O cadáver de Celeste Reis foi recolhido pelos Bombeiros |
| Maria Celeste Reis |
| Gil M. Reis |
Há precisamente 27anos.
A conterrânea óisdaribeirense desaparecera de casa de seu filho Júlio Framegas dos Reis, morador à entrada Perrães, a 9 de Agosto desse mesmo ano e desde então incessantemente procurada por bombeiros, forças policiais e populares.
Sofria de perturbações mentais - a doença de Alzheimer -, já não conseguia identificar-se, e, naquela tarde, desapareceu e nunca mais foi vista.
Até ao dia de hoje se fazem 27 anos, quando os pescadores José Manuel Dias da Rosa e José Tavares Pires - ambos de Óis da Ribeira - localizaram o seu cadáver nas águas da cheia dos campos de Perrães, a pouco mais de 500 metros da residência do filho Júlio.
As autoridades oficiais foram chamadas ao local e o cadáver foi retirado pelos Bombeiros Voluntários de Oliveira do Bairro, depois sujeito a autópsia pelo Instituto de Medicina Legal.
Maria Celeste dos Reis era casada com Gil Martins dos Reis, da Viela do Canto da Igreja, e, além de Júlio Framegas dos Reis, eram pais de Delfim Augusto e de Carlos Alberto dos Reis - ambos já falecidos.
- NOTA: O funeral realizou-se no dia 23 de Outubro de 1999, o sábado seguinte, para o Cemitério Novo de Óis da Ribeira, onde o corpo foi sepultado.
- NOTA: O funeral realizou-se no dia 23 de Outubro de 1999, o sábado seguinte, para o Cemitério Novo de Óis da Ribeira, onde o corpo foi sepultado.
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