sexta-feira, agosto 27, 2021

O cartaz do Juntos nas ruas de Travassô e vila de Óis da Ribeira...

Os candidatos travassÓisenses da lista 2021 do Movimento «Juntos por Águeda)
Candidatura de 2019


O cartaz oficial do Movimento Juntos Por Águeda / Autárquicas 2021 está escancarado nas ruas da Travassô e da Vila de Óis da Ribeira e dele já AQUI falámos, a 9 de Agosto de 2021.
Agora, porta a porta apareceu nova mensagem da candidatura da coligação, na qual, na primeira pessoa do singular, o presidente-candidato Sérgio Neves fala do seu mandato de 2,5 anos como «pautado por muito trabalho, muita dedicação mas também, muita coragem de querer mudar e fazer», assim se apresentando ao eleitorado c como candidato do «Juntos por Águeda».
«Voltamos a pedir a vossa confiança, para podermos continuar a elevar o nome da nossa União de Freguesias», sugere e pede Sérgio Neves, que na mensagem se faz acompanhar de repetentes de eleições anteriores: Sara Silva, a actual presidente da Assembleia de Freguesia, e os executivos Paulo Pires (tesoureiro) Ondina Silva (secretaria) da actual Junta de Freguesia. Tudo malta do PSD, na coligação com o Juntos e o MPT - Movimento Partido da Terra, que dá o tal e lato casamento de interesses que deu lugar ao Movimento Juntos Por Águeda.
«Unimos projectos e vontades numa força comum para, Juntos, construir e avançar», enfatiza o prospecto posto nas caixas de correio travassÓisenses
Paulo Gomes no PS de 1997

O versátil Paulo da política,
dos palcos e da canoagem

A única cara nova do quinteto do cartaz, relativamente às eleições intercalares de 2019, é a de Paulo Gomes, candidato de Óis da Ribeira.
Será ele o representante do MPT na coligação?
É 
que Paulo Jorge dos Santos Gomes, de 49 anos (nascido a 26 de Junho de 1972), já andou a politizar-se pelo PS de António José Tavares (nas eleições autárquicas de 1997), pela Lista Independente de Óis da Ribeira (a LIOR, de Diamantino Correia, em 2005) e do PSD de Fernando Pires (em 2009 e 2013) e de Sérgio Neves (em 2019) pelo que não espantaria que agora fosse o candidato indicado pelo MPT ou pelo do Juntos de 2017.
Será? Não Será? A verdade é que é um candidato muito «apetecido», como se vê pelos campos onde já lavrou e semeou  política, para colher votos!
Nada disso importa para o caso, é o segundo candidato de Óis da Ribeira, vamos lá a ver o que vai acontecer. E, como todos sabemos, é versátil actor (tendo brilhado no extinto Grupo de Teatro Amador da ARCOR) e campeão nacional de canoagem em título de veteranos, também pela ARCOR. Também colorido veterano da política!! Já dele, aliás, AQUI falámos!

* ANO 1896: Prémio de Escola Médica Cirúrgica para Albano Tavares! Destruição no adro de Santo António em 1882, demolição de casas no largo da Igreja em 1984, obras na Igreja e sede da Tuna em 2000 e requalificação da margem da pateira por 540 000 euros em 2001

Albano Tavares da Silva e Cunha
Placa da Rua dr. Albano
Tavares em Portel
O então futuro médico Albano Tavares da Silva e Cunha foi galardoado em Agosto de 1896 com o Prémio Barão de Castelo de Paiva, o único da cadeira de cirurgia operatória da Escola Médica Cirúrgica de Lisboa.
Natural de Óis da Ribeira, nasceu a 25 de Dezembro de 1866, filho do lavrador José Tavares da Silva (falecido em 1926) e de Maria da Graça Tavares da Silva e Cunha, governanta de casa, natural de Paradela e irmã de D. Manuel Baptista da Cunha, que foi Arcebispo de Braga.
Albano Tavares, como era profissionalmente conhecido, casou em Portel, onde foi médico, a 27 de Novembro de 1897, com Maria do Carmo de Jesus Neves, de quem enviuvou a 22 de Abril de 1913. O casal teve os filhos Maria do Carmo e Mário, este quase licenciado em medicina, quando faleceu, vítima de tuberculose e em Agosto de 1924, quase pai. A irmã faleceu de apendicite em Dezembro desse mesmo ano. Casou em segundas núpcias com Elvira Amélia Macedo Souto, também em Portel e a 12 de Março de 1927, de quem também enviuvou, a 15 de Dezembro de 1952.
Irmão do professor Joaquim Augusto Tavares da Silva e Cunha, faleceu a 3 de Maio de 1959, há 62 anos e em Portel - onde tem uma rua com o seu nome. Sobrinhos-netos residentes em Óis da Ribeira são os irmãos Maria de Lourdes, Porfírio e Fernando Tavares Pires.

Outros tempos,
outros factos!
Destruição no adro da capela de Santo António em 1882, a demolição de casas no largo da Igreja em 1984, obras na Igreja e sede da Tuna em 2000 e requalificação da margem da pateira por 540 000 euros em 2001 

A Capela de Santo António


1 - ANO 1882,
há 139 anos!
- OBRA DA JUNTA DESTRUÍDA
NO ADRO DE SANTO ANTÓNIO: Uma obra da Junta da Paróquia, feita no largo/adro da capela de Santo António, foi destruída há 139 anos, por desconhecidos.
Junta da Paróquia seria a Junta de Freguesia de agora e era presidida por Luís Maria de Almeida, tendo ido ao local identificar os prejuízos, com o pároco João Alberto Álvares de Mello. O caso foi participado ao poder judicial e identificados os autores, mas sabe-se lá porquê, a 27 de Agosto de 1882, sabia-se que o caso tinha sido «abafado», não tendo sido cumpridas a determinações da Junta.
Ao tempo, como hoje, a justiça também fechava os olhos a algumas «coisas». 
O parque de estacionamento criado, em
1984, no espaço das casas de Silvério Reis


2 - ANO 1984,
há 37 anos!
- DEMOLIÇÃO DE CASAS
NO PARQUE DA IGREJA
: As casas onde actualmente se situa o parque de estacionamento do largo da Igreja de Óis da Ribeira foram demolidas há 37 anos, no último fim de semana de Agosto de 1984.
Propriedade do então emigrante Silvério Maria dos Reis, que estava o Brasil, foram adquiridas pela Câmara Municipal de Águeda, justamente para serem demolidas e ali criar um parque de estacionamento. O parque que lá hoje existe, ou outro qualquer, com qualquer outra arquitetura urbanística.
Na altura, já processava-se também o reasfaltamento de alguns arruamentos da freguesia que, ao tempo, recentemente tinham sido «esburacadas» pelas obras da primeira fase da instalação da rede de abastecimento de água.
A casa da Junta na Rua Adolfo Pires
dos Reis, abandonada pela autarquia


3 - ANO 2000,
há 21 anos !
- OBRAS NA IGREJA PAROQUIAL
E SEDE DA TUNA MUSICAL: A freguesia de Óis da Ribeira andava, há 21 anos, envolvida em duas obras de interesse público e suportadas pelo erário local: a requalificação da casa da Junta da Rua Adolfo Pires dos Reis (Viveiro) e dos anexos internos da Igreja de Santo Adrião.
Quanto a estes, envolveram a construção de 4 pequenas salas para a catequese e comissão fabriqueira e de instalações sanitárias. Três das salas ficaram no espaço do antigo salão que dava acesso à torre. A outra e os sanitários em área da sacristia, que ficou mais pequena e com outra arquitectura interna.
Para outras luas, estava (ficou) a restauração do muro do adro e a arrumação da pia baptismal - que, então, há muito tempo estava abandonada no adro.
Quanto à casa da Junta da Rua do Viveiro (agora Adolfo Pires dos Reis, que a doou à Junta de Freguesia), os trabalhos decorriam por conta da Tuna, que era predidida por Jorge Élio Framegas e lá ia instalar (e instalou) a sua sede, agora tristemente abandonada pela Junta de Freguesia - e por lá ficou ate que mudou para a actual sede, também edifício da autarquia.
Era um tempo, há 21 anos, em que se faziam obras de interesse público se andar a acusar autoridades.
A margem da pateira de Óis da Ribeira em
imagem actual. Requalificada há 20 anos

4 - ANO 2001,
há 20 anos !
- REQUALIFICAÇÃO DA MARGEM 
DA PATEIRA por 540 000 EUROS: As obras de requalificação da margem da pateira, em Óis da Ribeira, foram aprovadas e financiadas há precisamente 20 anos.
A candidatura tinha sido apresentada pela Associação de Municípios da Ria (AMRia) e aprovada pela Direção Regional de Ambiente do Centro (DRAC), que a financiava em 40 000 contos - qualquer coisa como 269 250,51 euros, segundo o conversor da PORDATA. Outros 40 000, eram (foram) da Câmara Municipal de Águeda.
A DRAC tinha apresentado a candidatura ao Plano Operacional do Ambiente (POA), que também apresentou intervenções para Espinhel e Travassô. Na altura, há 20 anos e por esta altura, os respectivos concursos estavam em fase de lançamento, desconhecendo-se, então, as datas do início das obras. Era um tempo em que se faziam obras, tem ter de as andar a cantar aos 4 ventos!



 


quinta-feira, agosto 26, 2021

Concerto, drones e fogo de artifício na pateira na noite de 29 de Agosto!

O cartaz oficial do evento
 

 
O evento «Um Rio Que Nos Une» está confirmado para a noite do próximo domingo, às 22 horas e na pateira, mas os acessos já estão esgotados para a margem de Óis da Ribeira.
A Junta de Freguesia da UFTOR, na sua página oficial de facebook, relembra que «o acesso ao concerto só se faz mediante bilhete e certificado vacinação ou teste negativo».
O espetáculo de drones e fogo de artifício, no entanto, «será acessível e visível a partir de qualquer parte do parque».
«Não precisará de bilhete para assistir», sublinha a Junta de Freguesia da UFTOR, referindo também que «o acesso a wc´s, bar e restaurante será livre».
O trânsito irá acontecer apenas num sentido e a autarquia pede que «não se estacione na zona do parque».
«Vamos criar condições para que seja um grande evento em segurança. Por si. Por todos», conclui a nota da autarquia travassÓisenses.
O programa de Óis da Ribeira, recordemos, inclui a execução do hino ao Vouga «Um Rio Que Nos Une», pela Orquestra Filarmónica 12 de Abril de Travassô, às 22 horas, seguindo-se o espectáculo de drones e pirotecnia (23,15).

Carla Tavares é a última dos suplentes do PS na Assembleia Municipal de Águeda

 

Carla Tavares, a candidata 9 do PS de Aveiro, em
2017. Foi deputada em regime de substituição 


A óisdaribeirense Carla Tavares é a última candidata do PS à Assembleia Municipal de Águeda na eleições autárquicas de 26 de Setembro de 2021. 
É a 11ª. dos 11 suplentes, depois dos 21 efectivos da lista socialista liderada por Gil Nadais. Há 4 anos, nas autárquicas de 2017, foi a nº. 1 da lista.
«Considerando as minhas atuais funções, entendi que, ao fim de 16 anos como vogal da Assembleia Municipal de Águeda, sempre eleita pelo PS, era a altura de fazer uma pausa e dar lugar a outras ou outros», explicou a ex-deputada, com a sua proverbial modéstia e humildade, na sua página oficial de facebook.
O adeus, «até breve»,
de Carla Tavares
Carla Eliana da Costa Tavares nasceu a 16 de Novembro de 1977, filha de Maria Fernanda Soares da Costa e de, já falecido, Agostinho Albino Pires Tavares, da Rua da Pateira. 
Casada com o também advogado  Pedro Machado Pires da Rosa, de Fermentelos e com escritório em Aveiro, é mãe de dois filhos e entrou na vida política activa em 2005, quando foi 10ª. candidata do PS na Lista da Assembleia Municipal de Águeda, sendo eleita - a última eleita dos socialistas. Em 2009, candidatou-se a presidente da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira, recolhendo 220 votos - contra os 277 de Fernando Pires (PSD). Repetiu as candidaturas à Assembleia Municipal em 2009 (9º. lugar) e 2013 (em terceiro lugar e eleita 1ª. secretária da Mesa) e 2017 (neste caso, como  candidata socialista a presidente da AM, sendo eleita membro desta, cargo que agora concluirá). 
«Apesar da pausa, continuarei atenta e intervirei sempre que entender ser útil ou necessário», acrescentou Carla Tavares, de 43 anos, advogada e na lista apresentada como dirigente da administração pública. É presidente da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego desde Janeiro de 2020
Carla Tavares deputada em 2019

Deputada da República
e presidente do CITE


Carla Tavares é licenciada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra r foi deputada da XIII Legislatura, em regime de substituição, integrando várias comissões parlamentares.
Tomou posse a 27 de Novembro de 2015, depois da saída (do Parlamento) dos eleitos Pedro Nuno Santos e Fernando Rocha Andrade, ambos para o primeiro Governo de António Costa.
É membro da Assembleia Municipal de Águeda desde 2005 e foi das Comissões Políticas Distrital de Aveiro e Concelhia de Águeda do PS, a cuja presidência se candidatou em Janeiro de 2018, perdendo para José Vidal.
Entre outros cargos, foi presidente do Departamento Federativo de Aveiro das Mulheres Socialistas, membro da Comissão Nacional do PS, 1ª. secretária da Mesa da Assembleia Municipal de Águeda, presidente da Mesa da Comissão Política Concelhia de Águeda do PS e membro da Assembleia da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA).
Localmente, foi vogal vogal do conselho fiscal de 2005/2006 e da direção da ARCOR de 2007/2008, em mandatos presididos pelo pai. Actualmente e desde 2014/2016, é presidente da assembleia geral da Tuna / AFOR, em terceiro mandato consecutivo.
É presidente da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE) desde Janeiro de 2020, o organismo trabalha pela igualdade e a não discriminação entre mulheres e homens no mundo laboral, pela proteção na parentalidade e pela conciliação da vida profissional, familiar e pessoal.

* ANO 1828: Apoio da Câmara de Óis da Ribeira ao Rei D. Pedro IV ! Os bens da Igreja voltaram para a Igreja em 1929, Caminho Fundo e orçamento suplementar da Junta em 1962 e assalto ao «Pôr do Sol» em 1995


O jornal «O Analista», de 26 de Agosto de 1828, uma terça-feira, noticiou a
adesão da Câmara de Óis da Ribeira a causa de D. Pedro IV

O Rei D. Pedro IV
Óis da Ribeira em «O Analista»
2 anos !

A Câmara de Óis da Ribeira foi uma das que, a 26 de Agosto de 1828, há 193 anos, apresentou um Auto de Reclamação para receber e distribuir armas, para formar um corpo regular de apoio ao Rei D. Pedro IV.
O trono real tinha-lhe sido usurpado por D. Miguel, seu irmão mais novo e após a morte de D. Maria II.
As autoridades óisdaribeirenses do tempo (quem seriam?) e segundo o jornal «O Analista», daquele dia, que mostramos, eram fiéis à, e citamos, «Legítima Autoridade do Senhor D. Pedro IV» e por isso mesmo dispostos «a marchar contra os inimigos da justa causa», nomeadamente os que (não fazemos ideia quem seriam...) serviram na Guerra Peninsular e na Campanha de Montevidéu.
D. Pedro IV de Portugal (e D. Pedro I do Brasil) era defensor do liberalismo e apoiado por uma Junta Provisória, encarregada de manter a sua «legítima autoridade», mas que era contestada por sei irmão, o Infante D. Miguel, promotor do absolutismo.


Outros tempos.
outros factos!
Os bens da Igreja voltaram para a Igreja em 1929, arranjo do Caminho Fundo e orçamento suplementar da Junta em 1962 e assalto ao restaurante «Pôr do Sol» em 1995

A Portaria nº. 6365, do Ministério da
Justiça e dos Cultos, de 26/08/1929

- ANO 1929,
há 92 anos!
- OS BENS DA IGREJA
VOLTARAM PARA A IGREJA:
A Portaria nº. 6365 do Ministério da Justiça e dos Cultos, da República Portuguesa, determinou, a 26 de Agosto de 1929, há 92 anos, a entrega de vários bens à corporação encarregada do culto católico na freguesia de Óis da Ribeira, no concelho de Águeda. A Paróquia de Santo Adrião.
O documento citava, expressamente, que «sejam entregues, em uso e administração, a Igreja Paroquial, com sacristia, sala de sessões, casa de arrecadação, dependências e objectos cultuais, e 
A capela de Santo 
António (Século XVII)
uma capela pública», bens que tinham sido «oportunamente arrolados por efeito da Lei de 20 de Abril de 1911».
A capela pública era (é) a de Santo António, que se vê na foto, em imagem da década de 50 do século XX!
Os bens, recordemos, tinha sido arrolados pelo Estado na sequência da implantação da República e da Lei de Separação do Estado da Igreja, tendo o processo sido executado no dia 1 de Agosto de 1911, há 109 amos, quando a Junta das Paróquia era presidida pelo padre Ricardo Pires Soares, com o tesoureiro Albano Joaquim de Almeida e os vogais Jacinto Matos dos Reis e João Bernardino dos Reis. Entre os bens estava o chamado passal do padre (residência e aido), o cemitério e a referida capela.
O titular da paróquia, nesse ano de há 102, era o padre José Bernardino dos Santos Silva, de Óis da Ribeira natural e que não participou no acto de arrolamento.
A. Resende


2 - ANO 1962,
há 59 anos!
- ARRANJO DO CAMINHO FUNDO
E ORÇAMENTO SUPLEMENTAR: A Junta de Freguesia de Óis da Ribeira, reunida a 26 de Agosto de 1962, há 59 anos, deliberou pagar 825$00 pelos serviços efectuados no arranjo do Caminho Fundo - hoje Rua do Caminho Fundo.
O caminho estava em mau estado e foi contratado pessoal para arranjo, encarregando José Correia de Melo de arranjar pessoal e carreiros. Morava na Viela do Canto e era avô dos irmãos Maria da Ascensão, José Bernardino e António Fernando Gomes de Melo, já todos falecidos.
Os 835$00 de há 59 anos seriam hoje, 356,28 euros, segundo o conversor da PORDATA.
Na mesma sessão, foi arquivado o orçamento suplementar de 1883$15 (883,24 euros), devido a obras na freguesia e que, na sessão de 29 de Julho, tinha sido decidido tornar público em editais afixados na vila.
O presidente era Armando Resende, com o tesoureiro José Pinheiro das Neves e o secretário Manuel Simões dos Reis.

Restaurante «Pôr do Sol»


3 - ANO 1995,
há 26 anos !
- ASSALTO AO RESTAURANTE
«PÔR DO SOl»
: O restaurante «Pôr do Sol», em Óis da Ribeira, foi assaltado na madrugada de 26 de Agosto de 1995, por arrombamento de uma janela.
Os ladrões actuaram pela madrugada, com a «segurança» que sentiriam pelo isolamento do edifício, e, além dos prejuízos  provocado pelo arrombamento, roubaram a caixa registadora (que tinha à volta de 15 000$00, seriam agora 120 euros) e ainda algum tabaco e várias bebidas.




quarta-feira, agosto 25, 2021

A horta da ARCOR já dá produção para... poupança!

A horta da ARCOR a 23/08/2021
A horta a 19/07/2021

A horta da ARCOR semeou-se, cresceu, foi tratada e está um mimo, como se pode ver na imagem ao lado.
«É bom ver a nossa horta a crescer de dia para dia. E tão linda que está a ficar», comentou a direção de Estima Reis (Zeca), na página oficial de facebook da instituição, de onde tirámos a imagem.
A iniciativa foi lançada à terra no dia 19 de Julho deste ano, há pouquinho mais de um mês, e cresceu, cresceu, cresceu..., sempre bem cuidada. Graças ao voluntariado de Isaura Soares, Dulce Viegas, Fernanda Reis, António Costa e Idílio Reis, que, e citamos a ARCOR, «tornaram possível que isto acontecesse».
Horta assim, dá poupança à instituição, que não precisará de comprar legumes para a cozinha e assim a «aquisição» não entra nos custos de tesouraria.

O quintal da ARCOR, delimitado a
amarelo. Mais de 6000 m2, ocupado
com aquele bocadinho de horta, em
6 carreiros de plantação...

A mini-horta numa
área... gigante !

A horta, em modo mini (como se vê nas imagens), foi plantada no terreno da instituição, anexo ao centro social e para o qual de perspetivava a construção do lar de idosos e um espaço de lazer e equipamentos de apoio às várias valências da instituição.
Terreno comprado em 2004.
Há 17 anos!
Há muitos, muiiiiitos anos!
Pois bem, ou mal..., desde então nem lar 
de idosos, nem espaço de lazer e/ou equipamentos de apoio às várias valências da instituição foram construídos, nem nada o ocupou. 
O terreno, mais de 6000 m2, fica mesmo ao lado do centro social,  como se sabe e se vê na imagem, esteve ali esquecido durante 17 anos, sem qualquer utilidade, sem qualquer uso. A baldio!
Até o muro do lado norte caiu, num inverno de há anos, e (ainda) não foi reposto. Caiu, ficou para lá o que sobrou de uma edificação provavelmente centenária.
E, ainda sobre o terreno, passaram-se 17 anos e mandatos de 4 presidentes de direção: Agostinho Tavares, João Gomes, Manuel Soares e Mário Marques.
Agora, esta boa mini-utilidade só terá/deverá que ser ampliada. Aproveitar/usar o terreno como mais-valia da instituição.
Está nas mãos da direção de Estima Reis (Zeca) valorizar o património herdado, dando-lhe utilidade e futuro. Dando-lhe produção, para gerar poupanças, com apoio do voluntariado.

A saúde está de... férias até 6 de Setembro!


A entrada da Unidade de Saúde Provisória de Óis da Ribeira

O aviso de 13, sexta-feira, para
vigorar no dia 16 de Agosto
                                                                                                           A Unidade de Saúde Provisória de Óis da Ribeira está encerrada para férias, até 3 de Setembro e já desde 16 de Agosto de 2021. Na prática, reabrirá no dia 6 de Setembro, uma segunda-feira.
O aviso nesta colocado na porta de entrada, mas o utente só lá é informado, quando necessidade tem de lá ir e lá bate com o nariz na porta.
Tem solução para o seu caso, segundo o aviso afixado na porta e que ao lado reproduzimos. No caso de tratamentos de enfermagem:
1 - Os utentes da dra. Alexandra Palma devem dirigir-se à Unidade de Saúde de Mourisca do Vouga, entre as 9,30 e as 13, as 14 e as 16,30 horas.
2 - Os utentes das dras. Heunice e Bárbara devem dirigir-se à Unidade de Saúde de Recardães, nos mesmos horários.
Já quanto atendimento medico para receituário:
3 - Os utentes devem dirigir-se ao secretariado clínico da Unidade de Saúde de Recardães. Também nos mesmo horários.
Bem sabemos que os profissionais de saúde tem direito e merecem ter férias. São justas.
Mas talvez as férias pudessem ser programadas de outra forma, uma forma que evitasse aos utentes sem transporte próprio terem de fazer estas deslocações. Dizemos nós, que não percebemos nada de planificação de férias de pessoal da área da saúde.

* SÉCULO XX: A apanha do moliço na pateira! Os caminhos do Ribeiro e das Longas em 1963, ARCOR organizou distrital de iniciados de canoagem em 1991



A apanha do moliço na pateira exigia forte força braçal
Carregamento do moliço da pateira para
fertilização das terras de Óis da Ribeira


A apanha de moliço na pateira foi tradição que a modernidade «matou», mas ainda é contemporânea de muitos óisdribeirenses vivos.
O dia 25 de Agosto, na tradição popular da quatro freguesias ribeirinhas do Século XX; o da abertura da segunda fase da campanha da apanha do moliço na pateira -  que os oisdaribeiremses chamavam de ribeiro.
A tradição «mandava» e os sinos da Igreja de Fermentelos tocavam ao alvorecer, dando o sinal para os homens e as bateiras galgarem a água, com varas e ancinhos para a recolha do moliço, arrancado da pateira à custa de muita força braçal.
O moliço, em OdR vulgarmente chamado estrume do ribeiro, era usado como fertilizante dos campos da 4 freguesias ribeirinhas, mas deixou de ser e também deixou de existir nas águas da lagoa.
As imagens que mostramos, recolhidas da net, são dos princípios dos anos 60 do século XX, e nela vemos já a descarga do moliço nos portos de Óis da Ribeira, que eram «vendidos» pela Junta de Freguesia e para uso em prazos fixos. Para o efeito, as 4 autarquias afixavam editais próprios e a taxa, em Óis da Ribeira, era de 2$50 (ou 25 tostões), qualquer coisa como 1,11 euros, segundo o conversor da Pordata.
Diferente era, naturalmente, o custo anual, fixado em 10$00 (dez escudos) - ou sejam, 4,43 euros a valores actuais. Digamos que as Juntas de Freguesia de Óis da Ribeira desses primeiros anos dos Anos 60 do Século XX não fariam fortunas com estas receitas. Mesmo nos 70 e 80, quando a apanha deixou de se fazer, ptovavelmente mo princípio d década de 90.
Carregamento do moliço para os campos

A apanha do moliço
na Emissora Nacional


A tradição extinguiu-se em data indeterminada, mas, pela observação do site «Óis da Ribeira -  Notícias, Curiosidades e Histórias», de Luís Neves (ver AQUI) realizou-se em 1989. Não sabemos se depois, mas pelo menos nesse ano.
A programação da Emissora Nacional (a actual RDP) de 26 de Julho desse mesmo ano dava conta da emissão, às 15 horas, de um programa sobre essa actividade «na freguesia de Óis da Ribeira» e sendo 
A nota de serviço da Emissora Nacional
«cerimónia tradicional da apanha das algas na pateira de Fermentelos».
A Emissora considerava que era «espectáculo único no género no País» e também explicava que «manhã cedo, ao toque da alvorada dum sino, centenas de barcos moliceiros entregam-se afanosamente à recolha das algas, ate ao meio dia».

«Sucedem-se, então, com as refeições, danças e descantes regionais, com grande animação até ao pôr do sol»», explicava a nota de serviço da Emissora Nacional, a agora a RDP. Eram outros tempos e ss realidades!...

Outros tempos,
outros factos!
Os caminhos do Ribeiro e das Longas em 1963, ARCOR organizou distrital de iniciados de canoagem em 1991

Benjamim Freitas

1 - ANO 1963,
há 58 anos !
- CAMINHOS DO RIBEIRO
E DAS LONGAS: A Junta de Freguesia de Óis da Ribeira, reunida a 25 de Agosto, autorizou o pagamento de 552$50 de serviços prestados durante 3 dias no arranjo do Caminho do Ribeiro, agora a Rua da Pateira, onde ao outro dia (26) começaria a época da apanha do moliço, por 25 ser um domingo. Seriam agora 245 euros.
Autorizado foi também o pagamento de 1500$00 (666,85 euros) a José Maria Rosa, de S. Martinho, pelo serviço efectuado com a sua camioneta. Ainda assi, o serviço não ficou completo, por falta de tempo e disponibilidade deste camionista.
Falta de tempo foi a razão que levou a adiar o arranjo do Caminho das Longas (parte da actual Rua António Bernardino, na zoma dos apartamentos). Encontrava-se em muito mau estado.
A Junta de Freguesia era presidida por Armando Resende, com o secretário Nabuel Simões dos Reis Manelzito) e o tesoureiro José Pinheiro das Neves, já todos falecidos.

ARCOR 1991

José  Melo
2 - ANO 1991,
há 30 anos !
- ARCOR ORGANIZOU DISTRITAL DE JUVENIS DE CANOAGEM: A ARCOR organizou, a 25 de Agosto de 1991, há 30 anos, o campeonato distrital de iniciados de canoagem, classificando-se colectivamente em segundo lugar.
O clube de Óis da Ribeira estava no seu primeiro ano de actividade e, a título individual, Nuno Azevedo venceu a prova de cadetes, 200 metros, velocidade, e foi segundo na de 4000 metros.
Outras classificações de canoístas arcorianos:
- Pedro Carvalho: 3º. lugar em menores, 200 metros e circuito de 2000.
- Filipe Gomes: 4º. lugar em infantis, 200 metros.
- Nuno Silva: 2º. lugar no circuito de 2000 metros, 5º. em 2000, infantis.
- António Costa: 3º. lugar em cadetes, nos 200 metros, e 4º. em 4000 metros.
- Sérgio Anjos: 3º. lugar no circuito de 4000 metros e 5º. nos 200, em cadetes.
O Recreio de Águeda venceu por equipas, seguindo-se a ARCOR, de Óis da Ribeira (2º.), Orfeão de Vagos (3º.), Sporting de Aveiro (4º.) e Colectividade Popular de Cacia (5º.).
A direção da ARCOR era presidida por José Melo Ferreira, sucessor de Sesnando Reis - quem lançou a modalidade na associação óisdaribeirense.

terça-feira, agosto 24, 2021

A campanha do PS de Júlia Melo nas ruas de Óis da Ribeira e Travassô

O cartaz do PS nas autárquicas 2021 na UFTOR
Cartazes do PS em Óis da Ribeira
(em cima) e Travassô


A candidatura do PS às eleições autárquicas da União de Freguesias de Travassô e Óis da Ribeiras já tem outdoors nas ruas das duas freguesias. O da vila de Óis da Ribeira já AQUI foi mostrado, a 19 de Agosto.
A líder da lista é Júlia Melo, que repete as candidaturas de 2019 (eleita) e das intercalares de 2019 (não eleita) e comentou representar «uma equipa abrangente e com forte sensibilidade e consciência de participação cidadã, de pessoas atentas aos desafios atuais e com vontade reforçada no projeto de mudança que nos propomos».
A candidata acrescentou ser candidatura para «dar voz e em prol dos concidadãos, num projeto de desenvolvimento sustentado, estratégico e inclusivo, com rigor, transparência e igualdade».
«Sabemos exatamente onde estamos e para onde vamos, sabemos o que queremos, sabemos exatamente o que as nossas freguesias e as pessoas precisam. Nós queremos um melhor futuro», concluiu Júlia Pinheiro de Melo, gestora social, de 54 anos, de Travassô, e que também é candidata da lista (6º. lugar) do PS para a Assembleia Municipal de Águeda, liderada por Gil Nadais.
Júlia Melo e Alexandre Pire
nas Autárquicas de 2017


PS elegeu Júlia Melo
nas eleições de 2017!

O PS foi a terceira candidatura mais votada das eleições autárquicas de 2017, apresentando o óisdaribeirense Alexandre Pires como segundo da lista (tal qual em 2019) e elegendo Júlia Melo para a Assembleia de Freguesia.
As três mesas da UFTOR, nesse ano, tinham 2 041 eleitores inscritos, tendo votado 1404 (68,79%).
Os resultados, lista a lista, foram os seguintes:
- PPD/PSD, de Sérgio Neves: 577 votos (41,3%) e 4 eleitos.
- Juntos, de Mário Martins: 505 votos (35,97%) e 4 eleitos.
- PS, de Júlia Melo: 219 votos (15,6%) e uma eleita.
- PCP/PEV, a CDU, de José Eduardo Festas: 27 votos (1,92%), sem eleitos.
- Votos em branco: 40 votos (2,85%).
- Votos nulos: 36 votos (2,56%).
Júlia Melo em 2019

Intercalares de 2019
deixaram PS de fora


As três mesas das eleições intercalares da UFTOR em Fevereiro de 2019 - duas em Travassô e uma em Óis da Ribeira - tinham 2020 eleitores registados, mas apenas votaram 1 332 (65,94%), com 20 brancos (1,5%) e 12 nulos (0,9%). 
Os resultados foram os seguintes:
- PSD, de Sérgio Neves: 712 votos (53,68%) e 6 mandatos.
- Juntos, de Fernando Pinto: 268 votos (20,12%) e dois mandatos
- CDS, de Ricardo Almeida: 174 votos (13,06%), um mandato.
- PS, de Júlia Melo: 105 votos (7,88%) e nenhum eleito.
- Bloco de Esquerda, de Aníbal Saraiva: 20 votos (1,5%) e
nenhum eleito.
- CDU, de José Eduardo Simões: 18 votos (1,35%), nenhum eleito.
- Brancos: 20 (1,5%).
- Nulos: 12 (0,90%)

QUERCUS monitoriza poluição do Cértima e pateira: zinco e crómio são preocupantes!

 

A SIC noticias reportou a poluição no rio Cértima e pateira

QUERCUS Aveiro

A QUERCUS está a monitorizar a qualidade de água do rio Cértima e da pateira, anunciou a delegação de Aveiro da Organização Não Governamental de Ambiente (ONGA) portuguesa, fundada a 31 de outubro de 1985.
«O funcionamento do sistema intermunicipal de saneamento, das ETARS da Mealhada e de Anadia e da rede de águas pluviais da zona industrial de Oiã está a ser monitorizado. Os resultados das análises às amostras que recolhemos no dia 3 de Agosto registam valores que carecem de novas análises nas próximas semanas», refere a QUERCUS Aveiro (ver AQUI), acrescentando que «as concentrações de crómio e zinco são preocupantes».
A SIC Notícias
, entretanto e no seu noticiário de ontem (ver AQUI» dava conta que, e citamos, «a maior lagoa natural da Península Ibérica, situada na região de Aveiro, está menos poluída e tem atraído mais visitantes».
Ainda assim, acrescentava a estação televisiva, «as associações ambientalistas pedem mais fiscalização para travar algumas descargas que continuam a contaminar a pateira».
As várias associações locais em conjunto com as autarquias de Águeda, Aveiro e Oliveira do Bairro, reporta a SIC Notícias que «conseguiram nos últimos anos dinamizar a vertente de lazer nas margens da lago».
«O espelho de água, que também serve de abastecimento aos aviões de combate a incêndios, exige uma manutenção permanente devido à praga de jacintos e espera há vários por uma operação de desassoreamento», concluiu a SIC Notícias.


* ANO 1907: Nascimento do autarca Joaquim Tavares da Silva! Habilitação de herdeiros do cirurgião José Santos Silva em 1885, emigração de Isaac Freiras para o Brasil em 1888 e reunião da ARCOR com a Marvoense em 2001

Joaquim Tavares

Manuel Tavares



O óisdaribeirense Joaquim Tavares da Silva nasceu a 24 de Agosto de 1907, há 114 anos! Faleceu a 17 de Maio de 1986, em Aveiro.
Filho do então carpinteiro Manuel Maria Tavares da Silva (futuro benemérito e presidente da Junta de Freguesia) e da lavradora Laura Ferreira Sucena, casou com Benedita Pires dos Reis a 13 de Agosto de 1930 e o casal teve as filhas Manuela, Luísa (que mora em Vagos, onde tem uma farmácia) e Oriana (já falecida e que foi directora da ARCOR).
Esteve muitos anos em Angola e, regressado a Óis da Ribeira, fez casa na entrada da Rua de Santo António, onde acaba a Rua Manuel Tavares (seu pai), frente ao Café O Nelson. Lá mora um neto, agora.
Autarca local, como o pai, e
ra o tesoureiro da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira, aquando a revolução do 25 de Abril de 1974 e então exonerada, sendo presidida por Aires Carvalho e Santos e com o secretário Fernando Reis Duarte de Almeida.
Já viúvo, vivia em Aveiro com a filha Oriana, quando, aos 79 anos, foi atropelado na avenida e não resistiu aos ferimentos, acabando por falecer.

Outros tempos,
outros factos !
Habilitação de herdeiros do cirurgião José Santos Silva em 1885, emigração de Isaac Freiras para o Brasil em 1888 e da ARCOR com a Marvoense em  2001
 
O anúncio no Diário do
 Governo de 1885
1 - ANO 1885,
 há 136 anos!
- HABILITAÇÃO DE HERDEIROS DO
CIRURGIÃO JOSÉ DOS SANTOS SILVA: O Juiz de Direito da Comarca de Águeda, por anúncio de 24 de Agosto de 1885, há 136 anos, citou «todas as pessoas incertas que se se julgassem com direito a opor-se a Maria José do Santos Siva e marido, Mantel Tavares Duarte, como únicos e universais herdeiros de seu pai e sogro, José dos Santos Silva», todos de Óis da Ribeira.
Especialmente, estavam em causa «duas inscrições de assentamento da dívida interna funda na Junta de Crédito Público, no valor de 500$00 cada» - leia-se 500 mil reis. Não temos ideia do se valor hoje. em euros.
José dos Santos Silva foi cirurgião e faleceu a 18 de Junho desse 1885, sendo avô materno de Maria Bernardino (que casou com Manuel Maria Resende) e do padre José Bernardino dos Santos Silva, filhos de Maria José e Manuel T. Duarte. Viúvo de da Ana Catarina Soares, casara em segundas núpcias e a 8 de Fevereiro de 1875 com Bernardina Caetana dos Reis, não havendo filhos deste casal.
O edital foi publicado nos Diários do Governo nºs. 192 e 193, dos dias 29 e 30 de Agosto de 1885, já lá vão 146 anos!
Registo do passaporte de
Isaac Soares de Freitas


2 - ANO 1888,
há 133 anos !
- ISAAC SOARES DE FREITAS
EMIGRANTE NO BRASIL: O óisdaribeirense Isaac Soares de Freitas, irmão do benemérito Benjamim Soares de Freitas, nasceu a 24 de Agosto de 1888, há 133 anos e foi um dos conterrâneos da diáspora, no princípio do século XX.
Lavrador, era filho de Joaquim António Soares de Freitas e de Maria José dos Santos, tendo emigrado para o Brasil em 1910, ainda antes da implantação da República. Para Pelotas - cidade do Estado do Rio Grande do Sul e onde actualmente mora José Augusto, irmão de Maria do Carmo e Maria Eugénia Estima Ferreira dos Reis, da Rua Benjamim Soares de Freitas.
Ao tempo, tinha apenas 21 anos e uma cicatriz nas mãos, media 1,76 metros de altura (alto, para a época), sabia ler e escrever. Mais nada sabemos dele.

O centro social da ARCOR e sede da
Junta de Freguesia de Óis da Ribeira


3 - ANO 2001,
há 20 anos!
- CENTRO SOCIAL DA ARCOR E 
SEDE DA JUNTA DE FREGUESIA: A direção da ARCOR reuniu a 24 de Agosto, oficialmente pela primeira vez, com a administração da empresa Construções Marvoense - a que fora adjudicada a construção do centro social e sede da Junta de Freguesia de Óis da Ribeira. Há 20 anos.
A ordem de trabalhos era só uma: o início da obra e a assunção de responsabilidades de ambas as partes. A adjudicação tinha sido decidida a 10 de Agosto e proposta à Segurança Social de Aveiro no seguinte dia 12. Que a aprovou a 17 de mesmo mês. 
A adjudicação, finalmente, foi deliberada pela direção da ARCOR, presidida por Celestino Viegas, a 29 de Agosto, dela sendo mandada minuta à Marvoense no dia seguinte. A 31, foi processualmente confirmada a adjudicação e pedida garantia bancária à empresa.
Os trabalhos começaram a 22 de Outubro de 2001, com a movimentação de terras para as caves (a expensas da ARCOR), sendo o auto de consignação assinado a 24 de Outubro e no dia seguinte o primeiro descarregamento de ferro para a obras, pela Marvoense
Agora, 20 anos depois e sem manutenção do edifício, projecta-se a sua requalificação.