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| O diabo (não) escolheu... |
O problema que arrastava e debilitava a política autárquica local de TravassÓis, atrasando a formação do executivo da Junta de Freguesia, tinha muito mais a ver - tem tudo... - com Travasssô que com Óis da Ribeira.
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O diabo e o anjo. Ninguém é só diabo ou exclusivamente anjo neste processo político-partidário de TravassÓis |
de Travassô, ambos não podendo «ver» o outro.
Esquecendo, por mor deste raciocínio, o que vale o voto do(a) eleito(a) do PS (e sem expôr as suas potencialidades, ou fragilidades...), a conclusão é simples: o problema chama-se Mário e Sérgio.
O azar desta «coisa» que por TravassÓis anda a chafurdar
na política e a dividir pessoas e a tribalizar famílias
são, afinal, ... dois azares:
1 - Ambos se terem candidatado.
2 - O diabo não ter escolhido um, na eleição, desempatando o outro, ou excluindo os dois!Um candidatou-se porque... sim!
Ambicioso, impreparado, mal-aconselhado, cego na obstinação (que o levou, até, a afastar gente com currículo no partido).
Outro, porque... sim!
Ambicioso, sem habitação política fixa, tudo lhe valendo (todas as cores, partidos ou movimentos) para estar no poder.
O que estamos a assistir em TravassÓis é a isso: à tribalização dos votos e à luta pelo poder local, embora pouco valendo este (pouco mais que mandar limpar valetas...), numa União em que os eleitos mais responsáveis tudo tem feito para... desunir, fragilizar e inexistir.
Nem o diabo, reparem bem..., nem o diabo quis escolher, entre ambos, deixando a «amarga solução» para a vontade de outros demónios (os guerrilheiros do poder local). Mas nem uma parte é só diabo, ou só anjo.
O diabo, passe a expressão, o diacho... é que o povo é o sofredor e sem culpa desta desavença irracional de eleitos errantes e pouco democráticos.».
- NOTA: Lido e relido isto, 9 anos depois..., dá para melhor entender como anda e desanda a política local. O «problema» é que muita gente esquece...




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