacional. Mais 69 em fundo: 46 da TP e 23 do CN. Ainda 45 em maratonas; 12 de TP e 33 do  CN. Mais 40 de Esperanças,  14 nas 1ªs. Pagaiadas e 16 em veteranos.
O GICA alcançou 34 na pista (2 da TP e 32 do CN), 23 de maratonas (16 na TP e 7 no CN(, 14 nas maratonas, 2 em esperanças, 56 em slalon  e um em veteranos.
O ranking de veteranos tem o Marecos em primeiro lugar, com 110,3 pontos. Seguem-se, o Vilacondense (88,9) e Prado (86,1). A ARCOR foi sétima (39,4) e o GICA o 30º. (0).


Arménio José
Luciana Pires
Campeões nacionais 
da ARCOR e do GICA

A ARCOR teve, na época anterior (a de 2012), três campeões nacionais: Arménio José, Luís Santos e Luciana Pires.
Luciana encerrou a época em Águeda, na terceira prova das 1ªs. Pagaiadas, conquistando o título de K1 2000 metros.
A dupla Arménio/Luís dobrou os títulos nacionais, sagrando-se campeões nacionais de C2, nas distâncias de 500 e 1000 metros.
Jorge Silva, do GICA, foi outro campeão nacional de clubes de Águeda, com a medalha de ouro de C1 Veteranos.

- ANO 2011, há 15 anos: A pateira na Rede Internacional de Zonas Húmidas!

 



A Câmara de Águeda queria incluir a Pateira na Rede Internacional de Zonas Húmidas, conhecida como Convenção de Ramsar, e preparou uma candidatura que aguardava o parecer dos municípios de Oliveira do Bairro e Aveiro.
Há 15 anos!
A iniciativa inseria-se no Dia Internacional das Zonas Húmidas (assinalado a 2 de Fevereiro).
«Pensamos na pateira como um todo e, como tal, numa perspectiva intermunicipal. Não faria sentido avançar para uma candidatura isolada e que não envolvesse a delimitação de áreas e valores naturais que ocorrem também nos Municípios vizinhos», segundo o presidente da Câmara, Gil Nadais.
A candidatura tinha por objectivo uma «maior valorização, conservação e uso correcto desta zona húmida, bem como uma gestão eficiente dos seus valores naturais e conservacionistas e alcançar mais facilmente projectos de cooperação nacional e internacional que visem o desenvolvimento sustentável de toda a área».
- NOTA: Não sabemos, infelizmente e aos dias de hoje, os eventais  desenvolvimentos que a iniciativa (não) terá tido.

- ANO 2001, há 24 anos: Presidente Castro Azevedo viu os estragos das cheias...


A Camara de Águeda em Óis da Ribeira, há 25 anos: Maria Eugénia
Reis, José Freitas (Eurico), presidentes Castro Azevedo (CMA) e 
Fernando Pires (JFOR), engenheiro da Câmara e Fernando Vicente


O presidente da Câmara Municipal de Águeda, Manuel Castro Azevedo, esteve em Óis da Ribeira há precisamente 25 anos, uma quinta-feira de Fevereiro de 2001, e com o objectivo de se inteirar dos prejuízos causados pelas cheias, nomeadamente na zona do Jardim e Aidos de Baixo.
A pressão das águas, no dia 16 de Janeiro anterior, tinha causado avultados prejuízos e, por exemplo, destruiu um bocado do paredão a juzante da ponte, para além de galgar as terras de cultivo e atingindo mais de um metro de altura na Rua Adolfo Pires dos Reis - a antiga Rua do Viveiro. 
E chegou a pôr em perigo dois postes de electricidade.
Manuel Castro Azevedo foi recebido pelo executivo presidido por Fernando Pires, da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira, e também se deslocou à pateira, onde os estragos foram menores, e sugeriu que calculassem os estragos e entregasse a relação na Câmara Municipal de Águeda, que se encarregaria de a enviar para o Governo Civil de Aveiro.

- ANO 1911, há 115 anos: O roubo do burro de um cigano!


 

Manuel M. Resende

A cadeia da Comarca de Águeda libertou, a 15 de Fevereiro de 1911, há precisamente 114 anos, o cigano a quem, por suspeita, foi atribuído o roubo de um burro que era do comerciante Manuel Maria Alla de Resende (na foto ao lado), em Óis da Ribeira.
Nada foi foi apurado e, nessa sequência, o homem foi solto pelo Tribunal, tendo um bando de ciganos, homens, mulheres e crianças, que o receberam com abraços e saudações e com ele seguindo em trem e outros a cavalo, para os lados da Estrada Real - a via que, nos dias de hoje, vai do Alto de Recardães até Aguada de Baixo (passando pelo Merkante).

- ANO 1866, há 160 anos: O recenseamento de Óis da Ribeira!

 



O recenseamento de Óis da Ribeira foi publicado no Diário de Lisboa nº. 35 (o Diário do Governo de então, ver a imagem ao lado), de 15 de Fevereiro de 1866.
Há precisamente 160 anos!
Recenseados foram 45 eleitores (menos 5 que no ano anterior) e 10 cidadãos elegíveis (os mesmos), oficializados na sessão de 3 de Julho de 1865 pela comissão de recenseamento de Águeda, que foi presidida por Fernando Geraldes Caldeira e secretariada por João Ferreira Vidal.

sábado, fevereiro 14, 2026

Os tubos de água da entrada da sede da UFTOR, em Óis da Ribeira!

As paredes enegrecidas pela água
 
As águas das chuvas...


O d´Óis Por Três mostra hoje as duas  saídas das águas nas canalizações da entrada da sede da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira - a UFTOR.

Que é, como se sabe, em Óis da Ribeira.
Como as imagens mostram, os tubos da saída estã deteriorados e a água cai por todos os lados.
As marcas (a negro) estão bem vincadas nas paredes - nas paredes mesmo em frente da entrada da sede oficial da UFTOR.
Convenhamos que, pela amostra, se pode concluir que os tubos e/ou as caleiras das águas da chuva estão há muito tempo deterioradas e soltando água por todos os seus lados. Ou não estariam as paredes negras como estão.
É comummente sabido e conhecido o repetido slogan da Junta de Frrguesia travassÓisens presidida por Sérgio Neves: «Cuidar do herdado, para deixar em legado».
Como slogan, diríamos até que é bem interessante.
Mas, na prática, a verdade é que o herdado não é cuidado, pelo que, a ser e a continuar assim, não irá ficar grande coisa para deixar em legado.
E o que ficar, está estragado!
Está, assim, atrimónio público em causa, por conta do desmazelo dos nossos eleitos.

- ANO 1986, há 40 anos: Assembleia da ARCOR criticou a Junta por não ceder terrenos!


A primeira sede da ARCOR foi na cave da sede da Junta de Freguesia


A assembleia geral da ARCOR reuniu a 14 de Fevereiro de 1986 e criticou a Junta de Freguesia (anterior) por «não ter colaborado na cedência de terrenos para a criação de uma sede condigna, englobando um parque desportivo».
Há 40 anos!
A autarquia a que se referia tinha sido presidida por Isauro Santos (PS), curiosamente a mesma que, em 1979, dispensara a cave da sua sede para nela funcionar a sede da ARCOR.
O executivo terminara mandato a 9 de Janeiro desse ano de 1986 e incluía o secretário António Framegas Fernandes da Silva, um dos fundadores da ARCOR e que, na Junta de Freguesia, substituíra
 Ananias Teixeira, que se exonerou do cargo a 29 de Outubro de 1983. O  tesoureiro era Daniel Pereira Marques - que nos anos 2000 viria a ser 3º. suplente da assembleia geral da ARCOR.
A Junta de Freguesia seguinte e já presidida por Manuel Soares (PSD), com o secretário Joaquim Araújo e o tesoureiro José Oliveira, em reunião do dia 7 de Março, concordava em fazer o levantamento topográfico dos seus terrenos, para eventual implantação de uma zona desportiva. Não conhecemos desenvolvimentos desta ação.
Armando Alves Ferreira era o presidente da direção da ARCOR - 
faleceu a 26 de Setembro de 2019, há um pouco mais de 5 anos e vítima de doença -, com o secretário Manuel Duarte de Almeida (Capitão), o tesoureiro Diamantino Correia e os vogais João Bernardino Viegas e Milton Gomez.
- NOTA: A assembleia geral era presidida por António Simões Pinheiro das Neves (falecido a 7 de Maio de 1999) e o conselho fiscal por José Bernardino Estima dos Reis (o Zeca), que faleceu a 29 de Dezembro de 2021, quando era presidente da direção da ARCOR.

- ANO 1997, há 29 anos: Canoagem da ARCOR em 10º.lugar nacional!

 



A ARCOR foi, há 29 anos, anunciada como a 10ª. equipa melhor classificada no ranking nacional de canoagem.
O clube de Óis da Ribeira, segundo a Federação Portuguesa de Canoagem, somou 156 pontos - assim se afirmando no «top ten» dos melhores clubes nacionais da modalidade.
- NOTA: A direção arcoriana era presidida por Fernando Reis Dure de Almeida (falecido a 6 de Novembro de 2019, de doença e aos 85 anos). António Jorge Tavares era o vice-presidente e responsável pela canoagem.

sexta-feira, fevereiro 13, 2026

Tolerância de ponto da Junta de Freguesia...

 

O edital da tolerência de ponto


A Junta de Freguesia (JF) da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira (UFTOR) avisou, em edital datado de hoje mesmo - dia 13 de Fevereiro de 2026, sexta-feira - que, e citamos - «foi concedida aos trabalhadores em funções a tolerância da ponto no dia 17 de Março de 2026».
Está certo, está licenciado está licenciado: nada melhor que, em tempo e muito a horas, avisar que o pessoal do quadro profissional da JF da UFTOR está de ponto tolerado.
Haja as tempestades que... houver!
Escusado seria, todavia e do nosso ponto de vista, era vir a público com tanto tempo de antecedência: um mês e tal.
O dia de tolerência, a crer no edital será a 17 de Março de 2026.
Será?
Olhando bem para o edital, pode especular-se que o executivo presidido por Sérgio Neves quereria dizer Fevereiro - dia 17 de Fevereiro, a próxima terça-feira de carnaval - em vez do mês de Março.
Mas isto somos nós a pensar, de que...

- ANO 2021, há 5 anos: O alargamento do Largo da Igreja de Óis da Ribeira...

As casas que há 5 anos foram demolidas no largo da Igreja
As casas em demolição


O d´Óis Por Três surpreendeu-se há 5 anos, dia 13 de Fevereiro de 2021, com a demolição de casas e não saber(mos) o destino deste magnífico espaço situado na zona central da vila.
Conterrânea que nos acompanhou hoje no cemitério explicou-nos que o espaço do actual parque de estacionamento era o da casa que foi de Silvério Maria dos Reis, filho de Serafim Maria dos Reis (já falecidos) -
A área ao lado da casa mortuária
sendo deste o espaço que corresponde aonde se encontra o casa mortuária e o jardim a nascente, para o lado do Cemitério Novo.
Relembremos o que o d´Óis Por Três então comentou:
«Espaços que foram comprados pela Junta de Freguesia num dos mandatos de Isauro Carvalho e Santos, nos anos 80 do século XX.
Não era preciso ir à universidade para, olhando o futuro, planear a aquisição da área das casas demolidas e quintal e transformá-la em espaço nobre da vila, com projeto urbanístico adequado e inovador, ambientalmente sustentável, nele «casando» o passado, com o presente e o futuro.
Um projeto de arquitetura ambiental urbana que faça memória da vila e faça sonhar com o futuro de qualidade de vida com que todos ambicionamos. Um espaço simples, que possamos metamorfosear como espaço de plena e viva convivência cívica e social.
A ideia é simples: encontrar o que ainda não vimos. Identificar espaços abertos em nossas cidades e repensá-los como praças, que usamos como metáfora para todo tipo de espaço de convivência, não apenas praças cívicas tradicionais.

A ponte dos anos 50 do século XX

O dinheiro necessário
para os investimentos

O pensar e planear o futuro não nos deve pôr os pés fora do chão.
É preciso dinheiro para o investimento. Seja público, seja privado, seja parceria público-privada (PPP).
Dinheiro para a compra do espaço (que tem estado 
O executivo de há 5 anos
e o brasão de Óis da Ribeira
à venda), para o projeto e para a obra!
Óis da Ribeira já deu, muitas e muitas vezes, provas de contribuição própria para várias causas públicas.
Estamos a lembrar-nos da ponte - a épica nova obra dos anos 50 do século XX, que transformou Óis da Ribeira e para a qual a freguesia contribuiu financeiramente.
Lembramos-nos, também, da compra do Palhal do Ritos, que deu lugar ao parque norte da pateira, adquirido nos anos 80 e tal, também com contribuição do povo da freguesia.
E não podíamos esquecer, naturalmente, a construção mais recente do centro social da ARCOR e sede da Junta de Freguesia.
Portanto, e a concluir, assim queira a Junta de Freguesia avançar.
Assim tenha vontade e coragem para avançar. Deixando de anda a dar notícias de coisa pequenina: a limpeza de valetas e sumidouros, também de buracos e mudança de contentores, vidrões e papeleiras.
O povo óisdaribeirense seguramente que contribuirá.
Não seria desta vez que viraria as costas.
Assim tenhamos mulheres e homens públicos com estaleca!!!».
- NOTA: Passados 5 anos, nada (ainda) foi feito, apesardas promessas eleitorais..