sexta-feira, fevereiro 04, 2022

« Há 15, há 10 e há 5 anos: A ponte de Óis da Ribeira em 1905! Teatro de ARCOR há 10... anos ! Os jardins suspensos de Óis da Ribeira...


ÓdR há 15 anos

A ponte de Óis da
Ribeira em 1905 !

O d´Óis Por Três, há 15 anos, dava conta de uma notícia de 12 de Fevereiro de 1905, retirada do Site da Arcor - primeira versão, com a devida vénia. 
O texto é o original. Assim:
«Falla-se agora muito n´uma ponte sobre o Águeda, em virtude de se dizer, quando o sr. Conde se aproximou do rio, que a estrada alli deveria ficar já com altura sufficiente para a sua construcção.Tal melhoramento era para Ois da Ribeira de grandissima importância porque, no inverno, no tempo das cheias, não podemos surtir-nos de lenhas ou matos das gândaras de Travassô e Cabanões, sem termos de ir á volta por Águeda, o que é bastante penoso.~
Alem d´isso, ha occasiões em que as lanchas não podem atravessar para Cabanões, devido aos temporaes.
Dizem que ha annos, devido á iniciativa particular, se pensou em a construir, chegando a juntar-se uns 400 mil reis. Hoje poderá garantir-se a mesma quantia; mas isso o que é em relaçao á importância da obra? O que é certo é que presentemente é o assumpto de todas as conversações e nós, se tivessemos valor e competência, haviamos de organisar uma representação aos poderes públicos, pedindo a construcção da ponte que é o melhoramento que todos desejam e o mais necessario à freguezia e que seria tambem de grande utilidade para as freguezias vizinha".
- NOTA: A ponte foi o maior investimento público de Óis da Ribeira de todo o século XX. Ainda bem, pois continua a ser a principal ligação a vila com o mundo.
-
A ponte de Óis há  
mais de 100 anos!

A Tertúlia Literária nº. 86,  do d´Óis Por Três e de 4 de Fevereiro de 2007, já lá vão 15 amos e quase nem se deu por isso, falava da epopeica história da construção de ponte de Óis da Ribeira sobre rio Águeda,
Assim e sem tirar nem pôr:
«Então se a ponte começou a ser pensada há mais de 100 anos, quando é que vamos ter a ponte para Fermentelos?», perguntou o d´Ois.
- «Então, pá... sei lá nunca antes dos nossos tetranetos a construírem....», disse o Três.
- NOTA: Não há ponte para Fermentelos mas há jacintos que, em algumas ocasiões e devido ao seu volume e densidade, dão pra por eles passar e passar por cima. Ninguém resolve o problema dos jacintos.
O cartaz de 1977: «A morte de Miguel de
Vasconcelos». Imagem de Luís Neves
Teatro há 10 anos

Teatro de ARCOR
há 10... anos !

O d´Óis Por Três, há 10 anos, deu uma volta por Óis, pelos locais do costume, para encontrar o cartaz da comédia «O Avarento», que o Grupo de Teatro Amador (GTA) da ARCOR nesse dia ia estrear.
Lembremos:
«A curiosidade era mesmo a de ver, tão só, mas, estranhamente, não encontrou nenhum.
Cartaz havia, mas ninguém o conhecia...
O d´Óis Por Três, num dos locais habituais, perguntou se lá tinha estado o cartaz e a resposta foi não. Ora há 
cartaz, já foi publicado aqui, replicado do blogue
 «Óis da Ribeira». Então se há cartaz, porque é que não se distribuiu?
No cemitério e em conversa com familiar de um dos actores, a surpresa de a peça ser hoje estreada foi grande. Não sabia, pois o familiar não tem lá ido a casa e não calhou falar sobre isso. Mais duas senhoras chegaram e nenhuma delas sabia. Talvez tenha sido coincidência, mas não deixa de ser estranho que nem um cartaz tenha sido visto em Óis.
O d´Óis Por Três não te nada a ver com a política comunicacional da ArCOR, que já ontem aqui questionámos. Mas, não tendo, acha incorrecto que a associação não divulgue as suas actividades públicas. Nem toda a gente lê jornais e muito menos blogues e sites. A não ser que a peça seja só destinada à família e aos amigos, não se entende esta decisão de, digamos, esconder a estreia da peça».».
- NOTA: O d´Óis Por Três, para além de lamentar a falta de cartazes de há 10 anos, principal e objectivamente lamenta que tenha sido esta a última peça levada à cena pelo GTA da ARCOR. Há 10 anos!
As ervas, há 6 anos, na cobertura da
paragem dos autocarros do largo da Igreja

Há 6 anos!
Os jardins suspensos 
de Óis da Ribeira...

O d´Óis Por Três, há 6 anos, falava dos jardins suspensos de Óis da Ribeira, na paragem da autocarros do largo da Igreja de Santo Adrião de Óis da Ribeira.
Assim:
É uma total injustiça dizer, como se diz à boca cheia por Óis, que o executivo mariano (de Mário Martins) da União de Freguesia de TravassÓis não tem feito nada na antiga vila da margem esquerda do rio Águeda.
Para já, até fez com que os seus correlegionários ribeirenses do PS votem contra ele nas propostas que apresenta e no que diz nas Assembleias de Freguesia. E tal obra e feito, nem é dispicienda. É preciso saber e ter categoria para até os eleitos do seu partido ter contra. Depois, pôs no ar a famosa e formosa pérgola à saída da ponte, para dela se poderem avistar as paisagens campais. Todos os dias lá se vêem autocarros e autocarros de excursões.
Agora, para grande espanto geral, está a diligenciar na construção do jardim suspenso da paratória de autocarros do largo da Igreja. Que já se vê muito bem e de certeza vai ser, no próximo verão, um grande pólo da atracção turística. Vão ser resmas de autocarros e milhares e milhares de turistas a visitarem o singular monumento «proto-histórico», digo de Guiness.
Eleitos empreendedores é do que as autarquias mais precisam. E devemos ser justos com eles.

- NOTA: Palavras para quê? São (eram) autarcas portugueses e de TravassÓis.

quinta-feira, fevereiro 03, 2022

Bolsa de estudo da HFA para o universitário Gabriel da Costa Pires !

Carlos Alves, Tomás Costa, Gabriel Pires e Henrique na cerimónia de
entrega das bolsas de estudo aos dois estudantes universitários
Tomás Costa, Gabriel Pires e Henrique
Ferreira no decorrer da visita à HFA


O estudante universitário Gabriel Pires, de Óis da Ribeira, foi um dos 3 galardoadas com a bolsa de estudo de HFA, entregues a 27 de Janeiro de 2022 A HFA - Henrique, Fernando & Alves, Lda., dedica à assemblagem e teste de equipamentos eletrónicos, e as três bolsas de estudo, no valor total de 1.900 euros, tem coo objectivo «ajudar jovens com poucos recursos económicos e que ingressam nos dois níveis de Ensino Superior (CTeS’P e licenciatura) em áreas relacionadas com a atividade desta empresa» O engº. Carlos Alves, um dos três sócios de HFA, realçou, na oportunidade, «a importância da aproximação das empresas às escolas» e destacou também «o trabalho que temos feito, com o intuito de promover a ciência». «Nós precisamos de pessoas na área da tecnologia e da engenharia e esta é uma oportunidade que damos a estes alunos, de estudarem, de nos visitarem, de fazerem aqui o seu estágio e, quiçá, e esse é um dos nossos grandes objetivos, um dia trabalharem na HFA», frisou Carlos Alves. A HFA foi fundada em 1995 e, aos 27 anos, emprega 350 pessoas. As suas principais áreas de atuação são as telecomunicações e equipamentos indústria e transportes, eletrónica geral e reparações e diagnóstico. Pertence ao grupo One Country All Sollutions, que tem como missão a união de várias empresas -a HFA, a Uartrónica, a Globaltronic, a PICadvanced e a GBT) -, com o objetivo de fornecer soluções inovadoras na área eletrónica».
Gabriel da Costa Pires

Quem é quem?
Gabriel da Costa Pires

Gabriel da Costa Pires, de 18 anos e estudante de engenharia e gestão industrial, é natural de Óis da Ribeira e frequentou a Escola Secundária Adolfo Portela. Actualmente, é aluno do Instituto Superior de Engenharia de Coimbra.
É filho de Ernesto Fernando de Almeida Tavares Pires e de Ana Isabel Lopes da Costa, moradores na Travessa do Benjamim da Rua Manuel Tavares (a do Cabo), em Óis da Ribeira.
Neto materno de José Tavares Pires (já falecido) e de Maria Isolete Soares de Almeida, da Rua Adolfo Pires dos Reis, e materno de Danilo Soares da Costa e de Maria Joaquina Gomes Lopes, da mercearia da Rua Manuel Tavares.

Trineto paterno do professor Joaquim Augusto Tavares de Silva e Cunha e sobrinho trineto do médico Albano Tavares da Cunha (já falecidos), é pentaneto, também paterno, de D. Manuel Baptista da Cunha (que foi arcebispo-bispo de Braga).
Foi candidato nas eleições autárquicas de 2021, na União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira, integrando a lista, em 4º. lugar, do Bloco de Esquerda (BE).
Parabéns pela bolsa de estudo universitário!

* Há 15, há 10 e há 5 anos: Agostinho Tavares reconduzido na ARCOR! A ceifeira e a praga dos jacintos! Teatro do GTA da ARCOR com «O Avarento», de Molière!!! A nossa querida Tuna que é Associação Filarmónica!

Agostinho Tavares

ARCOR há 15 anos

Agostinho Tavares
reconduzido na ARCOR

O d´Óis Por Três de há 15 anos, no dia 3 de Fevereiro de 2007, noticiava a recondução de Agostinho Albino Pires Tavares na presidência da direção da ARCOR.
Assim:
«Os associados da ARCOR elegeram na passada sexta feira, 26 de Janeiro, os novos dirigentes da instituição para os próximos dois anos. A grande novidade está associada à eleição do médico Horácio Marçal para a presidência da Mesa da Assembleia-Geral da associação.
Os novos 22 dirigentes (11 efectivos e 11 suplentes) da ARCOR foram eleitos por somente 19 associados, o que revela que nem todos os candidatos votaram.
Os novos órgãos sociais da ARCOR para o bié
nio 2007/2008, são constituídos pelos seguintes elementos:
- Assembleia-Geral: Horácio Marçal (presidente), Fernando dos Reis (1º-secretário), Fernando Pires (2º. secretário), João Soares (1º. suplente), Manuel Almeida (Capitão, o 2º . suplente) e Manuel Marques (3º. suplente).
- Direção: Agostinho Tavares (presidente), Maria Madalena Neves (vice-presidente), Maria Ascensão Tavares (secretária), Porfírio Pires (tesoureiro), Carla Tavares (vogal), António Tavares (1º.suplente), Paulo Framegas (2º. suplente), Leonildo Costa (3º. suplente), Hernâni Pires (4º. suplente) e Aurélio Reis (5º. suplente).
- Conselho Fiscal: Armando Ferreira (presidente), Carlos Pereira (1º. vogal), Carlos Estima (2º. vogal), Armando Reis (1º.suplente), Fernando Tavares (2º. suplente) e Salvador Almeida (3º. suplente).
- NOTA: Agostinho Tavares viria a prolongar o seu mandato de 2 para um pouco mais de 3 anos, até, por mais uma crise directiva associativa arcoriana, ser substituído por João Gomes, a 6 de Fevereiro de 2011.

A ceifeira e a
praga dos jacintos

O d´Óis Por Três, há precisamente 15 anos, parece que foi ontem ou anteontem..., vejam lá como o tempo passa..., continuava a ironizar sobre um assunto bastante sério: a praga de jacintos na pateira.
Assim:
- «Já foste ver a ceifeira dos jacintos ...?», perguntou o Três.
- «Ver, eu fui ver... Vi foi pouca coisa!...», respondeu o d´Ois.
- «Também não tens paciência nenhuma....», resmungou o Três.
- NOTA: Paciência foi o que não faltou, nem falta..., ao longo deste tempo todo: 15 anos depois, continuamos com o problema dos jacintos e, já agora, com uma draga invariavelmente avariada ou fora da pateira.
ARCOR há 10 anos

Teatro do GTA da ARCOR com
«O Avarento»,  de Molière  !!!

O cartaz promocional (ao lado) da peça «O Avarento», do Grupo de Teatro Amador (GTA) da ARCOR, foi notícia do d´Óis Por Três de 3 de Fevereiro de 2012.
Há 10 anos e assim:
«Amanhã estreia no Centro Social a peça «O Avarento», de Molière e pelo GTA da ARCOR.
Estranhamente, não aparece em nenhum dos meios informativos da associação - quer no site oficial da direcção - quem eenfin, lá publica 4/5 linhas (sem cartaz ou foto), quer no do blogue do próprio GTA - mo qual a última notícia é de 12 de Julho de 2011, já HÁ 7 meses!!! Espantosamente, só aparece no blogue OIS DA RIBEIRA, do ex-presidente CV, ultimamente muito popularizado como «padrinho». Isto é: quem quiser saber novidades da ARCOR que vá a este blogue. A associação está muda e calada sobre o que faz e não faz.
Em resumo, minhas senhoras e meus senhores, quem quiser saber novidades da ARCOR pergunte ao presidente da obra - ao padrinho. O homem está em todas, embora não pareça. É como as sombras».
- NOTA: A sombra escureceu de tal forma que, passados 10 anos, o teatro do GTA da ARCOR está em noite da ausência e de morte. Não há teatro em Óis da Ribeira.
Assembleia Geral da Tuna de Óis da Ribeira, a 5 de Fevereiro
de 2016. De frente,a Mesa: José Maria Gomes (1º. secretário),
Carla Tavares (presidente) e Carlos Correia (2º. secretário).
À direita, dois elementos da direção: António Melo, o
presidente, e Daniela Tavares (tesoureira)
Tuna/AFOR há 5 anos

A nossa querida Tuna que é Associação Filarmónica !

Há 5 anos, o d´Óis Por Três comentava a situação directiva da Tuna de Óis da Ribeira, que meia dúzia de associados fizeram ser Associação Filarmónica.
Assim escrevemos:
« A nossa querida Tuna continua sem eleger novos dirigentes, o que equivale por dizer que está igual à ARCOR. Há crise, há falta de dirigentes em Óis da Ribeira e disso são «vítimas» as duas associações.
O caso da Tuna (vai demorar tempo a que os ribeirenses se habituem ao modernismo de lhe chamar Associação Filarmónica...) é menos vistoso, devido ao diferente tipo de actividades e responsabilidades. E, aliás, é a ARCOR que tem andado por aí a dar com a boca no trombone, nem sequer é a Tuna - que até tem o instrumento.
A assembleia eleitoral da Tuna estava marcada para 29 de Dezembro de 2016 (há um mês e tal) e, não havendo candidatos, fez saber a sra. presidente da AG, a causídica deputada Carla Tavares que «será convocada nova assembleia eleitoral em data a definir».
Não está definida, tanto quanto se pode saber pela leitura das redes sociais afectas à Tuna. Provavelmente, dizemos nós, será por ocasião da AG de prestação de contas, matando-se assim dois coelhos da mesma cajadada. E, previsivelmente, o actual presidente da direcção, o melómano António Melo, só terá o problema de substituir o vice-presidente da dita - o saxofonista Luís Neves, que anunciou a saída. Quanto ao resto, continuarão todos, diz o d´Óis Por Três.
Já agora, relembremos que a AG de análise e votação das contas de 2015 foi a 5 de Fevereiro de 2016, faz domingo próximo um ano, tendo ambos os documentos sido aprovados por unanimidade.
O plano de actividades para o mesmo ano (2016) previa a aquisição de uma viatura, para, segundo o site oficial da Tuna que ainda não era Associação Filarmónica, «dar resposta à necessidade de transporte de instrumentos», nomeadamente as duas últimas aquisições da época: 2 tímpanos e bombo de concerto.

- NOTA: Agora, 5 anos passados, a chamada Associação Filarmónica de Óis da Ribeira, tem uma direção «manca» de 3 dirigentes auto-demitidos e, por causa da COVID 19, impedida de estar em actividade normal. Os auto-demitidos são a 1ª. secretária Gabriela Reis (filha do presidente António Reis), o 2ª. vogal Ricardo Branco e a suplente Marisa Ferreira da Silva (cunhada do presidente).

quarta-feira, fevereiro 02, 2022

Há um mês: O novo ano novo e novo(s) buraco(s) na Rua das Arroteias !

O buraco da Rua das Arroteias hoje, dia 2 de Fevereiro de 2022. Um
mês depois de, já com atraso, aqui ter sido publicamente alertado


Buraco das Arroteias a 2
 de Janeiro de 2022

Buraco das Arroteias a
2 de Fevereiro de 2022



O d´Óis Por Três, há precisamente um mês, dia 2 de Janeiro de 2022, dava conta de um buraco aberto na Rua das Arroteias, mesmo em frente à casa de Maria Rosa Pinheiro dos Reis. 
Pois bem, ou pois mal..., com o que honrando e zelosamente cumprindo o slogan autárquico local - «cuidar o herdado para deixar o legado» -, o buraco ainda lá está. 
Umas vezes com fita de segurança, outras nem por isso, e o tempo passa e ninguém, entre quem deve, se preocupe com o assunto.
E com os nossos eleitos a assobiar para o lado, sem olharem para o buraco da Rua das Arroteias provocado pelo suposto abatimento do ramal instalado  
O buraco a 17 de Janeiro de 2022
em 2020, por aí. Mais ou menos, também pouco importa.
O que é estranho, muito estranho...,  até porque no mesmo ramal isso já não acontece(u) pela primeira vez.
Então, que tipo de ramal foi instalado, que material foi tão bem ou tão mal aplicado, que em tão pouco tempo vai «abaixo» várias vezes e em tão pouquinho tempo? A obra foi fiscalizada em tempo útil?

Cuidar do herdado 
para deixar o legado

A questão deste caso do buraco da Rua das Arroteias, pode ser posta de vária formas, nunca, porém e em qualquer delas, esquecendo, ignorando ou pondo de lado o facto de se tratar de uma questão de segurança pública, paga com dinheiros públicos: é um buracão aberto numa via pública.
Na verdade, totalmente verdadeira, está há mais de uma um mês, nem mais nem menos que mais um mês, repetimos..., para ser restaurado. Mais os dias que para atrás estão do tempo em que o d´Óis Por Três identificou o buraco das Arroteias
Abençoado e equívoco dogma: «Cuidar do herdado para deixar o legado».
Onde está o cuidado de deixar em legado?
Palavras para quê?
São artistas travassÓisenses, políticos que valem o que valem e que aparentemente não sabem, nem querem saber.., onde fica e o que se passa na vila de Óis da Ribeira.
Deus e os óisdaribeirenses os perdõem!
- Ver AQUI, dia 2 de Janeiro de 2022.
- E AQUI, dia 17 de Janeiro de 2022.

Há 15, há 10 e há 15 anos: ARCOR desafiada a meter a … «sardinha na brasa»! A brasa para o braseiro do lar da ARCOR ! Assim a ARCOR reinventa a história da canoagem...A deputada Carla Tavares e as 35 horas de trabalho!

Celestino de Almeida, Agostinho
Tavares e Gil Nadais
ARCOR há 15 anos

ARCOR desafiada a meter
a … «sardinha na brasa» !

O d´Óis Por Três de há 15 anos citava o jornal «Soberania do Povo», de Águeda, e publicava a sua reportagem sobre o aniversário da ARCOR de 2007.
Assim:
«O Director do Centro Regional de Segurança Social (CRSS) de Aveiro, Celestino de Almeida, desafiou os dirigentes da ARCOR a meterem «sardinha na brasa», numa evidente alusão ao processo de recandidatura da instituição ao PARES, que permita dotar Ois da Ribeira de um Lar de Idosos.
«Se estiver nas minhas mãos puxar a «brasa» para a vossa «sardinha»… eu puxo! Mas a «sardinha» tem que ser posta no «assador» para que possa sair bem «assadinha»… Não cometam é os erros básicos que cometeram!”, alertou o responsável pela Segurança Social no Distrito.
Celestino de Almeida lembrou, entretanto, que foram remetidas 131 candidaturas do Distrito de Aveiro ao PARES para avaliação nacional (10 dessas 131 não foram refeitas, pelo que não seguiram para Lisboa), tendo sido aprovadas 43 e chumbadas 80, entre as quais a apresentada pela ARCOR.
A este propósito, o Director do CRSS de Aveiro considerou que o resultado «foi muito bom, foi excepcional» e que «Aveiro foi o melhor Distrito do País, à frente de distritos de referência como Lisboa e como o Porto», embora tenham ficado «80 trabalhos por reformular, de modo, a recandidatar».
Celestino de Almeida revelou depois que a candidatura apresentada pela Associação de Nossa Senhora da Conceição, de Valongo do Vouga, conseguiu ser enquadrada e, consequentemente, aprovada ao PARES, tendo a garantia sido dada na passada quinta feira, 25 de Janeiro.
CÂMARA PROMETE APOIO
Fundada em 19 de Janeiro de 1979, a ARCOR comemorou o seu 28º aniversário, sem que o sonho de construir um Lar de Idosos passasse despercebido aos cerca de cento e trinta amigos da instituição que se associaram ao almoço comemorativo da efeméride.
Neste contexto, o vereador da Câmara Municipal, João Clemente, prometeu «dar todo o apoio possível na candidatura ao PARES e na atribuição de verbas dentro daquilo que está estipulado no regulamento de apoio ao associativismo».
O autarca considerou que Ois da Ribeira «é uma freguesia rica não pelo que cada um tem, mas por aquilo que cada um dá», e exortou os ribeirenses a unirem-se em torno do presidente da direção da ARCOR, Agostinho Tavares, que vai cumprir o segundo mandato enquanto líder.
Paulo Matos, presidente da Assembleia Municipal, começou por «enaltecer o trabalho de todos os que têm contribuído para a construção da ARCOR» e sublinhou «o apoio que nunca foi escamoteado pela Junta de Freguesia» na construção de «uma obra monumental e arrojada».
O líder da Assembleia Municipal não deixou de tecer uma palavra de reconhecimento para o desempenho de Celestino de Almeida com a instituição e para a disponibilidade manifestada por Horácio Marçal para liderar a assembleia-geral da ARCOR nos próximos dois anos.
- NOTA: Hoje e já passados 15 anos, nem «pares» nem... «ímpares». Não há lar de idosos para ninguém, vá lá saber-se porquê.
Sardinha na... brasa!
A brasa para o braseiro
do lar da ARCOR !

A Tertúlia Literária do d´Óis Por Três de há 15 anos tinha o nº. 84 e comentava as evidências do tempo sobre o projeto do lar da ARCOR.
Assim:
- «Já viste que o lar de Óis está ao alcance de uma sardinhada...», sugeriu o Três, passando o indicador esquerdo pelo nariz.
- «Pois.., mas e quem é que prepara o braseiro?!...», perguntou o d´Ois.
- NOTA: Hoje e passados 15 anos, ainda não há lar da ARCOR. Aparentemente e pelo que se pode interpretar pela reportagem que lê acima e das declarações do director da Segurança Social de Aveiro.
ARCOR há 10 anos

Assim a ARCOR reinventa a história da canoagem...

O d´Óis Por Três de há 10 anos, a 2 de Fevereiro de 2012, falava da reinvenção da história da Canoagem da ARCOR.
Assim:
A ARCOR é adepta das novas tecnologias e edita o seu Boletim Informativo na net, apondo-o no site oficial. Pouca gente o verá, por esta via, mas é assim e ponto final. 
Sabe-se que tem uma edição em papel, mas o d´Óis Por Três não a conhece, nem conhece quem a conheça.
Viu na net e gostou de ver a entrevista ao jovem campeão de canoagem, o Tiago Tavares. A valorizar os nossos, devemos ser nós os primeiros. O que surpreendeu foi ler que «a modalidade esteve esquecida uns 7 anos no nosso clube». Isto dito pelo campeão, ou posto na boca dele.
Ora isto não é verdade. Nem podia ser.
Dando por certo que a gestão da canoagem foi entregue a antigos dirigentes do CCA a 1 de Junho de 2007, teríamos de recuar a 2000, para se confirmarem os tais 7 anos. Ora, sabe-se que a 24 de Julho de 2005, Carina Pereira foi campeã e Adelimar Sousa vice-campeão regionais. A canoagem da ARCOR estava activa, menos de 2 anos antes. A 10 do mesmo mês, Ana Almeida, Marilene Scolozzi e Carina Pareira foram campeãs regionais de K1 seniores 200 metros, K1 juniores 200 e K1 infantis, respectivamente. As provas foram disputadas em Óis da Ribeira e organizadas pela ARCOR, sinal evidente de que o clube estava activo. Foi, de resto, o 4º. classificado por equipas. E sabe-se que tinha disputado provas oficiais em Junho, Maio, Abril e Março.
Então, em 2005 havia canoagem na ARCOR.
E havia, ininterruptamente, desde 1990, nas direções de Sesnando Reis, José Melo, de novo Sesnando Reis, António José Tavares, Fernando Reis, Celestino Viegas e Agostinho Tavares.
A verdade é que a canoagem esteve parada desde o encerramento da época de 2005, até 1 de Junho de 2007, no primeiro e segundo mandatos de Agostinho Tavares.
A ARCOR, ao editar esta inverdade - que a canoagem esteve esquecida durante 7 anos -, destitui-se da sua responsabilidade histórica. Ao pôr na boca de um jovem campeão uma imprecisão desta envergadura, praticando uma inverdade sobre um acontecimento contemporâneo, não respeita o atleta e a própria instituição.
A entrevista é assinada por ABM (o d´Óis Por Três não sabe quem é), mas a responsabilidade da falta de rigor é da direção que, ao deixar praticar uma inverdade, assim parece querer reinventar a história.
- NOTA: Cada um é como cada qual e cada qual tem a sua verdade! Sem por nem tirar.
A deputada Carla Tavares (à direita)
Carla Tavares, do
PS, há 5 anos

A deputada Carla Tavares
e as 35 horas de trabalho


O d´Óis Por Três, há 5 anos, enfatizava a intervenção da deputada socialista Carla Tavares na Assembleia da República sobre as 35 horas da função pública.
Assim:
«A deputada ribeirense Carla Tavares, do PS, interveio hoje na audição do Ministro das Finanças, Mário Centeno, na Comissão de Trabalho e Segurança Social da Assembleia da República. Para lhe perguntar coisas e descoisas sobre as 35 horas de trabalho da função pública. E as 40!
Demorou um bocadinho, mais de 5 minutos e andou por ali a enredar-se no «p´ra trás e prá frente», estava até um pouquinho nervosa, o que é natural, mas é uma oportunidade deixar aqui este registo, para os ribeirense verem.
Quando aos estudos, estudos de outros ou deste governo, seja qual for, todos têm o impacto que têm. Como dizia o outro, «mudam as moscas, mas a coisa é a mesma». - 
Ver registo áudio AQUI
- NOTA: A então deputada Carla Eliana da Costa Tavares é natural de Óis da Ribeira e agora presidente da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE).
 

terça-feira, fevereiro 01, 2022

Zeca Estima Reis foi Presidente do Século da Associação de Natação do Norte do Portugal!

José Bernardino Estima Reis (Zeca) foi o Presidente do Século XX da
Associação de Natação do Norte de Portugal (foto do site oficial da ANNP)

José Bernardino (Zeca) Estima Reis foi Presidente Honorário
da Associação de Natação do Norte de Portugal, galardão
recebido a 1 de Outubro de 2016


Zeca E. Reis

A Associação de Natação do Norte de Portugal (ANNP) noticiou, no seu site oficial, a morte do dr. José Bernardino Estima Reis, presidente da ARCOR em exercício e que ocorreu a 29 de Dezembro de 2021. Foi presidente da ANNP entre 1990 e 2000 e considerado o seu «Presidente do Século»!
«Foi um dos mais marcantes presidentes desta associação, tendo recebido várias distinções, entre as quais se destaca o troféu de «Presidente do Século», na recente cerimónia do centenário», considerou a ANNP, no seu site oficial e acrescentando que «muito por responsabilidade de José Estima Reis, foi na década de 90 que o Meeting Internacional do Porto atingiu o seu apogeu».
O d´Óis Por Três, que tanto quanto pôde e soube, acompanhou a carreira de dirigente associativo de Zeca Estima Reis, óisdaribeirense de nascimento e de paixão, volta a citar a ANNP, em homenagem ao homem que quis salvar a ARCOR:
«O seu dinamismo como dirigente associativo colocou o Meeting do Porto como uma das mais reputadas competições a nível europeu, ao garantir a presença de grandes nomes da natação mundial, com organizações de excelência e que valeram patrocínios e parcerias de marcas conceituadas».
«Além de alavancar o Meeting do Porto, o líder associativo apresentou-se com o objetivo de divulgar o polo aquático e as outras disciplinas da natação», concluiu a ANNP, endereçando «as mais sentidas condolências à família e amigos».
O d´Óis Por Três associa-se a esta homenagem, tornada pública a 30 de Dezembro de 2021, mas da qual só agora teve conhecimento. - Ver AQUI

* Há 15, há 10 e há 5 anos: Padre Júlio Granjeia festejado na Paróquia! Os empregados da Junta de Freguesia! A última peça do GTA da ARCOR ! O amor e a miúda, o amuo e a chantagem...

Padre Júlio Granjeia
ÓdR há 15 anos

Padre Júlio Granjeia
festejado na Paróquia!

O padre Francisco Júlio Granjeia Pinto foi ordenado há 38 anos. Já aqui falámos do facto. Hoje recordamos o que, a 1 de Fevereiro de 2007, o d´Óis Por Três escreveu sobre a efeméride.
Foi assim:
«Segunda-feira, dia 29 de Janeiro, o Padre Júlio Granjeia fez 23 anos de ordenação sacerdotal e, na Igreja Matriz de Travassô, celebrou-se Missa de Acção de Graças.
O Grupo Coral local dinamizou a celebração e, em nome de todos os paroquianos, a Fábrica da Igreja ofereceu-lhe flores.
O Padre Francisco Júlio Granjeia Pinto é também pároco de Óis há outros tantos 19 anos. Saudamo-lo, em nome de Deus e da vontade dos Homens.».
- NOTA: O padre Júlio Granjeia continua a ser o pároco de Santo Adrião de ´Pis da Ribeira, assim como de S. Miguel de Travassô e Nossa Senhora da Assunção de Espinhel.

Os empregados da
Junta de Freguesia

O d´Óis Por Três falava, há 15 anos, do quadro de pessoal da Junta de Freguesia, ao tempo presidida por Fernando Tavares Pires.
- «Agora Óis da Ribeira é só progresso!!...», comentou o d´Ois.
- «Claro, o que é que esperavas?... A economia está a crescer. Até a Junta já tem dois empregados...», disse o Três.
- NOTA: A Junta de Freguesia é agra uma União, com a de Traassô, e qanrt ao quadro de pessoal não sabemos qual e como é, tao variável é
O elenco do GTA da ARCOR de há 10 anos. O último!
ÓdR há10 anos

A última peça do
GTA da ARCOR !


O d´Óis Por Três, há 10 anos, anunciava a estreia da peça «O Avarento», de Molière.
Assim:
«O Grupo de Teatro Amador (GTA) da ARCOR estreia no sábado, dia 4 de Fevereiro, às 21 horas, a comédia «O Avarento», de Molière.
O espectáculo vai decorrer no salão cultural do centro social e o ensaiador é Rui Fernandes e os personagens e intérpretes são Harpagão (Victor Fernandes), Cleanto (Paulo Gomes), Elisa (Liliana Alves), Valério (António Reis), Mariana (Julieta Fernandes), Anselmo (António Gomes), Eufrasina (Isaltina Pires), Dona Antonieta (Susana), Mestre Tiago (Telmo Abrantes), Flecha (Gil Branco), Senhora Cláudia (Salomé Fernandes), Pé de Aveia (Romeu Fernandes) e Comissário (João Pedro). Os pontos são Carlos Pereira e Lurdes Fernandes. O sistema de som e luzes está a cargo de Rui Fernandes - que, com Carlos Pereira, são os responsáveis do GTA.
- NOTA: Infelizmente, o GTA das ARCOR fez nessa altura a última estreia. Agora, 10 anos passados, não há teatro para ninguém.


O amor e a miúda, o 

amuo e a chantagem...


O d´Óis Por Três há 5 anos e já não nos lembramos qual foi a razão, falava de, e citamo-nos, «o amor e a miúda, o amuo e a chantagem...».
Assim:
 «O futuro e o amor não acabaram, não são finitos, são esperança. O futuro está aqui, ou ali mesmo, ao virar da esquina, onde todos o quiserem ver e senti-lo, apalpá-lo e adivinhá-lo. Não há lei que o amarre, o esfacele, o mate. O amor aprende-se, entre amuos e paixões, o fascínio e o deslumbramento.
- É isso o amor, meu amigo? Achas mesmo?
- Digo-to eu e garanto-te que é, eu que já não nasci ontem e que até já vi porcos a andar de bicicleta e peixes a voar... O amor é isso, arde e amua mas não morre, não se vê mas sente-se, abre portas e corações...
- Mas os gajos não disseram que a lei manda fechar o amor? Como é mesmo que o tipo disse?
- Que o destino é a extinção.
- Pois foi, isso mesmo... e um até afirmou que seria um desgosto enorme vir a ser o coveiro.
- Vê lá tu o que as pessoas dizem para se verem livres de amores com quem já foram tão felizes. Parece que nem dá para acreditar.
- Deixam de ter interesse, esses amores, é o que é...
- Mas ouve lá, qual interesse, qual carapuça? Estes amuos até podem ser temporários, acontecem muitas vezes, são coisas da vida..., os namoros são assim.
- Nãããã..., com aquela veemência toda, não me parece que a coisa seja temporária. Se fosse, não iam assim expor o divórcio tanto em público e prejudicar uma relação de anos. Os tipos estão mesmo determinados a acabar com o namoro...
Amar é ... dar tudo o
temos para dar ao outro,
como a nós mesmos
e aos nossos...,
mesmo que nos custe,
mesmo que nos doa a alma e
sofra o sentimento!

- Nada disso, pá... é um amuozito apenas, depressãozita que passa com o tempo. O amor, quando é amor tem muita força...
- Olha que não me parece. Aquilo cheira-me mais a chantagem emocional...
- Chantagem?
- Chantagem, sim, chantagem...
- Ó pá, espera lá... chantagem?
- Isso mesmo, chantagem... É para ver se os pais e a família da miúda se põem mais a jeito.
- Ó pá, deixa-te lá de coisas, que a coisa é séria...
- Claro que é séria, o namoro é sério, só passa por uma crise passageira, mas vai passar...
- Achas?
- Claro, um destes dias mandam-lhe um sms e a depressão passa num instantinho...
- Mas diz-me lá como é que começou esse namoro?
- Como todos os outros. A miúda é gira, mimosa, com um bom pé de meia e estava p´ra ficar sem namorado. Foi quando entrou este e outros se puseram à mesa, debicando os prazeres do amor por ela, já era uma paixão antiga.
- Ouvi dizer que um, em tempos, até andou a dizer mal dela, que se deveria namorar e casar com outra...
- Pois, tá bem..., mas passou-lhe, na altura da última depressão da miúda. A consciência pesou-lhe e disse-lhe que não a podia deixar abandonada e aproveitou a oportunidade para a enlaçar, a usar, a apreciar, a debutar...
- Lá estás tu com a tua conversa fiada...
- Então não foi assim? A miúda ia ficar livre, estava a entrar em depressão e ele foi generoso com ela, acarinhou-a, embalou-a, festejou-a, apresentou-a aos amigos, adoçou-a e fez dela uma família, juntou-a aos do seu sangue, fê-la dele.
- Tás hoje muito poeta pró meu feitio...


O amor é com´á poesia
por mal rimada que seja,
para alguns dá em azia,
para outros sabe a cereja...


- Poeta, nada..., qual poeta? A coisa até correu bem ao princípio, com muitas festas e palavras bonitas ao ouvido da miúda. Os senhores e a criadagem cobriam-a de mimos, apaparicavam-a e todos sonharam fazer coisas grandiosas. A paixão tornou-os grandiloquentes e semeou os seus sonhos ao mundo. A felicidade era tamanha da grandeza do mar e do céu de estrelas, era sumptuosa e vibrante, quase etérea...
- Já ouvi essa história em qualquer lado, é paleio barato, de novela mexicana...
- Cala-te lá, a felicidade deslumbra, como sabes..., fascina, faz cego o olhar mais apaixonado, faz doce o coração mais empedernido, e ali havia amor, amor que não se via mas se sentia, que encantava e se multiplicava.
- Com tanto amor, como se explica então este divórcio?
- Não se explica, é o amor, com os seus amuos e depressões, os seus altos e baixos. É o amor...
- Mas assim uma coisa tão brusca, tão letal e extintiva?
- São arrebatamentos do amor, meu caro, do amor que por vezes se disfarça de raivas, se faz surdo às proclamações da paixão, cego ao que quer ver, mudo ao que deseja ouvir.
- Isso já é areia a mais para a minha camioneta, desculpa lá...
- A vida é assim, minha amiga!
- NOTA: Amores leva-os o vento e nem sempre dão em casamento. Estes amores tinham a ver com a miúda, a ARCOR de há 5 anos. Hoje, actuais como sempre.