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| A notícia no «Jornal da ARCOR» |
As tempestades de 2026 resultaram em profundos prejuízos por Portugal fora, não se registando, felizmente, incidentes especiais em Óis da Ribeira.
O d´Óis Por Três não tem registos de anormalidades, relativamente às comuns e habituais cheias do rio Àgueda, que inundam os campos, desde o Valbom ao limite com Requeixo - pelas Areism Crastos, Pontepedrinhas, Portalvares e Gramoais. E, naturalmente, a subida das águas da pateira e sequente depósito de jacintos nas margens - desde as Lages às Codiceiras, passando pelo largo do restaurante.
Há 122 anos foi bem diferente, como se pode ver no recorte do «Jornal da ARCOR» e quando a população foi «alarmada com acontecimento extraordinário».
«O vento soprava com alguma violência. No campo, entre Óis e Cabanões, num sítio onde se conservavam ainda algumas águas das últimas cheias, formou-se rapidamente um enorme volume de água, em forma de cone, que subiu a mais de 100 metros de altura», lê-se na notícia.
«As lavadeiras e outras pessoas que estavam à beira do rio Águeda, atemorizadas com tal sucesso e parecendo-lhe que aquela grande núvem as seguia, fugiram doidamente pelo campo acima e algumas vimos nós desmaiadas, mal podendo falar», continuava o jornal em que o JdA se informou.
E concluiu: «Acabou o extraordinário espectáculo, que poderia demorar um minuto, mostrando no fim uma enorme fumaceira». «Seria algum fenómeno?», interrogava a notícia de há 122 anos!
Felizmente, nada do género e extrardinário se registou em 2026!

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