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| O acesso ao observatório do Bico da Mota |
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| O passadiço do acesso ao observatório |
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| O acesso ao observatório foi «destabuado»... |
O passadiço de acesso ao observatório da pateira no Caminho do Bico da Mota, em Óis da Ribeira, está como mostram as várias imagens de hoje: abandonado, sem parte do gradeamento de madeira.
E sem chão.
Roubaram as tábuas e não foram repostas, há pelo menos 3 anos!
Este equipamento de atração turística fica mesmo junto à lagoa, como se se vê nas imagens. Da pateira, expoente alto do turismo regional.
E no trajecto do propagandeado PR1 «Da Pateira ao Águeda», um percurso pedestre de pequena rota, que decorre por caminhos e territórios das Uniões de Freguesia de Óis da Ribeira e Travassô e de Recardães e Espinhel, unindo as margens da Pateira às do Rio Águeda e as duas freguesias.
Este equipamento de atração turística fica mesmo junto à lagoa, como se se vê nas imagens. Da pateira, expoente alto do turismo regional.
E no trajecto do propagandeado PR1 «Da Pateira ao Águeda», um percurso pedestre de pequena rota, que decorre por caminhos e territórios das Uniões de Freguesia de Óis da Ribeira e Travassô e de Recardães e Espinhel, unindo as margens da Pateira às do Rio Águeda e as duas freguesias.
O d´Óis Por Três já a 21 de Fevereiro de 2023 - ver AQUI -, entre outras oportunidades, falou do assunto. Mas debalde! Perdeu o seu tempo!
O poder local, como vem sendo (mau) hábito, ignora as «coisas» de Óis da Ribeira, entretido que anda a esbanjar dinheiro por outra latitudes territoriais.
dinheiro perdido... ÓdR é
uma espécie de maninho
abandonado!
O equipamento é um, de mais dois, instalados para observação da fauna e flora da lagoa, entre Óis da Ribeira e Requeixo.
O equipamento é um, de mais dois, instalados para observação da fauna e flora da lagoa, entre Óis da Ribeira e Requeixo.
Equipamentos que terão custado qualquer coisa como 30 000 euros. Era essa, pelo menos, a projeção da candidatura ao orçamento participativo de 2017.
Há 9 anos!
Hoje e segundo os cálculos da PORDATA, os valores andariam na volta os 35 810 euros. O que é «massa» a valer.
Seja lá que valor for, é dinheiro público investido em equipamentos públicos que estão (está este) como as imagens mostram. Dinheiro investido mas dinheiro perdido pelo desleixo, abandono e desprezo pela «coisa» que é de todos mas poucos (não) gerem.
O território óisdaribeirense, por estas e outras, é, assim, uma espécie de maninho abandonado pela autoridades, um baldio ignorado e desprezado, sem dono e/ou autoridades que lhe deem vida.
As imagens mostram à saciedade como é gasto o dinheiro público, como (não) é gerido, como estes equipamentos são «tratados».
As imagens mostram à saciedade como é gasto o dinheiro público, como (não) é gerido, como estes equipamentos são «tratados».
Neste caso, nem se pode evocar o estafado slogam «Cuidar do herdado para deixar em legado». Neste caso, não se cuida de investimento de mandato contemporâneo. O que não é bom!




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