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| Marques Mendes |
O então ministro dos Assuntos Parlamentares, Luís Marques Mendes, encontrou-se com o presidente da ARCOR, Celestino Viegas, a 30 de Abril de 2003.
Uma quarta-feira de há exactamente 23 anos!
O 1º. ministro era Durão Barroso - o do «Governo da tanga» - e objectivo era apresentar e analisar o desejado apoio extraordinário do Governo à ARCOR, então envolvida na construção do Centro Social e que, na altura, era credora da Segurança Social, nos termos do contrato-programa assinado entre as duas partes.
As obras já iam no 11º. mês da segunda e última fase e não é difícil imaginar as dificuldades arcorianas de tesouraria.
O encontro seguiu-se a um contacto com Paulo Portas (o então Ministro de Estado e da Defesa) e repetiu-se a 10 de Setembro, na Festa do Leitão, em Águeda - onde Marques Mendes reuniu com a direção da ARCOR. Nesta altura, o presidente Celestino Viegas, o vice-presidente Dinis Alves (actual presidente), o tesoureiro Agostinho Tavares e a vogal Maria Madalena Carvalho Neves.
O 1º. ministro era Durão Barroso - o do «Governo da tanga» - e objectivo era apresentar e analisar o desejado apoio extraordinário do Governo à ARCOR, então envolvida na construção do Centro Social e que, na altura, era credora da Segurança Social, nos termos do contrato-programa assinado entre as duas partes.
As obras já iam no 11º. mês da segunda e última fase e não é difícil imaginar as dificuldades arcorianas de tesouraria.
O encontro seguiu-se a um contacto com Paulo Portas (o então Ministro de Estado e da Defesa) e repetiu-se a 10 de Setembro, na Festa do Leitão, em Águeda - onde Marques Mendes reuniu com a direção da ARCOR. Nesta altura, o presidente Celestino Viegas, o vice-presidente Dinis Alves (actual presidente), o tesoureiro Agostinho Tavares e a vogal Maria Madalena Carvalho Neves.
Apenas dois dias depois, a 12 desse mesmo mês e ano de 2003, o Ministro do Trabalho e da Segurança Social (António Bagão Félix) atribuiu um subsídio extraordinário de 125 000 euros para as obras da ARCOR.
- NOTA: Os 125 000 euros de há 23 anos e segundo o conversor da PORDATA, seriam agora qualquer coisa como 188 322 euros. Que, seguramente, bom e oportuno jeito fariam à actual tesouraria da ARCOR.
- NOTA: Os 125 000 euros de há 23 anos e segundo o conversor da PORDATA, seriam agora qualquer coisa como 188 322 euros. Que, seguramente, bom e oportuno jeito fariam à actual tesouraria da ARCOR.


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