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| Inauguração da ARCOR e Junta, há 17 anos: Agostinho Tavares, Fernando Pires, Celestino Viegas e Fernando Reis |
Há exactamente 17 anos!
A obra resultou de um investimento total superior aos 1,45 milhões de euros, com uma comparticipação do Estado na ordem dos 500 mil euros. A primeira pedra foi lançada em 2000, na direcção de Fernando Reis, tendo ficado concluída em 2005, na de Celestino Viegas, e inaugurada nove anos depois, na de Agostinho Tavares. Fernando Pires era o presidente da Junta de Freguesia.
A obra resultou de um investimento total superior aos 1,45 milhões de euros, com uma comparticipação do Estado na ordem dos 500 mil euros. A primeira pedra foi lançada em 2000, na direcção de Fernando Reis, tendo ficado concluída em 2005, na de Celestino Viegas, e inaugurada nove anos depois, na de Agostinho Tavares. Fernando Pires era o presidente da Junta de Freguesia.
Seriam agora, e segundo o conversor da PORDATA, qualquer coisa como, respectivamente, 2,1 milhões e 720 000 euros.
A ARCOR, que ao tempo já funcionava há já 30 anos, prestava serviço a cerca de 100 pessoas, nas valências de jardim-de-infância, creche, ATL, centro de dia e apoio domiciliário. Para além de ter em funcionamento as secções de canoagem, marchas populares e teatro.
Augusto Santos Silva, na cerimónia de inauguração, disse que «a aposta do Governo é nesta área e irá apoiar futuras candidaturas que sejam feitas ao programa PARES, para que se possam realizar as novas obras num futuro próximo».
Outros oradores foram os presidentes da Câmara e Assembleia Municipal de Águeda (Gil Nadais e Paulo Matos), Fernando Pires (presidente da JFdOdR), Agostinho Tavares (presidente da ARCOR) e Celestino Viegas, ex-presidente da ARCOR e presidente da Comissão Executiva das Inaugurações (CEI) - que, considerado o presidente da obra, recebeu o diploma de Sócio Honorário da ARCOR.
Um dia grande, este dia de há 17 anos, de Óis da Ribeira e da ARCOR!
Dia que envolveu o voo de um avião a despejar flores sobre o povo e entidades oficiais, participação de todas valências sociais, desportivas, recreativas e culturais da ARCOR e da Tuna e uma sessão solene para nunca esquecer.
Inesquecível!
A ARCOR, que ao tempo já funcionava há já 30 anos, prestava serviço a cerca de 100 pessoas, nas valências de jardim-de-infância, creche, ATL, centro de dia e apoio domiciliário. Para além de ter em funcionamento as secções de canoagem, marchas populares e teatro.
Augusto Santos Silva, na cerimónia de inauguração, disse que «a aposta do Governo é nesta área e irá apoiar futuras candidaturas que sejam feitas ao programa PARES, para que se possam realizar as novas obras num futuro próximo».
Outros oradores foram os presidentes da Câmara e Assembleia Municipal de Águeda (Gil Nadais e Paulo Matos), Fernando Pires (presidente da JFdOdR), Agostinho Tavares (presidente da ARCOR) e Celestino Viegas, ex-presidente da ARCOR e presidente da Comissão Executiva das Inaugurações (CEI) - que, considerado o presidente da obra, recebeu o diploma de Sócio Honorário da ARCOR.
Um dia grande, este dia de há 17 anos, de Óis da Ribeira e da ARCOR!
Dia que envolveu o voo de um avião a despejar flores sobre o povo e entidades oficiais, participação de todas valências sociais, desportivas, recreativas e culturais da ARCOR e da Tuna e uma sessão solene para nunca esquecer.
Inesquecível!
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| Pré-visão do lar da ARCOR |
- NOTA: FUTURA CANDIDATURA
AO LAR NO PROGRAMA «PARES»: O ministro Augusto Santos Silva bem afirmou, nesta data inaugurativa da ARCOR, que «a aposta do Governo é nesta área e irá apoiar futuras candidaturas que sejam feitas ao programa PARES, para que se possam realizar as novas obras num futuro próximo».
Mas a ARCOR estava de orelha moucas (assim parece...) e não fez o projecto. Até se deu ao descuido de, na assembleia geral de 23 de julho de 2010, «chumbar» «a proposta da direção da ARCOR para a elaboração de um novo projecto do lar de idosos».
A malta arcoriana já não se lembra disso? Lembramos nós.





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