quinta-feira, maio 14, 2026

Valery Perekhodov e Valery Shuftakin, da ARCOR, ganharam na Taça de Portugal!

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Valery e Volodymir ganharam na Taça de Portugal



Os ucranianos Volodymir Perekhodov e Valery Shuftakin, da ARCOR, venceram a prova de K2 Veteranos C da Taça de Portugal de Maratonas.
A prova disputou-se a 13 de Maio de Maio de 2012, na pista da Tapada Grande da Mina de S. Domingos, em Mértola, e a ARCOR foi 21ª. classificada, entre 32 equipas, com 37 pontos. Colectivamente, venceu o CN de Ponte de Lima (243), seguido do Marecos (169 e Crestuma (37).
O GICA. de Águeda, não participou e os resultados dos atletas da ARCOR foram os seguintes:
- K1 seniores: 16º.-André Santos (3 pontos).
- K1 juniores: 10º-Alexandre Pires (9).
- K1 juniores: 8ª.-Andreia Fernandes (11).
- C1 juniores: 5º.-Amílcar Pina (14).
- K1 veteranos C: 1º.-Voldymir Perekhodov e Valery Shuftakin.

- ANO 1972, há 54 anos: Presidência Aberta da Câmara de Águeda em Óis da Ribeira !


O restaurante «Pôr do Sol» em imagem de 1972


Aires Carvalho e Santos
Horácio Marçal


A Câmara Municipal de Águeda realizou uma Presidência Aberta em Óis da Ribeira a 14 de Maio de 1972. Um domingo de há precisamente 52 anos.
O presidente da Câmara era o médico Horácio Alves Marçal e a comitiva, em dia de festa óisdaribeirense de Nossa Senhora de Fátima, foi recebida no Bairro Alto, junto ao cruzeiro e pela Junta de Freguesia liderada por Aires Carvalho e Santos, com o secretário Fernando Reis Duarte de Almeida e o tesoureiro Joaquim Tavares da Silva - já todos falecidos.
A autarquia local foi modesta e humilde a pedir apoios: o alcatroamento das Ruas de Santo António e do Viveiro (agora Adolfo Pires dos Reis) e obras na sede da Junta de Freguesia (a agora, e ainda, Sede 1 da Tuna / Associação Filarmónica de Óis da Ribeira).
Ao tempo, estava em fase final de construção o restaurante «Pôr do Sol», empreendimento de Dinis Tavares dos Reis (já falecido) e que foi visitado pela comitiva camarária, que, logo na altura, prometeu luz pública para o local.
Sonhos do tempo eram a abertura de uma estrada marginal da pateira, até à Piedade e uma rua que ligaria a do Cabo (agora Manuel Tavares) aos Lâmaros - obras que, como se sabe, nunca se concretizaram. E já lá vão 52 anos, passando por uma comissão administrativa e 13 Juntas de Freguesia - 4 das quais já no âmbito da UFTOR.

- ANO 1907, há 119 anos: O nascimento dos gémeos Anunciação e Artur Silva!


Maria Anunciação (da Volta)
Orlando Rino


O dia 14 de Maio de 1907 foi muito especial para o casal Diamantino Francisco da Silva e Ana Pires Soares, de Óis da Ribeira: Foi o dia do nascimento de seus dois filhos gémeos: Maria Anunciação e Artur.
Diamantino era estucador e natural de Fermentelos e Ana foi agricultora, de Óis da Ribeira. O casal teve outros filhos: o professor Dinis, o 1º. sargento César (da Marinha) e Anacleto.
Todos eram netos paternos de João Francisco e Feliciana Silva, de Fermentelos, e de Joaquim António Pires Soares e Maria Rosa Soares, de Óis da Ribeira.
Maria da Anunciação (popularmente conhecida como Maria da Volta) casou a 5 de Setembro de 1927 com José Maria da Conceição (Rino), de Recardães, e de quem enviuvou a 22 de Marco de 1964, quando estavam emigrados em Rio Grande, cidade do Estado de Rio Grande do Sul, no Brasil - e onde nasceram seus filhos Zulamar (Zola), Orlando e Ondina.
Maria Anunciação faleceu em a 5 de Agosto de 1984, aos 77 anos, e está sepultada no Cemitério Novo de Óis da Ribeira.
Artur casou na cidade de Rio Grande, no Estado de Rio Grande do Sul, Brasil, a 30 de Julho de 1934, com Orencia Vergara Maciel. Lá faleceu a 10 de Fevereiro de 1995, não sabemos se com descendência.
- NOTA: Orlando voltou a Rio Grande, onde trabalhou na área comerical e artigos de pesca e caça, com loja na avenida Duque de Caxias. Lá faleceu. RIP!!!

- ANO 1888, há 136 anos: Berardo que foi irmão de Benjamim e Isaac!

Benjamim S. Freitas


O óisdaribeirense Berardo Soares de Freitas nasceu a 14 de Maio de 1888, há 138 anos, e foi um dos muitos conterrâneos que, no princípio do Século XX, emigrou para o Brasil.
Filho de Joaquim António Soares de Freitas, lavrador, e de Maria José dos Santos, governanta de casa, era neto paterno de António Lopes dos Santos e de Rosa Emília Soares e materno de Berardo dos Santos Oliveira e Rosa Emília Soares.
Teve pelo menos dois irmãos: Isaac e Benjamim Soares de Freitas, que também foram emigrantes em Pelotas, cidade do Estado do Rio Grande do Sul, no Brasil. Benjamim que viria a ser presidente da Junta de Freguesia e benemérito por ter oferecido o telefone público e o relógio da torre de Igreja, nos anos 50 do Seculo XX.
Não sabemos se e quando voltou a Portugal, mas foi pai, pelo menos, de Maria José e de Joaquim Soares dos Santos.
Maria José foi esposa de Alexandrino Pinheiro dos Reis - pais das irmãs Rosa, da Rua dos Aidos, e Iracene, da Benjamim Soares de Freitas).
Joaquim Soares dos Santos, o Cuchas, foi casada com Delmira Pinheiro dos Reis, irmã de Alexandrino (e, por este casamento, pai dos irmãos Maria da Luz e Felizbela, já falecidas, e Manuel Horácio Pinheiro dos Santos, que mora na Rua da Pateira.

quarta-feira, maio 13, 2026

ARCOR não disputou Taça de Portugal de Esperanças por «decisão técnica»

O cartaz oficial da prova
 


A ARCOR Canoagem não participou na Taça de Portugal de Esperanças «por decisão técnica» e, segundo António Brico, vice-presidente do clube e responsável ela modalidade, depois de se «ponderarem vários factores».
A prova estava marcada para 10 de Junho e em Vila Nova da Barquinha, mas deu-se até o caso de ter sido adiada «devido às condições meteorológicas adversas previstas, especificamente a intensidade do vento».
As previsões de muito mau tempo, aliás, foram ponderadas pela ARCOR Canoagem, para além de que, segundo António Brinco, também foi considerado «o facto de que a competição se ir realizar no rio Tejo e numa zona de bastante corrente e sujeita a fortes ventos».
Por outro lado e ainda segundo este dirigente arcoriano, «a prova não tem qualquer pontuação para a classificação de clubes nem para os rankings nacionais». Além disso, foi ponderada a «elevada quantidade de provas que constam do calendário nacional» e, por consequente acréscimo, «as elevadas despesas de deslocação».
O d´Óis Por Três falou do assunto a 10 de Junho, o dia da prova - ver AQUI -, indicando que o caderno provisório da prova, no site oficial de Federação Portuguesa da Canoagem, não incluía atletas do clube de Óis da Ribeira.
O vice-presidente António Brinco, solicitado pelo d´Óis Por Três, deu a explicação que hoje reproduzimos. Agradecenos e fica tudo explicado.
A prova está remarcada para o dia 27 de Junho de 2023, como se pode ver no cartaz oficial.

O músico Nuno Reis no teatro, dança, produção e programação!

Nuno Reis no concerto da Organic Music Society

O músico Nuno Reis tem carreira artística de nível alto e prestigiado e foi, a 2 de Maio de 2026, um dos participantes do Laboratório Big Band - Around The City Of Jazz, que decorreu no Centro de Artes de Águeda.
A 1 de Maio e também no Centro de Artes de Águeda, conduziu o workshop «Atmosferas Improvisativas» (durante a tarde) e, à noite, esteve (como trompetista) no concerto da Organic Music Society - de tributo a Don Cherry e com Bitocas Fernandes, Rui Veiga e Diogo Lopes.
«Atmosferas improvisadas» foi uma oficina de exploração de estratégias improvisativas, partindo do som como matéria plástica, do silêncio e da escuta ativa como universos de possibilidades, da improvisação como composição instantânea in situ, da liberdade expressiva total como paradigma, da sinestesia como princípio criativo, da criação como processo dialógico, da reciclagem como reinvenção de linguagens, da géstica e do jogo como forma de provocar a criação coletiva e a osmose na comunicação musical.
A Tuna de Óis da Ribeira em 1993. De pé, Ortélio Costa,
Madail Matos, José Santos (Bareco), Hostilino C. Matos, 
José Maria Gomes, Alípio Framegas, Hostilino Matos, 
Horácio Soares e António Abrantes (porta-bandeira).
Em baixo, Paulo Gonçalo, Alfredo Oliveira, Nuno 
Almeida, Luís Neves, Nuno Reis e Carlos Matos

Carreira sólida e
muito diversificada!

Nuno Reis é natural de Óis da Ribeira, foi músico da Tuna musical e tem sólida e diversificada carreira como músico performer, marcada por uma intensa atividade em palco e em estúdio, tanto a nível nacional como internacional.
O seu destacado e prestigiado percurso começou na Banda 12 de Abril (Travassô) e continuou na Tuna Musical de Óis da Ribeira (ver foto). Continuou, já em Lisboa, na banda Cool Hipnoise (1994/2000) e desde sempre colaborou com projectos e artistas de referência como Ena Pá 2000, Xutos & Pontapés, Blind Zero, General D, Blasted Mechanism, Peste & Sida, Despe & Siga, Lupanar, João Pedro Pais e Irmãos Catita, entre muitos outros.
O seu trabalho desenvolve-se, sobretudo, nas áreas das músicas populares urbanas, do jazz e da música improvisada, evidenciando uma forte versatilidade artística.
Arlindo e Natércia
(pais de Nuno Reis)

Música, teatro, dança, 
produção e programação!

Nuno Reis, paralelamente, tem criado música para teatro, dança e performance, privilegiando uma abordagem transdisciplinar no cruzamento das artes performativas. 
Tem também experiência como produtor e programador cultural em espaços independentes. Atualmente integra projetos como Mercado Negro, New Naked Soundz, Funk Off And Fly, Moi Non Plus e Suzy and the Boys.
Natural de Óis da Ribeira, é filho de Maria Natércia Martins Pereira e de Arlindo Reis Duarte de Almeida - da Rua da Pateira. É licenciado em Música pela Escola Superior de Música de Lisboa (ESML) da Universidade Nova de Lisboa.


- ANO 2011, há 15 anos: Limpeza dos jacintos pelas 4 Juntas de Freguesia da pateira!


O segundo e último protocolo, a 13 de Maio de 2011: Fernando Pires 
(OdR), Sesnando Reis (R), António Cunha (Hidrográfica), Carlos 
Nolasco (F) e Manuel Campos (E)


A Administração da Região Hidrográfica do Centro (ARHC) assinou, a 13 de Maio de 2011, parcerias com as Juntas de Freguesia de Espinhel, Fermentelos, Óis da Ribeira e Requeixo, para a limpeza dos jacintos e a reabilitação da pateira.
Há 15 anos!
O protocolo renovava o já assinado a 23 de Setembro de 2010 e, através dele, cada Junta iria receber (e recebeu) 3200 euros, em 4 meses, para proceder à vigilância e remoção manual dos jacintos, como acção preventiva.
O objectivo, entretanto abandonado, era «erradicar os jacintos», como disse António Cunha, que representava a ARHC, na altura da assinatura dos protocolos (foto ao lado) e frisando que «a parceria de há um ano foi um sucesso, razão porque se repete».
Todos os quatro presidentes de Junta de Freguesia se manifestaram satisfeitos com a renovação do protocolo: Fernando Pires (de Óis da Ribeira), Manuel Campos (de Espinhel), Carlos Nolasco (de Fermentelos) e Sesnando Alves dos Reis (de Requeixo).
- NOTA: Hoje e 15 anos passados, todos sabemos que subssiste o problema dos jacintos. Actualmente, com duas dragas paradas na pateira. Sobram jacintos, dragas e promessas.

- ANO 2005, há 21 anos: A Tuna gravou o CD «Murmúrios da Pateira»!

Carlos Matos no concerto de apresentação  do CD «Murmúrios da Pateira»

A capa do CD «Murmúrios da Pateira» (2005)

O CD «Murmúrios da Pateira» foi (é) o primeiro da Tuna Musical que agora se chama Associação Filarmónica de Óis da Ribeira e foi gravado nos dias 13 e 14 de Maio de 2005.
Há 21 anos!
A edição foi da Mundial Produções, de Águeda, era Carlos Matos o maestro e foi oficialmente apresentado no dia 1 de Setembro desse mesmo ano, no decorrer do primeiro dia da Semana Cultural da Tuna - como se pode recordar AQUI, no youtube e no concerto que incluiu uma homenagem a David Soares dos Santos, antigo músico e dirigente tunante e então já com 94 anos. Viria a falecer no dia 16 de Outubro de 2012, a pouco mais de três meses de completar 102 anos.
Pedimos, oportunamente, colaboração dos leitores do d´Óis Por Três, no sentido de nos facultarem uma imagem da capa do CD - que gostávamos de publicar. E não tínhamos.
Pois bem, o sr. José Carlos Castro Morais, proprietário e gestor do restaurante «Pôr do Sol», fez-nos esse favor e enviou-nos a capa do CD - que lá então foi apresentado (e também a do «Brisas d´Óis»). Agradecemos a cortesia. Assim se faz a História!
-  NOTA: O maestro Carlos dos Reis Matos também foi instrumentista e solista (cantor) da Tuna. lnfelizmente, faleceu a 12 de Novembro de 2022, aos 81 anos, de doença e em Fermentelos - onde morava.

- ANO 1994, há 32 anos: O Centro Cívico, a Junta e a ADRCOR...

. Ano 1914: Júlio Costa, aos 13 anos, emigrou para o Brasil!



Registo do passaporte de Júlio Costa


O óisdaribeirense Júlio Costa emigrou para o Brasil em 1914, com apenas 13 anos de idade, quase 14, com passaporte emitido pelo Governo Civil de Aveiro a 13 de Maio de 1914.
Há 112 anos.
Nascido a 16 de Maio de 1900 - dentro de três dias faria 126 anos!... - , era filho do agricultor Firmino Costa, natural de Fermentelos, e da jornaleira Ana Pires Tavares, de Óis da Ribeira. Neto paterno de José da Costa Júnior e de Maria Seabra, de Fermentelos; neto materno de António Rodrigues dos Santos (o Duque) e de Maria Emília Tavares, de Óis da Ribeira.

Júlio era sobrinho de Palmira Pires Tavares, que foi sua madrinha de baptismo e mãe de Maria do Carmo, que foi casada com Belmiro Gonçalo (Cabrito), e de Rosa Pires (com Acácio Gomes). 
O casal Maria do Carmo/Belmiro teve os filhos Jaime (falecido no Rândam), José (falecido em Águeda), Abel (que mora em Travassô), Maria Palmira e Luís (falecidos em Óis da Ribeira) e Benedita (moradora em Óis da Ribeira). Filhas de Rosa, são as irmãs Beatriz e Maria de Fátima Pires Gomes de Melo, ambas moradoras na Rua Nossa Senhora de Fátima. Todos primos em terceiro grau.
- NOTA: De Júlio Costa e da sua vida familiar, social e profissional, no Brasil não temos quaisquer notícias.

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terça-feira, maio 12, 2026

Nossa Senhora de Fátima com 5 dias de festa em Óis da Ribeira!

Procissão das Velas da festa de 2024
 

O cartaz oficial da festa de Nossa
Senhora de Fátima de 2026
Augusto Canário

As festas de Nossa Senhora de Fátima, em Óis da Ribeira começa, já amanhã, dia 13 de Maio de 2026, com celebração de missa na Igeja de Santo Adrião, às 21 horas, seguida da procissão das velas.                                            Os festejos vão realizar-se de 13 a 17 de Maio de 2026 e encerrarão com o popular cantor popular Augusto Canário. Envolvem  um concerto de duas bandas filarmónicas e vários bailes populares, para além das cerimónias religiosas.
O programa é o seguinte:
- DIA 13, quarta-feira, Dia de Fátima, às 21 horas: Eucaristia na Igreja de Santo Adrião e Procissão das Velas, presididas pelo padre Júlio Grangeia e com a Tuna /Associação Filarmónica de Óis da Ribeira (AFOR).
- DIA 14, quinta-feira, às 21,30 horas: Concerto, em despique, com a Banda Alvarense, de Casal de Álvaro, e a Tuna / Associação Filarmónica de Óis da Ribeira (AFOR).
Há muitos anos que evento deste nível - duas bandas filarmónicas em palco - não se realiza em Óis da Ribeira.
- DIA 15, sexta-feira, às 22 horas: Actuação dos grupos musicais «Fax» (22 horas) e «Vox» (às 01,30 do dia 16).
- DIA 16, sábado: Actuação das bandas «Top Som» (às 22 horas) e «Tilhas» (às 01,30 horas de domingo).
A Tuna / AFOR a 25 de Abril de 2026

Missa, procissão e
arraais populares !

O dia 17 de Maio, o domingo do último dia das festividades, começará  com a arruada a Tuna /Associação Filarmónica de Óis da Ribeira (AFOR), às 14 horas e pela vila.
O programa continuará com a celebração de missa solene na Igreja de Santo Adrião e a procissão - ambas presididas pelo padre Júlio Granjeia e acompanhadas pela Tuna / AFOR e pelo Agrupamento de Escuteiros 853, de Travassô.
O evento continuará à noite, às 22 horas e com as actuações do grupo «Ondas» e do artista popular Augusto Canário.

- ANO 2024, há 2 anos: Gabriela Resende venceu em C1 seniores da Taça Nacional de Maratonas!


Gabriela Resende, à direita, no pódio da Taça Nacional de Maratonas

João J. Ferreira
Leonardo S. Melo


A canoísta Gabriela Martins Resende, da ARCOR Canoagem, venceu a prova de C1 seniores da Taça Nacional de Maratonas, disputada a 12 de Maio de 2024, na Praia Fluvial do Faial, no Rio Cávado, em Vila do Prado, município de Vila Verde.
Há 2 anos!
João de Jesus Ferreira foi segundo classificado em K1 Masters e Leonardo dos Santos Melo o quarto em C1 juniores. Já Marta Bizarro foi quinta classificada do escalão de C1 juniores.
Os resultados dos atletas ARCORianos, clube náutico de Óis da Ribeira, foram os seguintes;
- K1 juniores, prova de 21 kms.: 7º.-Francisco Cadinha, 10 pontos; 15º.-Rodrigo Silva Ferreira, 2.
Marta Bizarro
- C1 juniores, de 17 kms.: 4º.-Leonardo Santos de Melo, 4.
- C1 juniores femininos, de 9 kms.: 5ª.-Marta Bizarro, 14.
- K1 seniores masculinos, de 25 kms: 9º.-Tiago Viegas, 8; 27º.-Leonardo Melo, 2.
- C1 seniores femininos, de 13 kms.: 1ª.-Gabriela Martins Resende, 34 pontos.
- K1 Masters, 17 kms.: 2º.-João de Jesus Ferreira, 28 pontos. António Brinco não largou.
A ARCOR Canoagem, clube de Óis da Ribeira e com 100 pontos, foi 7ª. classificada por equipas.

- Ano 1991, há 35 anos: A direcção de José Melo Ferreira e os estatutos da ARCOR!

José Melo Ferreira


A direcção da ARCOR presidida pelo engº. José Melo Ferreira tomou posse a 12 de Maio de 1991, para um mandato de dois anos. 
Há 35 anos!
O executivo incluía o secretário João Bernardino Dias FigueiroViegas, o tesoureiro Diamantino Alves Correia e os vogais Paulo Jorge Carvalho da Silva (Cadinha) e João Paulo Martins Pires. 
O padre Francisco Júlio Granjeia Pinto  presidia à assembleia geral, com António Manuel de Azevedo Melo (1º. secretário) e Rui Jorge dos Reis Fernandes (2º.). O conselho fiscal era presidido por Armando Alves Ferreira, com Manuel Horácio Figueiredo Reis e Manuel Duarte Marques de Almeida.
- ESTATUTOS: O mesmo dia, mas do ano 2000, foi tempo de se realizar uma assembleia geral de apresentação de contas e alteração de estatutos, para que os órgãos sociais pudessem fazer mandatos de quatro anos consecutivos. Esta parte, seria adiada para o dia 19. Votaram 34 associados, mas sem atingir os 2/3 exigidos pelos estatutos - 24 votos contra, sete a favor e três abstenções.

- NOTA: Armando Alves Ferreira faleceu a 26de Setembro de 2019, de doença e aos 69 anos. RIP!!!

- ANO 1992, há 33: Isabel Maria Lopes faleceu de acidente e aos 20 anos!


Isabel Maria M. Lopes
Eduardo M. S. Silva


A jovem estudante Isabel Maria Morais Lopes, de Óis da Ribeira, faleceu aos 20 anos, a 12 de Maio de 1992 e vítima de um brutal acidente automóvel, a cerca de 20 quilómetros de Montemor-o-Novo.
Há 34 anos!
Estudante universitária, viajava para a cidade de Évora na companhia de mais três estudantes (na Universidade de Aveiro), um deles, o namorado Eduardo Manuel Saraiva Silva (de Crastovães e filho do professor Eusébio Silva). 
Ambos tiveram morte instantânea. 
O condutor era de Ovar e faleceu pouco depois. O outro estudante era de Santarém e ficou gravemente ferido.
O automóvel (um Peugeot 205) não desfez uma segunda curva da estrada, perto de Lavra e fez um peão, embatendo de lado num camião de brita. Ficou cortado ao meio e sem tejadilho e encostos dos bancos.
- NOTA: Isabel Maria era filha de José de Jesus Lopes e Maria de Lurdes Morais Nunes, que moraram na Rua da Pateira. Agora, residem em Ovar, onde se fixou a outra filha do casal. Era neta materna do pintor Agostinho A. Santos (falecido a 6 de Maio de 1986, aos 81 anos) e de Aida da Silva Morais (falecida a 9 de Maio de 1996 e aos 79), que também moraram na Rua da Pateira.

- ANO 1936, há 90 anos: Os encravanços da ponte de Ois da Ribeira!

A ponte de Óis da Ribeira foi inaugurada a 25 de Maio de 1952
A notícia de há 90 anos!


A ponte de Óis da Ribeira sobre o Rio Águeda, pela qual circulamos hoje com todo o à-vontade, foi construída após uma epopeica luta do povo da freguesia, pelo menos desde 1908.
Talvez antes.
A ligação entre as duas margens, de Óis da Ribeira para Cabanões, era feita pelo barqueiro Zebedeu Alves da Costa - que seguia uma tradição de família, já desde o século XIX.
Há 90 anos, a 12 de Maio de 1936, o presidente da comissão - que era o padre José Bernardino Santos Silva - convocou uma reunião, para analisar o «encravanço» em que o engº. Moreira de Sá a tinha metido. Leiam o recorte, recolhido do jornal «Soberania do Povo», da época. Se clicarem na imagem, ela amplia.
«Seria bom que S. Exª. tome a sério este assunto e lhe dê o andamento preciso, para bem cumprir, apesar de tarde, o que tratou com a comissão», notava a notícia de há 90 anos. 

segunda-feira, maio 11, 2026

Os combatentes de Óis da Ribeira a 25 de Abril de 1974!

Aníbal G. Reis (Lito), um dos dois primeiros
combatentes em Angola (com Neca Taipeiro)
e Celestino Viegas, o último (em 1975)
A guerra
colonial
 

O d´Óis Por Três deu, a 25 de Abril de 2026, quando se passaram 52 anos da Revolução dos Cravos - ver AQUI -, algumas notas sobre como seria Óis  da Ribeira nesse tempo - quando era, assim lembrámos nós, «uma comunidade tranquila, principalmente rural e de caminhos abertos para o turismo, essencialmente a partir das belezas naturais da pateira».
Uma leitora (identificada) escreveu-nos e considerou «muito insuficiente» a imagem que lembrámos da Óis da Ribeira de 1974. E tem alguma razão. Era (é), na verdade, despretensiosa e feita a partir da dados recolhidos na net e de outros, de conhecimento directo.
Sugeriu-nos a mesma leitora que lembrássemos os óisdaribeireneses que, nessa data de há 52 anos, participavam na guerra colonial. Ela nos disse que tem familiares que nela participaram e de quem ouviu muitos comentários.
«São muitos? Quem são? Onde estão e o que fazem?», perguntou a leitora, com uma questão final: «Algum conterrâneo óisdaribeirense faleceu na guerra colonial?".
Quanto a esta questão, não..., não faleceu nenhum óisdaribeirense na guerra colonial.
Felizmente!!!
Quanto aos combatentes de Óis da Ribeira que a 25 de Abril de 1974 estavam ou foram para frentes da guerra colonial, procurámos saber, a tarefa não foi (não é) nada fácil mas, com a cautela de alertar que a listagem estará provavelmente incompleta, aqui deles vimos falar.
Ainda assim, aqui vão os dados que conseguimos recolher, separando-os pelas três frentes de combate em terras de África:
António Melo
Dinis R. Santos
Armando F. Reis

GUINÉ

- Aldírio Pires de Morais: soldado atirador, actualmente morador em Travassô.
- António Fernando Gomes de Melo: furriel miliciano sapador, falecido a 3 de Outubro de 2017, aos 65 anos e de doença; morava no Alto de Cabanões.
- Armando Ferreira dos Reis: soldado, falecido a 2 de Fevereiro de 2023, aos 71 anos; morava em Aveiro e com casa na Rua Bejamim Soares de Freitas.
- Dinis dos Reis Santos: 1º. cabo sapador, da Rua Comendador António Berna.
- Zebedeu Oliveira Costa: soldado, emigrado nos Estados Unidos; era da Rua Adolfo Pires dos Reis (Viveiro) mas tem casa na Rua Comendador António Berna.
Custódio Ferreira e
Celestino Viegas (1980)

ANGOLA

- Celestino José Pinheiro Morais Viegas: furriel miliciano de Operações Especiais (Rangers), morador na Viela da Igreja.
- Custódio Alves Ferreira: soldado sapador, da Rua Adolfo Pires dos Reis (Viveiro) e emigrado nos Estados Unidos.
- José Rodrigues Carvalho de Almeida: soldado atirador, da Rua Adolfo Pires dos Reis (Viveiro).
- José Martins de Oliveira (Ramiro): soldado, da Rua Comendador António Berna.
António Neves
António Maria

MOÇAMBIQUE

- António Maria dos Santos Almeida: soldado atirador, falecido a 13 de Dezembro de 2024, aos 73 anos, da Rua Benjamim Soares de Freitas, era de Espinhel.
- António Morgado de Oliveira Abrantes: soldado, morador na Rua da Pateira, era (é) de Casal de Álvaro.
- António Simões Pinheiro das Neves: furriel miliciano, falecido a 7 de Maio de 1999, aos 50 anos; morava na Rua da Pateira.
- Horácio de Oliveira Gomes Soares (Prazeres): soldado atirador, da Rua Benjamim Soares de Freitas; era (é) de Casal de Álvaro.
- Manuel Filipe Soares da Costa: soldado, que mora em Vapaços; irmão de Clélia, Maria, Leonildo e Danilo Soares da Costa.
Manuel S. F. Reis
(Neca Taipeiro)
Albertino G. Soares

Algumas (poucas)
curiosidades e outras
memórias!

1 - Os soldados Aníbal Gomes dos Reis (Lito) e Manuel Simões Ferreira dos Reis (Neca Taipeiro) foram os 2 primeiros combatentes de Óis da Ribeira na guerra colonial, em 1961/1962/1963. 
Ambos embarcaram em 1961, combateram e regressaram de Angola em 1963.
2 - O furriel miliciano Celestino José Pinheiro Morais Viegas foi o último a regressar da guerra colonial; de Angola e em 1975, no seu caso.
3 - O soldado Albertino Gomes Soares foi o primeiro combatente de Óis da Ribeira na guerra colonial da Guiné - agora Guiné Bissau - em 1963/1964/1965.
Celestino Morais
António S. Pereira
(Palmira)
4 - Os últimos a regressar da Guiné foram o 1º. cabo Dinis dos Reis Santos e o furriel miliciano António Fernando Gomes de Melo, em finais 1974.
5 - Celestino Pires Estima de Morais foi marinheiro (1º. grumente e fuzileiro) e o primeiro óisdaribeirense a combater em Moçambique (em 1965/1966). 
6 - O último foi António Morgado de Oliveira Abrantes (que regressou em 1975).
7 - José Augusto Pires de Morais (Acúrsio) foi soldado de infantaria e o primeiro óisdaribeirense a combater em Timor. É irmão do fuzileiro Celestino Pires de Morais (em Moçambique) e do soldado Aldírio Pires de Morais - um dos últimos a regressar da Guiné (em finais de 1974). Está emigrado em França.
8 - O último a voltar de Timor foi o soldado António Simões Pereira (Palmira), em 1975.
- NOTA: A relação poderá ter alguma imprecisão, do que antecipadamente nos penitenciamos. Qualquer correção/informação poderá ser feita para o email doisportres2@gmail.com. Agradecemos.

- ANO 1969, há 57 anos: A Tuna de Óis da Ribeira «reapareceu» em festa de fé e promessa militar!


Elementos da Tuna Musical de Óis da Ribeira em 1990
Gil M. Reis

A Tuna de Óis da Ribeira, então já sem actividades desde pelo menos 1962, sete anos antes..., teve alguns dos seus antigos elementos activos numa festa religiosa realizada a 11 de Maio de 1969.
Há precisamente 57 anos.
A iniciativa foi de Gil Martins dos Reis, na foto ao lado, que quis agradecer a Nossa Senhora de Fátima o facto de seu filho Júlio Framegas dos Reis (o mais velho) ter regressado «são e salvo» de Moçambique, onde participou na guerra colonial, integrando o Exército Português.
E organizou a festa, de missa solene e procissão, a expensas pessoais.
A foto que aqui publicamos é dos anos 90 do Século XX, ainda antes da reorganização definitiva da Tuna, que ocorreu a 28 de Novembro de 1993, e também aqui numa actividade religiosa católica, na Igreja de Santo Adrião de Óis da Ribeira. Com antigos tunos, é verdade, mas informalmente juntos para essa actividade específica.
- NOTA: Da imagem que publicamos, já faleceram Hortélio Costa, Aires Carvalho, José Pinheiro, Alípio Framegas, Alípio Fernandes da Silva, Agostinho Tavares, Hostilino Matos, Maria Deolinda Santos, Alice Santos, Élio dos Reis Framegas, Fernando Reis Duarte de Almeida, José Amadeu Santos e Edmundo Pereira dos Reis.