sexta-feira, maio 10, 2019

ARU de Óis da Ribeira concede benefícios fiscais

Óis da Ribeira: vista aérea, com a pateira em primeiro plano

A proposta de delimitação da ARU de Óis da Ribeira

Óis da Ribeira tem uma Área de Reabilitação Urbana  (ARU) aprovada e quem se candidatar ao programa de reabilitação de prédios próprios pode ter benefícios fiscais, ao nível do IMI e do IMT.
A formalização da ARU de Óis da Ribeira foca-se no objectivo central de melhoria do ambiente urbano, através da regeneração, reabilitação e valorização do tecido edificado e do espaço público envolvente, de modo a promover melhores condições urbanas e ambientais que contribuam para atrair e fixar população e actividades económicas. 
O objectivo é que o processo desencadeado pela formalização da ARU permita a dinamização e o fortalecimento da identidade urbana do aglomerado e, para tal, fo necessário delinear objectivos claros, que se constituam como a base orientadora para a definição da estratégia integrada de reabilitação urbana da ARU de Óis da Ribeira.
O aglomerado de Óis da Ribeira situa-se entre a margem esquerda do rio Águeda e a Pateira de Fermentelos, sendo, por essa razão, uma planície rica e propícia para a utilização agrícola.
Em 2011, de acordo com o recenseamento da população e habitação , este aglomerado possuía 287 edifícios e 716 habitante


Os 3 grandes

objectivos !

A Área de Reabilitação Urbana (ARU) de Óis da Ribeira está integrada na Rede Integrada de Reabilitação Urbana do Concelho de Águeda (RIRUCA), elaborada pela Câmara Municipal de Águeda e pela Sociedade Portuguesa  de Inovação.
Enquadrados nas estratégias nela estabelecidas, podem identificar-se os seguintes três principais objectivos:

1- Promover a articulação e integração dos diferentes espaços urbanos existentes no aglomerado de Óis da Ribeira.

2 - Apoiar a reabilitação do edificado degradado e dos espaços públicos de ligação entre diferentes espaços do aglomerado.

3 - Valorizar a ligação do aglomerado ao rio Águeda e à Pateira.

Benefícios fiscais municipais
pela reabilitação urbana

A reabilitação urbana beneficia de um conjunto de benefícios fiscais consa-
grados no Regime Extraordinário de Apoio à Reabilitação Urbana.
Benefícios fiscais que são importante instrumento de política para a dinamização da reabilitação urbana, designadamente o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e o Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de imóveis (IMT), nos termos da legislação aplicável.
Sem prejuízo de outros benefícios e incentivos, serão conferidos aos proprietários e titulares de outros direitos, ónus e encargos sobre os edifícios ou frações compreendidos na delimitação da ARU, de acordo com o EBF, os seguintes benefícios fiscais: 
1 - IMI: Isenção por um período de 5 anos, prorrogável por mais 5 anos a contar da data de conclusão da acção de reabilitação - a contar do ano, inclusive, da conclusão da reabilitação, podendo ser renovada por um período adicional de cinco anos.
2 - IMT: Isenção na 1ª. transmissão do imóvel reabilitado, quando destinado exclusivamente a habitação própria e permanente. 
São isentas do IMT as aquisições de prédio urbano ou de fracção autónoma de prédio urbano destinado exclusivamente a habita-
ção própria e permanente, na primeira transmissão onerosa do prédio reabilitado, localizado na área de reabilitação urbana.
O melhor é os interessados consultarem a Câmara Municipal de Águeda. Mas dados podem ser vistos AQUI

quinta-feira, maio 09, 2019

O lixo do parque turístico da pateira de Óis da Ribeira...

O parque infantil está assim..., com montes de lenha e lixo à volta
Lenha não falta no parque da pateira

Uma pessoa não pode dar uma volta pela vila de Óis da Ribeira que não encon-
tre recado para dar aos senho-
res autarcas. Por exemplo, pela margem da pa-
teira - esse pri-
vilegiado ponto turístico ague-
O parque infantil
dense e nacio-
nal... - e olhando, a começar,  para o parque infantil.
Ou por toda a margem, desde as Lages até às Codiceiras. É só olhar e... ver! 

Parque esquecido
e/ou abandonado !

O estado de abandono é visível, bem precisa de palavras. Olhar basta, para as imagens.
Vai daí, uma pessoa pega no pro-
jecto político do executivo eleito a 24 de Fevereiro e pára no ponto 2: «Parque da pateira de Óis da Ribeira».
Sobre o parque infantil, diz, preto no laranja, «renovação do parque infantil».
Proposta da Junta (2019) para a pateira
Renovação? Mas onde, quando, como?
O que se vê é abandono e desleixo absoluto, para mais num equipamento em área de intensa actividade turística. 
Alguém da Junta de Freguesia por ali passou no dia 1 de Maio ou no último fim de semana? 
E não viu como está o parque, onde tanta gente quis passear o seu tempo e usufruir do espaço?
Vai recuperar a zona verde? Alínea primeira do ponto 2 do pro-
jecto. Verdes já não faltam, por falta de limpeza.
Vai construir balneários/WC, bar de apoio e parque de caravanas? Alínea 2. Então já não há bar e balneários/WC?
Vai renovar o parque infantil? Alínea 3.
Vai plantar as árvores e espécies autóctones que competem ao OPP´J Liga-te à Pateira? Ora, ora...
Vai ampliar o número de mesas e bancos? Mas para quê, se nem as e os que existem estão limpos e conservados?
Vai aplicar mais caixotes de lixo? Alínea 6.
Vai construir um parque de jogos? Alínea 7.
Vai remodelar e ampliar as churrasqueiras? Comecem por conservar as que estão e vejam se mais são precisas.
Vai beneficiar a iluminação, tarefa que compete à EDP. Alínea 9.
Alienados anda(ra)m os eleitores, pensamos nós de que...

quarta-feira, maio 08, 2019

Manuel Fernandes de OdR, há 135 anos, emigrou para o Brasil

Elisa Martins
Álbio Martins

O Governo Civil de Aveiro emitiu há 135 anos um pas-
saporte a favor do ribeirense Manuel Fernandes, que pretendia emigrar para o Rio de Ja-
neiro, no Brasil.
Manuel, de 34 anos, era filho de Lucas Fernandes, natural de Águeda, e de Teresa de Je-
sus, de Óis da Ri-
beira. E aqui resi-dentes. Trabalhador rural, de 1,68 metros de al-
tura, tinha cabelo compri-
do e olhos castanhos, rosto comprido e marcas de bexigas na cara. Emigrou para o Brasil e não mais terá voltado a Portugal, que saibamos.
Familiares descendentes na actual geração ribeirense são as ir-
mãs Maria Elisa e Dulcínia Estima Martins, filhas de Álbio Lopes Martins e netas da Elisa Martins - que era filha de José Fernandes Lucas, irmão de Manuel Fernandes.
Elisa Martins nasceu a 10 de Abril de 1890 e foi compradora lo-
cal e vendedeira de ovos, falecendo a 9 de Agosto de 1965, aos 75 anos e na sua casa da Rua do Canto da Igreja - onde morava com o filho Álbio, que nasceu em 1932 e faleceu em 1977. Albio que foi pai de Maria Elisa, que lá mora, e de Dulcínia, esta residente na Rua do Caminho Fundo.  

Veterano André Santos ganhou Taça de Portugal de Maratonas

André Santos


O canoísta André Santos, da Arcor (Associação Re-creativa e Cultural de Óis da Ribeira), venceu a prova de K1 Veteranos A da Taça de Portugal de Maratona. 
João Ferreira, também da Arcor, foi sexto na prova de K1 Veteranos B.
As provas decor-
reram a 4 de Maio de 2019, na Praia da Franquia, em Vila Nova de Mil-
fontes e André
João Ferreira
Santos fez o tempo de 1.44.45.71, contabilizando 34 pontos. Seguiram-se, Henrique Marcelino do Costado Sol, em segundo lugar (1.45.47,46, com 28 pontos) e, em terceiro, Frederico Silva, do CN  do Mondego, com 1.45.59.93 e 22 pontos.
João Ferreira fez o tempo de 1.59.09.25 e capitalizou 12 pontos para a classificação colectiva, numa prova que foi ganha por Nuno Brandão, do CN de Mil Fon-
tes, com o tempo de 01.42.02.13 e 34 pontos.
A Arcor, por equipas e no escalão de Veteranos, clas-sificou em 4º. lugar, com 46 pontos - os mesmos do CN de Mil Fontes, depois do Amora, primeiro classificado (62), do Scalabitano, de Santarém, o segundo (60) e do CN Mondego (56). 

terça-feira, maio 07, 2019

A limpeza do Adro da Capela de Santo António!

Mãos à obra: Fátima Gomes de Melo, Ondina Soares, Telmo Conceição, da Comissão
Fabriqueira, e do «Mais Por Óis», Diana Moreira, Rúben Santos e Romeu Fernandes
Adro antes da limpeza. Ervas de meses!

O grupo «Mais Por Óis» andava meio «esquecido» mas voltou ao terreno no último sábado, desta feita para limpar o adro da Capela de Santo António.
«Contámos com a ajuda de alguns elementos da Comissão Fabriqueira, que dispensaram um par de horas das suas vidas pessoais em prol da comunidade ribeirense», refere o Mais Por Óis, numa nota publicada na sua página oficial de facebook
O adro santantoniano estava, na verdade, verde em excesso, por falta de limpeza da parte de quem tem esse dever mas o esquece. Nem é preciso lembrar o nome.
O «Mais Por Óis» esteve opera-cionalmente representado por Romeu Fernandes, Diana Moreira e Rúben Santos e contou, no terreno, com a colaboração activa dos comissários fabriqueiros Fátima Gomes Melo, Ondina Soares (que também é membro do executivo da Junta de Freguesia da União de Freguesias), Telmo Abrantes e Jaime Reis.
O trabalho foi feito, e bem feito, e aqui fica registado.
Altar da Capela de Santo António

A Capela de 
Santo António

A Capela de Santo Antó-nio situa-se fora da actual malha urbana de Óis da Ribeira, supondo-se que, séculos atrás, a povoação da vila se desenvolvesse à sua volta.
A tradição popular, não confirmada (que saiba-
mos), refere que foi uma peste que terá obrigado a deslocação da povoação, a fugir da doença..., para a volta da Igreja Paroquial e a partir daí se estendendo - tal como terá acontecido em Requeixo, que saiu de junto da Igreja Paroquial para a onde agora se situa o núcleo principal da Paróquia. 
A Capela de Santo António é de construção muito antiga, de data desconhecida (sequer aproximada), mas é certo, segundo o «In-
ventário Artístico de Portugal | Distrito de Aveiro | Zona Sul», que «o ornato é já de transição para o barroco inicial, devendo datar do decénio de 70 do Século XVII». Ainda segundo o mesmo livro, «a escultura de Santo António, em madeira, é do Século XVIII». 
O templo tem rara utilização em cerimoniais religiosos e sabe-se que beneficiou de obras de restauro pelo menos em 1944, em 1955, 1994 e 2011. Talvez em outras datas.

A rede de águas, a limpeza dos espaços públicos de OdR...

Os trabalhos da remodelação da rede de água na pateira 
Limpeza começou pela limpeza da relva

Os trabalhos de remodelação da rede de águas de Óis da Ribei-
ra continuaram ontem, agora já no final da Rua da Pateira, pre-
cisamente na ladeira de aces-
so ao restau-
rante Pôr do Sol.
A imagem faz o ponto de situa-
ção no final da tarde de ontem, dia 6 de Maio de 2019, depois de há várias sema-
nas se terem iniciado no Largo do Centro Social (antigo Largo do Cruzeiro e/ou Jacinto Bernardo Henriques) e pelas Ruas Manuel Tavares (e suas várias Travessas), Santo António e Pateira - com a abertura de um emissário principal paralelo ao que, muitíssimo pouco antes, tinha sido aberto para o saneamento.
Os trabalhos estão a cargo da empresa Fernando Jorge Oliveira, do Fial de Alquerubim, em Albergaria-a-Velha.
Valeta da Rua dos Aidos

Cemitérios 
e valetas !

Ontem também, e entretanto, uma brigada da Junta de Freguesia (pre-
sume-se) iniciou trabalhos de limpeza de alguns espaços públicos de Óis da Ribeira. No caso, as ervas do passeio da entrada nascente, do lado da ponte - como se vê na foto de cima. 
Os dois cemitérios e as valetas da vila, todavia, continuam por limpar, confor-
me pudemos confirmar esta manhã, via telefone.
Sobre o enormíssimo, continuado e impensável, sobre o inacreditável des-
respeito do poder autárquico local pelos dois cemitérios óisdari-beirenses, cada qual fica com a sua vergonha na cara e na alma que quer. As ervas caem de secas.
Já não há volta a dar...
Mostramos hoje a Rua dos Aidos, na chegada à António Bernar-
dino, e o que «sobra» da sua valeta. Pode o leitor imaginar, pela altura do ervado, há quanto tempo a Junta de Freguesia não passa por ali. E pensar se a mesma JF conhece a existência da rua - que liga a Benjamim Soares de Freitas, desde a padaria, à António Bernardino, frente à do Caminho Fundo.

segunda-feira, maio 06, 2019

Saneamento em OdR: uma boa notícia!

O tanque de recepção de resíduos junto à Capela de Santo António
O poço para recepção/emissão de resíduos
A boa notícia de hoje é a de que recomeçaram, hoje, os traba-
lhos da rede de saneamento de Óis da Ribeira, há semanas inter-rompidas não sabemos por que razão.
A informação chegou-nos ao princípio da noite, acompanhada do respectivo registo fotográfico da abertura do poço e instalação do reservatório que recolherá os resíduos e depois os bombeará para o emissário principal da rede inter-municipal.
Os trabalhos, como se pode ver nas imagens, começaram junto à capela de Santo António, o ponto mais baixo de toda a rede ribeirense e justamente onde  começaram, a 3 de Setembro de 2018. Já lá vão mais de 8 meses.

Os 254 ramais 
domiciliários

Os trabalhos da rede e de seguida vão envolver a ligação dos ramais domi-
ciliários nas ruas António Bernardino, Aidos, Cami-nho Fundo, Serrados, Pa-
teira e parte da Manuel Ta-
vares (Cabo). Neste caso, já estão ligados os do lado direito, no sentido poente-nascente.
As obras, recordemos, foram adjudicadas por 584 008 euros, pela AdRA - Águas da Região de Aveiro e à empresa Construções Carlos Pinho, de Arouca. O contrato foi assinado a 27 de Abril de 2018 e os trabalhos começaram a 3 de Setembro do mesmo ano, para 180 dias de trabalhos. 

Política é, ao mesmo tempo, o diabo e a mentira à solta...



Prometer amor eterno, é mentir!
Mentir à pessoas para obter dinheiro, é fraude.
Mentir às pessoas para obter votos, é política.
Mentir para esconder incumprimentos eleitorais e fracassos institucionais é fragilidade política. Ou incompetência! Venha  diabo e escolha!
Política de mentiras e aldrabices é o que estamos a ver e a ouvir todos os dias, por todo o lado e pela dita classe. Boa parte dessa gente sem esta dita.
É uma classe do diabo!
Seja a política que for, a de cá, a de lá, a de mais longe ou de mais perto, ou de lado nenhum. É coisa da política? Pois, olhem que muito bem pode ser mentira.

Concerto da Primavera 2019 da Tuna / AFOR

O Concerto da Primavera 2019 da Tuna / AFOR



A Tuna / Asso-
ciação Filarmó-
nica de Óis da Ribeira apre-
sentou-se ontem em Concerto da Primavera, em versão 2019.
A acção já se pode considerar tradicional do seu plano anual de actividades.
A direcção artís-
tica foi do maes-
tro António Bastos e o espectáculo, aberto ao público, decorreu no Salão Cultural da Arcor, como também já é habitual.

Tuna em Recardães,
Eirol e Óis da Ribeira
e Aguada de Cima

A Tuna /AFOR também ontem, mas de manhã, participou na secular romaria das Almas da Areosa, em Aguada de Cima, formando-se em S. Martinho (9 horas) e participando na missa campal (10,30) e na procissão do regresso (11,30).
As próximas actividades estão marcadas para os dias 11 de Maio, em Recardães (um casamento), 12 de Maio, em Eirol (festas de Nossa Senhora de Fátima) e a 19, às 8,30 horas e em Óis da Ribeira (também nas festas de Nossa Senhora de Fátima).

domingo, maio 05, 2019

Arcor sem teatro há precisamente 7 anos..., hoje se fazem!

O eleno da peça «O Avarento», de Molière, a última peça da Arcor, há 7 anos!
O ensaio das véspera a estreia de «O Molière»

O Grupo de Tea-
tro Amador (o GTA) da Arcor estreou a peça «O Avarento», de Molière, a 4 de Fevereiro de 2012 e fez a sua última represen-
tação a 5 de Maio do mesmo ano. Há 7 anos!
O grupo foi en-
cenado por Rui Fernandes, actual secretário da direcção da Arcor, e encerrou a época (e o teatro) três meses depois, depois de se apresentar, apenas, em Espinhel, Palhaça e Recardães e, final-
mente, no seu Salão Cultural. 
Até hoje, precisamente..., e hoje se passam exactamente 7 anos sobre esse indesejável... «adeus».
Salão Cultural ja agora - e lembrando afirmações oficiais de direcções da Arcor - foi construído expressamente para, imaginem..., para a Secção de Teatro!
Mas, nos últimos anos, infelizmente e em termos de espectáculos e cultura, tem sido usado pela... Tuna Musical, a que modernamente chamam Associação Filarmónica de Óis da Ribeira.
O que, de resto, acontecerá na tarde de hoje e uma vez mais!
Mário Marques e M. Soares

Presidentes, homens
e mulheres da Secçã
de Teatro da Arcor 

A direcção desse ano de 2012 era presidida por Manuel Soares, também presidente em 2013, em 2014, em 2015 e em parte de 2016. Mário Marques preside desde e2017, em 2018 e neste ano de 2019.
A desculpa para o «funeral» do teatro da Arcor tem sido sempre a mesma e citamos as direcções: «Mais uma vez não foi possível encontrar um ou mais responsáveis com competências nesta área e com disponibilidade para o efeito», como se costuma ler nos relatórios associativos.
Só por acaso, relembramos que:
1 - O actual secretário da direcção, Rui Fernandes, foi o ensaiador/encenador da peça de há 7 anos.
2 -  O vogal Carlos Pereira também era membro da Secção de Teatro, muitos e muitos anos seguidos
3 - Lurdes Fernandes, a sua esposa, é também «veterana» do GTA, como «ponto» de muitas peças apresentadas. 
Há mais afinidades teatrais nos actuais órgãos sociais da Arcor
4 - Cristina Soares é presidente do conselho fiscal da Arcor e foi actriz do Grupo de Amigos de Óis da Ribeira (GAOR), que em 2004 se apresentou como alternativa ao projecto teatral do GTA. 
5 - Maria de Fátima Figueiredo dos Reis, 1º. vogal do mesmo CF, foi actriz do GTA durante muitos anos. 
6 - Paulo Gomes (Pássaro),suplente da direcção da Arcor e agora ligado à Secção de Canoagem, foi actor do GTA durante muitos anos. Integrou o último elenco (o de 2012). 
7 - Paulo Rogério Framegas, suplente da direcção, foi membro do GTA durante muitos anos e está ligado à canoagem da Arcor. 
8 - Romeu Fernandes, também da Secção de Canoagem, fez parte do elenco teatral de 2012. 
Há, pois, pelo menos 8 actuais ribeirenses íntimos dos órgãos sociais da Arcor que tem «carreira» no teatro amador. Não se entende, por mais esta razão, esta morte confirmada da histórica tradição cultural de Óis da Ribeira. É pena!
Mas, pronto, é a vida. E, no caso, a morte do teatro da Arcor e de Óis da Ribeira. 

sábado, maio 04, 2019

Buracos nas ruas d´Óis...


E atão pergunta um Zé a outro Zé, ambos  dóis e fartos dengolirem tanto pó nas ruas Manuel Tavares, da Pateira e António Bernardino, mais a do Serrado, a dos Aidos e a de Santo António e sem terem quem, das partes dos poderes constituídos. dê alguma explicação que se veja:
- Óme, atão proqué tanto pó e tantes buraques nas ruas dóis? Já tamos todes fartes disse, pá...
Responde o Zé ao outro Zé:
- Atão óme, é proqué mesme assim...
- E nã há manêra de evitar isse, assim tanto buraco praí, óme?
- Olha, atira-te pra dentre dele e já o tapas!

A Junta não sabe onde fica a sede da (des)União de Freguesias

A Junta de Freguesia diz que a sede da Junta
de Freguesia da (des)União de TravassÓis é
na Rua da Ponte. Não é. Nem existe esta rua
em Óis da Ribeira.

A Junta de Freguesia da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira, presida pelo ambicioso Sérgio Neves, to-mou posse há precisamente 2 meses e optou pela dita arru-mação informática interna, em detrimento e desfavor das pequenas-grandes coisas do interesse geral e do dia-a-dia que afecta as pessoas.
São opções de quem detém o poder e o exerce.
Temos de respeitar.
Alegadamente, terá feito e pin-tado umas coisas, lá pela casa da Delegação de Travassô (a acreditar na propaganda ofi-
cial...), deixando para trás, to-
davia, o que o povo mais reclama: por exemplo, a limpeza dos espaços públicos (ruas, valetas, passeios e 
parques, os dois cemité-
rios também), a manu-
tenção dos seus bens patrimoniais. Por exemplo, a sede da União, a casa da Rua Adolfo Pires dos Reis, as pro-
priedades rústicas. E são muitas em OdR, de cultivos a baldios.
Já nem falamos, nem queremos falar, das muitas e todas fanta-
sias anunciadas nas 15 multiplicadas propostas do seu manifesto eleitoral das intercalares de 24 de Fevereiro de 2019. Promessas, no geral, para as calendas.
Hoje, dia 4 de Maio de 2019, se passam 2 meses desde a posse dos eleitos da Junta e da Assembleia de Freguesia de Travassô e Óis da Ribeira e, tirando o corte de ervas do ajardinado da casa mortuária e do parque de estacionamento da Igreja, não conhe-
cemos outra coisa que se tenha feito por terras da vila de OdR.
Teve mais intervenções?
Desconhecemos.
Nem a página oficial de propaganda do debutante executivo qualquer referência faz. Ora, se assim é, nada há.
A sede da UFTOR fica no lardo do Centro So-
cial e não na Rua da Ponte. Esta, nem existe!

A Junta não sabe a
rua onde fica a sede

O executivo liderado pelo ambicioso presidente Sér-
gio Neves não conhece Óis da Ribeira.
Aparentemente, mal sabe onde fica OdR. Ou faz que não sabe. E, presumivel-
mente, andará mal informado, pelo menos deficientemente escla-
recido, sobre a realidade e a actualidade ribeirense. 
Esteve em Óis da Ribeira para capitalizar votos e depois, por qualquer estranha magia, foi (vai) esquecendo o que disse e prometeu. Até ao momento.
O executivo da JF da UFTOR, na verdade, ignora, ou faz que ignora, a história e a geografia de Óis da Ribeira.
Não conhece Óis da Ribeira. Ou faz que não conhece.
Nem sabe, vejam só..., em que rua fica a sede da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira. Que é em Óis da Ribeira. 
Ignora-a.
Querem um exemplo?
Leiam o panfletário e desproporcionado cartaz que anuncia o novo horário dos serviços da Junta de Freguesia. Onde diz que fica a sede da União de Freguesias?
Pois bem, segundo a JF da UFTOR e reparem no cartaz e no destaque que se vê acima, fica na Rua da Ponte.
Rua da Ponte?

Junta «põe» a sede em
rua que não existe ?

Ora, sejamos francos e elucidemos os debutantes autarcas executivos  travas-
sÓisenses: não há, em Óis da Ribeira, nenhuma Rua da Ponte.
A rua a que, presumivelmente, a Junta de Freguesia do presidente Sérgio Ne-
ves identifica como Rua da Ponte é a Rua Jacinto Bernardo Hen-
riques. Onde, nesta, se situa a sede da Tuna / AFOR! 
Mais que isso: a sede da UFTOR não fica, sequer, nesta rua. Fica no Largo do Centro Social, num magnífico edifício construído nos primeiros anos do Século XX, pela vontade empreendedora dos autarcas e do povo de Óis da Ribeira.
Sejamos claros e rigorosos: a sede da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira fica no largo do Centro Social, em Óis da Ribeira. A mesma sede onde o debutante presidente da Junta de Freguesia já presidiu a muitas e históricas Assembleias de Freguesia. Esqueceu?
A sede da UFTOR é a da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira e lá está instalada desde 2004. Há 15 anos!
Estes lapsos, chamemos-lhe assim, revelam uma relapsa displiscência, ou aparente ignorância..., para não lhe chamarmos outra coisa. Parece até que revelam um certo desdém por OdR. Que os eleitos oisdaribeirenses olímpicamente aceitam.

sexta-feira, maio 03, 2019

Aterro do Surpel ocupado com inertes de empresa privada

O aterro do Surpel é público mas está ocupado por privados
O aterro esteve para ser destinado a habitação social e a 
escola. É depósito de inertes privados

O aterro da Jun-
ta de Freguesia de Óis da Ribei-
ra, no limite com a de Espinhel e no Surpel, foi «invadido» com montes de terra, das valas das re-des de sanea-
mento. Não sa-
bemos se tam-
bém das águas.
O que equivale por dizer que o espaço, que é público - não esqueçamos... - vai ficar inabilitado para o que quer que seja, por muitos e muitos anos.
O espaço já teve dois destinos oficiais, pelo menos dois..., mas infelizmente nenhum deles concretizado:
1 - HABITAÇÃO SOCIAL, 
num projecto que chegou a ser anunciado pela Junta de Fre-
guesia de Óis da Ribeira do presidente Fernando Pires.  
A 3 de Julho de 2004, não tarda a passarem 15 anos, o site «Óis da Ribeira | Notícias curiosidades e histórias», de Luís Neves - ver AQUI -, citando o site do Padre Júlio Grangeia, dava conta que «o loteamento Surpel, em Ois da Ribeira, para onde a Câmara Municipal de Águeda está a projectar a construção de habitação social, está em fase de exposição pública nos Paços do Concelho».
Explicava que «fica justamente no limite com a freguesia de Espinhel e envolverá, provavelmente, a construção de oito fogos da chamada habitação social a custos controlados» e concluía que «os interessados podem consultar o projecto, devendo dirigir-se ao serviço de atendimento da Câmara Municipal».
2 - PÓLO EDUCATIVO
Integrado Pateira Nascente.
O d´Óis Por Três, a 17 de Setembro de 2007, anunciava  (ver AQUI) que «o Pólo Educativo Integrado Pateira Nascente inclui as fre-
guesias de Espinhel, Óis da Ribeira e Travassô», e que, precisava, «tem como virtude estar no meio e a Junta de Freguesia oferece o terreno».
A Junta de Freguesia de Óis da Ribeiram, bem entendido.
«Nada mais acertado que ser construído aqui, no alto do Surpel, na fronteira entre Óis e Espinhel. Na variante. Está certo?», acrescentava o d´Óis Por Três.
Neste caso, os srs. presidentes de Junta de Freguesia não se entenderam e o Pólo Educativo ficou a ser visto pelo canudo do infinito, em dia de S. Nunca à Tarde.

Aterro público
é depósito
de... inertes privados

O espaço não foi para escola, nem para habitação social e é agora depósito dos inertes das valas das redes de saneamento, pelo menos, talvez também das águas. O que deu, seguramente, grande jeito ao empreiteiro - que, ali à mão de despejar, lá descarregou o que teria de transportar sabe-se lá para onde e com muito mais custos.
Mas quem é que o autorizou?
Alguém o autorizou?
E a que preço?
Em que condições? Que até poderão ser vantajosas, não se sabe.
Quando a Junta de Freguesia da União de Freguesias precisar do espaço, quem o vai limpar?
E a que custo?
Em nome do zelo e da transparência da actividade e gestão da coisa pública, a Junta de Freguesia já deveria ter anunciado e explicado ao povo as condições do uso de um bem público por uma instituição privada.
Mas os canais do poder só servem (só tem servido) para a propaganda da praxe política.

quinta-feira, maio 02, 2019

O parque abandonado do sul da pateira de Óis da Ribeira

O parque sul da pateira na manhã de 1 de Maio de 2019

O ponto 2  do chamado Pro-
jecto Político do PSD para Tra-
vassô e Óis da Ribeira, nas re-
centes eleições intercalares da (des)União inte-
gralmente dedi-
cado ao parque da pateira. Um dos mais conhecidos pontos turísticos de Águeda.
E o que disseram Sérgio & Companhia, da (des)União de Fre-
guesias, na sua propaganda eleitoral?
Pois, e citamos, fizeram a promessa de «recuperação de todas a zona verde, construção de balneários/WC, bar de apoio e parque de caravanas, renovação do parque infantil, plantação de mais árvores e espécies autóctones (curiosamente, trabalhos do projecto do OPP´J Liga-te à Pateira, nada que tenha a ver com a Junta), ampliação do número de mesas e bancos de madeira, aplicação de caixotes do lixo, parque de jogos, remodelação e ampliação das churrasqueiras e beneficiação das condições de iluminação».
Aparentemente, o projecto só pensou (se alguma coisa pensou) na zona norte da margem de Óis da Ribeira.
Só que há uma zona sul, a que as duas imagens documentam.
Como se vê, zonas verdes não faltam. 
Sobem ervas já por entre os bancos e sobre as mesas.
E a erva cresce, cresce, cresce...
O que não fica muito bem num espaço muito frequentado, mas que está manifestamente abandonado pelo poder local, como estão outros pontos de interesse público de Óis da Ribeira. O que não é nada bom e não fica bem ao poder local!

quarta-feira, maio 01, 2019

Festa de Nossa Senhora de Fátima em Óis da Ribeira


A festa em honra de Nossa Senhora de Fátima, em Óis da Ribeira, vai realizar-se nos dias 17, 18 e 19 de Maio de 2019.
A festividade é a única que desde há vários anos se realiza na Paróquia, que esquece, por outro lado, o Santo Padroeiro: Santo Adrião, que se comemora a 8 de Setembro, dia em em as suas relíquias (e de outros mártires) foram trasladadas para Roma. E algumas vezes, contemporaneamente, foi festejado em Óis da Ribeira. Há paróquias, porém, que o evocam a 4 de Março, dia
Santo Adrião
do seu martírio em 304 (ou 306), tinha 28 anos, sendo, ele e outros mártires cristãos, enterra-
dos em Argiropolis, território da actual Turquia.

Três dias de festa

O programa da festa de Nossa Senhora de Fátima, em 2019, é o seguinte:
- Dia 17, sexta-feira: Procissão das Velas, ás 20,30 horas, pelas ruas da Paróquia.
- Dia 18, sábado: Música ambiente (durante todo o dia) e actuação do grupo musical «Lux», de Sever do Vouga (às 22 horas).
- Dia 19, domingo: Arruada da Tuna / Associação Filarmónica de Óis da Ribeira (8 horas), missa solene e procissão (10,15 horas), concerto da Tuna /AFOR e entrega do ramo (17) e baile/concerto do grupo Kapittal», de Sever do Vouga (21,30).

Equipamento móvel da Junta de Freguesia de TravassÓis...

A carrinha e o multi-usos da Junta de Freguesia
O equipamento móvel

A página de propaganda oficial facebookiana da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira veio anunciar o teste a «um novo equipamento de apoio às actividades da nossa Freguesia».

O post autárquico explica que se trata de «um equipamento móvel que não tínhamos e que permite lavar, regar, (ter?) kit incêndios de pequenas dimensões e aplicar herbicidas para controlo de infestantes».
A mensagem autárquica esclarece ainda e também que «com o aproveitamento de um tanque existente, conseguimos obter um equipamento que permite ajudar em várias funções, ao dispor de todos». E agradece a Nuno Oliveira, pela «disponibilidade e ajuda na construção deste equipamento».
«Vamos melhorando, passo a passo», conclui a página oficial do presidente Sérgio Neves.