sábado, julho 04, 2020

Os dias de Óis da Ribeira no dias 4 de Julho...

A casa, à esquerda, que foi do professor Dinis
Pires da Silva e agora é da neta Vera, 
junto à capala de Cabanões

Os dias de Óis da Ribeira
nos dias 4 de Julho...

1 - Ano de 1918,
já 102 anos !
Professor Dinis
Pires da Silva

O professor Dinis Pires da Silva casou há 102 anos, aos 22 e a 4 de Julho de 1918, com Ana Sousa da Conceição, de 28, natural de Pelotas, Estado de Rio Grande do Sul (Brasil), filha adoptiva de Manuel Jacinto de Sousa e Ana Rocha de Sousa, de Travassô. 
Vera Silva
Professor do ensino primário, foi figura de destaque da vida política aguedense, Chegou a ser vereador, de tal modo que a Junta de Freguesia de Travassô, os anos 80 do século XX, atribuiu o seu nome à principal rua de Cabanões, onde viveu e faleceu.
O casal teve dois filhos: Fernando (?) e Célia e netas são Vera Lúcia da Silva Conceição, que mora na casa do avô (em Cabanões), as irmãs Rosa Maria e Ana Rosa, e os já falecidos capitão Vasco César Silva e a professora Célia da Silva Conceição.
Dinis teve pelo menos três irmãos: os gémeos Artur e Maria da Assunção (Maria da Volta), que casou com José Maria da Conceição, de Recardães, e faleceu a 5 de Agosto de 1983, mãe de Zulamar (Zola), Ondina e Orlando Rino (ausente no Brasil, em Rio Grande). Artur casou com Orência Vergara Maciel, a 30 de Julho de 1934, em Rio Grande, Rio Grande do Sul (Brasil), e lá faleceu a 10 de Fevereiro de 1995.Também irmão de César Pires da Silva, que foi casado com a cidadã francesa Cecile Florence Charlotte Guillaume e faleceu a 31 de Julho de 1971, donos da casa apalaçada que foi de Armando Resende e demolida há alguns anos, frente à de José Resende, agora do seu neto João Gomes.
O professor Dinis Pires da Silva nasceu a 14 de Novembro de 1894 e era filho de Diamantino Francisco da Silva, estucador de Fermentelos, e de Ana Pires Soares, agricultora e de Óis da Ribeira. Faleceu a 14 de Janeiro de 1967, há 53 anos.
Notícia no «Jornal da «ARCOR»

2 - Ano de 2002,
há 18 anos !
Iniciação ao ténis
na ARCOR

A ARCOR, no âmbito da suas actividades de dinamização desportiva, promoveu em 2002 e 2003 a iniciação ao ténis.
A iniciativa de 2002, a pioneira da modalidade em Óis da Ribeira, envolveu as crianças das suas valências sociais e foram orientadas pelo professor Fernando Vilela, antigo campeão nacional da modalidade (como atleta) e ao tempo treinador (como ainda hoje) do Clube Ténis de Águeda, decorrendo nos dias 3 e 4 de Julho de há 18 anos, no polidesportivo das Pedrinhas da Forca - propriedade da associação e hoje e desde há vários anos infelizmente abandonado peças sucessivas direcções arcorianas.
A direcção da ARCOR desse tempo de há 18 anos era presidida por Celestino Viegas e, como se vê a página do jornal da associação (acima), a iniciação foi muito participada. A iniciativa repetiu-se em 2003, desta feita no parque da pateira

sexta-feira, julho 03, 2020

Cemitérios de Óis da Ribeira ficam ligados por arruamento

A casa que foi demolida, atrás da Igreja Paroquial e que foi residência de Alípio 
Fernandes da Silva e Carmen Pinheiro Estima, agora da herdeira Helena/José Alves
A ligação projectada pelo d´Óis Por Três
a 21 de Novembro de 2019

A Junta de Freguesia da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira, pressurosa como sempre, quando pensa dar grandes notícias, veio anunciar - e bem!!!... - que está criada a 
A ligação já pré-feita, tal e
qual o d´Óis Por Três anunciou
ligação entre os dois cemitérios de Óis da Ribeira.
O que é uma boa notícia.
Não é uma obra primordial, nem sequer está prevista no projecto político anunciado nas eleições intercalares de 2019 e nem faz parte do plano de actividades e orçamento de 2020, mas, pronto, esqueçamos isso, é obra útil e tem interesse público.

A idade dos desejos
da população...

«Cemitérios de Óis da Ribeira finalmente unidos», proclama, entretanto e tonitroante, a Junta de Freguesia - por exemplo olimpicamente ignorando que deve prestar contas e delas não fala nas suas redes sociais,  nada dizendo (de contas) nas duas recentes assembleias.  
Tá bem, ok...., a gente sabe, a UFTOR tem órgãos fiscalizadores à altura e ao d´Óis Por Três a Junta de Freguesia de Sérgio Neves não tem, na verdade, que prestar contas e/ou declarações.
Que aliás recusa.
O que não pode passar em claro é ler que a ligação entre os dois cemitérios é «um desejo desde 1993, de toda a população, tentado ao longo de vários executivos de Junta e que foi finalmente conseguido chegar acordo com os proprietários».
Ora, ora, presidente....ninguém estava desde 1993, ano de abertura do cemitério novo, no consulado de Manuel Soares, para fazer esta obra. Mas qual obra?
O que se quis fazer, em algum tempo já do século XXI, por volta de 2004/2005, foi coisa muito diferente e que nada tem a ver com arruamento de 2 para 3 metros que vai abrir. O que se pensou foi comprar todo o terreno e a casa para logradouro da Igreja e cemitérios e, então, sim, a criação de um parque público e a tal grande obra de ligação entre ambos (a de 20 e tal poucos metros quadrados) de que tanto se gabarola.
Ora pergunte lá à sua secretária e ao mesmo tempo comissária da Fabriqueira?
Ora, porque é que se acha no direito de recriar verdades e factos?

Quanto custou cada
metro quadrado !

Já agora, perguntando nós já seguros que a Junta de Freguesia da UFTOR nunca responderá, a quanto ficou cada metro quadrado da «grandiosa» obra que proclama?
Nem diga! Sabemos que não dirá.
E também será certo o proprietário do pequeno terreno cedido, os tais 20 e tais metros quadrados, «moita carrasco», seguramente também nada dirá sobre o leonino negócio que fez e saberá ele bem porquê!
Já agora, foi a 21 de Novembro de 2019, há mais de 7 meses, que o d´Óis Por Três AQUI deu a notícia da ligação dos cemitérios, então negada pelo executivo de Sérgio Neves. 
Sabíamos e anunciámos.
- Ver imagens AQUI

Os dias de Óis da Ribeira nos dias 3 de Julho...

Procissão em Óis da Ribeira em data desconhecida do século XX.
Álbum do encontro de gerações de ÓdR, a 31 de Julho de 2018
P.e José Bernardino
filho de Maria José
Santos Silva
Os dias de Óis da Ribeira
nos dias 3 de Julho...

1 - Ano de 1904,
há 116 anos !
Maria José dos Santos Silva foi
líder política de Óis da Ribeira!

Maria José dos Santos Silva foi líder do Partido Progressista, em Óis da Ribeira, coisa invulgaríssima, verdadeiramente excepcional, por esse tempo dos finais do século XIX.  Mulher líder de um partido político?! Pois foi isso mesmo!
Mãe do padre José Bernardino dos Santos Silva, faleceu a 3 de Julho de 1904, há 116 anos, e era filha do cirurgião José dos Santos Silva e de Ana Catarina Soares. Casou com o lavrador Manuel Tavares Duarte, a 28 de Fevereiro de 1868, e o casal, além de Maria José, teve ainda os filhos Josefina, Clotilde, Maria Bernardina e, pelo menos um(a) outro(a), cuja identidade desconhecemos.
Política activa, na passagem do século XIX para o XX, dirigiu localmente o Partido Progressista, que foi extinto após a implantação da República, em 1910. Opunha-se ao Partido Regenerador e à ditadura de João Franco, distinguindo-se Maria José pelo trabalho político e o bem que fazia aos pobres da vila de Óis da Ribeira.
Ponte de Óis da Ribeira

2 - Ano de 1949, 
há 73 anos! 
Acta de louvor a Salazar
pela construção de ponte

A Junta de Freguesia de Óis da Ribeira, reunida a 3 de Julho de 1949, há 71 anos, saudou a Revolução do Estado Novo e a Presidência de António de Oliveira Salazar por dar(em) «inteira satisfação« à aprovação do projecto de construção da ponte sobre o rio Águeda.
O projecto e plantas já estavam executadas e, estando concluídas, «dentro em breve mandará proceder à realização da obra», há muitos e muitos anos desejada e esperada pela população de Óis da Ribeira.
O Ministro das Obras Públicas era o engº. José Frederico Casal Ribeiro e a Junta de Freguesia de Óis da Ribeira formada por Benjamim Soares de Freitas (presidente), Manuel Soares dos Santos (Lopes, tesoureiro) e José Maria Estima (secretário).


3 - Ano de 1999,
há 21 anos! 
Canoagem da ARCOR
patrocinada pela SIMRIA

A Secção de Canoagem da ARCOR passou a ser patrocinada pelo SIMRIA, nos termos de um protocolo assinado há 21 anos.
A direcção da ARCOR era presidida por Fernando Reis e a secção de canoagem coordenada por António Jorge Tavares, que na altura comentou ser «uma colaboração que se divide em dois planos e muito interessante para ambas as partes».
A canoagem da ARCOR, a esse tempo, estava em vésperas de iniciar a construção do hangar, na actual localização, e com custos que andavam na ordem dos 12000/13000 contos. Ou, a contas de hoje e segundo o conversor da PORDATA, qualquer coisa como 86.721,73 / 93.948,54 euros.
Tiago Tavares de bronze, à di-
reita, no Europeu de Juniores
 de 2011, na Croácia

4 - Ano de 2011,
há 9 anos !
Tiago Tavares de bronze
no Europeu de Canoagem

O canoísta internacional Tiago Tavares, da ARCOR, foi medalha de bronze dos Campeonatos da Europa de Juniores, em C1 200 metros, com o tempo de 0,41.685. 
A prova decorreu a 3 de Julho de 2011, há 9 anos, em Zagreb, na Croácia, e o vencedor foi Byan Mihaylo, da Bulgária (com o tempo de 0,40.659), conquistando a medalha de ouro. A de prata, foi para Martin Fuksa, da República Checa (0,41.361).
O canoísta arcoriano e óisdaribeirense - que mais tarde se viria a sagrar campeão do  mundo de sub-23, entre outros títulos nacionais e internacionais - foi recebido em Óis da Ribeira com foguetes e dirigentes federativos e da ARCOR, quando e onde entusiasmado afirmou que «farei sempre o meu melhor». E fez!

quinta-feira, julho 02, 2020

O Pólo de Saúde, ou posto médico, e outras coisas mais...

A sede, na vila ribeirinha, da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira
As más governações abundam em sociedades
de elites disfarçadas de democracias, onde
se instalaram profundas desigualdades!

Os eleitores de Óis da Ribeira e Travassô pouco ligam ao que se passa com a política local e os seus actores no activo. 
A ausência e  indiferença às últimas sessões é disse evidência clara - depois das trapalhadas circenses que se encenaram de 2013 até agora.
A culpa não deste ou daquele: é de todos. E dos eleitores, que os elegeram.
Também dos 632 dos 2020 inscritos nos cadernos eleitorais que se marimbaram nos candidatos e nas propostas, promessas e quejandos das 6 listas (ena, tantas!!!...-) que a 24 de Fevereiro de 2019 se apresentaram a sufrágio nas eleições intercalares.
A culpa é de todos, deste (des)governo e do anterior (des)governo.
A culpa é de todos os que prometeram e não cumprem. E se desacreditam aos olhos do povo que neles (des)confia.
É de todos quantos, e não são poucos, que se julgam imunes e salvaguardados em vacinas de maioria que desequilibram e desfiguram a democracia. 

Mandatos divinos
e ditaduras 

A governação actual, na forma como actua, decide e comunica, age como se fosse o expoente máximo da competência, da capacidade política e até da infalibilidade, como se fosse portadora de uma espécie de mandato divino que lhe outorgaria, se possível ad eterno, o direito a dirigir, sem passar cartão,  os destinos do território que devia governar com competência, agilidade e justiça. Não em ditaduras, por muitas maiorias que disponham.
As más, deficientes e frágeis governações abundam, perigosamente, em sociedades de elites disfarçadas de democracias, onde se instalaram profundas desigualdades!
Por alguma razão o povo se desinteressa cada vez mais pela coisa política e destrata os políticos, os ignora - continuando, alegremente, a não perder os tiques de quem está habituado a viver com pouco e a pouco exigir.
Adiante!
A imagem do pólo de saúde em... papel

Um pólo ainda sem
«saúde» para andar...

A última sessão da Assembleia de Freguesia de Travassô e Ois da Ribeira, foi tempo para, em tempo do público, Maria Conceição Reis, uma óisdaribeirense descendente, questionar o executivo de Sérgio Neves sobre o (não) caso do Posto Médico de Travassô. O Pólo de Saúde.
Que deve «ser uma prioridade», o que é evidente, disse a ex-centrista, ex-socialista e agora juntista. Que seria (é) «importante o presidente da Junta estar disponível para resolver essa situação com o presidente da Câmara». 
O que também é evidente.
Só que Maria Conceição Reis falou de alhos e Sérgio Neves respondeu-lhe com bugalhos, remencionando «o dinheiro em falta» - os não sabemos bem quantos euros que a Câmara não transferiu no trágico período em que algumas senhoras e senhores da desastrada política local não elegeram uma Junta de Freguesia.
Ponto prévio: o d´Óis Por Três também acha que a Câmara Municipal de Águeda é devedora.
Ponto seguinte: é inenarrável a forma como o presidente da Junta de Freguesia recebeu o presidente da Câmara, a vereação e toda a Assembleia Municipal na sessão de Óis da Ribeira, a 28 de Fevereiro de 2020. 
Outro ponto: o presidente da Câmara disse a Sérgio Neves para se sentarem e fazerem as contas. 
E disse também, quanto ao Pólo de Saúde, que a Câmara apoiaria a opção a UFTOR, qual fosse: a construção de um novo edifício, ou a requalificação do actual. 
Sérgio Neves
 (PJ do PSD)
M. Conceição
Reis (Juntos)

Caderno de encargos
do Pólo de Saúde

Maria da Conceição Reis, há uma semana e comentando a resposta de Sérgio Neves, considerou, e bem, que «estavam a misturar dois assuntos» e que, isso sim, «deviam concentrarem-se numa coisa de cada vez».
«Seria importante ter uma resposta definitiva da Câmara no próximo mês», disse Maria da Conceição Reis, que, logo depois de breve troca de perguntas e respostas, foi impedida de falar, à ordem institucional de Sara Silva (PSD), a presidente da Assembleia de Freguesia.
Sérgio Neves continuou a falar, esse sim, e afirmou, ironizando, que «para Águeda, o Mercadona tem mais prioridade do que o Centro de Saúde de Travassô». Maria Conceição Reis concordou que «a prioridade tem que ser o Centro de Saúde» e que, acrescentou, «se depois existir mais dinheiro, que vá ser investido noutros locais da freguesia».
O quiprocuó iria continuar, blá-blá-blá..., Maria Conceição Reis ainda interrompeu Sérgio Neves e afirmou que, certamente por ter dúvidas (dizemos nós), ia «tentar entender junto da Câmara Municipal de Águeda se a situação está no ponto que Sérgio Neves afirmou». Tentar saber, disse Maria Conceição Reis, «saber como cidadã da União de Freguesias e mais nada».
«Nem aos emails respondem», disse-lhe Sérgio Neves, antes de ser lida a acta e aprovada em minuta.
O d´Óis Por Três sabe, entretanto, que a questão foi levantada por Sérgio Neves na Assembleia Municipal de 26 de Junho de 2020, tendo o presidente Jorge Almeida informado que o processo está em fase de preparação do caderno de encargos, desde a semana que decorre. Assim seja!

Os dias de Óis da Ribeira nos dias 2 de Julho!...

Abertura de propostas do concurso do centro social da ARCOR e sede da Junta de Fregue-
sia de Óis da Ribeira, a 2 de Junho de 2001, há 19 anos: Milton Santos, Manuel Capitão,
Celestino Viegas, Rosa Helena Santos, engº. José António Barreiras e Armando Ferreira
O casal Manuel Resende e Bernardina Silva,
pais de Albano Resende, falecido há 111 anos

Os dias de Óis da Ribeira
nos dias 2 de Julho!...

1 - Ano de 1909,
há 11 anos !
A morte do bebé
Albano Resende

O casal Manuel Maria Ala de Resende/Bernardina Tavares dos Santos Silva, consorciado a 30 de Junho de 1904, ficou de luto pela morte de seu filho Albano, a 2 de Julho
Assento do óbito de
Albano Resende (1909)
de 1909, há 111 anos e com apenas 6 meses de idade.
A criança tinha nascido a 30 de Dezembro de 1908, às 2 horas da madrugada, e foi baptizado na Igreja de Santo Adrião de Óis da Ribeira a 31 de Janeiro de 1909, apadrinhado por Manuel Francisco Gomes e Catarina Mendes Ala, casados e ambos de Águeda.
As cerimónias religiosas (baptizado e funeral) foram celebradas pelo padre José Bernardino dos Santos Silva, tio materno de Albano, e o casal viria a ter os filhos José, Manuel (Neca) e Armando Resende - que, este, viria a ser presidente da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira de 1955 a 1959, de 4 de Abril da 1962 a 31 de Dezembro de 1963 ( secretário de 2 de Janeiro de 1960 a 3 de Abril de 1962) e mandatos de 1964/1967 e 1968/1971. 
O pai Manuel Maria, o Resende das Barbas, foi proprietário e grande comerciante de Óis da Ribeira, no espaço que hoje é  ocupado pelo edifício de Aníbal Saraiva. 
O Centro Social da Arcor já construído, em 2005 

2 - Ano de 2001,
há 19 anos !
Abertura de propostas do
Centro Social da ARCOR

A abertura de propostas das obras de construção do Centro Social da Arcor e sede da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira foi a 2 de Julho de 2001. Há 19 anos!
O acto decorreu no salão da então sede da JFOR (agora, da Tuna / AFOR), por cima da sede da associação - esta na cave do edifício da agora chamada Rua Jacinto Bernardo Henriques, então Rua da Ponte.
Concorreram 4 empresas, que apresentaram as seguintes propostas:
1 - Construtora da Bairrada, de Perrães, Oliveira do Bairro, que construiu a primeira cave: 192 005 928$00, seriam agora 1 292 604,17 euros, segundo o conversor da Pordata.
2 - ENCOBARRA Construções, da Mealhada: 197 517 470$00, seriam agora 1 329 708,45 euros.
3 - SÓCERTIMA Construções, de Anadia: 196 424 519$00, que seriam agora 1 322 350,59 euros.
4 - Construções Marvoense, da Ventosa, na Mealhada: 149 713 962$00, seriam agora 1 007 890,19 euros.
A Comissão de Abertura das Propostas era presidida por Celestino Viegas (presidente da direcção da ARCOR) e incluía Manuel Almeida (Capitão, da Junta de Freguesia) e os presidentes da assembleia geral (Milton Santos) e conselho fiscal da ARCOR (Armando Ferreira), com apoio dos técnicos camarários engº. José António Barreiras e Rosa Helena Santos.
A proposta vencedora foi a da empresa Construções Marvoense.

quarta-feira, julho 01, 2020

Uma Junta de Freguesia que não fala e responde à Tuna / AFOR

A sede da Tuna / AFOR está cedida pela Junta de Freguesia até 2111
Os órgãos sociais da Tuna / AFOR para o triénio 2020/2022. Da
esquerda para a direita, Carla Tavares, Marisa Silva, António
Reis, António Soares, Armanda Marques, Gabriela Reis e Carla
Duarte. Atrás: João Baptista, Victor Fernandes, Ricardo Branco,
Sandra Marques, Jorge Élio Framegas e Paulo Gomes. 
Faltam João Pedro Bastos  e Carlos Vidal

O período da última sessão da Assembleia de Freguesia de Travassô e Óis da Ribeira (AFTOR) para a intervenção do público, no dia 15 de Junho de 2020, foi tempo para a presidente Sara Silva (PSD) interpelar Gabriela Reis, correspondente do jornal «Região de Águeda», referindo-lhe que «uma vez que escreve para o jornal e estava presente, devia ter atenção à maneira como escreve».
A neo-forma de censura - quem havia de dizer, nos tempos que correm?!... -, inusitada e não regimental, ainda deu para a presidente-autarca qualificar o trabalho de Gabriel Reis, classificando-o de «incompleto e com falhas». 
Isto é, conclui o d´Óis Por Três e por evidente exclusão de partes, sem alguém querer melindrar: o trabalho da jornalista não é a verdade oficial.
Sérgio Neves num magusto da Tuna / AFOR.
Outros tempos, mais amistosos... Agora,
diz ele, nem fala com a associação

Presidente da Junta não
responde à Tuna / AFOR

Dito isto e sem dar oportunidade para ter resposta, a presidente usou da liberdade que não deu a outros - os da verdade não-oficial... - para outras coisas dizer e, após isso, dar voz a Marisa Silva, dirigente da Tuna / AFOR e ali obviamente como público, que se dirigiu à mesa da Assembleia de Freguesia afirmando que «é vergonhoso o que escreveram em acta».
«A acta refere que quis dar sugestões e propostas para o regulamento de apoio ao associativismo, quando apenas informei que foram dadas imensas propostas e questionei se estavam contempladas no novo regulamento», protestou Marisa Silva.
Sérgio Neves, altercado pela dirigente da Tuna /AFOR, afirmou, surpreendentemente, que não respondia a nada que tivesse relacionado com a Associação Filarmónica de Óis da Ribeira. Como?
Gabriela Reis, também directora da Tuna/AFOR,  interveio e começou por se penitenciar de «algum tipo de lapso na notícia» e relembrou o executivo e a Assembleia que «no jornal era impossível reportar toda a Assembleia anterior».
Mostrou desagrado com a acta, uma vez que dizia que ela mesmo tinha afirmado que (a Tuna/AFOR) usufruiu da sede durante 99 anos e que a associação já tinha direito a ela e que tinha dito que a Festa do Peixe continua a ser feita porque tinha apoio da Junta de Freguesia, porque se não dava prejuízo.
«Tudo mentiras e ninguém as quis alterar», disse Gabriela Reis, que é secretária da direcção da Tuna / AFOR, além de correspondente do jornal «Região de Águeda, acrescentando que a acta refere que o presidente da Junta não cedia a sede porque não se sentia confortável.
Ora, segundo Gabriela Reis, «na verdade, ele afirmou que nunca iria passar a sede para o nome da associação, enquanto for presidente de Junta». 
Já agora e só para lembrar, em 2016 e então presidente da Assembleia de Freguesia, Sérgio Neves afirmou que «só chega aos 119 anos de idade quem tem alicerces muito fortes, com bases de pessoas que dão muito de si». Elogiava a Tuna / AFOR que agora «ignora».
Gabriela Reis e António
Reis, secretária e presi-
dente da Tuna/AFOR

Actas na internet
emails e reuniões

A intercalação continuou com a persistente Gabriela Reis a referir «eventos com prejuízo ou lucro», afirmando que «sim, o presidente afirmou que a nossa festa dava prejuízo», o que não será verdade, e convidando-o «a começar a participar nas assembleias da associação, como sócio».
«O evento nunca deu prejuízo», disse Gabriela Reis.
Sérgio Neves, algo enfadado, considerou que «era muito interessante ver dois membros da associação com transcrições da acta da Assembleia» e, também que «era muito estranho pessoas estranhas à Mesa da Assembleia terem acesso a documentos (...)  já espalhados na internet, com expressões usadas em Assembleia».
Assim, insinuando que Gabriela Reis andava a escrever na internet sobre as Assembleias e que tinha acesso à acta, por momentos deu para perceber que já se tinha esquecido (ou isso quis fazer crer...) que a acta tinha sido lida na sessão. E que as duas dirigentes da Tuna / AFOR reagiam ao que lá estava escrito - eventualmente não tão verdadeiro quanto o documento reporta(va).
Sérgio Neves «lavou mãos» e afirmou não ter «nada a dizer» sobre a Associação Filarmónica de Óis da Ribeira uma vez que, alegou, «pedi um email para uma reunião e ninguém o mandou». 
Gabriela Reis ripostou, dizendo que «não fazia sentido pedir uma reunião sem reunir a direcção da Tuna» e a troca de palavras continuou com  minudências, vulgar e inconsequente, com Sérgio Neves a comentar que «para isso é necessário reunir, mas para pedir o regulamento de associativismo e a ficha de inscrição não era necessário reunir com a direcção».
Gabriela Reis sorriu-se, dizendo que «não tinha nada a ver», mas a presidente da Mesa reclamou a sua  autoridade institucional e interrompeu-a, argumentando que não permitia diálogo. Ponto final.
Edifício da Junta de Freguesia
que já foi sede da Tuna e 
está... abandonado pela Junta!

Sede é da TUNA /
/ AFOR por 99 anos !

Os eleitos, seja do que for, devem, no mínimo, conhecer o essencial das instituições que representam. A sua história.
O d´Óis Por Três, sobre a actual sede da Tuna /AFOR, vem lembrar que foi cedida, por 10 anos, na Assembleia de Freguesia de Óis da Ribeira, reunida a 9 de Fevereiro de 2007.  
A 17 de Setembro de 2012, a Assembleia de Freguesia de Óis da Ribeira votou a cedência, por 99 anos, confirmando a votação de 23 de Julho, com votos favoráveis dos dois partidos da AF - quatro eleitos do PSD e dois do PS (pois faltou Carla Tavares, a líder da lista). Houve necessidade de fazer correcções jurídicas, razão que levou a nova votação.
Portanto, tão simples como isto: a sede é da Tuna / AFOR até 2111, assim não fira o protocolo de há quase 8 anos.
O resto são bravatas de gente menos esclarecida, que ameaça e fala do que não sabe e, aparentemente, nem faz por saber.
- AMANHÃ: Ainda o Posto Médico e outras coisas mais!

Os dias de Óis da Ribeira nos dias 1 de Julho...

A residência doada por Antínio Cruzeiro
aos Missionários Combonianos

Os dias de Óis da Ribeira
nos dias 1 de Julho...

1 - Ano de 1964,
há 56 anos
Toninho Cruzeiro promovido nas

O óisdaribeirense António Gomes Cruzeiro de Almeida Santos foi promovido a 3º. Aspirante do Serviço de Finanças há 56 
A. Cruzeiro
anos e depois de concurso público oficial.
Toninho Cruzeiro, como foi popularmente conhecido, era o filho mais novo do professor Luís Maria de Almeida Santos e de Maria Emília Cruzeiro Gomes, sobrinha do escritor e poeta António do Cértima, da Gesta. A D. Mariquinhas.
Casaram a 30 de Dezembro de 1921, em Oiã, e foram pais de Henrique, Hélder e António Cruzeiro de Almeida Santos (Toninho), já falecidos, e Maria Estrela, que reside em Aveiro.
Toninho  Cruzeiro, nascido a 8 de Janeiro de 1929 e falecido a 4 de Setembro de 2011, fez carreira profissional na administração fiscal - chegando a inspector tributário. Solteiro e sem filhos, doou os seus bens aos Missionários Combonianos - comunidade missionária da Igreja Católica Romana fundada por São Daniel Comboni
Neto paterno do professor Camilo Ferrão de Almeida Santos, foi dirigente político local, militante do PSD.
A maquete do centro social da ARCOR e sede da
Junta apresentada a 1 de Julho de 2001, há 19 anos

2 - Ano de 2001,
há 19 anos !
ARCOR apresentou a maquete do
Centro Social !

A ARCOR apresentou publicamente a maquete do Centro Social a 1 de Julho de 2001, há 19 anos e no decorrer da Festa da Comunidade Paroquial, que decorreu na pateira.
A grandiosidade da obra surpreendeu os óisdaribeirenses, que estavam longe de imaginar ser possível a vila avançar e concretizar tal empreendimento. Conseguiu, como de sabe.
A maquete (na imagem) já tinha sido previamente mostrada, a 27 de Junho desse ano, no decorrer da festa de encerramento do ano escolar da ARCOR, no salão do restaurante Pôr do Sol.
Celestino Viegas e 
Agostinho Tavares 
em 2004/2005

3 - Ano de 2005,
há 15 anos !
Apoio domiciliário a idosos
nas valências da ARCOR

O serviço de apoio domiciliário da ARCOR iniciou-se a 1 de Julho de 2005, há precisamente 15 anos.
O acordo de cooperação que criou este serviço tinha sido assinado a 17 de Março desse ano, pelo presidente Celestino Viegas e com o Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social de Aveiro - entrando em funcionamento hoje se fazem 15 anos e já na direcção de Agostinho Tavares, anterior tesoureiro e dias antes empossado como presidente da ARCOR.
O apoio domiciliário era a quinta valência social da ARCOR a entrar em funcionamento, depois da creche, jardim-de-infância e ATL (crianças) e centro de dia (idosos) – este aberto a 22 de Novembro de 2004.
O primeiro utente do SAD arcoriano foi Pompílio Almeida, de Casal de Álvaro, e em Setembro seguinte aderiram António Almeida, também de Casal de Álvaro, e o casal António Marques/La-Salete  Pereira, de Espinhel.