sexta-feira, abril 21, 2006
CORAL DE ÓIS DA RIBEIRA
O blogger CêPê enviou-nos esta foto, que disse ser de um coral do Grupo de Teatro da ARCOR - num espectáculo do salão do Pôr-do-Sol. Indicou os nomes e pede que alguém possa dizer de que ano é. Da esquerda para a direita: Carla Rodrigues, António Prazeres, Cesaltina, ?? (tapado), Carlos Pereira, Nani, Ana Almeida, Porfírio Pires e Clara Santos. Se alguém puder identificar o nome em falta e dizer o ano, obrigado. E será mesmo um grupo coral do teatro ou da igreja?quinta-feira, abril 20, 2006
A PÁSCOA QUANDO SE FESTEJA, AFINAL... (NÃO) É PARA TODOS

Alguns comentadores deste blog entraram em discussão sobre a Visita Pascal em Óis da Ribeira e o facto de se realizar à segunda-feira. O que não é Domingo de Páscoa nenhum. Somos dos que defendemos a sua realização ao domingo. Tão só... Ou nunca.
Razões da vida impediram-nos, em anos últimos, de estarmos em Óis nesta oitava de Páscoa. Estivemos este ano e confessamos a nossa desilusão: nenhuma da alegria de antigamente, nada de ruas cheias de gente, nada de famílias trocando o beijar da Cruz. Foi tudo assim como que uma "coisa" clandestina, como que abrir a porta aqui e ali apenas por vergonha (provavelmente) de ser acusado(a) de mau cristão(ã).
Vai morrer mais esta tradição?
quarta-feira, abril 19, 2006
QUEM FAZ ANOS?
Hoje, um de nós faz anos!E fomos jantar fora!
E bebemos água!
E nem comemos bolo de aniversário, só havia biscoitos e pão-de-ló!
E não cantámos os parabéns a você!
E o mais novo de nós virou o prato no regaço, quando quis atender o telemóvel!
E viemos para casa para pôr o blog em dia!
E não sabemos, nenhum de nós, se cá estaremos para o ano! E daqui a um bocado vamos dormir!
CRIANÇAS DA ARCOR FORAM Á FEIRA DE MARÇO

As crianças da ARCOR prenderam-se de amores pela Feira de Março e não falham lá um ano. Assim foi em 2006 Na semana da Páscoa. Foi um dia em cheio, para recordarem quando forem maiorzinhas.
Foto de www.arcor-ipss.com
terça-feira, abril 18, 2006
PENSAMENTO NA NOITE DE 18/04/2006
não se sente pessoa»
- Fernando Pessoa
2X3: E nós dizemos que quem
não se sente não é boa gente.
TRADIÇÃO DO AMENTAR AS ALMAS E LADAÍNHA QUARESMAL EM OIS DA RIBEIRA

Quinta-feira Santa realizou-se o último Amentar das Almas. Uma noite enluarada acompanhou o grupo de ribeirenses (foto) que deu vida a esta tradição e seguiu o percurso comb, que terminou na igreja matriz de Óis da Ribeira.
Sábado Aleluia, pouco faltava para a meia noite, começaram a ouvir-se os últimos cantos da ladaínha, deste a Rua Santo António à igreja. Apesar de se ter realizado apenas na última semana da Quaresma, a afluência dos ribeirenses ficou muito aquém da esperada. Assim, quem sabe?, a realização da ladainha quaresmal poderá não se voltar a realizar - ficar apenas na memória. - Luís Neves (texto e foto)
segunda-feira, abril 17, 2006
É PECADO ESTAR NA INTERNET?
Fazer buscas na Internet, ver televisão muitas horas seguidas ou ler o jornal são actividades consideradas como novos pecados - segundo anunciou cardeal Francis Stafford, do Vaticano, capital física e espiritual da Santa Madre Igreja.A ser assim, o super-internauta padre Júlio seria o maior pecador de Ois da Ribeira!!! E nisso, graças a Deus, nós não acreditamos!!!
domingo, abril 16, 2006
PÁSCOA EM OIS DA RIBEIRA É À 2ª. FEIRA

A Visita Pascal de Ois da Ribeira desde há mais de meio século que é à... 2ª. feira. Do que quisemos saber, ninguém nos soube responder: porquê à 2ª. feira? Tempo houve, ouvi de meus avós, em que era à 2ª. feira por ser a mais pequena das duas paróquias: Travassô e Ois. Que o padre era o mesmo e não tinha tempo ao domingo. Era então todo o domingo para Travassô e 2ª. feira de tarde para Ois. Mas isso era... antigamente. E agora?
Agora, o padre já não faz a visita pascal vão lá anos e continua a ser à 2ª. feira. Então os leigos não podiam fazer a visita no domingo de Páscoa? O padre Júlio e a comissão fabriqueira não podiam pensar nisso? Já viram que muitos ribeirenses não podem estar á 2ª. feira em casa, porque estão a trabalhar? E que muitos outros residentes fora, não podem (v)ir porque nos locais onde residem as práticas não são as mesmas?
Amanhã, 2ª. feira, então lá teremos... Páscoa em Ois. A partir das 14 horas? Para quem puder estar e para quem abrir a porta.
2X3: Foto do site do P. Júlio (visita pascal de 2004)
QUERCUS EM VISITA DE ESTUDO À PATEIRA
O Núcleo Regional de Aveiro da QUERCUS organiza, dia 29 de Abril, uma saída de campo na zona da bacia hidrográfica do Rio Vouga - uma no Vale do Rio Cértima (Oliveira do Bairro e Barrô), outra na pateira.Integrada na Zona de Protecção Especial da Ria de Aveiro, a pateira é um importante ecossistema, rico em biodiversidade, onde se poderá observar a garça-vermelha, águia-sapeira, milhafre-preto, garça-branca, garça-real, rouxinol-dos-caniços, entre outras espécies. Além da lontra.
Será discutida a importância dos caniçais como local de abrigo e reprodução de diversas espécies, nomeadamente da garça-vermelha (foto), que possui uma colónia de nidificação muito próxima. A invasão dos jacintos de água e a continuada poluição do rio Cértima, que contribuem para a eutrofização da lagoa, serão temas de análise.
Informação da QUERCUS
sábado, abril 15, 2006
POEMA DE PÁSCOA E DE BEM-QUERER
Provavelmente,
Se quisesse fazer hoje o balanço
Deste tempo de Páscoa, diria somente:
- Não há palavras para descrever
Se quisesse fazer hoje o balanço
Deste tempo de Páscoa, diria somente:
- Não há palavras para descrever
Tanta vida, descrever tanta morte!!!...
Tudo o que quis foi ser feliz
E não sofrer dos males deste mundo.
Tudo o que quis foi tentar sair dos labirintos
Que, por vezes, ás vezes têm saída!!!...
Tudo o que quis foi ser feliz
E não sofrer dos males deste mundo.
Tudo o que quis foi tentar sair dos labirintos
Que, por vezes, ás vezes têm saída!!!...
Tudo o que quis é tão simples
como olhar o céu e beber um copo.
De vinho branco. Tinto. Ou água!!!...
Tudo o quis foi talvez um sonho de menina
Que não consigo nunca anular.
Tudo o que quis é que fosse feliz.
Tudo o que quis era transformar a vida
Num momento de luz eterna e bom gosto!!!
Tudo o que quis era transformar a vida
Num momento de luz eterna e bom gosto!!!
Tudo o que quis não cabe em linhas de texto forçado
A pedido de um qualquer alguém.
Mesmo neste tempo que corre de Páscoa!!!...
Tudo o quis era talvez uma farta ilusão
Que os nossos deuses vão desculpar.
Tudo o que quis era mudar o mundo:
- Em vez de tristeza, ter a tanta alegria.
Tudo o quis era que fossemoss felizes!!!...
Se não o percebeste, a inteira culpa é minha!!!
Tudo o que quis foi sair da guerra
Dos dias, contra o amor das noites!!!
Tudo o que quis -nunca esteve nas minhas mãos.
De tão simples, acabei vencida e cansada.
E falta-me tempo para tudo o que quis!!!
De tão simples, acabei vencida e cansada.
E falta-me tempo para tudo o que quis!!!
Tudo o que eu quis, foi nada, mesmo nada
Ao pé do tanto que tantos outros tanto sofrem,
Do tanto que Cristo penitenciou por nós
Numa morte crucificada pela traição!!!...
A Dois de Três
5 MESES A BLOGAR
Já lá vão 5 meses que o d´OIS POR TRÊS foi parido e nem parece que o tempo correu assim tão depressa. Começou e continua este blog como uma brincadeira. E, como já aqui dissemos, pode acabar de um dia para o outro. Para já, ainda não e queremos agraceder a todos quantos nos têm ajudado. Não diríamos que mudámos Óis - e muito menos o mundo - mas temos andado por aqui a divertir-nos.
HISTÓRIA DOS OVOS E DA DATA DA PÁSCOA

O Domingo de Páscoa é a ressurreição, simbolizada pelo ovo, significando o nascimento – a nova vida.
A tradição de oferecer ovos vem da China. Há vários séculos, os orientais preocupavam-se em embrulhar os ovos naturais com cascas de cebola e cozinhavam-nos com beterraba. Ao retirá-los do fogo, ficavam com desenhos mosqueados na casca. Os ovos eram dados de presente na Festa da Primavera.
O costume chegou ao Egipto. Assim como os chineses, os egípcios distribuíam os ovos no início da nova estação. Depois da morte de Jesus Cristo, os cristãos consagraram esse hábito como lembrança da ressurreição e, no século XVIII, a Igreja adoptou-o oficialmente, como símbolo da Páscoa. Desde então, trocam-se os ovos enfeitados no domingo após a Semana Santa.
Há duas versões para explicar a substituição de ovos naturais pelos de chocolate. Uma delas conta que a Igreja proibia, durante a Quaresma, alimentação que incluísse ovos, carne e derivados de leite. Mas essa versão é contraditória, pois, na Idade Média, era comum a benção de ovos durante a missa, antes deos entregar aos fiéis. A hipótese mais provável é o ínício do desenvolvimento da indústria de chocolate, por volta de 1828.
Data da Páscoa
A Páscoa representa, para os cristãos, a data da Ressurreição de Cristo e é a continuação da homenagem em memória à saída dos judeus do Egipto.
Assim, o dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia, ou depois de 21 março. Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas ocorre após ou no equinócio da primavera boreal, adoptado como sendo 21 de Março (Concílio de Nicéia 325 d.C.).
A quarta-feira de Cinzas ocorre 46 dias antes da Páscoa e, portanto, a terça-feira de carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa.
Para calcular a data da Páscoa para qualquer ano, pelo calendário Gregoriano (o calendário civil em Portugal), usa-se a seguinte fórmula, com todas as variáveis inteiras, com os resíduos das divisões ignorados. Usa-se "a" para o ano, "m" para mês e "d" para dia. O sinal * significa multiplicação.
c = a/100n = a - 19*(a/19)^k = (c - 17)/25i = c - c/4 - (c-k)/3 +19*n + 15i = i - 30*(i/30)i = i - (i/28)*(1-(1/28)*(29/(i+1))*((21-n)/11))j = a + a/4 + i + 2 -c + c/4j = j - 7*(j/7)l = i - jm = 3 + (l+40)/44d = l + 28 - 31*(m/4).
Para calcular a data da Páscoa para qualquer ano, pelo calendário Gregoriano (o calendário civil em Portugal), usa-se a seguinte fórmula, com todas as variáveis inteiras, com os resíduos das divisões ignorados. Usa-se "a" para o ano, "m" para mês e "d" para dia. O sinal * significa multiplicação.
c = a/100n = a - 19*(a/19)^k = (c - 17)/25i = c - c/4 - (c-k)/3 +19*n + 15i = i - 30*(i/30)i = i - (i/28)*(1-(1/28)*(29/(i+1))*((21-n)/11))j = a + a/4 + i + 2 -c + c/4j = j - 7*(j/7)l = i - jm = 3 + (l+40)/44d = l + 28 - 31*(m/4).
Percebeu? Boa Páscoa!!!
TRÍDUO PASCAL EM OIS DA RIBEIRA / ADORAÇÃO DA CRUZ EM SEXTA-FEIRA SANTA

Sexta-Feira Santa, em Ois da Ribeira, abriu-se a Igreja Matriz e a Paróquia de Santo Adrião recebeu, com fidalguia, as de Travassô e Espinhel para a solene Adoração da Cruz - as cerimónias específicas de Sexta Feira Santa. Ver www.padrejulio.net
sexta-feira, abril 14, 2006
GINÁSTICA PARA ADULTOS NA ARCOR
ADORAÇÃO DA CRUZ EM SEXTA-FEIRA SANTA

A comunidade católica de Ois da Ribeira tem hoje, Sexta-Feira Santa - dia em que comemora a Morte de Jesus Cristo - as celebrações do dia, de que se destaca a Solene Adoração da Cruz.
As cerimónias estão marcadas para as 21 horas, na greja Matriz de Santo Adrião, e envolvem Travassô e Espinhel - as paróquias do Padre Júlio Granjeia.
Depois do relato da paixão, os participantes, num gesto muito significativo, fazem a aclamação da cruz e aproximam-se para a adorar, em sinal gratidão pelo que Jesus fez - entregando-se à morte de cruz, reconciliando-nos com Deus.
Ver em www.padrejulio.net
quinta-feira, abril 13, 2006
A GAZETA DOS SRS. DEPUTADOS...

A falta de quorum, devido à presença em plenário de apenas 111 dos 230 deputados eleitos e principescamente pagos - para os níveis médios dos portugueses... - impediu ontem as votações semanais na Assembleia da República, que exigem a comparência de mais de metade do Hemiciclo.
Com exemplos destes, digam-nos lá que autoridade moral tem a classe política para pedir sacrifícios ao povo português?.
quarta-feira, abril 12, 2006
PÁSCOA FELIZ PARA TODOS !!!!
PÁSCOA FELIZ para todos os ribeirenses !!!... Também para os que gostam menos de nós que de amendoas e folares!!!
Para os bem-aventurados e pecadores!!! Os pobres, os remediados e os ricos!!!
Os benditos e os amaldiçoados!!! Os amados e os indesejados!!!
Os que pecam por actos e omissões!!! Os que terão e os que não terão a salvação da alma e não souberam penitenciar-se dos pecadilhos da terra.
terça-feira, abril 11, 2006
COMBATE AO TABACO!!!
As medidas que o Governo pretende pôr em prática no que concerne ao consumo de tabaco merecem o meu apoio. Algumas, por exemplo a proibição de fumar em discotecas, tenho sérias dúvidas de que alguma vez venham a ser aplicadas.
Não fumadora, reconheço, no entanto, o direito de as pessoas fumarem: pois fumem para aí, lá fora... suicidem-se alegremente.
Não lhes reconheço, no entanto, o direito de continuarem a obrigar-me a fumar o seu tabaco e a correr o risco de contrair doenças, devido à sua falta de respeito pelos outros. Como a gente sabe que acontece em alguns sítios públicos de Ois da Ribeira. E não só em OR.
PROCISSÃO DE RAMOS EM OIS DA RIBEIRA

Domingo de Ramos, 9 de Abril de 2006, os cristãos de Ois da Ribeira juntaram-se, como de costume, perto da Rotunda do Centro Social e, após a Benção dos Ramos, foram em procissão para a Igreja. Neste dia que abre solenemente a Semana Santa, cada elemento do Grupo Coral Jovem, que dinamizou a celebração, levava vestida uma faixa que, com os ramos dos outros cristãos, iam acarpetando o caminho à passagem do Celebrante, lembrando simbolicamente a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém antes da Sua morte. * LUÍS NEVES
segunda-feira, abril 10, 2006
domingo, abril 09, 2006
FC PORTO (QUASE) CAMPEÃO !!!...
FUTEBOL
Sporting-F.C. Porto, 0-1
És enorme, Dragão!
Emoções fortíssimas, verdadeiro desafio de campeonato, batimentos cardíacos acelerados, decisões em cada pontapé, passe ou desmarcação.
Emoções fortíssimas, verdadeiro desafio de campeonato, batimentos cardíacos acelerados, decisões em cada pontapé, passe ou desmarcação.
Houve de tudo no Alvalade XXI. Houve essencialmente futebol empolgante, incerteza e muita crença. Muita crença de um Dragão que não se contenta com males menores, fé imensa de uma equipa que deu um passo muito firme para atingir o horizonte mais desejado. Foi por isso que o F.C. Porto derrotou o Sporting. E abriu cinco pontos de vantagem sobre o seu mais directorperseguidor. Com um golo de um tal Jorginho!!!
RECADO AOS FUMADORES
Quando se fica adicto de qualquer substância, o corpo exige-nos mais do que a nossa própria vontade. Só o tratamento médico, uma alimentação saudável e a adopção de uma postura mais harmoniosa com a existência, pode levar à superação da dependência e da dor.
Os fumadores são inimigos figadais do Serviço Nacional de Saúde, no qual o Estado português utiliza grande parte dos dinheiros públicos; precisamos de ter uma população mais saudável, e, para isso, era bom que erradicassemos parte das doenças contraídas pelo tabaco e que pesam imenso nos gastos médicos, medicamentosos e de internamento nos nossos hospitais, a cargo e por conta do SNS.
Todos sabem, mas não dizem, que os malefícios do tabaco, começarem por ser apontados nos States, onde fumar é quase um pecado... Sabem, mas não dizem, que a OMS recomenda a luta contra o tabagismo. Sabem, mas não admitem, que a União Europeia pretende acabar com o tabagismo, porque é um perigo para a saúde pública, para os fumadores e para os fumadores passivos... E cá por Óis?
sábado, abril 08, 2006
ANTÓNIO BERNA: DISCO "FADO CORRIDO DE COIMBRA"
Capa do disco/EP "Fado Corrido de Coimbra», de António Bernardino, da etiqueta Ofir - acompanhado por Nuno Guimarães e Manuel Borralho à guitarra; Jorge Rino (de Recardães) e Rui Borralho à viola. António Bernardino canta "Sé Velha", "Mar Largo", "Fado Corrido de Coimbra" e "Fado das Águias". Temas tradicionais mas com roupagens novas.
Sobressai aqui o belíssimo arranjo de Rui Pato no "Fado Corrido de Coimbra". Só uma mente brilhante como a dele poderia conceber tal arranjo. Rui Pato ainda concebeu o arranjo do "Fado das Águias" que, tal como os outros dois com arranjos de Nuno Guimarães, foram bem conseguidos.
António Bernardino estava aqui a começar de ganhar o estatuto de cantor privilegiado de Coimbra. Com uma voz cristalina, de timbre muito próprio, falando ao coração das pessoas. Anos mais tarde fez chorar muitas senhoras com esse estilo único, doce e comovente. guitarradecoimbra.blogspot.com/2005_04_01.guitarradecoimbra_archive.html
sexta-feira, abril 07, 2006
TRÍDUO PASCAL
As Paróquias de Travassô, Óis da Ribeira e Espinhel vão celebrar, em conjunto, as cerimónias do Tríduo Pascal, na Semana Santa.Será a primeira vez na História destas Paróquias que tal acontece e será, seguramente, uma experiência de fé muito enriquecedora na medida em que fará criar mais a noção de que somos Cristãos da Igreja Universal e não apenas de uma parcela de terra, confinada a uma freguesia.
Ver notícia em www.padrejulio.net
quinta-feira, abril 06, 2006
A DERROTA DO BENFICA VISTA POR UM BENFIQUISTA

1 - Perdemos por dois a zero mas até poderia ter sido outro resultado, não fosse Simãozinho o Simão, naquele lance.. Os meus amigos que tiveram a infelicidade de não nascer benfiquistas, com um pouco de sorte, até os convido a virem cá a casa beber umas cervejas, desde que não venham com algum sorriso palerma nos beiços.
2 - Para os meus amigos benfiquistas, deixo uma mensagem de consolo perante as pequenas adversidades: “Ó malta, podia ter sido pior… imaginem que tinham nascido lagartos ou andrades. Isso sim, isso é que era lixado.”
3) No domingo, lá estaremos na Luz a aplaudir e a gritar pelo Benfica. É um pulinho, daqui até lá...
Post enviado pelo blogueiro que assina Benfiquista.
quarta-feira, abril 05, 2006
LADAÍNHA QUARESMAL E AMENTAR DAS ALMAS EM OIS DA RIBEIRA

A Ladaínha Quaresmal em Óis da Ribeira é ancestral, embora de quando em vez interrompida. Vinha sendo realizada nos últimos anos, desde 1999, mas tem, infelizmente, vindo a perder participantes de ano para ano. O resultado esteve patente no início da Quaresma deste ano, em que se deixaram de ouvir as invocações entoadas pelo grupo de ribeirenses que dava vida a esta já centenária tradição.
Apesar da contestação de alguns conterrâneos e para evitar que acabasse de vez, alguns participantes de anos anteriores optaram por levar a tradição para a rua apenas na última semana da Quaresma, pelo que os ribeirenses são convidados a participar já a partir deste sábado, culminando no Sábado de Aleluia.
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Apesar da contestação de alguns conterrâneos e para evitar que acabasse de vez, alguns participantes de anos anteriores optaram por levar a tradição para a rua apenas na última semana da Quaresma, pelo que os ribeirenses são convidados a participar já a partir deste sábado, culminando no Sábado de Aleluia.
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Do mal o menos, e bem viva, tem-se mantido a tradição do "Amentar das Almas" ou "Encomendar das Almas" - um ritual de penitência em sufrágio da Almas do Purgatório e que tem vindo a realizar todas as 5ªs. feiras da Quaresma.
Luís Neves
O BENFICA EM BARCELONA

A coisa logo à noite não vai ser nada fácil, os gajjos lá do Barcelona são mesmo bons, mas os nossos também são nada de deitar fora!!! Vamos todos ser portugueses e torcer para que os "benficas" comam os espanholitos como quem come tremoços com cerveja, numa esplanada de praia em tarde de verão!!! Verão?!!! Vamos ver!!!!
terça-feira, abril 04, 2006
BEBIDAS ALCOÓLICAS EM EXCESSO !!!...
O Governo admite baixar a taxa de álcool «consideravelmente» no final do ano se o sector vitivinícola não fizer campanhas no sentido de contrariar os números de mortos na estrada por excesso de ingestão de bebidas alcoólicas.
Quem fala assim até parece que está com os copos? Então as bebedeiras não se apanham principalmente com bebidas brancas e essas coisas novas e malucas que permitem vender em estabelecimentos licenciados e que deviam estar fechados?
segunda-feira, abril 03, 2006
O PRINCÍPIO DOS JACINTOS NA PATEIRA...
No princípio, era assim!!!.. Uma flor bonita, que muita gente colhia para levar para casa!!! Isto, vão para aí uns cinco para seis anos. Depois, é o que se sabe: os jacintos multiplicaram-se e são um... drama que ninguém sabe se a tal ceifeira aquática resolverá. Será a ceifeira, será alguém?!! A gente não é certamente e os jacintos não desaparecem, assim...Foto enviada pro Anonymus
EVOCAÇÃO DE ANTÓNIO BERNA
O fado de Coimbra, ou a canção de Coimbra, como preferirem, faz parte do património cultural do povo português, não só por razões estéticas mas também pelo que ele(a) representa social e historicamente na sociedade portuguesa, em que uma das sendas mais importantes será, com certeza a sua face rebelde, libertária e humanista, fermento da liberdade e da democracia. O amigo que, hoje, é evocado é um dos nomes maiores da canção de Coimbra, uma figura incontornável do panorama musical e cultural do nosso país. Homenageá-lo é lembrar uma personalidade de âmbito nacional e não apenas concelhio.
António Bernardino começou a cantar fados de Coimbra ainda estudante no Liceu de Aveiro. Quando chegou a Coimbra, em 1963, assumiu deliberadamente a influência de José Afonso e Adriano, bem como da guitarra de António Portugal. Sem esquecer a obra inovadora de outras duas grandes figuras da canção de Coimbra – Luís Goes e Fernando Machado Soares.
Em 1967, António Bernardino foi incorporado no serviço militar, findo o qual, por razões da vida em que o amor não é razão menor, rumou a Moçambique, no início da década de 70, e aí permaneceu até 1974.
António Bernardino gravara o seu primeiro disco dez anos antes, disco em que avultam duas interpretações inexcedíveis – “Samaritana” e “Ao morrerem os olhos dizem”. Em 1969, surge a público um marco inapagável da música de Coimbra – “Flores para Coimbra”, um LP em que predomina a poesia de Manuel Alegre e a música de António Portugal. Além deste instrumentista, o que mais duradouramente acolheu a voz de Berna, o cantor de Ois da Ribeira teve o privilégio de ser acompanhado pelos melhores executantes da guitarra e da viola de Coimbra: os irmãos Eduardo e Ernesto Melo, Octávio Sérgio, Nuno Guimarães, Manuel Borralho, Francisco Martins, Hermínio Menino, António Brojo, João Bagão, Rui Pato, Durval Moreirinhas, Jorge Moutinho, Aurélio Reis, Luís Filipe, Humberto Matias, Fernando Plácido, Levy Baptista.
Não é também possível esquecer a participação de António Bernardino numa obra ímpar, repositório incontornável da canção de Coimbra: os seis LP intitulados “Tempos de Coimbra”. É ainda indispensável assinalar que ninguém teria divulgado tanto a canção coimbrã no estrangeiro como António Bernardino. A sua voz fez-se ouvir nos Estados Unidos da América, na ex-União Soviética, no Brasil, Argentina, Uruguai, Venezuela, Tailândia, Macau, Malásia, Angola, Moçambique, Cabo Verde, etc., etc., etc.
Com a morte de Berna desapareceu, porventura, a última grande voz nascida da raíz do canto coimbrão, uma voz com um registo médio admirável, uma voz que provinha de lá, de onde as guitarras engendram a sua música. Por isso, a guitarra de António Portugal foi companheira apaixonada de uma singular aventura pelas sendas da beleza e da intervenção transformadora do mundo e da vida.
Creio ser justo afirmar que a música de António Portugal, de Nuno Guimarães, Francisco Martins, Rui Pato e o corajoso canto de António Bernardino, erguidos do húmus fecundo da poesia de Manuel Alegre, são símbolo e marco perene e revolucionário da crise académica que abalou a Universidade de Coimbra em 1969.
A morte de António Bernardino calou uma voz primordial porque nela se entreteciam, com rara sensibilidade, os quatro elementos – terra e água, ar e fogo. Sendo uma voz de magnífica plasticidade, era, também, tal a de Luís Goes, uma voz de cobre: dúctil e maleável por onde passava admiravelmente o calor humano e a electricidade das emoções.
O canto de Berna era inteligência e emocionalidade plasmados numa brilhante simbiose.Era, acima de tudo, uma voz muito humana, a voz de alguém generoso e solidário, simples e fraterno, corajoso e tolerante. Berna era um invulgar criador de amizades e de climas de quente e cordial convívio. Porque essa era a sua verdadeira matriz, granjeou muitas amizades mesmo nas distantes comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo onde cantava até à exaustão, acompanhado por António Portugal e seus companheiros, ou apenas pela sábia viola de Durval Moreirinhas.
A morte, ao levar precocemente António Bernardino, levou com ela, de forma brusca e avara, um querido amigo de mais de 30 anos, arco de tempo que encerra milhentas lembranças que não quero evocar, salvo uma, a última, porque ainda hoje me magoa a memória. Reporta-se ela ao último momento de convívio, num almoço no distrito de Setúbal, seguido de amena cavaqueira, em que participaram também o Manuel Alegre, o Durval Moreirinhas e o Armando Marta, discreta e afectuosamente acolhidos pela sua querida companheira de uma vida, num espaço a que eu chamei a sua Ois da Ribeira mítica, transposta para um hectare situado na parte rural do concelho de Sesimbra, onde erguera um casarão e agricultava a terra circundante. Sabíamos que estávamos a despedir-nos um do outro, por isso percorremos a casa e a “quintinha”, metro a metro, ficando por vezes no ar palavras suas, de onde a esperança no futuro havia sido arredada. Então, as lágrimas afloravam aos nossos olhos e corriam. Vinham de fontes diferentes, mas eram como que água do mesmo rio – aquele que só corre pelo leito da amizade.
António Bernardino morreu.
A sua perda é inexorável, todavia a sua figura está gravada a fogo na prata viva da mais afectiva memória dos que o conheceram. Permitam, a terminar, que vos deixe um segredo: eu sei que algures, pelo tempo fora, haverá sempre uma guitarra a tocar com saudades da sua voz.
PAULO SUCENA
Intervenção na sesão evocativa de António Berna, organizada pela Arcor em 2005, com a participação do Grupo de Fados Menina e Moça. Texto retirado de guitarradecoimbra.blogspot.com
domingo, abril 02, 2006
DISCO DE ANTÓNIO BERNA

Capa do EP "Baladas por António Bernardino", da etiqueta Ofir. Nuno Guimarães à guitarra e Rui Pato à viola. São quatro temas originais, bem concebidos, evidenciando-se aqui o estatuto de acompanhador referência, de Rui Pato. Nuno Guimarães tem um papel secundário mas de bom nível.
António Bernardino começa aqui a evidenciar o seu gosto pelo género "Balada", que utilizará com grande frequência em futuras actuações. Pude constatar este facto ao acompanhá-lo nos seus últimos quinze anos de vida. Voz talhada para este tipo de canção.
Ver post d´OIS POR TRÊS de 8 de Dezembro de 2005
* Post de guitarradecoimbra.blogspot.com, que citamos com a devida vénia
sábado, abril 01, 2006
AVES NO CAMPO EM DIA DE CHUVA
CONTAS DA ARCOR FORAM APROVADAS

A assembleia geral da ARCOR aprovou, por unanimidade, as contas de 2005 - que envolveram 269 830,49 euros de receitas e resultados líquidos de 107 360,08. “A associação desenvolveu e ampliou todas as suas várias actividades e contou com o apoio de muitas entidades”, refere o relatório da direcção presidida por Agostinho Tavares.
Os subsídios estatais (180 742,96 euros) e as mensalidades das diversas valências sociais (141 941,86 constituíram as principais fontes de receita da associação - que mantém activas as valências de creche, jardim de infância e ATL (crianças) e centro de dia e apoio domiciliário (idosos). Para além disso, as secções de teatro, canoagem, biblioteca e marchas populares, formação profissional e actividades de cultura, lazer e recreio.
Quanto a 2006, o relatório aponta a elaboração do projecto do Lar da ARCOR como “outro grande objectivo a alcançar, para além da manutenção e crescimento sustentado das valências sociais já instaladas, aquisição de uma viatura para o centro de dia, encenação de uma peça de teatro, participação nas marchas populares, site, equipa de canoagem e instalação do mini-ginásio”.
Jornal Soberania do Povo de 31/Março/2006
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