
A «moda» dos assaltos a cemitérios chegou a Ois da Ribeira e em pleno... dia. Duas campas, as primeiras da esquerda à entrada do cemitério novo, foram o alvo de um casal que, de automóvel, se fazia acampanhar de uma criança - com todo o ar de quem iria fazer uma visita de romagem.
O que ninguém estranharia, embora desconhecidos.
O carro ficou à porta e um homem entrou e “decepou” os candeeiros de duas campas. Teve algum azar. É que, inesperadamente e àquela hora (meio da manhã), uma senhora da freguesia foi ao cemitério para regar as flores de uma campa e, sem querer, “estragou-lhe” o trabalho.
O assaltante, provavelmente avisado pelos acompanhantes do carro, rapidamente abandonou o cemitério - sem tempo, sequer, de levar os dois candeeiros arrancados - que foram recuperados. Uma terceira campa foi igualmente alvo de roubo.
- NOTA: «A desvergonha dos ladrões de cemitérios já chega ao desplante de fazerem os assaltos durante o dia», comentou o d´Óis Por Três, há 16 anos. Hoje não diríamos melhor.
- NOTA: «A desvergonha dos ladrões de cemitérios já chega ao desplante de fazerem os assaltos durante o dia», comentou o d´Óis Por Três, há 16 anos. Hoje não diríamos melhor.
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