domingo, novembro 08, 2026

Um buraco na Rua Comendador António Bernardino (Berna)

O buraco na Rua António Bernardino
O buraco (em pormenor)

A Rua Comendador António Bernardino (Berna, para os óisdaribeirenses) é a mais moderna da vila de Óis da Ribeira e foi «aberta» na gestão de Agostinho Tavares como presidente da Junta de Freguesia - seguindo ideia do executivo anterior (o de Isauro Santos).

Tal aconteceu em princípios dos anos 80 do Século XX.

A rua «ocupou» e alargou caminhos rurais, que até então serviam os Aidos, as Travessas, as Vales, as Arroteias, as Longas, as Lavouras de Cima e as Leiranchas, até às Lages e destas até à Rua da Pateira.
Ligando, na prática, a escola primária à pateira, já com o traçado que hoje conhecemos e que transformou numa excelente área da construção.

O último asfaltamento foi em 2019, depois de concluídas as obras de instalação das redes de saneamento e águas, conduzidas pela AdRA - iniciadas a 2 de Setembro de 2018.

Há dias, foi achado o «buraco» que se vê na imagem e localizado na recta que vai da escola até ao Caminho Fundo.
Não sabemos do que se trata, nem especial perigo parece representar. Mas se está ali, por alguma razão é.
Deixamos, tão só, o alerta!


- Há 6 anos: As placas do PR1 «Da Pateira ao Águeda» em Óis da Ribeira!


A placa informativa do PR 1 na Fonte do Valbom como que «desapareceu»... 

A informação desapareceu da
placa da Fonte do Valbom
Placa do PR1 em frente à
Igreja e em Junho de 2024


A Câmara Municipal de Águeda assinou, a 22 de Outubro de 2020 - já lá vão 6 anos... - delegação de competências com as Uniões de Freguesias de Recardães e Espinhel, de Préstimo e Macieira de Alcôba e de Travassô e Óis da Ribeira para assegurar a manutenção dos trilhos pedestres estas localidades.
O investimento total foi de 8.500 euros, segundo então foi anunciado e como se pode rever AQUI.
«O nosso objetivo é, numa lógica de atuação de proximidade e de cooperação, conseguir que os nossos trilhos sejam mantidos e limpos com regularidade para que possam continuar a ser usados pela população e quem nos visita, seja de forma desportiva ou lúdica, e ligando os vários pontos de interesse turístico», afirmou Edson Santos, o vice-presidente da Câmara de Águeda.
O trilho que, no caso, diz(ia) respeito a Óis da Ribeira é o «PR 1 
Da Pateira ao Águeda».
E, quanto a este, a Assembleia Municipal de Águeda aprovou, por unanimidade e na sessão de 24 de Junho de 2021 - ver AQUI -, a respectiva delegação de competências.
Delegações, pois, não faltam. E são oficiais.
Já sobre competências, a ver iremos...
A placa junto ao rio, no Largo do
Barqueiro Zebedeu e em Agosto
de 2022. Ainda lá está mas... pior

A delegação de 
competências e os
(in)cumprimentos!

As Juntas de Freguesia comprometeram-se, nos termos do protocolo de delegação de competências, a realizar as intervenções necessárias para manutenção dos trilhos, controlo de vegetação e limpeza, pintura e manutenção das placas indicativas dos percursos.
Isto, para além da substituição de sinalética (ou seu reposicionamento) sempre que necessário, tendo em vista a boa condição dos percursos para circulação de pedestrianistas e fruição pública dos trilhos.
Já em tempos, demos conta do estado das placas do Largo do Barqueiro Zebedeu - ver AQUI. Hoje, mostramos a placa da Fonte do Valbom e recordamos a do Largo da Igreja de Santo Adrião. Msmo em frente ao templo.
- NOTA: A avaliar pelas amostras, Deus saberá como estará o trilho - ao longo dos seus 14 quilómetros e quanto ao seu estado de conservação, ao controlo de vegetação e limpeza, à pintura e à  manutenção das placas.
Ninguém controla a execução das delegações de competências?
Será assim, desta maneira, que materialmente se pratica o slogan «cuidar do herdado para deixar em legado?».

- ANO 2001, há 25 anos: A ARCOR e a Junta de Freguesia em reunião de obra!


Os presidentes Celestino Viegas (ARCOR) e Fernando
Pires Junta de Freguesia de Óis da Ribeira)


A Junta de Freguesia de Óis da Ribeira e a direção da ARCOR reuniram a 8 de Novembro de 2001 para analisarem a situação das obras de construção da sede da autarquia e do centro social e sede da associação.
Há precisamente 25 anos!
As obras tinham começado a 26 Outubro anterior e estava-se em tempo da gigantesca placa de todo o edifício e o primeiro auto de medição (no valor de 17 885,79 euros, seriam agora cerca de 28 500) já tinha chegado à sede da ARCOR - que era a dona de obra.
Os presidentes eram Fernando Tavares Pires, da Junta de Freguesia, e Celestino Vegas, da ARCOR - associação que na véspera iniciara as obras de restauro da cave da sede social (actual sede da Tuna / AFOR e onde funcionao bar da comissão de festas de Nossa Senhora de Fátima) para lá instalar o ATL, devido a sobrecarga do espaço onde funcionava, com cozinha, refeitório e creche, onde agora é a pastelaria «Pau de Canela d´Óis.
O jardim de infância, ao tempo, estava instalado na sala velha do bloco escolar de Óis da Ribeira. A esse tempo, ainda funcionavam as duas outras salas, com o ensino primário e duas professoras. 
O edfício e logradouro foram depois cedidos a Junta de Freguesia da UFTOR, que deles fez cedência à Cruz Vermelha de Águeda, que o devolveu, depois de chumbado o Projecto Montessori.
- NOTA: Agora, aos dias de hoje, 8 de Novembro de 2024, a escola e logradouros foram entregues à Tuna/AFOR - a 28 de Setembro de 2023 -, que lá está em obras para instalar a sua sede - nela incluindo a Escola de Música.

- ANO 1997, há 29 anos: Placa da Tuna na casa natal do Comendador António Berna!

A placa na casa de António Bernardino

António Berna



A Tuna Musical de Óis da Ribeira, a 8 de Novembro de 1997, evocou António Bernardino (o Berna, na foto ao lado) e afixou uma placa comemorativa na casa onde nasceu, na Rua Manuel Tavares (a do Cabo).
Há 29 anos!
O momento integrou-se nas comemorações dos 100 anos da associação óisdaribeirense - agora denominada Associação Filarmónica de Óis da Ribeira - e foi antecipado de uma recepção em frente à sede da Junta de Freguesia (a sua sede, junto à ponte e Rio Águeda), descerramento da placa e concerto, com actuação de um grupo de fados de Coimbra - canção que o imortalizou em todo o mundo.

- ANO 1996, há 30 anos: A homenagem nacional a António Bernardino - o Berna!


Notícia no JN
António Bernardino



A homenagem de Óis da Ribeira a António Bernardino Pires dos Santos - o Berna - foi noticiada no «Jornal de Notícias», diário do Porto, na sua edição de 8 de Novembro de 1996.
Há precisamente 30 anos!
«A freguesia natal vai homenagear este cantor de fados e baladas de Coimbra, atribuindo o nome do fadista a uma rua e realizando um sessão evocativa», reportava o jornal matutino do Porto, referindo que a atribuição do nome tinha sido aprovado, por unanimidade, na Assembleia de Freguesia de Óis da Ribeira.
António Bernardino era filho de Aires Carvalho e Santos e Maria Pires dos Reis (do Aires). Nasceu em 20 de Agosto de 1942 e faleceu, de doença, em 1996. Foi galardoado pelo Presidente da República Mário Soares com a Comenda da Ordem do Infante, que recebeu a 10 de Junho de 1995. Faleceu a 18 de Junho de 1996, com 54 anos.
- NOTA: A rua da escola à pateira tem o seu nome, atribuído pela Junta de Freguesia de Óis da Ribeira, com descerramento de placa e cerimónias oficiais no dia 16 de Novembro de 1996.

- ANO 1892, há 134 anos: O escritor Laudelino de Miranda Melo !

Laudelino Miranda Melo
Capa do livro


O escritor Laudelino de Miranda Melo nasceu a 8 de Novembro de 1892. 
Há precisamente 134 anos!
Natural de Travassô e comerciante na cidade de Aveiro, foi autor, entre vários outros, do livro «Travassô e e Alquerubim e outras localidades da Região Vouga», editado em 1942 e no qual faz história regikonal e evoca personalidades da vila de Óis da Ribeira e várias povoações da Região do Vouga e do qual várias vezes nos socorremos. 
O livro foi editado pela Gráfica Aveirense e foi a sua segunda publicação em Portugal, após algumas outras editadas no Brasil, onde residiu, ainda jovem, e onde lhe nasceu a paixão da escrita.
Solteiro, era filho de Domingos da Silva Melo, proprietário e natural de Segadães, e de Maria da Conceição Miranda Melo, governante de casa e de Travassô.

- NOTA: Laudelino de Miranda Melo faleceu em Aveiro a 12 de Julho de 1978, aos 86 anos. O seu nome está históricamente gravado no principal arruamento de Almear, lugar da freguesia de Travassô.

sábado, novembro 07, 2026

A entrada da sede oficial da Junta de Freguesia da UFTOR

A entrada da Junta de Freguesia da
UFTOR, a 26 de Dezembro de 2020.
Há 6 anos!

A mesma entrada da sede da UFTOR,
a 1 de Novembro de 2026. Quase,
quase 6 anos depois!..
.


O mais proclamado slogan da 
Junta de Freguesia da UFTOR - agora, porém, mais ddesusado... - é o conhecedíssimo «Cuidar do herdado para deixar em legado».
Toda a gente da comunidade travassÓisense muitas vezes o ouviu e o viu plasmado em documentação da propaganda autárquica.
A 20 de Dezembro de 2020 - ver AQUI - o d´Óis Por Três, entre outros reparos, perguntava se receber e cuidar do património público óisdaribeirense seria, por exemplo, ter a entrada da sede da União de Freguesias, em Óis da Ribeira, como estava?
E estava como se vê na foto da esquerda, então publicada. 
Ao tempo, o d´Óis Por Três relatou: «O negrume que se vê na imagem é resultado de meses, ou anos, de água a soltar-se da cobertura metálica e/ou do tubo da caleira, garantidamente por estar roto e/ou entulhado. Sem reparação ou manutenção!».
A entrada para a sede da UFTOR
fica mesmo ao lado da parede e tubo

Isto é que é... (não)
cuidar do herdado!

Pois bem, ou melhor dizendo, pois mal, mas muito mal: à data de hoje temos a segunda imagem.
Que é quase, quase igual à primeira. Quais serão as diferenças?
Como se vê, não se cuidou do herdado!
E passsaram-se 6 anos!
Seiiiiiis anos!!!
Calha que isto acontece na entrada da sede oficial de União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira (UFTOR)!
Se isto é que é o tal «cuidar do herdado para deixar em legado», estamos esclarecidos.
Não sabemos é por quantos mais anos as canalizações e caleiras de escoamento de águas pluviais na entrada do edifício da sede da Junta de Freguesis vão continuar fora dos cuidados da Junta de Freguesia. Estão e continuarão deterioradas, a água continuará a cair sem controlo e lá estao b em visívais das marcas negras visíveis de humidade e desgaste nas paredes situadas exatamente na entrada oficial da autarquia.


- ANO 2021, há 5 anos: A Tuna/AFOR voltou aos palcos, depois da COVID 19!


A 
A Tuna/AFOR no palco da ARCOR


A Tuna / Associação Filarmónica de Óis da Ribeira (AFOR) voltou aos palcos, a 7 de Novembro de 2021 e no salão cultural da ARCOR, para o seu tradicional Concerto de Outono - o de 2021.
Há precisamente 5 anos!
«Foi com muita alegria que, 
quase dois anos depois, voltámos aos palcos!», considerou a direção do então presidente António Manuel Reis.
Juventude tunante de 2021: Tiago Morgado, Inês
Reis, Mara Brites e Matilde Marques
A associação, recordemos, já tinha actuado na Granja, lugar da Oliveirinha, a 24 de Outubro de 2021 e na festa de Nossa Senhora da Guia, na qual se estrearam 4 jovens músicos: as flautistas Mariana Alegria e Inês Miranda e os clarinetistas Yara Branco e Martim Almeida.
O concerto de 2021 foi dirigido pelo maestro António Bastos, com novo e interessante reportório que entusiasmou o público tunante e, e não é excessivo dizê-lo, também os executantes da cada vez mais jovem agremiação musical óisdaribeirense. Que estava em mês de comemorar o aniversário (sem que na altura ainda se conhecesse o programa e... se soubesse se ia haver comemoração).
- NOTA: Ao aplaudido concerto tunanate/aforiano seguiu-se o tradicional magusto para músicos, directores, sócios e amigos da associação e que decorreu, em confraternização partilhada, no parque de estacionamento da ARCOR.

- ANO 2015, há 11 anos: Mostra de Sopas das associações da UFTOR!

 

O cartaz oficial de 2015


A terceira edição da «Mostra de Sopas» da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira (UFTOR) realizou-se a 7 de Novembro de 2015, há precisamente 11 anos e nas instalações da ARCOR.
Foi um sucesso.
As 7 barraquinhas representaram a ARCOR e a Tuna Musical, ambas de Óis da Ribeira e, de Travassô, o Agrupamento de Escuteiros, Associação Desportiva, Comissão de Pais da Escola, Jardim Social e Orquestra Filarmónica 12 de Abril - cada qual com a sua sopa (todas diferentes) e petiscos, que fizeram as delícias das muitas pessoas que lá se deslocaram.
Além do breve momento musical proporcionado pela OLTOR (Orquestra Ligeira da Tuna de Óis da Ribeira), o programa a incluiu os «Jogos do Hélder», que lá levaram bastante animação principalmente aos mais jovens e não só.
- NOTA: A propósito, o que é feito da OLTOR - Orquestra Ligeira da Tuna de Óis da Ribeira? A edição da Mostra de Sopas deste ano (a 9ª.) está marcada para 14 de Novembro, em Travassô, no largo da Igreja Matriz.

- ANO 2014, há 12 anos: Obras da pérgola do lavadouro paradas por questões de segurança!


A pérgola em Novembro de 2014

A pérgola em 2024



Os trabalhos de construção da pérgola do lavadouro de Óis da Ribeira (na foto ao lado) estavam parados há precisamente 12 anos.
«Pedimos um exame de segurança da obra», disse Mário Martins, o então presidente da Junta de Freguesia da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira - a UFTOR.
A questão da segurança tinha sido levantada na (então) última Assembleia de Freguesia e o presidente da União de Freguesias comentou e assegurou então que «de jeito nenhum queremos que haja algum problema e muito menos depois de sermos alertados para a debilidade da sua construção».
A inspecção foi pedida aos serviços técnicos camarários e, há 12 anos, aguarda-se que tal acontecesse. «Não queremos correr riscos. Com problemas de segurança não se brinca», disse o presidente Mário Martins.
- NOTA: Não se brinca(va), é verdade, mas a esse tempo de há exactamente 12 anos, as obras estavam interrompidas, mas o acesso à placa estava totalmente franqueado, sem qualquer indicação de perigo. Enfim..., cada um gere(ia) a coisa pública como sabe(ia).

- ANO 1933, há 93 anos: A morte do médico Carvalho da Silva, o 1º. director do Hospital de Águeda!


Joaquim Carvalho da Silva, médico de
Óis da Ribeira e o primeiro director 
Hospital Conde Sucena,  de Águeda


O médico Joaquim Carvalho da Silva nasceu em Óis da Ribeira e foi o primeiro director clínico do Hospital-Asylo Conde de Sucena, o actual Hospital de Águeda.
Nasceu a 19 de Março de 1861 e faleceu a 7 de Novembro de 1933, há 93 anos, e o seu nome está (quase totalmente) apagado na memória e história óisdaribeirense - de que é dos mais ilustres.
O que, do ponto de vista do d´Óis Por Três, e manifestamente injusto.
Filho do comerciante Jacinto Tavares da Silva, de Óis da Ribeira, e de Antónia Francisca Lopes (falecida em 1894), que era de Alquerubim, licenciou-se na Escola Médica do Porto - cidade onde seu pai se chegou a deslocar a pé, por volta da décadas de 60/70 do século XIX, para abastecer sua loja de Óis da Ribeira.
 Joaquim Carvalho da Silva exerceu medicina em Penamacor e na Borralha e foi director-clínico do Hospital de Águeda desde a sua inauguração, em 1922, até 1930, quando, aos seus 69 anos, foi substituído pelo dr. António  
Breda 
O jazigo de família
mas lá continuando a exercer funções médicas.

Carvalho da Silva e
a Casa do Redolho!


Joaquim Carvalho da Silva casou na Borralha, onde há rua com o seu nome, com Eugénia Augusta da Câmara Mota, da Casa do Redolho.
O casal teve dois filhos: Eduardo Câmara Carvalho e Silva (nascido em 1892) e Joaquim Câmara Carvalho e Silva (em 1893), arquitecto.
É deste, falecido a 8 de Agosto de 1962, o testamento que tornou a Santa Casa da Misericórdia de Águeda «herdeira da todos os seus bens mobiliários e imobiliários, entre eles uma valiosa propriedade denominada Quinta do Redolho, com a obrigação de conservação dos seus jazigos, existentes nos cemitérios de Águeda e Óis da Ribeira», como se lê no «Livro de Encargos dos Legados Pios da Santa Casa da Misericórdia de Águeda».
- NOTA: O médico Joaquim Carvalho da Silva tem familiares em Óis da Ribeira, descendentes de Mariana de Jesus Viegas, filha de uma relação pré-matrimonial. Neto desta, é Arménio Framegas Pinheiro de Almeida, da Rua Nossa Senhora de Fátima.- Ver AQUI

sexta-feira, novembro 06, 2026

Memória do Diácono Fernando Reis Duarte de Almeida! RIP!!!

Os primeiros diáconos permanentes da Diocese de Aveiro, ordenados a 22 de Maio de 1988, 
com o actual Bispo: Luís Pelicano, Fernando Martins, Augusto Semedo, D. António
Moiteiro, Fernando Reis Duarte de Almeida, Joaquim Simões e Afonso Henriques
Diáconos Permanentes ordenados a 22/05/1988, há 38 anos: 
Carlos Merendeiro, Fernando Reis, João Casal, D. Manuel de 
Almeida Trindade (Bispo de Aveiro), Augusto Semedo, Sousa
e Silva (não foi ordenado), Joaquim Simões, Fernando Martins
e Daniel Rodrigues. Falta Luís Pelicano


O diácono permanente Fernando Reis Duarte de Almeida faleceu a 6 de Novembro de 2019, aos 85 anos e vítima de doença, no Instituto Português Oncologia
Os padres António Fonseca e Júlio Granjeia 
e o Diácono Fernando Reis na Igreja de
Santo Adrião de Óis da Ribeira
(IPO), em Coimbra. 
Há 7 anos.
As cerimónias fúnebres tiveram lugar na seguinte  segunda-feira, dia 11 de Novembro de 2019, às 15,30 horas e em Óis da Ribeira. Foram presididas pelo Bispo de Aveiro, D. António Moiteiro, e concelebrada por diáconos permanentes e sacerdotes da Diocese.
Fernando Reis nasceu a 8 de Março de 1934, em Óis da Ribeira, e foi ordenado diácono permanente pelo Bispo D. António Marcelino, a 22 de Maio de 1988 e na Sé de Aveiro. Foi um dos primeiros diáconos permanentes ordenados na Diocese (ver foto). Pastoreou nas Paróquias do Préstimo e Macieira de Alcoba, do Arciprestado de Águeda - que o homenagearam no seu «adeus» a estas terras serranas de inspiração e fé cristã.
«Deixou marcas profundas por estas Paróquias na requalificação de alguns templos religiosos, na preocupação para com os doentes, na implementação das estruturas pastorais de participação, nomeadamente na criação do Conselho Pastoral, gerando grande proximidade com a população», referiu uma nota Diocesana, divulgada por ocasião do seu falecimento.
Colaborou também, e sempre, na Paróquia de Santo Adrião da sua natal vila de Óis da Ribeira, do Arciprestado de Águeda e, mais recentemente, colaborava com a de S. Paio de Requeixo (do Arciprestado de Aveiro).
Fernando Reis e a 1ª. pedra da ARCOR

O homem social
e o político !

Fernando Reis Duarte de Almeida nasceu a 8 de Março de 1934 e era filho de Manuel Baptista Duarte de Almeida e de Maria Rosa dos Reis Estima.
Órfão de mãe muito cedo, desde o dia em que fez 10 anos, foi criado e educado, assim como seu irmão Arlindo, pelos avós maternos - Manuel Fernandes Estima e Maria Augusta dos Reis. Ambos concluíram cursos técnicos secundários: o industrial, ele, depois empresário do sector da restauração automóvel, em Aveiro; comercial, o irmão.
Homem de causas, algumas desconhecidas e humildemente exercidas, foi servidor do interesse público em várias áreas, para além do diaconado e nomeadamente na vertente social:
1 - Presidente do Clube Stella Maris, da Gafanha da Nazaré, Obra do Apostolado do Mar, que em 1985  inaugurou a primeira fase do edifício para acolhimento dos marítimos que demandavam o porto de Aveiro ou nele se ocupavam em quaisquer profissões.
2 - Presidente da direcção da ARCOR em dois mandatos, de 1997 a 2000, ano em que, a 27 de Fevereiro (ver foto), foi lançada a primeira pedra do edifício do Centro Social. Foi nos seus mandatos que foi construído o hangar de canoagem. Depois, ocupou funções de secretário da assembleia geral em vários mandatos.
Fernando e Margarida
em bodas de ouro

A família, a política
a comunidade!

Fernando Reis Duarte de Almeida também politicamente serviu a comunidade óisdaribeirense e foi secretário da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira do executivo presidido por Aires Carvalho e Santos, com o tesoureiro Joaquim Tavares da Silva e empossado em 1972.
O mandato foi «exonerado» pelo 25 de Abril de 1974.
Candidatou-se a presidente da Junta e Freguesia nas eleições autárquicas de 1979, liderando a lista do CDS e tendo 111 votos - ante os 212 de Isauro de Almeida Carvalho e Santos (do PS) e os 84 de António Simões Pinheiro das Neves (do PSD).
Foi empreendedor na área agrícola, criando e desenvolvenfo um sistema de abastecimento de água para irrigação da lavoura de Óis da Ribeira, a partir das Lages.
Serviu o Exército Português como sargento miliciano e na área da mecânica-auto, em meados da década de 50 do Século XX.
Casou com Margarida Soares e Santos e o casal (ver foto ao lado) celebrou bodas de ouro matrimoniais a 9 de Novembro de 2008. O casal teve a filha Fernanda Margarida Soares dos Reis Soares, professora, e sogro de João José dos Reis Soares, avô de três netos. RIP!!!

- ANO 2002, há 24 anos: O Grupo de Teatro de Pais (GTP) da ARCOR!


O Grupo de Teatro de Pais (GTP) da ARCOR (em 2002/2003)

Hercílio Almeida
O Grupo de Teatro de Pais (GTP) da ARCOR foi uma interessante novidade nas actividades culturais da ARCOR do principio do Século XXI e teve o primeiro ensaio a 6 de Novembro de 2002.
Há precisamente 24 anos!
O ensaiador era Hercílio de Almeida e o GTP estreou-se a 20 de Dezembro desse mesmo ano, na festa de Natal da associação, apresentando as comédias «Valentes e nervosos» e «O gabinete do sr. Regedor».
O grupo foi muito aplaudido e actuou, depois, em Os Pioneiros, de Mourisca do Vouga (a 27 de Dezembro), no Lar da Misericórdia de Águeda (a 3 de Janeiro de 2003), de novo em Óis da Ribeira, nos 24 anos da associação (a 25 de Janeiro deste ano) e na Casa do Povo de Valongo do Vouga (a 24 de Maio).
O GTP da ARCOR envolvia, como se vê na foto e na fila de trás, Paulo Rogério, Luísa Santos, Hermínia Viegas e Hercílio de Almeida (ensaiador). Na segunda fila: Vítor Fernandes (de bigode), Almerinda Simões (educadora), Dália Reis, Ana Isabel Viegas (arranjo musical) e João Ferreira. Fila da frente: Anabela Reis, António Fernando Fernandes, Salomé Castro, Fátima Goulart (educadora), António Manuel Reis e João Miguel Viegas.
- NOTA: O GTP não continuou e o Grupo de Teatro Amador (GTA) da ARCOR, infelizmente, também já não sai à cena desde 2012. Já lá vão 14 anos! O ensaiador Hercílio Alves de Almeida faleceu a 9 de Novembro de 2019, de doença e aos 78 anos. RIP!!!

- ANO 2019, há 7 anos: Canoagem da ARCOR preparava a nova época!


Atletas da formação da Secção de Canoagem da ARCOR em 2019
António Brinco e António  Monteiro
dois «olímpicos» da ARCOR


A Secção de Canoagem da ARCOR estava, há 7 anos, a preparar a nova época desportiva, envolvendo 74 atletas e 7 treinadores, com coordenação técnica de António Brinco - que, como atleta, foi «olímpico» nos Jogos de Seul (em 1988) e de Barcelona (1992).
Noticiava o d´Óis Por Três:
«O clube óisdaribeirense é o 156º. filiado da Federação Portuguesa de Canoagem (FPC) e tem o Grupo MR como principal patrocinador, liderado por Manuel Rodrigues.
Está a ultimar o plano de actividades e orçamento da nova época, que, neste caso, não deverá 
Manuel Rodrigues,
CEO do Grupo MR
andar muito distante dos 9000 euros da última temporada canoísta.
«Logo que seja aprovado pela direcção da ARCOR, poderemos divulgá-lo», disse António Brinco, acrescentando que o clube, assim como os demais da extinta Associação de Canoagem de Aveiro, está, desde há 3/4 anos, na dependência directa e exclusiva da Federação Portuguesa de Canoagem (FPC).

A nova época
com 49 atletas!

A nova época (a de 2019/2020), no momento de há 6 anos, tinha 49 atletas inscritos nos escalões de competição, para além de cerca de 10 na formação e 15 em classe de lazer.
O grupo de treino dos atletas mais jovens (até cadetes, aos 16 anos) é treinado por João Paulo Brinco, com os adjuntos Paulo Oliveira, João Pedro Framegas e Ana Matos Almeida.
Os restantes escalões estão ao cuidado técnico do próprio
António Brinco e também de António Monteiro (atleta olímpico nos Jogos de Barcelona, em 1992) e André Santos.
- NOTA: A época náutica de 2026/27 da ARCOR Canoagem tem António Monteiro como coordenador técnico e treinador principal - para além de ser atleta master.