segunda-feira, julho 13, 2026

A Orquestra Juvenil da UFTOR: Tuna / AFOR + 12 de Abril!

Os tunantes da Orquestra Juvenil da UFTOR: Mafalda Silveira, Tiago Morgado, Carminho Neves,
Gabriel Lima, Martim Almeida, Eduardo Pereira, Ema Neves, Matilde Marques, Miguel Almeida, Lara
Brites, Yara Branco, Mateus Lima, Beatriz Almeida, Rita Fernandes, Mara Brites
A OJUFTOR no Palco do Agitágueda de 2026



A Orquestra Juvenil da UFTOR estreou-se a 11 de Julho de 2026, no Palco 2 do Agitágueda 2026.
O inédito projecto «nasceu» de uma parceria entre a Tuna / Associação Filarmónica de Óis da Ribeira (AFOR) e a Orquestra 12 de Abril, de Travassô: a Orquestra Juvenil da UFTOR  (União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira).
O objectivo primeiro foi o de participar no AgitÁgueda 2026 e a formação reuniu os mais jovens músicos das duas bandas e escolas de música, proporcionando-lhes uma experiência única de aprendizagem, partilha e crescimento musical.
A preparação do grupo envolveu quatro ensaios conjuntos. Os dois primeiros foram orientados por António Bastos, maestro da Tuna/AFOR, e os dois últimos por Carlos Fernandes, da Orquestra 12 de Abril.
«A ambos deixamos um profundo agradecimento pela dedicação, disponibilidade e espírito de colaboração que tornaram este projeto possível», disse Luís Neves, o presidente da Tuna / AFOR, sublinhando que a criação da OJUFTOR foi «um verdadeiro trabalho de equipa».
O processo envolveu várias pessoas, que de «forma incansável apoiaram a organização, em termos de logística, coordenação e acompanhamento dos jovens músicos».
«A todas elas, o nosso mais sincero obrigado», referiu Luís Neves.
O logótipo da OJUFTOR
A identidade
do projecto!
A assinalar este momento foi também criado o logótipo oficial da Orquestra Juvenil da UFTOR, símbolo desta união entre duas coletividades.
O logótipo foi aplicado nas t-shirts utilizadas por todos os elementos da orquestra, como se pode ver na foto, «reforçando o sentimento de pertença e identidade deste novo projeto».
«A iniciativa, mais do que um concerto, demonstrou que a colaboração entre associações fortalece a cultura, cria novas oportunidades para os jovens e aproxima as nossas comunidades», disse Luís Neves, acrescentando que «o sucesso desta primeira experiência deixa uma forte vontade de dar continuidade à Orquestra Juvenil, num modelo que está ainda a ser definido, mas que pretende preservar este espírito de união, cooperação e partilha».
O d´Óis Por Três aplaude e deseja que este seja apenas o primeiro capítulo de uma longa história, escrita em conjunto e ao som da música. 
Parabéns!

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