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A ARCOR e o centro social: os engºs. Canas de Carvalho Filipe Magueta, Celestino Viegas, Dinis Alves, António Simões, Milton Santos, Arlindo Reis e Milton Gomez, em imagem de 9 de Setembro de 2001 |
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| ARCOR 2021 |
O país-ARCOR vive a expectativa de ser capaz de caminhar pelas suas próprias pernas, sua própria sensibilidade, capacidade e autonomia.
O país-ARCOR tem vivido de rendimentos aforrados por anteriores governos, «soma» 5 anos (cinco) de sucessivos défices de gestão e, mais recentemente, sofre também do estigma dos candidatos que, afinal, não se confirmam candidatos, titubeando entre putativas e balbuciadas candidaturas, sem assumir compromisso e invocando, para as «matar», razões que só as suas razões conhecem. E assi, despreocupadamente, «dando o fora» e indo dar voltas a outros adros.Como diria o outro - e o «outro» é um antigo presidente da direção arcriana, António José Tavares -, só vontade não chega.
«Servi esta instituição durante mais de 20 anos e apraz-me dizer que para ser dirigente não basta vontade, é preciso ter capacidade. Parece-me que o que falta à ARCOR é ter
dirigentes capazes», disse António José Tavares, a 20 de Agosto de 2020.
Lá saberá ele porque assim opina.
Liderança, carisma,
competência e trabalho,
muito trabalho!...
Um dos problemas mais dramáticos dos dias de hoje é a facilidade com que se confunde o esforço e vontade de fazer com a competência e a capacidade. E ambição.
A competência e a capacidade não se medem em litros de suor, nem em vontades existenciais, ou estados de alma, nem em horas de trabalho, nem em palavras lançadas ao vento.
Muito menos em traços de ambição e vaidade pessoal.
Medem-se mais pela eficácia das acções e pelos resultados que se obtêm. E os da ARCOR, infelizmente, tem sido pouco menos que desastrosos.
Mede-se também pelo carisma e capacidade de liderança dos dirigentes. Uma boa liderança faz forte um menos bom colégio directivo. E por aí adiante.
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| A. Jorge Tavares |
Candidatos a candidatos e
os nevoeiros sebastiânicos...
Uma das «novidades» do passado mais recente da história da histórica ARCOR tem sido o aparecimento de candidatos à presidência da direção. Candidatos que se pré-anunciam, semeiam esperanças e depois desaparecem pelos sebastiâninos nevoeiros dos tempos que correm.
Parece um estigma de ex-vice-presidentes, pois dois desses putativos candidatos foram vice-presidentes de antigas direções da ARCOR, cujos mandatos não concluíram. Um e outro.
ANTÓNIO Jorge da Costa Tavares (não confundir com António José) foi o primeiro, anunciado aos sebastiânicos 4 ventos de Janeiro deste ano de 2021 e depois disso adeus dizendo a quem nele confiou esperanças.
Foi vice-presidente da direção de Fernando Reis Duarte de Almeida mas não concluiu o segundo mandato, justamente quando a ARCOR iniciava as obras de construção do centro social. Falamos de 2001, há 20 anos!
Era, na altura, o responsável pela Secção de Canoagem, que tinha o hangar em construção. Participou na inédita e histórica assembleia geral por vídeo-conferência, a de 29 de Janeiro de 2021, disse o que bem entendeu e depois, uma semana depois, anunciou a sua não candidatura.
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| Dinis Alves |
DINIS da Conceição Alves anunciou-se por duas vezes e por duas vezes, em um mês e poucos dias, se pôs fora da corrida presidencial.
Da primeira vez, a de 6 de Março de 2021, por alegadas «garotices que aconteceram», com o disse na assembleia geral de 16 d Abril de 2021, Na segunda, invocando respeitáveis razões de saúde de familiares.
Era vice-presidente da direção do segundo mandato de Celestino Viegas (2003/2005) e não o concluiu, abandonando o cargo em período nuclear das obras de construção do centro social e quando, desde 2001 e com Milton Gomez, exercia(m) importantes funções de fiscalização da obra. Já tinha sido 2º. vogal do conselho fiscal de 2001/2002.
A conclusão parece ser simples: ser vice-presidente da direção da ARCOR sem concluir mandatos não dá «credenciais» e arcaboiço suficientes para se assumirem candidaturas presidenciais até ao fim. Parece, afinal, ser um estigma!