terça-feira, junho 30, 2026

Os guarda-rios foram tema das marchas populares de Óis da Ribeira!

A Marcha 2026 da Tuna / AFOR
A «Marcha da Alegria» de Fermentelos

O guarda-rios


As marchas populares de Óis da Ribeira tiveram como tema «Os Guarda-Rios» - uma ave colorida e ágil, que vive perto de cursos de água, a latina Alcedo Atthis.
A escolha foi uma clara alusão à pateira e ao seu ecossistema. As  cores da ave refletem isso mesmo - azuis, brancos e laranja).
O grupo da Tuna / AFOR foi ensaiado por Diana Moreira (repetindo a experiência do ano passado) apresentou-se com 12 pares e a participação especial de 5 crianças, com o objetivo de estimular asua envolvência e deixar-lhes o «bichinho» para que a tradição se consiga manter.
Houve também reforço da presença musical (a tocata) e também na parte vocal (o coral).
As marchas realizaram-se na noite de sábado passado, a 27 de Junho de 2026, e com a participação da «Marcha da Alegria», de Fermentelos - vila onde o grupo tunante vai actuar no próximo dia 11 de Julho de 2026.

A vitória de Óis da Ribeira no torneio de futsal Inter-Ruas de Travassô!

A equipa de futsal de Óis da Ribeira



Ontem e AQUI, demos notícia da vitória da equipa de Óis da Ribeira no Torneio Manuel da Silva Henriques Inter-Bairros, de futsal e organizado pela Associação Desportiva de Travassô.
Hoje, podemos dizer que os futsalistas óisdaribeirenses venceram (6-4) na final a Rua João Baptista e repetimos a fotografia, com os nomes (não todos) dos vencedores.
Assim, e da esquerda para a direita, estão Júlio Viegas (com o filho ao colo), Bruno Soares, Gonçalo Santos, Rui Santos, Miguel Tavares, Hugo Martins e Tiago Ferreira (com os filhos ao colo).

- NOTA: Quem puder dar-nos mais pormenores da participação óisdaribeirense neste torneio, pode mandar correio para doisportres2@gmail.com. Por exemplo, os resultados dos jogos. Obrigados.

- ANO 2005, há 21 anos: O primeiro dia do Serviço Domiciliário da ARCOR!


A secretária Maria Madalena Neves, o presidente
Celestino Viegas e o tesoureiro: o trio da criação
do apoio domiciliário da ARCOR



O serviço de apoio domiciliário (SAD) da ARCOR iniciou-se a 1 de Julho de 2005.
Há precisamente 21 anos.
O acordo de cooperação que criou este serviço tinha sido assinado a 17 de Março desse ano, pelo presidente Celestino Viegas e com o Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social de Aveiro - entrando em funcionamento já na direção de Agostinho Tavares, anterior tesoureiro e dias antes empossado como presidente da ARCOR.
Maria Madalena Neves foi secretária nos dois mandatos de Celestino Viegas e passou a vice-presidente da direção de Agostinho Tavares, empossada no dia 29 de Abril imediatamente anterior (2 meses antes).
Dinis Alves (vice-presidente de então e actual presidente da direcção) e Milton Gomez (vogal) tinham abandonado a direção em meados de 2004.
O apoio domiciliário era a quinta valência social da ARCOR a entrar em funcionamento, depois da creche, do jardim-de-infância e do ATL (para crianças) e do centro de dia (idosos) – este aberto a 22 de Novembro de 2004.
O primeiro utente do SAD arcoriano foi Pompílio Almeida, de Casal de Álvaro, e em Setembro seguinte aderiram António Almeida, também de Casal de Álvaro, e o casal António Marques/La-Salete Pereira, de Espinhel.
- NOTA: Agostinho Albino Pires Tavares faleceu a 2 de Agosto de 2018, de doença e aos 73 anos. Ao tempo, era vice-presidente da direcção da ARCOR.


- Ano 2010, há 16 anos: Parceria das Juntas com a APA para limpar os jacintos!


Fernando Pires, Sesnando Reis, Teresa Fidelis
Gil Nadais, Carlos Nolasco e Manuel Campos
José Miguel foi o apanhador de Óis da Ribeira

A Administração da Região Hidrográfica do Centro (ARHC) protocolou, a 30 de Junho de 2010, uma parceria com as Juntas de Freguesia Óis da Ribeira, Requeixo, Fermentelos e Espinhel para «acções de limpeza dos jacintos de água e reabilitação da pateira».
Há 16 anos!
O contrato com antiga Hidráulica do Mondego foi assinado no dia 30 de Setembro do mesmo ano e renovado em Maio de 2011. Todavia, não foi de novo renovado e acabou por ser extinto - disso se queixando os respectivos autarcas.
Ao tempo, cada uma das 4 Juntas de Freguesia recebeu 3200 euros, em 4 meses, para proceder à vigilância e remoção manual dos jacintos, como acção preventiva.
Os quatro presidentes de Junta de Freguesia manifestaram-se satisfeitos com a renovação do protocolo: Carlos Nolasco (de Fermentelos), Manuel Campos (de Espinhel), Fernando Pires (de Óis da Ribeira) e Sesnando Reis (de Requeixo).
Extinto este protocolo, as 4 Juntas de Freguesia ribeirinhas da pateira deixaram de fazer a referida limpeza e todos os anos é o que se sabe. Já nem vale a pena falar.
- NOTA: Oapanhador de jacintos contratado pela Junta de Freguesia de Óis da Ribeira foi José Maria de Almeida Reis, o Zé  Miguel (na foto).

 

- ANO 1904, há 122 anos: O casamento de Maria Bernardina e Manuel Resende!



Manuel Resende e M.Bernardina Silva


O casamento de Manuel Maria, natural de Águeda, e Maria Bernardina, de Óis da Ribeira, foi a 30 de Junho de 1904 e na Igreja de Santo Adrião desta vila.
Há 132 anos!
Manuel Maria Ala de Resende, de 29 anos, solteiro e comerciante, era filho de Manuel Dias Cura Resende e Maria Augusto Lemos, de abastada família de Águeda.
Maria Bernardina Tavares dos Santos Silva
Casa Resende
tinha 33 anos, era solteira e governanta da casa dos pais - que eram Manuel Tavares Duarte e Maria José dos Santos Silva. E irmã do padre José Bernardino Santos Silva, que foi uma das testemunhas do casamento, assim como João Dias Cura Resende, negociante de Águeda e familiar do noivo.
O celebrante foi o padre Manuel Gomes de Andrade, titular, a esse tempo de há 116 anos, da Paróquia de Santo Adrião de Óis da Ribeira, que colou e inutilizou o selo de 100 reis, que autenticou o assento paroquial do casamento - o quarto desse ano.
O casal teve quatro filhos, já todos falecidos: Albano (em bebé), José, Armando (que várias vezes foi presidente da Junta de Freguesia de ÓdR) e Manuel (Neca) dos Santos Ala de Resende.
- NOTA: Netos moradores em Óis da Ribeira, são Maria da Ascenção (Mariazinha), António e Maria Laura Ferreira dos Santos Resende, filhos de Manuel (Neca) Resende. Albano vive em Loures, Rui em Travassô. Já faleceram, José Bernardino e Manuel (em Loures) e Armando (em ÓdR), filhos de Neca. E Paulo Augusto e dra. Maria Laura Tavares Resende (filhos de José). Armando não teve fihos. Neto, filho de Maria Laura, é o dr. João Paulo Resende Gomes, antigo presidente d ARCOR e dono da casa apalada que se vê na foto (e que foi do avô José Resende).

- ANO 1894, há 132 anos: As terras e os povos de Óis da Ribeira!

O DL 144/1894


O decreto-lei nº. 144, de 29 de Junho de 1894, publicou as deliberações do Ministério da Fazenda que, na prática, estabeleciam os deveres das freguesias para com os recursos do Reino.
Há 132 anos!
Na prátia, tratava-se de uma base formal para o pagamento de impostos, com uma comparação feita com as terras do Reino, num tempo em que Hintze Ribeiro era o Ministro da Fazenda (Ministério que agora se chama das Finanças).
Por curiosidade, note-se que Óis da Ribeira tinha 410 moradores (supomos que o registo seria o de adultos) e era a segunda freguesia menos populosa do concelho de Águeda. Mais pequena, apenas a de Macieira de Alcoba (com 319). 
- NOTA: As vizinhas freguesias de Travassô e Espinhel tinham 697 e 1230, respectivamente.

segunda-feira, junho 29, 2026

ARCOR não foi à Taça por não contribuir para pontuações nacionais!

O cartaz oficial da prova
António Brinco



A ARCOR Canoagem não participou na Taça de Portugal de Esperanças que se realizou a 27 de Junho em Vila Nova da Barquinha por a prova «
não ter qualquer tipo de contributo para as classificações coletivas e rankings nacionais».
A prova esteve anunciada para 9 de Maio, mas foi adiada devido à previsão de mau tempo.
«De qualquer forma, a equipa técnica da ARCOR, tinha já prevista a não participação na data original e manteve a decisão, pela proximidade desta competição com as datas de objetivos que consideramos mais importantes», afirmou António Brinco, vice-presidente da ARCOR e responsável pela Secção de Canoagem.
O d´Óis Por Três, a 27 de Junho, deu conta - ver AQUI - que aparentemente, a ARCOR não se fará (faz) representar na prova e acrescentou que procurou saber as razões. Estão agora explicadas.
O clube de Óis da Ribeira não esteve em Vila Nova da Barquinha «também por esta prova não ter qualquer tipo de contributo para as classificações coletivas e rankings nacionais», como explicou António Brinco.
A próxima prova será de nível regional e a 5 de Julho: o campoenato regional de Esperanças do Centro, na Marina do Carregal, em Ovar, com organização da Associação de Canoagem do Centro (representada pelo óisdaribeirense Filipe Gomes), do Clube de Canoagem de Ovar (por Filipe Pereira) e Conselho de Arbitragem do Centro (pelo também óisdaribeirense Paulo Gomes).


 


Futsal de Óis da Ribeira venceu torneio de Travassô

Os futsalistas de Óis da Ribeira no Inter-Ruas de 2026



A equipa de futsal de Óis da Ribeira venceu o Torneio Manuel da Silva Henriques Inter-Bairros, organizado pela Associação Desportiva de Travassô.
Os jogos decorreram no pavilhão da ADT e os futsalistas óisdaribeirenses, na foto e capitaneados por Bruno Soares (o segundo, a contar da esquerda), repetiram a vitória da edição de 2025 - ganhando a final de 27 de Junho de 2026, o sábado de anteontem, frente à equipa da Rua João Baptista, de Travassô.

- Ano 2021, há 5 anos: ARCOR à beira do abismo... Dirigentes dos défices não apareceram na AG extraordinária!


A sede e centro social da ARCOR precisava, há 5 anos, de obras de requalificação

O presidente Estima Reis (de verde) na
 tomada de posse de 15 de Maio de 2021

A assembleia geral extraordinária da ARCOR aprovou, por maioria e na sessão de 29 de Junho de 2021, a contração de um empréstimo bancário, ao abrigo de uma linha de apoio especial relacionado com a COVID 19.
O presidente Estima Reis (dr. Zeca) disse na altura que as obras a realizar no edifício, que não teve manutenções desde que em 2005 foi concluído, andarão a ordem dos 300 000 euros, nos termos de uma estudo feito pelo engº. Luís Ferreira, ex-membro de uma direção de Manuel Soares.
«As instalações estão bastante degradadas. Não foi feita manutenção, ou muito pouca. Temos de ir buscar dinheiro...», disse Estima Reis, precisando que serão até 250 000 os euros que a ARCOR irá contrair como dívida, para requalificar o edifício.
Considerou que é importante que a reparação seja feita antes do próximo inverno, pois segundo o que disse, «temos de ter condições (...), não pode chover na cozinha e termos salas fechadas» e não se escusou mesmo a dizer que «andaram 5 anos abrir o buraco» (referia-se aos 5 anos consecutivos que «apuraram» cerca de 250 000 euros de défices) e que «ninguém faz milagres».
«É urgente reparar o edifício e aproximar e envolver as pessoas de Óis», disse Estima Reis.
As condições de financiamento foram consideradas boas e o tesoureiro Steven Pires precisou que há um prazo dilatório de 18 meses, durante o qual apenas serão pagos os juros, ficando depois um encargo de 3 300 euros mensais, durante 6 anos.
A dirigente Fátima Melo disse que «encon-
traram uma associação à beira do abismo»

Associação à beira
do abismo... 

O futuro da ARCOR teria de passar, entre outros aspectos, pelo aumento de receitas e diminuição de custos e a direção de Estima Reis apontava para voltar a utilizar as 3 salas da antiga escola primária para a pré-escola, libertando espaço do centro social para novas valências: um centro de noite e um centro de fisioterapia, para além de uma unidade de apoio à demência - que estaria a ser protocolada com a Cruz Vermelha de Águeda.
«A ARCOR não tem solução, se não sair daqui, para ganhar espaço», disse Estima Reis, acrescentando que as respostas sociais da freguesia «tem de passar todas pela associação».
A dirigente Maria Fátima Melo, ainda hoje vogal da direcção, disse, e repetiu, que os novos órgãos sociais, empossados a 15 de Maio de 2021 (havia mês e meio), «encontraram uma associação à beira do abismo», que o dia-a-dia «não é muito fácil» e que «temos de ter muita paciência».
O tesoureiro Steven Pires até comentou que «se calhar não estamos a ser 100% ponderados, mas é uma questão de timing», dada a urgência e a situação herdada - que, disse, «ainda estamos a conhecer».
A anterior direção, a de Mário Marques, não teve nenhum elemento a participar na assembleia. Apenas, o secretário Rui Fernandes, que transitou para a actual.
Direção que foi (é) responsável por 4 anos de défices, nada mais nada menos que 236 802,51 euros, mais os 12 448,81 de 2016, da de Manuel Soares. 
O conselho fiscal que «fiscalizou» estes défices, também ignorou o momento e a delicada situação em que deixaram a ARCOR.  
Dirigentes dos défices: Paulo Santos, à esquerda,
e Manuel Soares, duas abstenções, ladeando o 
ex-presidente Mário Marques e o tesoureiro Joel
Gomes. Estes, nem apareceram na assembleia

Maioria aprovou,
3 abstiveram-se !

A votos, a maioria. mais de 30 associados, votaram a favor mas 3 abstiveram-se.
E quem foram dois deles?
Manuel Soares, presidente da direção do primeiro ano deficitário da instituição (o de 2016) e presidente da assembleia geral nos restantes quatro, e Paulo Santos, presidente da assembleia geral e depois 1º. secretário, nos 5 anos de défices.
Já agora, recordemos estes 5 anos que o presidente Estima Reis considerou «um buraco»:
- Ano de 2016, da presidência directiva de Manuel Soares e tesouraria de Mário Marques: 12 448,81 euros.
Presidentes Alexandra Santos (conselho fiscal) e Paulo Santos (assembleia geral) .
- Ano de 2017, da presidência de Mário Marques e tesouraria de Joel Marques: 22 509,86 euros.
Presidentes Cristina Framegas Soares (CF) e Manuel Soares (AG).
- Ano de 2018, da presidência de Mário Marques e tesouraria de Joel Marques: 79 417,17 euros.
Presidentes Cristina Framegas Soares (CF) e Manuel Soares (AG)
- Ano de 2019, da presidência de Mário Marques e tesouraria de Joel Marques: 61 163,40 euros.
Presidentes Cristina Framegas Soares (CF) e Manuel Soares (AG)
- Ano de 2020, da presidência de Mário Marques e tesouraria de Joel Gomes: 73 722,08 euros.
Presidentes Cristina Framegas Soares (CF) e Manuel Soares (AG)
O que soma, contas feitas, 249 251,32 euros!!!
- NOTA: Abstiveram-se estes dois senhores ex-dirigentes do tempo da abertura do buraco de quase, quase, quase... 250 000 euros. O dinheiro que a ARCOR então ia pedir. Contrau empréstmo de 200 000 euros. A outra abstenção foi de Rosário Cadinha.

- ANO 2001, há 25 anos: Proposta para concurso do centro social da ARCOR!


Notícia do «Jornal da  ARCOR»
 sobre concurso do Centro Social


O prazo de entregas de propostas para o concurso público das obras de construção do Centro Social da ARCOR acabou a 29 de Junho de 2001.
Há precisamente 25 anos!
A abertura oficial ocorreu a 2 de Julho seguinte.
O concurso público foi obrigatoriamente publicado no Diário da República e concorreram 4 empresas, que apresentaram as seguintes propostas:
1 - CONSTRUTORA da Bairrada, a empresa de Perrães, de Oliveira do Bairro, que tinha  construído a primeira cave: 192 059 280$00. Seriam agora 1 543 379 euros, segundo o conversor da Pordata, da Fundação Manuel dos Santos.
2 - ENCOBARRA Construções, da Mealhada: 197 517 470$00. Seriam agora 1 571 161 euros.
3 - SOCÉRTIMA Construções, de Anadia: 196 424 519$00. Seriam agora 1.578.452 euros.
4 - CONSTRUÇÕES Marvoense, da Ventosa, Mealhada: 149 713 962$00. Seriam agora 1 203 086 euros.
- NOTA: A proposta vencedora viria a ser a da Construções Marvoense, que viria a construir o centro social da ARCOR e a sede da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira.

- ANO 2003, há 23 anos: Cortejo da ARCOR para o centro social!|


Notícia do «Jornal da
ARCOR» (ampliar para a ler)
 
A ARCOR organizou, a 29 de Junho de 2003, um cortejo de oferendas a favor das obras do centro social. Rendeu 11 759 euros.
Há 23 anos.
 Hoje, seriam 17 760 auros, segundo o conversor da PORDATA
A chuva foi o grande «inimigo» e o cortejo propriamente dito nem se realizou, concentrando-se as ofertas na cozinha e no refeitório, onde decorreu o leilão, enquanto a chuva caía, sem parar. Muita gente, afluiu e «picou» as ofertas – registando-se a curiosidade de uma garrafa de vinho do Porto, de 1979, ano da fundação da ARCOR, ter atingido os 310 euros (62 contos). Seriam agora 417 euros e foi oferecida e depois comprada (e de novo oferecida) pelo associado dr. José Bernardino Estima Reis -  que viria a ser presidente da direção da associação em 2021 e nesse ano (em Dezembro) faleceu, de doença.
A ARCOR mobilizou-se entusiasticamente, com todas as secções representadas: creche, jardim de infância e ATL, teatro (grupos adulto e de pais), canoagem e futsal, pais e amigos da obra. Até teve uma loja de roupa, oferecida pela Fundação Belmiro de Azevedo da SONAE.
- NOTA: A Tuna (actual AFOR) «emprestou» três elementos para a animação musical e os grupos de catequese também prepararam a sua participação, para além de várias famílias da freguesia, amigas da obra, da associação e de Óis da Ribeira.

- ANO 2002, há 24 anos: José Manuel venceu concurso internacional canino de Óis da Ribeira!


José Manuel Rosa


A delegação de Aveiro do Rottweiler Portugal (localizada em Barrô) realizou, em Óis da Ribeira e a 29 e 30 de Junho de 2002, uma exposição e concurso canino internacional, na margem da pateira.
Há 24 anos!
A juiz-presidente foi Maria Assuncion Folch Puig, cidadã espanhola e então presidente da Rottweiler Europa, e um dos concorrentes foi o óisdaribeirense José Manuel Rosa, já então diversas vezes premiado internacionalmente, enquanto criador da raça, com vária medalhas de ouro conquistadas pela sua cadela «Faia».
- NOTA: O encontro teve participação de mais de 89 criadores destes cães de raça e José Manuel Rosa venceu a classe intermédia fêmea.

- Ano 1958, há 68 anos: A electrificação de Óis da Ribeira!

A cabine eléctrica de Óis da Ribeira estava em construção há 68 anos

Dr. Fausto Luís
de Oliveira

Aires Carvalho
e Santos

A Junta de Freguesia de Óis da Ribeira foi, há 68 anos e no dia 29 de Junho de 1958, oficiada pela Câmara Municipal de Águeda, anunciando a visita do presidente Fausto Luís de Oliveira, para apreciar as obras de electrificação da freguesia.
Os trabalhos estavam a decorrer e avançava a construção da cabine, junto à ponte, para receber a carga que seria (e é) transportada pela linha de alta tensão que vinha (e vem) de Travassô, pelos Freixoeiros e passando o rio Águeda e as Areias de Óis da Ribeira.
Na altura, não havia redes sociais e a visita terá passado despercebida à esmagadora maioria da população. Também não havia o mediatismo de hoje, quando, por quase nada (ou mesmo nada), se estraladam foguetes e se apanham as canas por tudo e coisa nenhuma.
- NOTA: A Junta de Freguesia de Óis da Ribeira, a esse tempo, era presidida por Aires Carvalho e Santos (foto), com o secretário David Soares dos Santos e o tesoureiro José Pinheiro das Neves, já todos falecidos.

- Ano 1992, há 34 anos: A Zona de Caça em Óis da Ribeira e toda a Águeda...




A Zona de Caça Associativa de Barrô, Espinhel, Óis da Ribeira e Recardães foi formalmente constituída a 29 de Junho de 1992, por publicação no Diário da República nº. 147, I Série-B. Agora e após várias integrações, é a Zona de Caça Associa-
tiva Municipal de Águeda.
A concessão foi atribuída ao Clube de Caça e Pesca do Águeda e Cértima, com sede em Espinhel, pelo período de 9 anos. 
O CCPAC estava registado na Direcção Geral das Florestas com o nº. 2.978.91 e, em função da lei então vigente, ficava obrigado a «cumprir e fazer cumprir o regula-
mento o plano de ordenamento e exploração cinegética aprovado e demais disposições legais e regu-lamentares do exercício da caça que lhe forem aplicáveis, sem prejuízo da responsabilidade pessoal dos infractores».

O processo teve o nº. 932, da Direcção Geral das Florestas, e foi oficializado pela Portaria 611/92, de 29 de Junho, sendo a concessão renovável. 
O Clube de Caça e Pesca do Águeda e do Cértima foi constituído em 1991, então com sede nas instalações da Junta de Freguesia de Espinhel. Segundo o site oficial da União de Freguesias de Recardães e Espinhel, em data desconhecida, passou a abranger as freguesias de Travassô, Segadães, Óis da Ribeira, Espinhel, Recardães, Barrô e parte da Borralha, em cuja área passou a funcionar uma zona de caça municipal.

Zona de Caça
Municipal

A gestão desta Zona Municipal foi renovada em 2016, por 6 anos e ao Clube de Caça e Pesca do Águeda e Cértima (processo n.º 3516-ICNF), então constituída por terrenos cinegéticos das freguesias de Aguada de Cima, Macinhata do Vouga, Águeda e Borralha, Barrô e Aguada de Baixo, Belazaima do Chão, Castanheira do Vouga e Agadão, Recardães e Espinhel, Travassô e Óis da Ribeira, Trofa, Segadães e Lamas e Préstimo e Macieira de Alcoba.
Abrangia uma área de 18056 hectares, conforme planta que se vê acima e foi anexa ao despacho ministerial (e dele fazendo parte integrante), o que exprime uma redução de área de 214 hectares.  
- NOTA: A Zona de Caça e Pesca tinha sede no Largo da Feira, na Piedade, podendo, a esse tempo, ser contactada através do dirigente Ricardo, pelo telefone 935453473. Não sabemosse estes dados estão actualizados, nos dias de hoje.

- Ano 1980, há 46 anos: ARCOR venceu o Torneio de Futebol do Alvarense!


A ARCOR venceu o Torneio do Alvarense, há 46 anos. De pé, Zé Edgar, Carlos Marques, Zé Melo, Fernando
Zé Celestino Viegas, Diamantino Correia e Zé Ferreira. Em baixo, António Vicente, António Framegas, Jorge
Marques, Manuel Almeida (Capitão), Custódio Ferreira e Zé Pires

ARCOR 1980


A ARCOR venceu (3-2) a equipa de S. João, em jogo disputado a 29 de Junho de 1980 e que foi a final do Torneio de Futebol Popular da Associação Desportiva Alvarense, de Casal de Álvaro.
Há 46 anos!
A equipa de S. João era formada por atletas de Oronhe e Casainho(s) de Baixo e de Cima, lugares que, ao tempo, queriam formar uma nova freguesia, emancipando-se da de Espinhel. O que não se concretizou.
O jogo aconteceu no segundo ano da história arcoriana e decorreu no Campo do Areeiro, em Travassô.
A ARCOR alinhou com António Vicente; Custódio Ferreira, Diamantino Correia, Zé Celestino Viegas (cap.) e António Framegas; Zé Ferreira, Zé Pires e Zé Edgar; Zé Melo, Daniel Marques e Jorge Marques. Suplentes: Fausto Melo e Carlos Marques.
Marcaram Daniel Marques (2) e Jorge Marques.
O massagista foi Manuel Gomes da Conceição (Russo, já falecido)
- NOTA: Uma semana antes, a 22 de Junho, tinha vencido, também por 3-2, o Cultura Espinhel Clube. A equipa da ARCOR não tinha treinador e nem sequer treinava.

- ANO 1894, há 132 anos: As terras e os povos de Óis da Ribeira!

 


 

O DL 144/1894
O decreto-lei nº. 144, de 29 de Junho de 1894, publicou as deliberações do Ministério da Fazenda do Reino de Portugal que, na prática, estabeleciam os deveres das freguesias para com os recursos do Reino.
Há 132 anos.
Isto é, trocado em miúdos: uma base formal para o pagamento de impostos, com uma comparação feita com as terras do Reino, num tempo em que Hintze Ribeiro era o Ministro da Fazenda (Ministério que agora se chama das Finanças).
- NOTA: Por curiosidade, note-se que Óis da Ribeira tinha 410 moradores (supomos que o registo seria o de adultos) e era a segunda freguesia menos populosa do concelho de Águeda. Mais pequena, apenas a de Macieira de Alcoba (com 319). As vizinhas Travassô e Espinhel tinham 697 e 1230, respectivamente.

domingo, junho 28, 2026

As Marchas Populares de Óis da Ribeira

A Marcha da Tuna / AFOR de 2026

A tocata tunante nas marchas de 27 de Junho de 2026

As marchas populares de Óis da Ribeira realizaram-se ontem, por iniciativa foi da Tuna - que agora é  Associação Filarmónica de Óis da Ribeira. Repetiu a edição de 2025, depois da interrupção provocada pela COVID 19.
A concentração foi ao fim da tarde de ontem e no Largo da Igreja de Santo Adrião, de onde saíram as duas marchas  - a
O desfile da Marcha da Tuna/AFOR
da Tuna/AFOR e a Marcha da Alegria, de Fermentelos. 
O casal Eugénia Martinho / Mário Marques apadrinhou os marchantes da Tuna óisdaribeirense, que foram ensaiados pelo casal Diana Moreira e Romeu Fernandes.
As marchas actuaram, foram aplaudidas e, pela noite fora, continuou a festa com o arraial popular, apoiado pelo bar tunante e com sardinha, bifanas, caldo verde, sopa de pedra, pão com chouriço e bebidas, no recreio da escola prímária - que, desde 28 de Setembro de 2023, é a Sede 2 da Tuna/AFOR. E para a transmissão, já pela meia hora de hoje, do jogo Colômbia-Portugal, do mundial de futebol.
- NOTA: Crédito fotográfico para JAReportagens, AQUI

- Ano 2025, há 1 ano: ARCOR em 3º. lugar de Esperanças de Mar! Lara Lopes em segundo!

 


Lara D. Lopes

A classificação colectiva


A ARCOR Canoagem foi hoje a terceira classificada da segunda prova do campeonato nacional de canoagem de mar, no escalão de esperanças, que a 28 de Junho de 2025 se realizou em Vila Nova de Mil Fontes.
Destaque para o segundo lugar de Lara Duarte Lopes.
O clube de Óis da Ribeira teve 1 027 pontos, depois do Canoagem de Amora, o primeiro (com 1200) e do Angra Iate Clube, os Açores, o segundo (110). O Canoagem de Cacia, o outro clube de Aveiro, ficou em 8º. lugar, com 824 pontos.
Os resultados individuais dos atletas arcorianos foram os seguintes:
- SS1 Iniciados: 4º.-Rodrigo José de Oliveira.
- SS1 Infantis Masculinos: 8º.-Matias Almeida e Silva; 10º-.Santiago Ribeiro de Sousa.
- SS1 Infantis Femininos: 2ª.-Lara Duarte Lopes (na foto); 7ª.-Ariana Sousa; 8ª.-Constança Bizarro.
- SS1 Infantil Masculino B: 9º.-Francisco Sousa Cardoso.
- SS1 Cadetes Femininos: 6ª.-Matilde Coelho Morais.

As Marchas Populares de Óis da Ribeira foram reactivadas em 2025!


A marcha da Tuna / AFOR do ano de 2019

Marchantes de 2019



As Marchas Populares de Óis da Ribeira foram reactivadas na noite do dia 28 de Junho de 2025.

 Há um ano e depois da interrupção provocada pela COVID 19!
A iniciativa foi da Tuna / Associação Filarmónica de Óis da Ribeira (AFOR), que «refundou» a sua própria marcha e já a 13 de Junho de 2025 se apresentara na festa de Santo António, em Fermentelos.
As marchas óisdaribeirenses, na forma que as conhecemos actualmente, foram lançadas em 2002, então denominadas Marchas de S. João, na direcção tunante de Porfírio Tavares Pires e desde logo com a participação da ARCOR.
Realizaram-se, ininterruptamente, até 2020 - sendo depois «canceladas» pela COVID e até este ano de 2025. Sempre com a participação das duas associações de Óis da Ribeira: a ARCOR e a Tuna / AFOR - se bem que, em 2017, a instituição musical não participasse, por razões que nunca foram publicamente esclarecidas. - Ver AQUI
A ARCOR foi a grande ausente de 2025, tal qual este ano (ontem).