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| A casa que foi do do professor Luís Maria Almeida e Santos |
O professor Luís Maria de Almeida Santos, natural de Óis da Ribeira, foi homenageado por seus antigos alunos da Escola Primária da Trofa a 20 de Setembro de 1964.
Há precisamente 62 anos.
A comissão era liderada por Dinis Saraiva e o almoço-cerimónia pretendia fazer, e fez, história e agradecer os 25 anos em que Luís Santos exerceu o seu professorado naquela localidade e freguesia do concelho de Águeda, lá prestando «bons serviços ao Estado e aos seus antigos alunos», deles recebendo uma salva de prata, com dedicatória especial - que, comovido, o professor Luís agradeceu, assim como as elogiosas referências que lhe foram feitas pelos oradores da homenagem.
O professor Luís Maria de Almeida Santos nasceu 22 de Maio de 1896, há 126 anos, e ea filho do professor Camilo Ferrão de Almeida Santos (que era natural de Carapinheira do Campo, em Montemor-o-Velho e exerceu em Óis da Ribeira e Cortegaça) e de Maria Teresa Almeida, governanta de casa e de Óis da Ribeira, filha de Jacinto Bernardo Henriques e de Joaquina Rosa Almeida. Irmão de José Ferreira de Almeida Santos (Branco).
Professor, correspondente
de jornais polémico e
republicano convicto !
Professor primário, animador político e correspondente de jornais de Águeda, iniciou a sua carreira docente na Escola Primária de Oiã, onde viria a conhecer Maria Emília Cruzeiro Gomes, sobrinha do escritor e poeta António do Cértima.
A D. Mariquinhas.
O casal consorciou-se a 30 de Dezembro de 1921, há 105 anos e em Oiã, e foram pais de Henrique, Hélder, Maia Estrela e António Cruzeiro de Almeida Santos (Toninho) - já todos falecidos.
Exerceu largos anos na Escola Primária da Trofa, do que lhe adveio o cognome que o popularizou como «Trofas». Professou ideais republicanos e, como correspondente de jornais de Águeda, foi intensamente polémico, protagonizando acesas «guerras» jornalísticas com outros correspondentes locais e poderes instituídos de Óis da Ribeira - também sendo acérrimo promotor das belezas turísticas da pateira.
- NOTA: A sua residência (na foto) foi herdada pelo filho António (Toninho), que, solteiro e sem família direta, a doou (e outros bens) a uma instituição religiosa - os Combonianos
A D. Mariquinhas.
O casal consorciou-se a 30 de Dezembro de 1921, há 105 anos e em Oiã, e foram pais de Henrique, Hélder, Maia Estrela e António Cruzeiro de Almeida Santos (Toninho) - já todos falecidos.
Exerceu largos anos na Escola Primária da Trofa, do que lhe adveio o cognome que o popularizou como «Trofas». Professou ideais republicanos e, como correspondente de jornais de Águeda, foi intensamente polémico, protagonizando acesas «guerras» jornalísticas com outros correspondentes locais e poderes instituídos de Óis da Ribeira - também sendo acérrimo promotor das belezas turísticas da pateira.
- NOTA: A sua residência (na foto) foi herdada pelo filho António (Toninho), que, solteiro e sem família direta, a doou (e outros bens) a uma instituição religiosa - os Combonianos


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