sábado, outubro 21, 2017

A representatividade, a habilidade, o mais natural e lógico..

Acção de propaganda dos Juntos em Óis da Ribeira: nem um ribeirense.
Apenas um residente que, por hábito, diz que, e citamo-lo, «nem sou de Óis!»
Cartaz oficial do Juntos: os 7 primeiros candidatos e
nenhum de OdR. Apenas um residente que faz questão
de dizer que não é de Óis. Pois não, é de Espinhel!

A questão da representatividade resultante dos votos tem o que se lhe diga! Foi, todavia, o argumento usado por Mário Martins (eleito do Juntos) para chumbar a proposta de Sérgio Neves (do PSD). Para ele (MM), no novo executivo, o executivo presidido pelo social-democrata Sérgio Neves, «terá que haver representatividade».
Já aqui há dias exemplificámos como Mário Martins só segue esta regra que agora exige. Isto é: não segue. Segue quando lhe con-
vém. O melhor exemplo foi a sua proposta para que Sérgio Neves, do PSD e o presidente eleito, tivesse de aceitar um executivo com dois eleitos do Juntos.
Proposta que, recordemos, foi aprovada pelo Juntos (4 votos) e pelo PS (um voto).

Voltemos à falada 
representatividade:

1 - Votaram 1404 eleitores em Travassô e Óis da Ribeira.
2 - Travassô, nas suas 2 mesas eleitorais, registou 953 votantes, sensivelmente 2/3 do total. Exactamente 67,87%.
3 - Óis da Ribeira teve 451 votantes, na sua única mesa, o que significa cerca de 1/3 do total (32,13%).

O raciocínio da representatividade 
assenta nos números reais,
com contas facílimas de fazer:

4 - Travassô, com 2/3 dos votantes, terá dois eleitos no executivo.
5 - Óis da Ribeira, com 1/3 dos votantes, terá um eleito no executivo.

Ora, o que fez o sr. Mário Martins no
 executivo eleito em 2013?

6 - Formou um executivo com três candidatos de Travassô: ele próprio (presidente), Horácio Santos e Marta Morais.

O que propôs Mário Martins, de voz viva e na Assembleia de Freguesia de 13 de Outubro e para o mandato de 2017/2020?

7 - Que o trio do executivo presidido por Sérgio Neves (PSD), o vencedor das eleições autárquicas de 1 de Outubro, incluísse 2 eleitos do Juntos.

Então, cadé a representatividade? Fica em maioria quem perdeu e em minoria quem, a merecer ou não, teve a vitória eleitoral? 
* 2x3: Este exercício de lógica nada tem a favor ou contra 
qualquer das listas, ou os seus candidatos. Cada qual usa
os seus argumentos como bem entende e pode.
O d´Óis Por Três apenas, e tão só, regista factos.

sexta-feira, outubro 20, 2017

Concurso de Papas na Arcor ganho por Fundação de Valongo


A Fundação Nossa Senhora da Conceição, de Valongo do Vouga, foi a vencedora do XI Concurso de Papas de Abóbora que ontem decorreu na Arcor.
A iniciativa, organizada em simultâneo pela Arcor, Jardim Social de
Travassô, Arco-Íris de Paradela e Centro Social e Paroquial da Borralha, teve a participação de 14 IPSS´s da região.
O Paraíso Social de Aguada de Baixo ficou em segundo lugar e, em terceiro, o Centro Social e Paroquial da Borralha.
O programa incluiu actuações corais  (de grupos das UPSS´s) e a participação do autor e cantor popular Chula de Águeda.
A destacar o clima festivo do encontro que, para os menos jovens, fez recordar do seus bons velhos tempos, quando agricultavam a terra, de sol a sol, e dela tiravam o sustento diário da família. E também estes saborosos produtos naturais, como a abóbora, que dava (e dá) as papas!

Os votos ganhos, os mandatos, os cartuchos passados às oposições....

Os resultados eleitorais de TravassÓis em 2017 (em cima) e 2013 (em baixo).

A imprensa da Águeda desta semana fala e reporta o imbróglio em que se encontra a Junta de Freguesia de Travassô e Óis da Ribeira (TravassÓis), sem eleger os dois vogais para o executivo - nas absurdas circunstâncias que aqui já se relataram.
Sérgio Neves, o presidente eleito, reclama que o deixem trabalhar. Onde é que já ouvimos isto? E manifesta «a maior preocupação com a verba da Administração Regional de Saúde do Centro para a construção do novo posto médico, que está suspensa», disse, acrescentando que «é válida até Dezembro» e afirmando-se «disponível para negociar».
Negociar com quem? Com a ARSC ou com a oposição?
Selecto é o argumento de Mário Martins, o presidente e candidato derrotado, dizendo «desconhecer a legalidade» da última decisão de Sérgio Neves e admitindo que «terá de ser uma instância supe-
rior a decidir» a questão. Qual questão? A da ARSC ou a da eleição dos vogais da Junta de Freguesia, que por duas vezes ajudou a chumbar?
Curiosa é a sua argumentação quando à formação do novo executivo, «saído» das eleições de 1 de Outubro: «Mais de 50% do eleitorado não votou PSD». E acrescenta que no novo executivo «terá de haver representatividade». 
Então, qual foi a representatividade que deu às oposições nos seus executivos? Que cartucho passou às oposições? O que (não) respondeu à oposição (PSD) e aos eleitos de OdR no mandato que agora terminou?
Quando há 8 dias, dia 13 de Outubro de 2017, propôs 2 eleitos do Juntos para vogais de um executivo de 3 estava a pensar na representatividade de que força política?
A rapaziada que andou a votos devia pensar nestas coisas! Nestes exemplos, nestes malabarismos... Ou não?

quinta-feira, outubro 19, 2017

O que valem os votos de Óis da Ribeira?!...

O PS tem vindo a perder votos em
Óis da Ribeira, onde por três vezes
já deteve a Junta de Freguesia
Sérgio Neves
(PSD)
O PSD de Sérgio Neves venceu na Mesa Eleitoral de Óis da Ribeira. Teve 207 votos. O PS foi a segunda força mais votada, com 102. O Juntos teve 100 e a CDU ficou-se pelos 12.
O PSD revalidou a vitória eleitoral
O PSD vence em Óis da Ribeira, para a Junta
de Freguesia, desde as eleições de 1985
de 2013, quando teve 227 votos - mais 20 que os de 2017 (207). O PS teve menos 80 em 2017 (102) que em 2013 (182) , muito por consequência da deserção de Mário Mar-
tins e Companhia para a lista do Juntos.

Indo mais atrás, às eleições autárquicas de 2009, o PS (e continuamos a falar dos resultados de Óis da Ribeira) teve então 220 votos, numas eleições absolutamente bipolarizadas (até porque só havia 2 listas, a do PSD e a do PS), quando a socialista Carla Tavares de candidatou à presidência da Junta de Freguesia, perdendo para o PSD de Fernando Pires (277).

Há aqui aspectos a referenciar:

1 - O PSD mantém o nível de votação entre os 277 votos de Fernando Pires (em 2009) e os 227 que Sérgio Neves arrecadou em 2013 e em 2017. Menos 50.
2 - Os 50 votos são, porém, um número percentualmente elevado, relativamente aos 510 votantes de 2009 (menos de 10%) e os 451 de 2013 (mais de 11%).
3 - O PS desceu nos dois últimos actos eleitorais autárquicos locais: dos 220 votos de Carla Tavares (em 2009) para os 182 de Mário Martins (menos 38, em 2013) e os 102 de Júlia Melo (menos 118, em 2017). 
4 - A votação no PS, em Óis da Ribeira, desceu 46,36% de 2009 para 2017.
5 - Desceu 27,27% de 2009 para 2013.
Acrescentemos o «fenómeno» Juntos, a terceira força mais votada em Óis da Ribeira: teve 100 votos, 22,22% dos votos entrados nas urnas.
Talvez seja interessante, para a rapaziada que por aí anda envolvida em golpadas palacianas, ponderar estas realidades. Os números valem mais que muitas aldrabices e estratégias. 

quarta-feira, outubro 18, 2017

Concurso de Papas de Abóbora na Arcor

As senhoras da Arcor prepararam as nozes para o bolo do Dia Mundial da Alimentação.
O salão já está pronto (em baixo) para o concurso de papas de abóbora

A Arcor vai ser espaço, já ama-
nhã (dia 19 de Outubro de 2016), para o 11º. Concurso de Papas de Abó-
bora, envolven-
do 14 IPSS´s da região.
A organização da iniciativa, já tradicional entre o movimento so-
cial (já na dita 11ª. edição) tem chancela, para além da Arcor, do Jardim Social de Travassô, do Centro Social Arco-Íris (de Para-
dela) e do Centro Social e Paroquial da Borralha. 
A 16 de Outubro, anteontem, entretanto, a Arcor comemorou o Dia Mundial da Alimentação. Os idosos ajudaram a preparar as nozes do quintal para confeccionar um bolo (com aveia e maçãs) e as crianças da creche e do pré-escolar pintaram desenhos de alimentos. 
Os utentes, todos eles, receberam folhetos com interessantes conselhos para uma alimentação mais saudável. 

As guerrilhas políticas de Travassô...

Junta de Freguesia de Travassô

A guerrilha política que, lastimavelmente, se vive na União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira, não é novidade por terras de Santos Mártires e do Judas: em 1993 partiram-se cacos por tudo quando era canto político travas-
sonense e a Junta de Freguesia foi dividida  
Aníbal Pires 
de Almeida
(CDS)

Mário Martins
(CDS, PS e
Juntos)

por três partidos: a presidência para Aníbal Pires (do CDS), com os vogais Mário Pires, o tio (do PSD), e Victor Coelho (do PS).
As eleições foram ganhas por Aníbal Pires, do CDS, com 373 votos. Apenas mais 7 que o tio Mário Pires (do PSD). E mais 251 que o PS de Victor Coelho (142).
A «coisa» deu para o torto, como era imaginável. A sociedade política de Travassô não gosta de consensos e assim foi. Os sangues partidários, para alguns, valem muito mais que o interesse colectivo. Há judiarias centenárias que são imortais.
Os eleitos de 1993 não se entenderam na formação do executivo e a salomónica deliberação da Assembleia de Freguesia foi dividir o poder pelas aldeias (pelos partidos). Um lugar para ti, outro para mim, outro para aquele. A coisa, todavia, deu para o torto, como era mais que expectável, e a turbulência política alargou-se aos 4 anos do mandato. Judiarias!
O presidente Aníbal Pires, entretanto, recandidatou-se em 1997 e ganhou (com 579 votos) com larga vantagem sobre o PSD do mesmo Mário Pires (328, menos 251) e o PS de Victor Coelho (apenas 73, menos 506!).
Nome comum dessas duas eleições e das de 2017, coincidência, é Mário Martins, que foi quarto da lista do CDS em 1993 e terceiro em 1997. Com a auto-demissão de Aníbal Pires, assumiu a presidência até 2017, passando pelo PS e agora pelo Juntos.

Volatização do PS


O PS foi sempre o principal (ou único) sacrificado da guerrilha partidária de Travassô. Como exemplo, dos 142 votos de 1993, desceu para os 73 de 1997. Com o mesmo candidato, Victor Coelho. Menos 69. Perdeu metade dos eleitores, volatizou-se, foi «vítima» da bipolarização CDS/PSD.
Os socialistas, numa daquelas mágicas muito fertéis na política, reapareceram em 2005,  em Travassô, quando foram «porto eleitoral» das ambições desmedidas de Mário Martins, que na altura se «evadiu» do CDS. Em 2017, quando MM se «deslocou» para o movimento independente Juntos, surgiu Júlia Melo e arrecadou um mandato.
Como será nas eventuais eleições de Março/Abril de 2018, com a previsível bipolarização PSD/Juntos? 

terça-feira, outubro 17, 2017

As prováveis próximas eleições e os votos dos partidos...




O cenário de novas elei-
ções para a Assembleia de Freguesia de Travassô e Óis da Ribeira afigura-se claramente inevitável. As posições assumidas pelos eleitos do movi-
mento independente Juntos (4) e PS (1) não deixam quaisquer dúvidas: tudo farão, como já fizeram, para fazer «cair» Sérgio Neves (PSD) da presidência da Junta de Freguesia.
A sessão da Assembleia de Freguesia marcada para o dia 27 de Outubro de 2017 será mais do mesmo, da de ontem e da da passada sexta-feira, dia 13: chumbo da proposta da lista ganhadora, a de Sérgio Neves, e nomeação posterior de comissão administrativa (pela Câmara Municipal de Águeda) e eleições dentro de pouco mais de 5 meses. Mais ou menos.
É o cenário mais que presumido, a não ser que germinem negociações noutro sentido, o que parece improvável, pelo extremar de posições já conhecidas - de parte a parte.


Os votos autárquicos
de 1 de Outubro

Em caso de novas eleições, é interessante reparar nos votos do passado dia 1 de Outubro, na União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira, para que se possam fazer algumas previsões, com base, precisamente nesses dados, ainda tão actuais e fresquinhos:
- Partido Social Democrata (PSD), de Sérgio Edgar da Costa Neves: 570, ou 41,10%.  Elegeu 4 mandatos.
- Juntos, Movimento Independente de T&OdR, de Mário Ramos Martins: 505, ou 35,97%. Elegeu 4 mandatos.
- Partido Socialista (PS), de Maria Júlia Pinheiro de Melo: 219, ou 15,60%. Elegeu um mandato.
- CDU, de Aníbal Marques Saraiva: 27, ou 1,92%. Sem eleito.
- Brancos: 40 votos, ou 2,85%.
- Nulos: 36 votos, ou 2,56%.
Em cenário de novas eleições, repetir-se-ão estas votações?
O d´Óis Por Três não é especialista em politologia, muito menos de futurologia, mas não parece difícil «adivinhar» que o acto eleitoral irá ser bipolarizado. 
Entre o PSD e o Juntos.
Quer isto dizer, em palavra franca, que a votação do PS poderá ser marginal e que, se a 1 de Outubro elegeu um(a) candidato(a), ficou, todavia, a 176 de eleger o segundo (relativamente ao PSD) e 143 do Juntos.
Teve 219 votos, com diferença de 76 para o segundo eleito do PSD. Ora, estamos a falar de uma «deslocação» de apenas 39 votos para os «laranjas» e estes elegerão o quinto candidato - caso mantenham os mesmos 570 votos.
Mais fácil será a vida do Juntos pois, relativamente ao PS, apenas precisa de recuperar 33, mantendo os mesmos 505 (+33). E elegerá o quinto mandato e ganha maioria na Assembleia de Freguesia.
Parecem contas de «sumir», o PS não vai desaparecer, é evidente, mas presumidamente irá perder votos.
Será assim? A ver vamos!

segunda-feira, outubro 16, 2017

TravassÓis sem Junta de Freguesia, Juntos e PS continuam aliados...


A Assembleia de Freguesia de Travassô e Óis da Ribeira (Tra-
vassÓis) con-
cluiu ontem os trabalhos ini-
ciados na sexta-feira, dia 13 - dia de azar. Mas voltou a não eleger os dois vogais do executivo (secretário e tesoureiro). Isto é: não há Junta de Freguesia.
O d´Óis Por Três sabe que o presidente Sérgio Neves começou por esclarecer algumas irregularidades da primeira parte da ses-
são (no dia 13) e precisou, citando o legislado, que só ele poderia apresentar lista. E assim foi, anunciando a sua reincidente pro-
posta de eleitos para o executivo da Junta: Manuel Almeida (Capitão) e Ilda Pinheiro. Os mesmos nomes.
Os mesmos nomes e o mesmo «chumbo»: 4 votos a favor (os do PSD) e 5 contra (4 do Juntos e um do PS).
A sessão acabou ali, com mais de uma centena de pessoas a as-
sistir e a ouvirem Sérgio Neves, ainda, a anunciar nova sessão da Assembleia de Freguesia para as 21 horas de Outubro de 2017. 
Assembleia para ultrapassar a crise, «desfazendo» a aliança do PS com o Juntos (ex-PS´s?).
É o que se irá ver, mas façamos como S. Tomé: ver para crer. 
O mais expectável é que se repita o «casamento» de ex-socia-
listas e a única eleita socialista. Portanto, novo «chumbo» 
O que acontecerá depois? 
O que o d´Óis Por Três antecipou a 12 de Outubro (ver AQUI): a Câmara Municipal de Águeda nomeia uma comissão adminis-
trativa de três membros e marca de novas eleições.  
A constituição da comissão administrativa deverá ter em conta os resultados da eleição para a Assembleia de Freguesia. Substituirá os órgãos da freguesia e não poderá exercer funções por prazo superior a 6 meses. As novas eleições devem realizar-se até 70 dias antes dos 6 meses.

domingo, outubro 15, 2017

Assembleia de Freguesia de TravassÓis, parte 2!


A segunda parte da Assembleia de Freguesia de posse dos eleitos da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira começa logo, às 21 horas de 15 de Outubro de 2017, mas, para sermos razoáveis, não há grande expectativa sobre os actos a concluir.
O chamado Poder Local travassÓisense está num buraco, enterrado até às orelhas, sem saída e sem honra!
Os vencedores não souberam ganhar.
E muito menos, estando sem maioria na AFTOR, souberam negociar o que tinham a negociar, sem estados de alma e/ou ressentimentos pessoais (ou outros), para garantir estabilidade da governação.
Os vencidos não souberam perder e, fanatizados e não menos ressentidos, suportando-se numa lei de autarquias que é obsoleta, fazem finca-pé e, vingando-se da vontade do povo, estendem armadilhas aos eleitos sem maioria.
Há outros que, reduzidos ao pouco que valem, esse pouco querem multiplicar desmedidamente, até com despudor. 
É esta a imagem do poder local e da mediocridade que campeia entre gente que supostamente se candidata para servir as suas comunidades, mas em certas horas assume defender, isso sim e apenas, os seus interesses pessoais, a sua ambição de poder.
Que cada um dos 9 eleitos que logo retomam a Assembleia de Freguesia leia, antes, o seu manifesto eleitoral, ponha um espelho à frente e se interrogue: o que fiz na noite de 6ª.-feira, dia 13 de Outubro da 2017, corresponde ao que aqui prometi ao povo de Travassô e Óis da Ribeira?

sábado, outubro 14, 2017

Inauguração da ponte nova de Óis da Ribeira

A inauguração da ponte não atraiu muito povo

Gil Nadais e Jorge Almeida descerraram  as placas

O presidente da Câmara Muni-
cipal de Águeda inaugurou hoje, 14 de Outubro de 2017 e oficial-
mente, a nova ponte de Óis da Ribeira.
Gil Nadais fez-se acompanhar pe-
lo ainda vice-presidente e futuro presi-
O povo na inauguração da ponte nova
dente da Câma-
ra, Jorge Almei-
da, e pelos
 vereadores João Clemente e Edson Santos, mas o acontecimento passou pratica-
mente desperce-
bido das populações locais - ora de Óis da Ribeira, ora de Cabanões, ora de Travassô, como se pode ver nas imagens. Eventualmente, por desconhecimento do acto. Muito pouca gente sabia.
A ponte está aberta ao púbico desde o dia 21 de Outubro de 2016, depois de quase três anos de verdadeiro martírio para os habituais utentes do troço, no período entre o desaparecimento do aterro e a conclusão das obras (com uma falência pelo meio).

Sexta-feira, 13, dia de azar: Não há Junta de Freguesia!




«A Assembleia de Freguesia de Tra-
vassô e Óis da Ribeira empossou, ontem à noite, os eleitos de 1 de Outubro mas não elegeu a Junta de Freguesia.
O presidente eleito, Sérgio Neves, propôs Manuel Almeida (Capitão) e Ilda Melo, ambos do PSD, para vogais do executivo que lidera(rá), mas a proposta foi chumbada: 4 votos a favor (do PSD) e 5 contra (4 do Juntos e um dos PS).
Aceitou uma proposta de Mário Martins, com a entrada de António Horácio Tavares e José Garcia, ambos do Juntos, para o seu executivo. Foi aprovada: 5 fotos a favor (4 do Juntos e um do PS) e 4 contra (do PSD).
Sérgio Neves, porém, não a aceitou.
Voltou a sugerir duas propostas: uma, com Manuel Duarte e Ilda Pinheiro, a A (a mesma), e outra com Manuel Almeida e Marta Morais, do Juntos (que não estava, substituída na sessão por Filipe Almeida). A B.
Não chegaram a  ser votadas e a Assembleia foi suspensa. Volta  a reunir às 21 horas de amanhã, domingo.
Tudo isto é surreal, uma desavença que galga as moléstias pessoais, passa para o exercício do magistério autárquico e prejudica o interesse público.
Há gente que devia ter vergonha!
E pura e simplesmente «despedir-se» da vida pública!
Sem comentários!».


sexta-feira, outubro 13, 2017

Sexta-feira, dia 13, dia de azar ou de sorte para a Junta de TravassÓis...

Óis da Ribeira: sede da União de Freguesias
de Travassô e Óis da Ribeira


O dia de hoje, sexta-feira de Outubro de 2017,  dia 13 (dia de azar) é tempo para a instalação da nova Assembleia de Freguesia da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira, que o povo, carinhosamente, baptizou de TravassÓis!
A crendice popular leva a acreditar que uma sexta-feira dia 13 de qualquer mês é considerada como um dia de azar. É conside-rado de má sorte, um número irregular e sinal de infortúnio. A sexta-feira foi o dia em que 
Ilda Pinheiro (PSD)
Sérgio Almeida (PSD)
Jesus Cristo foi crucificado e também é considerado um dia de azar. 
Somando o dia da semana de azar (sexta-feira) com o número de azar (13) tem-se em tradição que é o mais azarado dos dias. 
Será que para a política local travassÓisense o dia de hoje, que é sexta-feira, dia 13  (de Outubro de 2017), vai ser dia 
Júlia Pinheiro e Alexandre
Resende Pires (PS)
de azar? Ou de sorte? 
Hoje é dia de votos e cada qual acredita nos seus... votados. 
Os 9 eleitos da Assembleia de Fregue-
sia vão ser empossados e, se não hou-
ver azar, elegerão a Mesa e o executivo da Junta. E subirão mais três candida-
tos de 1 de Outubro.
Alguns deles são maçaricos na função e pisarão o chão do salão nobre da sede da União de Freguesias de Travassô e Óis da 
 
Sara Silva (PSD)
José Garcia (J)
Ribeira, em Óis da Ribeira, pela primeira vez: a socialista Júlia Melo, os sociais-democratas Ilda Pinheiro e Sérgio Almeida e o juntista José Garcia. Ilda Pinheiro, note-se, já pisou outro palco da democracia autárquica local - em Travassô, como candidata a presidente da Junta de Freguesia. Debutantes poderão ser, também, mas dependentemente do que logo se votar na Assembleia de instalação dos eleitos de 1 de Outubro: a social-democrata Sara Silva (filha de António Cruz e Silva) e o socialista Alexandre Pires.
Não será o caso de Paulo Pires e/ou Germano Venade (ambos
do PSD e que integraram a última Assembleia de Freguesia).
Quem sabe o que logo vai  acontecer?! Às 21 horas e na sede 
da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira, em Óis 
da Ribeira.
Que tudo seja bem melhor que no mandato que agora termina. 
Que esta sexta-feira, dia 13, não fique para para o futuro 
como um dia de azar para o poder local.

quinta-feira, outubro 12, 2017

Junta de TravassÓis, sem maioria (?), é amanhã instalada...

Mesa da Assembleia de Freguesia e Junta de Freguesia do mandato de 2013/17

Manuel Almeida (Capitão) e Sérgio Neves (1º.),
os 2 primeiros da lista do PSD em TravassÓis

A nova Junta de Freguesia de TravassÓis vai ser eleita na Assembleia de Freguesia de 13 de Outubro de 2017. Vai? Logo veremos.
Os trabalhos estão convocados para a sede da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira, em Óis da Ribeira, às 21 horas.
Sede da União de Freguesias
de Travassô e Óis da Ribeira
Começarão com a instalação dos eleitos e a votação para a Mesa da Assembleia de Freguesia (presidente e 2 secretários) e para os vogais do executivo que será presidido por Sérgio Neves.
Aqui é que a porca torce o rabo, para as cores laranjas: governar com tranqui-
lidade e paz política.
Realmente, não será fácil, devido à não maioria de Sérgio Neves e do PSD (4 eleitos), frente aos 4 eleitos do Juntos e um(a) do PS. O futuro presidente do exe-
cutivo, que é o único com lugar garanti-
do, está em desvantagem (4 para 5 eleitos na Assembleia de Freguesia). Terá de negociar, mas com quem?
Há aqui vários quadros:
1 - Ganha a simpatia e o voto do PS e propõe a sua eleita (Júlia Melo) para membro do executivo.
2 - Propõe-a para a presidência da Assembleia de Freguesia.
3 - Propõe um executivo com apenas eleitos do PSD, sujeitando-o à votação. E ao eventual «chumbo».
Aqui (ponto 3) pode até beneficiar da abstenção dos eleitos do Juntos e do PS, mas governará permanentemente em minoria e sujeito aos humores votantes de PS e Juntos.
4 - Acerta-se com o Juntos, o que é muito improvável.
       
Júlia Melo (PS)
O papel de Júlia Melo

A estabilidade do executivo travassÓisense - liderado por Sérgio Edgar da Costa Neves, o mais jovem presidente da Junta de Freguesia de sempre, antes e depois da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira - parece estar, pois, nas mãos, nos nãos ou nos sins e na vontade da eleita Maria Júlia Pinheiro de Melo, do PS. Que, tanto quanto se sabe, «exige» estar no executivo e com liberdade de voto em matérias que ela própria decidirá.
Aceitará a liderança social-democrata esta exigência socialista travassÓisense? 
Sérgio Neves e seus pares é que saberão até que ponto a sua governação poderá/de-
verá ficar dependente  e condicionada pelos eventuais caprichos socialistas, hiper-valorizando o papel de Júlia Melo. Interesses que podem mudar a cada momento, mais ou menos pontual?
Amanhã se verá.


Mário Martins (Juntos)
Os Juntos sem... Junta

Os candidatos do movimento independente Juntos são os grandes derrotados das eleições autárquicas de 1 de Outubro de 2017.
Mário Martins perde uma governação assumida e exercida desde 1998 quando, eleito pelo CDS, substitui Aníbal Pires e, já como nº. 1 da lista e, de novo pelo CDS, foi eleito em 2001/2005 e 2005/2009. Depois, pelo PS em 2009/2013 e, já na União de Freguesias, em 2013/17.
Agora, perdedor(es), surgem vários quadros aos eleitos do movimento independente liderado por Mário Martins:
1 - O Juntos abstém-se nas votações de amanhã e viabiliza a governação de Sérgio Neves.
2 - Vota contra quaisquer propostas que não tenham sido viabilizadas pelo PS de Júlia Melo e implicitamente as chumba, inviabilizando a eleição da Assembleia e, consequentemente, do executivo.


Assembleia (e Junta)
para... intercalares

O PSD, no limite, pode abdicar de qualquer acordo e, pura e simplesmente, não ser eleita a Assembleia de Freguesia e, por via deste facto, a Junta de Freguesia - seja por falta de apresentação de listas ou por estas terem sido rejeitadas.
No caso de falta de apresentação de listas, a Câmara Municipal nomeia uma comissão administrativa, composta por três membros, e marca de novas eleições.  
A constituição da comissão administrativa deverá ter em conta os resultados da eleição para a Assembleia de Freguesia. 
A comissão administrativa substituirá os órgãos da freguesia e não poderá exercer funções por prazo superior a 6 meses. As novas eleições devem realizar-se até 70 dias antes dos 6 meses.


Algumas perguntas

1 - Mário Martins irá assumir o seu mandato na Assembleia de Freguesia?
2 - A assumir, aceitaria ser o presidente da Assembleia de Freguesia, com o voto ou abstenção do PS? E do PSD?
3 - Aceitaria ser membro do executivo liderado por Sérgio Neves?
4 - Admitiria que um membro da sua lista integrasse o executivo de Sérgio Neves?
5 - Sérgio Neves aceitaria governar com um eleito do Juntos no executivo?

quarta-feira, outubro 11, 2017

Escuteiros de Travassô festejam 30 anos em Óis da Ribeira

Escuteiros de Travassô em actividade. À direita, João Reis, que é de Óis da Ribeira. Há
vários ribeirenses integrados no espírito do Agrupamento 853 de Travassô do CNE 


O Agrupamento de Escuteiros nº. 853, de S. Miguel de Travassô, vai comemo-
rar 30 anos a 14 e 15 de Outubro de 2017, na Igreja de Óis da Ribeira.
A concentração está marcada para as 15 horas de sábado, no adro da Igreja. A partir das 17,30 horas, decorrerá a passagem de Secção Adro da Igreja, com apresentação dos Patas-Tenras, o grito «Bom Companheiro», Imaginário das Passagens, a canção «Impele a tua própria canoa», passagem dos Lobitos, acolhimento de Chefe da Unidade II e dos Exploradores aos novos elementos e o Hino do Agrupamento.
O lanche ajantarado está previsto para as 18,30 e a vigília para as 20,25 horas, ainda em Óis da Ribeira.
A concentração de domingo, de novo no Adro da Igreja de Óis da Ribeira, será às 9,45 horas, seguindo-se a celebração da Eucaristia, com Promessas e comemoração dos 30 anos do Agrupamento. Concluirá com o almoço partilhado com familiares e amigos, na Arcor (12,30) e a Canção do Adeus (16). 


Chefe Carlos Santos
Chefe Liseta
 Santos
Um pouco de História 
Chefes Liseta Santos
e José Carlos Santos

O Agrupamento de Escuteiros nº. 853, de S. Miguel de Travassô, foi fundado há 30 anos e teve as primeiras promessas no dia 4 de Outubro de 1987.
A cerimónia foi presidida por D. António Marcelino, Bispo de Aveiro, e o grupo tinha 32 escuteiros. O seu número foi variando ao longo dos anos, mas «sempre com aprendizagens da metodologia e simbolismo do Escutismo e a sua relação com Deus».
A actual Chefe é Maria Liseta Melo Morais e Santos, há muitos anos ligada ao Agrupamento. O actual Chefe Regional da Junta Regional de Escuteiros de Aveiro é José Carlos Esmerado dos Santos, que é de Travassô e também começou no Agrupamento 853. É também o guia da patrulha João Paulo II, foi chefe de Agrupamento do 141 Santa Eulália, em Águeda, e é o responsável pelo Campo Escola de S. Jacinto.

terça-feira, outubro 10, 2017

O que (não) fez, em OdR, a Junta que se candidatou pelos Juntos...

Capa do manifesto eleitoral do PS de 2013, que foi Juntos em 2017.
Promessas, levou-as o vento e o tempo...

A calçada foi iniciada e parada. As pedras fo-
ram arrancadas e levadas para o Surpel. Depois,

foram aplicadas no caminho de Cabanões que

serviu de alternativa ao aterro. E lá ficaram...
A Juntos - Movimento Independente de Travassô e Óis da Ribeira é a única lista candidata nas Eleições Autárquicas de 2017 sobre a qual se podem fazer comparações. Com o manifesto eleitoral de 2013 e porque foi a lista vencedora e esteve(á) no poder desde então.
Apresentou-se, em 2013, pelo PS, mas os candidatos para lugares executivos, em 2017, eram 
praticamente os mesmos. O d´Óis Por Três, por isso, socorreu-se do manifesto de há 4 anos e, só em relação a Óis da Ribeira, vejamos o que não foi cumprido:
1 - Conclusão do alargamento da Rua dos Bacelinhos. Ainda lá está e, valha a verdade, muitas vezes e durante muitos meses seguidos sem sequer ser limpa.
2 - Alargamento da Rua das Bou-
ças. Rua das quê? Está igual.
3 - Alargamento da Rua da La-
goínha. Rua da quê? Está na mesma e não é como a  lesma.
4 - Beneficiação e alargamento 
Rua concluída? Pois sim... bem

pregou Frei Mário!
dos caminhos florestais e agrícolas. Cadé?
5 - Criação de ciclovias. Ciclo quê. Onde estão, para irmos cicloviar?
6 - Construção e melhoria de bermas e valetas. Estamos a falar do passeio do Surpel e dos mini-troços da António Berna? Estão mal começados. Das valetas da Benjamim Soares de Freitas? Louvado seja Deus!
7 - Sinalética. O que houve de
A limpeza das estradas de Óis da Ribeira
novo? A placa de entrada do lado de Espinhel esteve cerca de de 2 anos para ser restaurada. 
8 - Toponímia. Não se topou nada, nadinha mesmo.
9 - Associativismo. Chegou a ser aprovado o regulamento?
10 - Programa Agenda Local 21. Está em agenda.
11 - Triagem de lixos e 
A placa da entrada de Espinhel esteve assim 
meses a fio, por mais de um ano, quase dois...
resíduos. Quando fora feitas as prometidas acções de sensibilização?
12 - Embelezamento das freguesias. Que muros, fachadas e zonas degradadas foram pintadas?
13 - Limpeza e embelezamento ambientar. Nunca o parque da pateira esteve tão abandonado.
14 - Semana da Freguesia. Onde e quando se realizaram as anunciadas actividades de intercâmbio, convívio e união? Ois da Ribeira foi esquecida, o pouco que se fez foi concentrado em Travassô e até as modestas comemorações do Foral Manuelino foram «invadidas» pelo movimento associativo de Travassô.
15 - Costumes e tradições locais, garantindo a identidade de cada um, blá, blá, blá.... Cadé a garantia? E a prática?
16 - Parques e jardins. Vale a pena voltar a falar do mau trato dado ao parque da pateira?
17 - Unidade de Saúde. Nem unidade, entre as duas freguesias. nem melhor acesso à saúde. A construção da nova Unidade anda pelas calendas marianas há uns 10 anos, ou mais.
18 - Rede de saneamento. Passados 4 anos, nem mais um metro de rede.
19 - Espaços Escolares. A Escola de Óis da Ribveira fechou e o edifício, de 3 salas, está abandonado.
20 - Cemitérios. Ossários, onde? OdR já o tinha (e tem). Eliminação de barreiras arquitectónicas? Nada se viu, nada se transformou, tudo na mesma.
O d´Óis Por Tres não quis ser exaustivo e nem se refere ao prometido nos 4 planos de actividades do mandato. Ficou célebre, no entanto, o rol de obras anunciadas e relembradas por um eleito numa assembleia de Freguesia.
Citando uma uma, umas 12 ou 13, e perguntando por elas, respondia o próprio: «Zeeeerooo!».
O polidesportivo e a ramada (em baixo)
Para as calendas fica também a requalificação do caminho da capela de Santo António até ao limite com Requeixo, pelo campo. O chamado Caminho da Calçada. Começou o empedramento, mas foi interrompido ao fim de dois ou três dias. Sem nunca mais recomeçar,
num dos momentos mais vergonhosos deste mandato. Ver AQUI
Este ano, ousa prometer «valorizar o polides-
portivo de Óis da Ribeira».
Ponto um: o polides-
portivo é da Arcor. Como iria a Junta intervir numa obra privada?
Ponto 2: A Junta devia era ter-se preocupado com o monte de ramada armazenado no local há larguíssimo tempo, em espaço de sua gestão e que é um perigo enorme para incêndios. Está a tempo.