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| Delfim A. Reis |
O emigrante Delfim Augusto dos Reis morreu afogado a 13 de Janeiro de 2008, aos 60 anos e na pateira, a 40 metros da margem e na frente da churrasqueira do parque sul.
Há 18 anos!
O trágico acidente ocorreu ao fim da tarde desse domingo, quando andava a colocar redes para apanhar peixe, num pequeno barco de fibra, que ele mesmo levou para o local, num tractor. Estaria a estender a rede quando a embarcação se virou e ele caiu à água, com duas botas de borracha até à cinta. Gritou por socorro e foi ouvido por um familiar, residente perto. Mas o socorro, embora imediato, já foi tardio.
Chamados os Bombeiros Voluntários de Águeda, chegaram
O trágico acidente ocorreu ao fim da tarde desse domingo, quando andava a colocar redes para apanhar peixe, num pequeno barco de fibra, que ele mesmo levou para o local, num tractor. Estaria a estender a rede quando a embarcação se virou e ele caiu à água, com duas botas de borracha até à cinta. Gritou por socorro e foi ouvido por um familiar, residente perto. Mas o socorro, embora imediato, já foi tardio.
Chamados os Bombeiros Voluntários de Águeda, chegaram
| M. Celeste Reis |
Delfim Augusto dos Reis tinha 60 anos e era casado com Isaura Soares dos Reis. Emigrou para a Alemanha nos anos 70 e todos os anos se deslocava várias vezes a Óis da Ribeira, tendo chegado dois dias antes. Amante da pesca amadora, dedicava-lhe alguns tempos livres, para uso caseiro. Foi o que fez na tarde desse trágico domingo. Em má hora.
- NOTA: Delfim era filho de Gil Martins dos Reis e a mãe, Maria Celeste Reis, de 75 anos, também faleceu afogada, em 1999. Desaparecera de casa de seu filho Júlio (irmão de Delfim), em Perrães, no dia 4 de Agosto desse ano, e o cadáver só viria a ser encontrado no dia 21 de Outubro, 78 dias depois, já em adiantado estado de decomposição e nos arrozais dos campos do Rio Cértima, a escassos 500 metros da residência do filho.
- NOTA: Delfim era filho de Gil Martins dos Reis e a mãe, Maria Celeste Reis, de 75 anos, também faleceu afogada, em 1999. Desaparecera de casa de seu filho Júlio (irmão de Delfim), em Perrães, no dia 4 de Agosto desse ano, e o cadáver só viria a ser encontrado no dia 21 de Outubro, 78 dias depois, já em adiantado estado de decomposição e nos arrozais dos campos do Rio Cértima, a escassos 500 metros da residência do filho.
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