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| Peixe do rio a... fritar |
A comissão de festas de Nossa Senhora de Fátima de 2027 realizou ontem o take-away de peixe do rio frito com broa.
A iniciativa teve boa adesão,
num dia de encontros, de sabores e de memórias partilhadas.
E foi inspiração para uma «sobremesa» de poesia popular:
Porque o peixe do rio, tão simples e tão nosso /
Tem o dom de juntar, de criar alvoroço /
E quando chega à mesa, toda a terra se reconhece.
É petisco de raízes, de história e de tradição /
Que aproxima as pessoas e aquece o coração.
Vem do rio, traz a terra, traz a nossa identidade /
E reúne à mesma mesa a nossa comunidade.
Foi assim, entre sabores, sorrisos e emoção /
Que vivemos este dia com grande satisfação.
E se o peixe é do rio, a memória é de todos nós /
Um sabor que nos une e dá força à nossa voz.
Da Comissão, com carinho e emoção /
Nasceu esta pequena inspiração.
Não somos poetas, nem temos profissão/
Somos apenas amigos a rimar de coração.
É petisco de raízes, de história e de tradição /
Que aproxima as pessoas e aquece o coração.
Vem do rio, traz a terra, traz a nossa identidade /
E reúne à mesma mesa a nossa comunidade.
Foi assim, entre sabores, sorrisos e emoção /
Que vivemos este dia com grande satisfação.
E se o peixe é do rio, a memória é de todos nós /
Um sabor que nos une e dá força à nossa voz.
Da Comissão, com carinho e emoção /
Nasceu esta pequena inspiração.
Não somos poetas, nem temos profissão/
Somos apenas amigos a rimar de coração.


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