quarta-feira, outubro 14, 2026

- ANO 2019, há 7 anos: Rede de saneamento de Óis da Ribeira a depender da estação elevatória!

A estação elevatória junto à Capela de Santo António de Óis da Ribeira
A estação elevatória e a cabine técnica e eléctrica
que apoiará a estação elevatória do Santo António



A notícia do dia 14 de Outubro de 2019, há7 anos, teve a ver com o saneamento, a rede que, a partir de 3 de Setembro de 2018, finalmente começara a ser instalada em Óis da Ribeira. 
Já lá ia um ano, mais um mês e 10 dias. Coisa assim!
A Águas da Região de Aveiro (AdRA), a 16 de Julho desse ano corrente de 2019 e em resposta ao d´Óis Por Três, pediu «desculpa à população afectada pelos incómodos decorrentes» das empreitadas de saneamento e água de Óis da Ribeira e anunciou Setembro como o tempo do final das obras - ver AQUI.

O que faltava para
ligar a rede ?

Acontece(u) que passou o mês de Setembro, a rede ainda não estava ligada e o d´Óis Por Três, como éera sua obrigação quis saber as razões e perguntou à AdRA. 
Assim, pudemos informar e dizer que:
1 - A entrada em funcionamento da rede depende da operacionalização da estação elevatória instalada do lado da Capela de Santo António. Que:
1.1 - Esta estava equipada com dois motores, que funcionarão em simultâneo.
1.2 - Elevará os resíduos para a rede que já funcionava há 15 anos e vem do Bairro Alto e Ruas Nossa Senhora de Fátima e Benjamim Soares de Freitas. A ligação é no Largo do Centro Social.
1.3 - A rede recolherá também os resíduos das Ruas António Bernardino, Caminho Fundo, Aidos e Serrados - além das Manuel Tavares (e respectivas vielas), Santo António e Pateira.
2 - A estação elevatória só entraria em funcionamento depois de ligada à cabine que se vê na foto e construída num espaço vendido pela empresa Pecuária  Irmãos Soares, Lda.
3 - A cabine terá (tem) corrente eléctrica do poste colocado em frente à Capela.
3.1 - Faltava fazer a respectiva ligação, a cargo da EDP.
4 - A ligação teria, depois, de ser (e foi) certificada pela CERTIEL, a instituição que isto regula.
5 - A cabine tem equipamento que permitiria, em tempo real, despistar qualquer avaria na estação elevatória.
6 - A entrada em funcionamento dependia do necessário licenciamento e de decisão operacional da AdRA.
- NOTA: Valeu a pena todo este martírio. E ficou tudo desculpado.

- ANO 2017, há 9 anos: A inauguração da nova ponte de Óis da Ribeira!


Os presidentes Gil Nadais (ao tempo) e Jorge Almeida (actual e então vice) descerraram as placas
de inauguração da ponte nova de Óis da Ribeira. Há precisamente 9 anos!

Gil Nadais, Elsa Corga, Jorge Almeida e Mário Martins
na abertura da ponte, a 21 de Outubro de 2016


A nova ponte de Óis da Ribeira foi inaugurada a 14 de Outubro de 2017 e pelo presidente Gil Nadais, da Câmara Municipal de Águeda.
Há 9 anos!
A ponte tinha sido formalmente aberta ao tráfego a 21 de Outubro de 2016, quando (foto ao lado) por ela se passearam o presidente da Câmara e os então vereadores Jorge Almeida (vice-presidente de então e actual presidente) e Elsa Corga, acompanhados por Mário Martins, o então presidente da Junta da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira.
A inauguração formal de há 9 anos, hoje se passam, foi presidida por Gil Nadais, que se fez acompanhar por Jorge Almeida, então ainda (seu) vice-presidente e futuro (e actual) presidente da Câmara, e pelos vereadores João Clemente e Edson Santos.
As obras tinham começado a 22 Abril de 2014, mas, cerca de um ano depois, a autarquia municipal teve de abrir novo concurso, devido à falência da empresa que as adjudicou e abandonou a obra.
- NOTA: A ponte tem 140 metros e duas vias, cada qual com 2,25 metros de largura, passeios e proteções de ambos os lados - na ligação com a ponte antiga. Ainda faltavam os passeios do acesso a nascente, do lado de Cabanões.

- ANO 2016, há 10 anos: A morte, por afogamento, de Felizbela Pinmheiro dos Santos Reis!

Felizbela Pinheiro
dos Santos Reis

Manuel Estima
Reis (Neca)


A comunidade óisdaribeirense foi, a 14 de Outubro de 2016, uma sexta-feira de há 7 anos, abalada por mais uma tragédia na freguesia: a do falecimento, por afogamento, de Felisbela Pinheiro dos Santos Reis.
Moradora na Rua Manuel Tavares (a do Cabo), tinha 76 anos e o cadáver foi encontrado no poço do quintal da sua residência, tendo sido retirado por um mergulhador dos Bombeiros Voluntários de Águeda.
Deixou viúvo Manuel Estima dos Reis (Neca) - entretanto falecido a 5 de Janeiro de 2021 -, e era irmã de Maria da Luz (também já falecida) e de Manuel Horácio Pinheiro dos Santos, da Rua da Pateira.
- NOTA: A família já em tempos tinha sido abalada pelo desaparecimento de seu pai, Joaquim Soares dos Santos (Cuchas), de quem nunca se soube paradeiro ou morte - como, onde e quando. A sua morte presumida está datada 16 de Junho de 1982 e foi declarada por sentença do Tribunal de Águeda a 9 de Janeiro de 1996. Nunca se soube onde, quando e em que circunstâncias faleceu.

- ANO 2014, há 12 anos : Óis da Ribeira na Denominação de Origem da Bairrada !

 . 

A Região Demarcada da Bairrada,
 assinalando (a vermelho) a vila
de Óis da Ribeira
 
A portaria do Ministério
da Agricultura e do Mar

O Diário da República nº. 198, da 1ª. Série, de 14 de Outubro de 2014 publicou a portaria do Ministério da Agricultura e do Mar que definiu o regime de produção e comércio dos vinhos com direito à denominação de origem (DO) «Bairrada» mantendo o reconhecimento da DO Bairrada.
O documento de há 12 anos também atualizou a lista de castas, permitidas na produção dos produtos com direito à denominação DO Bairrada.
A área geográfica de produção da Denominação de Origem (DO) Bairrada corresponde à área prevista no anexo da dita portaria, da qual fazem parte integrante várias freguesias dos municípios de Águeda, Anadia, Mealhada e Oliveira do Bairro.
É o caso de Óis da Ribeira, do município de Águeda.
- NOTA: O diploma, expressamente, inclui as Uniões das Freguesias de Recardães e Espinhel, Águeda e Borralha, Barrô e Aguada de Baixo, a freguesia de Belazaima do Chão (da União de Freguesias de Belazaima do Chão, Castanheira do Vouga e Agadão), as freguesias de Aguada de Cima, Fermentelos e Valongo do Vouga e, da União das Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira, apenas a freguesia de Óis da Ribeira.

- ANO 2005, há 21 anos: Petição no Parlamento para (não) salvar a pateira!


A delegação de Águeda na Assembleia da República, há 21 anos: os presidentes Manuel Campos (da
JF de Espinhel), Paulo Matos (da Assembleia Municipal), Célia Laranjeira (bióloga), Gil Nadais
(Câmara), Fernando Pires (Óis da Ribeira) e Amílcar Lemos Dias (Fermentelos)

A pateira: Óis a Ribeira e Espinhel, à esquerda.
Fermentelos e as ínsuas, à direita



A Comissão de Poder Local, Ambiente e Ordenamento do Território a Assembleia da República recebeu, a 14 de Outubro de 2005 uma petição em defesa da pateira.
Há 21 anos!
A petição tinha o n.° 99/X/ (1.ª) e foi subscrita por 5 145 cidadãos de Águeda, encabeçada pelo presidente Gil Nadais, e já dera entrada na Assembleia da República no dia 22 de Setembro desse mesmo ano de 2005.
Petição em defesa da pateira e solicitando que a Assembleia da República legislasse no sentido de salvaguardar a lagoa.
A petição tinha sido remetida à Comissão de Poder Local, Ambiente e Ordenamento do Território, a 11 de Outubro de 2005, os peticionários solicitavam à Assembleia da República que discutisse esta matéria, «aprovando as medidas legislativas que se mostrem adequadas e a remeta aos diferentes órgãos de Estado de forma a que seja obtida uma acção concertada e integrada de salvaguarda do património que é de todos».
A situação na pateira já tinha sido (e continuou a ser) objecto, ao longo dos últimos anos, de vários requerimentos de deputados da Assembleia da República. O último dos quais, da iniciativa do CDS-PP, datada de 10 de Outubro de 2005, interpelava o Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional a pronunciar-se sobre a «degradação ambiental da Pateira de Fermentelos».
A petição da pateira teve 5 145 assinaturas.
Há 21 anos! E (não) valeu o... quê?

Comitiva recebida na
Assembleia da República


A 17 de Abril de 2007, uma comitiva liderada por Gil Nadais, presidente da Câmara de Águeda, e primeiro subscritor de uma petição, foi recebida pela Comissão de Ambiente da Assembleia da República, que quis ouvir as razões dos subscritores, para ultimar um relatório, para ser discutido em plenário.
Gil Nadais fez-se acompanhar pelos presidentes das Juntas ribeirinhas (Fermentelos, Óis da Ribeira e Espinhel) e da Assembleia Municipal de Águeda e explicou resumidamente o que já se fez na pateira, nomeadamente a intervenção da ceifeira aquática que, disse, se traduzira, desde 13 de Dezembro de 2006, na retirada de 13 mil metros cúbicos de jacintos.
«Agora, é preciso o envolvimento concertado das diversas entidades ambientais, para se partir para a dragagem e tratamento das margens desta lagoa», que tem que voltar ao que já foi, um ex-libris da região», disse Gil Nadais, frisando que «existem outras situações que têm que ser resolvidas», que se verificavam a esse tempo e que «não fazem sentido», como ser permitida a caça, numa Zona de Protecção Especial como é a Pateira.
O presidente Gil Nadais, em síntese, pediu medidas legislativas para salvaguardar a pateira, que, lembrou na AR, é uma Zona de Protecção Especial (ZPE). E recapitulou acções camarárias para que a lagoa fosse Zona de Paisagem Protegida (ZPP).

Acta da AR que, afinal, 
(não) fez... história !

A acta nº. 79 da Comissão de Poder Local, Ambiente e Ordenamento do Território, da X Legislatura (2ª. Sessão Legislativa), das 15,30 horas de 7 de Abril de 2007, dá conta que o presidente Gil Nadais entregou um CD e uma brochura apontando «as medidas e acções que visam o desenvolvimento sustentável, a conservação e protecção da maior lagoa natural da Península Ibérica».
A saber e citando a referida acta da Assembleia da República (AR), vejamos:
1- Desassoreamento do fundo da pateira.
2 - Reconstrução do “açude” localizado a jusante da lagoa.
3 - Construção de um canal de ligação do Rio Águeda à Pateira.
4 - Construção de um Fluviário / Centro de Interpretação.
5 - Paisagem Protegida da Pateira de Fermentelos.
6 - Requalificação e valorização das margens.
7 - Definição de itinerários e percursos temáticos intermunicipais.
- NOTA: Agora, hoje e tantos anos passados - já lá vão 23!... -,, a pateira está como está! Estes 7 pontos estão por concretizar e esa anunciada novba dragagem. Para quando?  É a bida!...







- ANO 2001, há 25 anos: Sérgio Soares foi campeão regional de canoagem!

Sérgio Soares


O atleta internacional Sérgio Soares, da ARCOR Canoagem, sagrou-se campeão regional de fundo, em C1 seniores, no domingo de 14 de Outubro de 2001. 
Há 25 anos!
As provas da Associação de Canoagem de Aveiro (entretanto extinta e integrada na Associação de Canoagem do Centro de Portugal) decorreram na Ria de Aveiro, em Pardilhó, e registaram-se também os segundos lugares individuais de Pedro Filipe de Carvalho (em K1 seniores), de Bruno Brandão (em C1 seniores), de Bruno Soares (em C1 juniores, com Óscar David de Almeida em quinto) e o sexto e oitavo lugares de Marco Santos e Diogo Pereira (em K1 infantis).
- NOTA: O clube náutico de Óis da Ribeira foi terceiro classificado por equipas
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- ANO 1991, há 35 anos: ARCOR deliberou avançar com o polidesportivo!

 

O polidesportivo da ARCOR em 1992

O polidesportivo da ARCOR foi «decidido» há 35 anos mas
 está literalmente abandonado pelas últimas direcções



A direção da ARCOR reuniu a 14 de Outubro de 1991 e deliberou avançar com as obras de construção do polidesportivo. 
Há 35 anos!
O mesmo polidesportivo que hoje, e desde há vários (muitos) anos, está literalmente abandonado pela associação. Cada vez mais degradado.
A direcção era presidida por José Melo Ferreira (estudante de engenharia, ao tempo) que, pelo menos desde 29 de Janeiro desse ano, vinha a reunir com a Junta de Freguesia de Óis da Ribeira, presidida por Manuel Soares, no sentido de ser disponibilizado o terreno.
O arranque das obras foi a 11 de Janeiro de 1992, com colaboração de máquinas e militares do Regimento de Engenharia de Espinho, ainda na direção de José Melo Ferreira. Continuaram na
Os balneários do polidesportivo
de Sesnando Alves dos Reis e o equipamento desportivo foi inaugurado a 26 de Junho de 1995, na presidência  de António José Tavares e por Manuel Castro Almeida, o então Secretário de Estado da Juventude e dos Desportos. Actual Ministro de Estado, da Economia e da Coesão Territorial.
- NOTA: O ano de 2000, já na direção de Fernando Reis, foi tempo de se iniciar a construção dos primeiros balneários. Em 2013, na de Celestino Viegas, foram construídos os novos balneários (os actuais  na foto ao lado) e beneficiado o campo de jogos e o logradouro, com um pequeno parque. Foram inaugurados a 25 de Outubro, por Pinto Galvão, o então vice-presidente da Câmara Municipal de Águeda.

terça-feira, outubro 13, 2026

ARCOR Social tem vagas no Serviço de Apoio Domiciliário (SAD)!

O SAD da ARCOR Social
 
Vagas no SAD da ARCOR


A ARCOR Social tem vagas no seu Serviço de Apoio Domiciliário (SAD) e os interessados podem contactar a instituição pelo
 pelo telefone 234629818, ou ainda pelo email geral@arcor-ipss.pt.
A IPSS de Óis da Ribeira disponibiliza o serviço de apoio domiciliario (SAD) desde o dia 1 de Julho de 2005, na direção do presidente Agostinho Tavares, empossado a 29 de Abril. Há mais de 21 anos!
O acordo de cooperação com o Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social de Aveiro tinha sido assinado três meses e meio antes, a 17 de Março desse ano, por Celestino Viegas, o então presidente da direção arcoriana. Maria Madalena Neves era a secretária da direção e a responsável pela gestão do sector social arcoriano.
Na mesma data, foi assinado o acordo para a ampliação da creche.
O primeiro utente do SAD foi Pompílio Melo, de Casal de Álvaro. Logo depois, em Setembro de 2005 e também de Casal de Álvaro, aderiram António Almeida e, de Espinhel, o casal António Marques e La-Salete Pereira. - Ver AQUI
A ARCOR de 2005: a secretária Maria Madalena Neves, o
 presidente Celestino Viegas e o tesoureiro Agostinho Tavares

SAD: cuidar é
estar presente!

A actualidade é tempo de a ARCOR lembrar que o SAD tem a missão de «apoiar cada pessoa no seu dia a dia, respeitando a sua individualidade, os seus hábitos e a sua vontade de continuar a viver no conforto da sua casa».
«Cuidar é estar presente! Há momentos em que continuar a viver em casa começa a exigir algum apoio», sublinha a ARCOR Social, exemplificando:
- Uma ajuda na higiene e nos cuidados pessoais.
- Uma refeição preparada com cuidado.
- A organização da medicação.
- O tratamento da roupa e a higiene da habitação.
- Um acompanhamento a uma consulta.
- Uma ida às compras.
- Ou simplesmente a presença de alguém que ajuda a quebrar a solidão e a manter a ligação com a comunidade.
«É para estas situações que existe o nosso Serviço de Apoio Domiciliário. Fale connosco», convida a ARCOR Social, precisando, para quem procura apoio do SAD, que «teremos todo o gosto em ouvir a sua situação e explicar-lhe como podemos ajudar».
Os contactos pode ser feitos pelo telefone 234629818 e/ou pelo email geral@arcor-ipss.pt. Mais pormenores em https://www.arcor-ipss.pt/servicos/terceira-idade

O jantar da comissão de festas de Nossa Senhora de Fátima de 2027!

 

O jantar da comissão de festas de Nossa Senhora de Fátima 2027

O  cartaz oficial do jantar
NS Fátima 2027


A comissão de festas de Nossa Senhora de Fátima de 2027 realizou, a 9 de Outubro de 2026, o seu primeiro jantar de angariação de fundos.
A iniciativa da última sexta-feira foi bem recebida pela comunidade local e participaram 30 pessoas - o número limite -, que saborearam o galo assado no forno proposto pelos comissários de NSF, com batata assada e arroz banco, mais vinhos, sumos, cerveja e café.
«O feedback foi muito positivo», comentou a comissão liderada elo juiz Diogo Pereira, adiantando que «ainda não temos data para o próximo».
A seu tempo, logo saibamos, o d´Óis Por Três dirá. Assim com noticiará outras iniciativas que venham a ser dinamizadas.

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- ANO 2017, há 9 anos: A (não) instalação da Junta de TravassÓis sem... maioria !

A Mesa da AFOR e a Junta de Freguesia de TravassÓis de 2023/2017

Manuel Almeida (Capitão) e Sérgio Neves


A nova Junta de Freguesia de TravassÓis deveria ter sido eleita na Assembleia de Freguesia de 13 de Outubro de 2017. Há precisamente 9 anos!
«Vai? Logo veremos», considerou, então, o d´Óis Por Três, na véspera e em artigo que agora recordamos:
«Os trabalhos estão convocados para a sede da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira, em Óis da Ribeira, às 21 horas.
Começarão com a instalação dos eleitos e a votação para a Mesa da Assembleia de Freguesia (presidente e 2 secretários) e para os vogais do executivo que será presidido por Sérgio Neves.
Sede da União de Freguesias
de Travassô e Óis da Ribeira
Aqui é que a porca torce o rabo, para as cores laranjas: governar com tranquilidade e paz política?
Realmente, não será fácil, devido à não maioria de Sérgio Neves e do PSD (4 eleitos), frente aos 4 eleitos do Juntos e um(a) do PS. 
O futuro presidente do executivo (Sérgio Neves), que é o único com lugar garantido, está em desvantagem (4 para 5 eleitos na Assembleia de Freguesia). 
Terá de negociar, mas com quem?
Há aqui vários quadros:
1 - Ganha a simpatia e o voto do PS e propõe a sua eleita (Júlia Melo) para membro do executivo.
2 - Propõe-a para a presidência da Assembleia de Freguesia.
3 - Propõe um executivo com apenas eleitos do PSD, sujeitando-o à votação. E ao eventual «chumbo».
Aqui (ponto 3) pode até beneficiar da abstenção dos eleitos do Juntos e do PS, mas governará permanentemente em minoria e sujeito aos humores votantes dos eleitos do PS e do Juntos.
4 - Acerta-se com o Juntos, o que é muito improvável.
Júlia Melo (PS)

O papel de Júlia Melo,
a eleita socialista!


A estabilidade do executivo travassÓisense - liderado por Sérgio Edgar da Costa Neves, o mais jovem presidente da Junta de Freguesia de sempre, antes e depois da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira - parece estar, pois, nas mãos, nos nãos ou nos sins e na vontade da eleit
Que, tanto quanto se sabe, «exige» estar no executivo e com liberdade de voto em matérias que ela própria decidirá.
Aceitará a liderança social-democrata esta exigência socialista travassÓisense?
Sérgio Neves e seus pares é que saberão até que ponto a sua governação poderá/deverá ficar dependente e condicionada pelos eventuais caprichos socialistas, hiper-valorizando o papel de Júlia Melo. Interesses que podem mudar a cada momento, mais ou menos pontual?
Amanhã se verá.
Mário Ramos Martins
(Juntos)

Os Juntos de TravassÓi
sem... Junta de Freguesia!

Os candidatos do movimento independente Juntos são os grandes derrotados das eleições autárquicas de 1 de Outubro de 2017.
Mário Martins perde(u) uma governação assumida e exercida desde 1998 quando, eleito pelo CDS, substituiu Aníbal Pires e, já como nº. 1 da lista e, de novo pelo CDS, foi eleito em 2001/2005 e 2005/2009. Depois, pelo PS em 2009/2013 e, já na União de Freguesias, em 2013/17.
Agora, perdedor(es), surgem vários quadros aos eleitos do movimento independente liderado por Mário Martins:
1 - O Juntos abstém-se nas votações de amanhã e viabiliza a governação de Sérgio Neves.
2 - Vota contra quaisquer propostas que não tenham sido viabilizadas pelo PS de Júlia Melo e implicitamente as chumba, inviabilizando a eleição da Assembleia e, consequentemente, do executivo.


Assembleia (e Junta)
para... intercalares !


O PSD, no limite, pode abdicar de qualquer acordo e, pura e simplesmente, não ser eleita a Assembleia de Freguesia e, por via deste facto, a Junta de Freguesia - seja por falta de apresentação de listas ou por estas terem sido rejeitadas.
No caso de falta de apresentação de listas, a Câmara Municipal nomeia uma comissão administrativa, composta por três membros, e marca de novas eleições.
A constituição da comissão administrativa deverá ter em conta os resultados da eleição para a Assembleia de Freguesia.
A comissão administrativa substituirá os órgãos da freguesia e não poderá exercer funções por prazo superior a 6 meses. As novas eleições devem realizar-se até 70 dias antes dos 6 meses.


Algumas perguntas

1 - Mário Martins irá assumir o seu mandato na Assembleia de Freguesia?
2 - A assumir, aceitaria ser o presidente da Assembleia de Freguesia, com o voto ou abstenção do PS? E do PSD?
3 - Aceitaria ser membro do executivo liderado por Sérgio Neves?
4 - Admitiria que um membro da sua lista integrasse o executivo de Sérgio Neves?
5 - Sérgio Neves aceitaria governar com um eleito do Juntos no executivo?
- NOTA: Como se sabe, a sessão foi descontinuada e não foram eleitas a Junta e a AFTOR. Continuou no dia 15 e por aí fora... e nem ao fim de 11 sessões da mesma AFTOR foi eleita a Junta de Freguesia. O que redundou nas eleições intercalares de 24 de Fevereiro de 2019.

- Ano 2023, há 3 anos: O poste dos CTT no meio do passeio da Carreira da Igreja...

O poste e a coluna no meio do passeio. Já lá vão vários anos...
O poste foi intervencionado
há precisamente 3 anos

A preclara correspondente que se assume como Ribeirita mandou-nos, há 3 anos, a imagem do poste que, já há anos, estava (e está) pespegado no passeio da Carreira da Igreja.
«O d´Óis Por Três pode dizer-nos há quanto tempo está lá?», perguntou-nos Ribeirita, que na véspera por lá passara e fotografara uma intervenção no poste de telefones (ver imagem ao lado).
Lembrou também, e a propósito, que «prejudica o trânsito de peões» e nomeadamente, acrescentámos nós, quando passam com carrinhos de bebés ou cadeiras de rodas».
Nós não sabemos essas coisas de cor, mas uma brevíssima consulta na net permite-nos recordar que, na Assembleia de Freguesia de 14 de Maio de 2021 - há mais de 5 anos, portanto... - a questão já foi levantada por António Horácio Tavares, então eleito do PS, questionando as obras de alargamento da Carreira da Igreja e, em particular, enfatizando a questão do passeio.
O poste e a coluna
no meio do passeio

Postes que não podem
ser reposicionados ?


O presidente Sérgio Neves, ao tempo e na sua resposta ao António Horácio Tavares, também afirmou que «existem postes da EDP que não podem ser reposicionados».
Não podem ser reposicionados? Ora essa... Os da EDP até foram...
O d ´Ois Por Três, na altura, acrescentou os dos telefones, referindo que muita gente opinava que poderiam ser reposicionados, sim. Um deles, até foi. Sobrou este.
«Bastaria nisso se pensar a sério», acrescentávamos nós.
Se se pensou, ou não, não sabemos.
A verdade é que o poste dos telefones lá continua, desde pelo menos Maio de 2021, altura em que o presidente Sérgio Neves, na referida AFTOR, disse que «tinha que haver um compromisso entre a largura da faixa de rodagem e do passeio» mas que este «terá uma cota baixa, para facilitar a sobreposição de cadeiras de rodas e outras viaturas, no geral».
- NOTA: Agora e 5 anos depois, ainda se pergunta como facilitar a sobreposição de cadeiras de rodas e outras viaturas, no geral?
Olhem, 5 anos depois, é o que se vê!

- ANO 2013, há 13 anos: A Tuna Musical em Alcácer do Sal !

A Tuna Musical de Óis da Ribeira no palco do Teatro Pedro Nunes, nas comemorações, há 13 anos, do
do 14º. aniversário, da Sociedade Filarmónica Progressoa Matos Galamba, de Alcácer do Sal




A Tuna Musical de Óis da Ribeira actuou em Alcácer do Sal no dia 13 de Outubro de 2013, num concerto integrado nas comemorações do 134º. aniversário da Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba.
Há precisamente 13 anos
O espectáculo decorreu no Teatro Pedro Nunes, 
daquela vila do litoral alentejano e no distrito de Setúbal, às 15 horas, e, englobado na 28ª. edição do Mês da Música da filarmónica alcacerense, incluiu as actuações do Quarteto de Clarinetes «In Tempo» (da Escola Superior de Música de Lisboa) e o Ensemble de Sopros Alfredo Lopes (de Alverca). Para além da Tuna de Óis da Ribeira.
A Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba era dirigida pelo maestro João Neves, já falecido e que era natural de Fermentelos. Tinha estado em Óis da Ribeira no dia 21 de Setembro anterior, no salão cultural da ARCOR e no concerto de apresentação do segundo CD da Tuna, o «Brisas d´Óis».
- NOTA: A direção da Tuna era presidida por António Horácio Tavares, com o vice-presidente Luís Neves (actual presidente), o secretário António Manuel Reis (mais tarde presidente), o tesoureiro Aurélio Matos dos Reis e o vogal Gil Dinis Branco. O maestro era António Bastos

- ANO 1991, há 35 anos: ARCOR Canoagem na fase final dos Torneios Abertos!

ARCOR 1991
Nuno Azevedo


A ARCOR foi 11ª. classificada da final nacional dos Torneios Abertos de Canoagem que a 13 de Outubro de 1991, se disputaram em Montemor-o-Velho.
Há 35 anos!
As classificações individuais dos atletas da ARCOR foram as seguintes:
- Circuito de 200 metros, infantis: 4º.-Pedro Carvalho.
- K1 cadetes, velocidade: 4º.-Nuno Azevedo.
- Circuito de 2000 metros: 5º.-Nuno Azevedo; 8º.-Sérgio Anjos; 15º.-António Costa; 17º.-Paulo Santos.
O clube arcoriano (de Óis da Ribeira) e o Recreio de Águeda, também em 11º. lugar, foram as melhores equipas da Associação de Canoagem de Aveiro, que também teve o Clube de Vagos (16º.), o Sporting de Aveiro (19º.), o SNADO de Ovar (24º.) e o Pessegueiro do Vouga (28º.).
- NOTA: O canoísta Nuno Azevedo (na foto) morava em Travassô e reside agora em Viseu, onde é professor de matemática e co-fundador e dirigente do Clube de Xadrez, servindo frequentemente como árbitro principal e diretor técnico dos torneios e campeonatos distritais da modalidade.


segunda-feira, outubro 12, 2026

A ARCOR Canoagem, as respostas sociais, a cultura e o poli-desportivo!

O presidente Dinis Alves, à direita, assinou, a 2 de Setembro de 2026, o contrato-programa do hangar de canoagem com a Câmara Municipal, representada pelo vice-presidente Edson Santos, à esquerda e o presidente Jorge Almeida. Apoio de 210 000 euros
O que se pode antecipar do (novo) hangar de canoagem


O presidente da direção da ARCOR afirmou ao «Diário de Aveiro» que «entre a canoagem, as respostas sociais e a actividade cultural, a instituição procura manter o papel que conquistou na comunidade de Óis da Ribeira».
O futuro, porém, sublinhou Dinis da Conceição Alves,  «dependerá, também da capacidade de encontrar financiamento, renovar as 
As marchas da ARCOR (em 2011/2012)
instalações e adaptar uma estrutura tradicionalmente assente no voluntariado a uma realidade cada vez mais complexa».
Quanto à canoagem, sabe-se que tem gestão autónoma (dentro da estrutura arcoriana) e que a 2 de Setembro de 2026, assinou um contrato-programa com a Câmara Municipal de Águeda, contrato que formaliza um apoio financeiro de 210 mil euros para as obras de requalificação e ampliação do hangar.
A intervenção deverá decorrer até ao final do próximo ano e a notícia divulgada, em Setembro, nas redes sociais camarárias, dava conta que «o apoio municipal pretende responder ao crescimento sustentado da actividade desenvolvida pela ARCOR, dotando o espaço de melhores condições para a prática desportiva, formação e dinamização das modalidades náuticas».
O polidesportivo da ARCOR

A canoagem, o teatro e
a cultura na ARCOR!
As prioridades!

O presidente Dinis da Conceição Alves foi quem assinou o contrato-programa e nas declarações ao DA, agora e sobre a actualidade da ARCOR, disse que «a questão resume-se a uma prioridade», que será, do
O último GTA da ARCOR (em 2012)
seu ponto de vista, «garantir que, independentemente de quem estiver à frente
da associação, o foco permaneça em quem dela depende».
«Só há dois tipos de pessoas: os utentes, crianças ou idosos, e as pessoas que lá trabalham. O resto é tudo conversa», considerou Dinis da Conceição Alves.
O presidente arcoriano afirmou ao «Diário de Aveiro», também, que «entre a canoagem, as respostas sociais e a actividade cultural, a instituição procura manter o papel que conquistou na comunidade de Óis da Ribeira».
Ficámos sem saber o grau de importância que a canoagem terá (tem) na estrutura da ARCOR, assim como as actividades culturais (e recreativas) - recordando o d´Óis Por Três, por exemplo, as marchas populares e, principalmente, o Grupo de Teatro Amador (GTA) - que inexiste desde 2012.

E não esquecendo, já agora, o polidesportivo arcoriano, que há anos e anos está bastante degradado e abandonado por sucessivas direções associação de Óis da Ribeira.
- ONTEM: «As associações como a ARCOR têm que se profissionalizar!». - Ver AQUI
- ANTEONTEM: «A ARCOR precisa de se endividar em 300 000 euros». - Ver AQUI

- ANO 2001, há 25 anos: Fiscalização das obras do Centro Social da ARCOR e sede da Junta!

Os engºs. Canas de Carvalho e Filipe Magueta, Celestino
Viegas, Dinis Alves, António Simões, Millton Santos,
Arlindo Reis e Milton Gomez, a 08/09/2001


A direção da ARCOR reuniu extraordinariamente a 12 de Outubro de 2001 para constituir a equipa de fiscalização das obras de construção do centro social e sede da Junta de Freguesia.
Há 25 anos!
Os trabalhos foram liderados pelo presidente Celestino Viegas e a comissão ficou formada pelo engº. Canas de Carvalho, da CIVILAG (a empresa que elaborou o projecto), pelo vogal Milton Gomez e o associado Dinis Alves. De seguida, a constituição foi informada à Segurança Social de Aveiro.
A imagem é de 8 de Setembro de 2001, há 25 anos e na primeira visita oficial ao terreno onde se iria construir a obra, com o administrador e o engenheiro das Construções Marvoense. Mostra, os engºs. António Canas de Carvalho (da CIVILAG, o gabinete que elaborou o projecto e fiscal oficial das obras) e Filipe Magueta (Construções Marvoense), Celestino Viegas (presidente da direcção da ARCOR), Dinis Alves (comissão de fiscalização), António Simões (administrador das CM, já falecido), Milton Santos (presidente da assembleia geral da ARCOR), Arlindo Reis (tesoureiro da ARCOR) e Milton Gomez (vogal da direcção).
- NOTA: Dinis Alves é o actual presidente da direção da ARCOR.

- Ano 1979, há 47 anos: A Escola de Música da ARCOR e a formação de instrumentos!

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Silas Granjo
José Pires


A ARCOR abriu inscrições para a sua escola de música a 12 de Outubro de 1979. O ano fundacional de há 47 anos!
O monitor viria a ser o professor Silas de Oliveira Granjo (na foto), mais tarde maestro das Bandas do Troviscal e Velha de Fermentelos, e o «Jornal da ARCOR» de 23 de Dezembro daquele ano reportava que «quando pensávamos que poucos alunos teríamos, temos a grata surpresa de já ultrapassarem as três dezenas» de inscrições.
Ao mesmo tempo, o associado José Pires Tavares (na foto), actualmente a residir em França, foi frequentar um curso de formação em instrumentos musicais, por convite, à ARCOR, da Secretaria da Estado da Cultura, através do Fundo de Apoio aos Organismos Juvenis (FAOJ).
- NOTA: As aulas da escola de música viriam a decorrer na sala velha da escola primária, a mesma sala onde, anos depois, viria a funcionar o ATL da ARCOR. Actualmente, é a sala da escola de música da Tuna / AFOR.