quinta-feira, outubro 22, 2026

- ANO 2017, há 9 anos: Entre um e outro(s) candidatos, nem o diabo escolheu...

O diabo (não) escolheu...
 



O problema que arrastava e debilitava a política autárquica local de TravassÓis, atrasando a formação do executivo da Junta de Freguesia, tinha muito mais a ver - tem tudo... - com Travasssô que com Óis da Ribeira. 
Mas ambas as freguesias são penalizadas. 
Era esta a opinião do d´Óis Por Três de há 9 anos e que hoje recordamos.
Assim e «embora OdR nada tenha a ver com a cegueira que obstipa o livre pensamento e a liberdade de opinião e de voto», opinámos:
A realidade é que a divisão de votos pelas aldeias (4+4+1 eleitos) não resolveu, antes aumentou, as diferenças entre dois homens que menos bom exemplo deram
O diabo e o anjo. Ninguém é só diabo
ou exclusivamente anjo neste processo
 político-partidário de TravassÓis
como autarcas durante o mandato de 2013/2017.
Ambos presidentes, um da Junta, outro da Assembleia, ambos
de Travassô, ambos não podendo «ver» o outro.
Esquecendo, por mor deste raciocínio, o que vale o voto do(a) eleito(a) do PS (e sem expôr as suas potencialidades, ou fragilidades...), a conclusão é simples: o problema chama-se Mário e Sérgio. 
Mário e Sérgio e a horda fanática que cada qual arrasta nos seus chãos político-partidarios, em prejuízo do interesse colectivo travassÓisense.
O azar desta «coisa» que por TravassÓis anda a chafurdar
na política e a dividir pessoas e a tribalizar famílias
são, afinal, ... dois azares:
1 - Ambos se terem candidatado.
2 - O diabo não ter escolhido um, na eleição, desempatando o outro, ou excluindo os dois!
Um candidatou-se porque... sim!
Ambicioso, impreparado, mal-aconselhado, cego na obstinação (que o levou, até, a afastar gente com currículo no partido).
Outro, porque... sim!
Ambicioso, sem habitação política fixa, tudo lhe valendo (todas as cores, partidos ou movimentos) para estar no poder.
O que estamos a assistir em TravassÓis é a isso: à tribalização dos votos e à luta pelo poder local, embora pouco valendo este (pouco mais que mandar limpar valetas...), numa União em que os eleitos mais responsáveis tudo tem feito para... desunir, fragilizar e inexistir.
Nem o diabo, reparem bem..., nem o diabo quis escolher, entre ambos, deixando a «amarga solução» para a vontade de outros demónios (os guerrilheiros do poder local). Mas nem uma parte é só diabo, ou só anjo.
O diabo, passe a expressão, o diacho... é que o povo é o sofredor e sem culpa desta desavença irracional de eleitos errantes e pouco democráticos.».
- NOTA: Lido e relido isto, 9 anos depois..., dá para melhor entender como  anda e desanda a política local. O «problema» é que muita gente esquece... 

- ANO 2015, há 11 anos! Hinos de Óis da Ribeira já são pelo menos... 4!


O hino de Firmino Santos e Luís Cardoso


Óis a Ribeira tem um hino?! Ou tem dois, ou tem três ou tem quantos? Desde criança que ouvíamos um que começava com o verso «Óis da Ribeira em frente está/Com o seu rancho/Encantador...» (e não sabemos mais).
Minha avó sempre falou que tinha sido criado pelo sr. Óscar, para os cortejos a favor do hospital de Águeda, nos anos 40, ou coisa que o valha. 
Não há certezas sobre isso!
Mais recentemente, ouvimos dizer terem aparecido versões de poetas locais, o sr. Alfredo e o sr. Hercílio. O d´Óis Por Três lembra-se de aqui falar do CD do sr. Alfredo. Como AQUI se pode recordar. E também AQUI se falou disto,
Em 2000, apareceu um novo Hino d´Óis, com letra de Firmino Santos e música de Luís Cardoso, de Fermentelos. A pauta que se vê na imagem é a primeira do Hino.
Ora, saudando tanta criatividade e bairrismo dos autores locais, não será que são já Hinos a mais? É que já são pelo menos quatro!| Q-U-A-T-R-O!!!... Ou mais?
- NOTA: Hercílio de Almeida, Alfredo Oliveira e Firmino Santos já faleceram, respectivamente a 9 de Novembro de 2019, a 14 de Dezembro de 2020 e a 11 de Novembro de 2024, os três de doença. RIP!!! RIP!!! RIP!!!

- ANO 2004, há 22 anos: A requalificação da margem da pateira de Óis da Ribeira!

Margem da pateira em 2004
 .



As obras de requalificação da margem da pateira, em Óis da Ribeira, mudaram de sub-empreiteiro, há 22 anos.
Na sequência, ganharam significativo avanço, adjudicadas à empresa Jardimagem, por 484 048,94 euros, na ordem dos 97 mil contos -valores de então. Seriam agora 712405 euros, segundo o conversor da PORDATA.
Tinham começado em princípios de Junho de 2004, mas em Agosto já havia queixas quanto ao atraso. 
«Margem da pateira a passo de caracol», escrevia-se neste portal de Óis da Ribeira, a 13 de Agosto.
A Jardimagem, entretanto, anulou o contrato com o primeiro sub-empreiteiro e entregou as obras a uma empresa do norte do país.
- NOTA: Os custos das obras foram suportados pelo Programa Operacional da Região Centro (PORC), que assume e cargos de 362 036,75 euros (72 581 852$), enquanto a Associação de Municípios da Ria (AMRIA) e a Câmara Municipal suportam por igual os restantes 12 201,22 euros (24 461 248$00). Ou seja 12 230 624$00, cada um, a valores de há 22 anos.

- ANO 2001, há 25 anos: A segunda e decisiva fase das obras da ARCOR e sede da Junta!

A cave da ARCOR em tempo de movimentação de terras. Há 25 anos! 
Alcino Cortesão, o encarregado, um trabalhador 
ucraniano, Dinis Alves e Milton Gomez, os 2 fiscais 
da obra da ARCOR. Há 25 anos!


As obras da segunda e decisiva fase do centro social da ARCOR e sede da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira começaram a 22 de Outubro de 2001.
Há 25 anos!
O movimento de terras das caves envolveu mais de 3 000 metros cúbicos, até ao dia 26 de Outubro de 2001. A dita movimentação de terras da (então) futura cave do centro social, foi na altura considerado «um grande atrevimento», deliberado e avançado pela direcção de Celestino Viegas.
A foto principal mostra a cave e a placa da 1ª. fase. A parede que ali se vê foi parcialmente demolida a 9 de Novembro de 2001, para facilitar o magusto e a festa de S. Martinho que ali ocorreu no dia 10 seguinte. Foi a primeira iniciativa realizada no centro social e, na prática, também a primeira actividade directiva no sentido de angariar fundos para a obra.
Há 25 anos, era Alcino Cortesão (na foto) o encarregado da obra e na altura das fundações, espantado com a sua dimensão, que ele «media» no projecto, perguntou ao presidente da direção:
«Desculpe, ó sr. Celestino, mas vocês acham que vão acabar esta obra?».
«Você acha que não?
», retorquiu-lhe o dirigente arcoriano.
«Você sabe ler o projecto?», perguntou Alcino Cortesão.
O relato deste momento está publicado na revista «A Minha História da ARCOR» e, nele fazendo fé, retorquiu-lhe o presidente arcoriano:
«E preciso? Você é que tem de saber....».
Mais tarde, já no Natal de 2003, Alcindo Cortesão explicou porque fizera a observação: «Vi o tamanho da obra e uma freguesia tão pequenina!...».
Nessa altura, já sabia que Óis da Ribeira e a ARCOR tinham ganho o desafio. «Sempre conto isto nas obras por onde passo. Uma terra tão pequenina...», acrescentou Alcino Cortesão.
- NOTA: A obra foi considerada «maior que a freguesia» por D. António Baltazar Marcelino, o então Bispo de Aveiro e em visita pastoral à Paróquia de Santo Adrião de Óis da Ribeira!

- ANO 1995, há 31 anos: O diaconado de Carlos Manuel de Almeida Reis !

O (já) padre Carlos M.
Almeida Reis
 .



O óisdaribeirense Carlos Manuel de Almeida Reis foi ordenado diácono a 22 de Outubro de 1995 e na Sé Catedral de Aveiro.
Há 31 anos!
Filho de Manuel Fernando de Almeida Marques e de Rosa Maria dos Reis Santos, ao tempo emigrados na Venezuela, ali nasceu a 21 de Janeiro de 1971. 
Estudou nos seminários de Calvão, de Aveiro e de Coimbra e, já com estudos teológicos, colaborou nas Paróquias de Santo António dos Olivais, Angeja e S. João de Loure (Albergaria-a-Velha), Arcos e Tamengos (Anadia) e Oliveira do Bairro.
A ordenação sacerdotal foi a 14 de Julho de 1996, na Sé Catedral de Aveiro, e celebrou Missa Nova uma semana depois, a 21 de Julho e em Ílhavo. E a 28, na Igreja Paroquial de Óis da Ribeira, a terra natal de seus pais e sua residência.
- NOTA: Carlos Manuel Almeida Reis abandonou o sacerdócio e, casado e pai de família, é quadro superior da Câmara Municipal de Vagos, depois de ter passado pela de Águeda.



- NOTA: Carlos Manuel Almeida Reis abandonou o sacerdócio e, casado e pai de família, é quadro superior da Câmara Municipal de Vagos, depois de ter passado pela de Águeda.

 
O óisdaribeirense Carlos Manuel de Almeida Reis foi ordenado diácono a 22 de Outubro de 1995, há 28 anos e na Sé Catedral de Aveiro.
Filho de Manuel Fernando de Almeida Marques e de Rosa Maria dos Reis Santos, ao tempo emigrados na Venezuela, ali nasceu a 21 de Janeiro de 1971. Estudou nos seminários de Calvão, Aveiro e Coimbra e, já com estudos teológicos, colaborou nas Paróquias de Santo António dos Olivais, Angeja e S. João de Loure (Albergaria, Arcos e Tamengos (Anadia) e Oliveira do Bairro.
A ordenação sacerdotal foi a 14 de Julho de 1996, na Sé Catedral de Aveiro, e celebrou Missa Nova uma semana depois, a 21 de Julho e em Ílhavo. E a 28, na Igreja Paroquial de Óis da Ribeira, a terra natal de seus pais e sua residência.
Há precisamente 28 anos!

- NOTA: Carlos Manuel Almeida Reis abandonou o sacerdócio e, casado e pai de família, é quadro superior da Câmara Municipal de Vagos, depois de ter passado pela de Águeda.

quarta-feira, outubro 21, 2026

O «novo» hangar da ARCOR Canoagem vai ter sanitários públicos!

Antevisão do sonhado hangar de canoagem da ARCOR

O vice-presidente Edson Santos e os presidentes Jorge
Almeida (Câmara) e Dinis Alves (ARCOR) na assinatura
do contrato-programa para o hangar

O hangar da ARCOR Canoagem vai ter instalações sanitárias de utilização pública, no âmbito do contrato-programa assinado a 2 de Setembro de 2026.
 A associação náutica de Óis da Ribeira, nos seus termos, «compromete-se a assegurar a abertura das instalações».
Assim,  depois de requalificado e ampliado e segundo o contratualizado, o «novo» hangar «contribuirá para melhorar as condições de acolhimento de visitantes, praticantes desportivos e demais utilizadores daquele espaço».
Recordemos que o actual hangar teve, até aoanos passado (2025) sanitários disponíveis para o público, ainda que a sua gestão fosse do cuidado da Junta de Freguesia. Encerraram quando ficaram disponíveis os pré-fabricados instalados juntoà Fonte dos Amores.
O futuro hangar da ARCOR Canoagem

ARCOR tem feito
trabalho relevante !

O acordo com a Câmara Municipal de Águeda prevê também que a ARCOR Canoagem «reforce a dinamização da formação de crianças e jovens nas modalidades náuticas que desenvolve, promovendo a iniciação desportiva, estilos de vida saudáveis, os valores associados à prática desportiva e o contacto com a naturez».
«Queremos um concelho cada vez mais activo, mais saudável e mais sustentável, onde o desporto seja também uma forma de descobrir e valorizar aquilo que temos de melhor. A pateira é um dos nossos maiores activos naturais e este projeto ajuda-nos a concretizar essa visão», disse Edson Santos, o vce-presidnete da Câmara Mnicipal de Águeda, salientando ainda que «as associações são parceiros fundamentais do Município na concretização desta estratégia» e que a ARCOR tem desenvolvido «um trabalho muito relevante na promoção das modalidades náuticas e na formação de crianças e jovens».
«Este apoio é também uma forma de reconhecer esse percurso e criar condições para que possa continuar a crescer», concluiu Edson Santos.
Ante-projecto do hangar

Custo previsto de
350 000 euros !

A ARCOR, depois de vários anos a elaborar (e alterar) o projecto - que teve de obedecer a exigentes legislações de protecção ambiental - apresentou a candidatura em Maio deste ano, nela identificando «a necessidade de reforçar a capacidade das  instalações, face ao aumento do número de praticantes, atletas, sócios e utilizadores».
Outros objectivos são a melhoria das condições de armazenamento e conservação das embarcações e a criação de melhores condições de apoio às atividades desportivas, formativas e recreativas.
A ARCOR Canoagem, entretanto, prepara formas de angariação de fundos para suportar o encargo financeiro que lhe cabe neste investimento no hangar,
O valor base estimado para a realização total das obras de ampliação e requalificação do hangar da ARCOR a é de 350 000 euros. 
A Câmara Municipal de Águeda assegura 210 000 euros através do contrato-programa de apoio financeiro, cabendo o valor restante ao clube e a outras parcerias de cofinanciamento.
A 18 de Setembro de 2026, António Brinco, vice-presidente da ARCOR e responsável ela ARCOR Canoagem, disse do d´Óis Por Três que estavam garantidos os financiamentosda Camara Municipal de Águeda e do Comité Paraolímpico de Portugal - sem divulgar  o valor deste.
«Continuamos a trabalhar para encontrar novos financiamentos, sendo certo que não haverá verbas da vertente social da ARCOR para construção/remodelação das instalações da canoagem», concluiu António Brinco - ver AQUI


- ANO 2016, há 10 anos!: A abertura ao tráfego da nova ponte d´Óis da Ribeira!

 

O presidente Gil Nadais, os vereadores Elsa Corga e Jorge Almeida (actual presidente). e Mário 
Martins na abertura simbólica  da ponte nova, a 21 de Outubro de 2016. Há precisamente 10 anos!


A ponte nova de Óis da Ribeira foi aberta ao tráfego ás 11,50 horas do dia 21 de Outubro, uma sexta-feira de 2016.
Há 10 anos e após 2,5 de as obras de construção se terem iniciado.
Os trabalhos, na verdade, tinham começado em Abril de 2014 e pararam por falência do construtor (a empresa Ar-Lindo, de Braga) - com enormíssimos prejuízos para a comunidade óisdaribeirense e não só... - e passaram para a Edilages, em segundo concurso público, por 723.277,59 euros + IVA.
A abertura de há 10 anos foi oficialmente testemunhada (ver na foto) pelo presidente Gil Nadais, pelo vice-presidente Jorge Almeida (o actual presidente da Câmara) e pela vereadora Elsa Corga, da Câmara Municipal de Águeda, com Mário Martins, o então presidente da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira.
- NOTA: A ponte/viaduto substituía o aterro (ver foto) que, entre 1951 e 1952, foi construído para dar acesso à ponte de Óis da Ribeira sobre o rio Águeda e que, modernamente, era «acusado» de ser responsável pelas cheias de Águeda.

- ANO 2016, há 10 anos: A ponte nova foi aberta ao tráfego!



«A ponte nova já está aberta ao trânsito. Palmas e foguetes!!!...», noticiou o d´´Ois Por Três de ha 10 anos!
Acrescentámos:
«Já não era sem tempo, é bem verdade, mas desta vez a promessa camarária foi cumprida: o trânsito pela via alternativa iria fechar na segunda-feira (dia 17) e a ponte abriria na sexta-feira (dia 21 de Outubro de 2016, hoje).
O d´Óis Por Três ficou expectante e teve esta tarde o cuidado de ir ver a página de facebook do sr. vice-presidente da Câmara Municipal de Águeda, o sr. enfermeiro Jorge Almeida, que, como se calcula, anda sempre prenhe de boas notícias. E lá está ela: «Ponte Cabanões-Óis da Ribeira ||| Aberta ao trânsito desde as 11,50 horas de hoje». E as fotos.
Amanhã ou mais provavelmente domingo, o d´Óis Por Três irá desfrutar do novo equipamento rodoviário, tão ansiosamente esperado desde há 29 meses!».
- NOTA: Foi a grande e boa notícia do dia de há 10 anos, após um pouco mais de 2 anos de impedimentos que tanto prejudicaram Óis da Ribeira e o seu povo. E o de localidades vizinha. Ver o nº. 1 de hoje.

- ANO 1878, há 148 anos: Padre Jacinto Álvares dos Reis professor vitalício da escola de Óis da Ribeira!

O Diário do Governo nº. 238/1878


O Diário do Governo nº. 238, de 21 de Outubro de 1878, publicou o edital de nomeação vitalícia de Jacinto Álvares dos Reis como professor da escola primária de Óis da Ribeira.
Há 148 anos!
A nomeação foi da 3ª. Repartição da Direcção Geral da Instrução Pública, do Ministério dos Negócios do Reino, por decreto do dia 18 do mesmo mês e assinado 
O registo do falecimento de Jacinto A. Reis
por António Rodrigues Sampaio. Foi visado no dia 19 por Lopo Vaz de Sampaio e Mello, que era o  Secretário de Estado dos Negócios do Reino.
O edital de há 148 anos também indicava que, por razão do crédito de diuturnidades vencidas, Jacinto Álvares dos Reis era (foi) agraciado com o aumento de um terço do seu salário.
- NOTA: Jacinto Álvares dos Reis faleceu a 1 de Fevereiro de 1886, há 140 anos, aos 78 e de doença. Foi casado com Teresa Maria de Jesus, era filho do lavrador Bernardo Alves de Carvalho e de Maria Francisca dos Reis, todos de Óis da Ribeira. O casal não teve filhos.

- ANO 2015, há 11 anos: As contas da Junta de TravassÓis foram chumbadas!


Notícia da imprensa de Águeda


A Assembleia de Freguesia de TravassÓis «chumbou» as contas da Junta, relativas ao período de 29 de Setembro a 31 de Dezembro de 2013.
A primeira depois da (des)união.
Alegou-se então, na Assembleia de Freguesia de 24 de Abril de 2014, que o executivo de Mário Martins tinha usado dinheiro de Óis a Ribeira  (15 993 euros), o saldo da última Junta local, do presidente Fernando Tavares Pires, em obras de Travassô.
Vale a pena ler a notícia, bastando que se clique sobre a imagem para que o recorte do jornal seja legível.
Acontece que mais de ano e meio passado e já com as contas de 2014 aprovadas, não se sabe (pelo menos que tenha sido noticiado) se as contas «chumbadas» já foram aprovadas. Foram ou não foram? E o tal saldo sempre foi investido em Óis, ou nem por isso»?. É que obras em Óis, ou estão muito tapadas ou não existem mesmo.

Estas coisas deveriam ser bem esclarecidas, para não se fazerem maus juízos. Para mais tratando-se de contas e de dinheiros públicos. Pensa o d´Óis Por Três de que...
- NOTA: Ainda hoje e 11 anos passados, não fazemos a menor ideia se as contas foram (ou não) aprovadas ou se continuam chumbadas. Somos o país que somos e ponto final. Poderíamos perguntar à Junta de Freguesia? Poder, lá isso poderíamos! Mas, como se fez norma, a autarquia não nos responderia, pelo que seria pura perda de tempo
.


- ANO 2013, há 13 anos: A vergonha da política que temos! Sede da UFTOR em Óis da Ribeira!


A posse da primeira AFTOR, em 2013!


«A instalação da Assembleia e da Junta de Freguesia da (des)União de Freguesias andou pelas ruas da vergonha», noticiámos há 13 anos.
Acrescentámos:
«Os socialistas desuniram-se e dividiram os seus votos e, no seu um para ti um para mim, Travassô ficou com o executivo todinho da silva e ainda com a presidência da Assembleia de Freguesia. 
E imaginem que este é de Travassô e do PSD. 
Quem diria!!!
Consolam-se os óisdaribeirenses por terem maioria (5) na Assembleia. 
São 5 óisdaribeirenses, contra 4 de Travassô, mas isso é mentira. Quando chegar a hora de votar, seja lá no que for, os senhores eleitos vão votar no que disser o partido e que se lixem os interesses de Óis.
É uma tristeza e uma vergonha.».
- NOTA 1: Comentários para quê? São políticas à moda de TravassÓis! E mal sabíamos, ao tempo de há 13 anos, o que estava pela frente do (des)combate político travassÓisense. nem poderíamos imaginar!
- NOTA 2: Esta maioria de eleitos de Óis da Rbeira levou a que, na AFTOR de 19 de Dezembro de 2013, fosse historicamente deliberado que a sede da UFTOR  seria (e é) em Óis da Ribeira.

- ANO 2010, há 16 anos: Somos pequeninos mesmo a pedir apoios do Estado!

A sede da Junta de Freguesia de Óis da
Ribeira. Actual sede da UFTOR

 


«A Junta de Freguesia de Óis da Ribeira vai receber 24.365 euros do Estado, em função da sua participação nos impostos do Estado», noticiou o d´Ois Por Três de há 16 anos.

Entre as então 20 freguesias do concelho de Águeda, foi a 19ª. a receber menos. Menos, só mesmo Macieira de Alcoba.
«Somos pequeninos em tudo», considerou o d´Óis Por Três de há 16 anos.
O valor das transferências para as então 20 freguesias de Águeda foi de 890.642 euros. 

Uma a uma, receberam os seguintes valores:
- Águeda: 118.458 euros.
- Valongo do Vouga: 77.686.
- Aguada de Cima: 61.010.
- Macinhata do Vouga: 58.443.
- Fermentelos: 49.190.
- Espinhel: 47.793.
- Recardães: 47.767.
- Trofa: 43.098.
- Agadão: 42.386.
- Préstimo: 42.138.
- Castanheira do Vouga: 40.388.
- Borralha: 39.835.
- Barrô: 35.592.
- Travassô: 34.280.
- Aguada de Baixo: 30.456.
- Belazaima do Chão: 30.079.
- Segadães: 25.355.
- Lamas do Vouga: 24.366.
- Óis da Ribeira: 24.365.
- Macieira de Alcoba: 17.958.
- NOTA: Agora e após a (des)União de 2013 nem sabemos bem quanto «calhará» a Óis da Ribeira, em termos de quanto, percentualmente, se recebe do Estado Português para a Junta de Freguesia da UFTOR. Nem, muito provavelmente, alguma vez saberemos. O que também vale o que vale.

- ANO 2013, há 13 anos: Confissões do então presidente da Assembleia de Freguesia!

O facebook de Sérgio Neves
 



O presidente da Assembleia de Freguesia da (des)União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira confessou-se no facebook, há 13 anos, e disse sentir «um enorme prazer e uma enorme responsabilidade, numa altura tão difícil», com «uma situação política delicada», disse ele, que é «estar à frente deste órgão autárquico local».
Se a acção futura for próxima da presunção, vamos ter homem, mas o melhor é esperar para ver o que fará, quando exercer o cargo no qual espera «orgulhar os que acreditaram e salvaguardar os interesses de todos, sem excepção».
É o que vamos ver! E vims e vemos, por todos estes 13 anos fora.
- NOTA: O presidente da Assembleia de Freguesia da UFTOR era o social-democrata  Sérgio Neves, o agora juntista e, desde 2017, o presidente da Junta de Freguesia da UFTOR.

- ANO 2009, há 17 anos: Os jacintos na margem da pateira de Óis da Ribeira!

A notícia na imprensa de Águeda


A imprensa de Águeda da semana de há precisamente 17 anos voltou a falar dos jacintos na pateira, no caso citando dois pescadores desportivos de Fujacos a dizerem que «estão acostados na margem e impedem-nos de pescar».
Foram eles Armindo Novo e Joaquim Sousa Silva, que tiveram, segundo então explicaram, de andar a tirá-los com uma gadanha, 
para poderem pescar. E até disseram que os canoístas até nem podiam treinar.
O jornal - o «Soberania do Povo», cujo subdirector era (e é) de Óis da Ribeira, ouviu o seccionista da ARCOR e este desmentiu, dizendo que «treinamos sempre». 
João Paulo Brinco, é dele que falamos, adiantou que os jacintos «são coisas da natureza e temos de saber lidar com elas!».
- NOTA: «Ficamos sem saber se há jacintos a mais se a menos, embora a fotografia mostre que haver, há», comentámos há 17 anos. Hoje, infelizmente, diríamos a mesma coisa. Mais ou menos e com duas dragas paradas nas águas da pateira.

- ANO 2003, há 23 anos: Vereadora Nair Barreto em visita à ARCOR!


Nair Barreto na ARCOR, ladeada por Madalena Neves, 
à esquerda, e Celestino Viegas, respectivamente, a
secretária e o presidente da direção
 .

A vereadora Nair Barreto, que nesse mandato ainda viria ser presidente da Câmara Municipal de Águeda, visitou a ARCOR no dia 21 de Outubro de 2003.
Há precisamente 23 anos.
A autarca era responsável pelo pelouro da Cultura e Acção Social e, segundo o «Jornal da ARCOR» de Dezembro desse ano, manifestou «agrado e muita surpresa, pela envergadura do centro social», acrescentando que «vão ficar magnificamente instalados, devem ter orgulho no centro social que estão a construir».
A autarca municipal acrescentou que «a ARCOR é muito mais que as valências sociais, se estas ainda fossem pouco», citando o grupo de teatro, as marchas populares e a secção de canoagem, como «partes de um todo que deve orgulhar Óis da Ribeira e a asso
ciação e prestigia Águeda».
- NOTA: Aos dias de hoje e lamentavelmente, e embora com nostalgia desses tempos, temosde dar conta da «morte» dos grupos de teatro e das marchas populares.

- ANO 1999, há 27 anos: O cadáver (afogado) de Maria Celeste Reis nos campos do rio Cértima!

O cadáver de Celeste Reis foi recolhido pelos Bombeiros
 
Maria Celeste Reis
.
Gil M. Reis

O cadáver de Maria Celeste dos Reis foi acidentalmente localizado a 21 de Outubro de 1999 e por dois pescadores de Óis da Ribeira.
Há precisamente 27anos.
A conterrânea óisdaribeirense desaparecera de casa de seu filho Júlio Framegas dos Reis, morador à entrada Perrães, a 9 de Agosto desse mesmo ano e desde então incessantemente procurada por bombeiros, forças policiais e populares.
Sofria de perturbações mentais - a doença de Alzheimer -, já não conseguia identificar-se, e, naquela tarde, desapareceu e nunca mais foi vista. 
Até ao dia de hoje se fazem 27 anos, quando os pescadores José Manuel Dias da Rosa e José Tavares Pires - ambos de Óis da Ribeira - localizaram o seu cadáver nas águas da cheia dos campos de Perrães, a pouco mais de 500 metros da residência do filho Júlio.
As autoridades oficiais foram chamadas ao local e o cadáver foi retirado pelos Bombeiros Voluntários de Oliveira do Bairro, depois sujeito a autópsia pelo Instituto de Medicina Legal.
Maria Celeste dos Reis era casada com Gil Martins dos Reis, da Viela do Canto da Igreja, e, além de Júlio Framegas dos Reis, eram pais de Delfim Augusto e de Carlos Alberto dos Reis - ambos já falecidos. 
- NOTA: O funeral realizou-se no dia 23 de Outubro de 1999, o sábado seguinte, para o Cemitério Novo de Óis da Ribeira, onde o corpo foi sepultado.

- ANO 1945, há 81 anos ! As casas de Ernesto, Crisanta e criado de Manuiel Carvalho!


A casa de Crisanta Almeida, 81 anos depois e
agora da sobrinha Prazeres de Almeida Gomes

A Junta de Freguesia de Óis da Ribeir, reuniu a 21 de Outubro de 1945 e deliberou sobre o alinhamento das casas de Ernesto Henriques de Almeida, Crisanta Almeida e do criado de Manuel Tavares de Carvalho - cujo nome não conhecemos.
Há 81 anos!
A casa de Ernesto Alves de Almeida é a mesma que hoje ainda existe na Rua Benjamim Soares de Freitas e onde a mora a filha Rosália e família. A do criado, não sabemos qual será. A de Crisanta (foto) é a que fica na rua das Arroteias e hoje é da sobrinha Prazeres de Almeida Gomes.
A sessão aprovou, também, o pedido de Joaquim Tavares da Silva (bisavô materno de Steven Tavares Pires) para atravessar uma mina no caminho das Santas Silveiras. E o do professor Joaquim Augusto Tavares da Silva e Cunha (também bisavô, mas paterno, de Steven Pires) para substituir a vedação da sua propriedade das Lagoínhas.
- NOTA: O presidente da Junta de Freguesia era Benjamim Soares de Freitas, com o tesoureiro Manuel Soares dos Santos (Lopes) e o secretário José Maria Estima. A casa de Ernesto Alves de Almeida é agora da filha Rosália.

terça-feira, outubro 20, 2026

A IX Mostra de Sopas da UFTOR é a 14 de Novembro de 2026!


A ARCOR na Mostra de Sopas de 2025

A Tuna / AFOR numa Mostra de Sopas


A IX Mostra de Sopas da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira (UFTOR) está (re)marcada para o dia 14 de Novembro de 2026 e decorrerá no adro da Igreja de S. Miguel de Travassô.
Inicialmente marcada para o dia 3 de Outubro, foi adiada devido a uma previsão de mau tempo (que não se confirmou).
A primeira edição deste evento uftoriano realizou-se a 27 de Setembro de 2016, há um pouco mais de 10 anos e já no adro da Igreja de Travassô, repetindo-se sempre com interessante participação popular. 
Lembremos as ementas das 2 associações óisdaribeirenses dessa primeira edição, a de 2016: sopa de pedra, a da Tuna; sopa de legumes, a da ARCOR.
O cartaz promocional

As associações
da IX Mostra!

O evento decorrerá sobre o lema «Sopas que nos juntam» e a partir das 12 horas.
A organização deste ano está a cargo do Associação Desportiva de Travassô (ADT) e para além das ementas de sopas, como é óbvio, terá também petiscos e sobremesas, insufláveis (para as crianças) e música ambiente (para todos).
A edição terá, de novo, a participação da ARCOR e da Tuna/AFOR - as duas associações da vila de Óis da Ribeira -, para além de 6 associações de Travassô: a ADT (organizadora), o Patronato de Nossa Senhora das Dores, o Jardim Social (JS), a Sociedade Recreativa 12 de Abril (Banda), a Associação de Pais da Escola Básica, o Agrupamento 853 dos Escuteiros e a Irmandade os Santos Mártires de Marrocos.
Caso chova nesse dia, o evento passará para o pavilhão da Associação Desportiva de Travassô (ADT).

- ANO 2013, há 13 anos: Os pontos nacionais da ARCOR Canoagem!


Notícia na imprensa de Águeda



A equipa de canoagem da ARCOR, o clube náutico de Óis da Ribeira, foi sétima do ranking nacional de 2013 como aqui já dissemos, mas deixámos passar como a equipa «somou» os 365 pontos. 
Há 13 anos!
Então e como se vê na imagem, foram 135 conquistados nas provas de pista, 76 nas maratonas, 3 em esperanças, 23 nas primeiras pagaiadas 6 nos veteranos.
O GICA, o clube rival da cidade de Águeda, teve apenas 4 pontos, ganhos na Taça de Portugal (1), provas de pista (2) e veteranos (1). 
- NOTA: O Náutico de Requeixo, o então mais recente concorrente da ARCOR Canoagem, teve 3 na pista (taça), 10 no nacional, um na Taça de Fundo e um nas maratonas. Já está extinto.

- Ano de 2000, há 26 anos: O protocolo da Junta e ARCOR para a sede e centro social!


Centro Social e sede da ARCOR e sede 
da Junta de Freguesia da UFTOR

A Junta de Freguesia de Óis da Ribeira e a ARCOR assinaram, a 19 de Outubro de 2000, o protocolo sobre as respectivas responsabilidades financeiras na construção do então denominado Centro Cívico.
Há precisamente 26 anos!
O executivo autárquico era liderado por Fernando Tavares Pires e a direcção da ARCOR por Fernando Reis Duarte de Almeida, cabendo à associação custos globais de 80% para o centro social e à Junta de Freguesia cabendo os restantes 20% para a construção da sua sede - a que hoje é sede da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira.
- NOTA: O então denominado Centro Cívico é agora o centro social e sede da ARCOR e a sede da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira.

- Ano de 1969, há 57 anos: Conde de Águeda em campanha eleitoral da Assembleia Nacional

Homem de Mello, o
Conde de Águeda

O dr. Manuel José Archer Homem de Mello, Conde de Águeda, esteve em Óis da Ribeira no dia 19 de Outubro de 1969, em campanha eleitoral.
Há 57 anos!
O advogado, empresário e político, era candidato a deputado nacional pelo distrito de Aveiro, à Assembleia Nacional e pela União Nacional (UN, o partido de António Salazar), e foi há 51 anos recebido pelos dirigent
es políticos e forças vivas óisdaribeirenses - que aproveitaram a oportunidade para lhe dar conta dos então mais instantes problemas da freguesia.
- NOTA: O presidente da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira era Armando dos Santos Ala de Resende, com o secretário Jaime Pinheiro dos Reis e o tesoureiro Custódio Lopes Correia.

- ANO 1951, há 75 anos Estudos para a cabine de Óis da Ribeira!

A cabine eléctrica e a ponte de Óis da Ribeira
O engº. Moreira de Sá


O engº. Moreira de Sá esteve há 75  anos em Óis da Ribeira para escolher o local destinado a construir a cabine eléctrica, já a enquadrando na então Rua da Ponte - agora Rua Jacinto Bernardo Henriques.
Fernando Moreira de Sá formou-se com distinção em engenharia militar e de minas e atingiu a patente de major. Após a aposentação militar, tinha no Porto um gabinete de engenharia, que elaborou o projecto inicial da ponte.
Semeou, nesse tempo, a esperança de que estaria para breve o estudo da cabine mas sabe-se hoje, todos estes anos depois, que a rede de luz eléctrica de Óis da Ribeira só ficou concluída em Agosto de 1958 - nada mas nada menos que 7 anos depois.
O presidente da Câmara Municipal de Águeda era o dr. Fausto Oliveira, que também esteve em Óis da Ribeira, por estes dias de há 70 anos e com o mesmo fim.
- NOTA: A Junta de Freguesia de Freguesia era presidida por Benjamim Soares de Freitas, com o secretário Arnaldo Rodrigues de Figueiredo e o tesoureiro Manuel Soares dos Santos (Lopes).

- ANO 1896, há 130 anos: Manuel Sucena Estima, trisavô de Ana Framegas, a PAFTOR!

O registo de nascimento de
Manuel Sucena Estima

Ana Sofia Framegas
 .


O óisdaribeirense Manuel Sucena Estima faleceu a 20 de Outubro de 1896. Há 127 anos!
É trisavô da eleita Ana Sofia Resende Framegas, que anteontem tomou posse como vogal da Assembleia de Freguesia da UFTOR.
Jornaleiro e de 65 anos, era filho de José Francisco Estima e de Maria Rosa Rosa Sucena, de Óis da Ribeira. Casou com a costureira Maria Luísa Ferreira e o casal teve, entre outros, os filhos Joaquim e Acúrsio (que emigrou para o Brasil), Maria da Graça e Laura.
Laura foi casada com o benemérito Manuel Maria Tavares da Silva (que foi presidente da Junta de 2 de Janeiro de 1960 a 4 de Abril de 1962) e Maria da Graça casou com Sebastião Pires dos Reis - da Junta secretário nos mandatos de 1934 a 1937. O filho Manuel, neto de MSE, foi candidato do CDS à Assembleia Municipal de Águeda em 1976 e 10º. da Assembleia de Freguesia de Óis da Ribeira em 1985. O bisneto Paulo Rogério Framegas foi candidato em listas da Assembleia de Freguesia de Óis da Ribeira pelo CDS em 1989 (7º.), em 1983 (9º.) e em 1997 (10º.), pelo PS em 2001 (10º.), pela LIOR em 2005 (6º. lugar). Elsa Resende Framegas, esposa de Paulo Rogério, foi 22ª. do PSD, para a Assembleia de Freguesia de Travassô e Óis da Ribeira, em 2017.
- NOTA: A trineta paterna Ana Sofia Resende Framegas, filha de Paulo Rogério e Elsa Framegas, foi 4ª. candidata do PS em 2017 e eleita do Juntos Por Águeda em 2021 (9º. lugar da lista). Concluiu este mandato como secretária da Junta e é actual presidnete da  Assembleia de Freguesia da UFTOR!

- ANO 1838, há 188 anos: Jacinto Bernardo Henriques, o avô do benemérito da fonte!

 .

A Fonte do Cruzeiro


O óisdaribeirense Jacinto Bernardo Henriques, carpinteiro e avô do benemérito do mesmo nome, nasceu a 20 de Outubro de 1838.
Há 188 anos.
Era filho do Manuel Henriques Gregório e de Maria Lopes e casou com Joaquina Rosa de Almeida a 30 de Outubro de 1866, tendo o casal (pelo menos) a filha Ana Rosa de Almeida, lavradora, que viria a ser mãe de Jacinto Bernardo Henriques, o benemérito que tem nome na rua que vai do largo do Centro Social até à ponte sobre o rio Águeda.
Jacinto Bernardo Henriques (avô) faleceu a 6 de Agosto de 1908 e o neto, em 1916, mandou construir, a suas expensas, o fontenário que foi instalado no largo do Centro Social (que já teve o seu nome e também conhecemos por largo do Cruzeiro).
- NOTA: Actualmente instalado na rua com o seu nome, o chafariz foi inaugurado em Fevereiro de 1917, com duas festas em dois domingos seguidos - uma dos republicanos e outra dos democratas.