sábado, outubro 10, 2026

A ARCOR precisa de se endividar em 300 000 mil euros!


A fachada principal do centro social da ARCOR

A ARCOR no jornal «Diário de
Aveiro» de 09/10/2026
O presidente Dinis
Alves (da ARCOR
)

A ARCOR «enfrenta dificuldades financeiras e precisa de cerca de 300 mil euros para recuperar o edifício».
A IPSS óisdaribeirense apoia crianças e idosos e
«quer reforça a sua resposta social, perante aumento das necessidades».
O presidente Dinis Alves abordou a actualidade arcoriana, em entrevista ao jornal «Diário de Aveiro» de ontem, dia 9 de Outubro de 2026 e de que nos socorremos - ver AQUI
A ARCOR, ainda segundo se lê no mesmo diário, «desempenha um papel central na comunidade» e nos dias de hoje «vive, contudo, um período marcado por desafios financeiros e pela necessidade de realizar investimentos significativos nas suas instalações».
«A realidade das instituições sociais mudou e exige uma capacidade de adaptação que nem sempre é acompanhada pelos meios disponíveis
», afirmou o presidente Dinis Alves ma entrevista ao DA, acrescentando que a associação de Óis da Ribeira «mantém respostas na área da infância, através da creche e do pré-escolar, e na terceira idade, através do centro de dia e do serviço de apoio domiciliário».
A instituição, aida segundo o DA, desenvolve, ainda, actividades desportivas, nomeaamente através da canoagem e cultural através do teatro amador e das marchas populares.
 
O centro social da ARCOR em 2005
Presidente da ARCOR diz
que «temos que nos endividar» 
em 300 000 euros!

Uma das principais preocupações da actual direção arcoriana está relacionada com o estado do edifício da instituição - o  centro social.
«Tem cerca de duas décadas e sem intervenções de recuperação de grande dimensão, as instalações necessitam
O centro social da ARCOR em Outubro
de 2001. Há precisamente 25 anos!
de um investimento na ordem dos 300 mil euros», considerou Dinis Alves.
«Os edifícios e as IPSS necessitam de investimento, porque as necessidades de um utente de há 20 anos hoje são perfeitamente diferentes e daqui a dez anos serão perfeitamente diferentes. Tem que haver um investimento nas IPSS», afirmou Dinis Alves.
A Câmara Municipal de Águeda «tem ajudado, a Junta de Freguesia tem-nos ajudado e há um bom relacionamento entre todas as entidades». Agora, sublinha Dinis Alves, «eu não posso exigir à Junta de Freguesia que me dê 200 mil euros, se a Junta de Freguesia não tem e tem outras necessidade.
«É muito difícil»
, referiu o presidente da direção da ARCOR.
A situação coloca a instituição, e continuamos a citá-lo do jornal  «Diário de Aveiro», perante «uma decisão difícil», já que, frisou,  «avançar com as obras, implica recorrer ao financiamento bancário».
«Acho que quem lá ficar, eu ou outra pessoa, tem que fazer um investimento brutal no edifício. Tem que gastar cerca de 300 mil euros. E não é para alargar os serviços, é só de manutenção, só de recuperação», afirmou o presidente Dinis Alves.
O edifício do centro social da ARCOR, acrescentou, «tem 20 anos, com zero recuperação».
«Nós temos que ir à banca e temos que nos endividar. As nossas contas estão em dia, não devemos nada a ninguém, mas para fazer este investimento temos que avançar», afirmou Dinis Alves.
- AMANHÃ: As associações têm que se profissionalizar.

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