segunda-feira, outubro 12, 2026

A ARCOR Canoagem, as respostas sociais, a cultura e o poli-desportivo!

O presidente Dinis Alves, à direita, assinou, a 2 de Setembro de 2026, o contrato-programa do hangar de canoagem com a Câmara Municipal, representada pelo vice-presidente Edson Santos, à esquerda e o presidente Jorge Almeida. Apoio de 210 000 euros
O que se pode antecipar do (novo) hangar de canoagem


O presidente da direção da ARCOR afirmou ao «Diário de Aveiro» que «entre a canoagem, as respostas sociais e a actividade cultural, a instituição procura manter o papel que conquistou na comunidade de Óis da Ribeira».
O futuro, porém, sublinhou Dinis da Conceição Alves,  «dependerá, também da capacidade de encontrar financiamento, renovar as 
As marchas da ARCOR (em 2011/2012)
instalações e adaptar uma estrutura tradicionalmente assente no voluntariado a uma realidade cada vez mais complexa».
Quanto à canoagem, sabe-se que tem gestão autónoma (dentro da estrutura arcoriana) e que a 2 de Setembro de 2026, assinou um contrato-programa com a Câmara Municipal de Águeda, contrato que formaliza um apoio financeiro de 210 mil euros para as obras de requalificação e ampliação do hangar.
A intervenção deverá decorrer até ao final do próximo ano e a notícia divulgada, em Setembro, nas redes sociais camarárias, dava conta que «o apoio municipal pretende responder ao crescimento sustentado da actividade desenvolvida pela ARCOR, dotando o espaço de melhores condições para a prática desportiva, formação e dinamização das modalidades náuticas».
O polidesportivo da ARCOR

A canoagem, o teatro e
a cultura na ARCOR!
As prioridades!

O presidente Dinis da Conceição Alves foi quem assinou o contrato-programa e nas declarações ao DA, agora e sobre a actualidade da ARCOR, disse que «a questão resume-se a uma prioridade», que será, do
O último GTA da ARCOR (em 2012)
seu ponto de vista, «garantir que, independentemente de quem estiver à frente
da associação, o foco permaneça em quem dela depende».
«Só há dois tipos de pessoas: os utentes, crianças ou idosos, e as pessoas que lá trabalham. O resto é tudo conversa», considerou Dinis da Conceição Alves.
O presidente arcoriano afirmou ao «Diário de Aveiro», também, que «entre a canoagem, as respostas sociais e a actividade cultural, a instituição procura manter o papel que conquistou na comunidade de Óis da Ribeira».
Ficámos sem saber o grau de importância que a canoagem terá (tem) na estrutura da ARCOR, assim como as actividades culturais (e recreativas) - recordando o d´Óis Por Três, por exemplo, as marchas populares e, principalmente, o Grupo de Teatro Amador (GTA) - que inexiste desde 2012.

E não esquecendo, já agora, o polidesportivo arcoriano, que há anos e anos está bastante degradado e abandonado por sucessivas direções associação de Óis da Ribeira.
- ONTEM: «As associações como a ARCOR têm que se profissionalizar!». - Ver AQUI
- ANTEONTEM: «A ARCOR precisa de se endividar em 300 000 euros». - Ver AQUI

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