terça-feira, outubro 06, 2020

Os dias de Óis da Ribeira nos dias 6 de Outubro...

O restaurante «Pôr do Sol» em 1973/1974
O registo militar de
José Augusto Reis

Morte na 1ª. Grande Guerra Mundial e
inauguração do Restaurante «Pôr do Sol»

1 - Ano de 1895,
há 125 anos !
José Aug
usto Reis, o combatente
que morreu na 1ª. Guerra Mundial !


O óisdaribeirense José Augusto Reis foi combatente da 1ª. Grande Guerra Mundial e nasceu há 125 anos, no dia 6 de Outubro de 1895. Baixou ao Hospital Militar nº. 35, em França, a 6 de Julho de 1917, há 103 anos, e faleceu 6 a 13, vítima de meningite cérebro-espinhal. 
Era filho de Manuel José dos Reis e Maria Rosa dos Reis, ambos de Óis da Ribeira. Partiu para França a 22 de Fevereiro de 1917, como elemento do 1º. Corpo Expedicionário Português (CEP), integrando a 1ª. Bateria de Infantaria, do 3º. Batalhão, mobilizado pelo Regimento de Infantaria nº. 28, no qual integrava a 4ª. Companhia. Foi enterrado no Cemitério de Calais Sul, em França.
José Augusto era primo paterno dos irmãos José Simões dos Reis e Maria do Carmo Reis - os irmãos Taipeiro. Em segundo grau, seria primo de Magna, Odete e Manuel (já falecidos), Sara, José e Fausto (filhos de José), Manuel e Cremilde (já falecidos), Iracene, Sesnando, Maria Domitila, Maria Otelina, Maria do Carmo e Maria Creminda Alves dos Reis (filhos de Maria do Carmo).

O requerimento à Câmara
para construir o Pôr do Sol
Dinis T. Reis


2 - Ano de 1973,
há 47 anos !
Inauguração do restaurante
«Pôr do Sol» 


O restaurante «Pôr do Sol», em Óis da Ribeira, foi inaugurado a 6 de Outubro de 1973, há 47 anos e em cerimónia presidida por Francisco Vale Guimarães, o então Governador Civil de Aveiro.
A comitiva oficial incluía os médicos Horácio Alves Marçal e Ademar Martins Raimundo (respectivamente,  presidente e vice-presidente da Câmara Municipal de Águeda), tenente Lúcio Silva (comandante da GNR) e o provedor da Misericórdia de Águeda, o advogado Fernando Oliveira (presidente da ANP distrital e candidato a deputado por Aveiro), António Brinco da Costa (da Comissão Municipal de Turismo de Águeda), engº. Manuel Pontes (da Camara Municipal de Aveiro) e vários vereadores de Águeda. 
O programa da inauguração incluiu uma prolongada salva de fogo de artifício, almoço de festa e discursos a enaltecer o arrojo do empreendedor Dinis Tavares dos Reis, o fundador que construiu o restaurante e, ao tempo, tinha a esperança de o transformar em pousada. O que não se chegou a concretizar.
O «Pôr do Sol» foi vendido nos anos 90 do século XX ao actual  proprietário - a sociedade Castro Morais, Lda., administrada por José Carlos Morais.

segunda-feira, outubro 05, 2020

ARCOR em campanha de angariação de novos sócios !...

A actual direção da ARCOR: Teresa Cardoso (vice-presidente), Joel 
Gomes (tesoureiro), Rui Fernandes (secretário), Mário Marques 
(presidente) e Carlos Pereira (vogal)


ARCOR lançou nas suas redes sociais um campanha de angariação de novos sócios. As associações vivem dos sócios, das suas quotas e da sua participação na vida institucional.

A nota pública arcoriana - ver AQUI - frisa, e muito bem, que «qualquer instituição não poderá funcionar sem associados, pois são a alma da associação» e acrescenta, que os associados «para além de participar nas actividades da nossa instituição, também podem beneficiar de vantagens, junto das entidades com as quais a ARCOR estabelece parcerias». 
O que é excelente!
A quota anual mínima é de 15 euros e, sublinha a ARCOR, «ajuda-nos a zelar pela nossa missão». Para se tornar sócio da ARCOR, bastará, a quem nisso estiver motivado, «dirigir-se aos serviços administrativos da instituição, ou através dos contactos 234629818 e 910509929».
O d´Óis Por Três quis dar uma ajuda e pediu pormenores da campanha, para mais e melhor incentivar a adesão de putativos novos associados. Nesse sentido, a 28 de Setembro de 2020 (hoje é dia 5 de Outubro, uma semana depois), solicitou saber «quantos sócios tem actualmente a ARCOR?, quantos estão activos (pagantes)?, que vantagens podem ter (os associados)?, que entidades tem parcerias com a ARCOR e para que serviços?, como podem estes ser angariados pelos sócios?».
«O que entenderem esclarecer sobre a campanha», concluíamos nós.
O objectivo era (é) claro: motivar a comunidade leitora do d´Óis Por Três para a sua adesão à campanha arcoriana.
Pois bem, a direção do presidente Mário Marques entendeu não responder - como, aliás, é seu hábito. Isto é, e neste caso: quer mais sócios mas não diz quantos tem, quantos são activos, que vantagens podem ter, quem são os parceiros da associação e que serviços estes prestam - para que tal saibam os putativos futuros (novos) sócios.

A ARCOR está
em campanha de
novos sócios

A autofagia e o autismo
directivos e a comunidade !
- Prejuízos em 4 anos são já de 175 519,24 euros !

A direção da ARCOR está no seu direito de não responder ao d´Óis Por Três, ou a quem lhe apetecer..., e, com isso e neste caso particular, objectivamente condicionar a amplitude da sua própria campanha de angariação de sócios. 
Embora, como em outras situações, isso prejudique a instituição.
O exercício autofágico e autista que tem caracterizado a história recente da instituição talvez de algum modo «justifique», talvez ajude a melhor compreender,
 o cadastro de prejuízos dos últimos 4 exercícios diretivos, 4 anos consecutivos de prejuízos: 
- Ano de 2016, da presidência de Manuel Soares: 12 448,81 euros.
- Ano de 2017, da presidência de Mário Marques: 22 509,86 euros.
- Ano de 2018, da presidência de Mário Marques: 79 417,17 euros.
- Ano de 2019, da presidência de Mário Marques: 61 143,40 euros.
Total: 175 519,24 euros.
Estes números, trágicos..., deveriam preocupar quem dirige a coisa pública e associativa, mas que, paradoxalmente, se fecha em copas e, autista e autofágica, não se mostra íntima com a comunidade - não partilhando a sua história presente e com ela comungando as suas glórias e tragédias. Dela foge, da memória de hoje! E matando a de sempre!

Os dias de Óis da Ribeira nos dias 5 de Outubro...

Cartaz oficial do 1º. aniversário
da implantação a República

 A implantação da República,
obras no hangar de canoagem !

1 - Ano de 1911,
há 109 anos !
implantação da República
em primeiro aniversário
com festa e política!

Óis da Ribeira comemorou festivamente, e em 1911, o primeiro aniversário da implantação da República.
O programa da há 109 anos, começou com uma salva de foguetes, às 5,15 horas da manhã, e continuou com o hastear da andeira Nacional (8,30) e distribuição de bodo aos mais necessitados da freguesia. E mais foguetes

Diamantino S. Silva
e repicar dos sinos.
A comissão organizadora e a Tuna local fizeram festiva arruada pela vila óisdaribeirense, com vivas à Pátria e à República e ao som de «A Portuguesa», do «Maria da Fonte» e da «Marselhesa». O largo principal estava lindamente engalanado e com fotografias dos homens que mais se destacaram na revolução e propaganda democrática  - segundo os valores sesse tempo.
A sessão solene decorreu no Centro Republicano, numa casa que ficava no local onde agora se situa o centro social da ARCOR, aberta por Diamantino Francisco da Silva e encerrada por Silvério Marcos dos Reis, que era o presidente do CR e logo depois regressou a Pelotas (Brasil), sendo precisamente sido substituído por Diamantino.


2 - Ano de 2002,
há 18 anos !
Obras do logradouro
do hangar de canoagem

A ARCOR iniciou, a 5 de Outubro de 2002,  feriado nacional e um sábado, as obras de requalificação da zona envolvente do hangar de canoagem.
Os trabalhos de há 18 anos e então realizados pela empresa Construções Marvoense, a mesma do centro social arcoriano, envolveram as rampas de acesso aos balneários e o espaço de armazenamento de embarcações, escadaria e portarias do lado norte.



domingo, outubro 04, 2020

Draga na pateira mas há duas semanas parada! Nem começou...


Os jacintos na margem de Óis da Ribeira, junto ao hangar e na manhã de
hoje, 4 de Outubro de 2020. A draga está lá, mas... parada há  2 semanas.
Ainda não «trabalhou», desde que lá foi descarregada, a 21/09/2020


 
O d´Óis Por Três deu conta, a 21 de Setembro de 2020, amanhã se fazem duas semanas, do regresso da draga draga/ceifeira «Pato Bravo» à pateira.
Uma boa notícia!
O objectivo era (é), naturalmente, fazer a limpeza dos jacintos que infestavam a lagoa e também a prejudicam e enfeiam, para além de impedir as habituais actividades desportivas e de lazer que nela se desenvolvem.
O que acontece, infelizmente, é que, passadas estas duas semanas, a draga continua parada, nem sequer começou a trabalhar, portanto sem limpar os indesejados jacintos.
Isto acontece, porquê?
Que razão levou, então e a quem decide, a recolocar a «Pato Bravo» na lagoa, se foi, meramente, para estar parada e motivo de chacota de quem por ali passa e a vão olhando com desdém e incredubilidade.
As autoridades locais não sabem disto? Não vêem isto? Não ligam a isto? Não reclamam? Não protestam?
Foram eleitos, então, para quê?
Só para se prebendarem e continuarem, a cantar e rir e a assobiarem para o lado?

Os dias 4 de Outubro nos dias de Óis da Ribeira !

António Simões (administrador da Marvoense) e Celestino Viegas, presi-
dente da ARCOR) assinaram, há 19 anos, o contrato de adjudicação do
Centro Social, ladeados pelos presidentes Castro Azevedo (Câmara) e,
à direita, Fernando Pires, da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira)
Emília Jesus Bandeira

Passaporte para o Brasil,
padre Albino Rodrigues de Pinho e
Centro Social da ARCOR

1 - Ano de 1929,
há 91 anos!
Passaporte para Emília
de Jesus Bandeira !


O Governo Civil de Aveiro emitiu a 4 de Outubro de 1929, há 91 anos, passaporte para Emília de Jesus Bandeira, que era natural de Óis do Bairro, freguesia de Anadia, e vivia em Óis da Ribeira.
Costureira e solteira, era filha de Manuel Francisco Bandeira e de Maria de Jesus, tinha 26 anos, media 1,52 metros de altura, olhos e sobrolhos castanhos, não sabia escrever e trabalhava para Juvenal Marques de Carvalho, o seu patrão - que foi o responsável pela sua emigração.

O passaporte foi emitido para o Brasil, com destino à cidade de Santos, no Estado de S. Paulo. Mais nada sabemos dela.
Padre Albino R. de Pinho
Padre Albino

2 - Ano de 1966,
há 54 anos !
Padre Albino Rodrigues
de Pinho 

O Governo Civil de Aveiro emitiu, a 4 de Outubro de 1966, há 54 anos, passaporte para o padre Albino Rodrigues de Pinho - que, em data indeterminada dos anos 50 para princípios dos de 60 do século XX, foi pároco de Óis da Ribeira e Travassô, onde foi substituído pelo padre António Nunes da Fonseca.
O padre Albino nasceu a 5 de Maio de 1925 e foi ordenado sacerdote a 29 de Junho de 1952, tinha 27 anos. Paroquiou, por exemplo e para além de Óis da Ribeira (onde cremos ter sido o antecessor do padre Viriato da Graça Bodas), também em Nariz e Verba, Nossa Senhora de Fátima (Mamodeiro), Vessada e Oiã, entre outras comunidades católicas. Foi também professor, Vigário Geral da Diocese de Aveiro e ecónomo do Seminário de Aveiro.
Faleceu aos 81 anos, a 24 de Março de 2007, após 12 anos de doença (convalescente) e quando residia em Salreu, em casa de um irmão, sendo o seu corpo enterrado no cemitério de Beduído, para onde, no dia seguinte, se realizou o seu funeral. RIP!!!
O Centro Social da ARCOR


3 - Ano de 2001,
há 19 anos !
ARCOR adjudicou as obras
do Centro Social !

O auto de adjudicação das obras de construção do centro social da ARCOR foi assinado a 4 de Outubro de 2001. Uma quinta-feira de há 19 anos!
A associação foi representada pelo presidente Celestino Viegas e a Construções Marvoense, a empresa adjudicante, por António Simões, seu administrador. A empreitada, para aquela fase, outras teria (e teve), envolveu 149 713 962$00 - o equivalente, agora, a 1.007.890,19 euros, segundo o conversor da Pordata. 
Os custos finais, incluindo equipamentos, telas e arranjos exteriores, andaram na casa dos 1,2 milhões de euros - qualquer coisa, a valores actuais, como 1.360.314,85 euros.
A entrada da Construções Marvoense em obra viria a ser no dia 26, seguinte, depois de, na véspera, dia 25, ter sido feito o primeiro descarregamento de ferro. Já desde o dia 22 decorria a movimentação de terras, mais de 3000 metros cúbicos (segundo cálculos da época), para o que hoje são as caves dos três blocos do gigantesco edifício arcoriano.

sábado, outubro 03, 2020

Carrinha e rua de Óis da Ribeira aprovadas na Assembleia Municipal!

 

O alargamento e passeio vão fazer desaparecer
este canto da Rua Benjamim Soares de Freitas


A boa notícia de hoje, já algo atrasada, é que a Assembleia Municipal de Águeda aprovou por unanimidade as propostas camarárias para a delegação de competências à Junta de Freguesia de Travassô e Óis da Ribeira para duas questões que interessam à vila óisdaribeirense.
Também há boas notícias para as nossas gentes e esta vem já da sessão de 30 de Setembro de 2020! Há precisamente 3 dias!
A primeira tem a ver com a aquisição de uma carrinha de 9 lugares para o transporte de crianças em idade escolar. O executivo travassÓisense irá financiar-se, ainda e eventualmente, através de uma operação de leasing.
A segunda, para o alargamento e construção de passeio na Rua Benjamim Soares de Freitas, entre o Largo do Centro Social (Cruzeiro) e o Largo da Igreja de Santo Adrião de Óis da Ribeira.
O protocolo a assinar com a Câmara Municipal de Águeda envolve a transferência de 32 500 euros, metade para cada delegação de competências - que já foram aprovadas pela Assembleia de Freguesia de Travassô e Óis da Ribeira na sessão de 25 de Setembro de 2020!

A (não) ameaça e intimidação do presidente da Junta a uma eleitora!

Sérgio Neves sobre a acusação de ameaça e intimidação à eleitora
Fernanda Lopes: foi uma simples carta de um advogado!


A eleitora Fernanda Lopes, 
de Travassô - e, portanto, 
da (des)União de Freguesias
de Travassô e Óis da Ribeira - 
foi à última Assembleia 
Municipal de Águeda acusar o
presidente Sérgio Neves de a
ameaçar e intimidar. O que
 este negou.
Fernanda Lopes, no palco 
da sessão de 30 de Setembro de 
2020, afirmou, lendo - logo, 
pois, «coisa estudada»...-, que, e 
citamo-la, «estou a ser ameaçada e intimidada por um
elemento desta Assembleia», explicando que, na versão dela,
tal facto se deveria à sua (dela) intervenção na sessão de 
30 de Junho, sobre a questão da Extensão de Saúde de 
Travassô - assunto que, como todos sabemos, também 
interessa a Óis da Ribeira.
«O que disse está gravado e solicitava esclarecimentos 
sobre se foi a Câmara ou a Junta a decidir fazer a obra, gastando
uma verba que dava para fazer uma nova, como se vê
noutros locais», proclamou Fernanda Lopes (que se vê na imagem aqui publicada, na altura da sua intervenção).

Acusação... acusa
32 pessoas da AM!

O presidente da Câmara (foto ao lado)
 «tomou as dores» dos eleitos da 
Assembleia Municipal e afirmando 
fazer-se «advogado de todos nós e 
como não sou eu (o acusado), pois 
não sou da Assembleia», disse também que «por uma questão de 
limpidez, deveria dizer-nos quem é».
«Acho que é um ponto de ordem. Uma cidadã que se queixa
de uma das 32 pessoas que aqui está, deve dizer, peço
que seja interpelada», disse Jorge Almeida, dirigindo-se
ao presidente da Assembleia Municipal.
«Será interpelada e falará se bem entender...», disse
Brito Salvador, o presidente da Assembleia Municipal.
«Estão 32 pessoas em cheque. Faça um favor, o de 
dizer quem é», retorquiu Jorge Almeida.
Brito Salvador, reagiu e perguntou a Fernanda Lopes
 se «quer dizer quem é» e a eleitora de Travassô voltou 
ao palco.
«Não tenho aqui o documento, é uma carta escrita pelo
presidente da Junta de Freguesia de Travassô e Óis 
da Ribeira», respondeu Fernanda Lopes, de novo de 
microfone em punho e no palco maior da Assembleia 
Municipal de Águeda.
Ameaça e  intimidação é...
uma carta de um advogado

Sérgio Neves teve, naturalmente, direito a defender-se, começando por considerar que, «de facto é interessante o período das intervenções do público, porque dão palco a certas pessoas».
«Esta senhora de Travassô veio aqui dizer, na última Assembleia, qualquer coisa como que eu sou um comissionista, que andava a vender terrenos, a organizar eventos e a tirar partido pessoal disso. Sabia o que tinha sido dito na AFTOR, onde ela não esteve presente, mas sabia por ser gravada de forma ilícita, porque são transcritas em certas coisas anónimas, logo a seguir», comentou Sérgio Neves, a acrescentando que «portanto, há aqui coisas que devemos ligar».
«Não esteve (na AFTOR) mas sabia textualmente o que eu tinha dito», precisou o presidente da Junta de Freguesia da UFTOR, explicando, depois, o que afinal se passou, na sua versão, e que Fernanda Lopes considerou «ameaça e intimidação».
«Andei com agentes imobiliários para tentar fomentar a construção na freguesia e vimos várias soluções, mas dizer que tirei partido disso, que recebi contrapartidas pessoais, isto na minha terra, só há uma maneira... e contratei pessoalmente um advogado para lhe dizer uma coisa muito simples, para ter cuidado com o que diz», disse Sérgio Neves. E acrescentou que «não se pode dizer o que vem à cabeça ou nos mandam dizer, ou acham que isto é fazer política».
O presidente da UFTOR considerou ainda que «este tipo de postura deve ser repudiado». «Eu repudio e qualquer elemento aqui presente faria o mesmo. Queria deixar clara esta situação», disse Sérgio Neves.
A UFTOR no seu menos melhor, no palco da Assembleia Municipal de Águeda.

Os dias de Óis da Ribeira nos dias 3 de Outubro...

Mariana Viegas
José P. Almeida

Mariana «revolucionária»,
morte súbita de brasileiro e
carro no rio Águeda

1 - Ano de 1880,
há 140 anos !
Mariana, mulher do
revolucionário José Pinheiro de Almeida


A óisdaribeirense Mariana de Jesus Viegas nasceu a 26 de Setembro e foi baptizada a 3 de Outubro de 1880, há 140 anos. Não se sabia na altura, como é óbvio, mas viria a ser mulher do militante revolucionário republicano José Pinheiro de Almeida. Ver AQUI
Filha de Rosa Florinda Viegas, mãe solteira, e do futuro médico Joaquim Carvalho da Silva (que viria a ser o primeiro diretor do Hospital de Águeda), era neta de Maria Florinda Viegas e casou com José Pinheiro de Almeida a 7 de Setembro de 1901, tendo o casal tido os filhos Porfírio e Severino (falecidos em criança), Eugénio, Elísio (que viveram em Viana do Castelo) e Alexandre Pinheiro de Almeida, já todos falecidos - este em Óis da Ribeira.
Mariana vivia na Viela do Canto, ao actual largo do Centro Social (Cruzeiro), mas passou os últimos anos da sua vida em Viana do Castelo, em casa do filho Eugénio, e ali faleceu a 30 de Maio de 1971(2). Neto residente em Óis da Ribeira é Arménio Framegas Pinheiro de Almeida, morador na Rua Nossa Senhora de Fátima. 
Rúbens P. Reis


2 - Ano de 2014,
há 6 anos !
Morte súbita de
brasileiro em turismo

Rúbens Pires dos Reis, de 86 anos, filho de emigrantes óisdaribeirenses, faleceu subitamente, na sua chegada à terra dos pais, a meio da tarde de 3 de Outubro de 2014. Há 6 anos!
Era filho de José Maria Pires dos Reis - que, no princípio do século XX emigrou para o Brasil, com o irmão João e por cá ficando os irmãos Manuel (regedor), Maria Augusta, Augusto, Fernando, Sebastião e Ana, da Família Reis. Viajava com a filha Ângela e o neto Igor e tinha sido terceirista de medicina, deixando o curso (por necessidade de trabalhar), vindo a licenciar-se em Direito e Ciências Contábeis. Foi professor universitário e faria 87 anos a 21 de Dezembro de 2014, viúvo de Maria Antunes dos Santos Reis, também filha de óisdaribeirenses no Brasil - da família Soares dos Santos (Manuel Lopes e outros). Maria Reis faleceu a 25 de Dezembro de 2012, aos 80 anos, e o casal teve as filhas Fátima (falecida a 5 de Setembro de 1999, com 46) e Ângela Antunes dos Santos Nascimento Pires dos Reis, que o acompanhava, com Igor Pires dos Santos Fernandes (neto e sobrinho).
Rúbens já por duas vezes tinha estado em Óis da Ribeira e fazia esta volta pela Europa para mostrar a aldeia dos pais ao neto Igor, que era técnico informático da Prefeitura (Câmara) do Rio de Janeiro. Emocionou-se, á vista da casa de familiares, e caiu desamparado, na rua Manuel Tavares. Prontamente assistido, faleceu logo depois e o seu corpo foi  trasladado para o Brasil

O carro que caiu ao rio Águeda


3 - Ano de 2014,
há 6 anos
Automóvel caiu ao rio
com emigrante ucraniano

O imigrante Tavriz Zagidevll, de 58 anos, ucraniano, caiu ao rio Águeda dentro do seu Seat branco, a 3 de Outubro de 2014. Há precisamente 6 anos!
O acidente ocorreu no entroncamento do caminho da Calçada com o paredão para Requeixo, entre dos Pinheiros e os Portalvares, em Óis da Ribeira. Não virou à esquerda, seguiu em frente e caiu ao rio. Saiu da água, foi a casa, a Requeixo, mudar de roupa e quando voltou já bombeiros e mergulhadores procuravam sobreviventes.
António Reis, actual presidente da Tuna / AFOR, foi quem, dando com o carro a «afogar-se» no rio, avisou as autoridades, que logo compareceram.
O imigrante seguia no carro com apenas com um cão e não soube explicar como foi para á água, que no local tem altura próxima dos 4 metros.

sexta-feira, outubro 02, 2020

Junta «esqueceu-se» da Casa da Rua do Viveiro!!!...

Pormenor da fachada da casa da Rua do Viveiro, por lá
esquecida pela Junta de Freguesia. A degradar-se !

 
A Casa da Junta que está abandonada
pela Junta: vidros partidos, janelas
semi-abertas, portas deterioradas...

Um dos slogans da propaganda eleitoral das intercalares de 2019 foi, da parte da lista vencedora e actual executivo, e citamos de memória, «honrar o legado herdado!».
Um slogan bonito, sensibilizante e apetecível. Namoradeiro! Conquistador!
Assim sendo, julgamos nós que uma das primeiras e essenciais prioridades do executivo era (é) conservar o património herdado. Conservá-lo, dinamizá-lo, utilizá-lo, valorizá-lo, não o desperdiçar.
Não é o que, infelizmente, acontece com a casa da Junta de Freguesia situada na Rua Adolfo Pires dos Reis, a do Viveiro, que foi doada por este benemérito e já foi sede da Tuna Musical, actual Associação Filarmónica de Óis da Ribeira: vidros partidos, janelas semi-abertas, musgo na varanda, portas deterioradas e fechadas a cadeado.
Isto, o que vê a passar na rua.
Lá por dentro, nem fazemos ideia!
Então, mas a Junta de Freguesia não tem a obrigação de fazer a manutenção do seu património?
De «honrar o legado herdado»?
Que responsabilidade se pode exigir a quem nem do que é seu cuida?

Os dias de Óis da Ribeira nos dias 2 de Outubro...

A entrada do polidesportivo da ARCOR para o depósito da água

O depósito de água no
«poli» da ARCOR


Abastecimento de água,
canoístas para Requeixo e
terrenos da Tuna !

1 - Ano de 1980,
há 40 anos !
Abastecimento de água
do furo da escola para 
as Pedrinhas da Forca 

Os trabalhos de abastecimento de água pública em Óis da Ribeira começaram há 40 anos, com a abertura do furo do recreio da escola primária.
A fase de então apenas contemplava a ligação do furo de captação ao depósito que se construiu no areeiro das Pedrinhas da Forca, em baldio da Junta de Freguesia e onde agora está instalado o polidesportivo da ARCOR - mesmo ao lado dos balneários. 
O depósito (ver imagem) ainda lá está, embora inactivo (supomos). A partir daqui, seria feita a distribuição pela freguesia, mas inicialmente apenas até à escola primária.
A obra era dos Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento (SMAS) de Águeda, cuja Câmara Municipal era presidida por Denis da Cruz Ramos Padeiro.
C. Náutico e Desportivo de
Requeixo Lagoa da Pateira

2 - Ano de 2011.
há 9 anos !
Canoístas e treinador da ARCOR
«pagaiaram» para Requeixo !

A saída, há 9 anos, de 9 atletas e de um treinador da ARCOR (Tozé Santos) para um clube da Taipa surpreendeu Sérgio Miguel Almeida, vice-presidente da direção e responsável pela Secção de Canoagem do clube de Óis da Ribeira
«Se tal acontecer, tenho pena, porque não queremos afastar ninguém», sublinhou o dirigente óisdaribeirense, acrescentando que «a Secção de Canoagem da ARCOR está a ser reestruturada» e, nesse sentido, a ser «implementadas regras, às quais as pessoas terão que se adaptar».
O clube da Taipa viria a ser, afinal, o Lagoa da Pateira Clube Náutico de Requeixo, que viria a ter curta existência e seria presidido pelo óisdaribeirense Sesnando Reis, que, como antigo presidente da ARCOR, tinha sido o instalador da canoagem nesta associação.
O terreno comprado pela Tuna
de Óis da Ribeira / AFOR

3 - Ano de 2012,
há 8 anos !
Tuna comprou terreno
para ampliar a sede

A assembleia geral da Tuna Musical de Óis da Ribeira, reunida a 2 de Outubro de 2012, há 8 anos, aprovou por unanimidade a compra do terreno anexo à sede.
A propriedade era de Fernando Anacleto dos Santos Estima, óisdaribeirense emigrado na Venezuela - filho dos já falecidos Anacleto Soares Estima e Etelvina Santos, irmão de Marianela e Pedro Manuel dos Santos Estima.
Os trabalhos foram presididos por António Manuel Melo, com 14 associados em AG e direção presidida por António Horácio Tavares, que então anunciou para «médio prazo a construção de uma salão e sala de ensaios e escola de música».
Então e «para já» o terreno ficou para estacionamento, descongestionando a rua Jacinto Bernardo Henriques - a da ponte e da fachada principal da sede. Até hoje, mas também só se passaram 8 anos.

quinta-feira, outubro 01, 2020

Óis da Ribeira e a pateira na revista «Sábado»...



A 1 de Outubro de 2020, publica um roteiro turístico e gastronómico do país e fala de Óis da Ribeira e da pateira.A página dedicada ao distrito de Aveiro intitula-se «À deriva pelos caminhos da Ria de Aveiro» e mostra Óis da Ribeira, com texto e imagem, na página 45.
Tal e qual o que se pode ver aqui ao lado esquerdo.
(...) pode chegar lá pela margem de Fermentelos, para um miradouro de madeira sobre a água; ou, em alternativa, na margem oposta, de Óis da Ribeira, para um contacto mais directo com a lagoa, com serviço de aluguer de pranchas de padel, canoagem, gaivotas ou, com menos aparato, um simples banho refrescante», pode ler-se no micro-texto da revista «Sábado», que se edita e Lisboa e é de dimensão nacional..
Tirando as algumas imprecisõezitas da pequena nota jornalística, saudemos esta divulgação. Então aquela do «banho refrescante» na pateira, ai, ai... meu Deus.
Óis da Ribeira! Viva!

AFTOR (6): A voz ao povo na Assembleia de Freguesia de TravassÓis !

A posse da actual Assembleia e Junta de Freguesia da UFTOR

Sede da União de Freguesias de Travassô
e Óis da Ribeira (Nesta vila)

A Assembleia de Freguesia de Travassô e Óis da Ribeira (AFTOR), realizada na sede da vila de Óis da Ribeira e no dia 25 de Setembro de 2020, teve um período para intervenções do público.
Obrigatório. De lei!
É um tempo útil, quase sempre, muitas vezes malbaratado , é verdade, e até por vezes dispiciendo, mas tem a nuclear vantagem de ser dada voz ao povo. Ao povo que (ainda) vai às Assembleias de Freguesia. 
Desta feita, falou-se de ecopontos e de Tiago Tavares, da sinalização vertical e horizontal, de bocas de incêndio, do aterro da ponte e, de novo, da carrinha e da Extensão de Saúde.
Tiago Tavares foi
campeão do mundo

Ecopontos para óleos alimentares
e homenagem a Tiago Tavares !


Romeu Fernandes começou por sugerir 
realização de uma homenagem ao canoísta Tiago Tavares, por ter sido campeão do mundo, referindo que até hoje não teve a homenagem merecida! 
Sugeriu que alterassem o nome de uma rua ou que o largo do Restaurante Pôr do Sol tivesse o nome dele! De Tiago Tavares.
Considerou também a colocação de ecopontos para óleos alimentares e que as intervenções do público fossem no início da sessão, como acontece nas Assembleias Municipais.
O presidente Sérgio Neves, em resposta, disse que já existe um ecoponto para óleos alimentares em Travassô, junto à escola primária. Disse também que o caso de Tiago Tavares tem que ser merecedor de atenção, mas que não dava para mudar o nome de uma rua. E informou que o executivo já tinha pensado em fazer uma gala para homenagear pessoas da União de Freguesias em várias áreas! 
A sede da Tuna  / AFOR. Rua precisa
de ter trânsito condicionado

Sinalização vertical

e horizontal na Tuna


Gabriela Reis manifestou a sua preocupação com a circulação rodoviária junto da sede da Tuna / Associação Filarmónica, alertando para a existência, ali,  de uma Escola de Música e que, com a velocidade que os carros passam pela ponte, algum dia poderá acontecer um acidente!
Dirigente da Tuna / AFPR, é secretária e executante, deu o exemplo de carros passam muito junto ao passeio e que já houve pessoas a «levarem» com os espelhos das viaturas! Perguntou se não seria possível colocar alguma indicação de escola, uma vez que o presidente de Junta tinha dito em Assembleias anteriores (quando falou que, agora, as estradas de Óis da Ribeira são como pistas) que as lombas já eram proibidas!
Sofia Marques, eleita do PSD, interveio e sugeriu a colocação de uma placa de aproximação de escola no início da ponte. Os eleitos do PSD trocaram ideias e Ondina Soares, secretária da Junta de Freguesia, referiu que podiam colocar barreiras, como na escola primária de Óis da Ribeira.

O aterro cedeu na entrada da ponte
de Óis da Ribeira (a antiga)

Bocas de incêndio
e aterro da ponte

Diana Moreira falou sobre a eventual instalação de bocas de incêndio nas Rua Manuel Maria Tavares da Silva (Cabo) e Adolfo Pires dos Reis (Viveiro), retorquindo-lhe Sérgio Neves que «normalmente isso é para atestar os carros dos bombeiros», mas que «acabam por não ter muita pressão, quando as pessoas utilizam a rede de água ao mesmo tempo».
Diana Moreira questionou igualmente a situação da ponte (que cedeu, no aterro de ligação), lembrando que «é uma construção nova e que merecia a atenção do executivo». E lembrou também que o assunto já foi abordado em intervenções do público nas Assembleias Municipais. 
Já agora, também no d´Óis Por Três disto se falou por várias vezes.
«Antes das intervenções na Assembleia, já a Junta falou com o empreiteiro e a Câmara», disse Sérgio Neves, adiantando que a Câmara poderá acionar a garantia de obra e descontar o dinheiro para reparar o dano! 
Antevisão da fachada da (futura)
Extensão de Saúde 

Os custos da carrinha
e a Extensão de Saúde!


Fernando Leitão, de Travassô, voltou à questão da carrinha de 9 lugares e perguntou se o apoio camarário entra na verba ou tem uma rúbrica extra, em verba anual do ano?
«Nem sempre o que é dado é vantajoso! Isto, porque os custos inerentes à carrinha são incertos, devido ao número de alunos e gastos...,para a freguesia não pagar os gastos que cabe a Câmara», disse Fernando Leitão, que, sobre a Extensão de Saúde, referiu «o desinteresse da Câmara e da Rede nacional da Saúde».
«A verba para a carrinha «sai» da da verba anual», explicou Sérgio Neves que, sobre a
 escola primária considerou que «ainda bem que este presidente de Câmara tem outro entender, uma vez que, como é púbico, o antigo queria fechá-la».
Quanto à Extensão de Saúde, o presidente afirmou que «o assunto está a merecer a atenção do executivo» e que se «está a trabalhar no assunto».
Fernando Leitão interveio de novo para lembrar que «não é com vinagre que se apanha moscas» e Sérgio Neves retorquiu-o: «Olhe que este vinagre tem apanhado».
Nos finalmentes da alongada sessão, foi pedida a aprovação da acta, em minuta, e houve unanimidade.
(FIM)

Os dias de Óis da Ribeira nos dias 1 de Outubro...

O hidroavião que, a 3 de Março de 1931, pousou nas águas da 
pateira. Foto Tavares
Dinis Tavares, filho de
Joaquim Tavares

1 - Ano de 1884,
há 136 anos !
Joaquim Tavares da Silva
da Foto Tavares, Escondidinho
e Café Império !

O óisdaribeirense Joaquim Tavares da Silva foi o fundador da Foto Tavares, da Mercearia Escondidinho e do Café Império (Éden Clube)  e nasceu a 1 de Outubro de 1884, há 136 anos.
Era filho do artista João Tavares da Salva e de Maria Angélica dos Santos, doméstica, e irmão do benemérito Manuel maria Tavares da Silva. Casou com Gracinda de Almeida Reis (Tavares) e o casal teve os filhos Durval, Eurico e Dinis de Almeida Tavares da Silva, já todos falecidos.
Joaquim, para além da sua faceta de empreendedor, foi polémico correspondente de jornais e cidadão activo da sociedade óisdaribeirense. O filho Eurico, da Força Aérea, pilotava o hodroavião que, a 3 de Março de 1931, pousou na pateira e foi foi fotografado pela Foto Tavares.
Faleceu a 11 de Abril de 1956 e o seu trabalho de correspondente de jornais foi continuado pelo filho Dinis - assim como a gestão da Foto Tavares (com loja em Aveiro), Escondidinho e Café Império.
Armando dos Santos Ala
de Resende

2 - Ano de 1934
há 86 anos !
Armando Resende
na Câmara de Águeda

O óisdaribeirense Armando dos santos Ala de Resende foi várias vezes presidente da Junta de Freguesia e em Outubro de 1934, há 86 anos, foi nomeado vogal substituto da Câmara Municipal de Águeda.
Nasceu a 3 de Março de 1911, filho de Manuel Maria Ala de Resende, comerciante (de Águeda) e de Maria Bernardina Tavares dos Santos, governanta de casa e irmã do padre (e mais tarde Monsenhor) José Bernardino dos Santos Silva.
Tomou posse como presidente da Junta de Freguesia, pela primeira vez, a 28 de Dezembro de 1941, tinha 30 anos - cumprindo o mandato que cessou em 1943. Retomou a presidência a 2 de Janeiro de 1955, sucedendo a Benjamim Soares de Freitas. E na presidência esteve até 17 de Novembro de 1957, data em que se ausentou para Angola. Voltou a ser PJFOR de 1963 a 1964 e de 1964 a 1971.
Armando Resende era o presidente da Junta de Freguesia na altura da construção da sede da Junta (onde agora está a Tuna) e da actual Rua da Pateira, até então um caminho rural.

3 - Ano de 1995,
há 15 anos !|
Carrinha da ARCOR
para ATL e canoagem

A segunda carrinha da ARCOR (a branca) foi recebida a 1 de Outubro de 1995, há 25 anos e na direção do presidente António José Tavares.
 A viatura destinava-se ao transporte das crianças do ATL e dos atletas de canoagem. O acontecimento foi motivo para um convívio, na sede da associação - que ao tempo funcionava na cave da sede da Junta de Freguesia - a actual sede da Tuna / AFOR. 
A associação, por essa altura, já dispunha da carrinha cor de laranja, cedida pela construtora Coutinho & Coutinho. Esta, foi abatida no tempo da direção de Celestino Viegas, quando foi adquirida a Hyunday, em Junho de 2003 e comprada com apoios oficiais e primariamente destinada à Secção de Canoagem. 
A sede da Tuna, há 20 anos e na
Rua Adolfo Pires  Reis (Viveiro)

4 - Ano de 2000,
há 20 anos !
Cortejo da Tuna
para obras da sede!

A Tuna Musical de Óis da Ribeira, actual Associação Filarmónica, organizou um cortejo de oferendas a 1 de Outubro de 2000, há precisamente 20 anos.
O objectivo era angariar fundos para as obras de requalificação da sede da Rua Adolfo Pires dos Reis (a do Viveiro e que se vê na imagem ao lado), na véspera inauguradas e que tinham custado 3000 contos - com 500 de apoio financeiro da Câmara Municipal de Águeda.
A iniciativa tunante, da presidência directiva de Jorge Élio Framegas, teve apoio popular e rendeu 700 contos, o que hoje seria, segundo o conversor da PORDATA, qualquer coisa como 4.918,44 euros.