quarta-feira, abril 10, 2019

Um símbolo da (des)União e da autacracia presidencial travassÓisense!



A imagem que acima se vê é, segundo o sr. presidente Sérgio Neves, o novo logótipo da Junta de Freguesia de Travassô e Óis da Ribeira.
Como é qu´é?
E quem é que tal decidiu?
O sr. presidente na sua infinita sapiência e sabedoria?
E com procuração de quem?
Então, uma opção destas, que supostamente simbolizará os valores históricos de duas ancestrais freguesias, é tomada por uma pessoa, só, no campo magnético da sua omnisciente competência? Ou por duas ou três? 
Não devia passar, no mínimo por se ouvirem os eleitos?
Não devia ir a votos da Assembleia de Freguesia?
Não devia a AFTOR dele saber antes de ser tornado público?
Não deviam ser ouvidas as forças vivas locais, as suas ideias, as suas sugestões, o seu conhecimento?
Quer-nos parecer que sim!
Temos a certeza que sim!
O autor do novo símbolo, José Daniel, nada tem a ver com isto. Deixemo-lo de fora deste raciocínio.
O que questionamos é o comportamento autocrático do presidente. Que se faz dono do que é de todos e ninguém ouve, porque ele mesmo se tem por deus.
Louvado seja!

O simbolismo
do símbolo !

A omnisciente explicação dada na  habitual página de propaganda da (des)União é a de que a ideia é tentar «com os traçados dos rios Vouga, Águeda e Cértima/Pateira, criar uma imagem de uma bateira, simbolismo presente nos três rios e marca de gerações das nossas gentes». 
Os pontos coloridos, por seu lado e ainda segundo a sapiente explicação, «significam o casario, a natureza, a agricultura, comércio e indústria bem como a história, a cultura, desporto e tradição que caracteriza também esta freguesia».
Que seja, pelo seu conceito, embora não pareça. 
E por não parecer, ou parecer - concedamos... -, é que o conceito logotipal deveria ser objecto e sequência de análise plural, multi-disciplinar, amadurecida e responsável, nunca autocraticamente apresentado como facto adquirido, seja por quem for.
Valha-nos, ao menos, que, a fazer fé no dizer presidencial, o logótipo não terá valor institucional.

PCP comemora o 25 de Abril em Óis da Ribeira

Miguel Viegas

O Partido Comunis-
ta Portu-
guês (o PCP) co-
memora os 45 anos do 25 de Abril em Óis da Ri-
beira, no restaurante Pôr do Sol e com participação de Mi-
guel Viegas, actual de-
putado europeu.
A iniciativa é da comissão concelhia de Águeda, liderada pelo engº. Francisco Abrunhosa Simões, e o tema principal da festa comunista ds comemorações abrilinas tem a ver com «Os Valores de Abril no Futuro de Portugal».
O PCP, recordemos, concorreu nas últimas eleições intercalares da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira, com uma lista liderada por José Eduardo Simões(aguedense que mora na Rua do Cabo) e teve 18 votos - 6 deles em Óis da Ribeira, representada na lista pelos candidatos António Simões Pereira e Paulo Jorge Marques (Rosse).
O almoço comunista deste festivo Abril de 2019 está marcado para as 12,30 horas e os interessados em participar podem inscrever-se junto dos militantes Fernando (963942585), Jorge (936981692) e Alberto (912831651).
Carlos Carvalhas, à direita, cumprimentando 
Celestino Viegas, o então presidente da Arcor

O PCP em 
Óis da Ribeira

Não é a primeira vez que o PCP reúne, trabalha ou convive em Óis da Ribei-
ra. Numa rápida e alea-
tória consulta ao Google, dá para ver que o então secretário-geral Carlos Carvalhas visitou a antiga vila ribeirinha no dia 17 de Fevereiro de 2002, um domingo e no decorrer de uma actividade partidária, então visitando as obras do Centro Social da Arcor.
O partido tinha sido um dos que, a 4 de Dezembro de 1998, tinha apoiado a inclusão da obra no PIDDAC de 1999 e a Arcor, então presidida pelo jornalista Celestino Viegas quis agradecer o facto. Outros partidos que apoiaram a Arcor e Óis da Ribeira foram o PSD e o CDS, abstendo-se o PS.
«O seu partido teve apenas 7 votos em Óis da Ribeira, mas que-
remos dizer-lhe o nosso obrigado por ter votada a favor da entrada em PIDDAC», disse o então presidente da Arcor, entregando-lhe uma caneta e um Jornal da Arcor.
«Sois gente boa», disse Carlos Carvalhas, no final da visita às obras e como se vê na foto repescada da net.
Ver AQUI 

terça-feira, abril 09, 2019

Ainda a limpeza dos espaços públicos de Óis da Ribeira

A erva cresce no passeio da Rua dos Arais, a da Casa Mortuária, desde Setembro de 2018
O «jardim» do parque de estacionamento

Até se pode pen-
sar que se trata de uma questão de embirrar com a Junta, mas não é: agora é pela mão informática de uma ribeiren-
se que nos che-
ga uma imagem, da tarde de on-
Ramos caídos e 
cimentado rebentado
tem, da erva que cresce no passeio da Casa Mortuária. Na Rua dos Arais.
Cresce, cresce e não é cortada.
Há uma semana, a presidência da Junta de Freguesia da (des)União deslocou-se ao local, com dois técnicos de jardina-
gem e espaços verdes, armados de equipamento adequado, com algum aparato, e procederam à limpeza  do ajardinado imediatamente a nascente da Casa Mortuária. E, finalmente, retiraram a árvore que lá estava caída desde 16 de Outubro. A da noite de tempestade.
Para trás, ficou a limpeza, mesmo ao lado, do ajardinado do parque de estacionamento e os dois cemitérios. O d´Óis Por Três também deu conta da erva que cresce ma Rua dos Arais. a da Casa Mortuária, mas a fotografia então publicada não dava uma ideia aproximada de como está o passeio. É o que faz a nossa habitual correspondente, com a imagem que acima publicamos.
Os coletes amarelos da Junta
não se vêm em Óis da Ribeira
Espaços públicos
por limpar !

Já agora e quanto à placa ajardinada do parque de estacionamento, mesmo ao lado, lá continua a ver a erva a crescer, desde Setembro de 2019 e até ramos de árvore caídos há mais de uma semana.
Limpou-se uma parte, mas o resto ficou à espera, incluindo os dois cemitérios. E, sobre este, já nem vale a pena recapitular o respeito que devem merecer da autarquia, sua proprietária.
Sobre os passeios da Rua dos Arais, a da Casa Mortuária e do Cemitério Novo, menos de uma hora seria suficiente para fazer o que deve ser feito. Só que não é! 
Os coletes amarelos da (des)União de Freguesias travassÓisense pouco se vêem por Óis da Ribeira. Anda por aí, por OdR não é, no vento das promessas eleitorais!
O que dirão a isto os eleitos de Óis da Ribeira? 

segunda-feira, abril 08, 2019

A Arcor na Feira de Saberes & Sabores de Águeda


A Arcor na Feira de Saberes & Sabores em 2013

A Arcor vai par-ticipar na Feira dos Saberes & Sabores de Águeda, marca-
da para 13 de Abril de 2019.
O d´Óis Por Três já a 20 de Março (ver AQUI) deu conta desta or-
ganização anual, na qual a insti-
tuição ribeirense já tradicionalmente participa e procurando sen-
sibilizar os associados, ribeirenses e amigos da Arcor a partici-
parem - que é o mesmo que ajudar a Arcor.
Hoje, aqui estamos para dar conta de que os interessados em par-
ticipar podem almoçar na barraquinha da Arcor, escolhendo entre ementa de feijoada, bifanas e sopas de legumes, doçaria variada, broa caseira e bolo da páscoa.
Registamos o convite oficial, que, aliás, é da direcção do presidente Mário Marques: «Faça um almoço diferente e delicie-se na nossa barraquinha».
O evento vai decorrer entre as 11 e as 19 horas, no Instituto da Vinha e do Vinho (antiga Adega Cooperativa), em Paredes, à entrada de Águeda, com participação de várias IPSS´s do concelho de Águeda.

Saneamento e remodelação da rede de águas de Óis da Ribeira

As obras de remodelação da rede de águas de Óis da Ribeira

Fernando Jorge Oliveira

As obras de remodelação da rede de águas de Óis da Ribeira continuaram na última semana, depois da interrupção de algumas semanas.
A imagem, foi obtida na tarde de ontem e mostra ponto da situa-
ção: a abertura da vala principal, que vai em frente às casas de Agostinho Albino Pires Tavares, antigo presidente da Junta de Freguesia, eleito pelo PS (no mandato de 1980/1982), do engº. Joaquim da Costa Araújo, antigo secretário da Junta de Fregue-
sia, pelo PSD (entre Janeiro de 1986 e Abril de 1988, no primeiro mandato de Manuel Soares dos Reis e Santos), ambas à esquer-
da, e, à direita (muro cor de ro-
sa), a de António de Oliveira Morgado Abrantes, que foi presiden-
te da Assembleia de Freguesia, pelo PSD (1986/1989). 
As obras, recordemos, estão a ser realizadas pela empresa Fer-nando Jorge Oliveira - Unipessoal, do Fial de Alquerubim, em Albergaria-a-Velha, e incluem as ruas Manuel Tavares, Santo An-
tónio e Pateira. Na prática, substituem a tubaria de fibrocimento que, nos anos 80 do Século XX, foi (até agora) a primeira rede pública canalizada de fornecimento de água de Óis da Ribeira.

Rede OdR de
saneamento

Relativamente à rede de saneamento das mesmas ruas e também da António Bernardino, Serrados, Caminho Fundo, Arroteias e Aidos, apenas sabemos que, estando concluída a instalação do emissário principal, estarão em preparação as ligações dos 245 ramais domiciliários previstos no caderno de encargos e adjudicação pública.
As obras começaram a 3 de Setembro de 2018 e, como se sabe, estão a cargo da firma Construções Carlos Pinho, Lda., de Arouca, que as adjudicou à AdRA por 584 008 euros.
A empreitada tem por objecto a construção da rede gravítica, de 7.100 metros de colectores de águas residuais, 245 ramais domiciliários, uma estação elevatória e 700 metros de condutas elevatórias (em PEAD de DN 110mm). 
Irá beneficiar mais ou menos 2/3 da população de Óis da Ribeira, na ordem das 400 para 500 pessoas - desde que todas as habi-
tações requeiram os referidos 245 ramais domiciliários.

domingo, abril 07, 2019

Árvore caída e ervas barbeadas aos bocadinhos...

A erva do parque de estacionamento não é cortada desde Setembro de 2018
As ervas do Cemitério Novo

O sempre pres-
suroso e panfle-
tário presidente da Junta de Fre-
guesia da (des) União de Fre-
guesias anun-
ciou aos 30 ven-
tos do mundo o arranque, a 3 de Abril de 2019, da árvore e o corte das ervas do mi-
ni-parque ime-
Parque barbeado e árvore retirada
diatamente a nascente da casa mortuária de Óis da Ribeira.
Ups, ups..., finalmente!
O vitorioso autarca fez mui-to bem, embora muito atrasado: a árvore lá estava caída desde a madrugada de 16 de Outubro de 2018, há quase 6 meses, por moléstia da autarquia local. E a erva não era cortada desde da manhã de 14 de Setembro do mesmo ano, há quase, quase 7 meses. Este tempo todo com a autarquia a assobiar para o lado e om descuçlpas que agora já não pode argumentar.
O que era, tudo junto, uma enorme vergonha!
«Continuamos a limpar os espaços públicos de Travassô e Óis da Ribeira. Vamos em frente, passo a passo», proclamou o presidente Sérgio Neves, certamente ufano da obra que foi dali levar a árvore caída há quase meio ano e fazer a barba a uma relva de quase 7 meses.
Vamos ver se tanto entusiasmo vai recuperar o que ali deixou para trás, mesminho ao lado: as ervas do parque de estaciona-
mento  e dos passeios da Rua dos Arais, a da Casa Mortuária.
As ervas nos passeios da Casa Mortuária

Ervas nos passeios da
Casa Mortuária

Hoje é domingo, dia 7 de Abril de 2019, tempo de final da missa pa-
roquial, e já lá vão 4 dias desde o anúncio autár-
quico da limpeza do parquezinho dos Arais.
Já agora e para memória de quem vive por Óis da Ribeira e porque mesmo ao lado também estão:
1 - Porque não foi limpo o Cemitério Novo?
2 - Porque não foi limpo mo Cemitério Velho?
E, por simpatia ambiental,
3 - Porque não são limpas as valetas da rua da Casa Mortuária, a dos Arais, como se vê na imagem?
4 - E as das ruas de Óis da Ribeira que não estão em obras?

Teatro da Arcor na F. Foz, em 1990! Teatro «morto» em 2019!

A peça «D. Álvaro de Abranches», em 1990, pelo Grupo de Teatro Amador da Arcor
Cena da peça «D. Álvaro de Abranches» (1990)






O Grupo de Tea-
tro da ARCOR actuou na Fi-
gueira da Foz a 7 de Abril de 1990, com a peça «D. Álvaro de Abran-
ches». Há preci-
samente 29 anos, hoje se fazem!
A estreia fora a 6 de Janeiro de 1990 e a peça de cinco actos re-
portava-se à História de Portugal durante a ocupação dos Filipes de Espanha, com participação de Paulo Rogério Framegas, Paulo Silva, Cristina Silva, Hélder Pires, Manuel Alberto Resende, Dio-
nísio Prazeres, Elisabete Fernandes, Manuel Horácio Reis, Lotário Santos, Hélder Prazeres, Danilo Costa e António Salvador Reis. Os ensaios foram dos irmãos Isauro e Firmino Santos.
O programa incluía a comédia «O Criado André».
O grupo actuou em:
- Eirol (13 de Janeiro).
- Recardães (14).
- Frossos (20).
- Alquerubim (27).
- Avelãs de Caminho (3 de Fevereiro).
- Mourisca do Vouga (4).
- Troviscal (10 de Março).
- Ois da Ribeira (11 de Março).
- Figueira da Foz (7 de Abril).
- CEFAS de Águeda (21 de Abril).
 
O grupo terá a actuado mais algumas vezes (?), não é certo, e as receitas dessa já bem distante jornada cultural ribeirense atingiram os 193 050$00, o equivalente, hoje, a 2 212,90 euros. 
O último GTA da Arcor, há 7 anos!

Arcor sem teatro
desde 2012. Há 7 anos! 


O Grupo de Teatro Ama-dor (GTA) da Arcor está paralisado, 29 anos de-
pois da jornada da Fi-
gueira da Foz e assim «matando» uma tradição que já virá do século XIX e tantas glórias, fama e prestígio deu à cultura ribeirense.
As sucessivas direcções da Arcor, desde 2012, tem apresentado, em relatório, o estafado argumento de não ter sido possível en-
contrar um ou mais respon
sáveis com competências e disponi-
bilidade para reactivar a secção.
Então, mas ó senhores preclaríssimos directores da Arcor, não é à direcção que compete encontrá-los?
Já agora e porque é evidente a evidência (desculpem lá o impertinente pleonasmo) não é verdade que:
1 - O actual secretário da direcção foi o último ensaiador de teatro, precisamente em 2012?
2 - Que ele mesmo, actual secretário, integrou a Secção de Teatro anos atrás de anos?
3 - Que o actual vogal da direcção foi anos e anos membro da Secção de Teatro?
4 - Que a primeira secretária desta direcção foi muitos anos membro da sobredita Secção?
5 - Que pelo dois actuais dirigentes da Secção de Canoagem foram anos e anos elementos da Secção de Teatro?
6 - Que, que, que?... 
Há, pois, competências! Estão em casa e causa próprias. Não digam que não! Falta o quê, então?

sábado, abril 06, 2019

Benemérito Manuel Tavares faleceu há 56 anos!

Manuel Tavares
Laura Sucena

O benemérito ribeirense Manuel  Maria Tavares da Silva faleceu a 6 de Abril de 1963, às 23 horas e de doença, na sua casa de Óis da Ribeira. Hoje se passam 56 anos.
Manuel  Maria Tavares da Silva nasceu em Óis da Ribeira 9 de Dezembro de 1880, filho de João Tavares da Silva e de Maria Angélica dos Santos, neto paterno de José Tavares da Silva e Ana Maria Soares de Freitas e materno de Berardo dos Santos Oliveira e Emília Pires da Maia, tendo sido baptizado a 16 do mesmo mês e amo, na Igreja Paroquial de Óis da Ribeira e pelo padre Ricardo Tavares da Silva. Os padrinhos foram Manuel Maria Pires Soares dos Santos, de 21 anos e lavrador, e Maria Rosa dos Santos, tia materna, ambos solteiros.

A casa que foi de Manuel Ta-
vares, na rua com o seu nome

Família Tavares,
cinco filhos !

Manuel Tavares casou a 12 e Março de 1902, aos 21 anos, com Laura Ferreira Sucena, de 24, e o casal, sobrevivos, teve os filhos Ana (nascida a 14 de Janeiro de 1904, gémea de Mariana, falecida a 5 de Agosto de 1981 e que foi casada com José dos Santos Ala de Resende), Maria Augusta, professora primária em Angola (onde faleceu nos anos 60 do século XX) e Joaquim (nascido a 24 de Agosto de 1907 e falecido a 21 de Maio de 1986, em Aveiro). 
Teve pelo menos outros dois filhos: 
1- Maria: A primeira, nascida a 21 de Janeiro de 1903 e falecida a 11 de Outubro do mesmo ano.
2 - Mariana: Nascida a 13 de Janeiro de 1904 e falecida a 5 de Dezembro de 1904. Gémea de Ana e a primeira do nascimento. 
Esteve emigrado no Brasil e, mais tarde, em Angola, tendo feito fortuna e, regressado a Óis da Ribeira, apoiou famílias pobres e as obras de restauro da capela de Santo António (a expensas próprias e nos anos 40/50 do século XX) e da Igreja Paroquial (50 para 60).

sexta-feira, abril 05, 2019

Associação Cultural de Óis da Ribeira (há 107 anos!)...

O Decreto-Lei publicado no Diário
do Governo de 5 de Abril de 1912

O Ministério da Justiça publicou, há precisa-
mente 107 anos, o de-
creto lei que aprovava os estatutos da Associa-
ção Cultual da Freguesia de Óis da Ribeira - que substituiu a Junta da Paróquia, extinta com a implantação da Repúbli-
ca, a 5 de Outubro de 1910.
Publicado no Diário do Governo de 5 de Abril de 1912, lê-se o seguinte (como se vê na imagem ao lado) e aqui reprodu-
zimos  para memória histórica da memória ribeirense.

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA
Direcção Geral dos Eclesiásticos
1ª. Repartição

O Governo da República Portuguesa, pelo Ministro da Justiça, há por bem aprovar os estatutos da associação cultual da freguesia de Óis da Ribeira, concelho de Águeda, denominada Associação Cultual de Santo Adrião de Óis da Ribeira, com sede na mesma freguesia, e bem assim conceder à mesma associação a autorização a que se refere o artigo 17º. da lei de Separação do Estado das Igrejas.
Paços do Governo da República, 
em 28 de Fevereiro de 1912
O Ministro da Justiça
a) José António Macieira 

Artigo 17º. da Lei
de Separação 

A Lei de Separação das Igrejas do Estado estipulava que «a religião católica deixa de ser a religião do Estado e todas as igrejas ou confissões religiosas são igualmente autorizadas, como legítimas associações particulares, desde que não ofendam a moral pública nem os princípios do direito político português».
O artigo 17º. referia que «os membros ou fiéis de uma religião só podem colectivamente contribuir para as despesas gerais do respectivo culto por intermédio de qualquer das corporações, exclusivamente portuguesas, de assistência e beneficência, actualmente existentes em condições de legitimidade dentro da respectiva circunscrição, ou que de futuro se formarem com o mesmo carácter, de harmonia com a lei e mediante autorização concedida por portaria do Ministério da Justiça»
.

quinta-feira, abril 04, 2019

Apoio camarário de 9 217,57 euros à canoagem da Arcor

As associações na foto oficial do encontro da Câmara Municipal de Águeda
Hugo Costa e Fábio Lopes
são individualmente apoiados

A  Câmara Municipal de Águeda anunciou os apoios a atletas e clubes desportivos para a época 2018/19, que está a decorrer, numa cerimónia presidida pelo vice-presi-
dente Edson Santos.
«O Município continuará a sua aposta neste âmbito e podem contar connosco para que, todos juntos, possamos aumentar o número de praticantes», disse o autarca, na ceri-
mónia de 29 de Março de 2019, lembrando que «o programa de apoio, apro-
vado a 3 de Maio de 2007, está agora integrado no Código Regulamentar do Município de Águeda - Associativismo Desportivo (F2). Prevê di-
ferentes mecanismos e foram atribuídos apoios que totalizaram 314.587,41 euros: a atletas (23.216,17) e clubes (291.371,2).
A Arcor, que é o caso que interessa a Óis da Ribeira (e ao d´Óis Por Três), irá receber 4 677,57 euros, assim distribuídos:
- Plano de actividades: 2 843,75 euros.
- Aquisição de material: 1 000 euros.
- Deslocações: 533,82 euros.
- Apoio à organização de eventos: 300 euros (150+150).
Hangar de Canoagem

Apoio a Fábio Lopes
e Hugo Costa 
A Câmara Municipal de Águeda anunciou, também, apoios a vários atletas de clubes do município, de várias modalidades desportivas e dois canoístas da Arcor, entre eles.
Os seguintes, num total de 4 540 euros:
- Fábio Lopes, sénior e internacional: 2 620 euros.
- Hugo Costa, paracanoagem e internacional: 1920 euros.
Os dois atletas arcorianos recebem um total de 4540 euros, quase tanto (4 672,57) quanto o clube que representam, o que não deixa de ser curioso e suscita, até, algumas interrogações.

quarta-feira, abril 03, 2019

Ponte de Óis da Ribeira foi mostrada há 70 anos!

A ponte de Óis da Ribeira
Fernando Moreira de Sá
José Fred. Ulrich

A Junta de Fre-guesia de Óis da Ribeira apreciou, pela primeira vez, a planta da então futura ponte sobre o Rio Águeda a 3 de Abril de 1949! Há rigorosamente 70 anos!
O projecto inicial tinha sido ela-
borado pelo engº. Fernando Mo-reira de Sá, que tinha feito carrei-
ra militar, atingindo a patente de major. Já na reserva, foi o 1º director de Serviços de Engenharia da Câmara Municipal do Porto e Governador Civil substituto do distrito do Porto, criando mais tarde um escritório técnico de en-
genharia, especialistas em obras de cimento armado. 
A planta inicial, porém, não tinha sido aprovada pelo Ministério das Obras Públicas, que encarregou os engenheiros  Campos e Mendonça, mais um desenhador - todos daquele Ministério -, para fazer as necessárias correcções, que fizeram e entregaram à Câmara Municipal de Águeda e que, há precisamente 70 anos, estavam em Óis da Ribeira para serem vistas pela Junta de Freguesia e povo interessado.
P. José Bernardino
Benj. Freitas

A construção
e a inauguração!

A ponte, como todos sabemos, levaria dois anos a ser construída e foi inaugurada a 25 de Maio de 1952, numa cerimónia em que o engº. José Frederico Ulrich, Ministro das Obras Públicas (e que tinha aprovado a obra), se fez representar pelo coronel Dias Leite (Governador Civil de Aveiro), tendo também participado o dr. Fausto Luís de Oliveira (presidente da Câmara Municipal de Águeda) e autoridades civis, militares e religiosas - nomeadamente a Comissão Executiva da Ponte, presidida pelo padre José Bernardino, com o vice-presidente Benjamim Soares de Freitas, tesoureiro Manuel Soares dos Santos e o secretário Armando dos Santos Ala de Resende.
Comissão que ofereceu «um valioso copo de água às entidades oficiais, durante o qual foram feitos entusiásticos brindes».  
A Junta de Freguesia de Óis da Ribeira era presidida pelo benemérito Benjamim Soares de Freitas (de 1943 a 1954) com o tesoureiro Manuel dos Santos (mandatos de 1947/1950 e de  1951/1954) e os secretários (José Maria Estima (1946/1950) e Arnaldo Rodrigues de Figueiredo (1951/1954).
Zebedeu Costa
Gil M. Reis

As galinhas
com dentes !

As Bandas de Travassô participaram gratuitamente na festa inaugurativa e foi lançado muito fogo de artifício, transformando o dia num dia que ficou para sempre gravado na história de Óis da Ribeira.
Associada à inauguração está a famosa história das galinhas com dentes, respondendo, com ironia e boa disposição, ao chiste de muita gente de Travassô (e eventualmente não só...) que, referindo-se à ponte em tom de chacota, dizia(m) que Óis da Ribeira só a teria quando as galinhas tivessem dentes.
O artesão Gil Martins dos Reis «criou» o desagravo e, nos dois lados da entrada da ponte, no dia da inauguração, foram colocadas duas galinhas com... dentes!
A ligação entre Óis da Ribeira e Cabanões, pelo rio Águeda, era, até então, feita através das embarcação do barbeiro Zebedeu Alves da Costa, que tinha a adjudicação por concurso público anualmente lançado pela Junta de Freguesia de Óis da Ribeira.

terça-feira, abril 02, 2019

Resultados eleitorais oficializados no Diário da República

A sede da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira, em Óis da Ribeira

O Diário da Re-
pública publicou ontem, dia 1 de Abril de 2019 (e não foi engano) os resultados oficiais das elei-
ções intercala-
res realizadas a 24 de Fevereiro de 2019, na União de Fre-
guesias de Travassô e Óis da Ribeira.
O Mapa Oficial nº. 2/2019 cum-
Ondina Soares, Sérgio Neves e Paulo Pires
pre, assim, o artigo 154º, da lei eleitoral, sendo interessante registar os dados oficiais e definitivos:

- Eleitores inscritos: 2020.
- Votantes: 1 332 (65,94%).
- Votos Brancos: 20 (1,50%).
- Votos Nulos: 12 (0,90%).

Quantos aos votos reco-
lhidos pelas listas, temos:
- Partido Social Democrata (PPP/PSD), liderada por Sérgio Neves: 715 votos (53,68% ||| 6 mandatos.
- CDS - Partido Popular, encabeçada de Ricardo Almeida: 174 votos (13,06%) ||| 1 mandato.
- BE - Bloco de Esquerda, liderada por Aníbal Saraiva: 20 votos (1,5%) ||| 0 mandatos.
- CDU - Coligação Democrática Unitária, com José Eduardo Simões a nº. 1: 18 votos (1,35%) ||| 0 mandatos 
- JUNTOS - Movimento Independente, encabeçada por Fernando Pinto: 268 votos (20,12%) ||| 2 mandatos
- PS - Partido Socialista, liderada por Júlia Melo: 105 votos (7,88%) ||| 0 mandatos.
Fernando Pinto
Ricardo Pinto

Os eleitos
de TravassÓis

O mapa está publicado na 1ª. Série do Diário da República, nº. 54, de 1 de Abril e, finalmente, oficializa os candidatos eleitos pelas respectivas listas partidárias:

- PSD (6), Sérgio Edgar da Costa Neves, Ondina da Silva Gomes Soares (de OdR), Paulo Rogério Lopes Pires, Sara Raquel Pi-
nheiro da Cruz Silva, Sérgio Miguel Ferreira de Almeida (de OdR) e Ilda Maria de Almeida Pinheiro.
- CDS (1): Ricardo Alexandre Rebelo de Almeida.
- Juntos (2): Fernando Manuel de Castro Pinto e António Horácio Pires Tavares (de OdR).

Ervas daninhas e abandono do Cemitério Novo de Óis da Ribeira

O Cemitério Novo de Óis da Ribeira no último dia de Março de 2019 (em cima e em baixo)

Os cemitérios de Óis da Ribeira continuam aban-
donados e/ou esquecidos pela Junta de Fregue-
sia da (des)U-
nião sergiana. Que agora não se pode queixar de osbtrução oposicionista. Tem maioria e pode governar
como bem entender. Fazer o que quer lhe ape-
tece. Só não limpa os cemitérios por uma qualquer inexplicável razão.
O executivo do persis-
tente Sérgio Neves foi eleito a 24 de Fevereiro de 2019, já vamos na sexta semana pós-eleitoral. E o 
executivo tomou posse uma semana depois, a 3 de Março e com a circunstância e foguetório político que se sabe. Já amanhã se faz um mês desde o alegre dia laranja.
Poderia muito bem, e sem grandes dificuldades, iniciar um plano de limpeza dos campos sagrados, os cemitérios onde repousam os nossos antepassados.
Poder, podia. Mas não o fez.

Ervados de fora
dos cemitérios

As imagens,  captados no passado domingo, demonstram como crescem as ervas, dentro e fora do Cemitério Novo de Óis da Ribeira. 
Onde crescem mais, é onde os familiares das campas mais próximas as cortam - como se vê na primeira e segunda imagens. Por decoro e respeito, na ausência de trabalho da Junta de Freguesia.
A entrada do mesmo Cemitério Novo é como se vê nas segunda e terceira imagens. São ervados daninhos!
Uma meia dúzia de horas, nem isso, bastariam para se limparem os cemitérios. Foi o que aconteceu em Agosto e Setembro passados, quando, á falta de acção dos autarcas eleitos, populares os substituíram sem que estes (os autarcas) corassem a sua vergonha.
Agora, com uma Junta moda do presidente e do partido que o candidatou, a vergonha continua a não sair de casa, enquanto crescem as ervas daninhas nos cemitérios, nos acessos e outros locais de Óis da Ribeira.
O que a isto dizem os eleitos de Óis da Ribeira?


segunda-feira, abril 01, 2019

Festas de Nossa Senhora de Fátima de Óis da Ribeira

A comissão de festas de Nossa Senhora de Fátima (2019)
A excursão em autocarro...

A comissão de festas de Nossa Senhora de Fá-
tima, a de 2019 e da Paróquia de Santo Adrião de Óis da Ribeira, realizou ontem (dia 31 de Março de 2019) uma excursão ao Santuário de Fátima, por um lado, o principal, por razões de fé (lá assumida e devidamente consagrada), e para, por outro, angariar fundos para suportar custos de organização. 
Há meses que os comissários ribeirenses, mulheres e homens (na foto) que no ano passado aceitaram esta responsabilidade, estão a trabalhar no sentido de as festividades virem a correr da melhor maneira, evocando e adorando Maria e juntando as famílias paroquiais em torno da Igreja e da Fé.
A viagem correu bem, já se sabe, e expecta-se agora que o calendário festivo venha a ser do agrado geral. Falaremos dele, assim o conheçamos.