quarta-feira, abril 22, 2026

- Ano 2104, há 12 anos: O aterro da Ponte de Óis da Ribeira!

 
O aterro da ponte de Óis da Ribeira (em 2014)

O corte de árvores de há 12 anos. Ainda se vê o aterro


O aterro de Óis da Ribeira (em Cabanões) deixou de existir a 22 de Abril de 2014.
Há 12 anos!
Recordamo-lo nas imagens que hoje se (re)publicam.
Ia «desaparecer» por mor das obras de construção da ponte, que nesse dia começaram - obrigando a que a passagem para e de Cabanões ficasse sem efeito.
As primeiras semanas (até 12 de Maio), seriam para a construção do percurso alternativo. A partir do tabuleiro da ponte, foi feito um desvio, em rampa de 30 metros, pelo terreno de Jacinto Pires Viegas (a norte), até ao caminho paralelo ao aterro. 
A rampa foi alcatroada e o caminho veio mais tarde a ter os paralelipípedos que tinham sido arrancados no Caminho da Calçada.
 Jacinto Viegas recebeu 3000 euros pelos choupos e a Câmara Municipal de Águeda limpou-lhe e replantou o terreno.
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Jorge Almeida a 09/04/2014


Ilhados e isolados, 
mas com soluções!

A 9 de Abril e em Óis da Ribeira, o então vice-presidente e actual presidente da Câmara, anunciou que «os trabalhos deverão estar concluídos em Julho de 2015».
«Vão ficar ilhados, isolados, mas com soluções»,
disse Jorge Almeida, garantindo que ««as questões de segurança terão prioridade absoluta».
O transporte de peões de Óis da Ribeira a Cabanões (e vice-versa), nos períodos de impedimento, seria assegurado pela Câmara Municipal de Águeda - em plano que iria ser articulado com a ARCOR.
«Certamente, encontraremos soluções para todos os casos. Estaremos atentos ao que for necessário», garantiu Jorge Almeida, prevendo que «o plano, articulado com a ARCOR, será funcional e atenuará as dificuldades que surjam».
O percurso alternativo (para estas primeiras semanas, ou em período de cheias) seria por Casal de Álvaro e ponte de Espinhel, para veículos ligeiros. Ou, para pesados, pela Rotunda do Milénio (na estrada para Águeda), indo por Casal de Álvaro ou por Oronhe. Em caso de cheias, ligeiros ou pesados teriam de, necessariamente, ir por Águeda, Recardães e Piedade.
E para Aveiro? A solução, sem cheias, era pela estrada do campo, via Requeixo. Ou, sem cheias, pela Piedade e Oiã.
- NOTA: A nova ponte tem 140 metros e tabuleiro com duas vias, cada qual com 2,25 metros de largura. Tem passeios e protecções de ambos os lados e o custo final seria de 725 505,08 euros, mais IVA. Valores de há 14 anos. Integra(va)-se no grupo de obras (com o canal e Ponte do Campo, em Águeda) com que se julgava acabar com as cheias da cidade. No total, as três custariam 1 298 097,37 euros, mais IVA.

- Ano 2023, há 3 anos: Concerto da Primavera da Tuna/AFOR com o Orfeão de Águeda!


O concerto de 22 de Abriilde 2023 e na Igreja de Santo Adrião de Óis da Ribeira



O Concerto da Primavera 2023 da Tuna / Associação Filarmónica de Óis da Ribeira (AFOR) foi na noite de sábado de pascoela, no dia 22 de Abril, na Igreja Matriz da Paróquia de Santo Adrião e com a magnífica participação do Coral do Orfeão de Águeda.
O concerto foi de alta qualidade, foi emotivo, bonito e sensibilizante, motivante... e repetindo a excelente 
qualidade artística de outras presenças do Coral do Orfeão de Águeda em iniciativas da Tuna/AFOR.
Que são sempre de aplaudir e incentivar.
O programa teve uma primeira parte com «solo» da Tuna /AFOR (na foto de baixo), dirigida pelo maestro António Bastos, seguindo-se a actuação conjunta (na imagem de cima) numa «mistura» de sons que encheu a nave do templo óisdaribeirense
Ambos os casos, mostrando quanto e como a beleza da música e do canto coral, bem pautada e com direção de boas e sábias batutas, melhores vozes e instrumentistas, podem fazer as pessoas e o mundo mais felizes.


O Orfeão de Águeda 
tem (boa) história
em Óis da Ribeira !


O Orfeão de Águeda que há 3 anos (foto ao lado) actuou no templo de Santo Adrião tem história de colaborações e actuações em Óis da Ribeira.
Correndo o risco de outro(s) evento(s) esquecer (ou até o d´Óis Por Três ignorar), vale a pena fazer essa memória, lembrando, por exemplo, o Concerto de Natal de 15 de Dezembro de 2008, da Tuna Musical e quando encheu o salão cultural da ARCOR.
O espectáculo teve participação, também, do Grupo Johnny's Gang (jazz) e do Confutatis Brass Quintet, formado por músicos da Orquestra Filarmónica 12 de Abril, de Travassô - um dos quais era o óisdaribeirense João Gonçalo.
O Coral do Orfeão de Águeda voltou a Óis da Ribeira no dia 20 de Dezembro de 2015, então actuando no Concerto de Natal da Tuna - que se realizou precisamente no templo onde há 3 anos voltou a actuar.


Grupo Coral, teatro e
xadrez com a ARCOR!


O Orfeão de Águeda, a outro nível, já colaborou com Óis da Ribeira, neste caso com a ARCOR e em 1979, quando, a 22 de Setembro participou nas festas do Mártir Santo Adrião, padroeiro da Paróquia e organizadas pela associação. 
O sábado de há (quase) 47 anos foi dia de o seu grupo de teatro apresentar a peça infantil «O Chapeuzinho Vermelho», no salão do restaurante Pôr do Sol.
A outro nível, ainda e já em 1981, ajudou a criar a Secção de Xadrez da ARCOR, com formação de desportistas arcorianos e participação em torneios da modalidade.
Já em 2009 e quando se comemorou o ano 30 da fundação, a ARCOR promoveu, no dia 24 de Abril, um encontro coral e uma cerimónia de agradecimento a «todos quantos contribuíram para que o Centro Social se construísse».
Centro Social nesse ano inaugurado!
O evento contemplou o descerramento de uma placa de gratidão às «pessoas e instituições» que contribuíram para a obra e um «encontro de cultura e fraternidade, que juntou, no mesmo palco, o Coro Misto da Cruz Vermelha de Águeda e o Orfeão de Águeda». O que, a sós, acontecia pela primeira vez - desde a dissidência de Abril de 2006. Dissidência que deu origem ao CM da CV.
O espectáculo do salão cultural motivou intervenções elogiosas de César Marques e António Silva, presidentes das duas instituições, felicitando a ARCOR pela obra social, cultural e desportiva que desenvolvia e, num (deles) abraço afectivo que se reatou e solidificou bases da cultura solidária e fraterna entre as duas instituições - Orfeão e Cruz Vermelha de Águeda.

- ANO 2012, há 14 anos: Tuna de Óis da Ribeira organizou o 1º. Concerto da Primavera!

A Tuna de Óis da Ribeira em 2011/2012

O cartaz de há 14 anos


A Tuna Musical de Óis da Ribeira, actual Associação Filarmónica, organizou a 22 de Abril de 2012 o seu primeiro Concerto da Primavera.
Já´lávão 14 anos!
A iniciativa decorreu no salão do restaurante «Pôr do Sol» e foi ocasião para a instituição musical óisdaribeirense, artisticamente dirigida pelo maestro António Bastos, apresentar o seu novo reportório.
O presidente da direção era António Horácio Pires Tavares, com o vice-presidente Luís Carlos dos Santos Neves (actual presidente), o secretário António Manuel de Almeida Reis (o ex-presidente), o tesoureiro Aurélio Matos dos Reis e o vogal Gil Dinis Soares dos Reis Dias Branco.
O evento tunante, e ainda bem, tornou-se actividade normal nos plano de acividades da associação musical óisdaribeirense.
- NOTA: Estão na imagem de 2012 mas já faleceram o casal Clarice Tavares (a 7 de Fevereiro de 2023, aos 87 anos) e Mário Neves (a 30 de Março de 2020, aos 90 anos), os irmãos Cidália(a14 de Abril de 2016, aos 79 anos) e Carlos Matos (a 13 de Novembro de 2002, aos 81 anos), o casal Manuel Arsénio dos Santos (a 5 de Janeiro de 2023, aos 82 anos) e Maria Emília Vieira Ribeiro (a 4 de Agosto de 2023, aos 82 anos), Tobias Framegas (a 8 de Setembro de 2025, aos 89 anos, viuvomde Cidália), Manuel Reis (Neca, a a 4 de Janeiro de 2021, aos 87 anos), os irmãos Messias (a 4 de Junho de 2017, aos 83 anos) e Alípio dos Santos Framegas (a 11 de Maio de 2024, aos 92 anos) , José Pinheiro (a 13 de Setembro de 2018, aos 71 anos), Arsénio Lameiro (a 9 de Fevereiro de 2013, aos 62 anos), Armando Resende (a dia 2 de Julho de 2022, aos 81 anos) , Armando T. Reis (a 29 de Outubro de 2022, aos 91 anos) e Armando Meireles (a 1 de Agosto de 2025, aos 83 anos) , Hortélio Costa e Porfírio Tavares Pires (07/04/2026).
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- ANO 1994, há 32 anos: Terreno para a ARCOR e sede da Junta de Freguesia!

 

O terreno onde está instalado o Centro Social da ARCOR (em 1994)

O terreno escriturado há 32 anos
 


A Câmara Municipal de Águeda cedeu o terreno onde se construiu o centro social da ARCOR e a sede da União de Freguesias por escritura de 22 de Abril de 1994.
Há 31 anos.
O documento foi assinado pelos presidentes Denis da Cruz Ramos Padeiro (da Câmara) e Fernando Tavares Pires (da Junta).
Assim, oficialmente, os então prédios nº.s 1 e 2 da matriz predial urbana de Óis da Ribeira foram «cedidos gratuitamente, no cumprimento da deliberação municipal de 6 de Abril de 1993 e aprovada pela Assembleia Municipal de 29» do mesmo mês de Abril e ano.
A escritura está registada no respectivo livro da Câmara Municipal de Águeda (nº. 43), a folhas 21, 22 e 23, e refere expressamente que «os imóveis se destinam, exclusivamente, á instalação de serviços de carácter social e desportivo, para a freguesia de Óis da Ribeira, não podendo, em, circunstância alguma, destinar-se a outros fins, sob pena de os mesmos reverterem para a Câmara Municipal».
- NOTA: Como se sabe, os fins estão cumpridos, com a construção do centro social da ARCOR. E a sede da Junta de Freguesia. 

- ANO 1948, há 78 anos: A morte de Manuel Maria Ala de Resende!

O casal Manuel Maria Alla de Resende 
e Maria Bernardina dos Santos Silva

 


O comerciante e autarca Manuel Maria Ala de Resende faleceu a 22 de Abril de 1948e em Óis da Ribeira.
Há 78 anos.
Natural de Águeda, nasceu a 31 de Julho de 1875, filho de Manuel Dias Cura de Resende e de Maria Augusta de Lemos, de abastada família da capital do concelho. Casou em Óis da Ribeira, aos 29 anos e com Maria Bernardina Tavares dos Santos Silva, de 33, filha de Manuel Tavares Duarte e de Maria José dos Santos Soares (Silva). Irmã do padre José Bernardino dos Santos Silva. E de Amélia e Josefina dos Santos Silva.
Manuel Resende tornou-se muito popular devido à barba que usava bem comprida. Era o Resende das Barbas, como se vê na foto. Criou em Óis da Ribeira um importante e moderníssimo estabelecimento comercial, que ocupava todo do espaço do actual bloco de apartamentos, minimercado e Café Central de Aníbal Saraiva, no Largo do Centro Social.
O estabelecimento de Manuel Maria Ala de Resend incluía café (onde nos anos 50 se viria a instalar o telefone público, ainda hoje activo), mercearias (finas e outras), panos, miudezas, tabacaria, perfumes, ferragens e todo o todo o tipo de utilidades domésticas. Também uma taberna, sala de jogos de salão e armazém de adubos, farinhas e produtos de construção civil.
O  casamento de Maria Bernardina
e Manuel Maria Ala de Resende

O político para lá
de comerciante!

Manuel Maria Ala de Resende teve actividade política em Óis da Ribeira e foi tesoureiro da Comissão Administrativa da Junta de Freguesia nomeada pelo Governador Civil de Aveiro, a 27 de Janeiro de 1918 e presidida por Joaquim Maria Viegas, com o secretário Manuel Maria de Carvalho e os suplentes Benjamim Soares de Freitas e José Bernardino Marcos dos Reis.
O casal Manuel Resende / Maria Bernardina 
Tambem esteve ligado aos grupos de teatro e Tina de Óis da Ribeira. 
O casal teve os filhos Albano (que faleceu em criança), José, Manuel (Neca) e Armando dos Santos Ala de Resende, já todos falecidos. Netos residentes em Óis da Ribeira são os irmãos Maria Ascensão (Mariazinha), António e Maria Laura Ferreira dos Santos Resende (filhos de Neca). Bisneto, é o dr. João Paulo Gomes, dono da casa apalaçada junto ao largo do Centro Social e que foi presidente da ARCOR.

- ANO 1912, há 114 anos: Inventários de bens da Igreja de Óis da Ribeira!




O inventário final dos bens da Igreja de Santo Adrião de 
Óis da Ribeira foi concluído e dado como certo a 22 de Abril de 1912.
Há precisamente 114 anos.
Os ditos bens já tinham passado para a Comissão Cultual no dia 12 imediatamente anterior e incluíam 94 artigos móveis 
Cruz do Século XVII
(alfaias religiosas e outros), para além da residência paroquial, composta por casa de sobrado, currais, uma vinha e quintal - o então chamado Passal da Igreja, onde hoje são as casas de Celestino Viegas e herdeiros de Gil Martins dos Reis. 
E também a Igreja de Santo Adrião, a Capela de Santo António (na foto, de meados do Século XX) e o cemitério (o hoje Cemitério Velho, embora mais pequeno a esse tempo), e 15 terrenos e baldios com áreas que variavam entre os 150 (o adro da igreja ) e os 4 230 metros quadrados (a pedreira das Quintas).
Os 94 referidos bens (alfaias, móveis e artigos religiosos), já agora, voltaram à posse da Igreja a 11 de Março de 1915, quase um ano depois, sendo entãoanotada a falta de alguns objectos, nomeadamente 10 peças de prata do resplendor e também um mocho.
- NOTA: Onde se diz Comissão Cultual, entenda-se mesmo assim. Cultual, de Culto.

terça-feira, abril 21, 2026

A Tuna / AFOR encerrará os 52 anos do 25 de Abril em Águeda!

A Tuna / AFOR em 2024
A ARCOR no desfie de 2024



A Tuna / Associação Filarmónica de Óis da Ribeira (AFOR) vai encerrar as comemorações do 52º. aniversário do 25 de Abril de 1974 - a Revolução dos Cravos -,  actuando na sessão extraordinária da Assembleia Municipal de Águeda que decorrerá na Casa do Adro.
O programa é organizado pela Câmara Municipal e junta iniciativas institucionais, culturais e de participação cívica. Começará às 15 horas, com concentração junto à Escola Secundária Marques de Castilho.
O Desfile do Associativismo Municipal pela Liberdade e Democracia, já na sua terceira edição, incluirá a ARCOR e a Tuna /AFOR (de Óis da Ribeira) e seguirá até à Praça do Município, onde decorrerrá a deposição de flores no Monumento de Homenagem aos Combatentes de Águeda Mortos na Guerra do Ultramar, seguida do hastear da bandeira, com guarda de honra dos Bombeiros Voluntários de Águeda.
O programa inclui ainda a inauguração da obra escultórica «Perpetuar a Árvore, Celebrar São Sebastião», do escultor Paulo Neves, no Largo da Venda Nova.
A sessão extraordinária da Assembleia Municipal de Águeda terá momentos musicais dedicados às «Cantigas de Abril» e, a finalizar, a actuação da Associação Filarmónica de Óis da Ribeira - a Tuna / AFOR.

A morte de António Rodrigues Marques!

António R. Marques
 



António Rodrigues Marques, antigo presidente da Junta de Freguesia de Espinhel, faleceu hoje e aos 93 anos. É sogro dos óisdaribeirenses Maria Ascensão Ferreira Tavares e José Maria Gomes da Conceição.
Viúvo de Lassalete Tavares Pereira, falecida em 2023, o casal foi, em Setembro de 2005, um dos primeiros utentes do Serviço de Apoio Domiciliário (SAD) da ARCOR. 
Teve 7 filhos: João Albino, Daniel (marido de Maria Ascensão), Maria Helena (esposa de José Maria), Abel, Maria da Luz, Elói e Célia Pereira Marques.
Exerceu a presidência da Junta de Freguesia de Espinhel nos mandatos de 1979/1982 e 1982/1985, eleito em listas do PS. Foi um dos autarcas homenageados, na sessão evocativa do 25 de Abril de 1974, em Águeda.
O funeral está marcado para as 18 horas de amanhã, dia 22 de Abril de 2026, da Igreja para o cemitério Paroquial de Espinhel.
RIP!!!

- ANO 1991, há 35 anos: A primeira prova oficial organizada pela ARCOR!

 

Sesnando Reis foi o presidente que
criou a canoagem da ARCOR
ARCOR 1991


A ARCOR organizou uma prova de canoagem a 21 de Abril de 1991. Supomos que foi a sua primeira organização, a nível oficial.
Há 35 anos!
A direcção arcoriana era presidida por Sesnando Alves dos Reis e a prova era do campeonato regional de Aveiro, tendo apoio organizativo da Associação de Canoagem de Aveiro.
Atletas da ARCOR, classificaram-se Sérgio Soares / Filipe Gomes (primeiros classificados de K2 infantis), Nuno Silva (3º. em K1 infantis), Sandra Almeida (3ª. de K1 seniores), Sérgio Anjos / Horácio Soares (3º.s em K2 cadetes), António Costa / Paulo Santos (4ºs., idem), Paulo Gomes / Júlio Prazeres (3º.s em K2 seniores) e Nuno Azevedo (6º. de K1 cadetes).
Atletas do GICA, então, e agora veteranos da ARCOR, João Ferreira venceu a prova de K1 seniores e Sérgio Varela a de K1 infantis.
A ARCOR foi quarta classificada, de 6 equipas, com 67 pontos. Venceu, o Recreio de Águeda (com 100), seguido do SNADO, de Ovar (89) e do Sporting de Aveiro (79). Depois da ARCOR, ficaram o GICA, de Águeda (40) e Orfeão de Vagos (11).
- NOTA: O programa de há 35 anos incluiu um circuito especialmente dedicado a atletas mais jovens
.

- ANO 1992, há 34 anos: Comissão de toponímica da Junta de Freguesia !


A sede da JFOR em 1992
Armando T. Reis


A Assembleia de Freguesia de Óis da Ribeira reuniu a 21 de Abril de 1992 e, por unanimidade, aprovou as contas de 1991.
Há 34 anos!
O presidente era Diamantino Alves Correia e Manuel Soares dos Reis e Santos o da Junta de Freguesia, ambos eleitos do PSD.
Na mesma sessão, foi criada uma comissão de toponímia, para atribuir nomes a alguns arruamentos de Óis da Ribeira. 
Era formada por Fernando Tavares Pires (o então secretário da Junta e também eleito do PSD) e, ambos membros da Assembleia de Freguesia, Leonildo Soares da Costa (do PSD) e Armando Tavares dos Reis (do PS).
O objectivo do trio de comissários era (foi) apresentar propostas na sessão de Junho, a seguinte.
- NOTA: Armando Tavares dos Reis (na foto) faleceu, de doença e aos 91 anos, já viúvo, a 29 de Outubro de 2022. RIP!!!

- ANO 1990, há 36 anos: Futebol de 5 da ARCOR em torneio de Angeja!


Futebol de 5 da ARCOR (em 1990)



A ARCOR participou num torneio de futsal realizado em Angeja há 36 anos.
Futsal que, ao tempo, era denominado futebol de 5 e tinha notícia no «Jornal da ARCOR», embora sem grandes pormenores. 
Nomeadamente, dava conta que a partir de 21 de Abril (de 1990) iria participar no torneio e que se pretendia «o maior numero de apoiantes possível para esta nossa equipa». Equipa que, acrescentava a nota assinada por RF, supomos que Rui Fernandes, «concerteza se sentirá muito melhor e dará mais rendimento se tiver alguém na assistência a apoiá-la».
- NOTA: Não são conhecidos os resultados e a equipa, entre outros atletas, incluiria os da imagem: Rui Fernandes e Carlos Marques (dirigentes), Nabais (de Barrô), Rui Melo e Sesnando Reis (presidente da drecção). Em baixo, Milton Gomez, Victor Melo (com o sobrinho Francisco à frente) e Carlos Samuel. Será?

- ANO 1820, há 206 anos: João Pires Calvo, um dos grandes nomes de Óis da Ribeira!


A placa evocativa no mural
do Cemitério Velho

Registo do enterro de 
Manuel Pires Calvo

 
O óisdaribeirense João Pires Calvo, «um dos grandes nomes da então vila de Óis da Ribeira», foi sepultado a 21 de Abril de 1820.
Uma sexta-feira de há 206 anos!
Filho de Manuel Pires Calvo e de Maria Lopes, casou com Silvestra Maria dos Reis, ao tempo considerada mulher «activa e muito esmoler»
Faleceu Manuel aos 88 anos, de doença, e foi sepultado dentro da Igreja de Santo Adrião, como era hábito do tempo, para falecidos de famílias mais nobres, e numa cerimónia presidida pelo padre António José da Mota.
O casal teve dois filhos, pelo menos: Teresa (que não terá casado) e José, que casou com Ana Maria Soares e teve os filhos Joaquim (que foi juiz ordinário e escrivão da Câmara de Óis da Ribeira), José, Teresa, António, Manuel, Maria Rosa e Jacinto.
- NOTA: Os seus descendentes evocaram o  casal a 26 de Maio de 1940, descerrando na nave da Igreja a placa que aqui reproduzimos e agora está no mural do Cemitério Velho, no adro da Igreja de Santo Adrião de Óis da Ribeira.

segunda-feira, abril 20, 2026

Ricardo Simões venceu os 200 metros de KS1 da Taça de Portugal!

Os arcorianos Wilson Oliveira (2º.) e Ricardo Silva Simões (1º.) no pódio 
da Taça de Portugal de Regatas em Linha. Ontem, dia 19/04/2026

José Barbosa Rodrigues no pódio de ontem


O canoísta Ricardo da Silva Simões, da ARCOR, venceu a prova de 200 metros de KS1 da Taça de Portugal de Regatas em Linha, que este fim de semana se realizou no CAR de Montemor-o-Velho.
Wilson Oliveira, também do clube náutico de Óis da Ribeira, foi o segundo classificado da mesma prova - como se vê na imagem do pódio.
Ontem, já demos conta - rever AQUI
Hugo Costa no segundo lugar do pódio
das vitórias de José Barbosa Rodrigues e dos segundos lugares de Hugo Filipe Costa. Assim como do 18º. lugar colectivo da ARCOR Canoagem.
Os resultados individuais dos atletas arcorianos foram os seguintes:

1000 METROS
- K1 seniores: 7º.-Leandro Marques Melo (eliminatória); 7º.- na semi-final (?).
- C1 seniores: 6º.-Leandro Santos de Melo (eliminatória); 7º. na semi-final (?).
- C1 cadetes: 3º.-Rodrigo Henrique Neves (eliminatória), 5º. na Final A.
A ARCOR em 18º. lugar
entre 38 equipas

500 METROS

-  K1 seniores: 8º.-Leandro Marques de Melo (eliminatória); 7º. nas meias finais.
- C1 seniores: 6º.-Leandro Santos de Melo (eliminatória).
- C1 seniores femininos: 6ª.-Marta Bizarro (eliminatória); 6ª. nas meias finais.
- K1 juniores femininos: 6ª.-Luana Lau (eliminatória); 7ª. nas meias finais.
- K1 cadetes: 64º.-Francisco Sousa Cardoso (eliminatória).
- K1 cadetes femininos: 13ª.-Lara Duarte Lopes, 11ª. na Final B e 5ª. na semi-final;15ª.-Matilde Coelho de Morais, não acabou a semi-final; 35ª.-Samantha Teixeira (eliminatórias).
- C1 cadetes: 3º.-Henrique Rodrigo Neves (eliminatória) e 5º. na Final A.
- SUPC cadetes: 5º.-Filipe Valente Tavares (eliminatórias) e 4º. na semi-final.
- KL2: 2º.-Hugo Filipe Costa, Final A.
- VL3: 1º.-José Rodrigues Barbosa, Final A.
- SUPC juniores: 6º. Simão Lopes, na Final A
Filipe V. Tavares

200 METROS
- K1 juniores femininos: 6ª.-Luana Lau (eliminatória)m 6ª. na semi-final e 18ª. na Final B.
- K1 cadetes: 33º.-Francisco Sousa Cardoso (eliminatória).
- K1 cadetes femininos: 15ª.-Lara Duarte Lopes (eliminatória), 4ª. na semi-final; 14ª. na Final B: 22ª.- Matilde Coelho de Morais (eliminatória) e 7ª. na semi-final; 35ª.-Samantha Teixeira (eliminatória).
- SUPC cadetes: 5º.-Filipe Valente Tavares (eliminatória) e  4º. nas semi-finais.
- C1 seniores femininos: 6ª.-Marta Bizarro, eliminatória e nas semi-finais.
- KL2: 2º.-Hugo Filipe Costa, Final A.
- KS1: 1º.-Ricardo da Silva Simões; 2º.-Wilson Oliveira, ambos na Final A.
- VL3: 1º.-José Barbosa Rodrigues, Final A.
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- Ano de 2002, há 24 anos: Peditório da ARCOR para a construção do Centro Social !


O «Jornal da ARCOR»



A ARCOR iniciou a 20 de Abril de 2002, um sábado de há 24 anos, um peditório porta-a-porta e a favor das obras de construção do centro social.
Os trabalhos iam já no sexto mês da segunda e definitiva fase e a facturação da empresa construtora medrava. No final do mês seguinte já ia nos 78 069 419$00 - o que, valores de hoje e segundo o conversor da PORDATA seria qualquer coisa como 606 000
 euros.
Um bocadinho mais! 
«As obras cresceram, o interior já todo dividido, valência por valência,já se sabe onde irão funcionar todos os serviços: creche, jardim de infância e ATL, centro de dia para idosos e apoio domiciliário, o salão cultural e os serviços administrativos», reportava o «Jornal da ARCOR» desse trimestre, como se pode ver a imagem.
- NOTA: O Centro Social inclui, como se sabe, a sede da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira. Agora, sede da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira (UFTOR). Por isso e a esse tempo, se denominava Centro Cívico de Óis da Ribeira.

- ANO 1911, há 115 anos: A lei de separação do Estado da Igreja!

 

Igreja há (+/-)115 anos


A Lei de Separação do Estado da Igreja foi publicada no «Diário do Governo» de 20 de Abril de 1911 e teve, obviamente, implicações na vida pública religiosa e política de Óis da Ribeira.
Há 115 anos!
O presidente da então denominada Junta Paroquial Republicana era o padre Ricardo Pires Soares, com o secretário João Bernardino dos Reis e os vogais Albano Joaquim de Almeida, Jacinto Matos dos Reis e José Maria Morais.
Os bens imobiliários e mobiliários foram todos arrolados em favor do Estado - nada mais nada menos que 94 e numa reunião que decorreu a 1 de Agosto desse mesmo ano de 1911.
O padre José Bernardino dos Santos Silva era o pároco local e não quis participar no arrolamento dos 94 bens (móveis) e ainda a residência, com sobrado e quintal (o então denominado passal, que fica(va) imediatamente a norte do templo), o cemitério e a capela de Santo António, 15 terrenos e baldios - que tinham áreas entre os 2150 metros quadrados (o adro) e os 4 230 (a pedreira das Quintas).
- NOTA: A 12 de Abril de 1912 todos estes bens passaram para a Comissão Cultual e, desta, voltaram à posse da Igreja a 11 de Março de 1915 - alfaias, móveis e objectos religiosos, com falta de alguns, nomeadamente 10 peças de prata do resplendor e um mocho.

- ANO 1905, há 121 anos: Prémio nacional para o professor Camilo Ferrão!




O professor Camilo Gomes Ferrão dos Santos foi galardoado, há 121 anos, com o primeiro prémio de um concurso nacional sobre História, no caso especialmente sobre a Batalha de Alcácer Quibir.
O concurso foi organizado pela (extinta) revista «A Nossa Pátria» e os concorrentes de todo o país tinham de descrever a batalha num máximo de 25 linhas, de forma sintéctica e expressiva, «de modo a que nenhuma palavra pudesse ser considerada supérflua, desnecessária ou incorrecta».
Natural de Arazede, em Montemor-o-Velho, e ao tempo a leccionar na escola primária de Travassô, o professor Camilo Gomes Ferrão dos Santos casou em Óis da Ribeira com Maria Rosa Almeida e o casal teve, já falecidos, os filhos Luís (também professor) e José (Branco). Netos e filhos de José, são Luís e (já falecidos), António e Benjamim Soares de Almeida Santos. De Luís, Henrique, Hélder, António (Toninho Cruzeiro) e Estela, já todos falecidos.
- NOTA: O prémio foi um volume dos «Estudos Históricos e Económicos», de Basílio Telles e em prosa, e, em verso, o «A Duqueza de Bragança». de J. Carlos de Gouveia, para além da publicação da sua foto na revista

- ANO 1905, há 121 anos: A bandeira da Tuna mostrada pelo Conde de Sucena!

 

A bandeira da Tuna há 121 anos oferecida
pelo Conde de Sucena


O Conde de Sucena ofereceu à Tuna de Óis da Ribeira a sua primeira bandeira, ainda hoje existente - exposta na sede social - , expressamente mandada fazer em Paris e mostrando-a no seu palacete residencial há precisamente 121 anos e a alguns amigos próximos.
O risco da bandeira, toda ela confeccionada em finíssima seda encarnada e guarnecida de de galões e franjas de ouro, foi desenhado pelo próprio Conde de Sucena, José Ferreira de Sucena de nome próprio, e que revelou «génio de um verdadeiro artista».
A bandeira, a esse tempo, foi considerada «uma dádiva rica e digna de quem a oferece» e foi entregue à Tuna de Óis da Ribeira no dia de Páscoa desse ano de há 121 anos. A 23 de Abril desse ano de 1905.
Conde de Sucena
 
Viagem de barco 
para dizer «obrigado»
ao Conde Sucena !

A bandeira foi considerada «uma dádiva rica e digna de quem a oferece» e a Tuna de Óis da Ribeira foi agradecer ao Conde Sucena no di
a 24 de Maio de 1905. 
O dia, uma quarta-feira de há 121 anos, foi de festa e emoção para a colectividade tunante óisdaribeirense, cuja direção era, ao tempo, presidida por Manuel Maria Tavares da Silva.
A comitiva foi de barco até Águeda, rio acima e acompanhada por muitos conterrâneos, que se quiseram associar ao momento e depois seguiram em marcha para o palacete do Conde de Sucena, na Borralha - onde, em honra do benemérito, tocaram várias peças do seu repertório e agradeceram a gentileza da fidalga oferta do também deputado de Águeda.
- NOTA: O Tuna, na primeira apresentação seguinte, em Oiã, apresentou-se como Tuna Conde de Sucena. E outros nomes veio a ter, durante a sua existência e até ao dos dias de hoje: Associação Filarmónica de Óis da Ribeira.