sábado, outubro 10, 2026

- ANO 2003, há 23 anos: Os novos balneários e a requalificação do polidesportivo da ARCOR!

 

O balneário do polidesportivo da ARCOR em 2003. Há 2 anos! Infelizmente e por várias direções
consecutivas, está abandonado e degradado. Assim se desvaloriza o património associativo 

Os primeiros balneários da ARCOR
nunca chegaram a ser concluído

As obras de construção dos novos balneários e de requalificação exterior do polidesportivo da ARCOR foram concluídas há precisamente 23 anos.
A 10 de Outubro de 2003 e numa das várias direções presididas por Celestino Viegas.
Hoje, 23 anos depois e já desde há alguns anos - e por continuado desmazelo de várias e sucessivas direções arcorianas -, este património arcoriano está infelizmente abandonado e vandalizado, sem manutenção e sem uso.
As obras tinham começado a 1 de Julho de 2002, então a cargo do vogal Milton Gomez, com António Fernando Fernandes (Pedronha) em vários fins de semana e em regime de voluntariado. O que se tornou inexequível. Foi então decidido que se avançaria por outra solução, que passou pela forma física que hoje se conhece, 23 anos passados, incluindo a placa de cobertura, em vez do telhado de zinco - para a qual se carrearam os necessários apoios financeiros.
As obras só viriam a (re)começar a 1 de Julho de 2003, concluindo-se a 10 de Outubro do mesmo ano.
- NOTA: A abertura oficial dos balneários foi no dia 25 seguinte, em cerimónia presidida por Pinto Galvão - ao tempo vice-presidente da Câmara Municipal de Águeda. Assim se ia construindo a ARCOR de hoje. Infelizmente, sem que as últimas direções tenham assumido e preservado o seu património físico.

- Ano de 1931, há 95 anos : O padre Manuel Simões da Silva!


Padre Manuel Simões Silva


O padre Manuel Simões da Silva foi pároco de Santo Adrião de Óis da Ribeira de 1966 a 1969 e hoje, dia 10 de Outubro de 2026, faria 95 anos.
Faleceu a 25 de Agosto de 2007, aos 75 e no Hospital de Aveiro.
Natural de Oiã, em Oliveira do Bairro, sucedeu ao padre Viriato da Graça Bodas em Óis da Ribeira e antecedeu o padre António Nunes da Fonseca.
Ordenado sacerdote a 21 de Setembro de 1958, passou por Águeda e Castanheira do Vouga (1958/1966), Travassô e Óis da Ribeira (1966/1969), Vilarinho do Bairro (1969/1976), Avanca (1976/1989), Amoreira da Gândara (1989/2003) e Troviscal (de 1989 até à morte). Foi também professor de Educação e Moral Católicas na Escola Industrial e Comercial e Colégio de S. Bernardo, em Águeda. Durante a doença e após a morte do pároco de Oliveira do Bairro, o padre Miguel Duarte, ainda aqui foi administrador paroquial (2003/2004).
- NOTA: Muitos óisdaribeirenses, agora na «casa» dos 50 para 60 e poucos anos, foram baptizados e seus catequisandos e certamente se recordarão este sacerdote.

- ANO 1894, há 132 anos: Dinis Pires da Silva, professor e político de Óis da Ribeira!


O prof. Dinis Pires da Silva

Registo baptismal de 
Dinis Pires da Silva


O óisdaribeirense Dinis Pires da Silva foi professor primário e político e nasceu a 10 de Outubro de 1894.
Há exactamente 132 anos!
Filho de Diamantino Francisco da Silva, estucador que era natural de Fermentelos, e de Ana Pires Soares, agricultora de Óis da Ribeira, era neto paterno de João Francisco e de Feliciana Silva e materno de Joaquim António Pires Soares e de Maria Rosa Soares.
A 4 de Julho de 1918, aos 22 anos e na Igreja Paroquial de Travassô, casou com Ana Sousa da Conceição, de 28, que nasceu na cidade de Pelotas, Estado de Rio Grande do Sul (no Brasil), filha de Manuel Jacinto de Sousa e de Ana Rocha de Sousa (de Travassô).
Dinis teve pelo menos três irmãos: os gémeos Artur e Maria da Assunção (Maria da Volta), que casou com José Maria da Conceição Rino, de Recardães, e faleceu a 5 de Agosto de 1983, mãe de Zulamar (a já falecida Zola), Ondina e Orlando Rino (que faleceu no Brasil, em Rio Grande). Artur casou com Orência Vergara Maciel, a 30 de Julho de 1934, na cidade de Rio Grande, Estado de Rio Grande do Sul (Brasil). Lá faleceu a 10 de Fevereiro de 1995. Também César Pires da Silva, que foi casado com a cidadã francesa Cecille Florence Charlotte e dono da casa apalaçada que foi demolida na Carreira da Igreja, frente à de José Resende - agora do neto João Paulo Gomes.
A casa de César Silva, irmão do professor
Dinis Pires da Silva, já demolida
                                                                                            A Família Pires
da Silva, de Óis e
de Cabanões!

Dinis Pires da Silva foi figura de destaque da vida política aguedense, para além do seu magistério de professor primário.
Relevante de tal modo que a Junta de Freguesia de Travassô, os anos 80 do século XX - em data que não conseguimos apurar -, atribuiu o seu nome à principal rua de Cabanões - o arruamento onde viveu e faleceu. A rua que vai da ponte do Rio Águeda até à estrada Águeda-Aveiro, já em Travassô e junto à pastelaria.
- NOTA: Netos do professor Dinis são Vera Lúcia da Silva Conceição Simões, que mora na casa herdada do avô (em Cabanões e imediatamente a poente da capela), as irmãs Rosa Maria e Ana Rosa, e os já falecidos capitão Vasco César Silva e a professora Célia da Silva Conceição.
a 

sexta-feira, outubro 09, 2026

Os últimos eleitos da AFOR e da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira!

Os últimos eleitos da Assembleia de Freguesia de Óis da Ribeira: Luís Neves, Carla Tavares, Carlos Pereira (do PS) e, do PSD, Manuel Soares (presidente da AFOR), Eugénia Martinho e Pedro Soares. E 
os do executivo e também do PSD: Fernando Tavares Pires (presidente), Manuel Almeida 
(o Capitão», secretário)  e Rui Fernandes (tesoureiro). Falta Germano Venade (PSD)

Os últimos soberanos do poder local, em 2013: o tesoureiro Rui
Fernandes, o presidente Fernando Tavares Pires e o secretário
Manuel Almeida  (Capitão), da Junta de Freguesia, e Manuel 
Soares  (presidente da Assembleia de Freguesia) 


A última sessão Assembleia de Freguesia de Óis da Ribeira (AFOR) eleita reuniu a 9 de Outubro de 2013.
Uma quarta-feira de há precisamente 13 anos.
Bem se pode dizer, em sentido metafórico - e desculpem lá qualquer coisinha... -, que os seus membros, tendo sido eleitos para defender os interessas da comunidade, foram, afinal, os «coveiros» da freguesia independente e senhora dos seus destinos, gestora do seu território e do seu património.
Mostram-se na imagem (de há 13 anos), sorrindo-se para o futuro a que nos trouxe a (des)União de Freguesias.
A AFOR de há 13 anos foi o último acto público dos então eleitos que, nessa noite e albardados na sua competência eleitoral, assinaram o «boletim de óbito» da Freguesia da vila óisdaribeirense enquanto entidade política e administrativa independente, de pergaminhos centenários e que, assim e avulsamente, foram botados para o cesto dos papéis da história.
«A caminho da colonização (!) externa que actualmente tão bem, por mal, conhecemos», expectava o d´Óis Por Três.
E não se enganou!
Os trabalhos da AFOR foram conduzidos pelo presidente Manuel Soares dos Reis e Santos (do PSD), que registou o facto de ser a última, por isso histórica, verificando-se a ausência de Germano Magalhães Venade (também do PSD).
O saldo final do executivo de Fernando Tavares Pires (PSD), reportado a 29 de Setembro, era de 4.561,43 euros - que não considerava, obviamente, as despesas correntes posteriores (por exemplo, de água e electricidade).
A sessão registou, também, a colocação dos retratos (ver fotos de abertura e em baixo) de boa parte dos presidentes de Junta de Freguesia de Óis da Ribeira.
A sede (no 1º. piso) da Junta de
Freguesia de Óis da Ribeira

A (não) autonomia política
e administrativa de ÓdR !


A última Assembleia de Freguesia de Óis da Ribeira, a dessa quarta-feira de 9 de Outubro de 2013, deixou para a história a referida imagem fotográfica que aqui reproduzimos - com os últimos soberanos do poder óisdaribeirense.
São eles os últimos óisdaribeirenses que, em autonomia política e administrativa, melhor ou pior geriram e fiscalizaram a vida autárquica local. Depois disso, vive-se a estranha experiência que foi (e é) da União de Freguesias - que, ostensivamente, foi (e vai) lesando os interesses de Óis da Ribeira, nalguns com estranhas e surpreendentes cumplicidades locais.
Ainda por fazer, está o juízo sobre a atitude e responsabilidade desta última Assembleia de Freguesia, no decorrer do processo da (dita) reorganização administrativa que, à força, provocou a (des)União de Freguesias.
Estiveram à altura?
Não estiveram?
Reagiram como cidadãos de corpo inteiro, ou mais como militantes partidários?
Provavelmente, nunca se saberá.
Muitas vezes, exageradas vezes..., prefere-se a não discussão para se alijarem responsabilidades.
- NOTA: Alijar responsabilidade é, lamentavelmente, é muito vulgar entre os alguns óisdaribeirenses, homens e mulheres, que se propuseram servir as causas públicas de Óis da Ribeira.

As foto dos presidentes da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira!


Os presidentes Manuel Tavares, Benjamim Freitas, José
Maria Estima, Armando Resende, Joaquim António
Soares e padre José Bernardino

As imagens editadas ao lado mostram as que, na parede do salão nobre da então sede da
Fernando Pires, Manuel Soares, Agostinho
Tavares, Isauro Santos e Aires Carvalho
Junta de Freguesia de Óis da Ribeira - agora sede da União de Freguesias deTravassô e Óis da Ribeira -, prestam memória a parte dos presidentes da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira.
Foram recolhidas pelo último executivo óisdaribeirense (que não conseguiu reunir todas) e foram conhecidas a 24 de Janeiro de 2009, dia da inauguração da sede, e então publicadas na revista «Óis da Ribeira | A Histórias, as sedes e as Juntas», editada pela Junta de Freguesia.
Assim e salvaguardando-se algum eventual lapso ou omissão, foram, por exemplo:
- 1858/1878: Padre Manuel Pires Soares.
- 1879/1885: Luís Maria de Almeida.
- 1896/1901: Padre Ricardo Pires Soares.
- 1901/1907: Padre Manuel Gomes de Andrade (?).
- 1908/1910: Padre José Bernardino dos Santos Silva.
- 1910/1915: Padre Ricardo Pires Soares (após a implantação da República).
- 1915/1917: Luís Maria de Almeida.
- 1918/1919 (Março): Joaquim Maria Viegas.
- 1919/1922: Joaquim António Pires Soares.
- 1923/1927: Anacleto Pires Soares.
- 1928/1934 (Março): José Maria Estima.
- 1939 (11 de Março)/1940: João de Oliveira Matos.
- 1941/1943 (18 de Julho): Armando dos Santos Ala de Resende.
- 1943 (18 de Julho (/1954: Benjamim Soares de Freitas.
- 1955/1957: Armando S. Ala de Resende (até 17 de Novembro).
- 1957/1959: Aires Carvalho dos Santos (desde 17/11/1957).
- 1960/1962: Manuel Maria Tavares da Silva (até 4 de Abril).
- 1962 (depois de 4 de Abril)/1971: Armando S. Ala de Resende.
- 1972/1974: Aires Carvalho e Santos. Até ao 25 de Abril.
- 1974/1976, comissão administrativa: Isauro Carvalho de Almeida Santos (PS).
- 1977/1979: Isauro Carvalho de Almeida Santos (PS).
- 1980/1982: Agostinho Albino Pires Tavares (PS).
- 1983/1985: Isauro Carvalho de Almeida Santos Santos (PS).
- 1986/1989 e 1990/1993: Manuel Soares dos Reis e Santos (PSD).
- 1994/1997 a 2010/2013: Fernando Pires Tavares (PSD).
- NOTA: Após a (des)União de Freguesias, nasceu e levedou o sentimento comum de que a vila de Óis da Ribeira não tem andado para a frente. É o que é, ou o que os eleitos querem!

- ANO 2016, há 10 anos: A Tuna no Encontro de Bandas da Lousã!

- ANO 1988, há 38 anos: A entrada do Padre Júlio Granjeia em Santo Adrião de Óis da Ribeira!

Os padres António Nunes Fonseca, que deixou Óis da Ribeira a 2 de Outubro de 1988, e Francisco 
Júlio Granjeia Pinto, que entrou a 9 - hoje se fazem 38 anos. Aqui, com o diácono Fernando Reis

Padre F. Júlio Granjeia Pinto
Júlio Granjeia


O padre Francisco Júlio Granjeia Pinto deu entrada na Paróquia de Santo Adrião de Óis da Ribeira a 9 de Outubro de 1988.
Há precisamente 38 anos!
O sacerdote «rodava» da Paróquia de Santa Eulália de Águeda e substituía o padre António Nunes da Fonseca - que por 18/19 anos tinha sido pároco em Óis da Ribeira e Travassô e da paróquia saíra uma semana antes - a 2 de Outubro desse mesmo ano de 1988.
Júlio Grangeia, assim popularizado e mais tarde e até agora imortalizado como o «padre da internet» - pela sua ligação a esta nova forma de evangelização e comunicação pastoral, actualmente tão vulgar...-, foi recebido à entrada da ponte, pela Comissão Fabriqueira e pela Junta de Freguesia de Óis da Ribeira, seguindo em cortejo para a Igreja de Santo Adrião - onde estava D. António Baltazar Marcelino, o então Bispo de Aveiro, que celebrou Missa, acolitado pelos padres Castro e Nestor e os diáconos Fernando Reis Duarte de Almeida e Afonso Henriques.
O padre Júlio Granjeia é natural de Ílhavo, onde nasceu a 2 de Março de 1958, e foi ordenado a 29 de Janeiro de 1984 (aos 26 anos), na Igreja de Santa Eulália de Águeda - paróquia na qual iniciou a sua missão sacerdotal.
- NOTA: O padre Júlio ainda hoje é, passados 38 anos, o pároco de Santo Adrião de Óis da Ribeira, acumulando com as paróquias de S. Miguel de Travassô e de Nossa Senhora da Assumpção, de Espinhel. Também já foi Arcipreste de Águeda.
 

- ANO 1979, há 47 anos: A morte, por afogamento, da pequenina Sónia de Fátima!

Sónia de Fátima
 
José Pereira Reis
(Barrumas)


A pequenina Sónia de Fátima de Almeida Reis, de Óis da Ribeira, faleceu aos 4 anos, a 9 de Outubro de 1979 e afogada no poço da  residência da família.
Há 47 anos!  
Filha de Alexandrina Almeida Soares e José Pereira dos Reis (Barrumas), ambos entretanto já falecidos, tinha nascido a 25 de Agosto de 1975 e seus pais tinham regressado de Angola, durante o período de independência deste país de Língua oficial portuguesa. Moravam na casa dos avós (maternos) Durval Soares Estima e Mabília de Almeida, na Rua Nossa Senhora de Fátima (no Bairro Alto).
Naquele fatídico fim tarde de uma terça-feira, há 47 anos e em circunstâncias que desconhecemos, caiu ao poço e, segundo o «Jornal da ARCOR» de 23 de Dezembro desse mesmo ano,
Maria Alexandrina
«ainda foi socorrida por um jovem que se apercebeu do caso, mas não foi possível salvá-la».
Os Bombeiros Voluntários de Águeda (BVA) foram chamados ao local e retiraram o corpo do fundo do poço.
- NOTA: Irmãos de Sónia de Fátima residentes em Óis da Ribeira são Carlos Alberto Almeida dos Reis (casado com Dalila Ferreira dos Santos Reis, da Rua da Pateira) e Maria José Almeida dos Reis, casada com Zulmiro da Silva Tavares Pinheiro, do Bairro Alto, Um outro irmão, Jorge Reis de nome, mora em Esgueira (Aveiro).

- ANO 1905, há 121 anos; A morte de Jacinto, pai do médico Joaquim Tavares da Silva, o 1º. director do Hospital de Águeda!

O médico Joaquim
Carvalho da Silva
A capela da Família
Carvalho da Silva





O comerciante Jacinto Tavares da Silva faleceu a 9 de Outubro de 1905.
Há 118 anos. 
Natural de Óis da Ribeira, era pai do médico Joaquim Carvalho da Silva, na foto ao lado, que viria a ser o primeiro director clínico do Hospital Asylo Conde Sucena, o actual Hospital de Águeda.
Filho do lavrador José Tavares da Silva e de Ana Maria Soares, governanta de casa, Jacinto era neto paterno de Manuel Roque das Neves e de Berta Tavares, neto materno de Jacinto Luís e Maria(na) de Freitas. Foi baptizado a 5 de Junho de 1825 e casou com Antónia Francisca Lopes, de Alquerubim - de quem enviuvou em 1894.
Oriundo de família pobre, mesmo assim tornou-se comerciante de sucesso e criou uma mercearia em Óis da Ribeira, que foi desenvolvendo de forma gradual e sempre crescente.
Bom administrador dessa casa comercial, chegou, imagine-se, a deslocar-se a pé ao Porto, para lá fazer negócios com fornecedores e assim poupar custos.
- NOTA: Jacinto Tavares da Silva, já viúvo, faleceu aos 80 anos e está sepultado o Cemitério Velho de Óis da Ribeira, em jazigo de família, que é cuidado pela Misericórdia de Águeda

quinta-feira, outubro 08, 2026

A continuidade contínua da continuada continuação do relatório da UFTOR!

Continuidades da cultura e do desporto
Sérgio Neves

As continuidades do relatório presidencial da Junta de Freguesia (JF) da União de Freguesias de Travassô e Óís da Ribeira (UFTOR) começaram anteontem no d´Óis Por Três - ver AQUI, continuaram ontem - ver AQUI - e concluem-se hoje.
É, na prática, o que se pode chamar a redundante continuidade contínua de continuada continuação.
Vejamos o que o presidente Sérgio Neves (na foto) relatou sobre as áreas da cultura e desporto nos meses de Agosto e Setembro de 2026:
- Continuidade na cedência da viatura de 9 lugares a instituições e associações, para «cumprimento do plano de atividades»;
-  Presença na 42ª. etapa do Campeonato Nacional de Flat Track, no pavilhão do ADT, organizado pela Associação Pitbikes;
- Apoio na divulgação do projeto «Caminhar pela Natureza -  Ponte de Ferro», da Câmara Municipal de Águeda;
- Apoio na divulgação, organização e participação na Festa do Peixe da Tuna / Associação Filarmónica de Óis da Ribeira;
- Apoio na divulgação, organização e participação no Festival DROP;
- Apoio na organização nas festas de Nossa Senhora do Amparo em Travassô;
- Articulação com ARCOR Canoagem sobre as obras do novo hangar e processo de criação de estação náutica da Pateira. 
Divulgações foi «coisa» que não faltou neste verão de 2026 e pelas terras de TravassÓis!
O relatório sobre o espaço
público e a limpeza urbana
Baldio do Surpel

Espaço Público e
Limpeza Urbana


A limpeza urbana e os espaços públicos da UFTOR não «escaparam» nas respectivas e relatadas continuidades.
Assim:
- Continuidade no reporte e solicitação de intervenção da Protecção Civil em vários ninhos de vespas asiáticas;
- Continuação de recolhas de verdes e monos;
- Reunião com Departamento de Ambiente e Florestas da CMA sobre espaços de verdes na freguesia;
- Continuidade da cedência de espaços para recolha de verdes e depósitos temporários de madeiras e sobrantes (olhem pró Surpel).
- Continuidade da campanha de regularização do cadastro cemiterial;
- Continuidade na gestão de pedidos à E-Redes da iluminação pública e situações de risco em diversos pontos da UFTOR;
- Reunião de trabalho com o Ministro da Agricultura na União das Freguesias;
- Continuação dos trabalhos da manutenção, limpeza e conservação de espaços públicos;
- Divulgação e apoio logístico do bar público da pateira;
- Divulgação e acompanhamento das intervenções da AdRA na remodelação da rede de abastecimento de água na Rua Nossa Senhora das Dores, em Travassô.
Acompanhamentos, divulgações e redundâncias não faltaram nos meses de Agosto e Setembro de 2026.

- ANO 2012, há 14 anos: A «morte» da Freguesia de Óis da Ribeira!

 

A votação na Assembleia Municipal de Águeda, notando-se (no destaque, em cima e à
esquerda) a mão no ar de Fernando Pires, o último presidente da Junta de Freguesia
de Óis da Ribeira. À direita e em baixo, Mário Martins da JF de Travassô)

A última Junta de Freguesia de Óis da Ribeira: o
 secretário Manuel Duarte de Almeida (Capitão), o 
presidente  Fernando Pires e o tesoureiro Rui 
Fernandes, todos eleitos do PSD

A Assembleia Municipal de Águeda aprovou, a 8 de Outubro de 2012 a reforma administrativa que «provocou» a criação da (des)União de Freguesias de Travassô e Óis da Óis da Ribeira.
Há precisamente 11 anos
A «morte» da identidade e história da Freguesia de Óis da Ribeira!
Há dias históricos! 
Como esta malograda segunda-feira da política local!
Há dias históricos por boas, outros por menos boas razões!
A proposta foi do PSD (com 18 votos a favor) e do (CDS 4) e o presidente da Junta de Freguesia óisdaribeirense, Fernando Tavares Pires (eleito do PSD), deu o seu aval, votando a favor - como se pode ver, de dedo no ar, no canto superior esquerdo e no momento da votação.
Cumpriu a indicação partidária e...
O mesmo, curiosamente, não fez o presidente da Junta de Travassô, Mário Martins, ali à direita, que pôs o bracinho no ar para ferir a disciplina partidária (era eleito do PS) mas, a seu modo, servindo a sua freguesia. E que se lixasse o partido. 
É nestas coisas que estão as diferenças.
Curiosamente, ou não, talvez...,viria a ser o primeiro presidente da Junta de Freguesia da (des)União de Freguesias.
A foto é histórica, por isso mesmo: porque evidencia quem defende(u) os interesses da terra, ou se ajoelha(ou) à disciplina partidária.
Ainda lendo a imprensa desse «tempo, vem ao caso referir que uma óisdaribeirense votou nesta Assembleia Municial de Águeda: Carla Tavares (PS). Obedeceu à disciplina partidária (os socialistas votaram contra) mas, neste caso, esteve do lado da freguesia.
- NOTA: Recuando no tempo, recordemos que Fernando Pires, na Assembleia Municipal, veiculou o parecer aprovado na Assembleia de Freguesia de Óis da Ribeira: discordância com a lei, mas, a haver agregação, considerou, por maioria, que pudesse  ser concretizada com Travassô. Assim foi!

- ANO 2021, há 5 anos: Vandalismo: marco geodésico foi arrancado na Guarita!

 

O marco geodésico do Cabeço da Guarita, em Óis da Ribeira, fotografado
 a 26 de Maio de 2015. Era um símbolo de interesse militar
O marco geodésico foi arrancado e atirado para
o lado. Selvajaria e  desrespeito pela coisa pública

Os marcos geodésicos são sinais de indicação de posições cartográficas exactas e que formam parte de uma rede triangular com outros vértices geodésicos.
Sinais cartográficos que eram de interesse especialmente militar, sendo (são), para os instalar, habitualmente escolhidos sítios altos e isolados, com linhas de visão desimpedidas para outros vértices.
Era o caso do marco geodésico do Alto da Guarita, em Óis da Ribeira, que, em idos tempos, era anualmente avivado por técnicos dos Serviços Cartográficos do Exército,
O coval de onde foi arrancado
o marco geodésico da Guarita
normalmente acompanhados por tropas da Escola Central de Sargentos, de Águeda, ou das unidades militares de Aveiro - o RI 10 e/ou RC 5, as três unidades já extintas.
Tal acontecia em dia específico e ao momento se associavam as autoridades civis, que por ele zelavam ao longo do ano - avisando as militares de qualquer acaso. E o momento éramos solenizado pela hastear da Bandeira Nacional, num mastro improvisado - afixado num eucalipto do dito Alto da Guarita. 
Uma ida a pinhais de família, a 26 de Maio de 2015, para conhecer marcos e estremas, levou o d´Óis Por Três ao local, onde ainda achou o marco geodésico - como se vê na imagem de cima, o Alto da Guarita, onde está o marco geodésico. 

Marco arrancado
à custa de muita força
e...vandalismo!


Há 5 anos, em dia de eleições autárquicas locais e aproveitando o bom tempo do nosso tempo livre, calhou voltar a passar por lá e, à distância, estranhámos não o ver.
Nem poderíamos, como viríamos a confirmar: o marco foi arrancado e não deve ter sido tarefa fácil para o vândalo que tal fez. Porventura, com maquinaria (semi)pesada.
E lá se foi, lá se vai, lá se irá... o marco geodésico!
O local, como se pode imaginar a partir da imagem maior, deixa ver a pateira, ao fundo, e daria até, com a arte de quem sabe, um lindo postal turístico de Óis da Ribeira.
Daria!!!... Mas não dá.
Assim, pelas bandas óisdaribeirenses, se continua a cuidar do herdado para deixar o legado. Amen!
- NOTA: O «cuidar do herdado» da autarquia local e 5 anos passados, continua a não acautelar o legado para memória do futuro e para a história. Há gente que não se conhece e não tem legado nem deixa(rá) história.

- ANO 2017, há 9 anos: Deserção dos «marianos» do PS quederam vitória ao PSD!


Sérgio Neves, do PSD, à direita, voltou a ganhar
em Óis da Ribeira, com o nº. 2 da lista, Manuel
Almeida (Capitão)



Sérgio Neves e Mário Martins, os dois gladiadores da lide eleitoral travassÓisense, perderam votos, ambos e cada um, em Óis da Ribeira e de 2013 para 2017.
Teve menos 20 o candidato laranja, menos 80 o então «juntista que se  transferira do PS.  As trcas que o mundo dá!
E esta a realidade ds números.
Mário Martins, à direita, com António Horácio
Tavares, o nº. 2 da lista do Juntos, em 
TravassÓis, ambos transferidos do PS
Os óisdaribeirenses participaram mais nas eleições de 2017. Mais, é verdade, mas apenas mais 4 votantes, o que não é relevante: 447 em 2013 e 451 em 2017.
Sérgio Neves, nas Autárquicas de 2013, venceu em Óis da Ribeira, com 227 votos: 50,75% dos 451 que entraram nas urnas.
Voltou a vencer (em OdR) nas Eleições Autárquicas de 2017, desta feita recebendo 207 dos 451 votos contados nas urnas: 45,9%.
Teve menos 20 votos, reparemos, de uma eleição para outra. Não convenceu o eleitorado óisdaribeirense nos 4 anos de mandato como presidente da Assembleia de Freguesia. Perdeu os tais 20 votos.
Mário Martins, em 2013 e então enlistado pelo PS, teve 182 votos em Óis da Ribeira: 40,42%.
Voltou a perder em 2013, quando se apresentou pelo Juntos, o novimento independente, tendo 100 votos: apenas 24,40%.
Menos 80 votos de 2013 para 2017.
Há dois factores consideráveis de uma eleição para outra. Por um lado, foram duas listas em 2013, foram 4 em 2017; por outro, o PS fracturou-se e a «fuga» de Mário Martins para o Juntos «tirou-lhe» os 102 votos da lista de Júlia Melo.
Façamos contas: os 102 votos do PS com os 110 do Juntos, davam 212. 
- NOTA: Os Juntos ou o PS ganhavam em Óis da Ribeira, caso não houvesse a deserção dos «marianos». Sérgio Neves e o PSD ficaram-se pelos 207. A divisão socialista, porém, deu-lhe a vitória em bandeja. Em OdR e em Travassô. Já ninguém se lembra destes pormaiores..

- ANO 2015, há11 anos: O «roubo» do aterro de Óis da Ribeira!


O «falecido» aterro de acesso à ponte


O aterro foi «roubado» há ano e meio e continuamos a ter de transitar pelo desvio, agora felizmente já empedrado», comntou o d´ÓPis Por Trªes de há 11 anos.
Acrescentou:
A navegarmos pela net, deu para ver que a Câmara adiou a prazo de entrega das propostas para o novo concurso, depois de o primeiro ter sido entregue uma empresa falida. E deu no que deu...
A falta de respeito pelos cidadão ultrapassa já há muito os limites do razoável. O que andam a fazer os nossos eleitos, em relação a isto? As figuras que continuam a fazer nas Assembleias de Freguesia?!
É uma tristeza!
- NOTA: As faltas de respeito e o (não) fazer dos eleitos locais é um mal de várias gerações. Ora olhem para a actualidade política local!... E se assim entenderem, tirem as vossas conclusões.