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| Agostinho Tavares em 2006 |
Agostinho Tavares sublinhou, então, que o esboço apresentado aos sócios e à população é o primeiro passo na «construção de uma obra de fulcral importância para a freguesia».
O dirigente explicou ainda que a ARCOR já era detentora de um terreno com 6000 m2 para a construção do centro, mas que «agora, há um longo caminho a percorrer que começa com a aprovação deste projecto pela Segurança Social».
O centro de noite, que ainda não estava orçamentado, ficaria englobado no centro social, então recentemente construído e que tinha custou mais de um milhão de euros.
«Para darmos como terminado o centro social, só nos faltam uns arranjos exteriores, que estão pendentes por causa da iluminação, e umas questões que têm a ver com pormenores de segurança do edifício», sublinhou o presidente da ARCOR.
- NOTA: Infelizmente, e passados 20 anos, sabemos que o lar/centro de noite não chegou a ser construído. E, além, da direção de Agostinho Tavares, passaram-se as dos presidente João Gomes, Manuel Soares, Mário Marques, Estima Reis, Vera Santos e (a actual) Dinis da Conceição Aves.

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