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| A cave da ARCOR em tempo de movimentação de terras. Há 25 anos! |
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Alcino Cortesão, o encarregado, um trabalhador ucraniano, Dinis Alves e Milton Gomez, os 2 fiscais da obra da ARCOR. Há 25 anos! |
As obras da segunda e decisiva fase do centro social da ARCOR e sede da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira começaram a 22 de Outubro de 2001.
Há 25 anos!
O movimento de terras das caves envolveu mais de 3 000 metros cúbicos, até ao dia 26 de Outubro de 2001. A dita movimentação de terras da (então) futura cave do centro social, foi na altura considerado «um grande atrevimento», deliberado e avançado pela direcção de Celestino Viegas.
A foto principal mostra a cave e a placa da 1ª. fase. A parede que ali se vê foi parcialmente demolida a 9 de Novembro de 2001, para facilitar o magusto e a festa de S. Martinho que ali ocorreu no dia 10 seguinte. Foi a primeira iniciativa realizada no centro social e, na prática, também a primeira actividade directiva no sentido de angariar fundos para a obra.
Há 25 anos, era Alcino Cortesão (na foto) o encarregado da obra e na altura das fundações, espantado com a sua dimensão, que ele «media» no projecto, perguntou ao presidente da direção:
«Desculpe, ó sr. Celestino, mas vocês acham que vão acabar esta obra?».
«Você acha que não?», retorquiu-lhe o dirigente arcoriano.
«Você sabe ler o projecto?», perguntou Alcino Cortesão.
O relato deste momento está publicado na revista «A Minha História da ARCOR» e, nele fazendo fé, retorquiu-lhe o presidente arcoriano:
«E preciso? Você é que tem de saber....».
Mais tarde, já no Natal de 2003, Alcindo Cortesão explicou porque fizera a observação: «Vi o tamanho da obra e uma freguesia tão pequenina!...».
Nessa altura, já sabia que Óis da Ribeira e a ARCOR tinham ganho o desafio. «Sempre conto isto nas obras por onde passo. Uma terra tão pequenina...», acrescentou Alcino Cortesão.
- NOTA: A obra foi considerada «maior que a freguesia» por D. António Baltazar Marcelino, o então Bispo de Aveiro e em visita pastoral à Paróquia de Santo Adrião de Óis da Ribeira!
Há 25 anos!
O movimento de terras das caves envolveu mais de 3 000 metros cúbicos, até ao dia 26 de Outubro de 2001. A dita movimentação de terras da (então) futura cave do centro social, foi na altura considerado «um grande atrevimento», deliberado e avançado pela direcção de Celestino Viegas.
A foto principal mostra a cave e a placa da 1ª. fase. A parede que ali se vê foi parcialmente demolida a 9 de Novembro de 2001, para facilitar o magusto e a festa de S. Martinho que ali ocorreu no dia 10 seguinte. Foi a primeira iniciativa realizada no centro social e, na prática, também a primeira actividade directiva no sentido de angariar fundos para a obra.
Há 25 anos, era Alcino Cortesão (na foto) o encarregado da obra e na altura das fundações, espantado com a sua dimensão, que ele «media» no projecto, perguntou ao presidente da direção:
«Desculpe, ó sr. Celestino, mas vocês acham que vão acabar esta obra?».
«Você acha que não?», retorquiu-lhe o dirigente arcoriano.
«Você sabe ler o projecto?», perguntou Alcino Cortesão.
O relato deste momento está publicado na revista «A Minha História da ARCOR» e, nele fazendo fé, retorquiu-lhe o presidente arcoriano:
«E preciso? Você é que tem de saber....».
Mais tarde, já no Natal de 2003, Alcindo Cortesão explicou porque fizera a observação: «Vi o tamanho da obra e uma freguesia tão pequenina!...».
Nessa altura, já sabia que Óis da Ribeira e a ARCOR tinham ganho o desafio. «Sempre conto isto nas obras por onde passo. Uma terra tão pequenina...», acrescentou Alcino Cortesão.
- NOTA: A obra foi considerada «maior que a freguesia» por D. António Baltazar Marcelino, o então Bispo de Aveiro e em visita pastoral à Paróquia de Santo Adrião de Óis da Ribeira!
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