sexta-feira, abril 07, 2017

Os candidatos de Óis da Ribeira entre 2013 e para 2017

O Centro Social da Arcor (vista aérea) inclui a sede oficial da União de 
Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira. É o primeiro piso do bloco da frente



A sede da União de Freguesias de Travassô e Óis da
Ribeira -  popularmente dita por TravassÓis


Os ribeirenses que se disponi-
bilizarem para integrar listas nas Autárquicas de 2017 (ou outras) dificilmente po-derão aspirar a serem presidentes da Junta de Freguesia.
O secretário Manuel Almeida (Capitão), o presidente
Fernando Pires e o tesoureiro Rui Fernandes. O último
executivo da Junta de Freguesia de Óis a Ribeira
A maioria de re-censeados e a classe política de Travassô nunca aceitaria tal ele-
gibilidade, por muito competente e influente que seja o candidato ribeirense.
As Autárquicas de 2013 são disso mostra real. Na verdade e nas duas listas, dois nºs. 1 de Tra-
vassô: Mário Martins (PS) e Sérgio Neves (PSD).
O PSD, com alguma surpresa (quiçá, por es-
tratégia eleito-
ral...) colocou como nº. 2 um candidato de Óis da Ribeira, o floricultor Germano Venade. E um quarto (Manuel Almeida, o Capitão) e um sexto lugares (Fátima Reis). Na prática e depois alternando candidatos de cada freguesia, até ao nº. 64, no jeito de «um para ti, outro para mim», mas sempre ímpar o de Travassô. Deu-se, porém, o curioso caso de o sétimo ser António Gomes da Conceição, um ribeirense radicado em Travassô. E por aí fora...
O PS puxou mais a brasa à sua sardinha. Os três primeiros são de Travassô: 1º.-Mário Martins; 2º.-Horácio Dias dos Santos; 3ª.-Maria da Conceição Tavares de Almeida Reis. Depois, em quarto e quinto lugares, os ribeirenses Vital Santos e Diamantino Correia.

Os candidatos do PS de Óis da Ribeira


Diamantino Correia, de cor de ro-
sa e braços cruzados, na estreia  
como como candidato do PS (2009) 
Diamantino Correia, de 57 anos e comerciante, é um dos mais experientes autarcas ribeirenses, dos candidatos de 2013. Será candidato em 2017?
O currículo lembra que foi presidente da Assembleia de Freguesia (no última mandato de Manuel Soares (de 1990 a 1993) e membro da Junta de Freguesia de Óis da Ri-
beira (no primeiro mandato de Fernando Pires, em 1994/97).
As Eleições Autárquicas de 2005 apontam-o a liderar a Lista Inde-pendente de Óis da Ribeira (LIOR), que teve 123 votos e elegeu 2 candidatos (ele e Vital Santos), enfrentando o «dinossauro» Fernando Pires, do PSD (334 votos e 5 eleitos) e o então já repetente Aníbal Saraiva, do Bloco de Esquerda (que teve 30 votos e nenhum mandato).
As eleições de 2009, quanto ao PS, tiveram a agora deputada Carla Tavares como candidata a presidente da Junta de Freguesia e Diamantino Correia em quarto lugar. Os socialistas receberam 220 votos (43,14%) e elegeram três mandatos. O social-democrata Fernando Pires foi reeleito pela quinta vez consecutiva, com 227 votos (54,31% dos 510 votantes) e elegendo 4 candidatos.
Vital Santos (PS)
- VITAL: Vital de Oliveira Almeida e Santos, metalúrgico, de 59 anos, tem sido compa-
nheiro de Diamantino Correia no seu percurso político autárquico fora do PSD: na LIOR e na actual lista do PS, da União de Freguesias. Mais remotamente, em 1985, liderou a candi-
datura a Aliança Povo Unido (APU), a actual CDU (Coligação Democrática Popular), numa lista que incluía João Paulo Martins Pires (do Márito), José Laudelino Pires de Almeida e Carlos Alberto da Costa Fernandes (Teco). 
O acto eleitoral desse ano teve 4 listas, o que é pouco vulgar em Óis da Ribeira: o PSD de Ma-
nuel Soares, que ganhou e foi eleito (172 votos), o PS de Armando Reis e de Isauro Santos, o segundo a lista e pai de Vital Santos (128) - foi pai contra filho, ou vice-versa. Também o CDS de Arménio Pinheiro da Silva, que teve 114 votos e a CDU de Vital Santos com bem menos (8).
António Horácio
Tavares (PS)
- TAVARES: António Horácio Pires Tavares, metalúrgico, foi eleito para a Assembleia de Freguesia, na lista do PS, e passou pelo executivo de TravassÓis. Candidato em lugares não elegíveis em autárquicas anteriores (em 1989, foi oitavo da lista socialista liderada por Armando Tavares dos Reis, que teve 143 votos contra os 273 do PSD de Manuel Soares), foi catequista paroquial e presidente da direcção da Tuna. 
Relativamente às Autárquicas de 2017, poderá ter a ambição, no que for possível no actual quadro político, de ser indicado para lugares mais altos e a tese tem pernas para andar na lista do PS, partido do qual a sobrinha, a deputada Carla Tavares, candidata à JFOR em 2009, é membro da Comissão Concelhia de Águeda.

Os candidatos do PSD/CDS de Óis da Ribeira


Germano Venade e Manuel Almeida
(Capitão), os dois PSD´s de Óis da
Ribeira na AFTOR
 

- VENADE: Germano Venade é floricultor, de 62 anos, ribei-rense por casamento e sur-preendentemente apareceu em 5º. lugar na lista do PSD em 2009. A da 5ª. eleição conse-
cutiva de Fernando Pires.
O PSD voltou a ganhar as eleições e teve 227 votos dos 510 eleitores que foram às urnas, dos 665 inscritos. Elegeu 4 membros da Assem-bleia de Freguesia e Germano Venade foi um deles. Na lista da União de Freguesias, foi segundo do PSD/CDS - uma ascensão política surpreen-dente. Na prática, é, no activo, o mais representativo eleito social-democrata de Óis da Ribeira.
Ir-se-á recandidatar? Se for Sérgio Neves o líder da lista do PSD (sem o CDS, que apresentará lista própria), terá todas as hipó-
teses. Na prática, é o líder do PSD de Óis da Ribeira.
- CAPITÃO: Manuel Duarte Marques de Almeida, o Capitão, eleito do PSD, é técnico de tratamentos térmicos, tem 56 anos e é o mais veterano de todos os autarcas de TravassÓis em exercício de funções. Foi secretário do presidente Fernando Pires durante 5 mandatos: 1994/1997, 1998/2001, 2002/05, 2007/09 e 2010/13. Soma nada mais nada menos que 20 anos como membro da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira.
As Autárquicas de 2013, no âmbito das candidaturas à União de Freguesias de Travassóis, «deram-lhe» o quarto lugar da lista e, eleito, tem assumido as funções de secretário da Mesa da Assembleia de Freguesia. Para continuar?
- Nota: Dados e fotografias da net.

quinta-feira, abril 06, 2017

Candidatos de TravassÓis, quem são e para que vos quero...


Óis da Ribeira e Travassô, numa vista aérea parcial que mostra a 
freguesia sede da União em primeiro plano e, à direita e depois do
rio Águeda, mostra a malha urbana de Cabanões. Depois, Travassô

Eleições de 2013, as primeiras da (des)União: 5 elei-
tos do PS (698 votos) e 4 da Coligação PSD e CDS
(570). Votaram 1 366 dos 2131 eleitores inscritos



A pouco mais de meio ano das Eleições Autárquicas 2017, marca-
das para 1 de Outubro, que expectativas há na comunida-
de eleitoral de TravassÓis? Recandidata-se o presidente Mário Martins, pelo PS? Ou por outro partido ou outra lista independente? E Sérgio Neves, pelo PSD? E novidades partidárias? O CDS vai apresentar lista.
Mário Martins, se mantiver a palavra dada, não será candidato do PS. Sérgio Neves tudo fará para voltar a liderar a lista social-de-
mocrata mas há quem, na Concelhia do PSD e em Travassô, torça o nariz. E, atenção, o CDS vai renascer das «cinzas» eleitorais e apresentar candidato próprio, forte, o que vai baralhar as contas, pela banda dos socialistas que, na última vez que se candidata-
ram sem os «reforços» do CDS teve apenas... 93 votos, foi Victor Coelho o candidato. O PSD (328) apresentou Mário Pires. 
Mário Martins: PS,
CDS, Lista Indepen-
dente, ou nada?
- MÁRIO MARTINS: O actual presidente «emi-
grou» do CDS, em 2005, para assumir a lide-
rança da candidatura do PS em Travassô. Era o presidente da Junta eleito pelo CDS (em 2001) e no mandato anterior, o de 1998/2001, fora o ter-
ceiro da lista deste mesmo partido, liderada por Aníbal Pires - que, em finais de 1997, repetiu a vitória eleitoral de 1993, neste caso com apenas mais 6 votos (373) que o PSD de Mário Pires (366), o então presidente. O PS de Victor Coelho teve 142. Mário Martins era o quarto da lista.
O presidente reeleito em 1997 foi Aníbal Pires, que se demitiu sa meio do mandato e foi substituído por Mário Martins. Aníbal Pires ganhou em 1997, para o mandato 1998/2001, com 579 votos, contra os 328 do PSD de Mário Pires e os 73 do PS de Victor Coelho. Mário Martins, nesta eleição, era o terceiro da lista.
Já candidato no primeiro lugar da lista, reelegeu-se presidente, ainda pelo CDS, em 2001, com 631 votos, correspondentes a 63,1% dos 1000 entrados nas urnas. O PSD de Jorge Élio Framegas teve 321 (ou 32,1%). 
Mário Martins reelegeu-se pelo PS em 2005, com 660 dos 961 votos entrados nas urnas (68,68%) e derrotou o PSD de José Correia Lima (225, ou 225%). Voltou a ganhar em 2009, então com 641 votos (63,91%) , contra dos 292  (29,11%) de Ilda Pinheiro (PSD) e de 39 (3,89) de Alberto Maia (BE). 
Em 2013, já concorreu à presidência da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira, ganhando (com 698 votos) a Sérgio Neves, do PSD (570). Não sendo este ano candidato do PS, como ele mesmo anunciou à imprensa de Águeda, será pela Lista Independente? Há quem diga que não será convidado para tal.
Regressará ao CDS?
O desejo de poder justifica as mais inesperadas opções e mudar de cor e de camisola não é propriamente novidade no currículo político-partidário de Mário Martins.
Sérgio Neves: o
PSD, ou o PSD, o
PSD ou... nada
- SÉRGIO NEVES: O actual presidente da As-
sembleia de Freguesia é militante do PSD desde sempre. Foi já líder da JSD de Águeda e ocu-
pa(ou) outros cargos no partido, no âmbito das estruturas juvenis. São conhecidas as suas as-
pirações políticas, mas tem algumas resistên-
cias dentro da Comissão Política Concelhia de Águeda e mesmo até entre os social-democra-
tas de Travassô, que não se revêem na menos ortodoxia do seu actual mandato presidencial.
Ainda assim, deverá ser o líder da lista do PSD. Há 4 anos, ficou a 120 votos (570) de Mário Martins (698). Ele, ou outro candidato, poderá beneficiar, em Travassô, da migração de votos do PS para o CDS.
O seu discurso político é relativamente diferente do de Mário Mar-
tins e o desafio que há 4 anos a sua lista lançou - «Inovar, Mudar, Melhorar» - poderá ser maquilhado para as Autárquicas de 2017. E deixar de ser meramente um slogan. Mas aquilo a que chamou «o nosso compromisso para todos os habitantes de Travassô e Óis da Ribeira» precisa de ser substantivado com a realidade e as potencialidades da União de Freguesias. 
- CDS: O CDS vai apresentar lista em Travassô, depois da «orfandade» provo-cada pela «deserção» de Mário Martins e seus companheiros de lista, em 2005.  
O partido já não se apresentou a eleições em 2005, 2009 e 2013, «escoado» pela emigração de militantes e seus votantes para o PS, arrastados por Mário Martins, Vasco Reis, Horácio Santos e outros. Sem listas nestas três eleições consecutivas, o seu regresso em 2017 seguramente signi-
ficará uma transferência de votos do actual PS, que é eleitoral-
mente uma espécie de «meio CDS».
O CDS, na última vez que se candidatou sem Mário Martins na liderança da lista (foi terceiro), em 1997 e com Aníbal Pires, teve 579 votos. Teve 328 o PSD e 73 o PS.
A apresentação da lista do CDS, e os votos que capitalizar, vai baralhar as contas eleitorais de TravassÓis, contando, inclusivé, com os de Óis da Ribeira - onde o  partido não se apresenta há muitos anos. A última vez, foi em 1997, quando o candidato Albertino Gomes Soares teve 55 votos, o PS de António Tavares 93 e o PSD de Fernando Pires chegou aos 341. Em 1993, Manuel Joaquim Melo teve 110 e Fernando Pires 345.
- LISTA INDEPENDENTE: A imprensa de Águeda noticiou que a Lista Independente para a Câmara Municipal - formada por 4 actuais vereadores do PS - irá apresentar candidatos em todas as freguesias do concelho. Será que Mário Martins, que rejeita candidatar-se pelo PS de Paulo Seara (o candidato à Câmara e agora presidente da Concelhia), «alinhará» por este grupo de vereadores independentes? 
- CDU e Bloco: Não é expectável que a CDU (coligação do PCP com Os Verdes) e o Bloco de Esquerda (BE) apresentem candidaturas em TravassÓis. Ambos têm votos residuais e sem quaisquer hipóteses de eleger candidatos.

quarta-feira, abril 05, 2017

Os 5 eleitos de Óis da Ribeira na Assembleia de TravassÓis

Óis da Ribeira, em primeiro plano, e Travassô. Vista aérea parcial das duas
freguesias, desde 2013 forçadas a uma (des)União política que parece não vingar

Diamantino Correia e Vital Santos, do
PS. e Germano Venade, do PSD, três
dos eleitos de Óis da Ribeira

Os eleitos de Óis da Ribeira na Assembleia de Freguesia de TravassÓis são cinco: Diamantino Correia, Vital Santos e António Horácio Tavares (do PS), Germano Vende e Manuel Almeida, o Capitão (do PSD).
Matematicamente falando, Óis da Ribeira tem maioria votante na Assembleia de Freguesia, valha isso o que valha, mas não tem nenhum elemento no executivo travassÓisense.
Manel Almeida, o Capitão, do PSD, e Horá-
cio Tavares, do PS, outros dois dos cinco
eleitos de Óis da Ribeira na AFTOR
Transitoriamente, o socia-
lista António Horácio Tava-res integrou a equipa de Mário Martins, em regime de substituição (de Marta Morais), mas não consta relevância que isso tenha capitalizado para o interesse da antiga vila. Se a teve, que o crédito lhe seja dado.
A sua episódica passagem pelo executivo, aliás, foi motivo de acesas polémicas na AFTOR, quando o seu mandato substituidor foi (automaticamente) pror-
rogado, no entendimento da Junta de Freguesia e tal não foi comungado pela Assem-
bleia de Freguesia. Nem era carne, nem era peixe - nem era membro do executivo (que exerceu) nem era da Assembleia, numa da mais «poéticas» e delirantes situações vividas neste originalíssimo mandato político autárquico local.
Momento algo original ocorreu na Assembleia de Freguesia de 30 de Junho de 2014, quando, sendo ou não sendo do executivo - a Junta assegurava que era e a AFTOR que não... -, e A. Horácio Tavares foi substituído por Rita Martins. Esta, filha do presidente Mário Martins, todos do PS, sentou-se no lugar mas foi convidada a sair pelo presidente Sérgio Neves (PSD). Só depois foi anun-
ciada como membro efectivo e retomou o lugar. Uma bizarrice!
A imprensa de Águeda deu larga cobertura
às originalidades da Assembleia de Fregue-
sia de TravassÓis
António Horácio Ta-vares (in)voluntaria-mente, «suscitou» outro interessante e original momento da Assembleia de Freguesia, na de Março de 2014, quando esta voltou a funcionar com apenas 8 eleitos - depois da de 24 de Feve-reiro. O nono seria ele, que já “faltara” nessa sessão, embora convo-cado pelo presidente Sérgio Neves. Era vogal do executivo, eleito a 19 de Dezembro de 2013 e por 60 dias - prazo que Sérgio Neves dizia ter acabado a 17 de Feve-
reiro, sem que a sua reeleição fosse solici-
tada, face à prorrogação da auto-suspensão de Marta Neves. 
 António Horácio Tavares sentou-se na mesa da Junta da União de Freguesias, assumindo o seu estatuto de vogal em ambas as sessões. «Faltou» no assento da AFTOR. Estava, mas «faltou».
O presidente Mário Martins disse na altura que “a Junta de Freguesia tem vogal, foi eleito e a lei é clara sobre esta matéria. É claríssima” e que “quem está ilegal é a Assembleia de Freguesia, que tem menos um eleito». Não era essa a opinião de Sérgio Neves, o presidente da AFTOR - numa das muitas situações em que a guerrilha político-partidária teve evidentes características de confrontação político-pessoal. Em prejuízo do colectivo.
Foi umas das várias trapalhadas que caracterizaram este primeiro mandato da (des)União de Freguesias de TravassÓis.

Os 5 eleitos de Óis da Ribeira

Diamantino Correia e Vital Santos, dois dos
 três eleitos do PS de Óis da Ribeira na

Assembleia de Freguesia de TravassÓis 
Diamantino Correia, do PS, terá sido o mais activo e pertinente eleito de Óis da Ribeira, evi-
denciando preparação para a função e sentido de repre-
sentação da causa ribei-rense. No geral, as suas intervenções mostravam estudo dos dossiês e ficou afamada a confron-
tação com o executivo de Mário Martins, quando, uma a uma, citou mais de uma dúzia de obras planeadas e orça-
mentadas, para Óis da Ribeira, que não foram concretizadas.
«Zeeeeeeero!!...», sublinhou ele, repetidamente, a cada uma delas e enumerando as falhas da Junta presidida por Mário Martins.
Terá sido o ribeirense mais activo e fundamentado crítico do executivo mariano, apesar de ambos serem da lista do PS.
O socialista Vital Santos foi discreto, com uma ou outra «fer-
roada» ao executivo, na linha crítica despartidarizada mas menos exuberante e muito menos pró-activo que Diamantino Correia.
António Horácio Tavares, como membro da Assembleia de Freguesia, teve intervenções pontuais, ficando célebre o comentário feito, a dada altura, quando, reagindo ao calor da sessão, disse «eu nem sou de Óis...». Pois não, é de Espinhel.
Germano Venade e Manuel Almeida, o
Capitão - os dois eleitos do PSD de Óis da
Ribeira na Assembleia de Freguesia
O social-democrata Ger-mano Venade também foi discreto e muito direc-cionado a assuntos muito específicos. Foi particu-larmente interventivo no caso da ponte e da inter-rupção de trânsito, canali-zado para a via alternativa (inicialmente térrea) que meses e meses tanto prejudicou o povo de Óis da Ribeira.
Manuel Almeida (Capitão) foi  interveniente quanto baste mas muito mais incisivo quando altercado com Mário Martins, em situações que implicaram o anterior executivo - que ele integrou. Também quando Mário Martins «sugeriu» que o PSD tinha levado documentos da Junta e «falou» do Ministério Público.

Momentos mais ou menos
relevantes deste mandato
A sede oficial da União de
Freguesias de Travassô e
Óis da Ribeira, Travassóis,
em Óis da Ribeira
1 - A localização da sede oficial da União de Freguesias em Óis da Ribeira. A votação teve pelo menos 2 «traido-res», um de cada freguesia. Não se sabe quem. Desconfia-se, apenas.
2 - A delicada questão do aterro, da ponte e das alternativas de trânsito.
3 - O chumbo das contas de 2013 e de 2015. A propósito, já foram aprovadas? E como foi possível aprovar as de 2014, com as de 2013 chumbadas? Vai acontecer o mesmo às de 2016, na Assembleia de Abril de 2017?
4 - O encerramento escola primária de Óis da Ribeira. O edifício tem 3 salas e as crianças de Óis da Ribeira tiveram de ir (vão) para Travassô.
5 - O não calcetamento do Caminho da Calçada, em um outro momento emblemático do actual mandato. A obra não tinha licenciamento, estava começada, os manifestantes queriam que fosse mais largo, o material foi retirado e acabou por ir para Cabanões e o caminho, que era para ser restaurado até Requeixo, por calcetamento, está na mesma. Vingança de chinês?
6 - O não cumprimento, em Óis da Ribeira, de obras planeadas e orçamentadas. Ver AQUI AQUI, também AQUI e AQUI.
7 - As denúncias (dos eleitos do PSD) de alegadas irregularidades administrativas do executivo presidido por Mário Martins (do PS).
8 - A novela da substituição de Marta Neves na Assembleia de Freguesia, por António Horácio Tavares, ambos do PS.
9 - A Assembleia  de Freguesia ter funcionado com 8 eleitos e não os 9, como é de lei. Outra originalidade travassÓisense.
10 - A linguagem usada nas assembleias, por vezes muito des-
respeitadora, excessivamente ofensiva e até algo ordinária.
11 - O caso do Instituto Duarte Lemos (IDL). O presidente da Junta da (des)União era contra e a favor, ao mesmo tempo - conforme a Assembleia onde falasse. O caso foi uma das três únicas vezes de afirmação directa do povo eleitor ribeirense na AFTOR. As outras, foram os da ponte e do encerramento de escola.
12 - A (não) recuperação da cobertura do salão e dos sanitários da sede oficial da União de Freguesias, em Óis da Ribeira, infil-
trada de águas, há mais de 4 anos e quase 4 depois do início deste mandato. E com o edifício a deteriorar-se.
13 - A aceitação, da parte dos eleitos de Óis da Ribeira, da comparticipação da Câmara a uma obra privada (o salão da Comissão Fabriqueira de Travassô), em prejuízo da recuperação da cobertura da sede da União, em Óis da Ribeira. Que tarda(rá). Optou-se pelo benefício de uma instituição privada em desfavor e prejuízo de um bem público - de uma propriedade da União de Freguesias. Inexplicável! O edifício público há (mais de) 4 anos que espera ser intervencionado.
14 - A regular, desrespeitadora e até insolente e arbitrária recusa do presidente Mário Martins em responder a perguntas e esclare-
cer questões dos eleitos da Assembleia de Freguesia ou do públi-
co. Uma «democracia» muito especial e pessoal, típica de man-
datos autoritários, mais sul-americanos que travassÓisenses.
- ETC - E outros mais momentos de práticas menos ortodoxas!

terça-feira, abril 04, 2017

Oposição travassÓisense, votos, denúncias e chinfrins!

Uma das sessões da Assembleia de Freguesia de TravassÓis, no salão da sede
oficial, em Óis da Ribeira. A Mesa da AF (à esquerda), o executivo socialista
de Mário Martins (ao centro) e os restantes eleitos (à direita)
A oposição (PSD) travassÓisense ao executivo de Mário 

Martins (PS/CDS): Germano Venade, Sérgio Neves, 
Sofia Marques e Manuel Almeida (Capitão)


A oposição, em TravassÓis é obviamente o PSD, que tem 4 eleitos na Assembleia de Freguesia - contra os 5 do PS. E é o pre-
sidente Sérgio Neves quem mais tem dado a cara, nem sem-
pre com sereni-
dade e objectividade, mas mostrando (embora signi-
ficativamente melhoran-
do) a verdura da sua am-
bição política. Ele mes-mo, no seu manifesto eleitoral de 2013, mani-
festo de compromisso, admitia que poderiam (os eleitores) achá-lo «demasiado jovem».
Os últimos candidatos da lista do PSD
nas Eleições Autárquicas de 2017 
Ser jovem, todavia, não é pecado e muito menos defeito. Pode até ser alavanca e razão de grandes projectos, esperança de um bom futuro, uma poderosa e ponderada motivação para construir o novo tempo que qualquer político promete -mesmo que não cumpra. Ele mesmo sugeria, no manifesto de 2013, «uma postura activa e dinâmica», afirmando que, e citamo-lo de novo, «não abdico de vos ver a todos, sem excepção, neste projecto». O dele e do PSD.
- ABDICAR. Abdicar, abdicou (dele) a maioria dos eleitores de TravassÓis e principalmente os de Travassô, que deram a vitória ao PS e ao socialistas (do CDS) Mário Martins. Embora «tangen-
cialmente», ficou a 121 votos: PS teve 698 (51,10%), sendo 182 de Óis; e o PSD 577 (41,73%), sendo 227 de Óis. 
Note-se a curiosidade de o PSD ter tido mais votos (227) em Óis da Ribeira que o PS - que se ficou pelos 182, menos 45!
O PS, com ex-CDS´s, porém, «esmagou» em Travassô, a sua base eleitoral: teve 516 votos. O PSD de Sérgio Neves ficou-se pelos 350, a 166 do socialismo democrata-cristão de Mário Martins.
Membros da Assembleia de Freguesia de Tra-
vassÓis: Diamantino Correia, Vital Santos,
Germano Venade, Filipe Almeida e Zélia Ma-
tos. Um PSD (Venade) no meio de 4 PS´s
- PEDIR E EXIGIR: O líder oposicionista e presidente da AF de TravassÓis declarou, em 2013, «ir sempre pedir e exigir o máximo que pudermos e a que tivermos direito». Pois bem, muitas vezes pediu explicações ao execu-
tivo socialista mariano, mas a poucas respostas teve direito. A principal ferramenta de que a oposição dispôs para expor as fragilidades da «monárquica» gover-
nação mariana (o direito à informação e ao escla-
recimento dos seus actos de gestão da coisa pública) não passou, nas mais das vezes, de um enorme chinfrim - no qual, de resto, voluntária ou incons-
cientemente, alinharam quase todos os eleitos da Assembleia de Freguesia, de um e de outro partido - às vezes mais parecendo um concurso de quem fala mais alto, ou interrompe mais vezes.
- DENÚNCIA: O acto mais visível da oposição foi a denúncia de actos administrativos da Junta de Mário Martins. Com uma «vitória» na queixa de Presidente da Assembleia de Freguesia de Travassô e Óis da Ribeira contra o Presidente da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira - Processo n.º 196/2015, teve o Parecer n.º 205/2015, com a relatora drª. Helena Delgado António. Aprovado por unanimidade, o parecer refere que “deve ser facultado o acesso aos documentos solicitados existentes”.
Ao contrário, a que tinha sido feita em Julho de 2015, também pelo presidente da Assembleia de Freguesia, não teve acolhimento da Inspecção Geral de Finanças e foi arquivada.
Brasões de Óis da Ribeira (4 castelos)
e Travassô (com 3). O brasão oficial da
União de Freguesias continua por
aprovar e oficializar. Há 4 anos!
- ASSEMBLEIAS: As sessões da Assembleia de Freguesia foram repetidamente tumul-tuosas e basta lembrar a últi-ma, a de Dezembro de 2016, que foi de caixão à cova, com interpelações agrestes e pro-vocadoras, ameaças de de-núncia ao Ministério Público e acusações de mentiroso, al-drabão, ladrão, parvo e outros mimos, entre os eleitos.
As ameaças de Ministério Pú-
blico foram de Manuel Mar-
ques Capitão (PSD), que exigiu explicações a Mário Martins sobre a acusação (de roubo, afinal...) de que os «laranjas» teriam tirado documentos da se-
cretaria da Junta na Delegação de Travassô, aquando de uma sua fiscalização. Acusação anotada em acta, assim ficando registada para a história de democracia travassÓisense.
Isto foi possível? Foi possível, sim senhor, aconteceu e foi visto e ouvido por muita gente, sob o olhar cúmplice e a participação activa do líder da oposição - que, aliás, frequentemente foi actor activo dos tumultos em que transformaram as Assembleias de Freguesia de TravassÓis, nomeadamente nas suas réplicas e tréplicas com Mário Martins, o presidente da Junta de Freguesia.

segunda-feira, abril 03, 2017

Algo do que a oposição não fez e poderia fazer...

Quarteto da oposição travassÓisense, todos eleitos do PSD: Sofia Marques, 
Germano Venade, Sérgio Neves e Manuel Almeida (Capitão)
Alguns dos candidatos da lista do PSD
travassÓisense em 2013 (a 2017). 

A oposição travassÓisense, nas Autárquicas de 2013 e quando muito legitimamente aspirava a ganhar as elei-
ções, citou Sá Carneiro: «Por muito que se tenha sido educado no descrédito da política, é-se forçado a re-
conhecer que, quando se começa a tomar em profun-
didade consciência da nossa própria existência pessoal e das realidades que nos cercam, somos constantemente conduzidos a ela».
A Mesa da Assembleia de Freguesia: Sofia
Marques, Sérgio Neves (presidente) e Manuel
 Almeida (Capitão), eleito do PSD. E, à direita,
o presidente da União: Mário Martins (PS)
- POLÍTICA: O povo de TravassÓis, nestes 4 anos de (des)União de Freguesias, não foi conduzido à política, atraído a esse generoso dom de servir o povo!... Foi afastado dela, pelos maus exemplos da política e dos políticos locais, lamentável e exemplarmente exposta nos sucessivos lavares de roupa suja, na violência do ataque pessoal exacerbado, no desrespeito entre eleitos e na gratuitidade quase leviana de algumas afirmações em que se transformaram algumas das Assembleias de Freguesia.
Culpa não só da oposição, é justo dizer. Mas também da oposição, que lidera(va) os trabalhos, que os (não) orientou, que deles não expurgou o crescente e latente mau-estar que levedou em querelas mais pessoais (e pessoalizadas) que do interesse colectivo.
- CONSCIÊNCIA: Quer oposição, quer o poder local instituído, nem sempre, assim parece, se consciencializa(ra)m do seu papel político, da nobreza do cargo que ocupa(ra)m e das reais obrigações que te(ria)m para com a comunidade eleitora. E a que se auto-propuseram. Não é bastante, para ser político, mesmo mediano ou sofrível, ou mau..., não é bastante citar Sá Carneiro.
Manifesto eleitoral de Sérgio Neves, em 2013. O
 papel é humilde: como nos jornais, aceita tudo
o que nele querem escrever
- DESCRÉDITO: Sá Carneiro não imaginaria que, 35 anos depois da sua morte, fossem os seus pensamentos citados sem que se tornassem exemplo para quem, neste 2000 e tal depois de Abril, descredibiliza a política.
«Contamos consigo», com quem? Com,
porventura, o povo esquecido depois
de qualquer acto eleitoral?
- PROMESSAS: Não pode a oposição, e não deve, ser responsabilizada pelo que prometeu concretizar. Não foi executivo, pelo que tal não poderia concretizar. Mas, agora citando Sérgio Neves (o então candidato a presidente da Junta e depois eleito presidente da Junta de Freguesia), «a melhor maneira de prever o futuro, é criá-lo».
Pois que diga o PAF o que criou, e o seu partido, para melhor preve(ni)r o futuro do Centro de Saúde, do Pólo Educativo, da pateira, da praia fluvial (onde?), do armazém (onde?) e reequipamento da Junta de Freguesia (onde, na sede ou na delegação?), infra-estruturas, pavimentações e acessibilidades (mas quais?), dos parques de Nossa Senhora do Amparo e Almear (só estes?), do trânsito (onde?) e do ambiente (como?), da Fonte de Cabanões (e as de Óis da Ribeira?), da limpeza de espaços públicos (com que pessoal?), da habitação social (onde, em Travassô ou em Óis da Ribeira?), de actividades de lazer (em que parques?, ou em que espaços?), apoio a todas as actividades, tradições e instituições da União de Freguesias, criação de um gabinete de apoio à freguesia (onde?; na sede oficial da União ou no vão de escadas da modesta e inapropriada delegação de Travassô?) e de um site. 
Um site? Bem que, como oposição responsável, servidora do interesse colectivo e atenta, poderia criar um site, um blogue ou uma página pública de facebook e nele(s) expor as grandezas e as potencialidades da (des)União de Freguesias, as suas fragilidades ou aspirações mais prementes! Nele, informar o povo eleitor da actualidade real.
Mas, népia! Nem o que facilmente poderia fazer, fez a oposição.
Soube, isso sim, alimentar e multiplicar a chicana política e as diferenças não construtoras, de braço dado neste caso, e muito, muito igual, ao poder eleito e instituído. Esteve o testo para a panela. Ou a panela para o testo.

domingo, abril 02, 2017

Oposição política do PSD de TravassÓis...

A equipa do PSD que, em 2013, quis ser poder executivo na então
fresquíssima União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira - TravassÓis
Os 18 primeiros candidatos das Autárquicas
 de 2013, do PSD de TravassÓis. Os primeiros
18 da eventual oposição local
O executivo de TravassÓis: o presidente Mário
 Martins, com Horácio Tavares (à esquerda)
e Horácio Santos. Poucos ouvidos deu à opo-
 sição - a dos eleitos do PSD e  a dos do... PS!

O PSD de TravassÓis foi, nas mais das vezes e bem se pode dizer, o oposto de ser oposição. Por ausên-cia de alternativas, entre-teve o tempo em ques-tiúnculas menores e desa-
foros pessoais muito lo-calizados que nada favo-receram a sua proposta eleitoral: a de «INOVAR | MUDAR | MELHORAR».
Vejamos:
- INOVAR: Inovar, inovou, mas se devemos admitir como simpática a promessa de «um projecto político autêntico e a pensar no curto, médio e longo prazo, garantindo a sustentabilidade e sobretudo o futuro», fica-se por aqui a bondade da inovação. 
O projecto, a existir, não passou ao conhecimento dos eleitores que, das Assembleias de Freguesia, fica(ra)m com a ideia mais de um arena de ataques e escaramuças verbais e muito menos de espaço de diálogo construtor de melhores futuros. Ser oposição não é, necessariamente, botar abaixo o poder executivo, ou desnudar pecadilhos dos agentes executios. Pode ser, e deve mesmo ser, um alicerce colaborante, sem perder (nunca) o espírito critico e a capacidade de combater ideias, mas ter a competência para questionar, com alternativas credíveis. 
O PSD de TravassÓIs não inovou a arte de fazer política,
Pô-la a tratos de polé, diminui-a, tornou redundante a banal e fútil acusação (a de acusar, por acusar...). Banalizou-a e banalizou-se.
Sérgio Neves, o presidente da Assembleia
de Freguesia de TravassÓis e líder da opo-
sição, ladeado pelos secretários Manuel
Almeida (Capitão) e Sofia Marques
- MUDAR: O PSD de TravassÓis mudou o quê? Não fiscalizou convenientemente os actos do executivo mariano, embora o tenha denunciado administrativamente. Mas deu isto em quê? Foi uma oposição vulgar, auto-banalizada, sem créditos (tanto quanto se viu) para obstaculizar o mandato autoritário e descoordenado do executivo mariano - que sucessivamente fez o que quis e não quis, esquivando-se à autoridade da Assembleia de Freguesia e tomando, até, decisões avulsas e fora dos planos de actividade aprovados em sede própria. 
O PSD de TravassÓis, quanto a Óis da Ribeira, apenas mudou algumas pessoas, algumas das quais se representavam apenas a elas mesmas mas que apareceram listadas no lugar de «dinossauros» autárquicos então extintos.
A.Horácio Tavares, Diamantino Correia
 e Vital Santos (PS) e Germano Venade, mais
Manuel Almeida, o Capitão (foto em cima)
os eleitos de Óis da Ribeira na da AF, os dois
últimos do PSD
- MELHORAR: «Unir pontos comuns» das duas freguesias era proposta da lista do PSD. Não foram ditos, então ou depois, quais eram os pontos comuns. Há poucos, tanto poucos que fácil seria elencá-los. Mas, tal qual outras candidaturas, também a do PSD de TravassÓis se ficou pelas banalidades, pelos lugares comuns, pela conversa da treta. 
Os grandes objectivos, mesmo na oposição, ficaram engavetados e é possível dizer-se, sem exagero mas com justiça, que, na defesa dos interesses de Óis da Ribeira e neste mandato autárquico socialista mariano, bem mais activos estiveram os socialistas ribeirenses, principalmente Diamantino Correia e menos Vital Santos. António Horácio Tavares esteve no executivo e, em Assembleia de Freguesia, fez questão de sublinhar, alto e bom som, que, e citamo-lo, «eu nem dou de Óis».

sábado, abril 01, 2017

O que fizeram os eleitos em 4 anos de Poder Local

A pérgola seria para, para quê? É a obra mais
 visível, em Óis da Ribeira, da (des)União de
TravassÓis, em 4 anos de mandato


O alargamento foi para quê? Sabe-se que é
 obra não constante do plano de actividades
«A pérgola, na entrada de Óis do lado da Ponte, é a obra mais visível do consulado mariano (de Mário Martins) à frente dos destinos da jovem e desprotegida (des)União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira - mais conhecida por TravassÓis», assim escrevia o d´Óis Por Três, AQUI e a 18 de Dezembro de 2015. Há ano e meio.
Ano e meio depois, a realidade continua a ser mais ou menos a mesma, embora esteja por testar a utilidade de semelhante empreendimento. Assim como o muro novo, para alargamento da rua e putativa criação de condições de segurança na entrada de Óis da Ribeira, do lado de Espinhel. Só que não se entende lá muito bem (ou nada) quanto alargou a rua (nada!...) e que melhores condições de segurança cria. Podem mostrar quais são? Existem?
O que se sabe, e isso é certo, é que interrogado na Assembleia de Freguesia, o presidente do mariano executivo da (des)União de Freguesias de TravassÓis, desviou a questão para canto, com aquela notável e sempre supreendente habilidade que tem para jogar à defesa, atirar para canto e contra-atacar quando lhe convém! Como tantas vezes fez, assim lhe interesse.
A Fonte do Valbom esteve pelo menos meio
 ano para ser restaurada, depois da
 enxurrada do temporal de 12/02/2014
- TUDO MAL?: Tudo correu mal, tudo foi ineficácia no tempo do primeiro mandato da  (des)União de Freguesias? Naturalmente, não!
Nem tanto ao mar, nem tanto à terra.
A Fonte do Valbom depois de restaurada
As valetas foram algumas vezes limpas, os espaços ajardinados algumas vezes regados (nem que fosse pelo anterior presidente, a título particular. Demorou meses e meses, mas (tinha de ser) restaurou-se a fonte do Valbom, arrasada pela enxurrada do temporal de 12 de Fevereiro de 2014 e que só foi recuperada em Agosto seguinte - exactamente meio anos depois. Mas foi!
A candidatura do PS anunciou
como feito, em 2013, o que só

 feito em 2015: a demolição
- LARGO DA IGREJA: Obra da Junta? Não. Obra da Câmara Municipal de Águeda. A candidatura vencedora até se deu ao luxo de, através de manipulação de imagem, mostrar a curva da Igreja como se a casa de Maria Eugénia Reis tivesse já sido posta baixo em 2013 (como se vê na imagem ao lado), quando, na verdade, só foi demolida em Junho ou Julho de 2015. 
Isto é pura magia!
O panfleto socialista das eleições autárquicas de 2013 diz, sem tirar me pôr, que «mais do que as palavras, as imagens que se seguem, demonstram a mudança silenciosa realizada no nosso mandato. Percorrendo Travassô e Óis da Ribeira, encontraremos sinais de mudança e melhoria que se foi realizando ao longo do tempo. Muito mais a fazer. Esta é a dinâmica com que nos comprometemos em prol do desenvolvimento das freguesias». 
Há na verdade muito mais há a fazer, em prol do desenvolvimento das duas freguesias da (des)União. E não esquecer tanto a de Óis da Ribeira. Mas não manipulem a realidade ou façam «magia» nas fotos, para iludir o Zé Povinho.
- A PONTE: Obra da Câmara Municipal de Águeda. Ponto final.

Ch