terça-feira, outubro 13, 2026

- ANO 2017, há 9 anos: A (não) instalação da Junta de TravassÓis sem... maioria !

A Mesa da AFOR e a Junta de Freguesia de TravassÓis de 2023/2017

Manuel Almeida (Capitão) e Sérgio Neves


A nova Junta de Freguesia de TravassÓis deveria ter sido eleita na Assembleia de Freguesia de 13 de Outubro de 2017. Há precisamente 9 anos!
«Vai? Logo veremos», considerou, então, o d´Óis Por Três, na véspera e em artigo que agora recordamos:
«Os trabalhos estão convocados para a sede da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira, em Óis da Ribeira, às 21 horas.
Começarão com a instalação dos eleitos e a votação para a Mesa da Assembleia de Freguesia (presidente e 2 secretários) e para os vogais do executivo que será presidido por Sérgio Neves.
Sede da União de Freguesias
de Travassô e Óis da Ribeira
Aqui é que a porca torce o rabo, para as cores laranjas: governar com tranquilidade e paz política?
Realmente, não será fácil, devido à não maioria de Sérgio Neves e do PSD (4 eleitos), frente aos 4 eleitos do Juntos e um(a) do PS. 
O futuro presidente do executivo (Sérgio Neves), que é o único com lugar garantido, está em desvantagem (4 para 5 eleitos na Assembleia de Freguesia). 
Terá de negociar, mas com quem?
Há aqui vários quadros:
1 - Ganha a simpatia e o voto do PS e propõe a sua eleita (Júlia Melo) para membro do executivo.
2 - Propõe-a para a presidência da Assembleia de Freguesia.
3 - Propõe um executivo com apenas eleitos do PSD, sujeitando-o à votação. E ao eventual «chumbo».
Aqui (ponto 3) pode até beneficiar da abstenção dos eleitos do Juntos e do PS, mas governará permanentemente em minoria e sujeito aos humores votantes dos eleitos do PS e do Juntos.
4 - Acerta-se com o Juntos, o que é muito improvável.
Júlia Melo (PS)

O papel de Júlia Melo,
a eleita socialista!


A estabilidade do executivo travassÓisense - liderado por Sérgio Edgar da Costa Neves, o mais jovem presidente da Junta de Freguesia de sempre, antes e depois da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira - parece estar, pois, nas mãos, nos nãos ou nos sins e na vontade da eleit
Que, tanto quanto se sabe, «exige» estar no executivo e com liberdade de voto em matérias que ela própria decidirá.
Aceitará a liderança social-democrata esta exigência socialista travassÓisense?
Sérgio Neves e seus pares é que saberão até que ponto a sua governação poderá/deverá ficar dependente e condicionada pelos eventuais caprichos socialistas, hiper-valorizando o papel de Júlia Melo. Interesses que podem mudar a cada momento, mais ou menos pontual?
Amanhã se verá.
Mário Ramos Martins
(Juntos)

Os Juntos de TravassÓi
sem... Junta de Freguesia!

Os candidatos do movimento independente Juntos são os grandes derrotados das eleições autárquicas de 1 de Outubro de 2017.
Mário Martins perde(u) uma governação assumida e exercida desde 1998 quando, eleito pelo CDS, substituiu Aníbal Pires e, já como nº. 1 da lista e, de novo pelo CDS, foi eleito em 2001/2005 e 2005/2009. Depois, pelo PS em 2009/2013 e, já na União de Freguesias, em 2013/17.
Agora, perdedor(es), surgem vários quadros aos eleitos do movimento independente liderado por Mário Martins:
1 - O Juntos abstém-se nas votações de amanhã e viabiliza a governação de Sérgio Neves.
2 - Vota contra quaisquer propostas que não tenham sido viabilizadas pelo PS de Júlia Melo e implicitamente as chumba, inviabilizando a eleição da Assembleia e, consequentemente, do executivo.


Assembleia (e Junta)
para... intercalares !


O PSD, no limite, pode abdicar de qualquer acordo e, pura e simplesmente, não ser eleita a Assembleia de Freguesia e, por via deste facto, a Junta de Freguesia - seja por falta de apresentação de listas ou por estas terem sido rejeitadas.
No caso de falta de apresentação de listas, a Câmara Municipal nomeia uma comissão administrativa, composta por três membros, e marca de novas eleições.
A constituição da comissão administrativa deverá ter em conta os resultados da eleição para a Assembleia de Freguesia.
A comissão administrativa substituirá os órgãos da freguesia e não poderá exercer funções por prazo superior a 6 meses. As novas eleições devem realizar-se até 70 dias antes dos 6 meses.


Algumas perguntas

1 - Mário Martins irá assumir o seu mandato na Assembleia de Freguesia?
2 - A assumir, aceitaria ser o presidente da Assembleia de Freguesia, com o voto ou abstenção do PS? E do PSD?
3 - Aceitaria ser membro do executivo liderado por Sérgio Neves?
4 - Admitiria que um membro da sua lista integrasse o executivo de Sérgio Neves?
5 - Sérgio Neves aceitaria governar com um eleito do Juntos no executivo?
- NOTA: Como se sabe, a sessão foi descontinuada e não foram eleitas a Junta e a AFTOR. Continuou no dia 15 e por aí fora... e nem ao fim de 11 sessões da mesma AFTOR foi eleita a Junta de Freguesia. O que redundou nas eleições intercalares de 24 de Fevereiro de 2019.

- Ano 2023, há 3 anos: O poste dos CTT no meio do passeio da Carreira da Igreja...

O poste e a coluna no meio do passeio. Já lá vão vários anos...
O poste foi intervencionado
há precisamente 3 anos

A preclara correspondente que se assume como Ribeirita mandou-nos, há 3 anos, a imagem do poste que, já há anos, estava (e está) pespegado no passeio da Carreira da Igreja.
«O d´Óis Por Três pode dizer-nos há quanto tempo está lá?», perguntou-nos Ribeirita, que na véspera por lá passara e fotografara uma intervenção no poste de telefones (ver imagem ao lado).
Lembrou também, e a propósito, que «prejudica o trânsito de peões» e nomeadamente, acrescentámos nós, quando passam com carrinhos de bebés ou cadeiras de rodas».
Nós não sabemos essas coisas de cor, mas uma brevíssima consulta na net permite-nos recordar que, na Assembleia de Freguesia de 14 de Maio de 2021 - há mais de 5 anos, portanto... - a questão já foi levantada por António Horácio Tavares, então eleito do PS, questionando as obras de alargamento da Carreira da Igreja e, em particular, enfatizando a questão do passeio.
O poste e a coluna
no meio do passeio

Postes que não podem
ser reposicionados ?


O presidente Sérgio Neves, ao tempo e na sua resposta ao António Horácio Tavares, também afirmou que «existem postes da EDP que não podem ser reposicionados».
Não podem ser reposicionados? Ora essa... Os da EDP até foram...
O d ´Ois Por Três, na altura, acrescentou os dos telefones, referindo que muita gente opinava que poderiam ser reposicionados, sim. Um deles, até foi. Sobrou este.
«Bastaria nisso se pensar a sério», acrescentávamos nós.
Se se pensou, ou não, não sabemos.
A verdade é que o poste dos telefones lá continua, desde pelo menos Maio de 2021, altura em que o presidente Sérgio Neves, na referida AFTOR, disse que «tinha que haver um compromisso entre a largura da faixa de rodagem e do passeio» mas que este «terá uma cota baixa, para facilitar a sobreposição de cadeiras de rodas e outras viaturas, no geral».
- NOTA: Agora e 5 anos depois, ainda se pergunta como facilitar a sobreposição de cadeiras de rodas e outras viaturas, no geral?
Olhem, 5 anos depois, é o que se vê!

- ANO 2013, há 13 anos: A Tuna Musical em Alcácer do Sal !

A Tuna Musical de Óis da Ribeira no palco do Teatro Pedro Nunes, nas comemorações, há 13 anos, do
do 14º. aniversário, da Sociedade Filarmónica Progressoa Matos Galamba, de Alcácer do Sal




A Tuna Musical de Óis da Ribeira actuou em Alcácer do Sal no dia 13 de Outubro de 2013, num concerto integrado nas comemorações do 134º. aniversário da Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba.
Há precisamente 13 anos
O espectáculo decorreu no Teatro Pedro Nunes, 
daquela vila do litoral alentejano e no distrito de Setúbal, às 15 horas, e, englobado na 28ª. edição do Mês da Música da filarmónica alcacerense, incluiu as actuações do Quarteto de Clarinetes «In Tempo» (da Escola Superior de Música de Lisboa) e o Ensemble de Sopros Alfredo Lopes (de Alverca). Para além da Tuna de Óis da Ribeira.
A Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba era dirigida pelo maestro João Neves, já falecido e que era natural de Fermentelos. Tinha estado em Óis da Ribeira no dia 21 de Setembro anterior, no salão cultural da ARCOR e no concerto de apresentação do segundo CD da Tuna, o «Brisas d´Óis».
- NOTA: A direção da Tuna era presidida por António Horácio Tavares, com o vice-presidente Luís Neves (actual presidente), o secretário António Manuel Reis (mais tarde presidente), o tesoureiro Aurélio Matos dos Reis e o vogal Gil Dinis Branco. O maestro era António Bastos

- ANO 1991, há 35 anos: ARCOR Canoagem na fase final dos Torneios Abertos!

ARCOR 1991
Nuno Azevedo


A ARCOR foi 11ª. classificada da final nacional dos Torneios Abertos de Canoagem que a 13 de Outubro de 1991, se disputaram em Montemor-o-Velho.
Há 35 anos!
As classificações individuais dos atletas da ARCOR foram as seguintes:
- Circuito de 200 metros, infantis: 4º.-Pedro Carvalho.
- K1 cadetes, velocidade: 4º.-Nuno Azevedo.
- Circuito de 2000 metros: 5º.-Nuno Azevedo; 8º.-Sérgio Anjos; 15º.-António Costa; 17º.-Paulo Santos.
O clube arcoriano (de Óis da Ribeira) e o Recreio de Águeda, também em 11º. lugar, foram as melhores equipas da Associação de Canoagem de Aveiro, que também teve o Clube de Vagos (16º.), o Sporting de Aveiro (19º.), o SNADO de Ovar (24º.) e o Pessegueiro do Vouga (28º.).
- NOTA: O canoísta Nuno Azevedo (na foto) morava em Travassô e reside agora em Viseu, onde é professor de matemática e co-fundador e dirigente do Clube de Xadrez, servindo frequentemente como árbitro principal e diretor técnico dos torneios e campeonatos distritais da modalidade.


segunda-feira, outubro 12, 2026

A ARCOR Canoagem, as respostas sociais, a cultura e o poli-desportivo!

O presidente Dinis Alves, à direita, assinou, a 2 de Setembro de 2026, o contrato-programa do hangar de canoagem com a Câmara Municipal, representada pelo vice-presidente Edson Santos, à esquerda e o presidente Jorge Almeida. Apoio de 210 000 euros
O que se pode antecipar do (novo) hangar de canoagem


O presidente da direção da ARCOR afirmou ao «Diário de Aveiro» que «entre a canoagem, as respostas sociais e a actividade cultural, a instituição procura manter o papel que conquistou na comunidade de Óis da Ribeira».
O futuro, porém, sublinhou Dinis da Conceição Alves,  «dependerá, também da capacidade de encontrar financiamento, renovar as 
As marchas da ARCOR (em 2011/2012)
instalações e adaptar uma estrutura tradicionalmente assente no voluntariado a uma realidade cada vez mais complexa».
Quanto à canoagem, sabe-se que tem gestão autónoma (dentro da estrutura arcoriana) e que a 2 de Setembro de 2026, assinou um contrato-programa com a Câmara Municipal de Águeda, contrato que formaliza um apoio financeiro de 210 mil euros para as obras de requalificação e ampliação do hangar.
A intervenção deverá decorrer até ao final do próximo ano e a notícia divulgada, em Setembro, nas redes sociais camarárias, dava conta que «o apoio municipal pretende responder ao crescimento sustentado da actividade desenvolvida pela ARCOR, dotando o espaço de melhores condições para a prática desportiva, formação e dinamização das modalidades náuticas».
O polidesportivo da ARCOR

A canoagem, o teatro e
a cultura na ARCOR!
As prioridades!

O presidente Dinis da Conceição Alves foi quem assinou o contrato-programa e nas declarações ao DA, agora e sobre a actualidade da ARCOR, disse que «a questão resume-se a uma prioridade», que será, do
O último GTA da ARCOR (em 2012)
seu ponto de vista, «garantir que, independentemente de quem estiver à frente
da associação, o foco permaneça em quem dela depende».
«Só há dois tipos de pessoas: os utentes, crianças ou idosos, e as pessoas que lá trabalham. O resto é tudo conversa», considerou Dinis da Conceição Alves.
O presidente arcoriano afirmou ao «Diário de Aveiro», também, que «entre a canoagem, as respostas sociais e a actividade cultural, a instituição procura manter o papel que conquistou na comunidade de Óis da Ribeira».
Ficámos sem saber o grau de importância que a canoagem terá (tem) na estrutura da ARCOR, assim como as actividades culturais (e recreativas) - recordando o d´Óis Por Três, por exemplo, as marchas populares e, principalmente, o Grupo de Teatro Amador (GTA) - que inexiste desde 2012.

E não esquecendo, já agora, o polidesportivo arcoriano, que há anos e anos está bastante degradado e abandonado por sucessivas direções associação de Óis da Ribeira.
- ONTEM: «As associações como a ARCOR têm que se profissionalizar!». - Ver AQUI
- ANTEONTEM: «A ARCOR precisa de se endividar em 300 000 euros». - Ver AQUI

- ANO 2001, há 25 anos: Fiscalização das obras do Centro Social da ARCOR e sede da Junta!

Os engºs. Canas de Carvalho e Filipe Magueta, Celestino
Viegas, Dinis Alves, António Simões, Millton Santos,
Arlindo Reis e Milton Gomez, a 08/09/2001


A direção da ARCOR reuniu extraordinariamente a 12 de Outubro de 2001 para constituir a equipa de fiscalização das obras de construção do centro social e sede da Junta de Freguesia.
Há 25 anos!
Os trabalhos foram liderados pelo presidente Celestino Viegas e a comissão ficou formada pelo engº. Canas de Carvalho, da CIVILAG (a empresa que elaborou o projecto), pelo vogal Milton Gomez e o associado Dinis Alves. De seguida, a constituição foi informada à Segurança Social de Aveiro.
A imagem é de 8 de Setembro de 2001, há 25 anos e na primeira visita oficial ao terreno onde se iria construir a obra, com o administrador e o engenheiro das Construções Marvoense. Mostra, os engºs. António Canas de Carvalho (da CIVILAG, o gabinete que elaborou o projecto e fiscal oficial das obras) e Filipe Magueta (Construções Marvoense), Celestino Viegas (presidente da direcção da ARCOR), Dinis Alves (comissão de fiscalização), António Simões (administrador das CM, já falecido), Milton Santos (presidente da assembleia geral da ARCOR), Arlindo Reis (tesoureiro da ARCOR) e Milton Gomez (vogal da direcção).
- NOTA: Dinis Alves é o actual presidente da direção da ARCOR.

- Ano 1979, há 47 anos: A Escola de Música da ARCOR e a formação de instrumentos!

 .

Silas Granjo
José Pires


A ARCOR abriu inscrições para a sua escola de música a 12 de Outubro de 1979. O ano fundacional de há 47 anos!
O monitor viria a ser o professor Silas de Oliveira Granjo (na foto), mais tarde maestro das Bandas do Troviscal e Velha de Fermentelos, e o «Jornal da ARCOR» de 23 de Dezembro daquele ano reportava que «quando pensávamos que poucos alunos teríamos, temos a grata surpresa de já ultrapassarem as três dezenas» de inscrições.
Ao mesmo tempo, o associado José Pires Tavares (na foto), actualmente a residir em França, foi frequentar um curso de formação em instrumentos musicais, por convite, à ARCOR, da Secretaria da Estado da Cultura, através do Fundo de Apoio aos Organismos Juvenis (FAOJ).
- NOTA: As aulas da escola de música viriam a decorrer na sala velha da escola primária, a mesma sala onde, anos depois, viria a funcionar o ATL da ARCOR. Actualmente, é a sala da escola de música da Tuna / AFOR.

- ANO 1952, há 72 anos : O paredão do campo e o aqueduto do Cabo!

As obras do paredão chegaram a
estar marcadas com estacas
O paredão no limite com
Requeixo: pedra de um
lado, alcatrão do outro



A Junta de Freguesia de Óis da Ribeira reuniu a 12 de Outubro de 1952 e deliberou agradecer à Direcção Hidráulica do Mondego o aumento, nesse ano, feito ao paredão do campo, ao longo do rio Águeda.
Há 74 anos!
O paredão, entretanto e pelo anos seguintes, foi construído até ao limite com Requeixo e é o mesmo cujas obras de requalificação foram adjudicadas a 8 de Setembro de 2017, à Aborridas Terraplanagens, uma empresa de construções de Arouca. Por 161 881 euros.
Já lá vão mais de 9 anos e um mês. E continuam por fazer.
Assim e sem mais «ontens, hojes e amanhãs que cantam»,  Óis da Ribeira fique prejudicada em 161 881 euros de 2017 - que hoje seriam 195 814
euros, segundo o conversor da PORDATA.
É prejuízo para Óis da Ribeira, o que importa isso?
O executivo óisdaribeirense de 1952 era presidido por Benjamim Soares de Freitas e, no ofício enviado à Direcção Hidráulica do Mondego, solicitou a continuação dos trabalhos no ano seguinte. Manuel Soares dos Santos (Lopes) era o tesoureiro e Arnaldo Rodrigues de Figueiredo o secretário.
Ainda na mesma reunião da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira, há 71 anos, foi registado o facto de a Camara Municipal de Águeda, por ajuste direto, ter mandado substituir um aqueduto que tinha abatido na Rua do Cabo - a actual Rua Manuel Tavares. 
- NOTA: A ponta final do paredão, uns 200 metros depois do caminho dos Portalvares (continuando o das Calçadas) foi empedrado em 2025, desde a Capela de Santo António até (ver foto) ao limite com Requeixo.

domingo, outubro 11, 2026

Presidente Dinis Alves: «As associações como a ARCOR têm que se profissionalizar!»

Dinis Alves, presidente da ARCOR: «As
associações tem que se profissionalizar»
Dinis da Conceição Alves
presidente da ARCOR



O presidente da direcção da ARCOR afirmou ao jornal  «Diário de Aveiro», que citamos, que «a associação tem de ser gerida por um profissional».
«Não é o presidente que chega lá cheio de boa vontade e depois comete erros. As direcções são formadas por pessoas que não recebem nada, que disponibilizam o seu tempo, mas uma associação que já movimenta uma estrutura destas tem que ser gerida por um profissional», disse Dinis da Conceição Alves.
O presidente arcoriano, nas suas delarações ao «DA» - ver  
AQUI  - frisou também que «é precisamente na gestão» que identifica «uma das mudanças mais necessárias para o futuro das IPSS», já que, acrescentou, «as direções são compostas por voluntários que conciliam a gestão das instituições com as suas próprias vidas profissionais».
Uma associação do tipo da ARCOR, ainda segundo o presidente Dinis da Conceição Alves, tem de «ter um bom quadro técnico», um quadro técnico que, sublinhou, «esteja dentro dos assuntos, para que as direções tomem decisões».
«O quadro técnico é fundamental, porque a direção não tem tempo e muitas vezes as pessoas nem têm conhecimentos para fazer planos e tratar de toda a parte técnica», disse Dinis Alves.
Notícia de 10/10/2025 sobre adjudicação
das obras da cozinha e lavandaria

O erro de não ter
um plano técnico ! 

O presidente da ARCOR deu o exemplo de uma recente candidatura ao PRR, em finais de 2025 e para renovar o equipamento da cozinha.
«O projecto foi aprovado, mas a sua concretização esbarrou em dificuldades técnicas relacionadas com a potência eléctrica disponível» no centro social.
«O problema foi que todos os equipamentos da cozinha tinham de ser eléctricos e não tínhamos a potência necessária. Tínhamos dificuldades técnicas na própria instalação, tínhamos de fazer um PT e um CT e mais uma séria de coisas», explicou Dinis da Conceição Alves, concluindo que «o investimento que tínhamos de fazer era muito maior».
«Eu aceito que cometi um erro, porque não fiz o plano técnico, antes de concorrer. Agora, espero os próximos projectos e tentar fazer alguma coisa, através de outros fundos», afirmou o presidente arcoriano.
O seu «grande objectivo, caso continue à frente da intituição - há eleições em 2026 - será precisamente «recuperar e melhorar as instalações destinadas aos idosos, criando melhores condições para quem utiliza as respostas sociais da ARCOR».

O objectivo, ainda segundo Dinis Alves, «é fazer obras para os idosos, para o centro de dia».
- AMANHÃ: «A ARCOR Canoagem, as respostas sociais e a cultura».
- ONTEM: «A ARCOR precisa de se endividar em 300 000 mil euros!». - Ver AQUI

- ANO 2017, há 9 anos: O que (não) fez em Óis a Junta que se candidatou pelo Juntos!

Capa do manifesto eleitoral do PS de 2013, há 10 anos, e que foi Juntos em 2017.
Promessas, levou-as o vento e o tempo...
A calçada foi iniciada e parada. As pedras foram arrancadas
 e levadas para o Surpel. Depois, foram aplicadas no caminho
 de Cabanões que serviu de alternativa ao aterro. E lá ficaram...



A Juntos - Movimento Independente de Travassô e Óis da Ribeira foi a única lista candidata nas Eleições Autárquicas de 2017 sobre a qual se podem fazer comparações. 
Comparações com o manifesto eleitoral de 2013 e porque foi a lista vencedora e esteve(ava) no poder desde então.
Apresentou-se, em 2013, pelo PS, mas os 
candidatos para lugares executivos, em 2017, eram praticamente os mesmos. 
O d´Óis Por Três, por isso mesmo, socorreu-se do manifesto de 2013 e, só em relação a Óis da Ribeira, vejamos o que não foi cumprido:
1 - Conclusão do alargamento da Rua dos Bacelinhos. 
Ainda lá está e, valha a verdade, muitas vezes e durante muitos meses seguidos sem sequer ser limpa. E já vamos em finais de 2023. Aos dias de hoje, já em 2026.
2 - Alargamento da Rua das Bouças. 
Rua das quê? Está igual.
3 - Alargamento da Rua da Lagoínha. 
Rua da quê? 
Está na mesma e não é como a lesma.
4 - Beneficiação e alargamento

Rua concluída? Pois sim... bem
pregou Frei Mário! Até hoe (2023)
dos caminhos florestais e agrícolas. Cadé?
5 - Criação de ciclovias. 
Ciclo quê. 
Onde estão, para irmos cicloviar?
6 - Construção e melhoria de bermas e valetas. Estamos a falar do passeio do Surpel e dos mini-troços da António Berna? Estão mal começados. Das valetas da Benjamim Soares de Freitas? Louvado seja Deus!
7 - Sinalética. 
O que houve de novo? A placa de entrada do lado de Espinhel esteve cerca de de 2 anos para ser restaurada.
8 - Toponímia.

A limpeza das estradas de Óis da Ribeira
 Não se «toponimou» nada, nadinha mesmo.
9 - Associativismo. 
Chegou a ser aprovado o regulamento?
10 - Programa Agenda Local 21. 
Está(ava) em agenda.
11 - Triagem de lixos e

A placa da entrada de Espinhel esteve assim 
meses a fio, por mais de um ano, quase dois...
resíduos. 
Quando fora feitas as prometidas acções de sensibilização?
12 - Embelezamento das freguesias. Que muros, fachadas e zonas degradadas foram pintadas?
13 - Limpeza e embelezamento ambiental. 
Nunca o parque da pateira esteve tão abandonado.
14 - Semana da Freguesia. 
Onde e quando se realizaram as anunciadas actividades de intercâmbio, convívio e união? Óis da Ribeira foi esquecida, o pouco que se fez foi concentrado em Travassô e até as modestas comemorações do Foral Manuelino foram «invadidas» pelo movimento associativo de Travassô.
15 - Costumes e tradições locais, garantindo a identidade de cada um, blá, blá, blá.... 
Cadé a garantia? E a prática?
16 - Parques e jardins. Vale a pena voltar a falar do mau trato dado ao parque da pateira?
17 - Unidade de Saúde. 
Nem unidade, entre as duas freguesias. nem melhor acesso à saúde. A construção da nova Unidade anda pelas calendas marianas há uns 10 anos, ou mais.
18 - Rede de saneamento. 
Passados 4 anos, nem mais um metro de rede estava feito.
19 - Espaços Escolares. 
A Escola de Óis da Ribeira fechou e o edifício, de 3 salas, estava abandonado. È desde 13 de Setembro de 2023 a desde da Tuna/AFOR.
20 - Cemitérios. 
Ossários, onde? OdR já o tinha (e tem). Eliminação de barreiras arquitectónicas? Nada se viu, nada se transformou, tudo na mesma.
O polidesportivo da  ARCOR

O rol de obras anunciadas
e não concretizadas !

O d´Óis Por Tres não quis ser exaustivo e nem se refere ao prometido nos 4 planos de actividades do mandato. 
Ficou célebre, no entanto, o rol de obras anunciadas e relembradas por um eleito numa assembleia de Freguesia.
Citando uma a uma, umas 12 ou 13, e perguntando por elas, respondia o próprio: «Zeeeerooo!...».

Para as calendas fica(vas) também a requalificação
A ramada do polidesportivo
do caminho da capela de Santo António até ao limite com Requeixo, pelo campo. O chamado Caminho da Calçada. Começou o empedramento, mas foi interrompido ao fim de dois ou três dias. Sem nunca mais recomeçar, num dos momentos mais vergonhosos deste mandato. Ver AQUI
O empedramento foi feito em 2025. Na da mais nada menos que 8 anos depois.
Este ano, ousa(va) prometer «valorizar o polidesportivo de Óis da Ribeira».
- Ponto um: o polidesportivo é da ARCOR. 
Como iria a Junta intervir numa obra privada?
- Ponto 2: A Junta devia era ter-se preocupado com o monte de ramada armazenado no local há larguíssimo tempo, em espaço de sua gestão e que é um perigo enorme para incêndios. Está a tempo.
- NOTA: O mais (não) engraçado disto tudo é que, aos dias de hoje e 9 anos depois e embora com outros actores políticos, o rol crítico está quase totalmente actualizado. O que é uma pena! Uma grande pena!


- ANO 2013, há 13 anos: ARCOR foi a 7ª. melhor equipa nacional de canoagem!


A equipa da ARCOR Canoagem de há 13 anos!




A ARCOR foi o sétimo clube do ranking da Federação Portuguesa de Canoagem de 2013. O clube de Óis da Ribeira subiu quatro lugares, relativamente a 2012.
A proeza da ARCOR foi destacada no site oficial da Federação Portuguesa de Canoagem, que deu particular enfâse ao facto de ter subido da 11ª. posição para a sétima, de 2012 para 2103.
«Estamos satisfeitos com o seu trabalho, que é muito bom, e esperamos que a direcção continue a apoiar a secção», disse Paulo Rogério Framegas, enfatizando também os patrocinadores Inspeágueda e MR (Manuel Rodrigues). 
«Sem o seu apoio - disse - seria bem mais difícil organizar uma época de competição» - que, capitalizou vários títulos regionais e nacionais e excelentes participações internacionais, nomeadamente de Tiago Tavares, Arménio José e Vakery Shuftakyn - em campeonatos da Europa e do Mundo.
- CLUBES: 1º.-CN Ponte de Lima, 615 pontos; 2º.-Prado, 524; 3º.-Gemeses, 468; 4º.-Crestuma, 461; 5º.-Liga-Dura, 348; 6º.-Marecos, 327; 7º.-ARCOR, de Óis da Ribeira, 305; 8º.- Mil Fontes, 303; 9º.-Saavedra Guedes, 300; 15º.-SC de Aveiro, 222; 26º.-CC Ovar, 165; 29º.-Benfica, 149; 31º.-AN Torreira, 134; 51º.-IDEC de Cacia, 31; 56º.-CND de Requeixo, 31; 59º.-GICA, de Águeda, 4; 62º.-Viking, de Sever do Vouga, 1.
- NOTA: O campeonato nacional de Veteranos teve vitória colectiva do CN de Milfontes, com 177,9 pontos. A ARCOR foi foi 17ª. classificada (com 38,8).

- ANO 2011, há 15 anos: Os (não) sanitários do parque sul da pateira !


O terreno das Varandas que há 15 anos era para «ter» sanitários públicos.
A actual Junta de Freguesia promete(u) lá construir bungalowos




  
Os presidentes Fernando Pires e Gil Nadais
(des)entenderam-se em 2012
A Câmara Municipal de Águeda e a Junta de Freguesia de Óis da Ribeira chegaram a acordo sobre os sanitários públicos instalados no hangar de canoagem da ARCOR, que passaram a ter uma rampa de acesso para deficientes.
Há precisamente 15 anos!
A contrapartida foi a não construção dos balneários/sanitários do parque sul da pateira, no terreno das Varandas (ver foto principal) e, então, desde há já vários anos reclamados pela Junta de Freguesia.
O acordo surgiu depois do braço de ferro e acusações entre os 2 executivos e ao anúncio de Gil Nadais, presidente da Câmara Municipaç de Águeda e em Fevereiro desse ano, de que a autarquia óisdaribeirense, que era presidida por Fernando Tavares Pires, teria de devolver o dinheiro transferido para a construção dos balneários.
A rampa de acessos aos sanitários 
públicos do hangar de canoagem


Diferenças, acordo e uma
delegação de competencias!

O presidente da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira declarara, pouco antes, que ia avançar com as obras com os 7500 euros transferidos pela Câmara e «mais alguns trocos que economizámos», frisando que pararia os trabalhos «quando acabar o dinheiro».

As diferenças prolongaram-se até Junho desse ano, quando as duas autarquias convencionaram uma delegação de competências para 2012, no valor de 38.061,55 euros, para a limpeza e conservação de estradas, ruas, caminhos, valetas, aquedutos, bermas e passeios; conservação corrente, reparação e limpeza de edifícios escolares e logradouros; manutenção de espaços verdes, sinalização, toponímia e conservação de equipamentos.

- NOTA: Quanto aos sanitários do parque sul da pateira, não foram construídos, até aos dias de hoje e já lá vão 14 anos! A actual Junta de Freguesia promete(u) para lá a construção de bungalows. Que chique! O ao passado foram instalados os WC perto da Fonte dos Amores.