sexta-feira, janeiro 23, 2026

Crianças do pré-escolar da ARCOR foram «ver comboios»!!!

 

As crianças da ARCOR no Museu Ferroviário de Macinhata do Vouga




As crianças do pré-escolar da ARCOR visitaram o Museu Ferroviário de Macinhata do Vouga, numa manhã (a de 21 de Janeiro de 2016) de grande alegria e muita partilha de mais conhecimentos.
«Entre comboios antigos, histórias fascinantes e muitas descobertas, as crianças aprenderam mais sobre o mundo dos caminhos de ferro de forma divertida e educativa!», considerou a ARCOR, sublinhando que «foi uma experiência repleta de curiosidade, entusiasmo e muitos sorrisos!».
A associação de Óis da Ribeira, na sua página oficial de facebook, agradeceu ao Museu Ferroviário de Macinhata do Vouga «a forma tão acolhedora como nos recebeu!».

- Ano 2005, há 21 anos: ARCOR festejou 26 anos e recebeu 25 000 euros!

António Pinho (da DREC) e os presidentes Nair Barreto (da Câmara), Celestino Viegas (da
direcção da ARCOR) e José Luís Quaresma (da AG da ARCOR)

A notícia dos 21 anos e dos 25 000
euros no «Jornal da ARCOR»


A ARCOR - Associação Recreativa e Cultural de Óis da Ribeira foi fundada a 19 de Janeiro de 1979 e festejou 26 anos a 23 de Janeiro de 2005.
As comemorações tiveram participação de Nair Barreto, a  presidente em exercício da Câmara Municipal de Águeda, que foi portadora de um cheque de 25 000 euros, que entregou ao presidente Celestino Viegas (da direcção da ARCOR), para apoiar as obras do centro social.
«A ARCOR tem uma bela histíoria de afectividade, soldariedade e amor, através desta obra exemplar», disse Nair Barreto, referindo-se ao centro social e acrescentando que é «uma associação cívica de que tanto nos devemos orgulhar».
António Pinho, o então director-adjunto da Direcção Regional de Educação do Centro (a DREC), Horácio Marçal (presidente da Assembleia Municipal de Águeda) e Georgina Claro (da Segurança Social de Aveiro) foram algumas das entidades oficiais presentes.
O evento foi o primeiro que se realizou no salão cultural da ARCOR e teve participação de 280 pessoas e, nele, António  Pinho destacou «a responsabilidade da sociedade civil, tao fortemente reprasentada neste aniversário».
Outros oradores foram Celestino Viegas e José Luís Quaresma, presidentes, respectivamente, da direcção e da assembeia geral da ARCOR. Georgina Pires Claro, da SS de Aveiro, sublinhou os dirigentes arcorianos que «meteram ombros a uma obra de tamanha envergadura social» e Horácio Marçal, presidente da Assembleia Municipal, a «obra de alto relevo scial, cultural e recreativo» que estava em fase final de construção.

- Ano 1894, há 131 anos: O casamento de Diamantino e Ana Pires Soares!

Assinaturas de noivos, padrinhos e padre

O casal Ana Pires Soares de Diamantino Francisco da Silva consorciou-se a 23 de Janeiro de 1894, na Igreja de Santo Adrião de Óis da Ribeira.
Há 131 anos!
Ana Pires Soares, de 23 anos e trabalhadora agrícola, era filha de Joaquim António Pires 
Diamantino F. Silva
Soares e de Maria Rosa Rosa Soares, ambos de Óis da Ribeira. Diamantino, de 28 anos e estucador, era natural de Fermentelos e filho de João Francisco e de Feliciana Silva.
A cerimónia foi presidida pelo padre Abel Gomes da Conceição e Silva e os noivos apadrinhados pelo padre João Pires Soares da Maia e o alfaiate António Agostinho Pires Soares.
O casal teve vários filhos, nomeadamente o professor Dinis Pires da Silva, o oficial de marinha César, Artur (emigrante no Brasil) e Maria Assunção (Maria da Volta).
Descendentes actuais, conhecidos, são as bisnetas Ondina Pires de Reis, filha de Zulamar (Zola) e António Marques dos Reis e moradora em Vila Nova de Gaia, e Vera da Conceição Silva, moradora em Cabanões.
- NOTA: Damantino Francisco da Silva foi um dos fundadores do Centro Republicano de Óis da Ribeira e seu primeiro vice-presidente (em 1911). Era genro de Joaquim António Pires Soares, o primeiro tesoureiro, e irmão de César Pires da Silva e do professor Dinis Pires da Silva, ambos também fundadores do CROR e assinantes da acta fundadora.

quinta-feira, janeiro 22, 2026

A delegação de competências da Cãmara de Águeda à UFTOR

As verbas atribuídas às Juntas de Freguesia do município de Águeda

As placas a 01/06/2024...

A Assembleia de Freguesia de Travassô e Óis da Ribeira (AFTOR) aprovou, por unanimidade e na sessão de 15 de Janeiro de 2026, o protocolo de delegação de competências que foram atribuídas pela Câmara Municipal de Águeda à Junta de Freguesia (JF) da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira (UFTOR).
Protocolo no valor de 42 000 euros.
Protocolo para gerir e assegurar a manutenção de espaços verdes, assegurar a limpeza das vias e espaços 
... e as mesmas placas mas a 21/01/2026
públicos  (incluindo sargetas e sumidouros), manter, reparar e substituir o mobiliário urbano instalado no espaço público - exceptuando aquele que esteja concessionado.

As placas do
percurso pedestre

Os trabalhos da AFTOR decorreram no salão nobre da sede da UFTOR (em Óis da Ribeira) e foram presididos por Óscar Matos - como anteontem AQUI referimos - e participaram, como eleitos da AFTOR, os secretários Sofia Marques e José Miguel Almeida (da Mesa), Cristina Silva, Manuel Carlos Martins e Sérgio Soares (que substituiu Ana Sofia Framegas), todos do Movimento Juntos por Águeda, e, do CDS/PP + Independentes, Paulo Pires, Ondina Soares e Paulo Jorge Gomes (que substituiu Ricardo Almeida).
Quanto ao mobiliário urbano, damos conta das placas do percurso pedestre que estão instaladas no largo da Igreja Paroquial de Santo Adrião. E delas deixamos duas imagens, separadas por ano e meio. Estão abandonadas, esquecidas e a desaparecer!

- Ano 2021, há 5 anos: ARCOR encerrou actividades das valências jovens por causa da COVID 19!


Valências sociais infantis da ARCOR (foto da net da instituição)

A ARCOR de 2021


A ARCOR - Associação Recreativa e Cultural de Óis da Ribeira encerrou, no dia 22 de Janeiro de 2021 - há 5 anos... -, as respostas sociais da infância, creche e educação pré-escolar, por um período mínimo de 15 dias.
A situação era extraordinária e decorreu do Decreto nº. 3-A/2021, de 14 de Janeiro, que regulamentava o Estado de Emergência decidido pelo Presidente da República, face à evolução da situação pandémica originada pelo vírus COVID 19.
A mesma razão levou a que se encontrassem encerrados os serviços administrativos, para atendimento presencial, até, pelo menos, o dia 5 de Fevereiro de 2021 - podendo este período ser alargado, consoante orientações do Governo Português.
A instituição, ainda assim, não se encontrava encerrada, pelo que quem necessitasse de a contactar poderia fazê-lo pelos emails geral@arcor-ipss.pt e sandra.santos@arcor-ipss.pt, ou pelos telefones 234629818 e 910509929.

- Ano 2000, há 26 anos: O teatro da ARCOR em Espinhel!

O GT da ARCOR em 2000



O Grupo de Teatro Amador (GTA) da ARCOR apresentou-se a 22 de Janeiro de 2000 em Espinhel - vizinha freguesia de Óis da Ribeira.
O ensaiador foi Firmino Santos - falecido a 11 de Outubro de 2024 - e o grupo era formado pelos actores Porfírio Tavares Pires, Luís Tavares Gonçalo, Maria Clara Santos, Maria de Fátima Reis, Fernando Dinis Pires (já falecido), Hernâni Pires, Horácio Dinis Soares, António Carlos Almeida, Lurdes da Costa Fernandes e José Manuel Gomes.
O programa incluía a comédia «Remédio Santo» e cançonetas e o GTA estreara-se a 11 de Dezembro de 1999 e actuado também, pelo menos, em Paradela (dia 9 de Janeiro de 2000), Eirol (dia 15), Espinhel (dia 22) e Crastovães (a 5 de Fevereiro).

- Ano 1871: Citação de herdeiras por inventário de menores

 


O Diário do Governo de há 135 anos com
a citação de mãe e duas filhas menores


O Juíz de Direito da Comarca de Águeda emitiu um edital, publicado no Diário do Governo nº. 32, de 18 de Fevereiro de 1871, há 130 anos, a citar os herdeiros dos falecidos João Alves Nicolau e Clara Tavares de Jesus.
Expressamente, citava Maria Pereira Brandão, em representação das filhas Rosa e Deolinda, menores e ausentes em parte incerta dos Estados Unidos do Brasil, por razões de inventário orfanológico.
José Alves Nicolau era natural de Travassô, tinha 36 anos e era filho de João Alves Nicolau, de Espinhel e trabalhador agrícola, deixando Maria Pereira Brandão viúva, com filhas e sem testamento feito. Faleceu a 1 de Janeiro de 1891, sendo sepultado no cemitério de Óis da Ribeira.
O Tribunal de Águeda era presidido pelo Juiz Freire Pimentel, que a 22 de Janeiro de 1891, há rigorosamente 135 anos, exarou o édito, subscrito pelo escrivão Francisco E. P. de Figueiredo, dando prazo de 30 dias para reclamarem herança.

quarta-feira, janeiro 21, 2026

ARCOR comemorou, internamente, os seus 47 anos de história!

Os 47 anos da ARCOR foram lembrados na instituição de Óis da Ribeira


A ARCOR comemorou internamente e a 19 de Janeiro de 2026 o seu 47º. aniversário. 
«São 47 anos de dedicação, compromisso e trabalho ao serviço da comunidade», frisa a instituição na sua página oficial de facebook.
«Agradecemos a todos os que fazem parte desta história e contribuem diariamente para a nossa missão», sublinhou a instituição actualmente presidida 
O bolo os 47 anos da ARCOR
pelo empresário Dinis da Conceição Alves.
O d´Óis Por Três nota que, da direcção e nas imagens oficiais publicadas pela instituição,   apenas parecem o secretário Rui Alexandre da Silva Ferreira e a vogal Maria de Fátima Pires Gomes de Melo - sendo notórias as ausências do presidente Dinis da Conceição Alves, do vice-presidente António Manuel de Sousa Balreira Brinco e do tesoureiro António José dos Reis Tavares.
Seguramente por boas razões.
O d´Óis Por Três falou do aniversário arcoriano a 19 de Janeiro deste ano - como se pode ver AQUI - e, para deixar o momento para memória futura, dá conta do que a associação óisdaribeirense registou nesta histórica data.
As imagens que publicamos tem o crédito dessa página.
Parabéns à ARCOR e, repetindo a sua mensagem na página ficial de facebook, lembramos «todos os que fazem parte desta história e contribuem diariamente para a nossa missão».
E quem são eles, os que fazem parte dessa história arcoriana? A ARCOR de 2026 não disse, pelas razões que terá e o d´Óis Por Três desconhece.

- Há 15 anos: Horáciol Tavares na presidência da Tuna Musical!

 

António Horácio

Os (então) novos órgãos sociais da Tuna Musical de Óis da Ribeira tomaram posse na noite de 21 de Janeiro de 2011.
Há 15 anos.
António Horácio Pires Tavares (na foto) sucedeu a Manuel Soares dos Reis e Santos na presidência da direção e para o triénio 2011/13.
Os órgãos sociais empossados foram os seguintes:
- ASSEMBLEIA GERAL: António Manuel Azevedo de Melo (presidente), Armando Figueiredo dos Reis (1º. secretário) e Nuno Miguel Almeida (2º. secretário).
- DIRECÇÃO: António Horácio Pires Tavares (presidente), Luís Carlos Neves (vice-presidente, actual presidente), António Manuel Reis (secretário, que viria ser presidente), Aurélio Matos dos Reis (tesoureiro) e Gil Dinis Branco (vogal).
- CONSELHO GERAL: António Manuel Dias Soares (presidente), José Maria Almeida Gomes (1º. secretário) e José Tavares Pires (2º. secretário).
- NOTA: António Horácio Pires Tavares cumpriu o mandato de 2011/2013 e, na presidência da direcção, foi substituído por António Manuel Azevedo de Melo (que transitou da AG).

- Há 25 anos: Reunião sobre as sedes da Junta e da ARCOR!

 grupo voltou a actuar no dia 15 de Março.

Antigas sedes da Junta de Freguesia e da
ARCOR. Agora, da Tuna/AFOR


A ARCOR e a Junta de Freguesia de Óis da Ribeira promoveram, a 21 de Janeiro de 2001, uma reunião para analisar a situação do projecto do então denominado centro cívico.
Há 25 anos!
A reunião foi aberta ao povo, embora pouco participada, e pouca informação passou para a comunidade, para além de se confirmar que o edifício iria ter as sedes das duas instituições, o que já tinha anunciado a 21 de Junho de 1991, na Assembleia de Freguesia de quase 10 anos antes - variando apenas as valências que teria a ARCOR.
Sedes que teriam entrada comum, o que veio a não ser autorizado pela Segurança Social e rectificado para a forma que hoje se conhece.
- NOTA: Fernando Tavares Pires era o presidente da Junta de Freguesia e Fernando Reis Duarte de Almeida o da direcção da ARCOR. Faleceu a 6 de Novembro de 2019, de doença e aos 85 anos.

- Há 47anos: «Artistas Unidos» apresentaram a peça «Titular Assassino»

Firmino A. Santos
Manuel Cipriano
 ,




O Grupo de Teatro Amador «Artistas Unidos», de Óis da Ribeira, estreou a peça «Titular Assassino», com a comédia «Um macaco a fazer contas», ensaiadas por Firmino Santos.
A 21 de Janeiro de 1979. 
Há exactamente  47 anos!
Hercílio Almeida
O elenco era formado pelos irmãos 
Isabel e Mário Neves e Leonildo e Danilo Costa, António Carlos, Custódio Ferreira, Carlos
 Manuel, Manuel Cipriano Gomes, Hercílio de Almeida, Martinho Oliveira, António Reis e Maria Bernardina Reis.
Os arranjos musicais foram do professor Silas Granjo de Oliveira e José Pires Tavares foi o ponto de cena.
A estreia foi antecipada para o dia 20, devido a realização da festa de S. Sebastião, e decorreu no salão do restaurante Pôr do Sol, onde o grupo voltou a actuar no dia 15 de Março.
- NOTA: O grupo, no mesmo ano, viria a integrar-se na ARCOR. Já faleceram o ensaiador Firmino Santos (a 11/10/2025) e os actores Manuel Cipriano Gomes (em Barrô, a 29/06/2014) e Hercílio de Almeida (a 09/11(2019).

- Há 81 anos: Expropriação de casa para abrir a Rua da Ponte!


A quitação assinada pelo procurador
Diamantino Francisco da Silva
 

A Junta de Freguesa de Óis da Ribeira, na sessão de 21 de Janeiro de 1945, há precisamente 81 anos, tomou conhecimento pela informação do presidente Benjamim Soares de Freitas, de a Câmara Municipal de Águeda «ter sido conseguido da expropriação de parte da casa de Olívia Pires Soares, para assim proceder ao recuamento».
O objectivo era criar a actual Rua Jacinto Bernardo Henriques (ao tempo designada por Avenida da Ponte), ligando a então Rua do Viveiro ao enorme melhoramento que foi a construção da ligação entre as duas margens do rio Águeda.
A negócio foi intermediado por Diamantino Francisco da Silva, proprietário de Óis da Ribeira e, desde 18 de Novembro de 1944, o procurador de Olívia Pires Soares - que, tanto julgamos saber, era religiosa e ao tempo ausente no Brasil.
- NOTA: A casa (ou casebre) tinha sido herdada de sua mãe, Ana Alves de Carvalho, de Óis da Ribeira. Ficava mais ou menos em frente ao pequeno cruzeiro junta à fonte.

terça-feira, janeiro 20, 2026

AFTOR aprovou 5000 euros para a limpeza de jacintos da pateira

 

Os jacintos na pateira, vistos de Óis da Ribeira (arquivo)

Óscar Matos


A Assembleia de Freguesia de Travassô e Óis da Ribeira (AFTOR), reunida a 15 de Janeiro de 2026, aprovou por unanimidade, o protocolo com a Câmara Municipal de Águeda para a limpeza de jacintos da pateira.
Vai receber 5 000 euros.
Tanto quanto as Juntas de Freguesias de Fermentelos e de Recardães e Espinhel.
Os trabalhos decorreram na sede da UFTOR, em Óis da Ribeira, e foram presididos por Óscar Matos, o 1º. secretário (na foto), substituindo a presidente Ana Sofia Framegas (que pediu dispensa) e ladeado pelos secretários Sofia Marques e José Miguel Almeida.
O executivo fez se representar pelo presidente Sérgio Neves e pelo secretário Miguel Soares (que não esteve na AFTOR de 29 de Dezembro de 2015 - a que foi suspensa). Desta vez, não participou a tesoureira Ilda Pinheiro.
O protocolo considera que «a existência dos jacintos de água contribui para a degragação das condições ecológicas, económicas e sociais da zona» - pelo que, assim sendo, «é necessária a sua remoção, assegurando a limpeza do espelho de água e da zona envolvente».
A Câmara Municipal de Águeda fiscalizará a execução do protocolo e o seu incumprimento «repercurtir- se-á, propocionalmente, em termos financeiros e em eventuais e futuros instrumentos a celebrar».

- ANO 1990, há 36 anos: A peça «D. Álvaro de Abanches» em Frossos!

Cena da peça «D. Álvaro de Abranches»


O Grupo de Teatro da ARCOR actuou em Frossos a 20 de Janeiro de 1990, apresentando a peça «D. Álvaro de Abranches».
Há 36 anos! 
A peça foi ensaiada pelos irmãos Firmino e Isauro Santos e teve a participação dos actores amadores Paulo Rogério Framegas, dos irmãos Paulo Silva e Cristina Silva (Cadinha), Hélder Pires, Manuel Alberto Resende, irmãos Dionísio Prazeres e Hélder Prazeres, Elisabete Fernandes, Manuel Horácio Reis, Lotário Santos, Danilo Costa e António Salvador Reis. 
O programa incluía a comédia «O Criado André».
A estreia tinha sido a 6 de Janeiro desse ano, em Óis da Ribeira, e o grupo actuou, pelo menos, em Eirol (13 de Janeiro), Recardães (14), Frossos (20), Alquerubim (27), Avelãs de Caminho (3 de Fevereiro), Mourisca do Vouga (4), Troviscal (10) e Óis da Ribeira (11), Figueira da Foz (7 de Abril) e salão do CEFAS de Águeda (21 de Abril). 
As receitas atingiram os 193 050$00 - seriam agora 2600 euros, segundo o conversor da PORDATA.
- NOTA: Os irmãos Isauro e Firmino Santos já faleceram, assim como Dionísio Prazeres.

- Ano 1977, há 49 anos: O presidente Isauro Santos na Assembleia Municical!


Isauro Santos


O óisdaribeirense Isauro Carvalho de Almeida Santos tomou posse como membro da Assembleia Municipal de Águeda, por inerência e a 20 de Janeiro de 1977.
A cerimónia de posse ocorreu há 46 anos e realizou-se no salão (antigo) dos Bombeiros Voluntários de Águeda - no centro desta cidade.
Isauro Santos era presidente da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira - o primeiro eleito depois do 25 de Abril de 1974 - e, neste cargo, tomara posse na véspera, como ontem AQUI lembrámos. 
O PS vencera as eleições autárquicas, as primeiras depois de 25 de Abril de 1974, com 212 votos; o CDS de Hernâni Framegas dos Reis teve 145. O PSD e o FEPU (a actual  CDU) não concorreram.

segunda-feira, janeiro 19, 2026

- ANO 1976, há 50 anos: A posse da primeira Junta de Freguesia eleita de Óis da Ribeira!

Isauro Carvalho A. Santos

Os 50 anos da
posse da Junta


A primeira Junta de Freguesia eleita de Óis da Ribeira foi presidida por Isauro Carvalho de Almeida Santose tomou posse a 19 de Janeiro de 1977, depois de eleita a 12 de Dezembro de 1976.
Hoje, pecisamente, se passam  50 anos!
O acto de posse decorreu no salão da então sede à entrada da vila e junto rio Águeds (agora da Tuna/AFOR) e o executivo incluía o secretário José Bernardino Gomes de Melo e o tesoureiro Walter Framegas dos Reis - todos do PS e já todos falecidos.
Arlindo Reis foi eleito presidente da Assembleia de Freguesia (PS), com, do CDS, os secretários Mário Neves (1º.) e João Bernardino Soares (2º.). Vogais empossados foram Victor Fernandes da Silva, Alexandre Pinheiro de Almeida e João Oliveira Marques (PS) e Hernâni Framegas dos Reis (CDS).
O PS vencera as eleições autárquicas, as primeiras depois de 25 de Abril de 1974, com 212 votos; o CDS de Hernâni Framegas dos Reis teve 145. O PSD e o FEPU (agora CDU) não concorreram.

- NOTA: Além dos 3 membros do executivo citados, também  já faleceram Mário Pires Tavares das  Neves, Alexandre Pinheiro de Almeida, Victor Fernandes da Silva e Hernâni Framegas dos Reis.

- Há 47 anos, dia 19 de Janeiro de 1979: A fundação da ARCOR!

A sede, o centro social e o logradouro da ARCOR

Os subscritores da escritura de fundação da ARCOR: Agostinho Tavares (já falecido), António
Framegas, Armando Reis (falecido), Celestino Viegas, Armando Morais, Custódio Ferreira, os
irmãos Fausto e José Melo Ferreira, José Pires Tavares (aqui representado por João Neves) e o testemunha Danilo Costa (faltando Filipe Silva)

A placa, na sede, dos primeiros
órgãos sociais da ARCOR
O primeiro emblema
da ARCOR


A ARCOR - Associação Recreativa e Cultural de Óis da Ribeira foi fundada a 19 de Janeiro de 1979.
Há rigorosamente 47 anos!
O d´Óis Por Três procurou saber o programa comemorativo da efeméride deste ano - para dele aqui dar conta, em forma de notícia - e, para tal, consultou o programa de acção e orçamento da instituição para 2026 - proposto pela direção do presidente Dinis da Conceição  Alves e aprovado na assembleia geral de 21 de Novembro de 2025, presidida por Diamantino Alves Correia.
O que achou foi pouco.
Na verdade e quanto ao 47º. aniversário da ARCOR, apenas encontrámos, na rubrica «Actividades», a realização de uma festa intergeracional e um lanche-convívio entre as várias valências sociais.
Evento interno, tão só! E, citamos, «para fomentar a partilha e o convívio inter-geracional».
Com um orçamento de 300 euros. «Coisa» baratucha! Como se pode ver na imagam ao lado.
E uma algoo bizarra curiosidade: O programa de acção indica a realização do 46º. anivirsário.
Quadragésimo sexto aniversário???
Ora, não será o 47º.? Qua-dra-gé-si-mo sé-ti-moooo...
Tratar-se-á de um mero lapso de escrita, como naturalmente acreditamos, mas um documento com esta importância não pode(rá) ter «erros» desta envergadura.
Para mais, assinado por gente com altas responsabilidades na gestão associativa.
Os festivos almoços/jantares de aniversário da ARCOR sempre foram abertos à comunidade, às entidades públicas, aos associados e benfeitores.
Era (é) uma boa oportunidade para realizar fundos. 
Lemos no «Jornal da ARCOR» de 31 de Março de 2002 que, no jantar do 23º. aniversário (nesse ano)  participaram 320 pessoas, num «grande momento da vida associativa ribeirense».
A tradição festiva continuou até 2020 e, no seguinte ano, foi interrompida pela COVID 19 e «faleceu», entretanto. Não mais se voltou a realizar e em 2026 pelo sexto ano consecutivo a 20
O aniversário da ARCOR no programa de acção
para 2026: 300 euros para festejar 47 anos!

A fundação
da ARCOR!

Fazendo história e recuando a 1979, lembremos o site oficial da associação para recordar, citando a imprensa da época, que foi na noite desse já distante dia que, no restaurante Pôr do Sol, «se juntou um grupo de jovens que, anteriormente, se interrogavam em conversas de café, das razões porque na freguesia nunca se tinha tentado, objectivamente, criar uma associação que congregasse a vida da localidade e conciliasse as várias forças locais».
A placa dos subscritores
da escritura de fundação
da ARCOR
Houve reunião e comunhão de vontades e discutiram-se também vários possíveis nomes propostos para «baptizar» a sonhada associação.
Os seguintes:
1 - LAR - Liga dos Amigos Ribeirenses.
2 - Clube AMOR - Associação de Melhoramentos de Óis da Ribeira.
- ARCOR - Associação Recreativa e Cultural de Óis das Ribeira.
Foi este o nome escolhido , com ele, a ARCOR anunciou-se ao povo de Óis da Ribeira como «colectividade de carácter filantropo, local, recreativo, cultural e  desportivo, dinamizador, desenvolvendo a sua actividade de e para o povo de Óis da Ribeira, alargando-a às comunidades ribeirenses espalhadas pelo mundo» - como de pode ler na revista editada em 2009, por ocasião da inauguração do centro social.
A comissão instaladora foi formada pelo presidente Celestino Viegas, o tesoureiro Custódio Ferreira e o secretário António Framegas, que, respectivamente, também viriam a ser os primeiros presidente, tesoureiro e secretário da direcção arcoriana  - eleita a 1 de Fevereiro de 1980. 
Todos eles, com toda a certeza, dirigentes e associados, muito longe de imaginarem o que seria a ARCOR passados estes 47 anos.
Curiosamente, ou talvez não, nenhum destes três pioneiros dirigentes está actualmente ligado à associação. Todos na casa dos (mais de) 70 anos, Framegas e Viegas continuam a residir em Óis da Ribeira, Custódio Ferreira é emigrante e vive nos Estados Unidos.
A página da escritura que
definia os objectivos 
da ARCOR

A escritura pública
de fundação da ARCOR


A escritura de constituição oficial da ARCOR foi celebrada a 17 de Novembro de 1980, no Cartório Notarial de Águeda.
A primeira direção, para além dos três executivos, incluía os seccionistas Leonildo Costa (teatro), Aurélio Reis (biblioteca), João Viegas (grupo juvenil), Hercílio de Almeida (escola de música, já falecido), José Pinheiro (grupo coral, já falecido), José Amadeu (Tuna, já falecido), José Pires Tavares (Jornal da ARCOR), Armando Ferreira (contabilidade, já falecido), Diamantino Correia e Fausto Melo (desporto), Manuel Capitão (actividades recreativas) e Maria Bernardina Reis (lavores femininos).
A assembleia geral era presidida por Agostinho Tavares, com os secretários António Neves e Armando Tavares dos Reis (2º.), com os suplentes Norberto Estima (já todos falecidos) e Danilo Costa.
Arlindo Reis presidia ao conselho fiscal, com os relatores José de Almeida Reis (1º.) e José António Ferreira (2º.)
A 28 de Fevereiro de 2009 e no âmbito da programação comemorativa da inauguração do Centro Social, a ARCOR promoveu uma homenagem simbólica aos subscritores da escritura (fot acima), numa programação que envolveu o descerramento de uma placa (na imagem), no átrio de entrada principal da sede.
Foram evocados os sócios da ARCOR (imagem principal) que, a 17 de Novembro de 1980, subscreveram a escritura de constituição da associação, no Cartório Notarial de Águeda: Celestino Viegas, António Framegas, Custódio Ferreira, Agostinho Tavares (falecido a 3 de Agosto de 2018), Armando Reis (falecido a 28 de Outubro de 2022), José Melo Ferreira, José Pires Tavares, Armando Morais e Fausto Ferreira. Testemunhas, foram Danilo Costa e Filipe Silva (este, de Macinhata do Vouga).
- NOTA 1: Parabéns à ARCOR, neste dia dos seus 47 anos de uma grande história e muitas memórias! A maior associação de Óis da Ribeira.
- NOTA 2: Já faleceram Armando Alves Ferreira, José Amadeu Santos, Hercílio Alves de Almeida, José Pinheiro (Preto), Agostinho Tavares, António Neves, Armando Tavares dos Reis e Norberto Estima. RIP!!!

domingo, janeiro 18, 2026

António José Seguro foi o mais votado em Óis da Ribeira!

 

António J. Seguro



O socialista António José Seguro, com 197 votos, foi o candidato mais votado na Mesa de Voto de Óis da Ribeira nas eleições presidenciais de 2206. 
Seguiram-se André Ventura, do Chega (95), Cotrim de Figueiredo, da Iniciativa Liberal (59), e Marques Mendes, da AD (58).
Os resultados de Óis da Ribeira, candidato a candidato, foram os seguintes:
- André Pestana, independente: 2 votos.
- Jorge Pinto, do Livre: 3.
- Manuel João Vieira, independente: 2.
- Catarina Martins, do Bloco de Esquerda: 2.
- Cotrim de Figueiredo, da IL: 59.
- Humberto Correia, independente: 0.
- António José Seguro, do PS: 107.
- Luís Marques Mendes, da AD: 58.
- André Ventura, do Chega: 95.
- António Filipe, da CDU: 4.
- Gouveia e Melo, independente: 44.:
- Votos em branco: 9.
- Votos nulos: 4.

AFTOR aprovou orçamento de 311 255,24 euros. Abstenção do CDS/PP + Independentes!

O edital da convocatória da AFTOR
Os presidentes Ana Sofia
Framegas (AFTOR) e
Sérgio Neves (UFTOR)


A Assembleia de Freguesia de Travassô e Óis da Ribeira (AFTOR) reuniu a 15 de Janeiro de 2026, em sessão extraordinária convocada pela presidente Ana Sofia Framegas e que «substituiu» a de 29 de Dezembro de 2025 - então suspensa por não terem sido cumpridos os prazos legais de convocatória
O orçamento para 2026 é de 311 255,24 euros e foi apresentado pelo executivo liderado pelo presidente Sérgio Neves. Foi aprovado por maioria: 6 votos a favor (os dos eleitos do Movimento Juntos Por Águeda) e 3 abstenções (as do CDS/PP + Independentes). As de Paulo Pires, Ondina Soares e Paulo Gomes, que nesta sessão voltou a substituir Ricardo  Almeida.
Abstenções registadas com uma declaração de voto, 
Ricardo Almeida, Paulo
Pires e Ondina Soares
para a acta e nela protestando o facto de ser obrigatório que o plano de actividades e orçamento sejam aprovados numa sessão ordinária e não em sessão extraordinária.
A sessão do dia 15, como se pode ver na imagem ao lado, foi convocada como «extrardinária».
As despesas com pessoal serão as mais elevadas do ano de 2026: nada mais nada menos que 128 738,09 euros, incluindo o meio tempo do presidente Sérgio Neves. Os membros dos órgãos autárquicos da UFTOR receberão 15 975,44 euros.
A aquisição de bens e serviços é a segunda mais elevada rubrica orçamental: 101 126,67 euros (ou 40,72%).
As despesas de capital chegam aos 63 000 euros (20,34%).
A AFTOR de 15 de Janeiro, foi presidida por Óscar Matos, substituindo Ana Sofia Framegas.

A Tuna / Associação Filarmónica de Óis da Ribeira (AFOR) nos Santos Mártires de Marrocos!

A Tuna / AFOR na procissão (hoje) dos Santos Mártires de  Marrocos

O desfile da Tuna/AFOR nos Santos Márires de 2026


A Tuna / Associação Filarmónica de Óis da Ribeira (AFOR) participou hoje na festa/romaria ds Santos Mártires de Marrocos, em Travassô - o que, segundo a suadirecção, «acontece(u) pelas primeira vez».
«Foi com grande honra que levámos a nossa música a esta romaria tão significativa, associando-nos a um momento de fé, tradição e identidade cultural»,
considerou o presidente Luís Neves, que também é músico da associação óisdaribeirense.
«A música também é encontro, partilha e respeito pelas tradições. Foi nesse espírito que participámos, acompanhando a banda da casa, a Orquestra Filarmónica 12 de Abril», concluiu Luís Neves.