domingo, outubro 11, 2026

- ANO 2017, há 9 anos: O que (não) fez em Óis a Junta que se candidatou pelo Juntos!

Capa do manifesto eleitoral do PS de 2013, há 10 anos, e que foi Juntos em 2017.
Promessas, levou-as o vento e o tempo...
A calçada foi iniciada e parada. As pedras foram arrancadas
 e levadas para o Surpel. Depois, foram aplicadas no caminho
 de Cabanões que serviu de alternativa ao aterro. E lá ficaram...



A Juntos - Movimento Independente de Travassô e Óis da Ribeira foi a única lista candidata nas Eleições Autárquicas de 2017 sobre a qual se podem fazer comparações. 
Comparações com o manifesto eleitoral de 2013 e porque foi a lista vencedora e esteve(ava) no poder desde então.
Apresentou-se, em 2013, pelo PS, mas os 
candidatos para lugares executivos, em 2017, eram praticamente os mesmos. 
O d´Óis Por Três, por isso mesmo, socorreu-se do manifesto de 2013 e, só em relação a Óis da Ribeira, vejamos o que não foi cumprido:
1 - Conclusão do alargamento da Rua dos Bacelinhos. 
Ainda lá está e, valha a verdade, muitas vezes e durante muitos meses seguidos sem sequer ser limpa. E já vamos em finais de 2023. Aos dias de hoje, já em 2026.
2 - Alargamento da Rua das Bouças. 
Rua das quê? Está igual.
3 - Alargamento da Rua da Lagoínha. 
Rua da quê? 
Está na mesma e não é como a lesma.
4 - Beneficiação e alargamento

Rua concluída? Pois sim... bem
pregou Frei Mário! Até hoe (2023)
dos caminhos florestais e agrícolas. Cadé?
5 - Criação de ciclovias. 
Ciclo quê. 
Onde estão, para irmos cicloviar?
6 - Construção e melhoria de bermas e valetas. Estamos a falar do passeio do Surpel e dos mini-troços da António Berna? Estão mal começados. Das valetas da Benjamim Soares de Freitas? Louvado seja Deus!
7 - Sinalética. 
O que houve de novo? A placa de entrada do lado de Espinhel esteve cerca de de 2 anos para ser restaurada.
8 - Toponímia.

A limpeza das estradas de Óis da Ribeira
 Não se «toponimou» nada, nadinha mesmo.
9 - Associativismo. 
Chegou a ser aprovado o regulamento?
10 - Programa Agenda Local 21. 
Está(ava) em agenda.
11 - Triagem de lixos e

A placa da entrada de Espinhel esteve assim 
meses a fio, por mais de um ano, quase dois...
resíduos. 
Quando fora feitas as prometidas acções de sensibilização?
12 - Embelezamento das freguesias. Que muros, fachadas e zonas degradadas foram pintadas?
13 - Limpeza e embelezamento ambiental. 
Nunca o parque da pateira esteve tão abandonado.
14 - Semana da Freguesia. 
Onde e quando se realizaram as anunciadas actividades de intercâmbio, convívio e união? Óis da Ribeira foi esquecida, o pouco que se fez foi concentrado em Travassô e até as modestas comemorações do Foral Manuelino foram «invadidas» pelo movimento associativo de Travassô.
15 - Costumes e tradições locais, garantindo a identidade de cada um, blá, blá, blá.... 
Cadé a garantia? E a prática?
16 - Parques e jardins. Vale a pena voltar a falar do mau trato dado ao parque da pateira?
17 - Unidade de Saúde. 
Nem unidade, entre as duas freguesias. nem melhor acesso à saúde. A construção da nova Unidade anda pelas calendas marianas há uns 10 anos, ou mais.
18 - Rede de saneamento. 
Passados 4 anos, nem mais um metro de rede estava feito.
19 - Espaços Escolares. 
A Escola de Óis da Ribeira fechou e o edifício, de 3 salas, estava abandonado. È desde 13 de Setembro de 2023 a desde da Tuna/AFOR.
20 - Cemitérios. 
Ossários, onde? OdR já o tinha (e tem). Eliminação de barreiras arquitectónicas? Nada se viu, nada se transformou, tudo na mesma.
O polidesportivo da  ARCOR

O rol de obras anunciadas
e não concretizadas !

O d´Óis Por Tres não quis ser exaustivo e nem se refere ao prometido nos 4 planos de actividades do mandato. 
Ficou célebre, no entanto, o rol de obras anunciadas e relembradas por um eleito numa assembleia de Freguesia.
Citando uma a uma, umas 12 ou 13, e perguntando por elas, respondia o próprio: «Zeeeerooo!...».

Para as calendas fica(vas) também a requalificação
A ramada do polidesportivo
do caminho da capela de Santo António até ao limite com Requeixo, pelo campo. O chamado Caminho da Calçada. Começou o empedramento, mas foi interrompido ao fim de dois ou três dias. Sem nunca mais recomeçar, num dos momentos mais vergonhosos deste mandato. Ver AQUI
O empedramento foi feito em 2025. Na da mais nada menos que 8 anos depois.
Este ano, ousa(va) prometer «valorizar o polidesportivo de Óis da Ribeira».
- Ponto um: o polidesportivo é da ARCOR. 
Como iria a Junta intervir numa obra privada?
- Ponto 2: A Junta devia era ter-se preocupado com o monte de ramada armazenado no local há larguíssimo tempo, em espaço de sua gestão e que é um perigo enorme para incêndios. Está a tempo.
- NOTA: O mais (não) engraçado disto tudo é que, aos dias de hoje e 9 anos depois e embora com outros actores políticos, o rol crítico está quase totalmente actualizado. O que é uma pena! Uma grande pena!


- ANO 2013, há 13 anos: ARCOR foi a 7ª. melhor equipa nacional de canoagem!


A equipa da ARCOR Canoagem de há 13 anos!




A ARCOR foi o sétimo clube do ranking da Federação Portuguesa de Canoagem de 2013. O clube de Óis da Ribeira subiu quatro lugares, relativamente a 2012.
A proeza da ARCOR foi destacada no site oficial da Federação Portuguesa de Canoagem, que deu particular enfâse ao facto de ter subido da 11ª. posição para a sétima, de 2012 para 2103.
«Estamos satisfeitos com o seu trabalho, que é muito bom, e esperamos que a direcção continue a apoiar a secção», disse Paulo Rogério Framegas, enfatizando também os patrocinadores Inspeágueda e MR (Manuel Rodrigues). 
«Sem o seu apoio - disse - seria bem mais difícil organizar uma época de competição» - que, capitalizou vários títulos regionais e nacionais e excelentes participações internacionais, nomeadamente de Tiago Tavares, Arménio José e Vakery Shuftakyn - em campeonatos da Europa e do Mundo.
- CLUBES: 1º.-CN Ponte de Lima, 615 pontos; 2º.-Prado, 524; 3º.-Gemeses, 468; 4º.-Crestuma, 461; 5º.-Liga-Dura, 348; 6º.-Marecos, 327; 7º.-ARCOR, de Óis da Ribeira, 305; 8º.- Mil Fontes, 303; 9º.-Saavedra Guedes, 300; 15º.-SC de Aveiro, 222; 26º.-CC Ovar, 165; 29º.-Benfica, 149; 31º.-AN Torreira, 134; 51º.-IDEC de Cacia, 31; 56º.-CND de Requeixo, 31; 59º.-GICA, de Águeda, 4; 62º.-Viking, de Sever do Vouga, 1.
- NOTA: O campeonato nacional de Veteranos teve vitória colectiva do CN de Milfontes, com 177,9 pontos. A ARCOR foi foi 17ª. classificada (com 38,8).

- ANO 2009, há 17 anos: As últimas eleições locais da freguesia de Óis da Ribeira!


O Centro Social da ARCOR e a sede da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira, agora
 e desde 2013, a sede da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira

Rui Fernandes, Fernando Pires, Manuel Almeida
(Capitão), da Junta, e Manuel Soares (o PAF)

As eleições autárquicas de 2009 realizaram-se a 11 de Outubro de 2009 e Fernando Tavares Pires, do PSD e em Óis da Ribeira, venceu-as pela quinta vez consecutiva.
A esse tempo de há 17 anos, não se sabia (nem se adivinhava) que seriam as últimas eleições locais, antes da reforma administrativa que «criou» a (des)União de Freguesias com Travassô.
Concorreram apenas duas listas, estavam inscritos 666 eleitores e votaram 510, com os seguintes resultados:
- PSD, de Fernando Tavares Pires: 277 votos (54,31%), 4 mandatos. Elegeu, também, o secretário Manuel Duarte Marques de Almeida (Capitão) e o tesoureiro Rui Jorge dos Reis Fernandes. E, para a Assembleia de Freguesia, Manuel Soares dos Reis e Santos (presidente), Germano Magalhães Venade, Pedro Manuel Estima Soares e Maria Eugénia Oliveira Martinho (vogais).
- PS, de Carla Eliana da Costa Tavares: 220 votos (43,14%) e 3 mandatos. Elegeu-se ela própria, Luís Carlos dos Santos Neves e Carlos Manuel Marcos Pereira (vogais).
- Brancos: 10 (1,96%).
- Nulos: 3 votos (0,59%).
- NOTA: Hoje, 17 anos depois destas eleições locais, a democracia autárquica local, já em (des)União de Freguesias, elegeu outros actores políticos, outros poderes, e é convicção do d´Óis Por Três que Óis da Ribeira não está a ganhar com isso. Bem pelo contrário. Ou estaremos enganados? Oxalá estejamos!

- ANO 2008, há 18 anos: Gala da Canoagem com 5 campeões nacionais da ARCOR!


Campeões nacionais da ARCOR Canoagem de 2007/08: João Pereira,
 Alexandre Pires, António Pereira, André Coelho e Tiago Tavares




A ARCOR Canoagem participou na Gala dos Campeões Nacionais de Canoagem de 2007/2008.
O evento realizou a 11 de Outubro de 2008, há 18 anos, num dos salões do casino da cidade da Figueira da Foz, e foi presidida por Laurentino Dias, o então Secretário de Estado da Juventude e do Desporto. 
O clube náutico de Óis da Ribeira teve 5 atletas galardoados com títulos de campeões nacionais, recebendo os respectivos diplomas.
Os seguintes:
- João Pereira e Alexandre Pires: K1 infantis, 2000 metros, dos Torneios Abertos.
- António Baptista: C2 cadetes, 2000 metros, dos Torneios Abertos, com Tiago Tavares.
- Tiago Tavares: C1 cadetes, 200 metros, nos Torneios Abertos.
- André Coelho: K1 juniores, 200 metros.
- Tiago Tavares: C1 cadetes, 200 metros, nos Torneios Abertos; e C2 cadetes, 200 metros, dos Torneios Abertos, com António Baptista.
- NOTA: O que será feito destes campeões de há 18 anos?! Tiago Tavares, recordemos, chegou a ser campeão do mundo de sub-23, em C1 200 metros, em Julho de 2016 e na Bielorússia.

ANO 1980, há 46 anos: A morte de Sebastião Pires dos Reis !

Sebastião Pires dos Reis
 .


O óisdaribeirense Sebastião Pires dos Reis faleceu a 11 de Outubro de 1980, aos 88 anos e em Óis da Ribeira.
Hás 46 anos!
Nasceu a 8 de Maio de 1892 e era filho de José Constantino dos Reis e de Maria Rosa da Maia, lavradores de Óis da Ribeira que tiveram um rancho de filhos: Manuel (Regedor Velho), Rosa, Joaquim, Maria Rosa, Leonor, Ana, Maria Augusta, Celeste, Fernando, Augusto e, emigrantes no Brasil, José Maria e João foram dois deles.
Sebastião casou com Maria da Graça Sucena Estima a 27 de Dezembro de 1929, tendo o casal três filhos: Manuel (Neca, falecido a 4 de Janeiro de 2021), Rogério (morador em Oeiras) e Maria Olinda (falecida a 22 de Agosto de 1978, há 48 anos, e que foi esposa de Messias dos Santos Framegas, falecido a 4 de Junho de 2017).
Sebastião foi membro da Junta de Freguesia, como vogal, nos mandatos de 1935/1937 e 1938/1940, ambos presididos por João de Oliveira Matos. Também, por várias vezes, foi membro da Comissão Fabriqueira da Paróquia de Santo Adrião de Óis da Ribeira.
O filho Manuel foi candidato do CDS à Assembleia Municipal de Águeda em 1976. O neto Paulo Rogério Framegas foi várias vezes candidato à AFOR, por CDS, pelo PS e pela LIOR. O bisneto Luís Neves (neto da filha Deolinda) foi candidato e eleito do PS em 2009.
- NOTA: A bisneta Ana Sofia Framegas, neta de Deolinda (e Messias) e filha de Paulo Rogério Framegas, é a actual presidente da Assembleia de Freguesia da UFTOR.

- ANO 1860, há 166 anos: Óis da Ribeira com 33 eleitores e apenas 11 cidadãos elegíveis!

O edital de há 166 anos




O «Diário de Lisboa» (actual Diário da República) nº. 233, de 11 de Outubro de 1860, publicou o edital do Ministério dos Negócios do Reino com a relação dos eleitores e elegíveis do recenseamento daquele ano de há 166 anos.
Óis da Ribeira tinha 33 eleitores e 11 cidadãos elegíveis (não sabemos quem seriam). Menos 6 eleitores e o mesmo número de elegíveis de 10 anos antes.
O presidente da comissão de recenseamento da Comarca de Águeda era Joaquim Pedro Álvares de Mello, que reunira e apurara os resultados em sessão de 18 de Junho de 1860. Seria irmão do padre João Alberto Álvares de Mello, que foi sacerdote titular (colado, assim se chamava a esse tempo) da Paróquia de Santo Adrião de Óis da Ribeira e em Óis da Ribeira faleceu a 3 de Fevereiro de 1885, na residência paroquial. Há 141 anos.
Para se comparar com freguesias vizinhas, Travassô tinha 87 eleitores e 20 elegíveis. Espinhel tinha 97 e 20 e Fermentelos pertencia ao concelho de Oliveira do Bairro. 
- NOTA: O presidente da Junta de Paróquia de Óis da Ribeira era o padre Manuel Pires Soares, certamente um dos eleitores elegíveis.

sábado, outubro 10, 2026

A ARCOR precisa de se endividar em 300 000 mil euros!


A fachada principal do centro social da ARCOR

A ARCOR no jornal «Diário de
Aveiro» de 09/10/2026
O presidente Dinis
Alves (da ARCOR
)

A ARCOR «enfrenta dificuldades financeiras e precisa de cerca de 300 mil euros para recuperar o edifício».
A IPSS óisdaribeirense apoia crianças e idosos e
«quer reforça a sua resposta social, perante aumento das necessidades».
O presidente Dinis Alves abordou a actualidade arcoriana, em entrevista ao jornal «Diário de Aveiro» de ontem, dia 9 de Outubro de 2026 e de que nos socorremos - ver AQUI
A ARCOR, ainda segundo se lê no mesmo diário, «desempenha um papel central na comunidade» e nos dias de hoje «vive, contudo, um período marcado por desafios financeiros e pela necessidade de realizar investimentos significativos nas suas instalações».
«A realidade das instituições sociais mudou e exige uma capacidade de adaptação que nem sempre é acompanhada pelos meios disponíveis
», afirmou o presidente Dinis Alves ma entrevista ao DA, acrescentando que a associação de Óis da Ribeira «mantém respostas na área da infância, através da creche e do pré-escolar, e na terceira idade, através do centro de dia e do serviço de apoio domiciliário».
A instituição, aida segundo o DA, desenvolve, ainda, actividades desportivas, nomeaamente através da canoagem e cultural através do teatro amador e das marchas populares.
 
O centro social da ARCOR em 2005
Presidente da ARCOR diz
que «temos que nos endividar» 
em 300 000 euros!

Uma das principais preocupações da actual direção arcoriana está relacionada com o estado do edifício da instituição - o  centro social.
«Tem cerca de duas décadas e sem intervenções de recuperação de grande dimensão, as instalações necessitam
O centro social da ARCOR em Outubro
de 2001. Há precisamente 25 anos!
de um investimento na ordem dos 300 mil euros», considerou Dinis Alves.
«Os edifícios e as IPSS necessitam de investimento, porque as necessidades de um utente de há 20 anos hoje são perfeitamente diferentes e daqui a dez anos serão perfeitamente diferentes. Tem que haver um investimento nas IPSS», afirmou Dinis Alves.
A Câmara Municipal de Águeda «tem ajudado, a Junta de Freguesia tem-nos ajudado e há um bom relacionamento entre todas as entidades». Agora, sublinha Dinis Alves, «eu não posso exigir à Junta de Freguesia que me dê 200 mil euros, se a Junta de Freguesia não tem e tem outras necessidade.
«É muito difícil»
, referiu o presidente da direção da ARCOR.
A situação coloca a instituição, e continuamos a citá-lo do jornal  «Diário de Aveiro», perante «uma decisão difícil», já que, frisou,  «avançar com as obras, implica recorrer ao financiamento bancário».
«Acho que quem lá ficar, eu ou outra pessoa, tem que fazer um investimento brutal no edifício. Tem que gastar cerca de 300 mil euros. E não é para alargar os serviços, é só de manutenção, só de recuperação», afirmou o presidente Dinis Alves.
O edifício do centro social da ARCOR, acrescentou, «tem 20 anos, com zero recuperação».
«Nós temos que ir à banca e temos que nos endividar. As nossas contas estão em dia, não devemos nada a ninguém, mas para fazer este investimento temos que avançar», afirmou Dinis Alves.
- AMANHÃ: As associações têm que se profissionalizar.

- ANO 2020, há 6 anos: A ARCOR Canoagem limpou o lixo na pateira!


Imagem da limpeza da margem da pateira



A ARCOR Canoagem encerrou a sua época desportiva de 2020 no dia 10 de Outubro, hoje se fazem 6 anos, simultaneamente com a realização da Volta à Pateira em Kaiyak.
O objectivo era fazer a recolha de resíduos (lixo) e o percurso envolveu as margens de Óis da Ribeira, de Fermentelos e de Espinhel.
A iniciativa da ARCOR Canoagem foi apoiada pelo Programa de Apoio a Projectos e Eventos da Região de Aveiro (PAPARA 2020), a que oportunamente se candidatou, com o projecto «Conhecer e valorizar o rio Águeda e a pateira», então contemplado com 1800 euros.
A concentração foi junto ao hangar óisdaribeirense e o dia pôs-se a jeito para este dia de festa, que juntou atletas, treinadores, dirigentes e familiares.
- NOTA: Após a volta à lagoa e já da parte da tarde, ainda foi feita uma recolha apeada de lixo, ao longo da margem de Óis da Ribeira, e houve confraternização de fecho de mais uma temporada canoística.

- ANO 2003, há 23 anos: Os novos balneários e a requalificação do polidesportivo da ARCOR!

 

O balneário do polidesportivo da ARCOR em 2003. Há 2 anos! Infelizmente e por várias direções
consecutivas, está abandonado e degradado. Assim se desvaloriza o património associativo 

Os primeiros balneários da ARCOR
nunca chegaram a ser concluído

As obras de construção dos novos balneários e de requalificação exterior do polidesportivo da ARCOR foram concluídas há precisamente 23 anos.
A 10 de Outubro de 2003 e numa das várias direções presididas por Celestino Viegas.
Hoje, 23 anos depois e já desde há alguns anos - e por continuado desmazelo de várias e sucessivas direções arcorianas -, este património arcoriano está infelizmente abandonado e vandalizado, sem manutenção e sem uso.
As obras tinham começado a 1 de Julho de 2002, então a cargo do vogal Milton Gomez, com António Fernando Fernandes (Pedronha) em vários fins de semana e em regime de voluntariado. O que se tornou inexequível. Foi então decidido que se avançaria por outra solução, que passou pela forma física que hoje se conhece, 23 anos passados, incluindo a placa de cobertura, em vez do telhado de zinco - para a qual se carrearam os necessários apoios financeiros.
As obras só viriam a (re)começar a 1 de Julho de 2003, concluindo-se a 10 de Outubro do mesmo ano.
- NOTA: A abertura oficial dos balneários foi no dia 25 seguinte, em cerimónia presidida por Pinto Galvão - ao tempo vice-presidente da Câmara Municipal de Águeda. Assim se ia construindo a ARCOR de hoje. Infelizmente, sem que as últimas direções tenham assumido e preservado o seu património físico.

- Ano de 1931, há 95 anos : O padre Manuel Simões da Silva!


Padre Manuel Simões Silva


O padre Manuel Simões da Silva foi pároco de Santo Adrião de Óis da Ribeira de 1966 a 1969 e hoje, dia 10 de Outubro de 2026, faria 95 anos.
Faleceu a 25 de Agosto de 2007, aos 75 e no Hospital de Aveiro.
Natural de Oiã, em Oliveira do Bairro, sucedeu ao padre Viriato da Graça Bodas em Óis da Ribeira e antecedeu o padre António Nunes da Fonseca.
Ordenado sacerdote a 21 de Setembro de 1958, passou por Águeda e Castanheira do Vouga (1958/1966), Travassô e Óis da Ribeira (1966/1969), Vilarinho do Bairro (1969/1976), Avanca (1976/1989), Amoreira da Gândara (1989/2003) e Troviscal (de 1989 até à morte). Foi também professor de Educação e Moral Católicas na Escola Industrial e Comercial e Colégio de S. Bernardo, em Águeda. Durante a doença e após a morte do pároco de Oliveira do Bairro, o padre Miguel Duarte, ainda aqui foi administrador paroquial (2003/2004).
- NOTA: Muitos óisdaribeirenses, agora na «casa» dos 50 para 60 e poucos anos, foram baptizados e seus catequisandos e certamente se recordarão este sacerdote.

- ANO 1894, há 132 anos: Dinis Pires da Silva, professor e político de Óis da Ribeira!


O prof. Dinis Pires da Silva

Registo baptismal de 
Dinis Pires da Silva


O óisdaribeirense Dinis Pires da Silva foi professor primário e político e nasceu a 10 de Outubro de 1894.
Há exactamente 132 anos!
Filho de Diamantino Francisco da Silva, estucador que era natural de Fermentelos, e de Ana Pires Soares, agricultora de Óis da Ribeira, era neto paterno de João Francisco e de Feliciana Silva e materno de Joaquim António Pires Soares e de Maria Rosa Soares.
A 4 de Julho de 1918, aos 22 anos e na Igreja Paroquial de Travassô, casou com Ana Sousa da Conceição, de 28, que nasceu na cidade de Pelotas, Estado de Rio Grande do Sul (no Brasil), filha de Manuel Jacinto de Sousa e de Ana Rocha de Sousa (de Travassô).
Dinis teve pelo menos três irmãos: os gémeos Artur e Maria da Assunção (Maria da Volta), que casou com José Maria da Conceição Rino, de Recardães, e faleceu a 5 de Agosto de 1983, mãe de Zulamar (a já falecida Zola), Ondina e Orlando Rino (que faleceu no Brasil, em Rio Grande). Artur casou com Orência Vergara Maciel, a 30 de Julho de 1934, na cidade de Rio Grande, Estado de Rio Grande do Sul (Brasil). Lá faleceu a 10 de Fevereiro de 1995. Também César Pires da Silva, que foi casado com a cidadã francesa Cecille Florence Charlotte e dono da casa apalaçada que foi demolida na Carreira da Igreja, frente à de José Resende - agora do neto João Paulo Gomes.
A casa de César Silva, irmão do professor
Dinis Pires da Silva, já demolida
                                                                                            A Família Pires
da Silva, de Óis e
de Cabanões!

Dinis Pires da Silva foi figura de destaque da vida política aguedense, para além do seu magistério de professor primário.
Relevante de tal modo que a Junta de Freguesia de Travassô, os anos 80 do século XX - em data que não conseguimos apurar -, atribuiu o seu nome à principal rua de Cabanões - o arruamento onde viveu e faleceu. A rua que vai da ponte do Rio Águeda até à estrada Águeda-Aveiro, já em Travassô e junto à pastelaria.
- NOTA: Netos do professor Dinis são Vera Lúcia da Silva Conceição Simões, que mora na casa herdada do avô (em Cabanões e imediatamente a poente da capela), as irmãs Rosa Maria e Ana Rosa, e os já falecidos capitão Vasco César Silva e a professora Célia da Silva Conceição.
a 

sexta-feira, outubro 09, 2026

Os últimos eleitos da AFOR e da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira!

Os últimos eleitos da Assembleia de Freguesia de Óis da Ribeira: Luís Neves, Carla Tavares, Carlos Pereira (do PS) e, do PSD, Manuel Soares (presidente da AFOR), Eugénia Martinho e Pedro Soares. E 
os do executivo e também do PSD: Fernando Tavares Pires (presidente), Manuel Almeida 
(o Capitão», secretário)  e Rui Fernandes (tesoureiro). Falta Germano Venade (PSD)

Os últimos soberanos do poder local, em 2013: o tesoureiro Rui
Fernandes, o presidente Fernando Tavares Pires e o secretário
Manuel Almeida  (Capitão), da Junta de Freguesia, e Manuel 
Soares  (presidente da Assembleia de Freguesia) 


A última sessão Assembleia de Freguesia de Óis da Ribeira (AFOR) eleita reuniu a 9 de Outubro de 2013.
Uma quarta-feira de há precisamente 13 anos.
Bem se pode dizer, em sentido metafórico - e desculpem lá qualquer coisinha... -, que os seus membros, tendo sido eleitos para defender os interessas da comunidade, foram, afinal, os «coveiros» da freguesia independente e senhora dos seus destinos, gestora do seu território e do seu património.
Mostram-se na imagem (de há 13 anos), sorrindo-se para o futuro a que nos trouxe a (des)União de Freguesias.
A AFOR de há 13 anos foi o último acto público dos então eleitos que, nessa noite e albardados na sua competência eleitoral, assinaram o «boletim de óbito» da Freguesia da vila óisdaribeirense enquanto entidade política e administrativa independente, de pergaminhos centenários e que, assim e avulsamente, foram botados para o cesto dos papéis da história.
«A caminho da colonização (!) externa que actualmente tão bem, por mal, conhecemos», expectava o d´Óis Por Três.
E não se enganou!
Os trabalhos da AFOR foram conduzidos pelo presidente Manuel Soares dos Reis e Santos (do PSD), que registou o facto de ser a última, por isso histórica, verificando-se a ausência de Germano Magalhães Venade (também do PSD).
O saldo final do executivo de Fernando Tavares Pires (PSD), reportado a 29 de Setembro, era de 4.561,43 euros - que não considerava, obviamente, as despesas correntes posteriores (por exemplo, de água e electricidade).
A sessão registou, também, a colocação dos retratos (ver fotos de abertura e em baixo) de boa parte dos presidentes de Junta de Freguesia de Óis da Ribeira.
A sede (no 1º. piso) da Junta de
Freguesia de Óis da Ribeira

A (não) autonomia política
e administrativa de ÓdR !


A última Assembleia de Freguesia de Óis da Ribeira, a dessa quarta-feira de 9 de Outubro de 2013, deixou para a história a referida imagem fotográfica que aqui reproduzimos - com os últimos soberanos do poder óisdaribeirense.
São eles os últimos óisdaribeirenses que, em autonomia política e administrativa, melhor ou pior geriram e fiscalizaram a vida autárquica local. Depois disso, vive-se a estranha experiência que foi (e é) da União de Freguesias - que, ostensivamente, foi (e vai) lesando os interesses de Óis da Ribeira, nalguns com estranhas e surpreendentes cumplicidades locais.
Ainda por fazer, está o juízo sobre a atitude e responsabilidade desta última Assembleia de Freguesia, no decorrer do processo da (dita) reorganização administrativa que, à força, provocou a (des)União de Freguesias.
Estiveram à altura?
Não estiveram?
Reagiram como cidadãos de corpo inteiro, ou mais como militantes partidários?
Provavelmente, nunca se saberá.
Muitas vezes, exageradas vezes..., prefere-se a não discussão para se alijarem responsabilidades.
- NOTA: Alijar responsabilidade é, lamentavelmente, é muito vulgar entre os alguns óisdaribeirenses, homens e mulheres, que se propuseram servir as causas públicas de Óis da Ribeira.