quinta-feira, outubro 29, 2026

O Dia de Todos os Santos e Fiéis Defuntos em Óis da Ribeira!

As cerimónias de 2016, em Óis da Ribeira e há 10 anos!

A irmandade em Dia de Todos os Santos

As celebrações do Dia de Todos os Santos e Fiéis Defuntos em Óis da Ribeira estão marcadas para o dia 1 de Novembro de 2026 - o próximo domingo. 
As cerimónias da Paróquia de Santo Adrião incluirão a eucaristia e a romagem aos dois cemitérios locais.
Serão presididas pelo padre Júlio Granjeia, o titular da Paróquia, e estão marcadas para as 11,30 horas.
O cerimonial será profundamente marcado pelas tradições religiosas, por momentos de fé e por sentidas homenagens aos seus entes queridos.
A solenidade cumprirá, uma vez mais e com sentida devução, a forte tradição óisdaribeirense de ornamentar as sepulturas dos familiares com flores e participar ativamente nas orações e romagens comunitárias, em honra e memória dos que já partiram para a eternidade.



- ANO 2019, há 7 anos: Montes de lixo nas Lajes, mesmo ao pé da pateira!

Montes de detritos nas Lajes de há 7 anos, ao lado da pateira...

Apaniguados do poder local travassÓisense, cujo executivo era (e é) liderado pelo social-democrata Sérgio Neves, acusavam o d´Óis Por Três, há 7 anos, de «correr a freguesia à procura de coisas para criticar e cada vez tem menos e vai ter menos porque as coisas estão aparecer...».
«A freguesia de Óis da Ribeira, bem entendido.
 Olhe(m) que não, olhe(m) que não!...»
, dissemos nós, aos tais ja passados 7 anos.
O d´Óis Por Três tinha (e tem) mais que fazer e, na maioríssima parte dos casos, limita-se a dar publicidade a queixas que nos chegam, via email. Queixas de óisdaribeirenses que vêem o que vêem e têm sentido crítico sobre as questões de interesse público - questões que existem, que estão ao alcance dos olhos de todos.
Questões que o desmazelo autárquico deixa(va) para trás.
«Seja este, fosse o anterior, sejam os do futuro, sempre será prioridade denunciá-las», considerava o d´Óis Por Três.
Por exemplo, tem opinião o poder local sobre a ocupação do espaço público com os montes de detritos, de lixos, no cruzamento das Lajes, na Rua António Bernardino, mesminho ao lado da turística pateira?
A imagem mostra(va) o que mostra(va) e uma imagem, costuma dizer-se, vale mais que 1000 palavras.
Em Março de 2019, era assim...

O escrutínio
do Poder Local!


O poder local travassÓisense por acaso, sabe(ria) há quantas semanas lá estavam aqueles montes de lixo?
Teria passado lá e não os viu?
E tinha (tem) decisão sobre esta matéria? Vai fazer o quê, ou não será da sua competência? Já cumpriu ao nº. 11 do seu manifesto de propaganda eleitoral das intercalares de Fevereiro deste ano? Ou prometeu, só por... prometer?
O d´Óis Por Três não procura(va) «coisas».
As «coisas» existem.
Assim como inexiste um poder local atento e activo, interveniente e defensor do interesse público em toda a sua dimensão. Existe, isso sim, um poder local de pequenas e próximas coisas, com muitas notícias sobre o acessório e raramente sobre o essencial.
Um executivo que, naturalmente, pode(ria) e deve(ria) ser escrutinado. Não tem de que se queixar.
O comentário pode ser lido AQUI
- NOTA: O tipo de imagens de há 7 anos repete-se, lamentavelmente, com frequência na vila de Óis da Ribeira. Já nem falando nas valetas, que anos seguidos não são limpas. Apenas de vez em quando «tratadas» com herbicida.

- ANO 2018, há 8 anos: A limpeza do Rio Águeda, de Requeixo a Óis da Ribeira e até Águeda!

 

As máquinas a trabalhar no Rio Águeda. Há 8 amos e no limite de Óis da Ribeira com Requeixo


O presidente da Câmara Municipal de Águeda anunciou, há 8 anos,  estar em curso «uma importante obra, de elevado valor ambiental e na protecção contra as cheias» do rio que dá nome à cidade e ao concelho.
Concretamente, falava-se de trabalhos de desobstrução do leito do Rio Águeda e limpeza de infestantes, que estavam em curso no rio e nas margens dos campos de Travassô e Óis da Ribeira, desde a zona da ponte de Requeixo e que se irão estender até à cidade.
O anúncio camarário aguedense de procedimento concursal teve o nº. 599/2018, de 5 de Fevereiro, publicado no Diário da República nº. 25/018, da 2ª. Série, da mesma data desse ano.
Os trabalhos de desobstrução do leito do Rio Águeda, neste troço, tinham sido adjudicados à empresa JHOVITER - Construção Civil e Obras Públicas, Lda., de Marvão, concelho de Cantanhede, por 159 465,63 euros, para serem executadas em 60 dias, mas o d´Óis Por Três não conseguiu apurar a que troço correspondem.
- NOTA: Hoje e 8 anos depois, vão lá ver em que estado está o Rio Águeda. Basta ir à zona das Areias, em Óis da Ribeira e em frente aos Freixieiros de Travassô.

- ANO 2017, há 9 anos: Chave da Junta foi entregue ao presidente eleito e ao quadrado...

Óis da Ribeira: a sede da União de 
Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira

Sérgio Neves, o
presidente da
UFTOR


As chaves da Junta foram entregues ao presidente eleito, já tardava..., mas nem tudo voltou à normalidade: a Junta continuava sem executivo, a Assembleia de Freguesia sem presidente e também sem secretários.
Há 9 anos!
O facto emprestou a esta novela travassÓisense mais uma originalidade: a de ter um presidente ao quadrado: Sérgio Neves era ao mesmo tempo o presidente da Assembleia de Freguesia e da Junta de Freguesia. 
Onde é que já se vira disto?
Entretanto, tornou-se quase impossível ler e entender tanta bestialidade que se espalha pelas redes sociais no que tende a este fenómeno político, a esta judiaria eleitoral. Todos são eleitos, todos são democratas, mas, para cada um, a melhor democracia é sempre a dele - a de cada um. A do outro, não presta!
Quem os rifasse!
O d´Óis Por Três, por falta de formação adequada e inte-
resse, não tenciona(va) acrescentar nada à análise 
das “relações” entre as posições que se debitam e degladiam nesta outra originalidade da política travassÓisense: a de ir dividindo a Assembleia de instalação dos órgãos da autarquia por várias sessões. 
Já íamos em quatro, a próxima.
Talvez para essa noite das bruxas (a de 31 de Outubro, a então próxima terça-feira...), devesse era ser providenciado um bufetezinho, umas águas frescas (com e sem gás), uns sumos..., faria jeito. Umas bifanas, uns croquetes, uns rissóis, umas moelas, uns chouriços assados, qualquer desse género..., umas minis!
O importante, há 9 anos, era
«malhar» no adversário...
O importante era...
«malhar» no adversário!


A política, para alguns principiantes e
alguns dinossauros, não era (não é)  servir o povo.
Era (e é) malhar, malhar, malhar no adversário político! Quanto mais, melhor!

O d´Óis Por Três, que nem é (nem quer ser) parte da contenda político-partidária exacerbada e irracional que se desenrola em capítulos, neste trama novelesco de TravassÓis, mas a acompanha com cada vez mais curiosidade e até algum espanto, limita-se a constatar o naturalmente possível e o mais percebível ao cidadão mais comum:
1 - A incapacidade dos eleitos em acertarem linhas e caminhos de futuro, pensando, reagindo e agindo no interesse da comunidade que os elegeu;
2 - A inflexibilidade de todas as 3 partes.
3 - A sofisticação quase bacoca com que alguns eleitos, ainda muito aprendizes da arte de politicar, se insinuam e querem fazer passar por estadistas, debitando frases-feitas, leis e legislados que - acredita o d´Óis Por Três, que Deus e eles nos perdõem... - que nem eles mesmos entendem, ou/e até nem se aplicam ao que está em débito, à ordem de trabalhos.
4 - O absoluto desprezo dos 9 eleitos pelos interesses gerais das comunidades que ousaram desmedidamente dizer e querer representar. O que importava, para cada um, era (é) o partido, a lista, a humilhação do outro.
5 - O desprezo, a incúria e a irresponsabilidade criminosa com que, por mera estratégia político-partidária, supomos - não queremos acreditar que seja por convicção.... -, banalizam esta barafunda desnecessária...
- NOTA: Foi escrito, ficou e está dito! E, aos dias de hoje, a mesma coisa repeteríamos.

- ANO 2013, há 13 anos: A demolição da casa de Maria Eugénia Reis!

O parque de estacionamento (ainda por ordenar, 13 anos depois...) criado no espaço da casa de Maria
Eugénia Reis, demolida, e a nova casa (em frente), no Largo da Igreja

A casa de Maria Eugénia Reis, que foi demolida há 13 
anos. Mesmo em frente à Igreja de Óis da Ribeira


A demolição da casa de Maria Eugénia Estima Ferreira dos Reis (na imagem aqui ao lado) começou a 29 de Outubro de 2013.
Há precisamente 13 anos.
Demolida, fez maior o largo da Igreja Paroquial de Santo Adrião e mais larga parte da Rua Benjamim Soares de Freitas.
O edifício ficava mesmo em frente ao templo e o acordo da Câmara Municipal de Águeda envolveu 55 000 euros. A autarquia, para além da responsabilidade financeira, responsabilizou-se pela construção dos muros de vedação da nova área residenci al e quintal de Maria Eugénia Reis. Já em construção.
A casa foi demolida assim que foram transferidos os bens da (ex)proprietária, para a sua nova residência (foto principal).
A Câmara ficou com o lote de construção entre a nova casa e a do vizinho Hernâni (a sul), com 381 m2 - que é agora um parque de estacionamento não ordenado. E já lá vão 13 anos! Na frente, a proprietária cedeu cerca de 150 metros, que ficaram para domínio público.
A demolição, na prática, deu lugar ao alargamento da Rua Benjamim Soares de Freitas e à construção de passeios e rectificação da curva, especialmente beneficiando o Largo da Igreja. A adjudicação desta obra foi a 17 de Dezembro de 2015 e o contrato nº. 7/2016/CMA assinado a 19 de Janeiro de 2016, entre a Câmara de Águeda e a construtora A. Malheiros, Lda., de Arouca.
- NOTA: A empreitada foi no valor de 14 663 euros, mais IVA, e as obras envolveram a rectificação do alinhamento de curva existente. O estaço de estacionameno ainda está por demarcar e já se passaram 13 anos! É para repararmos nos poderes locais que temos!

- Ano 2015, há 11 anos: A bandeira da Tuna tem (tinha) 110 anos!


A bandeira da Tuna / AFOR



«A Tuna vai comemorar mais um aniversário nos dias 21 e 22 de Novembro (de 2015) e vale a pena recordar que a sua bandeira, seu símbolo físico máximo, já tem 110 anos. São muitos, muitos mas mesmo muitos anos», noticiava o d´Óis Por Três de há 11 anos.
Acrescentou:
O site oficial da Tuna publicou, a 11 de Junho de 2001, uma nota explicativa, que agora reproduzimos:
«Foi a 30 de Abril de 1905, que o Conde de Sucena, de Águeda, ofereceu uma bandeira à Tuna de Óis da Ribeira, que hoje é a maior relíquia da sua história, estando guardada como preciosidade na sede da associação (foto ao lado).
A notícia, tal qual a redacção da época, colhida do jornal Soberania do Povo, de 4 de Maio de 1905:
«Pelo sr. Conde de Sucena, nosso illustre conterrâneo e digno deputado por este circulo, foi no último domingo entregue à tuna dois da Ribeira, (um)a preciosa bandeira (…). A entrega foi feita na casa que o illustre titular possue n´esta vila, sitta na praça que tem o seu nome, achando-se muitas pessoas presentes e subindo ao ar grande quantidade de foguetes.
A Tuna tocou algumas peças do seu variado e distincto reportório, que agradaram muito ás pessoas que alli se achavam.Antes da retirada da tuna o presidente da mesma, sr. Manuel Tavares da Silva, agradeceu com palavras commovidas e cheias de entusiasmo a valiosa offerta d sr. Conde, que constitue um penhor de eterna gratidão, não só para aquelles alegras rapazes, mas para toda a freguezia de Ois da Ribeira».
Respeitada a redacção da época. - Ver AQUI
- NOTA: A Tuna Musical de Óis da Ribeira/AFOR vai comemorar o seu 129º. aniversário nos próximos dias 21 e 22 de Novembro de 2026. - Ver AQUI

- ANO 2001, há 25 anos: Água para as obras da ARCOR e sede da Junta de Freguesia!

A movimentação de terras para a cave nova da
ARCOR. Há 25 anos! Ao fundo, a prineira placa
 


A requisição de água para as obras de construção do centro social da ARCOR foi feita a 29 de Outubro de 2001, dias depois de terem sido iniciadas.
Há 25 anos!
Os trabalhos incluíam a construção da sede da Junta de Freguesia (actualmente, a sede da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira) e tinham sido iniciados no dia 22, com a movimentação de terras feita pela empresa de António Reis (de Óis da Ribeira).
O auto de consignação foi assinado a 24 e a primeira descarga de ferro no dia seguintes (25). A 26, a empresa Construções Marvoense iniciou os trabalhos da cave.
- NOTA: A direção da ARCOR era então presidida por Celestino Viegas e presidente da Junta de Freguesia era Fernando Tavares Pires.

- ANO 1910, há 116 anos: O baptizado de Leontina, o primeiro da República!

Registo de baptismo
de Leontina P. Tavares



O padre José Bernardino dos Santos Silva baptizou Leontina Pires Tavares a 29 de Outubro de 1910 - um sábado de há 116 anos. 
Foi o primeiro baptizado da Paróquia de Santo Adrião de Óis da Ribeira após a implantação da República.
Nascida a 21 desse mês, Leontina era filha de Leopoldina Pires Tavares, viúva e agricultora de Óis da Ribeira, neta materna de António Rodrigues dos Santos e de Maria Emília Tavares. Os padrinhos foram José Tavares Pinheiro, jornaleiro, e Maria Rosa dos Reis, casada, ambos de Óis da Ribeira.
Leontina viria a casar com Arnaldo Rodrigues de Figueiredo, de Perrães, que foi comerciante nesta vila, na mercearia e Café Central. O casal teve os filhos Maria Paula (já falecida, a 7 de Janeiro de 2024, de doença e em Aveiro) e Paulo Augusto Tavares de Figueiredo, que reside em Aveiro.
- NOTA: Leontina faleceu a 7 de Julho de 1994 e Arnaldo Figueiredo, o viúvo, a 10 de Março de 1999 - estando ambos sepultados no Cemitério Velho de Óis da Ribeira.

quarta-feira, outubro 28, 2026

A Tuna / AFOR em festa do 129º. aniversário!

A Tuna / AFOR na versão de 2026
Luís Neves é presidente
e músico da Tuna / AFOR
A Tuna / AFOR


A Tuna / Associação Filarmónica de Óis da Ribeira (AFOR) vai comemorar o 129º. aniversário nos dias 21 e 22 de Novembro de 2026.
O programa não será diferente do tradicional, com arruada na tarde de sábado (21) e, no domingo (22), missa e romagem ao cemitério (evocando antigos músicos e dirigentes), mini-concerto e almoço comemorativo.
«Há um ano, chegámos a pensar que podíamos chegar a este momento com as obras da sede finalizadas, mas tal não aconteceu, por factores diversos», disse o presidente Luís Neves, considerando que «poderíamos agora fazer muita coisa «à pressa» para poder inaugurar oficialmente a nova sede ainda no mandato desta direção, mas há coisas que devem ser bem ponderadas».
Os 130 anos (em 2027), serão um bom motivo para a inauguração da nova sede - a da antiga escola primária e onde a instituição musical óisdaribeirense já está instalada, mas, disse o presidente-músico Luís Neves, «a próxima direção terá oportunidade e condições para o fazer».

- Ano 2025, há um ano: A posse das novas Junta e Assembleia de Freguesia da UFTOR!


Ilda Pinheiro, Miguel Soares, Sérgio Neves,
Ana Sofia Framegas e Óscar Matos 



A nova Junta de Freguesia da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira (UFTOR) foi empossada na  noite de 28 de Outubro de 2025 e liderada pelo presidente Sérgio Edgar da Costa Neves e para o mandato de 2025/2029.
Os trabalhos foram dirigidos por Paulo Jorge dos Santos Gomes, o presidente cessante, e o novo executivo inclui o secretário Miguel dos Reis Soares, de Óis da Rbeira, e a tesoureira Ilda Maria de Almeida Pinheiro, que continua. 
A oposição do CDS/PP + Independentes
A proposta foi aprovada pelos 9 eleitos da nova AFTOR, incluindo os três do CDS/PP.
Ana Sofia Resende Framegas, de Óis da Ribeira, foi eleita presidente da Assembleia de Freguesia, transitando do executivo - de que foi secretária. A Mesa que inclui os vogais Óscar José de Almeida Matos e Sofia Botelho Marques, ambos de Travassô. 
A eleição teve votos favoráveis dos 6 eleitos da Juntos e votos em branco - os dos três eleitos do CDS/PP + Independentes.
Além da Mesa dos 3 elementos da Mesa, a AFTOR inclui os juntistas José Miguel Pereira de Almeida, Cristina Marques da Silva (de Travassô mas residente em Óis da Ribeira) e Manuel Carlos Martins de Almeida. E, do CDS/PP + Independentes, Paulo Rogério Lopes Pires, Ondina Gomes da Silva Soares (de Óis da Ribeira) e Ricardo Alexandre Rebelo de Almeida.

- ANO 2022, há 4 anos: A eleição de Dinis Alves como presidente da ARCOR!


- ANO 2013, há 13 anos: Os primeiros eleitos da (des)União de Freguesias de TravassÓis!


Os primeiros autarcas de União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira. Há 13 anos!

A eleição, há 13 anos, dos primeiros autarcas da
União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira

Os primeiros órgãos políticos da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira (UFTOR) tomaram posse na noite de 28 de Outubro de 2013.
Uma segunda-feira de há precisamente 13 anos!
Mário Martins, eleito presidente da Junta de Freguesia, propôs Horácio Santos (tesoureiro) e Marta Morais (secretária) para vogais, numa lista que teve 5 dos nove votos da Assembleia de Freguesia. Todos do PS e de Travassô. Os restantes 4 foram, em cada caso, para os também socialistas Diamantino Correia e Vital Santos, ambos de Óis da Ribeira.
A eleição do presidente da Assembleia de Freguesia confirmou a divisão entre os eleitos do PS, já que não se entenderam e se dividiram, acabando por «dar» 3 votos a Conceição Reis e 2 a Diamantino Correia.
Resultado: foi eleito Sérgio Neves, que teve os 4 votos dos 4 eleitos do PSD.
A Assembleia de Freguesia incluiu 5 eleitos do PS: Conceição Reis e Filipe Almeida (de Travassô), Vital Santos, Diamantino Correia e António Horácio Tavares (de Óis da Ribeira). E 4 do PSD: o presidente Sérgio Neves e Sofia Marques, de Travassô, Manuel Almeida (Capitão) e Germano Venade, de Óis da Ribeira.
O mandato, como hoje sabemos, viria a ser bastante atribulado, nomeadamente evidenciando-se as permanentes quezílias entre os dois presidentes: os travassonenses Mário Martins (da Junta) e Sérgio Neves (da Assembleia).


Saldo  de Óis da Ribeira para
a Junta de TravassÓis foi de... 
15 213 euros!!! Mas... foi-se!

A ausência de eleitos de Óis da Ribeira na equipa da Junta de Freguesia foi referida por Conceição Reis, explicando que tal se deveu a incompatibilidades dentro do PS.
Três eleitores, Milton Gomez, Victor Melo e António Gomes da Conceição, todos de Óis da Ribeira e este último morador em Travassô, referiram «o mau início da União» e expectando que «ninguém se esqueça das freguesias».
«Começou mal a União, pode ser que acabe bem»
, foi dito nessa primeira AFTOR.
A presidência de Mário Martins, essa recebeu um bom saldo financeiro da Junta de Freguesia óisdaribeirense, da gestão de Fernando Tavares Pires: nada mais nada menos que 15 213 euros.
Efectivamente, a juntar aos 4 561 euros aprovados na então última AFOR, presidida por Manuel Soares e realizada a 9 de Outubro desse ano de 2013, juntaram-se transferências posteriores, uma da Câmara Municipal de Águeda (6 000 euros) e outra do FEF (4 652).
- NOTA: Acreditou-se na altura que o executivo da UFTOR não deixaria de aplicar este saldo em obras de Óis da Ribeira. O próprio presidente Mário Martins isso afirmou e garantiu em declarações à imprensa de Águeda. Mas tal não viria a acontecer, como hoje sabemos! E nunca foi explicado. Outros «prejuízos» de seguiriam para Óis da Ribeira e pela (des)UFTOR fora e até aos dias de hoje.

- ANO 2003, há 23 anos: Concelhia do PSD de Águeda visitou obras da ARCOR e da Junta!

O PSD na ARCOR em 2003: Milton Gomez, Fernando Pires, Luís Costa,
 Alberto Marques, Celestino Viegas, Horácio Marçal e Agostinho 
Tavares. À frente, Ana Santos e Paulo Matos


A Comissão Política Concelhia de Águeda do PSD visitou as obras do centro social da ARCOR e da sede da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira a 29 de Outubro de 2003. 
Há exactamente 23 anos!
A delegação era chefiada por Paulo Matos, advogado e presidente da CPC social-democrata aguedense, e incluía os comissários Alberto Marques, Ana Santos e Luís Costa, acompanhados por Horácio Marçal, o então presidente da Assembleia Municipal de Águeda.
«É obra, numa freguesia como Óis da Ribeira, abalançarem-se a um investimento desta natureza», considerou Paulo Matos, referindo-se ao edifício do centro social da ARCOR e sede da Junta de Freguesia.
- NOTA: A delegação foi recebida pela direção da ARCOR: o presidente Celestino Viegas, o tesoureiro Agostinho Tavares e o vogal Milton Gomez. E Fernando Pires, presidente da Junta. E também visitou o hangar de canoagem e o agora abandonado polidesportivo da ARCOR.

- ANO 2012, há 14 anos: GNR deteve 2 pescadores ilegais na pateira!

 




A GNR de Águeda deteve dois indivíduos por pesca ilegal na margem da pateira, em Óis da Ribeira.
A 28 de Outubro de 2012, um domingo de há precisamente 14 anos.
Os dois infractores ficaram sem três canas e variado material de pesca e, imagine-se, nem sequer tinham licença para prática de pesca e também estavam a violar a lei por estarem a pescar entre o pôr e o nascer do sol - o que é (era) proibido.
- NOTA: Os pescadores tinham 29 e 30 anos, mas não eram identificados pela GNR, no seu comunicado público sobre a detenção - nem se sabe que penas sofreram. Se por acaso foram penalizados, não sabemos, e para além de terem ficado sem o material de pesca que estavam a utilizar.

1 - ANO 1990, há 36 anos: A primeira prova de canoagem da ARCOR!

 

Sesnando Alves dos Reis, o presidente
fundador da camoagem da ARCOR 
Tiago Tavares

A primeira prova de canoagem da ARCOR realizou-se a 28 de Outubro de 1990.
Há precisamente 36 anos!
A iniciativa arcoriana envolveu a realização de duas provas nas águas da pateira, para além de várias demonstrações da modalidade, com apoio organizativo da Associação de Canoagem de Aveiro, e muito embora o tempo não ajudasse muito (caía chuva miudinha e persistente), a verdade é que não faltou assistência e entusiasmo pela «descoberta» da modalidade que a esse tempo «nascia» na lagoa.
A direção da ARCOR era presidida por Sesnando Alves dos Reis e o momento fundador foi testemunhado pelo presidente da Federação Portuguesa de Canoagem (José Ferreira da Silva), pelo Delegado do Instituto Português da Juventude em Aveiro (Gil Nadais) e pelo deputado Valdemar Alves (PSD) e o dia, depois da entrega de prémios e lembranças, acabou com um lanche oferecido pela ARCOR.
A ARCOR, há 36 anos, era o terceiro clube de Águeda a praticar canoagem - para além do Recreio e do Ginásio, que entretanto suspenderam a modalidade, retomando-a este último, mas com actividade muito relativa, ou inexistente. E do mais tarde fundado Clube de Canoagem de Águeda (CCA), entretanto extinto. A ARCOR, aos seguidos, foi o único em actividade.
António Costa
Paulo Santos

Um pouco de história
da ARCOR Canoagem!


A decisiva reunião directiva da ARCOR, quanto à criação da secção de canoagem, foi a 26 de Setembro de 1990, quando António Manuel de Melo e Victor Melo assumiram as funções de coordenadores.
Outras reuniões se realizaram antes, até se chegar a este ponto fundacional, e dois dias depois (a 28) decorreu na pateira uma demonstração da modalidade, numa iniciativa que
António Melo
Victor Melo
teve colaboração e participação da Federação Portuguesa de Canoagem (com o presidente José Ferreira da Silva), Associação de Canoagem de Aveiro, delegação distrital do Instituto Português da Juventude (Gil Nadais) e o deputado Valdemar Alves (PSD).
A 28 de Outubro desse ano de há 31 anos realizou-se a prova de divulgação a modalidade e, ainda em 1990, no dia 2 de Dezembro, foi apresentada a primeira equipa de canoagem da ARCOR, a equipa de iniciados, apadrinhada pelo Recreio e GICA (de Águeda), Sporting Clube de Aveiro e Náutico de Crestuma.
Finalmente, a 6 de Dezembro, a ARCOR filiou-se na Federação Portuguesa d C agem - de que actualmente é associada nº. 156.
O primeiro título de campeão nacional viria a ser alcançado a 15 de Agosto de 1993, quando a dupla António Costa/Paulo Santos, nas fotos e ambos de Óis da Ribeira, venceu a prova de C2 juniores, na distância de 1000 metros, do campeonato nacional de velocidade que se realizou em Melres (Gondomar), no rio Douro.
Os dois canoístas afirmaram-se, assim e com esta histórica vitória, com o primeiro ouro nacional arcoriano. Costa, actualmente, é campeão nacional de veteranos.
Sucederam-se muitos outros, até aos dias de hoje, avultando a proeza maior da ARCOR Canoagem: o título de campeã do mundo de sub-23, alcançado por Tiago Tavares, a 3 de Julho de 2016, em C1 200 metros e em Minsk, na Bielorrússia.
- NOTA: Títulos regionais e nacionais, foram centenas os conquistados pelos atletas da ARCOR, até aos dias de hoje e nestes 36 anos de história - para além da internacionalização d
e vários atletas.