
A Assembleia de Freguesia da UFTOR reuniu ontem na sede de Óis da Ribeira, e pouco disse de novo aos hábitos democráticos da actual legislatura autárquica.
«Não quero
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| Ilda Pinheiro |
A questão do bar/espanada da pateira foi abordada, perguntando Carlos Vidal, do Juntos, «se houve ou não houve concurso público, onde esteve (exposto) e se os comerciantes foram convidados, se os acordos foram os que apresentaram e se estão a cumprir». Também perguntou sobre qual o valor e período do contrato e quem é responsável pela água e a luz.
O presidente Sérgio Neves respondeu com uma pergunta: «O que acha da pateira?».
«Não é isso que está em causa», retorquiu Carlos Vidal, insistindo na questão do bar/esplanada da pateira
Sérgio Neves voltou a falar: «Com essas questões, ficamos com sensação que estamos sempre a fazer tudo mal» e que que na Assembleia de 25 de Junho trouxemos o assunto para ser discutido, mas que não era necessário, o que mostrou um caso de transparência!».
O que se percebeu (julgamos que bem,...) é que quando a Junta assumiu a situação do bar teve de tomar decisões: se avançavam com as esplanadas ou não.
Que a montagem iria demorar muito tempo e que houve surpresa pela questão do procedimento!!
«É igual á questão da madeira! Herdámos problemas na instalação de água, danificada, e de luz! Problema de iluminação de luz podre!», disse Sérgio Neves.
E acrescentou que «não convidaram as pessoas por gestão de tempo!», também que a Junta «fornece luz e água..., como no passado», com a diferença é que agora eles pagam e antes não».
Mas «foi ou não colocado e onde?», perguntou Carlos Vidal, do Juntos.
Sérgio Neves, com uma resposta meio confusa, disse a Carlos Vidal «para fazer melhor o trabalho de casa».
«Deveres e direitos estão a ser cumpridos e são os mesmos que foram apresentados na última Assembleia», disse o presidente falando em datas como18 de Julho (abertura do concurso) e 4 de Agosto (o concurso). E, a pergunta de pessoas de Óis da Ribeira sobre a existência de concurso público, foi dito que «só houve uma proposta».
António Horácio Tavares, do Juntos, afirmando «não ter ficado esclarecido», frisou que não estava convencido e, de Sérgio Neves, considerou que «dá explicações que não levam a lado nenhum».
E qual é a diferença?
«Antes era ilegal, agora não é ilegal, nem admito que insinue isso! Quero que fique registado em acta que o senhor António Horácio queria que a canoagem fique a tomar banho em água fria! O povo de Óis da Ribeira precisa de saber!, proclamou Sérgio Neves.
António Horácio Tavares retorquiu, afirmando que «em nenhum momento falou da situação da canoagem».
«Tem que pensar duas vezes antes de falar, por ter feito parte da Junta», disse Sérgio Neves.




































