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| O resultado orçamental da UFTOR |
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| Óscar Almeida |
Os presidentes de Juntas de Freguesia devem apresentar nas respectivas Assembleias de Freguesia, em cada sessão, uma informação escrita que sintetize os aspectos mais relevantes da actividade do seu executivo.
O executivo de Sérgio Neves, da Junta de Freguesia da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira (UFTOR), assim fez, na sessão de 29 de Junho de 2026, apresentando uma extensa relação de actividades, divididas por 4 páginas e 5 diferentes temas, embora sem nada de especialmente relevante e, nalguns casos, até manifestamente redundante.
Vejamos: acção social (8 ítens), cultura e desporto (9), educação (12), empreendedorismo e inovação (19) e espaço público e limpeza urbana (18).
Uma curiosidade, que vale o que vale: apenas em 3 destes 60 ítens se fala de Óis da Ribeira.
Uma curiosidade, que vale o que vale: apenas em 3 destes 60 ítens se fala de Óis da Ribeira.
Quanto a contas e à situação financeira UFTOR, reportada a 30 de Abril de 2026 e tendo em conta os 311 255,24 euros de orçamento do ano, a taxa de execução da receita do período em análise foi de 20,43%, sendo inferior a taxa de execução da despesa, situando-se esta nos 24,96%.
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| Sérgio Neves |
A despesa e as
actas da AFTOR!
A situação financeira UFTOR, reportada a 30 de Abril de 2026 e tendo em conta os 311 255,24 euros de orçamento do ano, mostra uma taxa de execução de 29,4% da receita (do período em análise ), sendo inferior a taxa de execução da despesa, situando-se esta nos 24,96%.
A ordem de trabalhos - que decorreram no edifício da autarquia em Travassô - começou com a leitura e votação das actas das sessões anteriores: a ordinária de 29 de Abril de 2026 e a extraordindria de 19 de Maio de 2026.
A ordem de trabalhos - que decorreram no edifício da autarquia em Travassô - começou com a leitura e votação das actas das sessões anteriores: a ordinária de 29 de Abril de 2026 e a extraordindria de 19 de Maio de 2026.
Aprovadas por maioria, em ambos os casos, com 5 votos a favor e 4 abstenções. Uma, de um eleito juntista que não pôde votar por não ter estado presente, e 3 dos 3 eleitos do CS + Independentes: Paulo Pires, Ondina Soares e Ricardo Almeida.
A sessão, recordemos, foi presidida por Óscar Almeida, substituindo a presidente Ana Sofia Framegas (em licença de maternidade) e pouco ou nada de relevante há a acrescentar sobre os trabalhos. Foi relativamente rápida e nem sequer teve intervenções do público.
Mesmo as questões levantadas pelos eleitos da AFTOR foram poucas e circunstanciais.
A sessão, recordemos, foi presidida por Óscar Almeida, substituindo a presidente Ana Sofia Framegas (em licença de maternidade) e pouco ou nada de relevante há a acrescentar sobre os trabalhos. Foi relativamente rápida e nem sequer teve intervenções do público.
Mesmo as questões levantadas pelos eleitos da AFTOR foram poucas e circunstanciais.
Feira Rural dá
prejuízo e não cobra
às associações!
A Feira do Mundo Rural (FMR) de 2026 foi uma delas e brevemente abordada, mas sem avaliação possível, por inexistência de dados concretos.
O tema, porém, já tinha sido abordado nma sessão de 29 de Maio, nomeadamente quando Paulo Pires, reiterando a sugestão de não se contratarem artistas de elevado custo, referiu um prejuízo aproximado de 16.000 euros, quanto à edição de 2025. E acrescentou que «ainda existem despesas que não estão espelhadas nas contas da FMR, nomeadamente os combustíveis».
O presidente Sérgio Neves disse, na altura, que «os valores elevados registados em determinadas rubricas, nomeadamente combustíveis», resultaram do «intenso trabalho desenvolvido no mês de Junho, especialmente no recurso a máquinas e prestadores de servicos».
Relativamente à sustentabilidade da FMR, referiu Sérgio Neves que «para que pudesse gerar lucro, seria necessário cobrar às associações a sua presença» no evento, evento que, segundo disse, deve «concretizar a dinâmica da comunidade local e das associações».
«O seu custo deve ser encarado como um investimento», acrescentou Sérgio Neves, referindo também que «todos os anos o executivo tenta arranjar formas de poupar e de inovar».
A venda da sucata do regadio de Travassô foi outro assunto abordado na sessão de 29 de Junho de 2026, sabendo-se que ainda não foi vendida. Também se falou da (nova) escola primária e pouco mais.
A Feira do Mundo Rural (FMR) de 2026 foi uma delas e brevemente abordada, mas sem avaliação possível, por inexistência de dados concretos.
O tema, porém, já tinha sido abordado nma sessão de 29 de Maio, nomeadamente quando Paulo Pires, reiterando a sugestão de não se contratarem artistas de elevado custo, referiu um prejuízo aproximado de 16.000 euros, quanto à edição de 2025. E acrescentou que «ainda existem despesas que não estão espelhadas nas contas da FMR, nomeadamente os combustíveis».
O presidente Sérgio Neves disse, na altura, que «os valores elevados registados em determinadas rubricas, nomeadamente combustíveis», resultaram do «intenso trabalho desenvolvido no mês de Junho, especialmente no recurso a máquinas e prestadores de servicos».
Relativamente à sustentabilidade da FMR, referiu Sérgio Neves que «para que pudesse gerar lucro, seria necessário cobrar às associações a sua presença» no evento, evento que, segundo disse, deve «concretizar a dinâmica da comunidade local e das associações».
«O seu custo deve ser encarado como um investimento», acrescentou Sérgio Neves, referindo também que «todos os anos o executivo tenta arranjar formas de poupar e de inovar».
A venda da sucata do regadio de Travassô foi outro assunto abordado na sessão de 29 de Junho de 2026, sabendo-se que ainda não foi vendida. Também se falou da (nova) escola primária e pouco mais.





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