O d´Óis Por Três de há 10 anos e sobre a (a então ainda não) nova ponte:
«Mais que as palavras, a imagem. Diz-se e com propriedade, que uma imagem vale por mil palavras. É verdade, mas pecando por defeito. Vale, isso sim, por milhões de palavras. Todas as que nos escapam para classificar o continuado desprezo a que o povo de Óis da Ribeira, e não só, está sujeito com esta história da ponte que não é ponte e iria resolver mas não resolve o problema das cheias de Águeda.
O aterro foi tirado em Maio de 2014, não é de demais lembrar, e três cheias, um empreiteiro falido e uma nova adjudicação depois, há já um mês e 20 dias, continuamos sem ponte e sem passam para e de Cabanões».
- NOTA: Ao tempo de há 10 anos já iam 20 dias sem se poder passar. A imagem era desse dia, obtida à hora do almoço. No lugar da ponte e do antigo aterro estava água e aguardavam-se obras para fazer. «Quando?», pergintava o d´Óis Por Três.
O aterro foi tirado em Maio de 2014, não é de demais lembrar, e três cheias, um empreiteiro falido e uma nova adjudicação depois, há já um mês e 20 dias, continuamos sem ponte e sem passam para e de Cabanões».
- NOTA: Ao tempo de há 10 anos já iam 20 dias sem se poder passar. A imagem era desse dia, obtida à hora do almoço. No lugar da ponte e do antigo aterro estava água e aguardavam-se obras para fazer. «Quando?», pergintava o d´Óis Por Três.

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