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| A entrada do Cemitério Novo de Óis da Ribeira |
O hoje chamado Cemitério Novo de Óis da Ribeira estava há 34 anos, por meados de Julho de 1992, em fase de acabamentos e construção dos muros de vedação.
O terreno tinha sido comprado a António Marques dos Reis (Zola, falecido a 12 de Março de 2018) pela Junta de Freguesia presidida por Manuel Soares dos Reis e Santos, com o secretário Fernando Tavares Pires e o tesoureiro Hernâni Framegas dos Reis (já falecido).
O objectivo era solucionar o problema de lotação do Cemitério Velho, então o único e já alargado por compra de um talhão do quintal de Alípio Fernandes da Silva - cujos herdeiros, já em 2020, negociaram a ligação entre os dois campos sagrados da memória óisdaribeirense.
Ligação que, depois de iniciada, demorou cerca de 2 anos a ser concluída. Mas foi!
O primeiro funeral foiLigação que, depois de iniciada, demorou cerca de 2 anos a ser concluída. Mas foi!
o de Nair Figueiredo !
O primeiro funeral para o Cemitério Novo foi realizado a 23 de Agosto de 1993, mais de um ano depois e há quase 33 anos: o de Nair Antunes de Figueiredo.
Natural da vizinha freguesia de Espinhel, onde nasceu a 5 de Março de 1935, faleceu a 21 de Agosto daquele ano, vítima de doença. Era casada com Valter dos Reis Framegas - que viria a falecer no dia 23 de Outubro de 2014.
- NOTA: O casal morava na Rua Manuel Maria Tavares da Silva (a do Cabo), onde também criou e geriu uma moagem. Teve os filhos Manuel Horácio e Armando, ambos moradores na Rua Nossa Senhora de Fátima, e Maria de Fátima Figueiredo dos Reis, na Comendador António Bernardino, todos em Óis da Ribeira.



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