terça-feira, fevereiro 17, 2026

Polidesportivo da ARCOR esquecido e a degradar-se !

 

As redes do polidesportivo da ARCOR e, atrás e desde 2003, os novos balneários

... as janelas e iluminação
A frente os balneários e...


O polidesportivo da ARCOR continua esquecido, ignorado e cada vez mais degradado. O que é uma imensa pena.
Um abandono que é criticável e uma evidente desvalorização do património arcoriano. Um notório desprezo pela memória  associativa.
Não há outra forma de o dizer. Ou haverá, mas não serão formas simpáticas. As de definir o desmazelo de tantos anos e (ver à frente) de tantas direcções - que deixaram, por ausência formal de iniciativas, deteriorar o equipamento, deixando que s promovesse o seu gradual estrago, a caminho previsível da destruição.
Na verdade, é património associativo que se perde, tendo custado imenso trabalho e esforços a várias direções da instituição óisdaribeirense - desde que começou a sua construção, em Janeiro de 1992 e na direcção de José Melo Ferreira. Outras continuaram a obra.

Os primeiros balneários foram construidos
na direcção de Fernando Reis (em 2000)
Polidesportivo a
degradar-se !

Os novos balneários foram contruídos na
direção de Celestino Viegas (em 2003)

Os trabalhos de construção do polidesportivo da ARCOR, agora e desde há vários anos tristemente abandonado e vandalizado, começaram exactamente a 11 de Janeiro de 1992. Quando se iniciou a terraplanagem, executada por militares e equipamentos do Regimento de Engenharia de Espinho.
Seguiram-se as direções de Sesnando Alves dos  Reis (de 1993/1994), de António José Tavares (de 1995/1996), de Fernando Reis (de 1997/1998 e 1999/2000) e Celestino Viegas (de 2001 a princípios de 2005) - neste caso com os trabalhos de reformulação dos balneários e requalificação da 
área envolvente.
As últimas obras feitas neste equipamento desportivo da ARCOR.
Várias direcções se seguiram, de continuado esquecimento e degradação do polidesportivo: as de Agostinho Tavares (de 2005 a 2010), de João Gomes (de 2011/2012), Manuel Soares (de 2013 a princípios de 2017), de Mário Marques (de 2017/2021), de José Bernardino Reis (Zeca, de Maio a Dezembro de 2021, quando faleceu), o episódico mandato de Eva Santos e o de Dinis Alves (desde Outubro de 2022).
Vá lá saber-se a razão, ou as razões, a verdade é que este património desportivo da ARCOR está degradado, continuadamente abandonado e a caminho do desperdício e da inutilidade.

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