quarta-feira, março 14, 2018

Cortejo da Tuna/Filarmónica adiado para 18 de Março de 2018

A Tuna /Associação Filarmónica de Óis da Ribeira na foto oficial de 2018

A Tuna Musical / Associação Filarmónica de Óis da Ribeira marcou para 18 de Março o cortejo de oferendas previsto para 11 e adiado devido ao mau tempo. O objectivo é angariar fundos para a aquisição de novos fardamentos e a direcção de António Reis está expectante relativamente à participação popular nesta iniciativa tunante  que é, recordemos, original em terras de Óis da Ribeira. Na verdade, e que o d´´Ois Por Três tenha em memória, apenas ocorreram iniciativas do género a favor das obras da Igreja e do Centro Social da Arcor.
O programa é o mesmo: concentração na capela de Santo António (14 horas) e desfile para a sede da Tuna / Associação Filarmónica, onde, logo depois, ocorrerá o leilão de oferendas.

A ideia é que os amigos da Tuna participem e colaboram e por aqui fica o desafio/proposta.

terça-feira, março 13, 2018

Arcor celebrou parceria com Missalgia para apoiar atletas

Técnicos do Missalgia - Centro
Terapêutico de Águeda


A Secção de Canoagem da Arcor estabeleceu parceria com o Missalgia - Centro Terapêutico de Águeda, para apoio aos seus atletas.
«O início da época aproxima-se a passos largos e é essencial que os atletas tenha assegurado o seu bem-estar, principalmente entre Março e Agosto», considerou a Arcor, sublinhando que «a parceria é para que os atletas possam beneficiar dos serviços» do Missalgia e que «juntos, construímos campeões».
Mário Martins, da Missalgia, também comentou a parce-
ria: «Obrigado pela confiança nos nossos serviços», sublinhando igualmente que «juntos seremos cada vez mais fortes».
O Missalgia está localizado no Edifício Agatha, 1º. Sala J, na Pra-
ça do Município, em Águeda. Presta apoio clínico em eventos des-
portivos, para além de trabalhar nas áreas da fisioterapia neuroló-
gica (por exemplo, em AVC´s, TCE, Parkinson e paralisias, entre outros) e fisioterapia músculo-esquelética (lesões musculares e articulares, pré e pós-operatório, cicatrização, punção seca e va-
cuoterapia, entre outras subáreas).
 O Centro Terapêutico Missalgia pode ser contactado pelos telefo-
nes 234022407 e 914553311 e email geral.missalgia@gmail.com.

segunda-feira, março 12, 2018

Manuel Maria Tavares da Silva, benemérito de Óis da Ribeira!

Manuel Maria Tavares da Silva

O benemérito ribeirense Manuel Ma-ria Tavares da Silva consorciou-se com Laura Ferreira Sucena a 12 de Fevereiro de 1902. Há rigorosamente 116 anos.
Notabilizou-se em Óis da Ribeira principalmente pelo apoio dado às obras de restauração da capela de Santo António (nos anos 40) e da igreja paroquial (anos 50 para 60) no século passado. E pela generosa e despretensiosa caridade praticada no dia-a-dia para com famílias mais carenciadas da freguesia. 
Era carpinteiro à data do casamento, tinha 21 anos, nascido a 9 de De-
zembro de 1880, e era filho de João Tavares da Silva, artista, e de Maria Angélica dos Santos, governanta de casa. Neto paterno de José Tavares da Silva e de Ana Maria Soares de Freitas e materno de Berardo dos Santos Oliveira e de Emília Pires da Maia.
Esteve emigrado no Brasil (nos anos 20) e mais tarde em Angola, então província ultramarina de Portugal, em África, e onde foi mestre de obras da Câmara Municipal de Luanda, para lá chamando toda a sua família directa.
Casou, na Igreja de Óis da Ribeira, com Laura Ferreira Sucena, que era agricultora de Óis da Ribeira, tinha 24 anos e era filha de Manuel Sucena Estima e Maria Luísa Ferreira. 
O casal foi pai de Ana, Maria Augusta e Joaquim Tavares da Silva, todos já falecidos. Era avô de Paulo e Maria Laura Resende (filhos de Ana e José Resende), Oriana e irmãs (de Joaquim) e Álvaro e irmãs (de Maria Augusta).
Foi presidente da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira entre 2 de Janeiro de 1960 e 4 de Abril de 1962, quando renunciou, por doença. Faleceu a 5 de Abril de 1964 e o seu nome, em homenagem, foi atribuído à Rua do Cabo, A que vai do Largo do Centro Social (o do Cruzeiro) e o cruzeiro do Cabo, à entrada da Rua da Pateira.
Foi um dos homens maiores de Óis da Ribeira no século XX.

domingo, março 11, 2018

Assembleia da Arcor vai votar as contas de 2017

Direcção da Arcor, em 2017/20: Carlos Pereira (vogal),
Rui Reis (secretário), Agostinho Tavares (vice-presi-
dente) e Mário Marques (presidente). Falta o
tesoureiro Joel Gomes

A assembleia geral da Arcor, para analisar e votar o relatório e as contas de 2017, da direcção, assim como o parecer do conselho fiscal, está marcada para as 19,30 horas do próximo dia 28 de Março de 2018.
A ordem de trabalhos, no seu ponto 2, inclui «informações e assun-
tos de interesse para a instituição».
Há evidente curiosidade por conhecer como a direcção presidida por
Edital da Assembleia
Geral da Arcor
Mário Marques inverteu, ou não inverteu, os resultados negativos de 2016 - no último mandato do actual presidente da assembleia geral, Manuel Soares, como presidente da di-
recção. E ele, Mário Marques, como tesoureiro desses últimos 4 anos.
As contas desse ano, recordemos, apresenta-
ram um prejuízo de 12 448,81 euros - uma mé-
dia de 1 037 euros por mês -, resultado que o conselho fiscal presidido por Alexandra Bre-
nha dos Santos, considerou «bastante razoá-
vel», concluindo, de resto, que «este prejuízo se deve(u), principalmente, à conjuntura social, política e económica». Nacional, por certo.
O executivo de Manuel Soares, por seu lado, considerou que o «ano de 2016 foi adverso, devido a vários factores não contro-
láveis pela direcção». Admitiu, todavia, que «se verificaram li-
geiros desvios relativamente a orçamentado», mas que «a exe-
cução orçamental foi bem conduzida, quanto aos custos». Já quanto às receitas (de 2016), admitiu o presidente Manuel Soares que «diminuíram de forma significativa».
O ano de 2016 registou receitas totais de 440 299,39, para uma despesa de 452 744,11 euros - destes valores resultando o défice contabilizado de 12 448,81.
O conselho fiscal liderado por Alexandra Brenha dos Santos, no seu parecer, referiu um facto efectivamente significativo: que a receita de subsídios «sofreu uma queda de 36 127,95 euros». Realmente, um valor muito alto.
Estas, foram as contas de 2016. Vamos aguardar pelas de 2017.

sábado, março 10, 2018

Acção do PS arquivada pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Aveiro



A acção movida pela Concelhia do PS de Águeda, para averiguar as eventuais irregularidades do presidente da Assem-
bleia de Freguesia de Travassô e Óis da Ribeira, foi arquivada pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Aveiro.
O d´Óis Por Três não conhece os fundamentos do acórdão mas, a ter sido arquivado, tal não deixa de ser uma derrota para as posi-
ções socialistas - que, na prática e com esta acção, se assu-
miram «contra as decisões de Sérgio Neves», justamente nesta qualidade e também como presidente da União de Freguesias da Travassô e Óis da Ribeira. 
Percebamos:
1 - Sérgio Neves é o presidente em exercício da Assembleia de Freguesia, cargo para que foi eleito em Outubro de 2013, na sequência das eleições autárquicas do dia desse mês.
2 - Nesse cargo, ainda não foi substituído, na sequências eleições autárquicas de 1 de Setembro de 2017.
3 - Ganhou estas eleições e, por sequência, foi eleito presidente da Junta de Freguesia de Travassô e Óis da Ribeira. É o presidente da Junta de Freguesia. Porém,
4 - Ainda não foi substituído como presidente da Assembleia de Freguesia. Razão por que
5 - Continua presidente deste órgão autárquico. Que ainda não elegeu o seu presidente e os seus vogais.
6 - E muito menos os dois vogais da Junta de Freguesia.
A situação continua em impasse e a Junta de Freguesia sem executivo e sem obras. Seja lá por culpa de quem for.
Entretanto, e como ontem se observou, a Junta de Freguesia de Travassô e Óis da Ribeira tem ordenados em atraso e incumpri-
mentos com fornecedores e autoridades fiscais e estatais.
Sem mais comentários!

sexta-feira, março 09, 2018

O impasse de TravassÓis, os salários da Junta por pagar...

A sede da União de Freguesias de Travassô e Óis da
Ribeira, no Largo do Centro Social, em Óis da Ribeira



O PSD de Águeda reagiu à anunciada acção judicial do PS «contra as decisões de Sérgio Neves» como presidente da União de Freguesias da Travassô e Óis da Ribeira. 
O comunica-
Sérgio Neves do PSD
o pode ser lido AQUI, na íntegra, mas o d ´Óis Por Três acha oportuno destacar e co-
mentar alguns pontos. Nomeadamente, uma pungente responsabilidade do (não) executivo: ter salários em atraso (ao POC), pagamentos por fazer e  incumprimentos fiscais.
Vejamos:

1 - Sérgio Neves, do PSD, já teria pro-
posto uma outra acção, «antes do PS», 
Mário Martins
do Juntos
para clarificar o impasse resultante da não eleição do executivo travassÓisense.     
1.1 - Andaram a concurso, para ver qual era o primeiro a chegar ao Tribunal?
     1.2 - A melhor clarificação do «caso» não seria realizar novas eleições?

2 - Clarificação de «todas as outras matérias que tem vindo a suscitar as supostas dúvidas dos eleitos».
    2.1 - Por que não o fez logo na primeira parte (das 7) da Assembleia de Freguesia - a do dia 13 de Outubro de 2017, já lá vão quase 5 meses?
Júlia Melo
do PS
    2.2 - Quais são, afinal, as dúvidas suscitadas?

3 - A eleita de Travassô, do PS, é a mesma - antes e depois das eleições da Concelhia socialista de Águeda. É Júlia Melo, factor de (des)empate.
    3.1 - Então, seria qual, não sendo ela?

4 - Alega o PSD que «já se passaram 5 meses desde as eleições autárquicas» e que «estra-
nha(mos) esta tomada de posição repentina» - a propositura da acção judicial.
   4.1  - Mas estranha(m), porquê?
   4.2 - Não é mais estranho, estranhíssimo!..., que o presidente eleito tenha deixado «arrastar a eleição do novo executivo da Junta», ao longo de 7 patéticas sessões da Assembleia de Freguesia?

5 - Alega a Concelhia do PSD de Águeda que a referida «tomada de posição repentina» do PS, e citamos o comunicado,«apenas pretende ver validada a formação de um executivo composto por e elementos do Movimento «Juntos».
Delegação da União de Fre-
guesias em Travassô

5.1 - Então, não foi o presidente Sérgio Neves, do PSD, que autorizou a apre-
sentação da lista de Mário Martins, do Juntos, que os (não) elegeu?
   5.2 - A referida apresentação foi irregular? Mas não foi Sérgio Neves que a viabilizou, autorizando-a e negando-a?

6 - O comunicado do PSD interroga o PS, 
O comunicado do PSD
também, sobre «porque não questiona as inúmeras irregularidades que veio referir a público».
    6.1 - Quais irregularidades foram referidas em público?

7 - «Afinal, as inúmeras irregularidades resumem-se apenas à validação de uma votação dos adversários», sublinha o comunicado do PSD.
   7.1 - Só essa? E provocada por quem?

8 - O PSD cita Mário Martins, do Juntos, referindo que «continua sistematicamente a afirmar que o executivo está eleito desde 13 de Outubro» e que, assim sendo, pergunta, «porque é que é o PS e não o Juntos a recorrer às autoridades competentes para julgar a legalidade da situação?».
   8.1 - Terá de perguntar ao Juntos.

9 - Pergunta mais, o PSD: «Se o executivo está eleito, porque é que PS e Juntos continuam a participar em sucessivas votações e reuniões, com vista à eleição de um novo executivo?».
   9.1 - Estamos enganados, ou os eleitos do Juntos e do PS tem abandonado as últimas sessões?
A Junta tem salários em atraso

Salários em atraso,
pagamentos por fazer
e  incumprimentos fiscais

10 - «A Junta está parada porque a Assembleia não elege um novo executivo e também porque os vogais do executivo anterior, eleitos pelo  P

PS, não se disponibilizam para a gestão corrente, pelo que «não é possível efectuar pagamentos, nem cumprir obrigações fiscais e contributivas», lê-se no comunicado do PSD.
    10.1 - Não elege, outra vez, por que razão?
    10.2 - O senhor presidente do executivo ainda não entendeu o «buraco» em que está a enfiar a Junta?
    10.3 - Quem irá assumir estas responsabilidades?

11 - O comunicado da Concelhia do PSD diz que «existem, inclusive, salários em atraso a um POC colocado na Junta, o que poderá originar uma acção cível, por parte do Instituto do Emprego e Formação Profissional».
    11.1 - Quem será responsável por tal?
    11.2 - O presidente do executivo em regime unipessoal?
    11.3 - Os eleitos que não elegem?
    11.4 - Que culpa tem o POC da (ir)responsabilidade dos autarcas eleitos?
    11.5 - Quem, de todos, tem menos vergonha?

12 - O PSD lembra que «a Lei 169/99, alterada pela Lei nº. 5-A/2002» diz que «os vogais do executivo anterior devem manter-se em funções, por força do princípio da continuidade do mandato».
    12.1 - Então, porque não é accionada a lei?
    12.2 - A trabalhar, com base nesta lei, com 2 eleitos do PS, agora do Juntos, porque não aceita o presidente trabalhar com os 2 eleitos do Juntos, a 13 de Outubro? 

13 - O PSD questiona a razão porque o presidente da Câmara e líder do Juntos, Jorge Almeida, «não chama os seus eleitos à razão, para deixarem governar, aceitando as propostas do PSD (...) para a formação de um executivo entre PSD e Juntos?».
   13.1 - Então, mas o presidente da Câmara é que tem de resolver o que os teimosos eleitos de Travassô e Óis da Ribeira não querem resolver?
   13.2 - E chamar a que razão? A do PSD? A do Juntos? A do PS? De qual deles? Ou de nenhum? 
Autárquicas de 2013: maioria do PS

Ter ou não ter
uma maioria!

14 - Pergunta o PSD: «Por que razão teimam em querer ficar em maioria na Junta de Freguesia, de forma a vir condicionar

todo o trabalho, durante o mandato?».
   13.1 - Ora, pela mesma razão do PSD: ter maioria.

15 - O PSD concelhio lembra que, nas eleições de 2013, «o PSD poderia ter criado um impasse idêntico, mas não o fez». Que Sérgio Neves «foi eleito presidente da Assembleia de Freguesia mas deixou Mário Martins formar o seu executivo».
    15.1 - Deixou? Ou teve de ser mesmo assim?
    15.2 - As Autárquicas de 2013 deram maioria ao PS, que elegeu 5 candidatos da lista do PS (de Mário Martins, agora do Juntos), contra os 4 do PS (de Sérgio Neves).
    15.3 - Sérgio Neves foi eleito presidente da Assembleia de Freguesia, é verdade, mas levado ao colo pelos socialistas de Óis da Ribeira. Votaram a seu favor.

16 - «Inverteram-se os papéis», frisa o PSD: o PSD venceu as eleições de 2017, «porque é que Sérgio Neves não pode formar executivo?».
    16.1 - Ora, por esse pormenorzito: não tem maioria.
    16.2 - Mais este: não quis, ou não soube, lidar com a situação.

quinta-feira, março 08, 2018

Benemérito Benjamim Soares de Freitas faleceu há 57 anos!

A casa que foi de Benjamim Soares de Freitas, de azulejo castanho e preto, agora de 
Fausto Reis e Mariazinha Resende. A da esquerda, degradada e agora de Júlio Reis,  

foi construída no quintal da residência do benemérito, já depois do seu falecimento
O benemérito ribeirense Benjamim Soares de Freitas faleceu há exactamente 57 anos: a 8 de Março de 1961, na sua casa da rua com o seu nome. Tinha 78 anos. 
Benemérito da freguesia por ter oferecido o relógio da torre sineira de Óis da Ribeira e o telefone público.
telefone foi inaugurado a 13 de Março de 1955, depois de uma lu-
ta de vários anos e que envolveu a Câmara Municipal de Águeda, inter-
cedendo junto do Correio Mor.
O relógio da torre sineira, também integralmente suportado pelo benemérito, foi oficialmente inaugurado nesse dia, mas já funcionava desde Agosto de 1954.
O d´Óis Por Três desconhece mais pormenores e, em particular, a data em que a Junta e Freguesia de Óis da Ribeira deliberou e propôs a atribuição do seu nome à rua que vai do Largo do Centro Social à escola primária - vulgarmente conhecida por Rua da Igreja e rua onde morou.
Foi (é) um dos ribeirenses maiores do Século XX.

Breve biografia

Benjamim Soares de Freitas nasceu a 9 de Dezembro de 1883, um domingo, filho de Joaquim António Soares de Freitas, lavrador, e de Maria José dos Santos, governanta de casa. 
Era neto paterno de António Lopes dos Santos e de Rosa Emília Soares e materno de Berardo dos Santos Oliveira e Rosa Emília Soares.
Casou com Maria do Carmo Ferreira, a 16 de Novembro de 1915. O casal não teve filhos. Faleceu ele a 3 de Março de 1961, ela a 7 de Março de 1952.
Teve pelo menos dois irmãos: Berardo (pai de Maria José, avô de RosaIracene; e Joaquim «Cuchas», avô de Maria da Luz e Felizbela (falecidas) e Manuel Horácio) e Isaac, que emigrou para o Brasil e se radicou em Pelotas, Estado do Rio Grande do Sul, onde tambem Benjamim esteve algum tempo emigrado.

quarta-feira, março 07, 2018

A poluição do Rio Cértima e da pateira...

A poluição no rio Cértima «desagua» na pateira
O cantor José Cid denunciou a poluição
no Rio Cértima, em declarações à SIC

O Ministério do Ambiente respondeu a perguntas do Bloco de Esquerda sobre o que «tenciona fazer no rio Cértima e na Pateira de Fermentelos, de forma a preservar este importante ecossistema».
A questão foi levantada 
Moisés Ferreira (BE)
pelos deputados Moisés Ferreira (foto) e Jorge Costa, a 6 de Outubro de 2017, e as respostas surgiram a 16 de Janeiro de 2018, através da Agência Portuguesa do Ambiente e esta, por sua vez, através da Administração da Região Hidrográfica do Centro (ARHC, a antiga Hidráulica).
A APAI/ARH Centro comunicou, de acordo com o email do Bloco de Esquerda enviado ao d´Óis Por Três, que «tem conhecimento e emitiu parecer favorável a várias intervenções que a Polis Litoral Ria de Aveiro prevê executar na Pateira de Fermentelos, nomeadamente acções de desassoreamento, requalificação marginal e reabilitação de equipamentos, entre outras».
Acrescentou que «a Câmara Municipal de Águeda adquiriu uma ceifeira aquática para limpeza e remoção de espécies invasoras, nomeadamente jacinto de água e erva pinheirinha, e tem vindo a proceder a campanhas de remoção destas espécies anualmente com o acompanhamento da APAIARH Centro».
Ainda de acordo com a APA, a Câmara Municipal de Anadia, «com o acompanhamento da ARH Centro, na medida das suas capacidades de intervenção, tem vindo a efectuar acções de requalificação dos leitos e margens do rio Cértima, limpeza e selecção da vegetação ribeirinha, reparação de margens e desobstrução dos leitos». Por outro lado e «no que diz respeito às rejeições de águas residuais para o rio Cértima, a Câmara Municipal da Mealhada apresentou um projecto de remodelação do sistema de tratamento cujo início das obras se prevê para breve e a Câmara Municipal de Anadia prevê a desactivação da ETAR de Arcos e encaminhame/ilto das águas residuais para tratamento na nova ETAR de Sangalhos». 
O Bloco de Esquerda, na nota agora enviada ao d´Óis Por Três, lembra que «esta problemática abrange 5 concelhos aveirenses e, por isso, pedimos a melhor atenção a este assunto, pois a vigilância e o escrutínio são responsabilidades importantes».
O d´Óis Por Três aqui deixa registada a sua colaboração. 
- NOTA 1: As perguntas do Bloco de Esquerda - AQUI
- NOTA 2: A resposta do Ministério do Ambiente, através
da Agência Portuguesa do Ambiente, I. P. I Administração de 
Região Hidrográfica do Centro (APAIARH Centro) - AQUI
- NOTA 3: A denúncia do cantor José Cid - AQUI

terça-feira, março 06, 2018

Gente de Óis da Ribeira do Século XX. Quem será?

Grupo de ribeirenses em meados do século XX. Alguém conhece alguém?
Maria Pires da Silva
(da Volta). Será?

O d´Óis Por Três recebeu, via email e já há algum tempo, a imagem que publicamos acima e com o pedido que identifiquemos as pessoas que nela estão.
Será gente de Ois da Ribeira e a foto será dos anos 40 ou 50 do Século XX.
Será, não será?
O d´Óis Por Três não faz a menor ideia, nem conhece alguém da foto. Contactadas algumas pessoas mais idosas, foi admitido que a senhora do lado esquerdo será a mãe da senhora Zola, que foi esposa do sr. António Marques, ambas já falecidas. Chamar-se-ia (a mãe, na foto) Maria Pires da Silva (Maria da Volta) e moraria na casa redonda do Largo do Cruzeiro, quem vai para a ponte, onde já foi uma loja. E que o senhor que está sentado, de barba e rodeado por duas meninas (que mal se vêem na foto) será Joaquim António Pires Soares, que foi grande proprietário e presidente da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira.
Serão, não serão?
O d´Óis Por Três não sabe ajudar e publica a imagem na expecta-
tiva de que alguém possa identificar as pessoas - aparentemente pessoas da classe média/alta de Óis da Ribeira desse recuado tempo. Podem fazê-lo através do email doisportres2@gmail.com ou na caixa de 
comentários do blogue.

segunda-feira, março 05, 2018

Armando Ala de Resende e Óis da Ribeira no Século XX!



O ribeirense Armando Resende foi várias vezes presidente da Junta de Freguesia. Nasceu a 3 de Mar-
ço de 1911, há 107 anos, e por isso hoje recordamos. Foi uma das figuras públicas de Óis da Ribeira no Século XX.
Armando dos Santos Ala de Re-
sende (foto ao lado) era filho de Manuel Maria Ala de Resende, comerciante (que era de Águeda) e de Maria Bernardina Tavares dos Santos, governanta de casa e irmã do padre (e mais tarde Monse-
nhor) José Bernardino dos Santos Silva. Neto paterno de Manuel Dias Cura de Resende e de Maria Augusta de Lemos, ambos de Águeda. Neto materno de Manuel Tavares Duarte, de Fermentelos, e de Maria José Santos Silva (Soares). Tio de Maria Laura e Paulo (filhos do irmão José), José Bernardino (já falecido), Maria da Ascensão (Mariazinha), Manuel Maria, Armando, António, Rui e Maria Laura dos Santos Ferreira Resende (filhos do irmão Manuel, o Neca Resende).
Tomou posse como presidente da Junta de Freguesia, pela pri-
meira vez, a 28 de Dezembro de 1941, tinha 30 anos - cumprindo o mandato que cessou em 1943. Retomou a presidência da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira a 2 de Janeiro de 1955, sucedendo a Benjamim Soares de Freitas. E na presidência esteve até 17 de Novembro de 1957, data em que se ausentou para Angola. Voltou a ser PJFOR de 1963 a 1964 e de 1964 a 1971.
Armando Resende era o presidente na altura da construção da sede da Junta (onde agora está a Tuna) e em Outubro de 1934 foi nomeado vogal substituto da Câmara Municipal de Águeda.

domingo, março 04, 2018

Gala dos Campeões Nacionais de Canoagem da Arcor

A Canoagem da Arcor, a 3 de Março de 2018, no palco da Gala dos Campeões de 2017

Os campeões nacionais da ARCOR na Gala da Federação
Portuguesa de Canoagem, em Braga (2502/2018)

A Gala de Ca-
noagem da Ar-
cor decorreu na noite de ontem, 3 de Março de 2018, no salão cultural da asso-
ciação, em Óis da Ribeira.
A cerimónia teve participação de autoridades re-
gionais e des-
António Brinco
na Gala da Arcor
tivas - o vice-presidente da Câmara Municipal de Águeda (Edson Santos), o presidente da Junta de Freguesia (Sérgio Neves), Associação de Canoagem de Aveiro de Federação Portuguesa de Canoagem.
Homenagearam-se os campeões nacionais do clube náutico da vila ribeirinha, do ano de 2017:
- Pedro Carvalho: Regatas em linha, em K2 1000 metros; e de maratonas, em K2 A e B.
- André Santos: Regatas em linha, em K2 1000 metros.
- José Brinco: Esperanças em K2, com o irmão.
- Manuel Brinco: Esperanças em K2.
- Tiago Ribeiro: C1 1000 metros; vencedor da Taça de Portugal de Velocidade, em C1; regatas em linha, de C1 1000 metros.
- Fábio Lopes: Maratonas em C2.
- Hugo Costa: Prémio Especial do Júri. Atleta do projecto «Canoa-

gem para Todos» de desporto adaptado, com o treinador João P. Brinco. Campeão nacional de fundo de paracanoagem em K2.
O clube é treinado por João Brinco e André Santos e, como equipa, obteve o primeiro lugar no ranking nacional de veteranos.
Uma semana antes, em Braga e na Gala de Canoagem da Federação Portuguesa de Canoagem (foto de baixo), já os campeões nacionais da Arcor tinham sido homenageados.

sábado, março 03, 2018

Passeio de Nossa Senhora de Fátima a Fátima 2018

Altar de Nossa Senhora de Fátima
na Igreja Paroquial de Óis da Ribeira

A Comissão de Frestas de Nossa Senhora de Fátima 2018, da Paróquia de Óis da Ribeira, está a organizar um passeio excursionista ao Santuário de Fátima, marcado para o próximo dia 29 de Abril.
O objectivo, para além da veneração de Nossa Senhora de Fátima, em jornada de Fé e no Templo que é Altar do Mundo, é também angariar fundos para a festividade - que está marcada para o fim de semana dos dias 18, 19 e 20 de Maio próximos.
A partida está marcada para as 8 horas da manhã de 29 de Abril de 2018, no Largo do Centro Social da Arcor, com destino directo a Fátima e passagem, posterior, pelos Valinhos e Pia do Urso.
Os interessados em participar devem inscrever-se até ao dia 9 de Abril, junto de qualquer um dos elementos da comissão de festas, ou pelo telemóvel 91 612 9623.
O custo da inscrição está fixado em 12 euros.

sexta-feira, março 02, 2018

Os falecimentos de Óis da Ribeira em 1908

Cemitério (novo) de Óis da Ribeira em dia 1 de Novembro

Jorge Duarte

A comunidade ribeirense enlutou nestes dias primeiros dias de Março de 2018, pela morte de três concidadãos: Maria Graciete Marques de Almeida, Silvério Gomes dos Reis e Manuel Duarte da Silva e Almeida.
Maria Graciete era viúva de Jorge Duarte Almeida e Silva, falecido a 15 de Abril de 1991. Pais de Ana Maria Duarte de Almeida Gomes (ausente na Austrália), Manuel Duarte Marques de Almeida (Capitão) e Maria José Marques de Almeida Génio. Faleceu a 28 de Fevereiro e foi a enterrar
Margarida (Silvério)
a 1 de Março de 2018, ontem, no cemitério paroquial de Óis da Ribeira.
Manuel Duarte da Silva Almeida era irmão de 
Jorge e radicou-se em Travassô, pelo seu casamento em Almear. Ambos filhos de Maria Aurora Silva e Mário Duarte de Almeida. Deixa viúva Maria Ferreira Gomes e os filhos Carlos Manuel e Paula Maria Gomes de Almeida. O seu funeral realiza-se amanhã, dia 3 de Março de 2018, às 15,30 horas, no cemitério de Travassô.
Silvério era filho de Margarida e Aníbal Gomes dos Reis, casado com Maria Ausenda Baptista de Oliveira (de Espinhel). pais de Aníbal, Amorim, Vasco, Silvério, Maria Otília e Madalena Baptista dos Reis. O funeral esta marcado para as 17 horas de hoje, 2 de Março de 2018, em Óis da Ribeira. 

Falecimentos há 110 anos!

A comunidade ribeirense enlutou-se pelo menos 10 vezes em 1908, há 110 anos. Faleceram 4 homens e 6 mulheres, degundo os registos paroquiais, deles podendo o d´Óis Por Três evocar os seus nomes.

Padre José Bernardino

1 - MANUEL TAVARES DUARTE
A 9 de Janeiro de 1908, uma quinta-feira, às 11,30 horas da manhã.
Aos 82 anos, proprietário e viúvo de Maria José dos Santos Silva, pais do padre José Bernardino dos Santos Silva (na foto) e de Maria Bernardina Tavares dos Santos Silva - que viria a ser, do seu casamento com Manuel Maria Ala de Resen-
de, mãe de José, Manuel e Armando dos Santos Ala de Resende. Bisavô de José Bernardino, Ma-
ria(zinha), Manuel Maia, Armando, Albano, António, Rui e Laura Resende (filhos de Manuel), Maria Laura (dra.) e Paulo (de José).
Era filho de João Tavares da Silva, proprietário, e de Maria Clara Duarte.

2 - BERNARDA ALVES
A 28 de Março de 1908, um sábado, às 2 horas da manhã e em Cabanões.
Aos 76 anos e viúva de Manuel Francisco Gomes, que tinha sido agricultor, de Cabanões, lugar meeiro de Óis da Ribeira e Travassô.
Deixou filhos (não se sabe quem) e era descendente de Manuel de Almeida e de Maria Alves de Carvalho, jornaleiros de Travassô.

3 - MANUEL FERREIRA DA CRUZ
A 15 de Abril de 1908, uma quarta-feira, às 11 horas da manhã.
Aos 55 aos, solteiro e proprietário. Filho de Joaquim Ferreira, alfaiate, e de Maria Maria Luísa de Jesus, governo de casa.

José P. Almeida

4 - ANA MARIA DOS SANTOS PINHEIRO.
A 4 de Maio de 1908, uma segunda-feira, às 9 horas da manhã.
Tinha 81 anos ,era proprietária e viúva de José Framegas Alves, depois de enviuvar de José Ferreira Baeta, de Travassô. Era filha de Sebastião Tavares Pinheiro, de Travassô, e de Maria Teresa dos Santos, de Cortegaça, ambos lavradores. Mãe de Maria dos Santos Pinheiro e avó de Maria Pinheiro de Almeida, que foi mãe de Maria Dulce, Carmen, Arménio e José Valentim Pinheiro Estima. E avó de José Pinheiro de Almeida (na foto), que foi pai de Eugénio, Elísio, Alexandre, Severino e Porfírio Pinheiro de Almeida.

5 - ANACLETO PIRES SOARES
A 8 de Maio de 1908, uma sexta-feira, às 15 horas.
Tinha 89 anos e era padre católico e proprietário. Filho de Joaquim Pires Soares e de Joana Maria Tavares, ambos de Óis da Ribeira e proprietários.

6 e 7 - IRMÃS AURÉLIA 
E ADOSINDA REIS

A 29 de Junho de 1908, uma segunda-feira, às 14 horas.
Aurélia tinha 20 anos e Adosinda tinha 18, ambas solteiras e agricultoras, moradoras em Cabanões. Filhas de Domingos Francisco dos Reis, de Óis da Ribeira, e de Rosa Maria, de Cabanões, ambos lavradores.

8 - ANA MARIA DO ROSÁRIO
A 26 de Agosto de 1908, uma quarta-feira, às 11 horas da manhã.
Tinha 49 anos e inválida, viúva de Bonifácio Francisco dos Reis, proprietários. Filha de José da Silva Morais e de Josefa Maria do Rosário, ambos lavradores, e deixou um filho cuja identidade se desconhece.
Maria e Clarice Oliveira


9 - JOSÉ MARQUES FRAMEGAS
A 14 de Setembro de 1908, uma segunda-feira, às 7 horas da manhã.
Tinha 81 anos, proprietário, e era viúvo de Ana Marques Saldanha. Filho de Ma-
Celestino Oliveira
nuel Marques de Almeida e de Joana Framegas, ambos jornaleiros de Óis da Ribeira. Deixou filhos, cujas identidades desconhecemos.

10 - MARIA FERNANDES CORREIA
A 23 de Setembro de 1908, uma quarta-feira, às 11 horas.
Tinha 71 anos e era governo de casa, viúva de Bernardo Henriques de Oliveira. Pais de Carlos Henriques de Oliveira e, filhos deste, avó de Clarice e Maria (ambas na foto acima), Germina, Maria Camélia e Celestino Henriques de Oliveira (Importuno, na foto de baixo). Era filha de Francisco Fernandes Baptista e de Josefa Maria Correia, ambos jornaleiros.
RIP!!!

quinta-feira, março 01, 2018

TravassÓis, ao quadrado..., no Tribunal Administrativo e Fiscal...

Sérgio Neves, presidente da UF
de Travassô e Óis da Ribeira, 
autarca sem executivo

A imprensa de Águeda fala esta semana do caso do TravassÓis, confirmando a acção do PS, no Tribunal Administrativo e Fiscal de Aveiro para averiguar «as decisões de Sérgio Neves», enquanto presidente da União de Freguesias.
José Vidal, o presidente da Concelhia do PS diz mais. Diz que «o PS procura uma decisão superior» que, e citamos o jornal Soberania do Povo (ver imagem), 
José Vidal, presidente da 
Comissão Política Concelhia
do PS de Águeda
«permita que «a política entre novamente em campo e possa ser a solução, em vez do problema».
Pois bem, o presidente Sérgio Neves, do PSD e ao mesmo jornal, reagiu e garantiu (o termo é do jornal) ter feito entrar no sobredito Tribunal e antes do PS, uma acção para que «todas as questões jurídicas sejam esclarecidas».  
Acrescenta o autarca de Travassô que o PS não fez mais que um pedido para validar a proposta do Juntos, que teve voto favorável de Júlia Melo, a única 
Notícia do jornal Soberania 
do Povo de 28/02/2018
eleita socialista, e que o coloca (SN) em minoria no executivo que ele preside (por ora, sem vogais): ele e dois eleitos do Juntos. No fundo, a votação da segunda lista proposta na primeira Assembleia de Freguesia de 13 de Outubro de 2017 (a primeira de 7!...), depois de chumbada a que ele mesmo propôs.
Sérgio Neves, nessa sessão que seria de instalação dos órgãos autárquicos locais, aceitou a proposta do Juntos, por impreparação ou ingenuidade própria (vá lá saber-se...) e lamenta agora o facto de o PS «não ter solicitado um parecer sobre todas as outras ilegalidades e irregularidades».
Quais? O jornal não as especifica.
Outro lamento de Sérgio Neves tem a ver com o presidente da Câmara Municipal de Águeda, o agora juntista e ex-CDS e ex-PS Jorge Almeida, de quem diz «continuar a aguardar a intervenção» para resolver esta questão.
Bem pode esperar... sentado. 

quarta-feira, fevereiro 28, 2018

Chegou a hora das freguesias... e de Óis da Ribeira?

O Diário de Aveiro de 19/02/2018

O presidente da Câmara Municipal de Águeda, em entrevista ao Diário de Aveiro de 19 de Fevereiro de 2018, garantiu que «chegou a hora das freguesias».  
Jorge Almeida, o autarca em causa,  costuma dissertar muito bem - é bastante ter lembrar as suas variadas e prolixas intervenções nos «plenários» realizados em Óis da Ribeira por causa da nova ponte, explicando ao povo o que não podia explicar - e, 
O agora presidente Jorge Almeida,
a 30/6/2014, a falar do que seriam
(e não foram) as obras da ponte
ao jornal da cidade capital do distrito, falou também da prioridades da sua governação, numa altura em que já vai entrar no primeiro meio ano dos 8 do seu mandato presidencial.

Vamos por partes:

1 - O actual presidente da Câmara Municipal de Águeda foi vice-presidente da dita cuja durante 12 anos.
     A pergunta: porque é que durante 12 anos o seu executivo ignorou as freguesias rurais e consecutivamente deu prioridade à cidade?
 2 - Jorge Almeida era o vice-presidente/vereador, dos mandatos de Gil Nadais, com o pelouro das Juntas Freguesias.
     A pergunta: como explica que nunca, nestes 12 anos, lhes tenha dado prioridade, sempre as preterindo, para agora vir falar em dar-lhes prioridade?

3 - Jorge Almeida foi presidente de uma Junta de Freguesia (a de Macinhata do Vouga).
      A pergunta: Como justifica a preterência que assumidamente exerceu nos seus 12 anos de vereador/vice-presidente, conhecen-
do, como conhece, as dificuldades das Juntas de Freguesia?
Uma das estacas para
 as... obras

O caso «dúzia de anos»
de Óis da Ribeira

Vamos ao caso de Óis da Ribeira, nestes 12 anos dos 3 mandatos de vereador/vice-presidente do agora presidente camarário Jorge Almeida: que obra(s) de interesse(s) localizado foi(foram) feita(s)?  
1 - Acaso será a ponte? 
     Ninguém de OdR a pediu e, se o tem, é de interesse supra-local.
2 - Foi a dragagem da pateira? 
     É trabalho de interesse regional e nacional.

O prometido e (in)devido para (in)cumprir...

A Rua António Berna é uma 
das que está, há 14 anos, es-
pera rede de águas residuais

O que está prometido, de interesse ribeirense, este sim, e ainda a morar no paraíso de promessas? 
Vejamos, pelo menos:

1 - Águas residuais: os últimos trabalhos são de 2004. 
Valha-nos Deus: há 14 anos.

   O concurso para a 2ª. fase, no valor de 789 200 euros (preço-base). foi enviado para o Diário da República a 7 de Junho de 2017. Quase 9 meses depois, como estão, ou como vão as águas concursais? E as obras?

2 - Caminho ribeirinho para Requeixo: a publicação no Diário da República é de 6 de Janeiro de 2017.
     As estacas a delimitar o novo troço está espetadas há bom tempo. Só falta fazer a obra, aguardada há 14 meses.