domingo, fevereiro 11, 2018

Carnaval dos Escuteiros na escola de Óis da Ribeira

A Tuna/Associação Filarmónica de Óis da Ribeira na festa de carnaval
do Agrupamento de Escuteiros de Travassô, na antiga escola ribeirense
Carnaval dos Escuteiros de Travassô em Óis da Ribeira

O Agrupamento de Escuteiros 853, de Travas-
sô, organizou ontem (sábado, dia 10 de Feve-
reiro de 2018) a sua festa de car-
naval na antiga escola primária de Óis da Ribei-
beira - um edifí-
cio de três salas, infelizmente todas elas desactivadas e, valha a verdade, abando-
nadas. Assim se (não) cuida do que é do Estado, (não) é de todos.
O programa da festa carnavalesca do Agrupamento de Escuteiros era conhecido, com jogos (sueca e malha) durante a tarde, teatro, música e concurso de máscaras. 
A Tuna/Associação Filarmónica de Óis da Ribeira «emprestou-se» à iniciativa e deu um mini-concerto, em jeito de ensaio alargado, claramente animando este momento festivo e de folia dos Escu-
teiros do Agrupamento de Travassô (o 853) que, como sabemos, tem presença activa de gente de Óis da Ribeira.
O programa incluiu parte gastronómica ajantarada, em forma de bifanas, caldo verde e bebidas. Tudo muito bem saboreado.
Fotos da página de facebool da T/AFOR 

sábado, fevereiro 10, 2018

Pau de Canela é padaria e pastelaria em Óis da Ribeira

    Maurício Anjos e Maria Neves, clientes do Pau de Canela d´Óis


A navegação pela net leva-nos a inte-
ressantes descobertas. Por exemplo, há em Óis da Ribeira um estabelecimento comercial denominado Canela d´Óis. É uma padaria e pastelaria, no largo do Centro Social. 
O d´Óis Por Três já passou pelo largo imensas vezes, como é natural, até já algumas vezes lá esteve dentro e bem servido, mas lamentavelmente não tinha dado conta do interes-
sante preciosismo: há canela em Óis da Ribeira.
Há, é verdade, e em forma de pastelaria e padaria. Num local cen-
tral da freguesia que é vila desde 1516 e seguramente pastelaria e padaria com muita freguesia. E certamente bem afreguesada.
Fazendo memória para o futuro, deixamos aqui o registo do esta-

belecimento comercial e imagem dos seus clientes, embrulhado no desejo de muitas prosperidades para a empresa.
Ver AQUI

sexta-feira, fevereiro 09, 2018

Teatro amador da Arcor está «morto« há 6 anos...

Post do site oficial da Arcor, sem data, a anunciar
nova peça de teatro. Mas a notícia é de 2012


A última peça de teatro ence-
nada pela Ar-
cor foi ao pal-
co, em estreia, há um pouqui-
nho mais de 6 anos: precisa-
mente no dia 4 de Fevereiro de 2012.
Foi «O Avaren-
to», peça de Molière, actor, encenador e dramaturgo francês e então ousada-
mente encenada e ensaiada pelo então debutante ensaiador Rui Fernandes, que actualmente é vogal da direcção da Arcor.
Hoje, por momentos e ao consultar o site oficial da Associação Recreativa que, entre outras coisas, também é Cultural e de Óis da Ribeira, buliu-se o peito de satisfação: a Arcor, através do Grupo de Teatro Amador (GTA), lê-se no texto (na imagem, acima), «prepara mais um ano de actividades que promete ser, uma vez mais, um sucesso no âmbito cultural».
Acrescenta o post (sem data) que «nesta senda, os ensaios da peça a estrear durante o presente ano - " O Avarento" de Moliére, decorrem a bom ritmo e com uma participação empenhada de todos os elementos desta secção». E que Rui Fernandes, o ensaiador, estreava nestas funções.
Eh, pá..., até que enfim se ressuscita o Grupo de Teatro Amador (GTA) da Arcor!!! 
Puro engano, porém: a noticia, como depois se averiguou, é já de 2012 e embora não esteja datada, percebe-se, pelo cartaz que anuncia da estreia para 4 de Fevereiro desse ano, que obviamente é anterior a esta data. Não se percebe, aliás, a razão por que o site não data as suas publicações. Assim, sem data, não se sabe a quantas se anda. Não sabe ninguém.
Carlos Pereira e
Rui Fernandes

«O Avarento»
fechou as portas

A estreia de «O Avarento» foi a 12 de Fevereiro de 2012, já se passaram 6 anos. Por outras palavras: 6 anos sem que a Arcor cumpra o seu dever de manter tradição teatral ribeirense, que vem, tanto quanto se sabe, desde o século XIX.
Estreou a peça há 6 anos, actuou algumas vezes e... fechou portas: matou o teatro.
O ensaiador foi Rui Fernandes, já se dis-
se, que também foi responsável pela iluminação e som.
Um dos pontos da peça foi Carlos Pereira, com Lurdes Fernandes (a esposa, por coincidência).
Ambos, Rui Fernandes e Carlos Pereira, foram apresentados no cartaz como responsáveis pela Secção de Teatro da Arcor.
Ambos são, agora, vogais da direcção da Arcor.
Ambos, pois, devem à Arcor a revitalização do GTA, que, como se vê pelo histórico, «morreu» nas suas mãos.

O GTA da Arcor
em «O Avarento»

O Avarento”, de Molière, foi estreado a 4 de Fevereiro 2012, há mais de 6 anos e no Salão Cultural da Arcor, com produção do Grupo de Teatro Amador (GTA) da associação.
Recuperámos do site «Óis da Ribeira. Notícias, Curiosidades e Hitorias», de Luís Neves, mais os seguintes dados, quando a personagens e intérpretes:
– Harpagão: Vitor Fernandes
– Cleanto: Paulo Gomes
– Elisa: Liliana Alves
– Valério: António Reis
– Mariana: Julieta Fernandes
– Anselmo: António Gomes
– Eufrasina: Isaltina Pires
– Dona Antonieta: Susana
– Mestre Tiago: Telmo Abrantes
– Flecha: Gil Branco
– Senhora Cláudia: Salomé Fernandes
– Pé de Aveia: Romeu Fernandes
– Comissário: João Pedro.
- O Avarento, ver AQUI

quinta-feira, fevereiro 08, 2018

Jacinto Matos, um dos fundadores da Tuna, casou há 111 anos!

A Tuna de Óis da Ribeira em 1951. De pé, Serafim Reis, Eurico Tavares, Manuel Carvalho
(Girão), Alfredo Tavares, Jacinto Pereira de Matos, David Santos, Arménio Pires (de
Travassô) e Óscar Matos. Ao meio, Sebastião laranjeira (Travassô), Armando Reis, Maia
(Travassô), Hostilino Matos e Maia (Travassô, outro). À frente, Aires Carvalho, José Maria
Framegas, Edmundo Reis e José Maria Costa. Armando Reis ainda é vivo 

Jacinto Pereira de Matos

Jacinto Pereira de Matos, um dos fundadores e maestro da Tuna de Óis da Ribeira, consorciou-se a 8 de Fevereiro de 1907, há exactamente 111 anos, com Ana Rosa dos Santos, ambos com 29 anos.
Jacinto nasceu às 7 horas da manhã de 20 de Novembro de 1877 e foi baptizado a 25 do mesmo mês, pelo padre Venâncio Pereira e na igreja paroquial de Óis da Ribeira. Os padrinhos foram Jacinto Pereira da Conceição, carpinteiro, e Teresa Maria dos Reis, governo de casa, ambos de Óis da Ribeira.
Jacinto Pereira de Matos era  
Óscar Matos
ferreiro de profissão e filho de Casimiro Pereira da Conceição, sapateiro, e de Rosa Maria dos Reis, governanta de casa. Neto paterno de Emília Rola e materno de André Almeida e Angélica Francisca Francisca dos Reis.
Ana Rosa dos Santos era costureira e filha de Joaquim Alves da Costa e de Bárbara Soares dos Santos. O casal foi pai de Zulmira e de Óscar Pereira de Matos, que também foi músico e maestro da Tuna.
Os netos Hostilino Matos dos Reis, Carlos Matos dos Reis (Bigodes) e Madail Almeida Matos foram músi-
cos da Tuna. Hostilino também foi presidente da direcção e diri-
gente, em alturas diferentes. Carlos foi director, presidente e maestro. O enteado Idílio Reis também foi músico.
Outros netos e bisnetos de Jacinto Pereira de Matos também foram mú-
sicos da Tuna. Alípio dos Santos Framegas, filho de Zulmira, foi um deles. Dela bisnetos, também foram músicos os irmãos Ana e Luís Carlos Neves, netos de Messias dos Santos Framegas, irmão de Alípio. Talvez outros. O bisneto Hostilino, filho de Carlos, foi presidente da direcção.
Uma família de músicos tunantes!

quarta-feira, fevereiro 07, 2018

Diz Júlia Melo que «a democracia não se esgota nas eleições»

Júlia Melo em campanha eleitoral pelo PS de TravassÓis





O artigo de Júlia Melo no jornal SP de 06/12/207




A leitura vem com algum atraso (quase 2 meses), mas só agora encontrá-
mos este artigo de opinião de Júlia Melo, a lí-
der da lista do PS de Travassô e Óis da Ribeira (TravassÓis) nas eleições autár-
quicas de 1 de Outubro de 2017.
Escreveu a en-
tão debutante candidata a presidente da Junta de Freguesia da (des)União de TravassÓis, e textualmente a citamos, que «a democracia não se esgota nas eleições». Nada mais verdadeiro, na verdade, verda-
dinha. Nem La Palice diria melhor.
Acrescenta a eleita socialista da Assembleia de Freguesia que «no tempo da outra senhora também havia eleições». Claro que havia e, na verdade e de novo sublinhando Júlia Melo, «democra-
cia é muito mais que eleições». Muito mais.
A democracia, arrazôa Júlia Melo, «tem princípios que protegem a liberdade humana e baseia-se no governo da maioria, associado aos direitos individuais e das minorias». O melhor é ler o artigo, na íntegra, clicando na imagem para o ampliar, e dele cada um ti-
rar as conclusões que mais lhe aprouver.

terça-feira, fevereiro 06, 2018

Augusto Gonçalves (não) garante compra e viatura da Arcor

O discurso do comendador Augusto Gonçalves nos 39 anos da Arcor
A correcção do jornal Região de Águeda,
na edição de 31 de Janeiro de 2018


O d´Ois por Três, citando o jornal «Região de Águeda», noticiou que o comendador Augusto Gonçalves afirmara, no seu discurso dos 39 anos, que garantia o dinheiro em falta para a compra de uma nova viatura para a Arcor. E feli-
citou este amigo da Arcor, citando-o como exemplo de quem, não sendo de Óis da Ribeira, se interessa e aju-
da a resolver os problemas
A notícia com 
a garantia
do seu movimento associativo. Como é o caso.
Não tinha sido essa a «leitura» do d´Óis Por Três no decorrer do almoço de aniversário, mas trata-
va-se de uma notícia publicada no jornal que é propriedade do apoiante da Arcor. Se era assim, como duvidar?
E publicámos o recorte do jornal, com a notícia.
Como não acreditar?
Pois bem, a última edição do jornal (a imediata-
mente a seguir) veio esclarecer que, afinal, «um erro de interpretação» levara a reportar que «iria assumir a verba em falta», mas, e é esta a correc-
ção, o jornal «involuntariamente imputou uma responsabilidade ao sócio e amigo da instituição».
«O texto não reproduz qualquer citação do interve-
niente», refere a rectificação do RA, precisando que, sobre o assunto, o comendador Augusto Gonçalves disse o seguinte: «Deixei o meu mo-
desto contributo para a compra da viatura e, se no fim não con-
seguirem reunir a verba suficiente, voltem a falar comigo, pois sempre se arranjará mais alguma coisa».
O d´Óis Por Três não retira uma palavra do elogio à disponibili-
dade do comendador Augusto Gonçalves para apoiar a Arcor, mas, em abono da verdade e para memória futura, deixa a rectificação publicada pelo RA.

segunda-feira, fevereiro 05, 2018

A poda das árvores e os jacintos da pateira...

Poda das árvores e os jacintos a «encher» a pateira 
A mancha de jacintos na tarde de sábado


A página oficial de facebook da insólita Junta de Freguesia da União de Fre-
guesias de Travassô e Óis da Ribeira (Tra-vassÓis) dá conta da poda das árvores da pateira. É uma boa notícia, nomeadamente tendo em conta o tempo a que este serviço não era feito. Há alguns anos, na verdade. Uns quatro!
Na verdade, o anterior executivo, o mariano, marimbou-se em tal e a única poda que fez, em anos, foi a que «fez» por baixo: vendendo as árvores, a  troco de um muito discutível e súcio argumento: que estariam a apodrecer e eram um perigo público.
Curiosamente, ou talvez não, chega-se lá, olha-se atentamente para os troncos e não se vê vestígio algum de apodrecimento. Mas isso já lá vai e já não tem remédio.
As árvores já podadas
Duas coisas sobre a poda:

1 - Como é que o executivo assume os custos destes trabalhos, se não há executivo?
2 - É trabalho de voluntários? Se é, que se sintam felicitados.

Os jacintos
na pateira

As imagens disponibilizadas pelo presidente Sérgio Neves deixam ver uma outra realidade da pateira: a proliferação de jacintos.
Então, de que vale a draga?
Então, o que valem as promessas da espécie de políticos que temos?
Ora bolas!
Ver AQUI

domingo, fevereiro 04, 2018

Os incêndios florestais e Frei Tomás...

A rima de lenha seca que, há vários meses, está em terreno público (da Junta de Fre-
guesia) e a 50 metros de habitações do Bairro Alto. junto ao polidesportivo da Arcor
Atrás da rima de lenha e pela estrada que se vê à esquerda,
se chega às primeiras casas do Bairro Alto. A 50 metros!

A Junta da (Des)União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira, quiçá avisadamente, alertou a população para os riscos de incêndios e a necessidade de limpeza das matas, com os prazos definidos e espremidos por lei.
O uni-pessoal executivo de Sérgio Neves publicou na sua página oficial de facebook o alerta denominado «10 passos para defender a sua própria casa dos incêndios florestais», replicado do edital nº. 1/2018 da Câmara Municipal de Águeda. Nele, expressamente e entre outros alertas, se refere que, e citamos, que «os proprietários, arrendatários e usufrutuários ou entidades que, a qualquer título, detenham terrenos confinantes a edifícios inseridos em espaços rurais» são obrigados a proceder à  gestão de combustíveis de uma faixa de largura não inferior a 50 metros». Isto, no nº. 1.
 O nº. 2 refere-se a aglomerados populacionais e a faixa de protecção alarga para 100 metros.
O panfleto camarário replicado pela
União de Freguesias de TravassÓis
Pois bem, ou mal:
1 - O terreno da Junta de Freguesia imediatamente a norte do polidesportivo da Arcor é depósito, há muitos meses, de uma rima de lenha de eucalipto (ver fotos).
2 - A 50 metros, para norte, ficam as moradias de Paulo Silva e Lurdes Cadinha.
3 - Logo depois, também para norte, a de António Resende e herdeiros de Jaime Nogueira, a de Manuel Joaquim Carvalho e outras.
4 - A nascente, as de Jaime Gomes, José Santos, Manuel Arsénio, António Marques e outras.
6 - A poente, a unidade industrial de Manuel Horácio Reis.
As multas são pesadas: entre os 280 e os 10 000 euros (para pessoas singulares) e os 1 600 e os 12 000 (para pessoas colectivas, o caso da Junta de Freguesia).
Em que ficamos? A Junta limpa o que é seu?
Ou faz como Frei Tomás?

sábado, fevereiro 03, 2018

Culpas, responsabilidades e eventuais eleições antecipadas...

Notícia do Jornal Região de Águeda
de 24 de Janeiro de 2018



A comunidade política travassÓisense anda cheia de boatos e intrigas, cada facção puxando a brasa à sua sardinha. 
A imprensa de Águeda, a de 24 de Janeiro de 2018, dá publicidade a um comunicado do Juntos, através do qual o decano Mário Martins declara, preto no branco, que «toda e qualquer responsabi-
lidade» dos prejuízos que decorrem da situação da Junta e Assembleia de Fre-
guesia de Travassô 
Óis da Ribeira «é atribuída a Sérgio Neves e ao seu grupo». Atribuída por ele mesmo, quem assina o comunicado.
Sérgio Neves, o uni-presidente do inexistente executivo travassÓisense, presumimos nós que pensará rigorosamente o mesmo, mas, de sua parte, responsabilizando a parte contrária, o grupo do decanal juntista Mário Martins, e é nesta paródia de argumentos que segue a (não) gestão do poder autárquico de Travassô e Óis da Ribeira, pelo 5º. mês consecutivo. 
Haja Deus!
Um «boato» que corre por estes dias é o de que o PSD irá, even-
tualmente, formalizar a demissão de todos os seus eleitos e, em termos que o d´Óis Por Três não sabe explicar, provocar eleições antecipadas - ou intercaladas, como lhes queiram chamar.
E que há divisões internas nos «laranjas» de TravassÓis, justa-
mente resultantes deste emaranhado de (in)decisões. De que al-
guns se começarão a envergonhar. Há, não há?! O futuro dirá.

sexta-feira, fevereiro 02, 2018

Augusto Gonçalves garante compra de viatura para a Arcor

Manuel  Ruivo (Segurança Social), comendador Augusto 
Gonçalves, Mário Marques e Carlos Lemos (UCIPSS) 
no almoço dos 39 anos da Arcor 


Há notícias que nunca chegam tarde. Porque são boas! É o caso da garantia dada pelo co-
mendador Au-
gusto Gonçalves quanto ao di-
nheiro em falta para a compra de uma nova viatura para a Arcor.
Garante, assim o afirmou, o valor que faltar para a aquisição, de-
pois do saldo apurado no último almoço do ani-
versário da associação ribeirense.
O anúncio foi feito por ele mesmo, no decorrer da sua intervenção dos 39 anos, a 21 de Janeiro de 2018, mas lamentavelmente passou despercebida ao d´Óis Por Três. Só agora é que, lendo a imprensa de Águeda, de tal demos conta e aqui a divulgamos com todo o gosto.
Não é todos os dias, na verdade, que alguém de fora da terra de Óis da Ribeira se interesse pelos problemas da terra e da sua associação de solidariedade social, muito menos garantindo, como é o caso, o dinheiro necessário para se atingir um objectivo. Para mais, um objectivo desta importância.
A Arcor, recordemos, pretende adquirir uma viatura de 9 lugares, com elevador e o equipamento necessário para o transporte de 4 pessoas em cadeira de rodas. O anúncio, refere o jornal Região de Águeda (de que é administrador, ver
 imagem ao lado), «foi recebido com uma forte ovação».  
Obviamente, bem merecida!

quinta-feira, fevereiro 01, 2018

Perímetros de segurança anti-fogos em Óis da Ribeira

Incêndio no baldio da Junta de Freguesia em Março de 2012

Outra imagem do incêndio de 2012

A Câmara Muni-
cipal de Águeda alertou a popula-ção para a im-
portância da criação de um perímetro de se-gurança à volta das casas para minimizar o ris-
co de incêndio e o cumprimento rigoroso de de-
veres legais, que terão de estar concluídos até ao próximo dia 15 de Março de 2018.
Os proprietários, arrendatários, usufrutuários ou entidades que detenham terrenos confinantes a habitações, estaleiros, armazéns, oficinas, fábricas ou outros equipamentos, inseridos em espaços rurais, são obrigados a proceder à gestão de combustível numa faixa de 50 metros à volta da alvenaria exterior da edificação.
O que tem de
ser feito?
O que deverá ser feito, então, para cumprir a lei e, assim, se evitarem graves problemas e... pesadas multas?
O alerta/aviso da Câmara Municipal de Águeda fala, nomeadamente, da obrigação de:
- As copas das árvores e os arbustos estarem a mais de 5 metros do edifício e evitar a projecção das copas sobre os telhados;
- As copas têm que distanciar 4 metos entre si, no mínimo;
- As árvores têm que ser desramadas até 4 metros acima do solo. Para árvores com menos de 8 metros, desramar a metade inferior;
- Limpar o extracto arbustivo, garantindo a descontinuidade horizontal;
- Não acumular lenha, madeira ou sobrantes da exploração florestal/agrícola ou outras substâncias inflamáveis;
- É aconselhável criar uma faixa pavimentada de 1 a 2 metros de largura, a circundar todo o edifício.
Multas até 10 000
e/ou 120 000 euros
A ausência de intervenção dos proprietários, nos termos atrás definidos, constitui multa que vai dos 280 aos 10.000 euros (no caso de pessoas singulares) e de 1.600 a 120.000 euros (para pessoas colectivas, as empresas).
Os mapas com os edifícios em espaços rurais com obrigatoriedade da faixa de 50 metros, e aglomerados populacionais, definidos em Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios (PMDFCI), com a faixa de 100 metros podem ser encontrados em www.cm-agueda.pt e na página  www.facebook.com/cmagueda.
O conselho do d´Óis Por Três é simples: todos devem cumprir a lei. Sem excepções. Sendo cumprida, todos ganham e todos poderemos evitar muitas tragédias.
Incêndios em
Óis da Ribeira
Não se pense que o problema dos fogos florestais não se põe em Óis da Ribeira. Põe, sim senhor!
Há uns 2 anos, por exemplo, houve um (pequeno) incêndio nos matos das guaritas, à entrada do Surpel. Junto à última casa de Óis da Ribeira, a da viúva de António Costa.
Mas para trás, de 30 para 31 de Março de 2012 (como se vê nas duas fotos, ver AQUI), lá bem perto, deflagrou um incêndio nos baldios da Junta de Freguesia e a uma centena de metros, em linha recta, das últimas casas de Óis para Espinhel - as da viúva Costa, de Armando Neves, António Prazeres, António Melo, José Ferreira e por aí fora. E quando as labaredas começam a avançar matos fora, com os combustíveis lenhosos que por lá abundam, já se sabe o que pode acontecer.
Ver AQUI

quarta-feira, janeiro 31, 2018

Ângela Santos investiga o ciclo solar nos Estados Unidos

Ângela Raquel Santos integra equipa americana que estuda o ciclo solar

Ângela Raquel G. Santos

A investigadora ribeirense Ângela Raquel Gonçalves dos Santos está envolvida nas observações realizadas a uma estrela semelhante ao Sol,  permitiram a uma equipa internacional tirar conclusões que ajudam a compreender o ciclo solar e a sua influência no clima da Terra.

A equipa envolve outro português, Tiago Campante, além de Ângela Raquel Santos, ambos do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA), que é uma das entidades envolvidas no estudo. As observações, conseguidas através do telescópio espacial Kepler (NASA) e outros telescópios à superfície da Terra, foram realizadas à estrela HD 173701, que tem massa, diâmetro, temperatura e idade semelhantes ao Sol, mas uma composição química diferente. 

«A física por detrás do dínamo solar ainda não é totalmente conhecida, podendo os estudos de estrelas semelhantes ao Sol ajudar os cientistas a conhecer e a compreender melhor a nossa própria estrela», disse Ângela Santos, que é doutorada do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA) da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, acrescentando que «através de estudos como este, que envolveu diferentes tipos de observações, componentes e técnicas, podemos obter informações detalhadas sobre as propriedades das estrelas, incluindo propriedades magnéticas». E, assim, sublinhou a investigadora de Óis da Ribeira, «compreender melhor os processos físicos que dão origem aos ciclos de actividade magnética». 

Ângela Raquel Gonçalves dos Santos é filha de José Santos e Maria Dolores Gonçalves dos Santos, do Bairro Alto, e está a trabalhar no Space Science Institute, em Boulder, nos Estados Unidos. - Ver AQUI e AQUI

terça-feira, janeiro 30, 2018

David Soares dos Santos faria hoje 107 anos!

David Soares dos Santos, aos 20 anos e como músico da Tuna de Óis 
da Ribeira. É o terceiro, a contar da esquerda e de pé. Era violonista
David Soares dos Santos


O mais idoso ribeirense da actual geração, David Soares dos Santos, faria hoje 107 anos. Faleceu a 16 de Outubro de 2012, a pouco mais de três meses de completar 102.
David nasceu a 30 de Janeiro de 1911 e nesse mesmo dia foi «baptizado por necessidade», con-
forme consta do seu re-
gisto, em casa de seus pais e por Rosa Gomes da Conceição. 
1 - Filho de Manuel Soares dos Santos (Lopes) e de Margarida Gomes da Conceição, jornaleiros e ambos naturais e residentes em Óis da Ribeira.
2 - Neto paterno de Bernardino Soares dos Santos e de Maria Rosa Estima. Neto materno de Tomaz Ferreira da Conceição e de Mariana Gomes de Jesus.
3 - Baptizado a 12 de Fevereiro de 1911, na Igreja Paroquial de Santo Adrião de Óis da Ribeira, pelo padre José Bernardino dos Santos Silva. O padrinho foi Bernardino Soares dos Santos, casado e lavrador (o avô paterno), e madrinha Josefa Maria de Carvalho, solteira, todos de Óis da Ribeira.
4 - Casou a 15  de Agosto de 1934, na Conservatória do Registo Predial de Águeda, com Lucília Soares dos Reis, solteira e tam-
bém de Óis da Ribeira, nascida a 21 de Novembro de 1910 e filha de João Bernardino dos Reis e de Ana Rosa Soares dos Reis. 
5 - Enviuvou a 5 de Setembro de 1978, aos 67 anos, por morte da esposa Lucília Soares dos Reis.
6 - O casal teve três filhos: Milton, Margarida e Manuel Soares dos Reis e Santos (todos vivos).
6 - Faleceu a 16 de Outubro de 2012, em Óis da Ribeira.
David Soares dos Santos, com a filha
Margarida, na missa de acção de
graças e celebração dos 100 anos!

O Homem público

David Soares dos Santos, e família, chamados pelo pai Manuel, esteve emigrado no Brasil nos primeiros anos da década de 20 do Século XX. No Estado do Espírito Santo, região de Muqui.
Era irmão de Isaura, Deolinda e Mi-
rene (já falecidos) e de Lurdes (da Lavoura) e Zulmiro (ainda vivos e ambos próximos dos 100 anos).
Foi músico da Tuna Musical de Óis da Ribeira (até à paralisação de 1962), várias vezes membro da Co-
missão Fabriqueira e da Irmandade (da Paróquia) e em dois mandatos da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira. Neste caso, como secretário do presidente Armando dos Santos Ala de Resende (em 1955/1959 e 1964/1967).
Já o pai Manuel Soares dos Santos (Lopes) fôra autarca ribeiren-
se, como tesoureiro do presidente Benjamim Soares de Freitas (em 1943/1945, 1946/1950 e 1951/54 - neste caso sucedendo-lhe no executivo, mas como secretário). O filho Manuel foi presidente da Junta de Freguesia em dois mandatos: 1986/1989 e 1990/1993. E presidente da Assembleia de Freguesia de Óis da Ribeira: nos mandatos de 1994/1997, 2005/2009 e 2009/2013.
O sogro João Bernardino dos Reis (pai de Lucília) foi vogal da úl-
tima Junta da Monarquia (presidida pelo padre José Bernardino dos Santos Silva) e secretário da primeira Junta depois da implan-
tação da República, que teve a primeira reunião a 30 de Outubro de 1910 e foi presidida pelo padre Ricardo Pires Soares. 
David Soares dos Santos foi, durante muitos anos, o responsável pelo funcionamento do relógio público (da torre da igreja), que foi oferecido pelo benemérito Benjamim Soares de Freitas.
- Os 100 anos de David Soares dos Santos, AQUI
- Foto da Tuna com David Soares dos Santos, AQUI

segunda-feira, janeiro 29, 2018

Desporto escolar náutico em Óis da Ribeira

Desporto Escolar na pateira, em Óis da Ribeira, a 26 de Janeiro de 2018
Os preparativos para as provas realizadas na pateira

Os Campeona-
tos Regionais Náuticos do Desporto Esco-
lar (DE) decor-
reram no dia 26 de Janeiro de 2018 em Óis da Ribeira.
A organização conjunta dos parceiros do Centro de For-
A pateira, os desporto e as aves
mação de Des-
portos Náuticos do Agrupamento de Escolas de Águeda Sul (AEAS) e Institu-
to Duarte Lemos (IDL), com apoio da Câmara Muni-
cipal de Águeda e da Coordena-
ção do Desporto Escolar de Avei-
ro - com apoio
A Arcor apoiou o desporto escolar
local da Arcor, através da Secção de Canoagem.
A iniciativa teve participa-
ção de 20 escolas e 26 grupos/equipa, em repre-
sentação dos Distritos de Aveiro, Coimbra, Viseu e Guarda.  No total, foram cerca de 300 alunos que deram um colorido bem diferente e animado à Pateira de Óis da Ribeira. 
A organização teve colaboração dos alunos dos cursos profissio-
nais de Restauração e de Técnico de Desporto, valorizando uma organização que se pode considerar excelente, num dia meio in-
vernoso que mais parecia de primavera, em espaço ribeirense.

domingo, janeiro 28, 2018

Escuteiros festejam o Carnaval de 2018 na escola de Óis da Ribeira




O Carnaval de 2018 vai ser assinalado pelo Agrupamento de Escuteiros 853, de Travassô, na escola primária de Óis da Ribeira. No dia 10 de Fevereiro, a partir das 14,30 horas.
O programa começa com torneios de sueca e malha, com inscrições abertas directamente pelo telefone 913809836, à razão de 5 euros por equipa e obrigatoriamente até ao dia 7 do mês indicado. Há prémios para os vencedores. 
A festa de carnaval propriamente dita, expectando-se que seja muito participada e cheia de folia, começará por volta das 19 horas, no recreio da (antiga) escola ribeirense (assim esteja bom tempo) e com música, teatro e actuação da Tuna Musical, agora denominada Associação Filarmónica de Óis da Ribeira.
Os comes-e-bebes envolverão os tradicionais caldo verde, bifanas e bebidas (que não faltarão) e, além do sorteio das rifas, haverá também prémio para o melhor disfarce.