d´OIS POR TRÊS
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sábado, outubro 10, 2026
A ARCOR precisa de se endividar em 300 000 mil euros!
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| A fachada principal do centro social da ARCOR |
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| A ARCOR no jornal «Diário de Aveiro» de 09/10/2026 |
A IPSS óisdaribeirense apoia crianças e idosos e
«quer reforça a sua resposta social, perante aumento das necessidades».
O presidente Dinis Alves abordou a actualidade arcoriana, em entrevista ao jornal «Diário de Aveiro» de ontem, dia 9 de Outubro de 2026 e de que nos socorremos - ver AQUI
A ARCOR, ainda segundo se lê no mesmo diário, «desempenha um papel central na comunidade» e nos dias de hoje «vive, contudo, um período marcado por desafios financeiros e pela necessidade de realizar investimentos significativos nas suas instalações».«A realidade das instituições sociais mudou e exige uma capacidade de adaptação que nem sempre é acompanhada pelos meios disponíveis», afirmou o presidente Dinis Alves ma entrevista ao DA, acrescentando que a associação de Óis da Ribeira «mantém respostas na área da infância, através da creche e do pré-escolar, e na terceira idade, através do centro de dia e do serviço de apoio domiciliário».
A instituição, aida segundo o DA, desenvolve, ainda, actividades desportivas, nomeaamente através da canoagem e cultural através do teatro amador e das marchas populares.
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| O centro social da ARCOR em 2005 |
Presidente da ARCOR diz
que «temos que nos endividar»
em 300 000 euros!
Uma das principais preocupações da actual direção arcoriana está relacionada com o estado do edifício da instituição - o centro social.
Uma das principais preocupações da actual direção arcoriana está relacionada com o estado do edifício da instituição - o centro social.
«Tem cerca de duas décadas e sem intervenções de recuperação de grande dimensão, as instalações necessitam
de um investimento na ordem dos 300 mil euros», considerou Dinis Alves.
«Os edifícios e as IPSS necessitam de investimento, porque as necessidades de um utente de há 20 anos hoje são perfeitamente diferentes e daqui a dez anos serão perfeitamente diferentes. Tem que haver um investimento nas IPSS», afirmou Dinis Alves.
A Câmara Municipal de Águeda «tem ajudado, a Junta de Freguesia tem-nos ajudado e há um bom relacionamento entre todas as entidades». Agora, sublinha Dinis Alves, «eu não posso exigir à Junta de Freguesia que me dê 200 mil euros, se a Junta de Freguesia não tem e tem outras necessidade.
«É muito difícil», referiu o presidente da direção da ARCOR.
A situação coloca a instituição, e continuamos a citá-lo do jornal «Diário de Aveiro», perante «uma decisão difícil», já que, frisou, «avançar com as obras, implica recorrer ao financiamento bancário».
«Acho que quem lá ficar, eu ou outra pessoa, tem que fazer um investimento brutal no edifício. Tem que gastar cerca de 300 mil euros. E não é para alargar os serviços, é só de manutenção, só de recuperação», afirmou o presidente Dinis Alves.
O edifício do centro social da ARCOR, acrescentou, «tem 20 anos, com zero recuperação».
«Nós temos que ir à banca e temos que nos endividar. As nossas contas estão em dia, não devemos nada a ninguém, mas para fazer este investimento temos que avançar», afirmou Dinis Alves.
- AMANHÃ: As associações têm que se profissionalizar.
«É muito difícil», referiu o presidente da direção da ARCOR.
A situação coloca a instituição, e continuamos a citá-lo do jornal «Diário de Aveiro», perante «uma decisão difícil», já que, frisou, «avançar com as obras, implica recorrer ao financiamento bancário».
«Acho que quem lá ficar, eu ou outra pessoa, tem que fazer um investimento brutal no edifício. Tem que gastar cerca de 300 mil euros. E não é para alargar os serviços, é só de manutenção, só de recuperação», afirmou o presidente Dinis Alves.
O edifício do centro social da ARCOR, acrescentou, «tem 20 anos, com zero recuperação».
«Nós temos que ir à banca e temos que nos endividar. As nossas contas estão em dia, não devemos nada a ninguém, mas para fazer este investimento temos que avançar», afirmou Dinis Alves.
- AMANHÃ: As associações têm que se profissionalizar.
- ANO 2020, há 6 anos: A ARCOR Canoagem limpou o lixo na pateira!
A ARCOR Canoagem encerrou a sua época desportiva de 2020 no dia 10 de Outubro, hoje se fazem 6 anos, simultaneamente com a realização da Volta à Pateira em Kaiyak.
O objectivo era fazer a recolha de resíduos (lixo) e o percurso envolveu as margens de Óis da Ribeira, de Fermentelos e de Espinhel.
A iniciativa da ARCOR Canoagem foi apoiada pelo Programa de Apoio a Projectos e Eventos da Região de Aveiro (PAPARA 2020), a que oportunamente se candidatou, com o projecto «Conhecer e valorizar o rio Águeda e a pateira», então contemplado com 1800 euros.
A concentração foi junto ao hangar óisdaribeirense e o dia pôs-se a jeito para este dia de festa, que juntou atletas, treinadores, dirigentes e familiares.
- NOTA: Após a volta à lagoa e já da parte da tarde, ainda foi feita uma recolha apeada de lixo, ao longo da margem de Óis da Ribeira, e houve confraternização de fecho de mais uma temporada canoística.
O objectivo era fazer a recolha de resíduos (lixo) e o percurso envolveu as margens de Óis da Ribeira, de Fermentelos e de Espinhel.
A iniciativa da ARCOR Canoagem foi apoiada pelo Programa de Apoio a Projectos e Eventos da Região de Aveiro (PAPARA 2020), a que oportunamente se candidatou, com o projecto «Conhecer e valorizar o rio Águeda e a pateira», então contemplado com 1800 euros.
A concentração foi junto ao hangar óisdaribeirense e o dia pôs-se a jeito para este dia de festa, que juntou atletas, treinadores, dirigentes e familiares.
- NOTA: Após a volta à lagoa e já da parte da tarde, ainda foi feita uma recolha apeada de lixo, ao longo da margem de Óis da Ribeira, e houve confraternização de fecho de mais uma temporada canoística.
terça-feira, outubro 10, 2023
A ARCOR Canoagem é um dos parceiros do «Sport is Genderless»
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| A apresentação do «Sport is Genderless» |
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| Imagem promocional do «Sport is Genderless» |
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| ARCOR |
A ARCOR Canoagem é um dos parceiros do «Sport is Genderless», projecto da Câmara Municipal de Águeda, com a de Lousada, que «defende a igualdade de oportunidades para a prática desportiva, envolvendo escolas, clubes e estruturas associativas».
«Trabalha junto das crianças, para que ganhem hábitos desportivos, independente da idade, género ou condição, e que depois possam interligar-se com clubes e associações do concelho», disse o vice-presidente Edson Santos.
O projeto vai ser dinamizado durante o actual ano lectivo e inclui um curso de formação para treinadores, atividades de sensibilização e workshops para pais.
Envolverá, nos dois municípios, 40 estabelecimentos de ensino e mais de 3.000 crianças. Em Águeda, será implementado em 17 escolas dos Agrupamentos de Escolas de Águeda, Águeda Sul e Valongo), envolvendo cerca de 1.500 alunos, 11 clubes e associações e 7 parceiros AEC’s. O investimento é de 152 mil euros, com financiamento comunitário de cerca de 137 mil euros.
Além da ARCOR, na vertente de canoagem, estão envolvidos o Recreio de Águeda (no atletismo), All4Gym (ginástica), Clube Aventura Bairrada (orientação), Casa do Povo de Valongo (andebol), Águeda Bike Friends (ciclismo), Algés (natação), GICA (basquetebol), Desportivo Atlético Recardães (duatlo), Associação de Futebol de Aveiro (futebol), Associação Portuguesa de Rope Skipping (rope skipping), Psientífica e Bela Vista (Águeda, Centro Social Paroquial da Borralha, CENSI (de Aguada de Baixo), LAAC (Aguada de Cima), Ninho Académico e Os Pioneiros.
- ANO 2003, há 23 anos: Os novos balneários e a requalificação do polidesportivo da ARCOR!
- Ano de 1931, há 95 anos : O padre Manuel Simões da Silva!
O padre Manuel Simões da Silva foi pároco de Santo Adrião de Óis da Ribeira de 1966 a 1969 e hoje, dia 10 de Outubro de 2026, faria 95 anos.
Faleceu a 25 de Agosto de 2007, aos 75 e no Hospital de Aveiro.
Natural de Oiã, em Oliveira do Bairro, sucedeu ao padre Viriato da Graça Bodas em Óis da Ribeira e antecedeu o padre António Nunes da Fonseca.
Ordenado sacerdote a 21 de Setembro de 1958, passou por Águeda e Castanheira do Vouga (1958/1966), Travassô e Óis da Ribeira (1966/1969), Vilarinho do Bairro (1969/1976), Avanca (1976/1989), Amoreira da Gândara (1989/2003) e Troviscal (de 1989 até à morte). Foi também professor de Educação e Moral Católicas na Escola Industrial e Comercial e Colégio de S. Bernardo, em Águeda. Durante a doença e após a morte do pároco de Oliveira do Bairro, o padre Miguel Duarte, ainda aqui foi administrador paroquial (2003/2004).
- NOTA: Muitos óisdaribeirenses, agora na «casa» dos 50 para 60 e poucos anos, foram baptizados e seus catequisandos e certamente se recordarão este sacerdote.
- ANO 1894, há 132 anos: Dinis Pires da Silva, professor e político de Óis da Ribeira!
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Registo baptismal de Dinis Pires da Silva |
O óisdaribeirense Dinis Pires da Silva foi professor primário e político e nasceu a 10 de Outubro de 1894.
Há exactamente 132 anos!
Filho de Diamantino Francisco da Silva, estucador que era natural de Fermentelos, e de Ana Pires Soares, agricultora de Óis da Ribeira, era neto paterno de João Francisco e de Feliciana Silva e materno de Joaquim António Pires Soares e de Maria Rosa Soares.
A 4 de Julho de 1918, aos 22 anos e na Igreja Paroquial de Travassô, casou com Ana Sousa da Conceição, de 28, que nasceu na cidade de Pelotas, Estado de Rio Grande do Sul (no Brasil), filha de Manuel Jacinto de Sousa e de Ana Rocha de Sousa (de Travassô).
Dinis teve pelo menos três irmãos: os gémeos Artur e Maria da Assunção (Maria da Volta), que casou com José Maria da Conceição Rino, de Recardães, e faleceu a 5 de Agosto de 1983, mãe de Zulamar (a já falecida Zola), Ondina e Orlando Rino (que faleceu no Brasil, em Rio Grande). Artur casou com Orência Vergara Maciel, a 30 de Julho de 1934, na cidade de Rio Grande, Estado de Rio Grande do Sul (Brasil). Lá faleceu a 10 de Fevereiro de 1995. Também César Pires da Silva, que foi casado com a cidadã francesa Cecille Florence Charlotte e dono da casa apalaçada que foi demolida na Carreira da Igreja, frente à de José Resende - agora do neto João Paulo Gomes.
A Família PiresHá exactamente 132 anos!
Filho de Diamantino Francisco da Silva, estucador que era natural de Fermentelos, e de Ana Pires Soares, agricultora de Óis da Ribeira, era neto paterno de João Francisco e de Feliciana Silva e materno de Joaquim António Pires Soares e de Maria Rosa Soares.
A 4 de Julho de 1918, aos 22 anos e na Igreja Paroquial de Travassô, casou com Ana Sousa da Conceição, de 28, que nasceu na cidade de Pelotas, Estado de Rio Grande do Sul (no Brasil), filha de Manuel Jacinto de Sousa e de Ana Rocha de Sousa (de Travassô).
Dinis teve pelo menos três irmãos: os gémeos Artur e Maria da Assunção (Maria da Volta), que casou com José Maria da Conceição Rino, de Recardães, e faleceu a 5 de Agosto de 1983, mãe de Zulamar (a já falecida Zola), Ondina e Orlando Rino (que faleceu no Brasil, em Rio Grande). Artur casou com Orência Vergara Maciel, a 30 de Julho de 1934, na cidade de Rio Grande, Estado de Rio Grande do Sul (Brasil). Lá faleceu a 10 de Fevereiro de 1995. Também César Pires da Silva, que foi casado com a cidadã francesa Cecille Florence Charlotte e dono da casa apalaçada que foi demolida na Carreira da Igreja, frente à de José Resende - agora do neto João Paulo Gomes.
da Silva, de Óis e
de Cabanões!
Dinis Pires da Silva foi figura de destaque da vida política aguedense, para além do seu magistério de professor primário.
Relevante de tal modo que a Junta de Freguesia de Travassô, os anos 80 do século XX - em data que não conseguimos apurar -, atribuiu o seu nome à principal rua de Cabanões - o arruamento onde viveu e faleceu. A rua que vai da ponte do Rio Águeda até à estrada Águeda-Aveiro, já em Travassô e junto à pastelaria.
- NOTA: Netos do professor Dinis são Vera Lúcia da Silva Conceição Simões, que mora na casa herdada do avô (em Cabanões e imediatamente a poente da capela), as irmãs Rosa Maria e Ana Rosa, e os já falecidos capitão Vasco César Silva e a professora Célia da Silva Conceição.a
sexta-feira, outubro 09, 2026
Os últimos eleitos da AFOR e da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira!
A última sessão Assembleia de Freguesia de Óis da Ribeira (AFOR) eleita reuniu a 9 de Outubro de 2013.
Uma quarta-feira de há precisamente 13 anos.
Bem se pode dizer, em sentido metafórico - e desculpem lá qualquer coisinha... -, que os seus membros, tendo sido eleitos para defender os interessas da comunidade, foram, afinal, os «coveiros» da freguesia independente e senhora dos seus destinos, gestora do seu território e do seu património.
Bem se pode dizer, em sentido metafórico - e desculpem lá qualquer coisinha... -, que os seus membros, tendo sido eleitos para defender os interessas da comunidade, foram, afinal, os «coveiros» da freguesia independente e senhora dos seus destinos, gestora do seu território e do seu património.
Mostram-se na imagem (de há 13 anos), sorrindo-se para o futuro a que nos trouxe a (des)União de Freguesias.
A AFOR de há 13 anos foi o último acto público dos então eleitos que, nessa noite e albardados na sua competência eleitoral, assinaram o «boletim de óbito» da Freguesia da vila óisdaribeirense enquanto entidade política e administrativa independente, de pergaminhos centenários e que, assim e avulsamente, foram botados para o cesto dos papéis da história.
A AFOR de há 13 anos foi o último acto público dos então eleitos que, nessa noite e albardados na sua competência eleitoral, assinaram o «boletim de óbito» da Freguesia da vila óisdaribeirense enquanto entidade política e administrativa independente, de pergaminhos centenários e que, assim e avulsamente, foram botados para o cesto dos papéis da história.
«A caminho da colonização (!) externa que actualmente tão bem, por mal, conhecemos», expectava o d´Óis Por Três.
E não se enganou!
Os trabalhos da AFOR foram conduzidos pelo presidente Manuel Soares dos Reis e Santos (do PSD), que registou o facto de ser a última, por isso histórica, verificando-se a ausência de Germano Magalhães Venade (também do PSD).
O saldo final do executivo de Fernando Tavares Pires (PSD), reportado a 29 de Setembro, era de 4.561,43 euros - que não considerava, obviamente, as despesas correntes posteriores (por exemplo, de água e electricidade).
A sessão registou, também, a colocação dos retratos (ver fotos de abertura e em baixo) de boa parte dos presidentes de Junta de Freguesia de Óis da Ribeira.
Os trabalhos da AFOR foram conduzidos pelo presidente Manuel Soares dos Reis e Santos (do PSD), que registou o facto de ser a última, por isso histórica, verificando-se a ausência de Germano Magalhães Venade (também do PSD).
O saldo final do executivo de Fernando Tavares Pires (PSD), reportado a 29 de Setembro, era de 4.561,43 euros - que não considerava, obviamente, as despesas correntes posteriores (por exemplo, de água e electricidade).
A sessão registou, também, a colocação dos retratos (ver fotos de abertura e em baixo) de boa parte dos presidentes de Junta de Freguesia de Óis da Ribeira.
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| A sede (no 1º. piso) da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira |
A (não) autonomia política
e administrativa de ÓdR !
A última Assembleia de Freguesia de Óis da Ribeira, a dessa quarta-feira de 9 de Outubro de 2013, deixou para a história a referida imagem fotográfica que aqui reproduzimos - com os últimos soberanos do poder óisdaribeirense.
São eles os últimos óisdaribeirenses que, em autonomia política e administrativa, melhor ou pior geriram e fiscalizaram a vida autárquica local. Depois disso, vive-se a estranha experiência que foi (e é) da União de Freguesias - que, ostensivamente, foi (e vai) lesando os interesses de Óis da Ribeira, nalguns com estranhas e surpreendentes cumplicidades locais.
Ainda por fazer, está o juízo sobre a atitude e responsabilidade desta última Assembleia de Freguesia, no decorrer do processo da (dita) reorganização administrativa que, à força, provocou a (des)União de Freguesias.
Estiveram à altura?
Não estiveram?
Reagiram como cidadãos de corpo inteiro, ou mais como militantes partidários?
Provavelmente, nunca se saberá.
Muitas vezes, exageradas vezes..., prefere-se a não discussão para se alijarem responsabilidades.
- NOTA: Alijar responsabilidade é, lamentavelmente, é muito vulgar entre os alguns óisdaribeirenses, homens e mulheres, que se propuseram servir as causas públicas de Óis da Ribeira.
As foto dos presidentes da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira!
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Os presidentes Manuel Tavares, Benjamim Freitas, José Maria Estima, Armando Resende, Joaquim António Soares e padre José Bernardino |
As imagens editadas ao lado mostram as que, na parede do salão nobre da então sede da
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| Fernando Pires, Manuel Soares, Agostinho Tavares, Isauro Santos e Aires Carvalho |
Foram recolhidas pelo último executivo óisdaribeirense (que não conseguiu reunir todas) e foram conhecidas a 24 de Janeiro de 2009, dia da inauguração da sede, e então publicadas na revista «Óis da Ribeira | A Histórias, as sedes e as Juntas», editada pela Junta de Freguesia.
Assim e salvaguardando-se algum eventual lapso ou omissão, foram, por exemplo:
- 1858/1878: Padre Manuel Pires Soares.
- 1879/1885: Luís Maria de Almeida.
- 1896/1901: Padre Ricardo Pires Soares.
- 1901/1907: Padre Manuel Gomes de Andrade (?).
- 1908/1910: Padre José Bernardino dos Santos Silva.
- 1910/1915: Padre Ricardo Pires Soares (após a implantação da República).
- 1915/1917: Luís Maria de Almeida.
- 1918/1919 (Março): Joaquim Maria Viegas.
- 1919/1922: Joaquim António Pires Soares.
- 1923/1927: Anacleto Pires Soares.
- 1928/1934 (Março): José Maria Estima.
- 1939 (11 de Março)/1940: João de Oliveira Matos.
- 1941/1943 (18 de Julho): Armando dos Santos Ala de Resende.
- 1943 (18 de Julho (/1954: Benjamim Soares de Freitas.
- 1955/1957: Armando S. Ala de Resende (até 17 de Novembro).
- 1957/1959: Aires Carvalho dos Santos (desde 17/11/1957).
- 1960/1962: Manuel Maria Tavares da Silva (até 4 de Abril).
- 1962 (depois de 4 de Abril)/1971: Armando S. Ala de Resende.
- 1972/1974: Aires Carvalho e Santos. Até ao 25 de Abril.
- 1974/1976, comissão administrativa: Isauro Carvalho de Almeida Santos (PS).
- 1977/1979: Isauro Carvalho de Almeida Santos (PS).
- 1980/1982: Agostinho Albino Pires Tavares (PS).
- 1983/1985: Isauro Carvalho de Almeida Santos Santos (PS).
- 1986/1989 e 1990/1993: Manuel Soares dos Reis e Santos (PSD).
- 1994/1997 a 2010/2013: Fernando Pires Tavares (PSD).
- NOTA: Após a (des)União de Freguesias, nasceu e levedou o sentimento comum de que a vila de Óis da Ribeira não tem andado para a frente. É o que é, ou o que os eleitos querem!
- 1858/1878: Padre Manuel Pires Soares.
- 1879/1885: Luís Maria de Almeida.
- 1896/1901: Padre Ricardo Pires Soares.
- 1901/1907: Padre Manuel Gomes de Andrade (?).
- 1908/1910: Padre José Bernardino dos Santos Silva.
- 1910/1915: Padre Ricardo Pires Soares (após a implantação da República).
- 1915/1917: Luís Maria de Almeida.
- 1918/1919 (Março): Joaquim Maria Viegas.
- 1919/1922: Joaquim António Pires Soares.
- 1923/1927: Anacleto Pires Soares.
- 1928/1934 (Março): José Maria Estima.
- 1939 (11 de Março)/1940: João de Oliveira Matos.
- 1941/1943 (18 de Julho): Armando dos Santos Ala de Resende.
- 1943 (18 de Julho (/1954: Benjamim Soares de Freitas.
- 1955/1957: Armando S. Ala de Resende (até 17 de Novembro).
- 1957/1959: Aires Carvalho dos Santos (desde 17/11/1957).
- 1960/1962: Manuel Maria Tavares da Silva (até 4 de Abril).
- 1962 (depois de 4 de Abril)/1971: Armando S. Ala de Resende.
- 1972/1974: Aires Carvalho e Santos. Até ao 25 de Abril.
- 1974/1976, comissão administrativa: Isauro Carvalho de Almeida Santos (PS).
- 1977/1979: Isauro Carvalho de Almeida Santos (PS).
- 1980/1982: Agostinho Albino Pires Tavares (PS).
- 1983/1985: Isauro Carvalho de Almeida Santos Santos (PS).
- 1986/1989 e 1990/1993: Manuel Soares dos Reis e Santos (PSD).
- 1994/1997 a 2010/2013: Fernando Pires Tavares (PSD).
- NOTA: Após a (des)União de Freguesias, nasceu e levedou o sentimento comum de que a vila de Óis da Ribeira não tem andado para a frente. É o que é, ou o que os eleitos querem!
- ANO 2016, há 10 anos: A Tuna no Encontro de Bandas da Lousã!
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| A Tuna / AFOR no desfile da vila de Lousã. Há 10 anos! |
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| O cartaz do encontro da Lousã |
A Tuna Musical de Óis da Ribeira participou no Encontro de Bandas Filarmónicas da Lousã, que decorreu a a 9 de Outubro de 2016.
Há 10 anos!
Dois dias antes e, por escritura pública, mudara de nome: passou a ser Associação Filarmónica de Óis da Ribeira.
A direção era presidida por António Azevedo de Melo e a organização do encontro foi da Sociedade Filarmónica Lousanense, que na altura festejava o seu 119º. aniversário, com apoio da Câmara Municipal da Lousã e dos Licores Beirão.
A concentração foi às 15 horas, junto à sede da SFL, seguindo-se, meia hora depois, o desfile para junto do Cine-Teatro da Lousã, em cujo palco actuaram as bandas, a partir das 16 horas: a organizadora, a Banda Academia de Santa Cecília de S. Romão (em Seia) e a Tuna de Óis da Ribeira - apresentada como Associação Musical Tuna de Óis da Ribeira.
O maestro da Tuna / AFOR era (e é) António Bastos e o porta-bandeira no desfile da Lousã foi Alípio dos Santos Framegas, antigo dirigente e instrumentista e neto de Jacinto Pereira de Matos, um dos fundadores da Tuna.
A concentração foi às 15 horas, junto à sede da SFL, seguindo-se, meia hora depois, o desfile para junto do Cine-Teatro da Lousã, em cujo palco actuaram as bandas, a partir das 16 horas: a organizadora, a Banda Academia de Santa Cecília de S. Romão (em Seia) e a Tuna de Óis da Ribeira - apresentada como Associação Musical Tuna de Óis da Ribeira.
O maestro da Tuna / AFOR era (e é) António Bastos e o porta-bandeira no desfile da Lousã foi Alípio dos Santos Framegas, antigo dirigente e instrumentista e neto de Jacinto Pereira de Matos, um dos fundadores da Tuna.
A Tuna que passou a ser
Associação Filarmónica !
A Tuna de Óis da Ribeira passou a ter nova designação por decisão da assembleia geral de 30 de Agosto de 2016, por maioria e com uma abstenção.
O objectivo, segundo o que na altura foi divulgado, era obter a declaração de utilidade pública (o que foi atingido, por despacho de 29 de Dezembro de 2017) e integrar a União de Bandas de Águeda (UBA). O que aconteceu em 2025.
A mesa sessão também eu luz verde à alteração dos estatutos, neste caso com duas abstenções. No geral, passaram a permitir que a direção passasse a ter 7 elementos (anteriormente tinha 5), com mais um secretário e um vogal. Por outro lado, cada órgão social passou a poder ter 2 suplentes.
Os órgãos sociais da Tuna então baptizada de Associação Filarmónica de Óis da Ribeira ficaram assim indelevelmente ligados à história da associação e eram os seguintes:
- ASSEMBLEIA GERAL: Presidente Carla Eliana da Costa Tavares; 1º. secretária: Eliane Pires da Rita; 2º. secretário: Carlos Miguel Abrantes Correia.
- DIRECÇÃO: Presidente António Manuel Azevedo de Melo; vice-presidente Luís Carlos dos Santos Neves; secretário António Manuel Almeida Reis (actual presidente); tesoureira Daniela Soraia dos Santos Tavares; e vogal Gil Dinis Soares Reis Dias Branco.
- CONSELHO FISCAL: Presidente José Maria Almeida Gomes; 1º. vogal Fernanda Maria Conceição Viegas; e 2º. vogal: Aurélio Matos dos Reis.
Associação Filarmónica !
A Tuna de Óis da Ribeira passou a ter nova designação por decisão da assembleia geral de 30 de Agosto de 2016, por maioria e com uma abstenção.
O objectivo, segundo o que na altura foi divulgado, era obter a declaração de utilidade pública (o que foi atingido, por despacho de 29 de Dezembro de 2017) e integrar a União de Bandas de Águeda (UBA). O que aconteceu em 2025.
A mesa sessão também eu luz verde à alteração dos estatutos, neste caso com duas abstenções. No geral, passaram a permitir que a direção passasse a ter 7 elementos (anteriormente tinha 5), com mais um secretário e um vogal. Por outro lado, cada órgão social passou a poder ter 2 suplentes.
Os órgãos sociais da Tuna então baptizada de Associação Filarmónica de Óis da Ribeira ficaram assim indelevelmente ligados à história da associação e eram os seguintes:
- ASSEMBLEIA GERAL: Presidente Carla Eliana da Costa Tavares; 1º. secretária: Eliane Pires da Rita; 2º. secretário: Carlos Miguel Abrantes Correia.
- DIRECÇÃO: Presidente António Manuel Azevedo de Melo; vice-presidente Luís Carlos dos Santos Neves; secretário António Manuel Almeida Reis (actual presidente); tesoureira Daniela Soraia dos Santos Tavares; e vogal Gil Dinis Soares Reis Dias Branco.
- CONSELHO FISCAL: Presidente José Maria Almeida Gomes; 1º. vogal Fernanda Maria Conceição Viegas; e 2º. vogal: Aurélio Matos dos Reis.
- ANO 1988, há 38 anos: A entrada do Padre Júlio Granjeia em Santo Adrião de Óis da Ribeira!
- ANO 1979, há 47 anos: A morte, por afogamento, da pequenina Sónia de Fátima!
| Sónia de Fátima |
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| José Pereira Reis (Barrumas) |
A pequenina Sónia de Fátima de Almeida Reis, de Óis da Ribeira, faleceu aos 4 anos, a 9 de Outubro de 1979 e afogada no poço da residência da família.
Há 47 anos!
Filha de Alexandrina Almeida Soares e José Pereira dos Reis (Barrumas), ambos entretanto já falecidos, tinha nascido a 25 de Agosto de 1975 e seus pais tinham regressado de Angola, durante o período de independência deste país de Língua oficial portuguesa. Moravam na casa dos avós (maternos) Durval Soares Estima e Mabília de Almeida, na Rua Nossa Senhora de Fátima (no Bairro Alto).
Naquele fatídico fim tarde de uma terça-feira, há 47 anos e em circunstâncias que desconhecemos, caiu ao poço e, segundo o «Jornal da ARCOR» de 23 de Dezembro desse mesmo ano,
Filha de Alexandrina Almeida Soares e José Pereira dos Reis (Barrumas), ambos entretanto já falecidos, tinha nascido a 25 de Agosto de 1975 e seus pais tinham regressado de Angola, durante o período de independência deste país de Língua oficial portuguesa. Moravam na casa dos avós (maternos) Durval Soares Estima e Mabília de Almeida, na Rua Nossa Senhora de Fátima (no Bairro Alto).
Naquele fatídico fim tarde de uma terça-feira, há 47 anos e em circunstâncias que desconhecemos, caiu ao poço e, segundo o «Jornal da ARCOR» de 23 de Dezembro desse mesmo ano,
«ainda foi socorrida por um jovem que se apercebeu do caso, mas não foi possível salvá-la».
Os Bombeiros Voluntários de Águeda (BVA) foram chamados ao local e retiraram o corpo do fundo do poço.
Os Bombeiros Voluntários de Águeda (BVA) foram chamados ao local e retiraram o corpo do fundo do poço.
- NOTA: Irmãos de Sónia de Fátima residentes em Óis da Ribeira são Carlos Alberto Almeida dos Reis (casado com Dalila Ferreira dos Santos Reis, da Rua da Pateira) e Maria José Almeida dos Reis, casada com Zulmiro da Silva Tavares Pinheiro, do Bairro Alto, Um outro irmão, Jorge Reis de nome, mora em Esgueira (Aveiro).
- ANO 1905, há 121 anos; A morte de Jacinto, pai do médico Joaquim Tavares da Silva, o 1º. director do Hospital de Águeda!
O comerciante Jacinto Tavares da Silva faleceu a 9 de Outubro de 1905.
Há 118 anos.
Natural de Óis da Ribeira, era pai do médico Joaquim Carvalho da Silva, na foto ao lado, que viria a ser o primeiro director clínico do Hospital Asylo Conde Sucena, o actual Hospital de Águeda.
Filho do lavrador José Tavares da Silva e de Ana Maria Soares, governanta de casa, Jacinto era neto paterno de Manuel Roque das Neves e de Berta Tavares, neto materno de Jacinto Luís e Maria(na) de Freitas. Foi baptizado a 5 de Junho de 1825 e casou com Antónia Francisca Lopes, de Alquerubim - de quem enviuvou em 1894.Oriundo de família pobre, mesmo assim tornou-se comerciante de sucesso e criou uma mercearia em Óis da Ribeira, que foi desenvolvendo de forma gradual e sempre crescente.
Bom administrador dessa casa comercial, chegou, imagine-se, a deslocar-se a pé ao Porto, para lá fazer negócios com fornecedores e assim poupar custos.
- NOTA: Jacinto Tavares da Silva, já viúvo, faleceu aos 80 anos e está sepultado o Cemitério Velho de Óis da Ribeira, em jazigo de família, que é cuidado pela Misericórdia de Águeda
quinta-feira, outubro 08, 2026
A continuidade contínua da continuada continuação do relatório da UFTOR!
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| Continuidades da cultura e do desporto |
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| Sérgio Neves |
As continuidades do relatório presidencial da Junta de Freguesia (JF) da União de Freguesias de Travassô e Óís da Ribeira (UFTOR) começaram anteontem no d´Óis Por Três - ver AQUI, continuaram ontem - ver AQUI - e concluem-se hoje.
É, na prática, o que se pode chamar a redundante continuidade contínua de continuada continuação.
Vejamos o que o presidente Sérgio Neves (na foto) relatou sobre as áreas da cultura e desporto nos meses de Agosto e Setembro de 2026:
- Continuidade na cedência da viatura de 9 lugares a instituições e associações, para «cumprimento do plano de atividades»;
- Presença na 42ª. etapa do Campeonato Nacional de Flat Track, no pavilhão do ADT, organizado pela Associação Pitbikes;
- Apoio na divulgação do projeto «Caminhar pela Natureza - Ponte de Ferro», da Câmara Municipal de Águeda;
- Apoio na divulgação, organização e participação na Festa do Peixe da Tuna / Associação Filarmónica de Óis da Ribeira;
- Apoio na divulgação, organização e participação no Festival DROP;
- Apoio na organização nas festas de Nossa Senhora do Amparo em Travassô;
- Articulação com ARCOR Canoagem sobre as obras do novo hangar e processo de criação de estação náutica da Pateira.
Divulgações foi «coisa» que não faltou neste verão de 2026 e pelas terras de TravassÓis!
Espaço Público e
Limpeza Urbana
A limpeza urbana e os espaços públicos da UFTOR não «escaparam» nas respectivas e relatadas continuidades.
Assim:
- Continuidade no reporte e solicitação de intervenção da Protecção Civil em vários ninhos de vespas asiáticas;
- Continuação de recolhas de verdes e monos;
- Reunião com Departamento de Ambiente e Florestas da CMA sobre espaços de verdes na freguesia;
- Continuidade da cedência de espaços para recolha de verdes e depósitos temporários de madeiras e sobrantes (olhem pró Surpel).
- Continuidade da campanha de regularização do cadastro cemiterial;
- Continuidade na gestão de pedidos à E-Redes da iluminação pública e situações de risco em diversos pontos da UFTOR;
- Reunião de trabalho com o Ministro da Agricultura na União das Freguesias;
- Continuação dos trabalhos da manutenção, limpeza e conservação de espaços públicos;
- Divulgação e apoio logístico do bar público da pateira;
- Divulgação e acompanhamento das intervenções da AdRA na remodelação da rede de abastecimento de água na Rua Nossa Senhora das Dores, em Travassô.
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| O relatório sobre o espaço público e a limpeza urbana |
Limpeza Urbana
A limpeza urbana e os espaços públicos da UFTOR não «escaparam» nas respectivas e relatadas continuidades.
Assim:
- Continuidade no reporte e solicitação de intervenção da Protecção Civil em vários ninhos de vespas asiáticas;
- Continuação de recolhas de verdes e monos;
- Reunião com Departamento de Ambiente e Florestas da CMA sobre espaços de verdes na freguesia;
- Continuidade da cedência de espaços para recolha de verdes e depósitos temporários de madeiras e sobrantes (olhem pró Surpel).
- Continuidade da campanha de regularização do cadastro cemiterial;
- Continuidade na gestão de pedidos à E-Redes da iluminação pública e situações de risco em diversos pontos da UFTOR;
- Reunião de trabalho com o Ministro da Agricultura na União das Freguesias;
- Continuação dos trabalhos da manutenção, limpeza e conservação de espaços públicos;
- Divulgação e apoio logístico do bar público da pateira;
- Divulgação e acompanhamento das intervenções da AdRA na remodelação da rede de abastecimento de água na Rua Nossa Senhora das Dores, em Travassô.
Acompanhamentos, divulgações e redundâncias não faltaram nos meses de Agosto e Setembro de 2026.
- ANO 2012, há 14 anos: A «morte» da Freguesia de Óis da Ribeira!
A votação na Assembleia Municipal de Águeda, notando-se (no destaque, em cima e à esquerda) a mão no ar de Fernando Pires, o último presidente da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira. À direita e em baixo, Mário Martins da JF de Travassô) |
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A última Junta de Freguesia de Óis da Ribeira: o secretário Manuel Duarte de Almeida (Capitão), o presidente Fernando Pires e o tesoureiro Rui Fernandes, todos eleitos do PSD |
Há precisamente 11 anos
A «morte» da identidade e história da Freguesia de Óis da Ribeira!
Há dias históricos!
A «morte» da identidade e história da Freguesia de Óis da Ribeira!
Há dias históricos!
Como esta malograda segunda-feira da política local!
Há dias históricos por boas, outros por menos boas razões!
A proposta foi do PSD (com 18 votos a favor) e do (CDS 4) e o presidente da Junta de Freguesia óisdaribeirense, Fernando Tavares Pires (eleito do PSD), deu o seu aval, votando a favor - como se pode ver, de dedo no ar, no canto superior esquerdo e no momento da votação.
Cumpriu a indicação partidária e...
O mesmo, curiosamente, não fez o presidente da Junta de Travassô, Mário Martins, ali à direita, que pôs o bracinho no ar para ferir a disciplina partidária (era eleito do PS) mas, a seu modo, servindo a sua freguesia. E que se lixasse o partido.
A proposta foi do PSD (com 18 votos a favor) e do (CDS 4) e o presidente da Junta de Freguesia óisdaribeirense, Fernando Tavares Pires (eleito do PSD), deu o seu aval, votando a favor - como se pode ver, de dedo no ar, no canto superior esquerdo e no momento da votação.
Cumpriu a indicação partidária e...
O mesmo, curiosamente, não fez o presidente da Junta de Travassô, Mário Martins, ali à direita, que pôs o bracinho no ar para ferir a disciplina partidária (era eleito do PS) mas, a seu modo, servindo a sua freguesia. E que se lixasse o partido.
É nestas coisas que estão as diferenças.
Curiosamente, ou não, talvez...,viria a ser o primeiro presidente da Junta de Freguesia da (des)União de Freguesias.
A foto é histórica, por isso mesmo: porque evidencia quem defende(u) os interesses da terra, ou se ajoelha(ou) à disciplina partidária.
Ainda lendo a imprensa desse «tempo, vem ao caso referir que uma óisdaribeirense votou nesta Assembleia Municial de Águeda: Carla Tavares (PS). Obedeceu à disciplina partidária (os socialistas votaram contra) mas, neste caso, esteve do lado da freguesia.
- NOTA: Recuando no tempo, recordemos que Fernando Pires, na Assembleia Municipal, veiculou o parecer aprovado na Assembleia de Freguesia de Óis da Ribeira: discordância com a lei, mas, a haver agregação, considerou, por maioria, que pudesse ser concretizada com Travassô. Assim foi!
Curiosamente, ou não, talvez...,viria a ser o primeiro presidente da Junta de Freguesia da (des)União de Freguesias.
A foto é histórica, por isso mesmo: porque evidencia quem defende(u) os interesses da terra, ou se ajoelha(ou) à disciplina partidária.
Ainda lendo a imprensa desse «tempo, vem ao caso referir que uma óisdaribeirense votou nesta Assembleia Municial de Águeda: Carla Tavares (PS). Obedeceu à disciplina partidária (os socialistas votaram contra) mas, neste caso, esteve do lado da freguesia.
- NOTA: Recuando no tempo, recordemos que Fernando Pires, na Assembleia Municipal, veiculou o parecer aprovado na Assembleia de Freguesia de Óis da Ribeira: discordância com a lei, mas, a haver agregação, considerou, por maioria, que pudesse ser concretizada com Travassô. Assim foi!
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