A Lei de Separação do Estado da Igreja foi publicada no «Diário do Governo» de 20 de Abril de 1911 e teve, obviamente, implicações na vida pública religiosa e política de Óis da Ribeira.
Há 115 anos!
O presidente da então denominada Junta Paroquial Republicana era o padre Ricardo Pires Soares, com o secretário João Bernardino dos Reis e os vogais Albano Joaquim de Almeida, Jacinto Matos dos Reis e José Maria Morais.
Os bens imobiliários e mobiliários foram todos arrolados em favor do Estado - nada mais nada menos que 94 e numa reunião que decorreu a 1 de Agosto desse mesmo ano de 1911.
O presidente da então denominada Junta Paroquial Republicana era o padre Ricardo Pires Soares, com o secretário João Bernardino dos Reis e os vogais Albano Joaquim de Almeida, Jacinto Matos dos Reis e José Maria Morais.
Os bens imobiliários e mobiliários foram todos arrolados em favor do Estado - nada mais nada menos que 94 e numa reunião que decorreu a 1 de Agosto desse mesmo ano de 1911.
O padre José Bernardino dos Santos Silva era o pároco local e não quis participar no arrolamento dos 94 bens (móveis) e ainda a residência, com sobrado e quintal (o então denominado passal, que fica(va) imediatamente a norte do templo), o cemitério e a capela de Santo António, 15 terrenos e baldios - que tinham áreas entre os 2150 metros quadrados (o adro) e os 4 230 (a pedreira das Quintas).
- NOTA: A 12 de Abril de 1912 todos estes bens passaram para a Comissão Cultual e, desta, voltaram à posse da Igreja a 11 de Março de 1915 - alfaias, móveis e objectos religiosos, com falta de alguns, nomeadamente 10 peças de prata do resplendor e um mocho.
- NOTA: A 12 de Abril de 1912 todos estes bens passaram para a Comissão Cultual e, desta, voltaram à posse da Igreja a 11 de Março de 1915 - alfaias, móveis e objectos religiosos, com falta de alguns, nomeadamente 10 peças de prata do resplendor e um mocho.

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