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| A sede e centro social da ARCOR (imagem de arquivo) |
O d´Óis Por Três publicou, há exactamente 20 anos, a 26 de Janeiro de 2006 - ver AQUI -, o testemunho de Amando Alves Ferreira - o então presidente do conselho fiscal - sobre a ARCOR, que considerou «um exemplo a seguir».
Lembremos:
ARCOR: EXEMPLO A SEGUIR
Vai a ARCOR comemorar mais um aniversário, na sua caminhada que muita gente céptica e pouco crente nos valores da juventude de então, augurava um fim triste e precoce.
Felizmente que passados todos estes anos, todos os objectivos (e dizemos todos) que se definiram como alvo foram alcançados, senão mesmo ultrapassados, de forma digna, nobre e humilde; é que a nobreza é humilde quando usada por gente que sabe que o bem-estar de todos é o essencial navivência humana.
Foram alguns os que se empenharam nesta tarefa; continuam a ser somente alguns que se empenham, através do seu trabalho, do seu querer e quantas vezes até, do seu sacrifício pessoal e familiar, a dar o melhor de si paraque a Associação seja cada vez mais forte.
A grandeza da obra feita, fazendo parte da memória histórica da nossa terra. É, contudo, uma realização que orgulha uma geração, a geração daqueles herdeiros do «pé descalço» que, pouco a pouco, souberam sair da marginalização a que eram votados, para fazerem surgir uma obra digna d ereferência.
Quantas vezes esses poucos foram diabolizados por aqueles que entendem que a tarefa social é algo que só pertence aos fracos, aos que nada mais merecemque a marginalização porque nascidos do nada, no nada devem continuar.
- NOTA 1: O texto integral pode ser lembrado AQUI
A grandeza da obra feita, fazendo parte da memória histórica da nossa terra. É, contudo, uma realização que orgulha uma geração, a geração daqueles herdeiros do «pé descalço» que, pouco a pouco, souberam sair da marginalização a que eram votados, para fazerem surgir uma obra digna d ereferência.
Quantas vezes esses poucos foram diabolizados por aqueles que entendem que a tarefa social é algo que só pertence aos fracos, aos que nada mais merecemque a marginalização porque nascidos do nada, no nada devem continuar.
- NOTA 1: O texto integral pode ser lembrado AQUI
- NOTA 2: Este artigo de opinião foi publicado na edição de 27 de Janeiro de 2006 dos jornais «Região de Águeda» e «Soberania do Povo», ambos de Águeda..
- NOTA 3: Armando Alves Ferreira foi, também, presidente da direcção da ARCOR em 1985/1986. Faleceu a 26 de Setembro de 2009, de doença e aos 69 anos.
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