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Registo de óbito do padre Joaquim T. Silva |
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Padre José Bernardino |
O padre Joaquim Tavares da Silva ia morrendo afogado na pateira, a 28 de Fevereiro de 1897, quando a atravessava e se virou a bateira em que se transportava.
O sacerdote foi a Oiã nesse dia de há 128 anos para comprar paus de cerejeira, com um sobrinho, e carregou-os na embarcação por este conduzida. Embarcação que se afundou, eventualmente por excesso de peso, ficado ambos sobre ela e com água pelo peito.
A salvação de ambos deveu-se à coragem do padre Joaquim, já que cravou a vara da bateira sobre o lodo, a ela se segurando ambos, até que finalmente fossem (e foram) socorridos.
O padre Joaquim Tavares da Silva viria a falecer de morte natural mais de ano e meio depois, a 16 de Agosto de 1898 e aos 65 anos, na sua casa da Rua do Viveiro, pela 7 horas da tarde.
Era irmão do também padre Ricardo Tavares da Silva e filho de Maria Clara Duarte, de Casal de Álvaro, e de João Tavares da Silva, proprietário de Óis da Ribeira - avós do padre José Bernardino dos Santos Silva, filho de Maria José Santos Silva e dele sobrinho.
Deixou testamento e o funeral foi presidido pelo padre Manuel Gomes de Almeida.
Deixou testamento e o funeral foi presidido pelo padre Manuel Gomes de Almeida.
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