segunda-feira, agosto 17, 2026

Os bungalows das Varandas da pateira de Óis da Ribeira!

O terreno das Varandas, onde, supostamente, serão criados os bungalows - já anunciados em 2013
Promessa eleitoral das autárquicas de 2021. Há 5 anos!
Nem bungalows, nem recuperação das margens, nem 
passadiço, nem parque de caravanas. Nem, etc., etc...


O d´Óis Por Três recebeu um pedido de informação: onde e como fazer marcação para os bungalows da pateira?
Bungalows?
Ficámos baralhados, ppor momentos!
A memória, de verdade, já tinha varrido esta promessa eleitoral de 2013, quando, no salão cultural da ARCOR e em sessão de propaganda eleitoral, foi anunciada, e citamos, «a aplicação experimental de bungalows para aluguer».
Há 13 anos!
Promessa renovada na propaganda eleitoral das autárquicas de 2021, já lá vão 5 anos..., quando, enfaticamente, se repetiu para o terreno das Varandas, a criação de bungalows.
Lembram-se?
Pois, para o bem e/ou para o mal, (ainda) não há bungalows para ninguém.
Promessas?
Levou-as o vento e a falta de modéstia!
- NOTA: Um bungalow (ou bangalô) é, segundo a IA, uma pequena casa independente e térrea, construída com materiais como madeira ou alvenaria, muito usada para férias. Oferece o conforto de uma habitação normal e fica, por norma, integrado na natureza. Ora olhem para a fotografia das Varandas!

- ANO 2020, há 6 anos: Gémeas Beatriz e Mariana em finais de canoagem!

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As irmãs Beatriz Oliveira e Mariana Oliveira
 
José Miguel Brinco
F. Cadinha
As irmãs Beatriz e Mariana Carvalho de Oliveira, atletas da ARCOR, disputaram a Final A de K1, de 200 metros, no escalão de cadetes, no Campeonato Nacional de Velocidade, em Canoagem, que se disputou no Centro de Alto Rendimento (CAR) de Montemor-o-Velho.
Há 6 anos!
As duas irmãs classificaram-se, respectivamente, em 7º. e 8º. lugares.
O cadete José Miguel Brinco e o infantil Francisco Cadinha ganharam as suas Finais B de K1, na distância de 1000 metros.
Os resultados individuais dos canoístas arcorianos podem ser vistos AQUI 
- NOTA: Por equipas, venceu o Ponte de Lima, com 2 184 pontos e a ARCOR Canoagem ficou 27º. lugar, entre os 50 clubes de todo o país que participaram na prova, com 176 pontos - 12 da primeira etapa, 164 da segunda, a do fim de semana de há 6 anos.


- ANO 2014, há 12 anos: Obras na placa do lavadouro de Óis!

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A placa do lavadouro público que fica junto à ponte de Óis da Ribeira foi alvo de obras há 14 anos.
A imagem não deu/dá  para saber bem do que se tratava e a quem perguntámos, não sabia, na altura. «Porém, se é obra, é obra, não há por onde lhe dar. Espera-se que seja coisa útil e bonita... tratava-se, afial. doi reforço da placa», considerámos então.
O engraçado é que nos garantiram que o lavadouro é muito utilizado por mulheres de Óis. O d´Óis Por Três reconhece que não fazia ideia de tal coisa.
- NOTA: O lavadouro está esquecido pelo poder local: tem torneiras a verter água permanentemente e outras que foram roubadas e nunca substituídas. Há vários anos! Mede dó!!!



- ANO 2013, há 13 anos: Torneio de «10 horas de futsal» no polidesportivo da ARCOR!

 

O cartaz oficial do evento


O campo polidesportivo da ARCOR foi há 13 anos anunciado para receber um torneio inédito: 10 Horas de Futsal.
A organização foi da H4 e a iniciativa estava marcada para 31 de Agosto, a partir as 9,30 horas. 
O vencedor receberia um troféu e 100 euros e também ainda havia troféus para o melhor guarda redes e o melhor marcador, de participação e disciplina, para além do Prémio Bar.
O estranho desta iniciativa foi que a organização fosse exterior à ARCOR e/ou a Óis da Ribeira, tendo apoio da Junta de Freguesia do Préstimo e da própria associação óisdaribeirense (como se vê no cartaz). Mas ao menos foi dado aproveitamento ao espaço desportivo que julgamos, aonda hoj, ser desconhecido de muitos óisdaribeirenses e lá se sabe, dos proprios dirigentes arcorianos. Desconhecemos os nomes dos clubes participantes e os resultados.
- NOTA: Hoje e 13 anos depois, o polidesportivo da ARCOR está tristemente abandonado pelas sucessivas direções a associação. E cada vez mais degradado, infelizmente.

- ANO 1995, há 31 anos: Redes pluviais das Ruas Manuel Tavares e do Caminho Fundo!

 

A Rua do Caminho Fundo em 2019


A Câmara Municipal de Águeda abriu concurso público para obras do colector de águas pluviais de Óis da Ribeira, há 31 anos e por 4 339 200$00. 
Agora, seriam agora mais ou menos 36 000 euros, mais o IVA.
O concurso destinava-se aos troços entre as Vielas de Silvério Gomes dos Reis e Victor Fernandes da Silva, na Rua Manuel Tavares (a do Cabo), e do entroncamento da agora Rua Comendador António Bernardino e a casa do Diamantino Correia (agora a Rua do Caminho Fundo).
- NOTA: A Câmara Municipal de Águeda era presidida por Denis da Cruz Ramos Padeiro e a Junta de Freguesia por Fernando Tavares Pires.

- ANO 1952, há 74 anos: Os cursos dos irmãos Fernando e Arlindo Reis!

Fernando Reis
 
Arlindo Reis
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O oisdaribeirense Fernando Reis Duarte de Almeida concluiu, há 74 anos, o seu curso de serralheiro na escola industrial e Comercial de Águeda e «com boa classificação»
Assim recordou o «Jornal da ARCOR» de Setembro de 2002.
Filho de Manuel Baptista Duarte de Almeida e de Maria Rosa dos Reis, ficou órfão muito novo, ainda criança (aos 11 anos, por morte da mãe, a 19 de Março de 1944). E referia o jornal que «a seus avós Manuel Estima
eesposa se deve o seu bom êxito nos estudos»
Estudar para além da escola primária e terminar um curso não era coisa vulgar, ao tempo de há 74 anos, e por isso mesmo «para celebrar este feito, dele e de seu irmão, que também concluiu o curso comercial na mesma escola, a família reuniu num jantar mais de 50 pessoas, amigos íntimos e que, à sombra da velha Nogueira do Quites, saborearam o repasto».
Fernando Reis Duarte foi secretário da Junta de Freguesia destituída a 25 de Abril de 1974 e candidato a presidente na lista do CDS, nas eleições para o mandato de 1980/1982. Localmente, foi presidente da direção da ARCOR nos mandatos de 1997/1998 e 1999/2000. Presidente da Stella Maris, na Gafanha da Nazaré, foi ordenado diácono pelo Bispo D. António Marcelino, a 22 de Maio de 1988 e na Sé de Aveiro. Foi, aliás, dos primeiros diáconos permanentes ordenados permanentes na Diocese de Aveiro. 
Os avós Maria Augusta e Manuel Estima

O irmão Arlindo Reis
Duarte de Almeida !

O irmão é Arlindo Reis Duarte de Almeida, que mora na Rua da Pateira e viria a ser o primeiro presidente da Assembleia de Freguesia de Óis da Ribeira, eleita após o 25 de Abril e no mandato de 1977/1979.
Imedatamente antes, tinha integrado a comissão administrativa que pós-25 de Abril e quefoi nomeada pela Câmara Municipal de Águeda - precisamente para substituir a Junta de Freguesia de que era secretário o irmão Fernando.
Foi o primeiro presidente do conselho fiscal da ARCOR, de que mais tarde veio a ser ensaiador teatral e tesoureiro e de novo membro do conselho fiscal. É presidente do conselho fiscal da Cooperativa Agrícola dos Lavradores de Águeda. 
- NOTA: Fernando Reis Duarte de Almeida faleceu a 6 de Novembro de 2019, aos 85 anos de idade, de doença e no IPO, em Coimbra. RIP!!!

domingo, agosto 16, 2026

A lixeira pública do baldio do Surpel...

O baldio do Surpel é um depósito de lixos da região. Até o placar está no chão...
O baldio do Surpel



A Junta de Freguesia da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira (UFTOR) bem pode pregar, como pregou a 25 de Março de 2025: é «expressamente proibido qualquer tipo de lixos, monos, resíduos de obras, etc.».
No baldio do Surpel, bem  entendido,
E expressamente ?!!!
Na altura, e já lá vão 17 meses, até pavoneou a criação de «dois
espaços públicos para resíduos verdes».
E o baldio
 do Surpel, em Óis da Ribeira, seria e é um deles.
E até referiu a tal proibição expressa!
A verdade, porém, é que o espaço continua a ser alvo de despejos de todo o tipo, olimpicamente passando ao lado da autarquia e até botando o placar abaixo.
Promessa eleitoral de 2025

Promessas de 2021
ainda por cumprir!


O baldio do Surpel é propriedade da Junta de Freguesia da UFTOR mas, antes de dita unificação, antes de chegar a ser (como é) espaço de lixos de todos os lados (de fora da freguesia, principalmente...), chegou a estar destinado a um complexo de residências sociai
Mais tarde,  esteve indicado para o Polo Escolar Pateira Nascente.
Já agora e recuando ao manifesto eleitoral de 2021, já lá vão mais de 5 anos, onde diabo fica(rá) o prometido «espaço para depósito de monos e resíduos de apoio à população?».
Como todos sabemos, foi a própria Junta de Freguesia da UFTOR da queixar-se, há bem poucos dias, que o baldio do Surpel (esse mesmo) está a ser utilizado
 - ver AQUI - como depósito de mobílias velhas, lixos, monos, resíduos de obras, etc.
Portanto, a vida é o que e e cada um tem o que merece!
 

 














ANO 2006, há 20 anos: O lixo fora dos contentores, a falta de civsno e a (não) recolha atempada!

Lixo fora dos contentores. Há 20 anos!



Lixo fora dos contentores é, infelizmente, uma má imagem de marca dos tempos modernos. E era o que, há 20 anos, acontecia na unidade colocada na entrada nascente de Óis da Ribeira, junto à ponte.
O mau exemplo de falta de civismo não é de agora, nem apenas neste lugar. No caso de Óis da Ribeira este, como a fotografia documenta, só é mais visível porque está colocado num dos principais acessos da localidade e por, neste caso, ter estado neste estado todo o fim de semana - período em que, como todos sabem, a freguesia é visitada por milhares de pessoas, para a pateira.
Há quem diga que o lixo, nalguns casos  de há 20 anos, é propositadamente colocado fora dos contentores. Que já assim era quando estavam frente ao centro social. Não sabemos se assim era (e é) O que sabemos, e isso tivemos o cuidado de confirmar, é que os contentores colocados junto ao rio, no Largo Zebedeu de Oliveira Costa, também têm, algumas vezes, lixo no chão. E, não tendo, não estão assim tão longe que qualquer cidadão não os possa utilizar como alternativa à entrada da freguesia.
De todo o modo, os contentores e o lixo espalhado pelo chão estiveram assim dias seguidos - o que coloca outra questão: então como é o serviço de recolha de lixo? Como e quando é que funciona? Aqui, caberá questionar quem é responsável pela recolha do lixo. E deve ser uma recolha regular e em tempo adequado. Por outro lado, devemos denunciar quem, por má formação e falta de civismo, conspurca o ambiente e prejudica a qualidade de vida.
- NOTA: Então, como agora, a situação repete-se regularmente. Há leis sobre esta matéria, há fiscalização própria. Há responsáveis, claro que há. Pois que actue quem deve actuar. Outra coisa não se pode esperar.


- ANO 2001, há 25 anos: Presidente da Câmara de Águeda visitou as obras da ARCOR e Junta!


O presidente M. Castro Azevedo numa das suas
visita à ARCOR, com a secretária Madalena
Neves e o presidente Celestino Viegas


O presidente da Câmara Municipal de Águeda visitou a ARCOR ao fim da tarde de 16 de Agosto de 2001.
Há precisamente 2025.
A instituição óisdaribeirense andava, por essa altura,  envolvida no complexo e delicado processo burocrático que resultou na construção do centro social - e, sem esquecer, a sede a Junta de Freguesia de Óis da Ribeira. Cujas obras (re)começariam no dia 22 de Outubro seguinte.
Manuel Castro Azevedo foi recebido pelo presidente da direção, que então era Celestino Viegas, e pela secretária Maria Madalena Neves e inteirou-se do dia-a-dia da associação, em todas as suas várias secções então em funcionamento - nomeadamente a social (creche, jardim de infância e ATL) e a desportiva (canoagem).
O «Jornal da ARCOR» de 30 de Setembro desse ano, de que nos socorremos, reportou que, nas suas palavras, «não conhecia bem a ARCOR» e, referindo-se ao projecto do centro social, afirmou que «têm muito trabalho ela frente e difícil».
- NOTA: O presidente Manuel Castro Azevedo apreciou o projecto em pormenor e incentivou os dirigentes da ARCOR: «Não percam o entusiasmo», disse, há 25 anos, o líder da Câmara Municipal de Águeda.

- ANO 2020, há 6 anos: A Junta remodelou a luz eléctica da pateira!

  1. Obras de instalação da rede eléctrica na margem da pateira

  2. A Junta de Freguesia da (des)União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira fez constar na sua página oficial de facebook de há 6 anos, que, e citamos textualmente, «procedemos à renovação da rede eléctrica no Parque da Pateira em Óis da Ribeira, que se encontrava devoluta e outra parte provisória, desde a vários anos».
    Se diz, procedemos, é a primeira pessoa do plural que está a proceder. É a Junta de Freguesia.
    O que é surpreendente: então, agora é a autarquia, que se queixa repetidamente de não ter dinheiro para mandar cantar um cego, a autarquia é que faz obras que competem à EDP? Ou, para usar um termo em moda, foi-lhe concessionada a obra?
    - A JUNTA QUE NÃO RESPONDE
    NADA SE PERGUNTA...: A comunicação da Junta de Freguesia da UFTOR acrescenta que «esta nova ligação vem repor energia em vários pontos e infraestruturas do parque, faltando apenas a reparação da iluminação pública deste espaço, já pedida pela Junta de Freguesia». E acrescenta que «estes trabalhos tiveram apoio da Câmara Municipal de Águeda, a quem agradecemos».
    Este caso suscitaria várias perguntas ao executivo travassÓisense, para cabal esclarecimento público sobre as competências, deveres, direitos e meios da autarquia, mas não vale a pena. Já sabemos que, do altar da sua majestática e imperial autoridade, a Junta de Freguesia presidida por Sérgio Neves não responde a perguntas do d´Óis Por Três.
    - NOTA: A Junta de Freguesia da UFTOR não respondia (nem responde) ao d´Óis Por Três, nem sequer, aliás, aos eleitos locais. Ficámos com as nossas dúvidas. por esclaecer. Estas e outras. Cada um tinha e tem o que merece!





- ANO 2005, há 21 anos: A LIOR - Lista Independente de Óis da Ribeira!


 


LIOR de 2002: Diamantino Correia,
Vital Santos e Eugénio Pinheiro
As eleições locais de 2005 tiveram uma novidade: a participação da Lista Independente de Óis da Ribeira - a LIOR. que viria a ter 123 votos e eleger os os dois primeiros candidatos.
Era liderada por Diamantino Alves Correia, com, por esta ordem, Vital de Oliveira Almeida Santos, Eugénio dos Reis Pinheiro, Leonildo Sores daCosta, Armando Figueiredo dos Reis, Paulo Rogério dos Santos Reys Framegas, Paulo Jorge Gomes  Luís Costa Gonçalo, Carlos Samuel Martinho, Miguel Souto (já falecido), Fernando Jorge Tavares e Jorge Brandão.
Também concorreram o PSD de Fernando Pires (que teve 334 votos e 5 eleitos), o Bloco de Esquerda de Aníbal Saraiva (30 e nenhum eleito).
- NOTA: Fernando Tavares Piresdo PSD, foi reeleito e votaram 504 eleitores (79,75% dos inscritos) e abstiveram-se 128 (20,25%), mais 12 votos brancos e 5 nulos (0,99%

- ANO 1999, há 27 anos: ARCOR entregou projecto na Segurança Social !

A maquete do Centro Social da ARCOR

A placa em 2000, a da 1ª. fase das obras

O projecto do Centro Social da ARCOR, então denominado Centro Cívico de Óis da Ribeira, foi entregue no Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social de Aveiro no dia 16 de Agosto de 1999.
Há 27 anos!´
Então denominava-se centro cívico, por incluir a sede da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira - a actual sede da UFTOR - União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeira.
A direção era presidida pelo diácono Fernando Reis (falecido a 6 de Novembro de 2019, de doença e aos 85 anos, e o projecto tinha sido profundamente alterado, por exigência da Segurança Social. Passou a incluir, também, as valências de creche e infantário.
- NOTA 1: O projecto viria a ser aprovado no dia 27 de Setembro desse ano e incluía as valências de creche (para 30 crianças), jardim de infância (para 22) e ATL (para 40), centro de dia (para 30) e apoio domiciliário.
- NOTA 2A primeira pedra foi lançada a 27 de Fevereiro de 2000 e a primeira fase correspondeu à primeira placa - a da imagem. As obras, depois desta primeira placa, viriam a ser definitivamente retomadas a 22 de Outubro de 2001, já na direção do presidente Celestino Viegas.

- ANO 1899, há 127 anos: A morte do padre Ricardo Tavares da Silva !


A campa do padre Ricardo
Tavares da Silva, no Cemitério
Velho de Óis da Ribeira

Registo da morte
do padre Ricardo




O padre Ricardo Tavares da Silva era natural de Óis da Ribeira e faleceu a 15 de Agosto de 1899.
Há exactamente 127 anos!
Filho do proprietário João Tavares da Silva, de Óis da Ribeira, e de Maria Clara Duarte, governanta de casa e natural de Casal de Álvaro, tinha 77 anos e meio e faleceu, pelas 7 horas da manhã desse longínquo dia, de doença e na sua casa da Rua do Viveiro, actual Rua Adolfo Pires dos Reis. Recebeu os sacramentos de penitência e da extrema-unção.
Baptizado a 3 de Março de 1822, em Óis da Ribeira, era neto paterno de Francisco Ferreira Mateus e de Maria Tavares da Silva, esta de Travassô, e materno de Manuel Francisco Claro e Josefa Ferreira Duarte, esta de Casal de Álvaro.
- NOTA: O padre Ricardo foi sepultado em jazigo próprio (ver imagem ao lado), mandado erigir pelo seu irmão José Tavares da Silva, também sacerdote católico, e que fica na ala nascente do actual Cemitério Velho de Óis da Ribeira. Tinham um outro irmão também sacerdote, o padre Joaquim Tavares da Silva - que faleceu exactamente um ano antes (ver AQUI).

- ANO 1898, há 128 anos: A morte do padre Joaquim Tavares da Silva !

Registo de óbito do
padre Joaquim T. Silva
 .




O padre Joaquim Tavares da Silva era natural da vila de Óis da Ribeirae faleceu a 16 de Agosto de 1898. 
Há precisamente 128 anos!
Oriundo de uma família de sacerdotes, era irmão dos também padres Ricardo (falecido exactamente um ano depois) e José Tavares da Silva, todos filhos do proprietário João Tavares da Silva, de Óis da Ribeira, e de Maria Clara Duarte, governanta de casa e que era natural de Casal de Álvaro. 
O padre Joaquim tinha 75 anos e faleceu de doença, na sua casa da Rua do Viveiro, a actual Rua Adolfo Pires dos Reis. Recebeu os sacramentos de penitência e da extrema-unção.
Era neto paterno de Francisco Ferreira Mateus e de Maria Tavares da Silva, esta de Travassô, e materno de Manuel Francisco Claro e Josefa Ferreira Duarte, esta de Casal de Álvaro. 
- NOTA: Um ano depis, exactamente, faleceu seu irmão padre Ricardo Tavares da Silva. Os três irmãos padres foram também tios-avôs do padre (e futuro monsenhor) José Bernardino dos Santos Silva.

- ANO 1878, há 148 anos: Inventário de menores da Família Carmo (Saldanha) !


O Diário do Governo 187/1878


O Diário do Governo nº. 187, de 22 de Agosto de 1878, publicou o edital do Tribunal de Águeda, datado de 16 do mesmo mês, citando José Maria de Carmo e os filhos António Joaquim do Carmo e Vicente Maria do Carmo pelo inventário de menores decorrente da morte de Ana Rosa de Jesus, respectivamente sua esposa e filhos.
Há 148 anos!
Os três estavam ausentes em parte incerta do então chamado Império do Brasil. O actual Brasil. E tinham um prazo de 30 dias para deduzirem os seus direitos sobre a herança.
Ana Rosa de Jesus falecera a 29 de Julho desse ano, pelas 11 horas da noite e aos 51 anos, sem deixar testamento. Era natural de Cortegaça, filha dos jornaleiros Manuel Rodrigues da da Silva e Ana Francisca da Silva. Morava na Rua do Cabo.
- NOTA: Os seus descendentes actuais serão (?) os herdeiros da Família Saldanha, de Óis da Ribeira, Cabanões e Travassô.

- ANO 1934, há 92 anos: Três casamentos em 4 dias e mais um no Brasil!

David e Lucília



Três casamentos em quatro dias é o registo da vida social de Ois da Ribeira, há precisamente 93 anos e na Paróquia e Santo Adrião. E, já agora, ainda um quarto, no Brasil, filho de pai óisdaribeirense.
Vejamos:
1 - A 16 de Agosto de 1934, Lucília Soares dos Reis e David Soares dos Santos, ela filha de João Bernardino dos Reis e de Ana Rosa Soares dos Reis, ele de Manuel Soares dos Santos (Lopes) e de Margaria Gomes da Conceição.
O casal teve os filhos Milton (morador em S. Bernardo), Margarida (que foi casada com o já falecido diácono Fernando Reis) e Manuel Soares dos Reis e Santos (casado com a professora Laudelina Santos). David Soares dos Santos faleceu a 16 de Outubro de 2012, com 101 anos e 9 meses.
Felisbela P. Santos

2 - A 18, Delmira Pinheiro dos Reis e Joaquim Soares dos Santos (Cuchas), filhos, respectivamente, de José Maria Pinheiro dos Reis, ele de Bernardo Soares dos Santos e de Maria Rosa Pinheira dos Reis.Delmira e Joaquim já faleceram e tiveram os filhos Maria da Luz e Felizbela (também já falecidos) e Manuel Horácio Pinheiro dos Santos, residente na Rua da Pateira, em Óis da Ribeira.´
A morte presumida de Joaquim, datada a 16 de Junho desse mesmo ano, foi declarada por sentença do Tribunal Judicial da Comarca de Águeda a 9 de Janeiro de 1996. Nunca se soube onde, quando 
e em que circunstâncias faleceu e em que circunstâncias faleceu.

Clotilde Almeida
José F. Neves

3 - A 19, Clotilde Maria de Almeida e José Ferreira das Neves (Lodais), filhos, respectivamente, de António Maria da Silva e de Salvador Ferreira das Neves.
Clotilde e José também já faleceram e foram pais de Maria e Natália - igualmente cá residentes, na Rua Manuel Tavares (a do Cabo).
A notícia dava nota de que «todos os noivos são dotados de bons sentimentos e de apreciáveis faculdades de trabalho». Quanto ás noivas, referia o jornal que «possuem as melhores qualidades morais».
M. Assumpção

4 - ARTUR SILVA: A mesma local dava ainda notícia do casamento em Rio Grande do Sul, no Brasil, de Artur Pires da Silva, filho de Diamantino Francisco da Silva, com «uma senhorita filha única de pais brasileiros e abastados», já no dia 30 de Julho.
- NOTA: Artur Pires da Silva nasceu a 14 de Maio de 1907, gémeo de Maria Assumpção (Maria da Volta, na fotoao lado e mãe de Zola, Ondina e Orlando, já falecidos). Casou com Orência Vergara Maciel, a 30 de Julho de 1934, em Rio Grande, Estado de Rio Grande do Sul (Brasil). Lá terá falecido a 10 de Fevereiro de 1995.

sábado, agosto 15, 2026

O eclipse visto na pateira de Óis da Ribeira!

 





A imagem não é nossa, é do Bar Lounge Pateira - ver AQUI - nas tomamo-la como impessoal para dar ao mundo o eclipse, visto da pateira de Óis da Ribeira.
«A Pateira de Ois da Ribeira vestiu-se de gala para um espetáculo inesquecível! O eclipse trouxe consigo uma magia especial», notou o BLP na sua página de facebook, que citamos.
«A energia foi incrível e as memórias ficam para sempre gravadas nestas fotos fantásticas pela lente do fotógrafo Nuno Reis», sublinhou o BLP que, recordemos, é gerido pelo actor e animador cultural Nelson Luís.



O passeio da praceta da pateira de Óis da Ribeira...

Passeio em frente ao restaurante
António Tavares


O fotógrafo António Tavares dedica-se a divulgar a pateira e com belíssimas imagens que capta na lagoa e regularmemnte publica.

A 14 de Agosto e, disse ele, «só para lembrar à autarquia», alertou para o estado do passeio em frente ao restaurante «Pôr do Sol». Lembrando, assim, «que esta praceta se encontra assim», como se vê na imagem que publicamos ao lado, por ele captada no parque da pateira de Óis da Ribeira.
Ver AQUI, na sua página «Pateira de encantos».
António Tavares acrescentou que a publicação aconteceu «para não sermos criticados por só mostramos as belezas do nascer e pôr do sol». Ainda assim, como frisou, e «não querendo de maneira nenhuma ser alarmista», também entendeu alertar «existirem no parque árvores com muita necessidade de ser abatidas, pelo perigo que representam para quem debaixo delas procura, e bem, sombra para descansar».
O presidente da Junta de Freguesia da UFTOR leu o alerta e deu «troco», comentando que «vai ser melhorado».
«Sabemos o que temos um longo caminho a percorrer. Abraço e obrigado pelo alerta», comentou Sérgio Neves.
Assim seja, desde que todos os alertas sejam atendidos. E bem sabemos que não são.

- ANO 1993, há 33 anos: Paulo e Costa: os primeiros campeões nacionais da ARCOR!

 

António Costa
Paulo Santos

O dia 15 de Agosto de 1993 é histórico para a canoagem da ARCOR: António Costa e Paulo Santos foram os seus primeiros campeões nacionais!
A dupla pagaiou os 1000 metros de C2, escalão de juniores, no decorrer dos campeonatos disputados nas águas do rio Douro, a partir de Melres, em Gondomar.
Afirmaram-se categoricamente e, com esta histórica vitória, na histoia estao com o primeiro ouro nacional arcoriano.
A ARCOR, recordemos, tinha iniciado as suas actividades náuticas no verão de 1990. Apenas 3 anos antes.
António Costa é actualmente empresário do sector da construção civil, administrador da empresa António Rodrigues & Costa, Lda., e é atleta veterano da ARCOR, campeão nacional em título de K4, escalão de Veteranos B, António Monteiro, Paulo Gomes e João Ferreira.
Paulo Gonçalves dos Santos é filho de José Santos, que reside no chamado Bairro Alto, da Rua Nossa Senhora de Fátima e mora(rá) nos arredores de Aveiro. A mesma dupla, no mesmo dia, foi terceira classificada na distância de 500 metros.
- NOTA: O d´Óis Por Três tem muito gosto em, de novo, aqui deixar este registo, para a memória futura da canoagem da ARCOR. Que tão esquecida nos parece andar da sua própria história.

- ANO 1913, há 113 anos: Passaportes para o Brasil e para Manuel (Lopes) e José Maria!

Registo dos passaportes de Manuel e José Maria
Manuel Soares
Sanos (Lopes)



O Governo Civil de Aveiro emitiu a 15 de Agosto de 1913 passaportes para dois óisdaribeirenses emigrarem para o Brasil: José Maria e Manuel.
Há 113 anos!
Manuel Soares dos Santos (Lopes, na foto), tinha 22 anos e era filho de Bernardino Soares dos Santos e de Maria Rosa Estima. Casou a 27 de Outubro de 1910, 17 dias depois do derrube da Monarquia, com Margarida Gomes da Conceição, de 
José Maria Pires
dos Reis (Maia)
26 anos. O casal teve os filhos David, Deolinda, Isaura, Mirene, Zulmiro e Lurdes (já todos falecidos).
Margarida viria a falecer a 28 de Agosto de 1952 e Manuel Soares dos Santos (Lopes), em segundas núpcias, casou-se com Ludovina Pires da Costa, a 9 de Abril de 1953, em Aveiro. Faleceu a 5 de Fevereiro de 1959.
José Maria Pires dos Reis, de 22 anos e solteiro, era trabalhador rural e filho de José Constantino dos Reis (tragicamente falecido por afogamento num poço de Segadães, a 10 de Janeiro de 1905) e de Maria Rosa Maia, irmão de Manuel (o chamado Regedor Velho), João, José Augusto, Leonor, Ana, Maria Ceeste, Rosa, Sebastião, Augusto e Fernando (Peralta). Já todos falecidos.
- NOTA: Ambos emigraram para o Estado de Espírito Santo, onde ao tempo se encontrava o padre José Bernardino dos Santos Silva, que ao tempo por lá missionava. Manuel regressou a Portugal, mas José Maria nunca regressou, por lá fazendo toda a sua vida familiar e profissional.

- ANO 1910, há 116 anos: Olívia Reis, o último baptismo da Monarquia!

O registo de baptismo de
Olívia P. dos Reis



O último baptismo do tempo da Monarquia Portuguesa celebrado na Igreja de Santo Adrião de Óis da Ribeira foi o de Olívia Pinheiro dos Reis, a 15 de Agosto de 1910.
Há 116 anos.
Nascida no dia 3 anterior, era filha dos lavradores Bernardino Alves dos Reis e Ana Rosa Pinheiro dos Reis, neta paterna de José Maria Alves dos Reis e de Felicidade Tavares da Conceição, neta materna de José Matos dos Reis e de Ana Alves Pinheira.
A cerimónia foi celebrada pelo padre José Bernardino dos Santos Silva e padrinhos foram Amadeu Soares Pereira, estudante e solteiro, e Olívia Soares do Espírito Santo - que supomos ter seguido a vida monástica e era filha de Manuel Filipe Soares, o construtor da casa apalaçada que agora é de João Gomes e foi do (seu) avô José Resende. Teve pelo menos 2 irmãos: Jaime e Manuel Pinheiro dos Reis, que foram residentes em Ois da Ribeira.
- NOTA: Sobrinhos-netos, são Maria Erminda (Aveiro e Ois) e o dr. José Bernardino Estima Reis (falecido a 29 de Dezembro de 2021 e residente no Porto), filhos de Jaime. E Vasco Almeida Reis, que residiu e faleceu em Travassô, no dia 29 de Agosto de 2018.





- ANO 1899, há 127 anos: A morte do padre Ricardo Tavares da Silva !

A campa do padre Ricardo
Tavares da Silva, no Cemitério
Velho de Óis da Ribeira



O padre Ricardo Tavares da Silva era natural de Óis da Ribeira e faleceu a 15 de Agosto de 1899.
Há 127 anos!
Filho do proprietário João Tavares da Silva, de Óis da Ribeira, e de Maria Clara Duarte, governanta de casa e natural de Casal de Álvaro, tinha 77 anos e meio e faleceu, pelas 7 horas da manhã desse longínquo dia, de doença e na sua casa da Rua do Viveiro, actual Rua Adolfo Pires dos Reis. Recebeu os sacramentos de penitência e da extrema-unção.
Baptizado a 3 de Março de 1822, em Óis da Ribeira, era neto paterno de Francisco Ferreira Mateus e de Maria Tavares da Silva, esta de Travassô, e materno de Manuel Francisco Claro e Josefa Ferreira Duarte, esta de Casal de Álvaro.
- NOTA: O padre Ricardo foi sepultado em jazigo próprio (ver imagem ao lado), mandado erigir pelo seu irmão José Tavares da Silva, também sacerdote católico (presbítero), e que fica na ala nascente do actual Cemitério Velho de Óis da Ribeira. Tinham um outro irmão também sacerdote, o padre Joaquim Tavares da Silva.

sexta-feira, agosto 14, 2026

Lixo e falta de marcação de lugares no novo parque de estacionamento da Igreja

O lixo de há 5 anos!
Lixo no Surpel


O d´Óis Por Três, há 5 anos, lembrava que a 6 de Junho desse ano de 2021, já lá iam dois meses e mais de uma semana, AQUI tinha falado do canteiro de flores esquecido atrás dos contentores dos variados lixos que «embelezam» o parque de estacionamento criado após a demolição da casa da sra. Maria Eugénia Estima Ferreira dos Reis.
Mesmo em frente à igreja de Santo Adrião, o padroeiro de Óis da Ribeira.
Ver ao lado.
O parque ainda não demarcado (ate aos dias de hoje) que fica mesmo em frente à Igreja Paroquial de Santo Adrião de Óis da Ribeira.
Local nobre da vila!
Voltamos a falar do assunto, surpreendidos e desiludidos, a 11 de Julho (AQUI), por o encontrarmos adornado com sacos de lixo abandonado.
Hoje, 5 anos depois, voltamos ao assunto.

O parque de estacionamento está
por demarcar há... 11 anos

Um parque por
demarcar há 11 anos!


A demolição da casa, vale a pena recordar, foi feita em 2015, há 11 anos e deu lugar à rectificação da Rua Benjamim Soares de Freitas (anulando a perigosa e estreita curva que ai existia) e à construção de passeio e alargamento da Rua Benjamim Soares de Freitas, na chamada Carreira da Igreja e até ao quintal de Maria do Carmo/João Soares. Até ao espaço que mais tarde foi alargada - como agora se conhece.
Ao tempo de há 11 anos, a demolição e obras implicitamente, muito beneficiou o Largo da Igreja de Óis,  dando fluidez e segurança do tráfego local.
Porém, é verdade que ficou por marcar o espaço de estacionamento - que continua anárquico e desde há anos prejudicado pela instalação dos contentores... - e até ficou, imagine-se, com um poço particular no meio do parque. Coisa surpreendente e insólita, mas... é a vida!

E lá continua, até hoje e não se sabe até quando!
- NOTA: Até aos dias de hoje, dia 14 de Agosto de 2026, o parque continua por demarcar os seus espaços de estacionamento. Assim se faz o «cuidar do herdado para deixar em legado». E já la vão 11 anos!