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| As águas das cheias na Rua Adolfo Pires dos Reis (Viveiro) |
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| A cheia em 13 de Fevereiro de 2016 |
A residência de Leontina Moreira dos Santos (a casa redonda, à direita) teria água dentro - a avaliar pelas imagens.
Tudo, porém, muito longe das grandes cheias de outros tempos.
Por exemplo, da de há exactamente 10 anos - quando, ao princípio da tarde de 13 de Fevereiro de 2016, a água entrou pela casa de Joaquim Carvalho (Foca) - agora da filha Clarice e genro Manuel - entrou pelo portão de baixo (que se vê nas imagens), galgou o pátio
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| A cheia na ladeira do Viveiro (há 10 anos) |
As imagens que hoje repetimos são do final da manhã desse dia, com vista para a Rua do Viveiro (a Adolfo Pires dos Reis) - rua de onde, há 10 anos, 13 famílias estavam impedidas de sair, isoladas pela água da cheia.
Novidade desagradável desse tempo era a de que a freguesia estava sem luz desde o meio da manhã e nem se sabia quando voltaria, segundo informação da própria EDP.
Ao tempo, não se podia passar para Cabanões. O aterro tinha sido tirado em Maio de 2014 (já se passavam 21 meses!!!)...) para dar lugar ao viaduto e tinha sido aberta uma via alternativa, também com água que impossibilitava o trânsito.
Os óisdaribeirenses, para ir ao posto médico a Travassô, tinham de fazer mais de 26 kms., de ida e volta, em vez dos habituais 3,6! Já ninguém se lembra disto.
Os óisdaribeirenses, para ir ao posto médico a Travassô, tinham de fazer mais de 26 kms., de ida e volta, em vez dos habituais 3,6! Já ninguém se lembra disto.


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