terça-feira, fevereiro 10, 2026

As cheias de 2026 em Óis da Ribeira...

As águas das cheias na Rua Adolfo Pires dos Reis (Viveiro) 


A Rua Adolfo Pires dos Reis (a do Viveiro) estava com água ao princípio da tarde de hoje. Nada demais: chegava à curva das Almas Santas do Purgatório, na casa de Manuel Simões Pereira e Alice Carvalho (como se pode ver nas
A cheia em 13 de Fevereiro de 2016
duas primeiras imagens, ambas de hoje).
A residência de Leontina Moreira dos Santos (a casa redonda, à 
direita) teria água dentro - a avaliar pelas imagens.
 Tudo, porém, muito longe das grandes cheias de outros tempos. 
Por exemplo, da de há exactamente 10 anos - quando, ao princípio da tarde de 13 de Fevereiro de 2016, a água entrou pela casa de Joaquim Carvalho (Foca) - agora da filha Clarice e genro Manuel - entrou pelo portão de baixo (que se vê nas imagens), galgou o pátio 
A cheia na ladeira do Viveiro (há 10 anos)
e rés do chão da residência e saiu pelo portão de cima, quase a meio da subida da rua.
As imagens que hoje repetimos são do final da manhã desse dia, com vista para a Rua do Viveiro (a Adolfo Pires dos Reis) - rua de onde, há 10 anos, 13 famílias estavam impedidas de sair, isoladas pela água da cheia.
Novidade desagradável desse tempo era a de que a freguesia estava sem luz desde o meio da manhã e nem se sabia quando voltaria, segundo informação da própria EDP.
Ao tempo, não se podia passar para Cabanões. O aterro tinha sido tirado em Maio de 2014 (já se passavam 21 meses!!!)...) para dar lugar ao viaduto e tinha sido aberta uma via alternativa, também com água que impossibilitava o trânsito.
Os óisdaribeirenses, para ir ao posto médico a Travassô, tinham de fazer mais de 26 kms., de ida e volta, em vez dos habituais 3,6! Já ninguém se lembra disto.


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