| Manuel Tavares |
Os teatros que por Óis da Ribeira já não se fazem têm história, que não é de agora. É centenária e nem sempre foi pacífica, tem dissidências pelo caminho. A
última, em 2004, levou à criação de um grupo afora o da ARCOR - o GAOR. Que se ficou por uma peça.
Há 115 anos, dois grupos dividiam as atenções teatrais ribeirenses: Os Inseparáveis e Os Modestos e Independentes. Com peças que exibiam ao mesmo tempo, mantendo e acelerando uma concorrência que nem sempre terá sido simpática.
Há 115 anos, dois grupos dividiam as atenções teatrais ribeirenses: Os Inseparáveis e Os Modestos e Independentes. Com peças que exibiam ao mesmo tempo, mantendo e acelerando uma concorrência que nem sempre terá sido simpática.
Ao tempo, por Óis da Ribeira, foi tempo de o benemérito Manuel Tavares vir de férias angolanas e ser recebido em Lisboa, pela família - a 26 de Maio de 1936 (amanhã se completam 90 anos). E de nascer, a 21, um filho de José Maria Simões dos Reis (Taipeiro), o Fausto Ferreira Simões dos Reis, morador na Rua Benjamim Soares de Freitas.
O teatro sem palco
desde o ano 2012!
O teatro de Óis da Ribeira, infelizmente, está «afastado» dos palcos já desde 2012, quando, dia 5 de Maio, apresentou a peça «O Avarento», de Molière.
Há um pouco mais 14 anos!
A imagem recorda o último elenco do GTA. Atrás, Salomé Fernandes, Susana, João Pedro, António Reis, Gil Branco e Romeu Fernandes, Telmo Abrantes, Lurdes Fernandes e Carlos Pereira, Rui Fenandes (ensaiador/encenador, responsável da Secção) e António Prazeres. Sentados, Julieta Fernandes, Liliana Alves, Victor Fernandes, Paulo Jorge Gomes e Cesaltina Pires.
O GTA, com esta peça de Molière, actuou em Espinhel (a 11 de Fevereiro), na Palhaça (a 3 de Março), em Fátima/Mamodeiro (a 11 de Março), em Belazaima do Chão (a 24 de Março) e em Recardães (a 21 de Abril), encerrando a época no salão cultural da ARCOR, a 5 de Maio desse ano de 2012.


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