sexta-feira, outubro 23, 2026

O terreno a norte do hangar que (não) permitirá prolongar o parque junto a pateira...

O terreno adquirido (assinalado a amarelo)
A notícia do terreno...



A Junta de Freguesia da UFTOR viu aprovada na Assembleia Municipal de Águeda a proposta de compra de um terreno em Óis da Ribeira, no arruamento que passa no hangar de canoagem para a capela de Santo António.
O arruamento que vai desde o largo do restaurante até ao tempo santantoniano, passando pelo coreto e pela hangar de canoagem da ARCOR, ao longo da margem da pateira.
«Um terreno a norte do hangar, permitindo prolongar o parque junto a pateira, aumentado a área de estacionamento e criar condições para o acesso ao futuro ancoradouro da ceifeira aquática», como se lê (ver imagem) na imprensa escrita de Águeda - do jornal «Soberania do Povo», que é o semanário mais antigo do país.
O terreno está identificado na imagem (a amarelo) e entre ele e as águas da lagoa há o chamado Caminho da Mota - e dali vai até ao limite com a freguesia de Requeixo.
Então, d´Óis Por Três não entende bem isto e, ingénuamente, pergunta: se há o Bico da Mota pelo meio como é que se vai criar o acesso ao futuro ancoradouro?
Acabando com o caminho do Bico da Mota?
Criando um pontão?
Ou uma ligação subaquática?
Desculpando-nos com a nossa nossa ignorância e/ou ingenuidade, alguém pode explicar?
E qual foi a área comprada?
E quanto custou, ou vai custar, ao erário público?
E porque não se compraram os dois talhões seguintes, paralelos ao arruamento e até ao Caminho Velho?
Desculpem a nossa ingenuidade!!!

- ANO 2021, há 5 anos: ARCOR com 2 mundialistas e vários campeões nacionais!


O treinador Tiago Viegas e as mundialistas 
GabrielaResende, à esquerda, e Beatriz Oliveira 
Hangar da ARCOR





A ARCOR Canoagem encerrou a época desportiva de 2021 e, por esta altura de há 5 anos, já preparava a próxima - a do ano de 2022.
O d´Óis Por Três, na altura, comentava que «entretanto, continua a aguardar a licença camarária para iniciar as obras de ampliação do hangar».
Relembremos o que há 5 anos foi escrito:
«Está neste momento na fase final de aprovação na Câmara Municipal de Águeda», disse Sérgio Varela, um dos

António Brinco, Pedro Carvalho, André
Santos e Sérgio Varela foram campeões
nacionais 2021 de K4 Veteranos A
seccionistas e atletas do clube, acrescentando que «contamos até ao fim do ano ter o processo pronto a iniciar a obra».
- d´OpT: A ARCOR Canoagem já encerrou a época? O que nos podem dizer sobre isso?
- Sérgio Varela (V): Não aconteceu ainda o encerramento da época desportiva, pois ainda haverá algumas provas regionais, nas quais vamos participar.
- d´ÓpT: Vão continuar os mesmos treinadores e seccionistas?
- SV: Sim, a equipa diretiva da secção irá manter-se e continuar o seu trabalho.
- d´OpT: Quem são eles e com que escalões?
- SV: Tiago Viegas será o treinador principal da ARCOR, Sandra Almeida, Ana Almeida e Paulo Oliveira estarão com a iniciação e no no polo de Águeda da ARCOR estará o Paulo Brinco como
treinador principal e o Fernando Guimarães e o Hugo Costa a auxiliarem.
Ana Almeida, Sofia Almeida, Eliana Soares 
e Lúcia Moreto: campeãs nacionais de K4 

Campeões nacionais, 2
atletas mundiais e mais
atletas na iniciação !


Os títulos de campeões nacionais de veteranos e a presença de Gabriela Resende e Beatriz Oliveira são, na opinião de Sérgio Varela, os melhores momentos da ARCOR Canoagem na época que está a encerrar.
A do ano 2021.
Além disso, o 7º. lugar por equipas do campeonato nacional de regatas em linha. E o aumento de atletas do escalão de iniciados.
- d´ÓpT: Quais foram os melhores resultados da época desportiva que está a terminar?
André Santos e Pedro Carvalho: campeões
nacionais de K2 1000 metros, em 2021 e
pela 4ª. vez consecutiva
- SV: Os títulos de campeões nacionais da equipa de veteranos, a inclusão de duas atletas na seleção nacional de juniores que participou no campeonato do mundo e, sem dúvida, o aumento de atletas na iniciação.
- d´OpT: E o melhor momento?
- SV: Pensamos que o melhor momento tenha sido o campeonato nacional de regatas em linha (veteranos, seniores e juniores) que se disputou no CAR de Montemor-o-Velho e no qual,, para além dos diversos títulos de campeão nacional que trouxemos para Águeda, conseguimos também um magnífico 7º. lugar por equipas.
- d´ÓpT: Quantos atletas tem actualmente o clube, escalão a esalão
Campeões nacionais de 2021, Veteranos
B: João Ferreira, Paulo Gomes, António
Costa e António Monteiro
- SV: O clube conta neste momento com cerca de 70 atletas, desde o escalão mínimo (1) ao de menores (5), iniciados (6), infantis (8), cadetes (9), juniores (10), seniores (5), veteranos A (8), veteranos B (8) e veteranos C (1).                                       
                                                                    Obras no hangar
e a nova época !


- dÓpt: Como é que está o processo de ampliação do hangar?
- SV: Está neste momento na fase final de aprovação, na Câmara Municipal de Águeda, e contamos ter o processo pronto até ao final do ano, para iniciar a obra.
- d´ÓpT: Quais são as vossas perspectivas para a próxima época desportiva?
- SV: Vai ser uma época bastante importante, pois vamos ter a ampliação do hangar e, com isso, melhorar as condições para os nossos atletas. Por outro lado, vai possibilitar o aumento do número de atletas.
- d´ÓpT: Quando começará?
- SV: A época terá um início expectável em Fevereiro, mas ainda não há calendário para o próximo ano.
- NOTA: Agora e 5 anos depois, aos 23 dias de Outubro de 2926, ainda não começaram as obras do hangar de canoagem. O que, felizmente, deve estar em vésperas e com apoio camarário de 210 000 euros.

- ANO 2013, há 13 anos: A demolição da casa de Maria Eugénia Reis!

A casa de Maria Eugénia E. F. Reis, frente à Igreja, que foi demolida em 2013

O parque de estacionamento no espaço onde foi a casa de
Maria Eugénia Estima F. Reis. Hoje e 13 anos depois,
ainda está por demarcar


A demolição da casa de Maria Eugénia Estima Ferreira dos Reis começou a 23 de Outubro de 2013 e deu lugar à rectificação da curva da Rua Benjamim Soares de Freitas e à construção de passeios, muito especialmente beneficiando o Largo da Igreja de Óis da Ribeira.
Há 13 anos!
O edifício (na primeira foto) ficava mesmo em frente ao templo e o acordo com a proprietária envolveu 55 000 euros, pagos pela Câmara Municipal de Águeda, que, para além essa responsabilidade financeira, também assumiu a construção dos muros de vedação da nova área residencial e quintal da mesma Maria Eugénia.
A Câmara Municipal ficou com um lote de construção entre a nova casa e a do vizinho Hernâni (a sul), com 381 m2 - o que corresponde ao actual parque de estacionamento - ainda hoje por demarcar, passados estes 13 anos. Na frente, a proprietária cedeu cerca de 150 metros, que ficaram para domínio público.
A adjudicação do empedramento do novo espaço, na forma que hoje se conhece, foi a 17 de Dezembro de 2015 e o contrato nº 7/2016/CMA assinado a 19 de Janeiro de 2016, entre a Câmara Municipal de Águeda (a dona da obra) e a construtora A. Malheiros, Lda., de Arouca.A empreitada foi no valor de 14 663 euros, mais IVA, e as obras envolveram a rectificação do alinhamento de curva existente, que foi alargada e com passeio.
- NOTA: Hoje e 13 anos passados, o empedrado serve de estacionamento público, é verdade, mas o espaço continua por ser marcado. O estacionamento é... à balda!

- Ano de 2011, há 15 anos: Feira e magusto popular para a Capela de Santo António!


A feira e magusto da Comissão Fabriqueira (2011)

A Comissão Fabriqueira e as catequistas da Paróquia de Santo Adrião de Óis da Ribeira realizaram, a 23 de Outubro de 2011, uma feira popular e um magusto.
Há 15 anos!
O objectivo foi angariar fundos para as obras da capela de Santo António, mas o tempo da tarde desse domingo de há 15 anos infelizmente não ajudou muito. Todavia, foi mesmo junto ao templo que a feira teve lugar e o leilão aconteceu.
- NOTA: O padre Júlio Grangeia, pároco de Óis da Ribeira, considerou na altura que «foi aqui que a união fez a força, que nem a chuva enfraqueceu, nem tão-pouco apagou o fogo das vontades e das… castanhas».

- ANO 1999, há 27 anos: Canoagem da ARCOR patrocinada pela SIMRIA!

A equipa de canoagem da ARCOR «ganhou», em 1999, há 27 anos, o patrocínio
da SIMRIA - Saneamento Integrado dos Municípios da Ria de Aveiro


ARCOR de 1999
Fernando Reis


A ARCOR apresentou, a 23 de Outubro de 1999, a sua equipa de canoagem para a nova época desportiva, com a novidade de ser patrocinada pela SIMRIA - Saneamento Integrado dos Município da Ria.
Há precisamente 27 anos!
O protocolo foi assinado pelo Fernando Reis Duarte de Almeida, o então presidente da direção da associação, e António Celestino de Almeida, administrador da SIMRIA, que, na oportunidade, considerou que sendo esta defensora e promotora da água, a ARCOR era «um bom utilizador, com a vantagem de ser um promotor com créditos firmados».
A SIMRIA - Sistema Integrado dos Municípios da Ria era a entidade pública que fazia a exploração e gestão do sistema multimunicipal de saneamento da Ria de Aveiro, para recolha, tratamento e rejeição de efluentes dos municípios de Águeda, Albergaria a Velha, Aveiro, Estarreja, Ílhavo, Mira, Murtosa, Oliveira do Bairro, Ovar e Vagos.
- NOTA: A ARCOR Canoagem, na altura de há 27 anos, tinha 17 atletas, que «participam em todas as provas distritais e em quase todas as nacionais». Os treinadores, acumulando com a função de atletas de competição, eram os internacionais Sérgio Soares e Pedro Carvalho.

ANO 1934, há 92 anos: Armando Ala de Resende na Câmara Municipal de Águeda!


Armando Resende
A casa (demolida) que foi
de Armando Resende



A comunidade política óisdaribeirense teve, por Outubro de 1934, um seu representante natal na Câmara Municipal de Águeda, ainda que como vogal substituto.
Há 92 anos!
O cidadão em causa era Armando dos Santos Ala de Resende, nomeado para a comissão administrativa presidida por Joaquim de Melo Pinto Leitão, que tinha sido e continuou a ser o presidente da Câmara.
Armando Resende foi, depois, presidente da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira, em 1941, em 1955 (nste caso, suspendendo o mandato em 1957, por se ausentar para Angola), em 1960, em 1962 (a 4 de Abril, substituindo Manuel Tavares), 1964 e 1968.
Era o proprietário do terreno onde se contruiu o Centro Social da ARCOR e a sede da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira, que vendeu à Câmara Municipal de Águeda para esse fim, e da casa da Rua Benjamim Soares de Freitas, que já foi demolida.
- NOTA: Familiares residentes em Óis da Ribeira são os sobrinhos António e Maria Laura Ferreira dos Santos Resende. Seus irmãos são José Bernardino, Maria (Mariazinha), Manuel Maria e Armando (já falecidos) e Albano (morador em Lisboa) e Rui (em Travassô), todos filhos de Manuel (Neca)  Resende. Também os já falecidos Paulo Augusto e dra. Maria Laura Resende (filhos de José Resende e, esta, mãe do dr. João Gomes, dono da casa apalaçada da Carreira da Igreja (e que foi do seu avô) e ex-presidente da ARCOR.

quinta-feira, outubro 22, 2026

O Pateira Eco Luxury Hotel & Zome Suites é Hotel Rural de 5 estrelas!

Antevisão do Pateira Eco Luxury Hotel & Zome Suites

Sérgio Almeida
 O Pateira Eco Luxury
Hotel & Zome Suites


O Pateira Eco Luxury Hotel & Zome Suites é um projecto do promotor Sérgio Almeida e está previsto para a margem da pateira, ao lado do parque de merendas de Espinhel.
Anunciado como proposta de glamping para um hotel rural de cinco estrelas, o projecto de arquitectura deverá estar pronto até ao ao final deste ano, de modo a que as obras possam começar em 2027.
O conceito inicial foi apresentado como Pateira Glamping & Eco Resort e distinguido com o 2º. lugar do Prémio José Manuel Alves de 2022, o mais antigo concurso de empreendedorismo nacional promovido pela Turismo Centro de Portugal.
O projeto foi entretanto reformulado, com acompanhamento da Câmara Municipal de Águeda e da Comissão de Turismo Centro de Portugal, e evoluiu para um empreendimento mais qualificado e ambicioso - que foi apresentado sob a designação LIANE’s Zome Suite & Eco Lodge.
Já nesta fase, voltou a ter reconhecimento público, sendo 9.º finalista da 10.ª edição do mesmo prémio. O atual PATEIRA Eco Luxury Hotel & Zome Suites representa «o amadurecimento desse percurso e a sua adequação a uma oferta hoteleira de elevada qualidade».
O PATEIRA Eco Luxury Hotel & Zome Suites, a
lém do Reconhecimento de Interesse Turístico pela Turismo do Centro de Portugal teve reconhecimento de interesse público pela  Assembleia Municipal de Águeda em Setembro de 2025. 
O futuro Pateira Eco Luxury Hotel & Zome Suites

Um sonho para
criar valor !

O projeto Pateira Eco Luxury Hotel & Zome Suites prossegue os seguintes objetivos centrais: 
1 - Criar uma oferta de alojamento rural de elevada qualidade. 
2 - Proporcionar uma experiência turística imersiva e diferenciadora. 
3 - Desenvolver uma oferta integrada de alojamento, restauração, lazer e bem-estar.
4 - Assegurar uma integração arquitectónica harmoniosa na paisagem.
5 - Implementar um modelo de exploração ambientalmente sustentável.
6 - Valorizar turística e ambientalmente a Pateira de Fermentelos 7 - Qualificar e diversificar a oferta turística do concelho de Águeda.
8 - Promover a dinamização económica e o emprego local.
9 - Reforçar a inovação e a diferenciação da oferta turística.
O Pateira Eco Luxury Hotel & Zome Suites pretende «transformar um projeto de vida e uma forte ligação afetiva ao lugar num empreendimento turístico economicamente sustentável, ambientalmente responsável e territorialmente diferenciador».
Por outro lado, «procura conciliar a concretização do sonho do promotor com a criação de valor para a região», nomeadamente através da «qualificação da oferta turística, da criação de emprego, da dinamização da economia local e da valorização sustentável da pateira de Fermentelos».
- NOTA: O d´Óis Por Três felicita o empreendedor Sérgio Almeida pelo arrojo desta inciativa. Já foi vice-presidente da ARCOR e é professor universitário. Também colaborador do IPO Francico Gentil, de Coimbra, e Tecnólogo em Medicina Nuclear no Centro de Radiologia dr. Vieira de Carvalho e na DIATON. - Dados do empreendimento recolhidos do instagram, AQUI

- ANO 2017, há 9 anos: Entre um e outro(s) candidatos, nem o diabo escolheu...

O diabo (não) escolheu...
 



O problema que arrastava e debilitava a política autárquica local de TravassÓis, atrasando a formação do executivo da Junta de Freguesia, tinha muito mais a ver - tem tudo... - com Travasssô que com Óis da Ribeira. 
Mas ambas as freguesias são penalizadas. 
Era esta a opinião do d´Óis Por Três de há 9 anos e que hoje recordamos.
Assim e «embora OdR nada tenha a ver com a cegueira que obstipa o livre pensamento e a liberdade de opinião e de voto», opinámos:
A realidade é que a divisão de votos pelas aldeias (4+4+1 eleitos) não resolveu, antes aumentou, as diferenças entre dois homens que menos bom exemplo deram
O diabo e o anjo. Ninguém é só diabo
ou exclusivamente anjo neste processo
 político-partidário de TravassÓis
como autarcas durante o mandato de 2013/2017.
Ambos presidentes, um da Junta, outro da Assembleia, ambos
de Travassô, ambos não podendo «ver» o outro.
Esquecendo, por mor deste raciocínio, o que vale o voto do(a) eleito(a) do PS (e sem expôr as suas potencialidades, ou fragilidades...), a conclusão é simples: o problema chama-se Mário e Sérgio. 
Mário e Sérgio e a horda fanática que cada qual arrasta nos seus chãos político-partidarios, em prejuízo do interesse colectivo travassÓisense.
O azar desta «coisa» que por TravassÓis anda a chafurdar
na política e a dividir pessoas e a tribalizar famílias
são, afinal, ... dois azares:
1 - Ambos se terem candidatado.
2 - O diabo não ter escolhido um, na eleição, desempatando o outro, ou excluindo os dois!
Um candidatou-se porque... sim!
Ambicioso, impreparado, mal-aconselhado, cego na obstinação (que o levou, até, a afastar gente com currículo no partido).
Outro, porque... sim!
Ambicioso, sem habitação política fixa, tudo lhe valendo (todas as cores, partidos ou movimentos) para estar no poder.
O que estamos a assistir em TravassÓis é a isso: à tribalização dos votos e à luta pelo poder local, embora pouco valendo este (pouco mais que mandar limpar valetas...), numa União em que os eleitos mais responsáveis tudo tem feito para... desunir, fragilizar e inexistir.
Nem o diabo, reparem bem..., nem o diabo quis escolher, entre ambos, deixando a «amarga solução» para a vontade de outros demónios (os guerrilheiros do poder local). Mas nem uma parte é só diabo, ou só anjo.
O diabo, passe a expressão, o diacho... é que o povo é o sofredor e sem culpa desta desavença irracional de eleitos errantes e pouco democráticos.».
- NOTA: Lido e relido isto, 9 anos depois..., dá para melhor entender como  anda e desanda a política local. O «problema» é que muita gente esquece... 

- ANO 2015, há 11 anos! Hinos de Óis da Ribeira já são pelo menos... 4!


O hino de Firmino Santos e Luís Cardoso


Óis a Ribeira tem um hino?! Ou tem dois, ou tem três ou tem quantos? Desde criança que ouvíamos um que começava com o verso «Óis da Ribeira em frente está/Com o seu rancho/Encantador...» (e não sabemos mais).
Minha avó sempre falou que tinha sido criado pelo sr. Óscar, para os cortejos a favor do hospital de Águeda, nos anos 40, ou coisa que o valha. 
Não há certezas sobre isso!
Mais recentemente, ouvimos dizer terem aparecido versões de poetas locais, o sr. Alfredo e o sr. Hercílio. O d´Óis Por Três lembra-se de aqui falar do CD do sr. Alfredo. Como AQUI se pode recordar. E também AQUI se falou disto,
Em 2000, apareceu um novo Hino d´Óis, com letra de Firmino Santos e música de Luís Cardoso, de Fermentelos. A pauta que se vê na imagem é a primeira do Hino.
Ora, saudando tanta criatividade e bairrismo dos autores locais, não será que são já Hinos a mais? É que já são pelo menos quatro!| Q-U-A-T-R-O!!!... Ou mais?
- NOTA: Hercílio de Almeida, Alfredo Oliveira e Firmino Santos já faleceram, respectivamente a 9 de Novembro de 2019, a 14 de Dezembro de 2020 e a 11 de Novembro de 2024, os três de doença. RIP!!! RIP!!! RIP!!!

- ANO 2004, há 22 anos: A requalificação da margem da pateira de Óis da Ribeira!

Margem da pateira em 2004
 .



As obras de requalificação da margem da pateira, em Óis da Ribeira, mudaram de sub-empreiteiro, há 22 anos.
Na sequência, ganharam significativo avanço, adjudicadas à empresa Jardimagem, por 484 048,94 euros, na ordem dos 97 mil contos -valores de então. Seriam agora 712405 euros, segundo o conversor da PORDATA.
Tinham começado em princípios de Junho de 2004, mas em Agosto já havia queixas quanto ao atraso. 
«Margem da pateira a passo de caracol», escrevia-se neste portal de Óis da Ribeira, a 13 de Agosto.
A Jardimagem, entretanto, anulou o contrato com o primeiro sub-empreiteiro e entregou as obras a uma empresa do norte do país.
- NOTA: Os custos das obras foram suportados pelo Programa Operacional da Região Centro (PORC), que assume e cargos de 362 036,75 euros (72 581 852$), enquanto a Associação de Municípios da Ria (AMRIA) e a Câmara Municipal suportam por igual os restantes 12 201,22 euros (24 461 248$00). Ou seja 12 230 624$00, cada um, a valores de há 22 anos.

- ANO 2001, há 25 anos: A segunda e decisiva fase das obras da ARCOR e sede da Junta!

A cave da ARCOR em tempo de movimentação de terras. Há 25 anos! 
Alcino Cortesão, o encarregado, um trabalhador 
ucraniano, Dinis Alves e Milton Gomez, os 2 fiscais 
da obra da ARCOR. Há 25 anos!


As obras da segunda e decisiva fase do centro social da ARCOR e sede da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira começaram a 22 de Outubro de 2001.
Há 25 anos!
O movimento de terras das caves envolveu mais de 3 000 metros cúbicos, até ao dia 26 de Outubro de 2001. A dita movimentação de terras da (então) futura cave do centro social, foi na altura considerado «um grande atrevimento», deliberado e avançado pela direcção de Celestino Viegas.
A foto principal mostra a cave e a placa da 1ª. fase. A parede que ali se vê foi parcialmente demolida a 9 de Novembro de 2001, para facilitar o magusto e a festa de S. Martinho que ali ocorreu no dia 10 seguinte. Foi a primeira iniciativa realizada no centro social e, na prática, também a primeira actividade directiva no sentido de angariar fundos para a obra.
Há 25 anos, era Alcino Cortesão (na foto) o encarregado da obra e na altura das fundações, espantado com a sua dimensão, que ele «media» no projecto, perguntou ao presidente da direção:
«Desculpe, ó sr. Celestino, mas vocês acham que vão acabar esta obra?».
«Você acha que não?
», retorquiu-lhe o dirigente arcoriano.
«Você sabe ler o projecto?», perguntou Alcino Cortesão.
O relato deste momento está publicado na revista «A Minha História da ARCOR» e, nele fazendo fé, retorquiu-lhe o presidente arcoriano:
«E preciso? Você é que tem de saber....».
Mais tarde, já no Natal de 2003, Alcindo Cortesão explicou porque fizera a observação: «Vi o tamanho da obra e uma freguesia tão pequenina!...».
Nessa altura, já sabia que Óis da Ribeira e a ARCOR tinham ganho o desafio. «Sempre conto isto nas obras por onde passo. Uma terra tão pequenina...», acrescentou Alcino Cortesão.
- NOTA: A obra foi considerada «maior que a freguesia» por D. António Baltazar Marcelino, o então Bispo de Aveiro e em visita pastoral à Paróquia de Santo Adrião de Óis da Ribeira!

- ANO 1995, há 31 anos: O diaconado de Carlos Manuel de Almeida Reis !

O (já) padre Carlos M.
Almeida Reis
 .



O óisdaribeirense Carlos Manuel de Almeida Reis foi ordenado diácono a 22 de Outubro de 1995 e na Sé Catedral de Aveiro.
Há 31 anos!
Filho de Manuel Fernando de Almeida Marques e de Rosa Maria dos Reis Santos, ao tempo emigrados na Venezuela, ali nasceu a 21 de Janeiro de 1971. 
Estudou nos seminários de Calvão, de Aveiro e de Coimbra e, já com estudos teológicos, colaborou nas Paróquias de Santo António dos Olivais, Angeja e S. João de Loure (Albergaria-a-Velha), Arcos e Tamengos (Anadia) e Oliveira do Bairro.
A ordenação sacerdotal foi a 14 de Julho de 1996, na Sé Catedral de Aveiro, e celebrou Missa Nova uma semana depois, a 21 de Julho e em Ílhavo. E a 28, na Igreja Paroquial de Óis da Ribeira, a terra natal de seus pais e sua residência.
- NOTA: Carlos Manuel Almeida Reis abandonou o sacerdócio e, casado e pai de família, é quadro superior da Câmara Municipal de Vagos, depois de ter passado pela de Águeda.



- NOTA: Carlos Manuel Almeida Reis abandonou o sacerdócio e, casado e pai de família, é quadro superior da Câmara Municipal de Vagos, depois de ter passado pela de Águeda.

 
O óisdaribeirense Carlos Manuel de Almeida Reis foi ordenado diácono a 22 de Outubro de 1995, há 28 anos e na Sé Catedral de Aveiro.
Filho de Manuel Fernando de Almeida Marques e de Rosa Maria dos Reis Santos, ao tempo emigrados na Venezuela, ali nasceu a 21 de Janeiro de 1971. Estudou nos seminários de Calvão, Aveiro e Coimbra e, já com estudos teológicos, colaborou nas Paróquias de Santo António dos Olivais, Angeja e S. João de Loure (Albergaria, Arcos e Tamengos (Anadia) e Oliveira do Bairro.
A ordenação sacerdotal foi a 14 de Julho de 1996, na Sé Catedral de Aveiro, e celebrou Missa Nova uma semana depois, a 21 de Julho e em Ílhavo. E a 28, na Igreja Paroquial de Óis da Ribeira, a terra natal de seus pais e sua residência.
Há precisamente 28 anos!

- NOTA: Carlos Manuel Almeida Reis abandonou o sacerdócio e, casado e pai de família, é quadro superior da Câmara Municipal de Vagos, depois de ter passado pela de Águeda.

quarta-feira, outubro 21, 2026

O «novo» hangar da ARCOR Canoagem vai ter sanitários públicos!

Antevisão do sonhado hangar de canoagem da ARCOR

O vice-presidente Edson Santos e os presidentes Jorge
Almeida (Câmara) e Dinis Alves (ARCOR) na assinatura
do contrato-programa para o hangar

O hangar da ARCOR Canoagem vai ter instalações sanitárias de utilização pública, no âmbito do contrato-programa assinado a 2 de Setembro de 2026.
 A associação náutica de Óis da Ribeira, nos seus termos, «compromete-se a assegurar a abertura das instalações».
Assim,  depois de requalificado e ampliado e segundo o contratualizado, o «novo» hangar «contribuirá para melhorar as condições de acolhimento de visitantes, praticantes desportivos e demais utilizadores daquele espaço».
Recordemos que o actual hangar teve, até aoanos passado (2025) sanitários disponíveis para o público, ainda que a sua gestão fosse do cuidado da Junta de Freguesia. Encerraram quando ficaram disponíveis os pré-fabricados instalados juntoà Fonte dos Amores.
O futuro hangar da ARCOR Canoagem

ARCOR tem feito
trabalho relevante !

O acordo com a Câmara Municipal de Águeda prevê também que a ARCOR Canoagem «reforce a dinamização da formação de crianças e jovens nas modalidades náuticas que desenvolve, promovendo a iniciação desportiva, estilos de vida saudáveis, os valores associados à prática desportiva e o contacto com a naturez».
«Queremos um concelho cada vez mais activo, mais saudável e mais sustentável, onde o desporto seja também uma forma de descobrir e valorizar aquilo que temos de melhor. A pateira é um dos nossos maiores activos naturais e este projeto ajuda-nos a concretizar essa visão», disse Edson Santos, o vce-presidnete da Câmara Mnicipal de Águeda, salientando ainda que «as associações são parceiros fundamentais do Município na concretização desta estratégia» e que a ARCOR tem desenvolvido «um trabalho muito relevante na promoção das modalidades náuticas e na formação de crianças e jovens».
«Este apoio é também uma forma de reconhecer esse percurso e criar condições para que possa continuar a crescer», concluiu Edson Santos.
Ante-projecto do hangar

Custo previsto de
350 000 euros !

A ARCOR, depois de vários anos a elaborar (e alterar) o projecto - que teve de obedecer a exigentes legislações de protecção ambiental - apresentou a candidatura em Maio deste ano, nela identificando «a necessidade de reforçar a capacidade das  instalações, face ao aumento do número de praticantes, atletas, sócios e utilizadores».
Outros objectivos são a melhoria das condições de armazenamento e conservação das embarcações e a criação de melhores condições de apoio às atividades desportivas, formativas e recreativas.
A ARCOR Canoagem, entretanto, prepara formas de angariação de fundos para suportar o encargo financeiro que lhe cabe neste investimento no hangar,
O valor base estimado para a realização total das obras de ampliação e requalificação do hangar da ARCOR a é de 350 000 euros. 
A Câmara Municipal de Águeda assegura 210 000 euros através do contrato-programa de apoio financeiro, cabendo o valor restante ao clube e a outras parcerias de cofinanciamento.
A 18 de Setembro de 2026, António Brinco, vice-presidente da ARCOR e responsável ela ARCOR Canoagem, disse do d´Óis Por Três que estavam garantidos os financiamentosda Camara Municipal de Águeda e do Comité Paraolímpico de Portugal - sem divulgar  o valor deste.
«Continuamos a trabalhar para encontrar novos financiamentos, sendo certo que não haverá verbas da vertente social da ARCOR para construção/remodelação das instalações da canoagem», concluiu António Brinco - ver AQUI


- ANO 2016, há 10 anos!: A abertura ao tráfego da nova ponte d´Óis da Ribeira!

 

O presidente Gil Nadais, os vereadores Elsa Corga e Jorge Almeida (actual presidente). e Mário 
Martins na abertura simbólica  da ponte nova, a 21 de Outubro de 2016. Há precisamente 10 anos!


A ponte nova de Óis da Ribeira foi aberta ao tráfego ás 11,50 horas do dia 21 de Outubro, uma sexta-feira de 2016.
Há 10 anos e após 2,5 de as obras de construção se terem iniciado.
Os trabalhos, na verdade, tinham começado em Abril de 2014 e pararam por falência do construtor (a empresa Ar-Lindo, de Braga) - com enormíssimos prejuízos para a comunidade óisdaribeirense e não só... - e passaram para a Edilages, em segundo concurso público, por 723.277,59 euros + IVA.
A abertura de há 10 anos foi oficialmente testemunhada (ver na foto) pelo presidente Gil Nadais, pelo vice-presidente Jorge Almeida (o actual presidente da Câmara) e pela vereadora Elsa Corga, da Câmara Municipal de Águeda, com Mário Martins, o então presidente da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira.
- NOTA: A ponte/viaduto substituía o aterro (ver foto) que, entre 1951 e 1952, foi construído para dar acesso à ponte de Óis da Ribeira sobre o rio Águeda e que, modernamente, era «acusado» de ser responsável pelas cheias de Águeda.

- ANO 2016, há 10 anos: A ponte nova foi aberta ao tráfego!



«A ponte nova já está aberta ao trânsito. Palmas e foguetes!!!...», noticiou o d´´Ois Por Três de ha 10 anos!
Acrescentámos:
«Já não era sem tempo, é bem verdade, mas desta vez a promessa camarária foi cumprida: o trânsito pela via alternativa iria fechar na segunda-feira (dia 17) e a ponte abriria na sexta-feira (dia 21 de Outubro de 2016, hoje).
O d´Óis Por Três ficou expectante e teve esta tarde o cuidado de ir ver a página de facebook do sr. vice-presidente da Câmara Municipal de Águeda, o sr. enfermeiro Jorge Almeida, que, como se calcula, anda sempre prenhe de boas notícias. E lá está ela: «Ponte Cabanões-Óis da Ribeira ||| Aberta ao trânsito desde as 11,50 horas de hoje». E as fotos.
Amanhã ou mais provavelmente domingo, o d´Óis Por Três irá desfrutar do novo equipamento rodoviário, tão ansiosamente esperado desde há 29 meses!».
- NOTA: Foi a grande e boa notícia do dia de há 10 anos, após um pouco mais de 2 anos de impedimentos que tanto prejudicaram Óis da Ribeira e o seu povo. E o de localidades vizinha. Ver o nº. 1 de hoje.

- ANO 1878, há 148 anos: Padre Jacinto Álvares dos Reis professor vitalício da escola de Óis da Ribeira!

O Diário do Governo nº. 238/1878


O Diário do Governo nº. 238, de 21 de Outubro de 1878, publicou o edital de nomeação vitalícia de Jacinto Álvares dos Reis como professor da escola primária de Óis da Ribeira.
Há 148 anos!
A nomeação foi da 3ª. Repartição da Direcção Geral da Instrução Pública, do Ministério dos Negócios do Reino, por decreto do dia 18 do mesmo mês e assinado 
O registo do falecimento de Jacinto A. Reis
por António Rodrigues Sampaio. Foi visado no dia 19 por Lopo Vaz de Sampaio e Mello, que era o  Secretário de Estado dos Negócios do Reino.
O edital de há 148 anos também indicava que, por razão do crédito de diuturnidades vencidas, Jacinto Álvares dos Reis era (foi) agraciado com o aumento de um terço do seu salário.
- NOTA: Jacinto Álvares dos Reis faleceu a 1 de Fevereiro de 1886, há 140 anos, aos 78 e de doença. Foi casado com Teresa Maria de Jesus, era filho do lavrador Bernardo Alves de Carvalho e de Maria Francisca dos Reis, todos de Óis da Ribeira. O casal não teve filhos.

- ANO 2015, há 11 anos: As contas da Junta de TravassÓis foram chumbadas!


Notícia da imprensa de Águeda


A Assembleia de Freguesia de TravassÓis «chumbou» as contas da Junta, relativas ao período de 29 de Setembro a 31 de Dezembro de 2013.
A primeira depois da (des)união.
Alegou-se então, na Assembleia de Freguesia de 24 de Abril de 2014, que o executivo de Mário Martins tinha usado dinheiro de Óis a Ribeira  (15 993 euros), o saldo da última Junta local, do presidente Fernando Tavares Pires, em obras de Travassô.
Vale a pena ler a notícia, bastando que se clique sobre a imagem para que o recorte do jornal seja legível.
Acontece que mais de ano e meio passado e já com as contas de 2014 aprovadas, não se sabe (pelo menos que tenha sido noticiado) se as contas «chumbadas» já foram aprovadas. Foram ou não foram? E o tal saldo sempre foi investido em Óis, ou nem por isso»?. É que obras em Óis, ou estão muito tapadas ou não existem mesmo.

Estas coisas deveriam ser bem esclarecidas, para não se fazerem maus juízos. Para mais tratando-se de contas e de dinheiros públicos. Pensa o d´Óis Por Três de que...
- NOTA: Ainda hoje e 11 anos passados, não fazemos a menor ideia se as contas foram (ou não) aprovadas ou se continuam chumbadas. Somos o país que somos e ponto final. Poderíamos perguntar à Junta de Freguesia? Poder, lá isso poderíamos! Mas, como se fez norma, a autarquia não nos responderia, pelo que seria pura perda de tempo
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